Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 18 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
30 de setembro de 2024, 0:40
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LUCAS 18 – Havia distorções nos ensinos dos mestres da época de Jesus. Então Jesus corrigi ensinos que levam cristãos a erros. “Conta-se que alguns rabinos chegavam ao ponto de ensinar que era aconselhável evitar orar em outros horários além dos preestabelecidos, para não incomodar a Deus, como o faz a viúva importuna com o juiz iníquo, nesta parábola” (CBASD).

• Quem não sabe ler a Bíblia corretamente, irá distorcer seus ensinos. Pior que isso é ensiná-la para enganar aos sinceros que desejam aprender de suas verdades.

Jesus minimiza o ensino dos fariseus invertendo a concepção de alguém justo diante de Deus (Lucas 18:9-14). “Ser fariseu era o mais elevado ideal judaico de piedade na época… Em contrapartida, o publicano representava o nível mais baixo da escala social judaica” (CBASD). O publicano saiu justificado, o fariseu não!

• A atitude na oração, a humildade, reconhecimento da condição, faz toda a diferença diante de Deus!

Jesus inverte os valores ao receber crianças e ao perder um jovem rico presunçoso (Lucas 18:15-30).

• Precisamos aprender com Jesus, isso significa desaprender e desvencilhar de nossos conceitos/preconceitos.

Ao revelar detalhes do futuro as coisas não estariam saindo do previsto. Ele anunciou Seu sofrimento e morte (Lucas 18:31-34). “Lucas reflete mais do que os outros sinóticos sobre a completa falha dos discípulos em compreender as tristes verdades que Jesus procurava revelar a eles. O motivo era que a mente deles estava cheia de conceitos equivocados quanto à natureza do Reino que Cristo viera fundar. Parece que eles tiravam da cabeça qualquer coisa que não estivesse de acordo com suas ideias pré-concebidas sobre o assunto” (CBASD).

• Talvez Teófilo tivesse dificuldades também para compreender o Reino de Cristo; e nós, já compreendemos?

Jesus curou um cego para ilustrar a necessidade de enxergar para interpretar Seu ministério corretamente (Lucas 18:35-43). “Lucas acrescenta algo que Mateus e Marcos não mencionam: a reação dos que testemunharam do milagre. Em contraste com os líderes judeus, que costumavam atribuir o poder de Jesus ao diabo, o povo comum, cuja percepção não fora cegada pelo preconceito, creditava a Deus o poder de Cristo” (CBASD).

• Se o preconceito nos cega, devemos eliminá-lo para poder enxergar!

Estes ensinamentos de Cristo são essenciais para desfrutarmos de um reavivamento espiritual. Vamos aplicá-los a nossa vida? – Heber Toth Armí.



LUCAS 17 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
29 de setembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: LUCAS 17 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 17 – BLOG MUNDIAL

LUCAS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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LUCAS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
29 de setembro de 2024, 0:50
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1970 palavras (com destaques)

1. Disse Jesus. Não há indicação direta acerca de tempo e local dos eventos relatados nesta seção. Parece haver pouca ou nenhuma ligação com o capítulo anterior., pelo menos no que se refere ao tema. … o mais provável é que exista uma transição de tempo e lugar entre os cap. 16 e 17. Com base no relato do cap. 17, parece que a jornada levou Jesus pela Samaria e pelas fronteiras da Judeia, até cruzar o Jordão e chegar à Pereia mais uma vez. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 922, 923.

1-3 Jesus pode ter direcionado esse aviso aos líderes religiosos que ensinavam aos seus convertidos seus próprios costumes hipócritas (ver Mateus 23:15). Life Application Study Bible Kingsway.

1 escândalos. “Pedras de tropeço”. Aquilo que afasta do Senhor (cf 17.23; 21.8; Mc 9.43ss; Rm 14.13ss) um crente menos maduro na fé. Bíblia Shedd.

A palavra grega originalmente designava o alimento colocado na haste de uma armadilha; veio a significar, depois, qualquer coisa que faz tropeçar e cair numa armadilha. Bíblia de Genebra.

3 Acautelai-vos. [Quantas vezes se deve perdoar um irmão, Lc 17:3-10 = Mt 18:21, 22].  … A recusa a perdoar é uma forma de provocar as pessoas à impulsividade e ao pecado. … Deve-se evitar fazer os outros tropeçarem e, ao mesmo tempo, usar de misericórdia para com eles quando nos fazem tropeçar. CBASD, vol. 5, p. 923.

5, 6 Aumenta-nos a fé. O pedido dos discípulos era genuíno. Eles queriam a fé necessária para tal perdão radical. Mas Jesus não respondeu diretamente à pergunta deles porque a quantidade de fé não é tão importante quanto sua genuinidade. O que é fé? É dependência total de Deus e disposição para fazer sua vontade. Fé não é algo que usamos para fazer um show para os outros. É obediência completa e humilde à vontade de Deus, prontidão para fazer o que quer que ele nos chame para fazer. A quantidade de fé não é tão importante quanto o tipo certo de fé: fé em nosso Deus todo-poderoso. Life Application Study Bible Kingsway.

6 Fé. Jesus afirma que ter fé não é uma questão de quantidade. Ou a pessoa tem fé ou não a tem. Até mesmo a menor porção de fé é suficiente para realizar tarefas aparentemente impossíveis. O mais importante não é o tanto de fé, mas se ela é genuína. CBASD, vol. 5, p. 923.

Não precisamos de mais fé; uma pequena semente de fé é suficiente, se ela for viva e crescente. Life Application Study Bible Kingsway.

Transplanta-te no mar. É provável que Jesus tenha escolhido essa ilustração como uma hipérbole. É evidente que ele não queria que os discípulos realizassem feitos mágicos como estes. A ilustração é semelhante à do camelo passando pelo fundo de uma agulha (ver com [CBASD] de Mt 19:24). Ambas são tão difíceis que esbarram na impossibilidade literal, e Jesus não tinha a intenção de que os discípulos as entendessem literalmente. Nenhum dos milagres do próprio Cristo foram dessa natureza. CBASD, vol. 5, p. 923.

7-10 Jesus não está tornando nosso serviço sem sentido ou inútil, nem está eliminando recompensas que possamos receber. Ele está atacando a autoestima injustificada e o orgulho espiritual. Life Application Study Bible Kingsway.

7. A fé capacita os seres humanos a cumprir seus deveres como servos de Deus. CBASD, vol. 5, p. 923.

Na lavoura. A casa deste suposto senhor ficaria numa vila ou cidade não muito distante. Em geral, os servos saíam de manhã para trabalhar nos campos e voltavam à noite. CBASD, vol. 5, p. 924.

10 servos inúteis. Cf 1Co 9.16. Deus não é nosso devedor, mesmo quando fazemos tudo quanto Ele pede. O escravo não tem direitos. Bíblia Shedd.

Paulo refletiu o espírito de serviço verdadeiro quando observou que tudo que ele havia suportado e sofrido em nome de Cristo não era motivo de se “gloriar” (1Co 9:16). Seu serviço era motivado por um senso profundo de obrigação a Seu Mestre. Ao pregar o evangelho, estava desempenhando uma pesada obrigação: “Ai de mim se não pregar o evangelho!” CBASD, vol. 5, p. 924.

12 A lei exigia que os leprosos ficassem longe das pessoas sadias (Lv 13.46); estes leprosos chegaram tão perto quanto possível e gritaram com estardalhaço. Bíblia de Genebra.

14 Indo eles. Quando saíram de perto de Cristo, ainda eram leprosos. Fica claro que, se houvessem esperado uma evidência visível de cura antes de partir para Jerusalém, onde seriam considerados “limpos”, o milagre não aconteceria. Era necessário que agissem pela fé, como se já estivessem sarados, antes que a cura chegasse de fato. CBASD, vol. 5, p. 925.

15 Dando glória a Deus. Ao reconhecer que o poder divino o libertara das cadeias de sua doença, “um dos dez” colocou o mais importante em primeiro lugar: ele louvou a Deus. Este samaritano se destaca na narrativa como um grande exemplo de gratidão. CBASD, vol. 5, p. 925.

16 Era samaritano. É possível que os outro nove achassem que, por serem filhos de Abraão, mereciam ser curados. Mas este samaritano, que não devia se considerar merecedor da bênção da saúde recebida de forma súbita e inesperada, valorizou  e agradeceu o presente derramado pelo Céu. Os que se esquecem de agradecer a Deus as bênçãos recebidas e de apreciar o que Ele lhes faz correm o risco de se esquecer por completo do Senhor (ver Rm 1:21, 21). CBASD, vol. 5, p. 925.

17 Onde estão os nove? Esta é uma evidência de quão importante é para Deus a reação de agradecimento pelas coisas recebidas de Suas mãos. CBASD, vol. 5, p. 925.

18 estrangeiro. Os nove ingratos leprosos representam a maioria do povo judaico diante da missão e a mensagem de Cristo. O samaritano é como uma amostra do acontecimento da antecipada aceitação do evangelho pelos não-judeus. Bíblia Shedd.

O fato de ser ele um samaritano torna tudo mais interessante, pois não se esperaria que ele mostrasse gratidão a um judeu que o curouBíblia de Genebra.

19 a tua fé te salvou. “Salvar” tem um duplo significado, de curar e redimir. Fé não é obra meritória mas graça recebida, e portanto motivo de gratidãoBíblia Shedd.

20-37 Jesus ensina sobre Sua Segunda Vinda. Bíblia de Genebra.

20 Quando viria o reino. Durante pelo menos dois anos, o povo da Galileia ouvira Jesus proclamar a mesma mensagem [após mais quatro anos da pregação de João]…Então, os fariseus chegaram perguntando quanto tempo mais eles deveriam esperar para ver alguma evidência tangível de que o reino estava, de fato, vindo. Ao fazer esta exigência, os fariseus foram claros em desafiar o caráter messiânico de Jesus, sugerindo que Ele fosse um falso messias. … Uma vez que seus sonhos egoístas ainda não haviam se tornado realidade, os fariseus tinham certeza que que o “reino” não chegara. Em seu modo de pensar, tal conceito pertencia ao futuro.  CBASD, vol. 5, p. 926.

Não vem … com visível aparência. O reino que João e Cristo anunciaram, o reino da graça, já estava presente, mas os fariseus não enxergavam porque viam apenas aparência exterior das coisas (ver 1Sm 16:7). … Era necessário discernimento espiritual para detectar a chegada do reino da graça divina aos corações humanos (ver com. [CBASD] de Lc 17:21). CBASD, vol. 5, p. 926.

21 o reino de Deus está dentro de vós. Ele poderia simplesmente estar dizendo a Seus opositores: “O reino de Deus não é algo que vocês devem esperar por meio de observação cuidadosa da visão natural. Se ele for descoberto, será dentro do coração de vocês.CBASD, vol. 5, p. 926.

Através do ministério de Jesus, o reino de Deus já está presente nos corações de Seus seguidores. Andrews Study Bible.

22 Desejareis ver. Se refere ao anseio no coração de todo discípulo verdadeiro pela realização plena do reino vindouro. O desejo dos doze seria intensificado ao se lembrarem das oportunidades que tiveram no passado, mas não apreciaram plenamente na época, de andar e conversar com o amado Mestre (ver DTN, 506).  Cristo estava com eles naquele momento; porém, muitos não estimavam Sua presença como deveriam. CBASD, vol. 5, p. 926, 927.

Isto é, o reino está presente como uma realidade interior, uma coisa escondida no coração das pessoas (cf. Rm 14.17). Bíblia de Genebra.

23-25 Ainda que alguns procurem falsos messias (21.8-9), a vinda final de Cristo será tão pública que todos saberão. Bíblia de Genebra.

24 como o relâmpago. Ver com. [CBASD] de Mt 24:27. Como um relâmpago ou raio, o retorno de Jesus virá de repente, de maneira inesperada (ver 1Ts 5:15), mas visível e dramática. CBASD, vol. 5, p. 927.

De forma diferente aos falsos messias que tem aparecido desde os tempos de Jesus, a Volta de Jesus será súbita e amplamente visível (21.27; Ap 1:7). Andrews Study Bible.

Sua vinda será repentina, inesperada e pública (cf 12.40). Bíblia de Estudo NVI Vida.

25 Mas importa que Ele primeiro padeça. A cruz deveria vir antes da coroa (ver com. [CBASD] de M7:21; Mc 9:31; etc.). Os discípulos não deveriam esperar o reino de glória imediatamente (ver com. [CBASD] de Mt 25:31). CBASD, vol. 5, p. 927.

27-29 comiamA ênfase deste trecho não recai sobre a pecaminosidade, mas sobre a indiferença relativa às coisas espirituais e ao juízoBíblia Shedd.

As pessoas nos dias de Noé e de Ló levavam uma vida normal neste mundo (Jesus não fala de seus pecados) e negligenciaram sua espiritualidade. Bíblia de Genebra.

Foram embrutecidos por suas iniciativas mundanas e seus prazeres, embalados até dormir por uma falsa sensação de segurança. Não se preocupavam com o que lhes sobreviria. CBASD, vol. 5, p. 927.

Não sabemos quando Jesus retornará, mas sabemos que Ele está vindo. … Seja qual for o dia de Sua vinda, devemos estar moral e espiritualmente prontos. Viva como se Jesus estivesse retornando hoje. Life Application Study Bible Kingsway.

30 Filho do Homem for revelado. Na segunda vinda, Jesus está claramente visível a todos (1Co 1.7; 2Ts 1.7; 1Pe 1.7, 13; 4.13). Bíblia de Estudo NVI Vida.

31 Naquele dia. Comparar com a profecia de dupla aplicação encontrada em Mateus 24:14 a 20, na qual a experiência dos cristãos de Jerusalém na época em que a cidade caiu diante dos romanos, em 70 d.C., representa, até certo ponto, a experiência dos cristãos antes da segunda vinda de Cristo (ver com. [CBASD] de Mt 24:16, 17). CBASD, vol. 5, p. 927.

32. Lembrai-vos da mulher de Ló. A mulher de Ló se transformou num trágico exemplo dos resultados do apego às coisas materiais. Foi o amor às coisas que ela deixara em Sodoma que causou sua morte (ver com. [CBASD] de Gn 19:26). CBASD, vol. 5, p. 927.

A esposa de Ló esteve bem perto do livramento, porém, ao olhar para trás, perdeu-seBíblia de Genebra.

33 Quem quiser preservar a sua vida perdê-la-á. Este grande paradoxo do cristianismo expressa uma das maiores verdades eternas do evangelho (ver com. [CBASD] de Mt 6:33). CBASD, vol. 5, p. 927.

Jesus repete o ensino de 9.24 de que a vida egoísta e de auto-afirmação significa morte espiritualBíblia de Genebra.

34-35 Uma estreita proximidade com algumas pessoas salvas não ajudará no dia da vinda de CristoBíblia de Genebra.

A escolha de estar pronto para a Volta de Cristo é uma decisão que deve ser tomada por cada um, individualmente. Os versos 34-36 não estão falando de um arrebatamento secreto porque, de acordo com o v. 24, a Vinda de Jesus será um evento público. Será então que os anjos reunirão Seu povo dos quatro cantos da terra (Mt 24.31). Andrews Study Bible.

37 Onde, Senhor? (NKJV). Isto é, “em que circunstâncias, Senhor?” Os discípulos pareciam confusos quanto a como e quando ocorreriam as coisas que Jesus estava mencionando (ver com. [CBASD] de Mt 24:3). CBASD, vol. 5, p. 928.

Onde estiver o corpo. “Assim como o ajuntamento de abutres indica que existe perto uma carcaça, então estes sinais indicam que o fim está próximo”. New Living Translation [de Lc 17:37].

O provérbio sugere que ele será tão óbvio quanto o ajuntamento de abutres em volta de um animal morto. Andrews Study Bible.

Um abutre voando em círculos não representa muito, mas um grupo deles significa que um cadáver está próximo. Do mesmo modo, um sinal do fim pode não ser significante, mas quando muitos sinais ocorrerem, a segunda vinda está próxima. Life Application Study Bible Kingsway.



LUCAS 17 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
29 de setembro de 2024, 0:40
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LUCAS 17 – Jesus, ao falar do Reino de Deus, desvia o foco da expectativa messiânica comum entre os judeus da época, que aguardavam um reino político, visível e material.

Jesus declara que o reino de Deus não vem com sinais observáveis ou evidências externas, mas sim que “está no meio de vocês” (Lucas 17:20-21). Isso aponta que Seu Reino é uma realidade espiritual presente na vida dos crentes, associado não apenas à presença de Cristo entre eles, mas percebido na manifestação do poder de Deus, que atua por meio de Cristo e de Seus ensinamentos.

O Reino de Deus está vinculado à necessidade de uma postura de humildade e perdão, que reflete o espírito do Reino presente nas interações humanas. Para isso, Jesus falou sobre a inevitabilidade dos escândalos e da seriedade de causar tropeço aos outros (Lucas 17:1-4).

• Desta forma, é importante tomar cuidado com frases de efeito que contraria esse princípio, como por exemplo aquela que diz: “Quem sai da igreja por causa de pessoas nunca esteve lá por causa de Jesus”.
• Essa frase é uma tentativa de eximir da responsabilidade de cuidar para não ser pedra de tropeço aos outros.

O Reino de Deus é regido pelo perdão, não pelas críticas, acusações e condenações. Para que isso seja possível, é necessário exercitar e exercer a fé; a qual, ainda que pequena, tem poder transformador no Reino de Deus. A ideia de serviço e obediência incondicional também é crucial. Pois, o Reino de Deus não é sobre poder ou privilégios humanos, mas sobre o serviço amoroso, humilde e compassivo, conforme ensinado por Cristo (Lucas 17:5-10).

O Reino de Deus se caracteriza mais pela gratidão do que pela cura; a fé que promove a gratidão é mais eficaz no Reino divino do que a fé que produz restauração física, independente da etnia, ilustrado no episódio dos dez leprosos (Lucas 17:11-19).

Embora o Reino de Deus já estivesse presente no tempo do ministério terrestre de Cristo, Sua manifestação completa ocorrerá na segunda vinda (Lucas 17:22-37). Jesus compara esse evento ao dilúvio e à destruição de Sodoma, destacando a necessidade de preparo, que acontece na vida daquele que assimila e vive na prática os princípios do reino de Deus aqui e agora!

Portanto, reavivemo-nos hoje! – Heber Toth Armí.



LUCAS 16 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
28 de setembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: LUCAS 16 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 16 – BLOG MUNDIAL

LUCAS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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LUCAS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
28 de setembro de 2024, 0:50
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1666 palavras

1 também. Indica uma conexão com a parábola anterior [do filho pródigo]. Bíblia Shedd.

discípulos. Talvez não só os Doze (v. 6.13; 10.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Havia um homem rico. Só Lucas registra esta parábola, bem como grande parte do ministério na Pereia. … As duas parábolas aqui relatadas [administrador infiel e o rico e Lázaro] se referem ao uso das oportunidades presentes levando em conta a vida futura (Lc 16:25-31), sobretudo no tocante aos bens materiais. A primeira parábola se dirigia especificamente aos discípulos, ao passo que a segunda [o rico e o mendigo] foi proferida principalmente para os fariseus. A primeira ilustra um princípio vital de mordomia: o uso diligente e criterioso das oportunidades terrenas. A segunda aborda a mordomia de um ponto de vista negativo, assim como as parábolas do amigo importuno (Lc 11:5-10) e do juiz iníquo (Lc 18:1-8). Na primeira parábola, Jesus orienta a tirar o pensamento das coisas terrenas e voltá-lo para as eternas (PJ, 366). … Em geral, os comentaristas acham difícil explicar esta parábola por causa do aparente elogio feito ao administrador infiel (ver v. 8). Tais dificuldade se devem à tentativa de se atribuir significado a cada detalhe, bem como à sugestão de que o “homem rico” representa a Deus. Mas esta parábola não deve ser interpretada de maneira alegórica. Um princípio fundamental na interpretação de parábolas é que não se deve tentar atribuir significado especial a cada detalhe (ver princípios de interpretação das parábolas, nas p. 197, 200 [CBASD, vol. 5]). Jesus contou esta parábola a fim de ilustrar uma verdade específica, mencionada nos v. 8 a 14. CBASD, vol. 5, p. 909, 910.

desperdiçando (NVI). Tinha esbanjado as posses de seu senhor, assim como o filho pródigo, “desperdiçador” (15.13). Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 elogiou o senhor. O homem rico não apoiava a desonestidade do administrador; foi por esse motivo que o dispensou de seus deveres. Mas a astúcia usada para levar a um clímax sua carreira de improbidade administrativa foi tão surpreendente, e ele foi tão meticuloso ao colocar em prática um plano digno de objetivos mais nobres, que o homem rico não pôde deixar de admirar [sua] esperteza e a diligênciaCBASD, vol. 5, p. 911.

mais hábeis. As pessoas que vivem para este mundo costumam ser mais ávidas em aproveitar o que ele tem a oferecer do que os cristãos … para aquilo que Deus tem a oferecerCBASD, vol. 5, p. 911.

Jesus usa a parábola para ilustrar que os filhos do mundo, frequentemente, usam aquilo que têm para favorecer seus próprios fins terrenos, e o fazem mais sabiamente do que fazem os filhos da luz para favorecer os objetivos inteiramente diferentes do reino de DeusBíblia de Genebra.

A sagacidade espiritual é: 1) Prejuízo agora para se obter lucro no céu; 2) Investimento dos bens para ganhar almas eternas (v. 9); 3) fidelidade na mordomia de bens alheios para receber riquezas próprias (v. 12)Bíblia Shedd.

9 fazei amigos. Apesar deste mordomo ser injusto, ele estabelece um exemplo aos “filhos da luz” na diligência na qual ele usou suas posses. Andrews Study Bible.

amigos. Devem ser os discípulos ganhos para Cristo por meio de fidelidade no pouco (10), isto é, utilizando os bens materiais na expressão de amor às almas. Bíblia Shedd.

13 servir. Servo é o escravo da casa. Bíblia de Genebra.

14 Os fariseus … O ridicularizavam. Ou, “zombavam”. Sem dúvida, os fariseus perceberam que Jesus dirigia Seus comentários a eles. … as parábolas da ovelha, da dracma e do filho pródigo foram dirigidas a eles, ao Jesus justificar Seu interesse pelos “publicanos e pecadores” (ver Lc 15:1-3). CBASD, vol. 5, p. 913.

16 A Lei e os Profetas vigoraram até João. Até” a pregação do “reino de Deus” por João, os escritos sagrados constituíam o principal guia para a salvação (Rm 3:1, 2). A palavra “até” (do gr mechri) não implica, como alguns pensam, que “a Lei e os Profetas”, as Escrituras do AT, perderam força ou valor depois que João começou a pregar. O que Jesus quer dizer é que, até o ministério de João, “a Lei e os Profetas” eram tudo que as pessoas tinham. O evangelho chegou não para substituir ou anular Moisés e os profetas, mas para complementar, reforçar e confirmar esses escritores (ver com. de Mt 5:17-19). O evangelho não assume o lugar do AT, mas soma-se a ele. … Ao longo do NT, não há nenhuma ocasião em que se diminui o AT de alguma maneira. Pelo contrário, era em textos do AT que os cristãos encontravam as mais fortes confirmações de sua fé. Na verdade, o AT era a única Bíblia que a primeira geração da igreja possuía (ver com. de Jo 5:39). Eles não o desprezavam, como alguns cristãos fazem hoje, mas o honravam e obedeciam. Nesta mesma ocasião, Jesus anunciou que os escritos do AT eram suficientes para guiar a pessoas ao Céu (ver Lv 16:29-31). CBASD – Comentários Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 914.

Lucas aqui indica que o ministério de João Batista assinalou o grande ponto crucial na história da redenção (Mt 11.11, nota). Bíblia de Genebra.

17 til. Não passará da lei a menor parte, pois ela se refere à mensagem de Cristo e cumpre-se no reino de Deus (cf Mt 5.17, 18). Bíblia Shedd.

19-31 Esta parábola ensina a lição de que a riqueza terrena não é garantia de eterna de bem-aventurança, uma lição que também pode ser encontrada em Moisés e nos Profetas. Jesus utiliza uma estória popular, porém um fábula, sobre Abraão para reforçar seu ponto principal. Andrews Study Bible.

Certo homem rico. Assim como as demais parábolas, a do homem rico e Lázaro deve ser interpretada em harmonia com seu contexto e com o conteúdo geral da Bíblia. Um dos princípios mais importantes de interpretação é que cada parábola é proposta para ensinar uma verdade fundamental e os detalhes não precisam ter significado em si, a não ser como acessório da estória. Em outras palavras, não se deve insistir que cada detalhe da parábola tenha sentido literal e represente uma verdade espiritual, a menos que o contexto deixe claro que esse é o significado pretendido. Desse princípio se origina outro: os detalhes de uma parábola não servem de evidências doutrinárias. Somente o ensino principal da parábola, definido com clareza pelo contexto e confirmado pelo teor geral das Escrituras, junto com os detalhes explicados dentro do contexto, pode ser considerado acessório para uma discussão doutrinária (ver p. 197-200). O argumento de que Jesus tinha a intenção de ensinar com esta parábola que os seres humanos, tanto os bons quanto os maus, recebem sua recompensa assim que morrem viola ambos os princípios. O contexto ensina com clareza que esta parábola tinha o objetivo de ensinar que o destino futuro é determinado pelo uso que as pessoas fazem das oportunidades da vida presente. Jesus não estava debatendo o estado do ser humano na morte ou o momento em que se recebe o galardão. Ele tão somente estabeleceu uma clara distinção entre esta vida e a futura, mostrando a relação existente entre as duas. Além disso, interpretar que esta parábola ensina o recebimento da recompensa imediatamente após a morte contradiz de forma clara a declaração do próprio Cristo de que “o Filho do Homem […] retribuirá a cada um conforme as suas obras” quando “vir na glória de Seu Pai, com os Seus anjos” (ver com. de Mt 16:27; 25:31-41; cf. 1Co 15:51-55; 1Ts 4:16, 17; Ap 22:12; etc.). … Nesta parábola, Cristo simplesmente fez  uso de uma crença popular a fim de deixar clara a lição que desejava plantar na mente de Seus ouvintes. CBASD, vol. 5, p. 916

Este homem é, às vezes, chamado “Dives”, uma palavra latina que significa “rico”. Bíblia de Genebra.

20 Lázaro (“Deus ajuda”). Este nome específico talvez indique que Jesus, nesta parábola, conta uma história conhecida. Não deve ser interpretada como fonte de informação sobre a vida do além. Bíblia Shedd.

Este é o único exemplo registrado em que Jesus dá nome a um dos personagens da parábola, recurso necessário neste caso por causa do diálogo (ver Lc 16:23-31). Embora Cristo tenha ressuscitado Lázaro de Betânia algumas semanas depois (ver Jo 11;1-46), não há ligação entre o personagem da parábola e o Lázaro ressuscitadoCBASD, vol. 5, p. 917.

22 seio de Abraão. Expressão judaica típica que significa “paraíso”. CBASD, vol. 5, p. 918.

A imagem de “seio” significa ser hóspede de honra num banquete (ver Jo. 13.23). Bíblia de Genebra.

23 inferno. Do gr hades, “sepultura” ou morte” (ver com. de 11:23). Hades é a morada de todos os seres humanos, bons e maus, até a ressurreiçãoCBASD, vol. 5, p. 918.

tormentos. A ideia de que após a morte, as pessoas vão para um lugar onde sofrem “tormentos” é completamente alheia às Escrituras, que ensinam com clareza que “os mortos não sabem coisa nenhuma” (Ec 9:5; ver com. de Sl 146:4). O próprio Jesus comparou a morte a um sono (ver Jo 11:11, 14). Concluir, com base nesta parábola, que Cristo ensina que os ímpios são levados a um lugar onde sofrem “tormentos” é contradizer Seu ensino claro sobre o assunto em diversas ocasiões, bem como a instrução da Bíblia como um todo. É no inferno de geena [juízo final] que os pecadores passarão por tormentos de fogo) ver com. de Mt 5:22), não no hades. Portanto, ao apresentar o homem rico “atormentado nesta chama” (Lc 16:24) no hades, Jesus está, sem dúvida, usando linguagem figurada, e não há razão em interpretar literalmente Suas palavras. CBASD, vol. 5, p. 918.

29 Moisés e os Profetas. Isto é, as Escrituras do ATCBASD, vol. 5, p. 920.

31 Se não ouvem. Aqueles que não se impressionam com a declaração simples das verdades eternas encontradas nas Escrituras não teriam uma impressão mais favorável nem mesmo diante do maior dos milagres. Algumas semanas depois de proferir esta parábola, Jesus ressuscitou Lázaro dos mortos, como se desse uma resposta ao desafio dos líderes judeus por uma evidência maior do que tinham tido até então. Mas foi justamente esse milagre que levou os líderes da nação a intensificarem a conspiração contra Jesus (ver com. de Jo 11:47-54). E não apenas isso, eles entendiam ser necessário eliminar Lázaro a fim de resguardar a própria posição insustentável (ver Jo 12:9, 10; DTN, 588). Portanto, os judeus fizeram uma demonstração literal da verdade da afirmação de Cristo, de que os que rejeitavam o AT também rejeitariam uma luz maior, inclusive o testemunho de alguém que ressuscitasse “dentre os mortos”CBASD, vol. 5, p. 921.



LUCAS 16 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
28 de setembro de 2024, 0:40
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LUCAS 16 – Os profundos ensinamentos de Jesus em Lucas 16 levam-nos a entender que somos chamados a ser mordomos fiéis, a usar nossa vida e nossos recursos para a glória de Deus e o bem do próximo, enquanto aguardamos ansiosamente pelo retorno de Cristo.

Jesus nos ensina a importância de administrar sabiamente os bens que Deus nos confia, sem deixar que eles se tornem ídolos ou fins em si mesmos, conforme esclarece a parábola do administrador astuto (Lucas 16:1-15). Também somos orientados sobre a justiça divina, que levará em conta a forma como lidamos com a Palavra de Deus, conforme revelado na história do rico e Lázaro (Lucas 16:19-31).

Quando a Bíblia é interpretada de forma canônica e intertextualmente, considerando textos contundentes como Eclesiastes 9:5, 10 e João 11:11-14, é imprescindível concluir que a morte é um estado de inconsciência até a ressurreição. Desta forma, a narrativa de Lázaro e o rico é uma ilustração vívida que ressalta a responsabilidade moral de usar nossos recursos e oportunidades enquanto estamos vivos, antes que seja tarde demais.

O ápice dessa parábola está no último versículo:

“Abraão respondeu: ‘Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco se deixarão convencer, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos’”.

Essa parábola pode ser considerada uma profecia de Cristo. Pois, após a ressurreição de Lázaro, os incrédulos conspiraram para matá-lo em vez de se converterem – evidenciando que, se não acreditar na Bíblia, não será possível se convencer que Cristo é o Messias.

A narrativa destaca a irreversibilidade da escolha humana após a morte: Os que desperdiçam suas oportunidades de fazer a vontade de Deus em relação à mordomia (Lucas 16:1-13), ao matrimônio (Lucas 16:18), aos necessitados (Lucas 16:19-31 e à Palavra de Deus (Lucas 19:16-17) nesta vida, não terão uma segunda chance após a morte.

Dois versículos merecem destaque:

• Lucas 16:13 sublinha a impossibilidade de dividir a lealdade entre o Criador e os bens materiais.
• Lucas 16:31 é um apelo direto à seriedade com que devemos tratar as Escrituras e às consequências de negligenciá-las.

Não há desculpa para aqueles que ignoram princípios de lealdade, fidelidade, amor e justiça revelados nas Escrituras, diante do Juiz do Universo.

Portanto, é sábio administrar nossa existência sob a regência da Palavra de Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LUCAS 15 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
27 de setembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: LUCAS 15 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 15 – BLOG MUNDIAL

LUCAS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LUCAS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
27 de setembro de 2024, 0:50
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1887 palavras

1-32 Três parábolas que mostram a alegria no Céu quando pecadores se arrependem. Andrews Study Bible.

os coletores de impostos e pecadores. Somente estes excluídos respondem ao chamado que Jesus havia feito (14;35). Andrews Study Bible.

Os fariseus mais rígidos também consideravam “pecadores” as pessoas comuns, os amme ha’ares (literalmente, “o povo da terra”), que não tinham o privilégio da educação rabínica e, por isso, não eram dignos de respeito. O próprio nome “fariseu” (ver p. 39) indicava os membros desse partido como superiores ao povo comum e, supostamente, mais justos do que as pessoas em geral. … os líderes religiosos se irritavam ao ver que Jesus tratava de maneira amistosa os excluídos e rejeitados da sociedade … e que estes, por sua vez, Lhe correspondiam (ver PJ, 186). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 898.

murmuravam. É um paradoxo as pessoas que se consideravam modelos de perfeição se sentirem tão desconfortáveis na presença de Jesus, enquanto os que não se consideravam justos se sentirem atraídos ao Salvador (PJ, 186). Certamente, era a hipocrisia dos primeiros e a falta de pretensão dos últimos que fazia a diferença (ver Lc 18:9-14). Uma classe não sentia necessidade das bênçãos que Jesus oferecia, ao passo que a outra reconhecia suas carências e não se esforçava para escondê-las … Uma estava satisfeita com sua justiça própria; a outra sabia que não tinha justiça própria a oferecer. Fazemos bem em nos perguntar como nos sentimos na presença de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 898.

recebe pecadores. Os escribas e fariseus rejeitavam as pessoas que consideravam pecadoras, mas Jesus as recebia. Cristo respondera a esta acusação declarando que não viera chamar justos, mas, sim, pecadores ao arrependimento. … Cristo odiava o pecado, mas amava o pecador, ao passo que os fariseus e escribas acariciavam pecados, mas odiavam o pecador. CBASD, vol. 5, p. 898.

come com eles. Mais do que a simples associação, comer junto com alguém revelava aceitação e reconhecimento (cf At 11.3; 1Co 5:11; Gl 2.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

esta parábola. As parábolas de Lucas 15 enfatizam o interesse de Deus por aqueles que muitos costumam desprezar, os esforços divinos para conquistar a confiança deles e a alegria do Céu quando as pessoas se convertem. É importante notar que as três parábolas apresentam diferentes aspectos do problema do pecado e da salvação, e nenhuma é completa por si só. Em cada caso, o que estava perdido é encontrado e restaurado. CBASD, vol. 5, p. 898, 899.

da ovelha perdida (NVI). O tema do pastor era bem conhecido por causa de Sl 23, de Is 40.11 e de Ez 34.11-16. Bíblia de Estudo NVI Vida.

cem ovelhas. Nos dias de Jesus, isto era considerado um grande rebanho. CBASD, vol. 5, p. 899.

perdendo uma delas  vai em busca da que se perdeu. Deus toma a iniciativa de buscar e encontrar, mesmo que apenas uma. Andrews Study Bible.

Na parábola, fica evidente que a ovelha se perdeu por sua própria ignorância e insensatez. Mas, uma vez perdida, parecia completamente impossibilitada de encontrar o caminho de volta. Ela percebia estar perdida, mas não sabia o que fazer. A ovelha perdida representa tanto o pecador individual quanto o mundo que se perdeu (PJ, 190). Esta parábola ensina que Jesus teria morrido mesmo que houvesse apenas um pecador (ver com. de Jo 3:!6), e Ele de fato morreu por um único mundo que pecou. CBASD, vol. 5, p. 899.

Segundo a parábola, a menos que o pastor fosse em busca da ovelha, ela permaneceria perdida. … A eficácia da salvação não consiste em nossa busca por Deus, mas, sim, na busca que Ele faz por nós. Se deixados sozinhos, poderíamos procurá-Lo por toda a eternidade sem sucesso. Qualquer conceito que considere o cristianismo uma mera tentativa humana de encontrar a Deus erra o alvo, ao não perceber que é Deus quem busca o ser humano (ver com. de Jo 3:16; cf Mt 1:21; 2Cr 16:9)CBASD, vol. 5, p. 899.

deserto. Do gr eremos, “deserto” ou “sertão; como adjetivo, o termo significa “ermo”, “desolado” ou “solitário”. A ênfase da palavra é sobre uma região não habitada … uma ruína. CBASD, vol. 5, p. 899.

alegrai-vos comigo. A alegria do pastor era maior que a da ovelha, por mais agradecida que a pobre criatura estivesse. CBASD, vol. 5, p. 900.

dracma. Salário de um dia de trabalho. Andrews Study Bible.

júbilo … por um pecador. Em contraste com os críticos de Jesus, que rejeitavam aqueles que eles viam como pecadores. Andrews Study Bible.

Os judeus haviam criado uma interpretação falsa da natureza do amor divino. … Os rabinos ensinavam que o pecador deveria se arrepender para que Deus Se dispusesse a amá-lo ou a prestar atenção sobre ele. … Concebiam o Senhor como aquele que derrama afeto e bênçãos sobre quem Lhe obedece e retém as dádivas a que não o faz. Na parábola do filho pródigo (v. 11-32), Jesus procura revelar a verdadeira natureza do caráter de Deus. CBASD, vol. 5, p. 901, 900.

Ou qual é a mulher. A parábola anterior parecia direcionada aos homens ali reunidos. É possível que esta se direcionasse, de maneira especial, às mulheres ouvintes. Com frequência, Jesus usava ilustrações que chamavam a atenção das mulheres em particular (cf. Mt 13:33; Lc 17:35). … Esta parábola enfatiza o valor intrínseco de uma pessoa bem como o fato de que um pecador perdido tem tanto valor aos olhos de Deus que Ele o “procura diligentemente”, a fim de tê-lo de  volta. CBASD, vol. 5, p. 900.

perder uma. A moeda não sabia que estava perdida. CBASD, vol. 5, p. 901.

Alegrai-vos comigo. A alegria partilhada com os outros é intensificada no coração de quem a reparte. Todo aquele que já teve a experiência de encontrar algo de valor que temia ter perdido para sempre consegue entender o júbilo dessa mulher (cf. Rm 12:15). Mas de todas as alegrias que a vida tem para oferecer, nenhuma se compara à de encontrar um pecador perdido e levá-lo a Jesus. CBASD, vol. 5, p. 901.

11 Certo homem. As parábolas da ovelha e da dracma perdida destacam a parte divina na obra da redenção; já a parábola do filho pródigo ressalta o papel humano em aceitar o amor de Deus e agir em harmonia com isso. … Na parábola, o filho mais novo representa os publicanos e pecadores; o mais velho, os escribas e fariseus. CBASD, vol. 5, p. 901.

12 a parte dos bens que me cabe. O mais jovem dos dois filhos herdaria um terço da propriedade; contudo, era um insulto pedir isso enquanto o pai ainda estava vivo. Andrews Study Bible.

… a exigência do jovem foi extremamente inadequada. Fica evidente que o pedido significava falta de confiança do filho no pai e uma rejeição completa e definitiva da autoridade paterna. CBASD, vol. 5, p. 902.

13 reuniu tudo o que tinha. Quer ficar livre das restrições impostas pelo pai, gastando da maneira que bem entende sua porção das riquezas da família. Bíblia de Estudo NVI Vida.

De fato, o pródigo não entendia a si mesmo nem ao pai.O pior é que ele não compreendia nem valorizava o fato de que o pai o amava e de que todas as decisões e exigências se baseavam, no fim das contas, naquilo que era melhor para os filhos. A narrativa deixa claro que o pai era sábio e compreensivo, ao mesmo tempo, justo, misericordioso e, acima de tudo, razoável. Em contrapartida, o jovem inexperiente parecia considerar como direito inquestionável o tirar plena vantagem de todos os privilégios filiais, sem assumir nenhuma responsabilidade. CBASD, vol. 5, p. 901.

uma terra distante. O jovem não se contentou em ficar perto de casa, onde se lembraria, de tempos em tempos, do pai e de seus conselhos. Procurou se livrar de todos os vínculos com seu lar. Portanto, a “terra distante” representa um distanciamento, o esquecimento de Deus. CBASD, vol. 5, p. 902.

dissipou todos os seus bens. Parece que sua consciência estava adormecida e, na “terra distante” do esquecimento dos conselhos e da orientação paterna, nada havia para impedi-lo de fazer tudo o que desejava. Segundo seu conceito de vida, ele estava aproveitando ao máximo. CBASD, vol. 5, p. 902.

vivendo dissolutamente. O gr asotos, “prodigamente”, “dissolutamente” ou “libertinamente”, é um advérbio derivado de a, prefixo negativo e soo ou sozo, “economizar”. CBASD, vol. 5, p. 902.

15 alimentar porcos (NKJV). Trabalhar para um gentio alimentando animais imundos (Lv 11:7) era um dos mais degradantes trabalhos imagináveis para um judeu. Andrews Study Bible.

18 pequei. Um exemplo do arrependimento que Deus deseja (vv 7, 10, 13:2-5). Andrews Study Bible.

contra o Céu. A instrução religiosa que o pródigo recebera na casa do Pai não fora esquecida por completo. CBASD, vol. 5, p. 904.

20 levantando-se, foi. O pródigo agiu sem hesitar. Assim que tomou a decisão, partiu. Na parábola, é o filho quem toma a iniciativa de voltar. Parece ser escolha dele, não o amor do pai, que realiza a reconciliação. … No entanto, … a iniciativa da reconciliação e da salvação é de Deus. CBASD, vol. 5, p. 904.

correndo. Pessoas de respeito não corriam. Aqui, o pai abandona sua dignidade para mostrar seu profundo amor e perdão, mesmo antes que o seu filho fale. Andrews Study Bible.

22 sandálias. O pai não só atendeu às necessidades do filho, como também o honrou. Ao fazê-lo, deu evidências do amor e da alegria que enchiam seu coração. Por meio dessa parábola, Jesus justificou a aceitação dos pecadores que O rodeavam … e reprovou a atitude crítica dos escribas e fariseus. CBASD, vol. 5, p. 905.

O manto, o anel e as sandálias representam o seu retorno ao status elevado e autoridade – acima dos escravos e outros  servos. Andrews Study Bible.

23 novilho cevado. Especialmente cuidado e alimentado com grãos em antecipação de uma futura celebração. Andrews Study Bible.

25 o filho mais velho. Até aqui, Jesus justificou sua atitude amistosa em relação aos”publicanos e pecadores”. … O restante da parábola (v. 25-32) trata da atitude dos fariseus e escribas para com os “pecadores” …, representada pela atitude do irmão mais velho em relação ao mais novo. Essa parte da história deveria servir de repreensão aos hipócritas, cheios de justiça própria, que “murmuravam” sobre a forma de Cristo tratar os excluídos da sociedade (v. 2). CBASD, vol. 5, p. 905.

28 o pai procurava. O pai sentia compaixão também pelo seu filho mais velho, a despeito de sua atitude de ressentimento. Andrews Study Bible.

29 te sirvo. Sua ira evidencia que sua obediência não provinha de amor, mas apenas pelo propósito de obter uma boa recompensa. Andrews Study Bible.

nem um cabrito. Alimento menos caro que um novilho gordo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

30 esse seu filho. O irmão mais velho recusou-se mesmo a reconhecê-lo como irmão, tão intenso era o ódio que sentia. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Se o irmão mais velho se arrependeu e recebeu o irmão perdido é deixado para aqueles “irmãos mais velhos”, que escutavam a Jesus, decidirem. Andrews Study Bible.

31 filho. Do gr teknon, “criança” ou “filho”. Neste versículo, o pai não usa a palavra costumeira para “filho”, huios, mas se dirige ao primogênito como o termo mais afetivo teknon. É como se ele dissesse: “meu querido garoto”. CBASD, vol. 5, p. 906.

32 era preciso. A festa não foi dada com base nos méritos; tratava-se apenas de uma expressão da alegria do pai e, desta alegria, também “era preciso” que o irmão mais velho participasse. Esta, diz Jesus, deveria ser a atitude dos escribas e fariseus em relação aos pecadores. … Não se diz que o primogênito tenha mudado sua forma de pensar, nem que o mais novo passara a ter uma conduta honrosa dali em diante. Nada disso era relevante na parábola. Na verdade, ela continuava a ocorrer na vida real e o resultado dependia dos ouvintes (ver PJ, 209). CBASD, vol. 5, p. 907



LUCAS 15 – Comentário pr. Heber Toth Armí
27 de setembro de 2024, 0:40
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LUCAS 15 – Lucas deixa claro em seu testemunho sobre Jesus de que Ele não está abolindo a Lei; está, na verdade, redefinindo o que significa ser verdadeiramente obediente a Deus.

Nos capítulos anteriores, Jesus mostrou que segui-lO exige mais que observância superficial da Lei; requer compromisso profundo com os valores do Reino de Deus, como misericórdia, compaixão e justiça. A parábola da grande ceia e as exigências do discipulado subverteram as expectativas religiosas da época, mostrando que o reino celestial não se baseia em legalismos, perfeccionismos ou tradições humanas, mas na graça divina e entrega total a Deus.

Em Lucas 15, Jesus dá continuidade a Sua mensagem sobre a natureza do Seu Reino. Ele nos convida a um relacionamento com Deus que vai além do mero cumprimento de regras e nos leva a uma vida de total entrega, misericórdia e serviço ao próximo.

Leia com muita atenção e profunda oração todas as parábolas de Lucas 15 e depois considere:

• Jesus nos chama a trocar a mentalidade do mérito pela celebração da graça, a deixar a tristeza da perdição pela alegria celestial oriunda da obra restauradora de Cristo, mostrando que a verdadeira obediência é alegrar-se com a restauração dos quebrantados.

• A mensagem revolucionária extraídas das parábolas de Lucas 15 é que a verdadeira obediência não se preocupa em proteger a reputação, mas em correr riscos para salvar o que foi perdido. Deus é o Pastor que busca, a mulher que procura e o Pai que espera; Sua obra é uma missão de resgate e restauração, e os discípulos de Cristo devem seguir Suas pisadas.

• Jesus ensina que a verdadeira obediência é se unir à missão do Pai, acolhendo com alegria cada retorno, cada alma restaurada ao amor divino – e, não se indignar como o irmão do filho que retornou e recebeu uma festa.

• As três parábolas apontam para a seguinte premissa: Jesus redefine a obediência ao demonstrar que ela se manifesta em buscar e salvar o perdido, e não em manter-se distante em suposta pureza e santidade.

Assim, Lucas 15 desafia-nos a redefinir a fidelidade a Deus como uma busca incansável pelo perdido, refletindo a alegria divina da redenção. Discípulos genuínos terão compaixão que não descansará até que o perdido seja encontrado e restaurado. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.