Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
26 de setembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: LUCAS 14 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 14 – BLOG MUNDIAL

LUCAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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LUCAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
26 de setembro de 2024, 0:50
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677 palavras

1 ao entrar Elena casa. O contexto em Lucas indica que pode ter sido na Pereia, entre a Festa da Dedicação, no inverno de 30-31 d.C., e a Páscoa, na primavera seguinte. CBASD- Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 888.

1 fariseus. Não há registro de Jesus recusar um convite de compartilhar uma alimentação, seja com fariseus ou os mais desprezados pecadores. Andrews Study Bible.

2 hidrópico (ARA). Uma doença que causa o acúmulo de uma espécie de fluido nas cavidades do corpo (mencionado só aqui, no Novo Testamento). Bíblia de Genebra.

3 É ou não lícito (ARA). A lei de Moisés não proibia curar no sábado, mas a “tradição dos anciãos” … proibia o tratamento médico, a menos que houvesse risco de vida. Bíblia de Genebra.

7 lugares. Segundo o Talmude, os lugares de honra ficavam próximos ao anfitrião. CBASD, vol. 5, p. 889.

11 todo o que se exalta. O princípio aqui atinge a raiz do orgulho, o desejo de exaltar-se na opinião dos outros; e o orgulho, por sua vez, junto ao egoísmo, é a raiz de todo pecado. Jesus deu o supremo exemplo de humildade (ver Is 52:13, 14; Fp 2:6-10). CBASD, vol. 5, p. 889.

exaltado. A pessoa que esquece os próprios interesses e faz de sua ocupação encorajar e auxiliar outros é normalmente a que as outras têm prazer em homenagear. A humildade é o passaporte para a exaltação no reino celestial, ao passo que o desejo de se exaltar é uma barreira à entrada no reino (cf Is 14:12-15; Fp 2:5-8). CBASD, vol. 5, p. 880.

12 não convides os teus amigos. Segundo o grego, o pensamento pode ser resumido como: “Não se habitue a convidar apenas seus amigos”.CBASD, vol. 5, p. 890.

15 Bem-aventurado. A recomendação desagradável que Jesus fez nos v. 12 a 4 levou a esta tentativa de voltar a conversa para temas mais agradáveis (ver PJ, 221). … O homem … relutava em concordar com as condições de entrada no reino, mas parecia não ter dúvida de que lhe seria concedido um lugar de honra na grande Ceia. CBASD, vol. 5, p. 890.

16-17 Certamente, os convidados aceitaram o convite; de nenhum se diz que recusou. Um segundo convite, quando tudo estava pronto, era costume. Bíblia de Genebra.

Nas culturas orientais, ainda é costume enviar um mensageiro pouco tempo antes do início da festa, para lembrar os convidados. No caso do convidado ter esquecido o convite, ou não saber quando deveria comparecer, esse lembrete concederia tempo para se preparar para a ocasião e chegar ao local designado para o banquete. No Oriente, onde se presta menos atenção a calendários e relógios do que nas culturas ocidentais, esse lembrete é de valor prático, a fim de se evitar constrangimento tanto ao anfitrião como aos convidados. CBASD, vol. 5, p. 891.

18-20 As desculpas eram transparentemente desonestas, pois ninguém compra um campo ou bois sem um exame prévio e se alguém o fez, não haveria pressa – o campo e os bois estariam ali no dia seguinte. O homem que se casou podia citar Dt 24.5, mas isto livrava um homem do serviço militar e não de contratos sociais. Bíblia de Genebra.

Todos, à uma. Isso dá a impressão de que os convidados conspiraram para insultar o benevolente anfitrião. Naturalmente, foram convidadas mais de três pessoas para a festa (ver v. 16). As desculpas que Jesus enumera exemplificam o que o servo ouviu por onde passou. CBASD, vol. 5, p. 891.

começaram. Nas culturas orientais, recusar um convite, exceto quando é impossível aceitá-lo, é considerado rejeição da amizade. Entre alguns árabes, recusar um convite na época do lembrete…, depois de ter aceitado o convite original, é considerado como uma declaração de hostilidade. CBASD, vol. 5, p. 891.

26 aborrece. Significa amar menos (cf Gn 29.31, 33; Dt 21.15-17, …). Bíblia de Genebra.

Significa submeter tudo completamente, até mesmo a própria pessoa, no compromisso total com Cristo. Bíblia Shedd.

28 calcular a despesa. O “custo” do discipulado é a renúncia completa e permanente das ambições terrenas. CBASD, vol. 5, p. 895.

34 O sal era um agente condimentador e conservante. O sal, naquele tempo, estava longe de ser puro e era possível que o cloreto de sódio se perdesse por lixiviação (principalmente pela ação da água das chuvas), deixando um resíduo totalmente inútil. Bíblia de Genebra.



LUCAS 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
26 de setembro de 2024, 0:40
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LUCAS 14 – Em suas pesquisas sobre Jesus escritas no tratado a Teófilo, o doutor Lucas descobriu intensas críticas dos líderes religiosos por Sua maneira de observar e ensinar sobre o sábado.

Para os líderes judeus, o sábado era um dia santo que exigia observância rigorosa pautando-se nas tradições judaicas. Entretanto, a abordagem de Jesus sobre o tema revela uma compreensão mais profunda e libertadora desse dia, desafiando a interpretação legalista dos escribas e fariseus.

Em Lucas 6:1-11 os discípulos colheram espigas no sábado para comerem – ação considerada trabalho aos religiosos da época; além disso, Jesus curou um homem com mão atrofiada na sinagoga no sábado. Os líderes eclesiásticos acusaram-nO de transgredir a Lei, porém Ele respondeu com uma interpretação radical do sábado. Jesus afirmou que “O Filho do Homem é Senhor do sábado”, indicando ter autoridade sobre a interpretação do que é apropriado ou não nesse dia. Ele foi categórico ao não deixar margens para dúvidas:

• “Eu pergunto: O que é permitido fazer no sábado: o bem ou o mal, salvar a vida ou destruí-la?”.

Contudo, os críticos de plantão nunca aprendem a lição. Em Lucas 13:10-17, os líderes religiosos indignaram-se por Jesus curar uma mulher encurvada durante 18 anos. A resposta de Jesus revela que o sábado é mais que um dia de parar de trabalhar para descansar, é dia de restaurar a integridade e dignidade humana.

Em Lucas 14, Jesus expõe a hipocrisia dos religiosos ao mostrar que eles reinterpretavam a lei do sábado de maneira que servisse aos próprios interesses. Ao curar um homem com hidropisia na casa de um fariseu no sábado, Jesus perguntou aos presentes se era correto curar no sábado. Ninguém respondeu. Então, Ele apontou que, mesmo no sábado, eles libertavam seus animais em necessidade, expondo a incongruência entre a rigorosa observância do sábado e a falta de compaixão para com as pessoas.

• A atitude de Jesus não é de rejeição à Lei, mas de restauração de seu propósito original.

Então Jesus demonstrou que a entrada no Reino de Deus está na disposição de responder ao convite da graça, não nas regras e tradições humanas (Lucas 14:15-23); ao falar do preço do discipulado, Ele destacou a total rendição e comprometimento do discípulo (Lucas 14:25-35).

Portanto, sejamos discípulos reavivados! – Heber Toth Armí.



LUCAS 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
25 de setembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: LUCAS 13 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 13 – BLOG MUNDIAL

LUCAS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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LUCAS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
25 de setembro de 2024, 0:50
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1055 palavras

1 Pilatos. Era notório pela sua crueldade (Josefo, Antiguidades, 17.9.3; 18.4.1ss) como também aqueles galileus eram conhecidos insurgentes que se rebelaram contra a opressão dos romanos. Bíblia Shedd.

…mandar matar pessoas enquanto ofereciam sacrifícios no templo condiz com a reputação de Pilatos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

2 A calamidade era comumente considerada como resultado do pecado (Jo 9.1-2), porém Jesus nega que estes galileus fossem especialmente pecadores. Bíblia de Genebra.

Nos tempos antigos muitas vezes se acreditava que as grandes desgraças aconteciam somente a pessoas extremamente pecaminosas (v. Jo 9.1, 2; v tb Jó 4.7; 22.5, em que Elifaz acusa Jó injustamente). Bíblia de Estudo NVI Vida.

3, 5 não eram. Um desastre não prova a culpa uma culpa ou um estado de maior pecaminosidade das vítimas. É uma advertência contra a atitude dos auto-suficientes e “justos” que não sentem a urgência do arrependimento e do novo nascimento (cf 18.9-14). Bíblia Shedd.

3 todos igualmente perecereis. Todos são pecadores, por isso Jesus chama Seus ouvintes ao arrependimento – pois de outro modo eles perecerão. Os galileus não tiveram tempo para arrepender-se por ocasião de sua morte, e os ouvintes impenitentes de Jesus podiam também enfrentar a morte sem tempo de preparar-se. Bíblia de Genebra.

 4 a torre de Siloé. Edificada dentro da seção sudeste do muro de Jerusalém [provavelmente próxima ao tanque de Siloé]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 figueira. Pode referir-se a Israel e igualmente a um indivíduo. Bíblia Shedd.

6-9 A vinha era solo fértil para uma figueira e “três anos” indica uma árvore já bem formada. … O fato de Deus não punir os pecadores imediatamente não significa que ele aprove seus pecados. pelo contrário, Sua paciência mostra que Ele é misericordioso e os pecadores devem arrepender-se enquanto é tempo. Bíblia de Genebra.

Cedo ou tarde a lâmina do machado cairá sobre a raiz da vida inútil em que faltou o enxerto da nova vida em Cristo (cf Mt 7.16ss; Rm 11.16-24; Cf 1.6, 10). Bíblia Shedd.

7 três anos. Os séculos em que Israel gozou dos privilégios da Aliança culminam no período do ministério de Jesus. Bíblia Shedd.

10 sábado. Passagens anteriores que relatam as controvérsias acerca do sábado (exemplo 6.1-11) mostram a autoridade de Cristo sobre esse dia. Aqui se salienta o significado do dia de descanso. Desde o princípio o sábado era profético, lembrando a reconsagração da Criação a sua finalidade original, o que só se realizará por meio da derrota de Satanás (v. 16). Essa vitória final é prevista na libertação da mulher de quem foi expulso o espírito de enfermidade. Bíblia Shedd.

11 a descrição da enfermidade dessa mulher faz crer que os ossos da sua coluna eram rigidamente fundidos entre si. Bíblia de Estudo NVI Vida.

13 este ano. O juízo já devia ter caído sobre a nação, porque ela rejeitou seu Messias, mas Deus dará mais uma oportunidade especial e limitada entre o Pentecostes e a destruição de Jerusalém (66-70 d;C.). Bíblia Shedd.

15 Jesus chamou seus críticos “hipócritas”, porque fingiam ter zelo pela lei, mas pretendiam mesmo era atacar a Jesus e à cura que fizera. Bíblia de Estudo NVI Vida.

18-21 Tanto no campo e na cozinha, como nos corações e no mundo, a implantação da nova natureza do reino não pode permanecer oculta. A nova vida do Espírito se manifestará no indivíduo e na Igreja. Essa vida influenciará o mundo inteiro (cf Ap 5.9). Bíblia Shedd.

19 aves. Cf Dn 4.12, 21, onde representam nações. Podem ser os gentios que terão livre acesso ao evangelho e à igreja (cf Ef 3.6ss). Bíblia Shedd.

22 Aqui começa uma seção que continua até 16.13, com o intuito de responder à pergunta: “Quem entrará no reino de Deus?” A resposta seria: “Não aqueles que vós pensais”. Bíblia Shedd.

Lucas apresenta Jesus indo sem pressa para Jerusalém, onde o clímax seria atingido. A caminho, Ele continuava servindo ao povo. Bíblia de Genebra.

 23 serão poucos os salvos? Os judeus geralmente concordavam que todo Israel (exceto uns poucos especialmente pecadores) estava incluído no número dos salvos. Bíblia de Genebra.

Possivelmente quem fez a pergunta notou que, a despeito das grandes multidões que vinham ouvir a pregação de Jesus e receber a cura, havia bem poucos seguidores leais. Jesus não respondeu de modo direto, mas advertiu que muitos tentariam entrar depois de ser tarde demais. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23-30 A salvação exige de nós: 1) Esforço gr agonizo, “lutar”, “concentrar toda a atenção e força” …; 2) Urgência, pois a porta se fechará de repente (v. 25) – apelo a não se demorar (cf 2Co 6.2); 3) União com Cristo, senão Ele não nos reconhecerá – apelo a uma relação pessoal com Cristo (Jo 17.3); 4) Santificação, sem a qual não veremos ao Senhor (Hb), apelo à ação renovadora do Espírito (Rm 8.4). Bíblia Shedd.

24 esforçai- vos. Isto não significa que a salvação seja alcançada por meio de obras; é uma maneira enfática de dizer que o indivíduo deve ser determinado a respeito da salvação. Bíblia de Genebra.

26-27 Ter tido comunhão social com Jesus e ter ouvido o seu ensino não é suficiente. Bíblia de Genebra.

31 vai-te daqui. Jesus encontrava-se provavelmente na Pereia, que estava debaixo da jurisdição de Herodes. Os fariseus queriam assustar Jesus a ponto de ele deixar a região e ir para a Judeia. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Os fariseus preferiam vê-lo na Judeia, onde tinham mais influência. Bíblia de Genebra.

Herodes. Não gostava de perturbação nenhuma. Jesus se achava na Transjordânia [Pereia] que, juntamente com a Galileia, estava sob sua jurisdição. Bíblia Shedd.

32 essa raposa. Jesus não Se abala com as ameaças de Herodes e diz que continuará Seu ministério. Há um limite para o tempo, como mostra a referência ao terceiro dia. Bíblia de Genebra.

terceiro dia. Uma referência à ressurreição; Sua obra estaria completa. Bíblia Shedd.

33 nenhum profeta deve morrer fora de Jerusalém! Jesus … morreria em Jerusalém, assim como tinham morrido numerosos profetas antes dele. Bíblia de Estudo NVI Vida.

34 Quantas vezes. Essa lamentação por Jerusalém pode levar-nos a crer que Jesus esteve em Jerusalém muito mais vezes dos que os sinóticos relatam … De conformidade com Mt 23.37, 38, a mesma exclamação foi feita na terça-feira  da Semana da Paixão. Jesus repetia muitos de Seus ensinos e declarações. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O Evangelho de João registra várias visitas. Bíblia de Genebra.

A condenação está ligada à profunda compaixão de Deus (cf Pe 3.9). Bíblia Shedd.

35 Bendito o que vem em nome do Senhor! Segundo algumas tradições rabínicas, este salmo foi composto especialmente para a coroação de Davi. Seria novamente proclamado pela vinda do Messias. Bíblia Shedd.



LUCAS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
25 de setembro de 2024, 0:40
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LUCAS 13 – Ao aristocrata Teófilo e a nós, Lucas proclama as peculiaridades de Jesus:

• Jesus demonstra autoridade ao falar sobre notícias do cotidiano, como o massacre dos galileus por Pilatos e a queda da torre de Siloé; explicando que tais tragédias não são necessariamente castigos diretos pelos pecados de suas vítimas (Lucas 13:1-5).

“Falando Jesus aos discípulos e à multidão, olhava com visão profética para o futuro, e via Jerusalém sitiada por exércitos. Ouvia o barulho dos estranhos que marchavam contra a cidade escolhida, e via-os, aos milhares, perecendo no cerco. Muitos judeus eram então assassinados como aqueles galileus no átrio do templo, no próprio ato de oferecerem sacrifício. As calamidades que sobrevieram a alguns indivíduos, eram advertências divinas a uma nação igualmente culpada. ‘Se não vos arrependerdes’, disse Jesus, ‘todos de igual modo perecereis’. O tempo da graça duraria ainda um pouco para eles. Ainda podiam conhecer as coisas que diziam respeito à sua paz” (Ellen White).

• Jesus mostra paciência e misericórdia na parábola da figueira, implorando por mais tempo para que haja arrependimento e transformação (Lucas 13:6-9).

• Embora possuindo grande poder até sobre o mundo dos espíritos, Jesus Se compadece e cura a enfermidade física da mulher doente por 18 anos, e a liberta da opressão espiritual; ali Ele destaca que a compaixão e a necessidade de fazer o bem não devem ser limitadas por regras humanas sobre o mandamento que Deus instituiu (Lucas 13:10-17).

• Jesus elaborava parábolas das atividades cotidianas para ilustrar o crescimento do Seu Reino no mundo; a parábola do grão de mostarda e do fermento revelam a natureza expansiva e transformadora do Reino Divino – que começa pequeno e aparentemente insignificante, mas cresce e impacta a tudo ao seu redor (Lucas 13:18-21).

• Jesus apresenta a importância do arrependimento e conversão genuínos, e da dedicação pessoal de entrar pela porta estreita para, então, participar e pertencer ao festivo e glorioso Reino de Deus (Lucas 13:22-30).

• Jesus expressou desejo sincero de reunir o povo de Jerusalém como uma galinha reúne seus pintinhos, indicando amor e cuidado por aqueles que rejeitam Sua mensagem; porém, após fazer tudo para salvar, Ele profere uma lamentação, e reconhece que Seu destino é ir a Jerusalém, onde enfrentará rejeição e morte (Lucas 13:31-35).

Reflitamos e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LUCAS 12 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
24 de setembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: LUCAS 12 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 12 – BLOG MUNDIAL

LUCAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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LUCAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
24 de setembro de 2024, 0:50
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1237 palavras (com destaques em azul)

1 O tema do cap 12 de Lucas é a sinceridade e a devoção que caracterizariam o verdadeiro seguidor de Jesus, em contraste com a hipocrisia dos fariseus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 876.

Acautelai-vos. No incidente no lar do fariseu, os discípulos viram o fermento dos fariseus em ação (ver Lc 11.37-54). CBASD, vol. 5, p. 876.

fermento. A influência que corrompe. Bíblia Shedd.

5 temei. O temor reverente de Deus libera de todos os outros medos. Andrews Study Bible.

tem poder para lançar no inferno. Só Deus tem este poder. A palavra traduzida “inferno” aqui é Gehena, o lugar de punição final (e não Hades, que designa o lugar de todos os mortos). Gehena deriva-se de uma palavra hebraica que significa vale de Hinom, localizado fora de Jerusalém. Bíblia de Genebra.

6 pardais. Faziam parte da alimentação do pobreBíblia Shedd.

8 confessar. Literalmente, “concordar com” e “reconhecer”. CBASD, vol. 5, p. 876.

11, 12 não vos preocupeis. A melhor defesa é um coração dominado pelo Espírito Santo (cf 1 Pe 3.15). Bíblia Shedd.

13 um homem. Isto é, alguém da “multidão” (ver v. 1) que aguardava Cristo na rua, fora da casa do fariseu que o hospedava (ver Lc 11:37). Este homem que se dirigiu a Jesus tinha ouvido as acusações contra os escribas e fariseus (ver Lc 11:39-52; PJ, 253) e o conselho aos discípulos sobre o comparecimento diante de magistrados (ver Lc 12:11; cf PJ, 252). Ele concluiu que se Jesus falasse com seu irmão com a mesma autoridade, ele não se atreveria a fazer diferentemente do que Jesus ordenasse. Ele imaginou o evangelho do reino apenas como um meio de promover interesses egoístas (comparar com a atitude do mago Simão, em At 8:9-24). CBASD, vol. 5, p. 877.

ordena a meu irmão. Os dois irmãos eram ambiciosos; do contrário, haveria pouca possibilidade de briga entre eles. CBASD, vol. 5, p. 877.

A regra para a herança foi dada em Dt 21.17, e casos em disputa eram frequentemente resolvidos pelos rabinos. Este homem queria claramente uma decisão só a seu favor; ele não estava procurando um julgamento justo. Bíblia de Genebra.

14 juiz ou partidor. O reino que Jesus proclamou “não era deste mundo” (ver Jo 18:36). Ele não comissionou os discípulos como agentes de justiça social, importante como ela o seja, e em qualquer momento fez qualquer tentativa para agir judicialmente entre as pessoas (ver Jo 8:3-11)CBASD, vol. 5, p. 877.

15 avareza. A avareza pode ser definida como afeição indevida às coisas materiais. … A maior necessidade das pessoas não é de salário ou lucros maiores. Elas precisam de uma mudança de coração e mente que as levará a buscar primeiro o reino de Deus e Sua justiça, em plena confiança de que as necessidades da vida “serão acrescentadas” (ver com. de Mt 6:33). … O apego aos bens materiais é a raiz dos grande problemas do mundo. Ele está na base de grande parte das filosofias políticas e econômicas, sendo, assim, responsável pela maioria dos conflitos nacionais e de classes. A insatisfação com o que se possui gera o desejo de ter mais e conduz à exploração dos outros. Em vez disso, deve-se trabalhar honestamente. A avareza é a causa de muitos dos problemas mundiais insolúveisCBASD, vol. 5, p. 877.

O tema de 12.13-34 é o contraste entre possuir e viver. … A única riqueza duradoura é possuir a Deus (v 21; Jo 17.3). Bíblia Shedd.

O pedido do homem foi induzido pelo mesmo espírito que leva empregadores a buscar mais rendimentos, a despeito dos meios pelos quais serão assegurados, e que leva trabalhadores a exigir salário crescente à revelia da contribuição deles para a produção da riqueza e da capacidade do empregador para pagá-los. … Jesus exortou a ver as coisas materiais na perspectiva correta e a subordiná-las às coisas de valor eterno (ver com. de Mt 6:24-34; Jo 6:27). Contrariamente à opinião da maioria, ter mais “coisas” não traz necessariamente mais felicidade. a felicidade depende não de “coisas”, mas da realização pessoal que inclui a relação com Deus (ver com. de Ec 2.1-11). CBASD, vol. 5, p. 877, 878.

16 uma parábola. Esta parábola, relatada apenas por Lucas, ilustra o princípio do v. 15, de que as “coisas” materiais não são o objetivo final da vida” (ver também com. de Mt 19:16-22). CBASD, vol. 5, p. 878.

18 meu produto. Os pronomes possessivos revelam seu caráter: “meu frutos”, “meus celeiros”, “meus bens”, “minha alma” (cf Os 2:5). Os pensamentos dele eram todos sobre si mesmo. CBASD, vol. 5, p. 878.

19 alma. A palavra grega pneuma se refere à vida de uma pessoa como um todo (Pv 10:3; At 2:41), mas às vezes se refere especificamente com a vida interna e pensamentos de alguém (Lc 10.27). Andrews Study Bible.

descansa. Ele construiu uma fortuna e estava pronto para se aposentar. Então, se entregaria ao consumo das boas coisas da vida, sem pensar mais em produção. CBASD, vol. 5, p. 878.

20 Louco (ARA. NVI: Insensato). Aquele cujo coração não é grato a Deus se torna “nulo” em seus “raciocínios”, e o “coração insensato” será “obscurecido” (ver Rm 1:21). O que é sábio aos próprios olhos torna-se louco aos olhos de Deus (ver Rm 1:22). Se ele persiste em tal procedimento, finalmente rejeita a Deus e se entrega à busca da felicidade material e do prazer físico (ver Rm 1:23-32); torna-se mais amigo dos prazeres que amigo de Deus (2Tm 3:4). CBASD, vol. 5, p. 878.

22 Por isso. A seção seguinte ensina a maneira sábia de encarar a vida em contraste com a maneira louca da parábola anterior. Bíblia Shedd.

33 Vendei os vossos bens. Aquilo que for impedimento para buscar e adentrar o reino (cf Mc 10.21-27), quando investido no bem dos necessitados e na obra remidora de Deus, torna-se uma ajuda (1 Tm 6.9, 18)Bíblia Shedd.

Alguns dos seguidores de Jesus tinham, pelo menos, riquezas moderadas (10.38, Jo 19.27), e Ele não está exigindo que todos os Seus discípulos sejam pobres. Mas eles devem ser generosos e não colocar seus corações nas posses terrenas. Bíblia de Genebra.

34 tesouro. Não ouro e joias, mas almas redimidas e eternamente gratas. Bíblia Shedd.

35 cingido. Isto é, pronto para o serviço. Longa túnicas atrapalhavam os movimentos livres e eram mantidas acima dos joelhos com um cinto, quando necessário. Bíblia de Genebra.

Este versículo é um resumo da parábola das dez virgens. Bíblia Shedd.

37 há de cingir-Se. Esta é uma inversão de papéis, o senhor tomando o lugar do servo (cf 22.27). Bíblia de Genebra.

39 ladrão. Cf 21.34; 1 Ts 5.2; 2 Pe 3.10; Ap 3.3; 16.15. Vigiar significa guardar a fé e servir o Senhor. Bíblia Shedd.

50 batismo. Não o batismo de Jesus pelas mãos de João, que então já fazia mais de três anos, mas o “batismo” de Sua morte. CBASD, vol. 5, p. 879.

Liturgicamente, o batismo veio a simbolizar um velho estilo de vida e inaugurar um novo estilo. Jesus aceitou Sua própria morte como o plano divino para trazer a salvação aos pecadores. Bíblia de Genebra.

estou angustiado até que ele se realize. Jesus desejava que a hora do sofrimento já estivesse no passado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

54-56 O povo podia discernir que um vento ocidental (do Mediterrâneo) significava chuva e um vento sul (do deserto) significava calor. Mas não era capaz de discernir o que Deus estava fazendo no meio deles. Bíblia de Genebra.

… não sabiam reconhecer os sinais da crise espiritual, a vinda do Messias, a iminência de Sua morte, a confrontação futura com Roma e as consequências eternas que esses fatos teriam para a vida delas mesmas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

57-59 Em assuntos legais, qualquer um com um mau caso faz bem em obter um acordo extrajudicial, antes que o caso vá a julgamento. Os pecadores devem reconciliar-se com Deus agora, ou perecerão se esperarem até o Dia do Juízo. Bíblia de Genebra.



LUCAS 12 – COMENTÁRIO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ
24 de setembro de 2024, 0:40
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LUCAS 12 – Jesus não aceita falsos discípulos, portanto é necessário tomar cuidado com influências e ensinamentos que nos afastam do ideal divino:

• O falso discípulo tem vida dupla e não se importa com a hipocrisia de sua vida; apresenta uma aparência de piedade, mas seu interior está corrompido (Lucas 12:1-3).

• O falso discípulo tem mais medo dos homens que de Deus, teme àqueles que matam o corpo, mas não teme Aquele que julga holisticamente visando salvar aos íntegros (Lucas 12:4-7).

• O falso discípulo se envergonha de confessar a Cristo publicamente, pois teme as consequências sociais e culturais (Lucas 12:8-9).

• O falso discípulo resiste ao Espírito Santo, até ao ponto de blasfemar contra Sua pessoa. Jesus afirma que este pecado é imperdoável, pois o Espírito deve atuar através do cristão (Lucas 12:10-12).

• O falso discípulo coloca sua segurança e confiança nas posses materiais, vivendo para os bens deste mundo em vez de buscar o Reino de Deus. Ele não é mordomo, não reconhece a soberania de Deus sobre sua vida e recursos, como Jesus explica na parábola do rico insensato (Lucas 12:13-21).

• O falso discípulo vive dominado pela ansiedade e pelo desejo de garantir seu bem-estar físico, em vez de confiar na provisão do Deus soberano. Discípulos assim são ateus práticos, vivem como se a vida se resumisse ao que possuem e ao que podem adquirir aqui e agora (Lucas 12:22-34).

• O falso discípulo não vive em expectativa da vinda de Cristo, e isso se reflete em sua conduta negligente e falta de compromisso com Deus, com o povo de Deus e com a missão de expandir o Reino de Deus; ele, mesmo conhecendo a verdade, opta por viver em negligência espiritual (Lucas 12:35-48).

• O falso discípulo é insensível ao propósito redentor de Cristo e ao chamado arrependimento e à transformação. O tal rejeita o sacrifício de Cristo e a purificação que Ele deseja operar através da santificação. Pela cegueira espiritual, revela incapacidade de discernir os sinais (Lucas 12:49-50).

O verdadeiro discípulo não é hipócrita, teme mais a Deus que aos homens, não se envergonha de Cristo, não resiste à obra do Espírito Santo, não é materialista, nem ansioso pelo futuro ou cego espiritualmente. O discípulo assim está preparado para a vinda de Cristo!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LUCAS 11 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
23 de setembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: LUCAS 11 – Primeiro leia a Bíblia

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COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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