Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
10 de abril de 2024, 0:40
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EZEQUIEL 16 – Exilado com os judeus, o profeta Ezequiel recebe uma visão vívida de Deus. Ele recebeu ordem para que expressasse a infidelidade de Israel através de uma alegoria:

• Uma criança abandonada (Ezequiel 16:1-5). O povo de Deus é comparado a um bebê abandonado; mas Deus relembra como Israel foi resgatado da miséria e abençoado.
• Uma adolescente ingrata (Ezequiel 16:6-14). Deus recorda como Israel cresceu e floresceu como uma bela adolescente; mas embora fosse adornada com as preciosas bênçãos de Deus, tornou-se orgulhosa, vaidosa e rebelde.
• Uma jovem prostituta (Ezequiel 16:15-59). Apesar de tudo o que Deus fez por Sua noiva, Israel prostitui-se com nações idólatras, abandonando a aliança com Deus; por isso, Deus revela as consequências da infidelidade espiritual: Julgamento e destruição.
• Uma adúltera perdoada (Ezequiel 16:60-63). Mesmo diante da traição, prostituição e adultério de Israel, Deus promete restauração e renovação. Apesar da infidelidade na aliança espiritual de Seu povo, Deus mostra Sua fidelidade inabalável ao restabelecer a aliança com Israel.

Mais do que expor a condição imoral, perversa e corrupta de Seu povo, Deus pretende revelar Seu caráter fantástico, extraordinário e inigualável. Esta alegoria expõe a imensurável fidelidade e graça de Deus frente à terrível desgraça e horrível condição moral do povo, que fora graciosamente separado para ser bênção e exemplo para outras nações, mas falhou terrivelmente.

• Como Sodoma em sua depravação moral e perversão sexual, Israel envolveu-se em práticas imorais, inclinou-se para os ídolos e abandonou a aliança com Deus.
• Como Samaria, a capital do reino de Israel do Norte, que na sua rebeldia tornou-se infiel a Deus envolvendo-se em idolatria e perversão religiosa, os Judeus seguiram por esse mau caminho.
• Os assírios são mencionados brevemente como parceiros em aliança e práticas promíscuas com Israel (Ezequiel 16:28).
• Os cananeus exerceram forte influência com suas práticas pagãs e rituais impuros levando Israel a desobedecer a Deus e Seus mandamentos.
• A referência às filhas de Faraó revela a prostituição política apontando a profundidade da perversidade, imoralidade e infidelidade atingida pelo povo de Deus.

É sensato evitar ser corrompido pelas práticas e valores do mundo; para isso, precisamos manter-nos afastados do pecado e buscar viver uma vida consagrada ao Deus gracioso, mesmo que isso signifique ir contra a correnteza da cultura secular!

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 15 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
9 de abril de 2024, 1:00
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Texto bíblico: EZEQUIEL 15 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 15 – BLOG MUNDIAL

EZEQUIEL 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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EZEQUIEL 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
9 de abril de 2024, 0:50
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654 palavras

As mensagens dadas para Ezequiel nos capítulos 15-17 proveem evidência adicional que Deus iria destruir Jerusalém. … Tem você também se tornado dormente e infrutífero para Deus?Como pode você começar a atingir o Seu plano para você? Life Application Study Bible Kingsway.

Primeira parábola: a videira, símbolo do povo de Deus (ver Sl 80:8-13; Is 5:1-7; Jo 15:1-17), também simboliza prosperidade, riqueza e crescimento fecundo. Seu único propósito é dar fruto. Se a videira não produz, serve apenas de combustível. Bíblia de Estudo Andrews.

Em toda a história de Israel, a videira tem sido o símbolo deste povo. Transplantada por Deus da terra da escravidão (o Egito) para a terra Prometida (a Palestina), ficara bela e frutífera. Mas, a videira que não se poda e não se aduba, logo torna a ser um cipó inútil, com bagos amargos, cuja madeira é inútil, que nem sequer serve para se fazer estacas. Inútil é a nação ou a pessoa que despreza a assistência de Deus; torna-se duplamente inútil quando cai debaixo do castigo divino, o fogo do julgamento. Assim, também a comunhão com Cristo faz o ser humano belo, útil, frutífero e forte, mas a interrupção desta dependência do divino Mestre torna-o digno de merecida destruição pelo fogo (Jo 15.1-11). A graça de Deus escolhe o objeto mais fraco, para ser transformado de glória em glória, o qual precisa aceitar estes cuidados, em arrependimento e fé. Bíblia Shedd.

1 A palavra do SENHOR. O cap. 15 é um curto poema que poderia ser intitulado “A alegoria da vinha”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 683.

2 Por que mais é o sarmento de videira … ? No cap. 14, o profeta declara que Deus não pouparia Jerusalém por amor aos poucos justos que estivessem nela. Aqui, ele elimina completamente outro refúgio no qual o povo aparentemente confiava. Sua parábola ensina que Israel não tem superioridade inata sobre outras nações. O povo não deve colocar sua confiança no fato de que fora especialmente escolhido por Deus, pois não era mais uma videira verdadeira, mas apenas madeira, e a mais inútil de todas elas, a que serve apenas como combustível. … Alguns comentaristas acham que a descrição aqui seja a de uma videira brava. CBASD, vol. 4, p. 683.

3 toma-se dele alguma estaca para que se lhe pendure algum objeto? NVI: “Alguém faz suportes com ela para neles pendurar coisas?” [v. Is 22.23-25].

algum objeto. A madeira da videira não servia para fabricar qualquer objeto de valor, nem mesmo uma pequena estaca. Deus lembra os exilados que o fato de ele haver escolhido Israel como seu povo não se deveu a qualquer valor intrínseco deles, mas foi, exclusivamente, uma questão de sua graça (Dt 7.6-8). Biblia de Genebra.

4 Serviria … ? Como madeira, o sarmento [galho novo] da videira é totalmente inútil. Se em seu estado perfeito não poderia servir a qualquer propósito útil, quanto menos estando parcialmente queimada e destruída? CBASD, vol. 4, p. 683.

Condensando a comparação: Israel foi amputado do território da Samaria em 720, e o do de Judá em 597. A própria Jerusalém (a “parte média”) não está mais intacta, pois já sofreu um cerco e uma deportação. Bíblia de Jerusalém.

6 Assim entregarei. Neste versículo, está representada a condição imperante na Judeia. … Os judeus, tendo falhado completamente em cumprir o propósito divino como testemunhas de Yahweh, para o qual haviam sido chamados, deviam ser completamente arruinados como nação. CBASD, vol. 4, p. 684.

7 Ainda que saiam do fogo. A frase diz, literalmente: “Sairão do fogo e o fogo os consumirá.” Isto descreve com exatidão a condição de Israel. A nação já havia sido consumida em ambas as extremidades, o meio havia sido chamuscado e logo seria completamente entregue ao fogo. CBASD, vol. 4, p. 684.

do fogo saíram. Referência ao cerco de Jerusalém em 597 a.C., que resultou no exílio do qual Ezequiel fez parte (v. 1.2; 2Rs 24.10-16). Bíblia de Estudo NVI Vida.

mas o fogo os consumirá. Essa profecia prevê outro cerco, mais devastador – era a mensagem principal de Ezequiel antes de 586 (v. 5.2, 4; 10.2, 7). Bíblia de Estudo NVI Vida.



EZEQUIEL 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
9 de abril de 2024, 0:40
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EZEQUIEL 15 – Há neste texto uma alegoria e depois o significado dessa alegoria, como indica Merrill Unger:

• Alegoria (Ezequiel 15:1-5): “O ramo da videira não é bom para comer. Serve somente para produzir fruto. Mesmo como combustível é praticamente inútil”.
• Significado (Ezequiel 15:6-8): “A videira representava Israel (Jerusalém; cf. Salmo 80:8-12; Isaías 5:1-7; Oséias 10:1). Jerusalém, videira improdutiva, já não servia para nada a não ser para o fogo. É a primeira das três parábolas (outras, nos capítulos 16 e 17) que mostram a vã esperança de libertação para a cidade pecaminosa”.

A única solução estava em Deus, no caminho de volta a Ele, que inevitavelmente passa pelo arrependimento que leva à conversão. “As palavras para ‘convertei-vos’ e ‘apartai-vos’ são duas formas verbais diferentes da mesma raiz, e são usadas em combinação para dar ênfase. Os anúncios dos versículos anteriores [ao versículo 6] formam a base para o solene chamado ao verdadeiro arrependimento. Não pode haver esperança para Israel sem qualquer reforma meramente externa. A nação tem de tratar com o Deus que esquadrinha os corações, e o único arrependimento aceitável é o que alcança os mais profundos recessos da alma”, explica o Comentário Bíblico Adventista.

Fazendo uma ponte da época de Ezequiel até os nossos dias, podemos extrair as seguintes recomendações: Precisamos…

1. Compreender que a fé verdadeira não é meramente um conjunto de regras e práticas externas, mas sim uma transformação interna que reflete em ações genuinamente regidas pelos princípios divinos.
2. Reconhecer a importância da verdadeira produtividade espiritual em vez de produzir apenas uma aparência exterior de religiosidade.
3. Entender que uma vida espiritual superficial será inútil e vazia sem uma conexão íntima e autêntica com Deus.
4. Avaliar se estamos verdadeiramente buscando uma relação profunda com Deus ou apenas seguindo meros rituais vazios.
5. Lembrar que Deus deseja um relacionamento íntimo e significativo conosco, e não apenas uma adesão superficial a regras e tradições religiosas.
6. Examinar se nossas práticas religiosas estão enraizadas num coração verdadeiramente arrependido e transformado, ou se são meramente uma fachada para uma suposta espiritualidade (Mateus 15:8-9; Isaías 29:13).
7. Buscar constantemente uma comunhão íntima com Deus, que resulta numa vida frutífera e significativa, em vez de contentar-nos com uma religiosidade superficial e estéril.

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



EZEQUIEL 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
8 de abril de 2024, 1:00
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Texto bíblico: EZEQUIEL 14 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 14 – BLOG MUNDIAL

EZEQUIEL 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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EZEQUIEL 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
8 de abril de 2024, 0:50
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1034 palavras

Juízo sobre os anciãos ligados à idolatria e sobre os falsos profetas, continuação do cap. 13, em forma de processo judicial. Bíblia de Estudo Andrews.

1 Anciãos de Israel. O objetivo da consulta a Ezequiel não é mencionado, nem mesmo é expressamente declarado que os anciãos foram para uma consulta. Parece que era costume deles se assentar diante do profeta, aguardando qualquer mensagem que o Senhor pudesse enviar (ver Ez 33:31). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 680, 681.

3 Ídolos. Do heb. gillulim, … A LXX diz dianoemata, “pensamentos [de seus corações]”, talvez para expressar o anseio deles pela idolatria de tempos passados. … Provavelmente não estivesse se referindo à idolatria aberta entre os cativos, mas sim à condição pecaminosa e à alienação do coração deles. CBASD, vol. 4, p. 681.

O pior é que o povo no cativeiro babilônico continuava com atitudes pecaminosas e idolatria no coração. Mesmo afastados de seus ídolos (6:9), não aprenderam a lição. Necessitavam passar por um intenso processo de conversão. Bíblia de Estudo Andrews.

No cativeiro, não havia ensejo para construir templos, seja para adorar a Deus, seja para a idolatria; mas quem amava a Deus construía no seu íntimo um templo do amor do Senhor para adorá-lO em espírito e em verdade (11.19-20; Jo 4.23-24). E quem não amava a Deus, trazia a idolatria no seu íntimo, seja na forma de superstição, seja na forma de apego às coisas materiais. Bíblia Shedd.

4 Vindo ele. Ninguém pode esperar conhecer plenamente o que Deus quer que ele ou ela faça, a menos que seu coração seja verdadeiramente submisso à vontade divina. Isto se deve ao fato de que o coração não regenerado, não controlado pelo Espírito Santo, não pode entender as coisas de Deus (1Co 2:14). Mesmo que a mente carnal fosse instruída, ela iria entender mal, aplicar mal e distorcer as coisas divinas, pois os seres humanos creem apenas no que desejam crer. Deus, que nunca coage a vontade humana, permite que essas criaturas obstinadas se apeguem a seus enganos (ver Jo 7:17; 2Ts 2:11, 12). CBASD, vol. 4, p. 681.

6 Convertei-vos. Os anúncios dos versículos anteriores formam a base para o solene chamado ao verdadeiro arrependimento. Não pode haver esperança para Israel em qualquer reforma meramente externa. A nação tem de tratar com o Deus que esquadrinha os corações, e o único arrependimento aceitável é o que alcança os mais profundos recessos da alma. CBASD, vol. 4, p. 681.

7 Estrangeiros. Ver Lv 17:10; 20:1, 2; etc. Os estrangeiros residentes haviam partilhado da luz e dos privilégios confiados a Israel, e seriam considerados igualmente culpados. CBASD, vol. 4, p. 681.

8 Sinal. Sua punição seria um exemplo que serviria para impedir que outros seguissem curso semelhante. CBASD, vol. 4, p. 681.

9 O profeta. A referência aqui é aos falsos profetas cujas práticas são reprovadas no cap. 13. CBASD, vol. 4, p. 681.

Eu, o SENHOR. Isto é, o Senhor permite que o mau profeta seja enganado no mesmo sentido em que Ele endureceu o coração do faraó, ao permitir que a semente da obstinação brotasse e produzisse frutos (ver com. [CBASD] de Êx 4:21; 1Rs 22:22). CBASD, vol. 4, p. 681.

E o eliminarei. O pecador traz destruição sobre si mesmo por sua impenitência (ver T5, 120). Quando deixa de dar ouvidos aos convites, reprovações e advertências do Espírito de Deus, a consciência da pessoa se torna parcialmente cauterizada e, na ocasião seguinte em que for admoestada, será mais difícil prestar obediência do que antes. Ela é como alguém que está sucumbindo à doença, mas se recusa a tomar o remédio. Contudo, nas Escrituras, Deus, o médico, muitas vezes é figurativamente descrito como se enviasse também os resultados da doença sobre os que rejeitam o remédio. Por exemplo, a Bíblia O representa como se Ele tivesse colocado um espírito mentiroso na boca dos profetas para que aconselhassem determinado rei a escolher um caminho que, na verdade, ele já estava determinado a seguir (1Rs 22:19-23). … Não se deve considerar isso como se Deus, alguma vez, pudesse ser o autor do pecado e do engano; o que ocorre é que, em Seu plano, Ele simplesmente não opera o milagre que seria requerido para impedir os resultados do pecado. Ele retira Seu espírito do coração que O rejeita, entrega aquela pessoa a seus próprios enganos e permite que o pecado produza seu inevitável fruto: a morte. “A tua ruína, ó Israel, vem de ti, e só de Mim, o teu socorro”(Os 13:9; ver GC, 36, 37; ver com. [CBASD] de 2Cr 22:8). CBASD, vol. 4, p. 681, 682.

11 Não se desvie mais. Um raio de esperança na noite escura da apostasia: o povo de Deus andaria uma vez mais na verdade. Aqui pode ser discernido o objetivo da disciplina: que Israel fosse ao verdadeiro arrependimento, fosse reunido e recebesse de volta seus antigos privilégios. CBASD, vol. 4, p. 682.

13 Quando uma terra pecar … estenderei a mão contra ela. Este comunicado parece ser dirigido contra uma crença corrente entre o povo de que Jerusalém seria poupada por amor aos justos que estivessem nela, como poderia ter ocorrido som Sodoma e Gomorra. CBASD, vol. 4, p. 682.

14 Noé, Daniel e Jó. Esses homens foram exemplos de uma vida verdadeiramente justa. Foram íntegros em sua geração (ver Gn 6:9; Jó 1:1; Dn 1:8; 6:22). … É significativo que esses três homens foram instrumentos para salvar outros. Por amor a Noé, toda a sua família foi poupada (Gn 6:18). Por meio de Daniel, seus companheiros foram salvos (Dn 2:18). Jó evitou a punição de seus amigos por meio de intercessão (Jó 42:7, 8). Embora pudessem salvar alguns, eles foram impotentes para salvar a geração na qual viviam. CBASD, vol. 4, p. 682.

Mais uma vez estamos percebendo a doutrina da responsabilidade pessoal do indivíduo perante Deus. Nenhum lugar, nenhum rito, nenhuma organização, nem mesmo pessoa alguma pode substituir a relação pessoal do indivíduo com Deus. Bíblia Shedd.

21 Quatro maus juízos. A presença de homens justos não poderia evitar um só desses quatro juízos mencionados; quanto menos poderiam fazê-lo em vista de que os quatro cairiam sobre Jerusalém. CBASD, vol. 4, p. 682.

22 Ficareis consolados. Quando os que estavam no exílio observassem o comportamento e os atos dos recém-chegados, saberiam que Deus não havia feito o que fez em Jerusalém sem motivo. Por outro lado, a mudança de atitude por parte de alguns dos que escaparam, evidenciando seu arrependimento (ver v. 11), ajudaria os cativos a verem que o objetivo dos juízos de Deus tinha sido a disciplina e não a vingança. CBASD, vol. 4, p. 682, 683.



EZEQUIEL 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
8 de abril de 2024, 0:40
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EZEQUIEL 14 – Existe uma lei fundamental que permeia a existência humana: Toda pessoa, ciente de sua limitação, busca por algo superior para crer, seja Deus ou um ídolo – apesar de que esse ídolo é inferior a ela mesma!

Querendo preservar a religião verdadeira, o Deus verdadeiro ordenou que além de que não se adore outros deuses além dEle (Êxodo 20:3), também ordenou que não fizesse nenhuma imagem de escultura de nada do que existe no universo, nem deveria inclinar-se a nada que não fosse Ele (Êxodo 20:4-7).

Tão errado quanto criar e adorar um ídolo, é criar ídolos invisíveis, no coração. É disso que trata Ezequiel 14, quando as autoridades de Israel foram ter com Ezequiel e Deus mostrou-lhe ídolos no coração deles. Em Ezequiel 9, Deus revela ídolos secretos, mas reais; agora, em Ezequiel 14, Deus revela ídolos imaginários no coração de Seus líderes (versos 1-11). Tal tipo de religiosidade é considerada por Deus não apenas falsidade religiosa, mas traição espiritual (infidelidade para com Ele) – e, tal prática, merece punição (versos 12-23).

Chamado a profetizar aos exilados judeus em Babilônia, advertindo-os sobre o juízo divino por causa de seus pecados e especialmente a idolatria, em Ezequiel 14:14 o profeta aborda a questão da justiça de Deus e como mesmo indivíduos justos, como Noé, Daniel e Jó, não poderiam salvar o povo devido à sua própria retidão. Esse versículo deixa claro e nos ensina que:

• Cada pessoa é responsável por suas próprias ações diante de Deus, e que, nenhuma quantidade de justiça pessoal pode compensar os pecados coletivos de uma nação.
• Deus é soberano sobre todos, e é impossível escapar do Seu juízo baseado na retidão dos outros – indicando assim a responsabilidade individual diante dEle e a necessidade de cada pessoa buscar uma relação pessoal com Ele.
• Mesmo na presença de pessoas justas como Noé, Daniel e Jó, cada indivíduo é responsável pela própria relação com Deus.
• O favor de Deus não pode ser obtido por meio da retidão dos outros, portanto, requer uma resposta individual de fé e obediência.
• Não dá para depender da retidão de outras pessoas para nossa salvação ou para evitar o juízo divino.

Somente Jesus é nosso Intercessor; Ele deve ser nosso Senhor e Salvador pessoal (João 3:16). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
7 de abril de 2024, 1:00
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Texto bíblico: EZEQUIEL 13 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 13 – BLOG MUNDIAL

EZEQUIEL 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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EZEQUIEL 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
7 de abril de 2024, 0:50
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1 A palavra do SENHOR. Esta profecia se compara à de Jeremias 23 contra os falsos profetas que estavam em Jerusalém e ao seu redor. Alguns pensam que Ezequiel esteja se referindo aos falsos profetas que estavam entre os cativos (ver Ez 13:9). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 676.

2 Profetas de Israel. O fato de Ezequiel se referir aos falsos mestres desta forma sugere que eles contavam com a simpatia e a aceitação do povo. O espírito da época aprovava esses falsos mestres. Eles estavam tão mergulhados no autoengano, a ponto de acreditar que o que diziam era de fato verdade (ver 2Ts 2:11). Esses supostos mensageiros divinos, no entanto, foram instruídos a ouvir “a palavra do SENHOR”. CBASD, vol. 4, p. 676.

3 Loucos. Do heb. nabal, que indica não apenas uma falha intelectual, mas também falta de valor moral. CBASD, vol. 4, p. 676.

4 Como raposas. As raposas são astuciosas e ardilosas (Lc 13:32), devastam os vinhedos (Ct 2:15) e habitam em ruínas (Lm 5:18). Os falsos profetas eram astuciosos e maliciosos, bem como destruidores da vinha de Deus. CBASD, vol. 4, p. 676.

5 Muros. Os falsos profetas não fizeram nada para advertir ou instruir, a fim de ajudar a nação em crise. Estavam entregando o povo nas mãos dos inimigos, em vez de ajudá-lo (ver Is 1:5, PJ, 287). CBASD, vol. 4, p. 677.

6 Visões. Do heb. chazah, palavra frequentemente usada com referência a pronunciamentos divinos (Is 1:1; 2:1; etc.). CBASD, vol. 4, p. 677.

O SENHOR disse. Esses supostos profetas têm correspondentes em muitos pregadores modernos que propõem falsas doutrinas que eles afirmam, apaixonadamente, ter respaldo no “Assim diz o Senhor”. Não importa quão fervorosamente uma doutrina seja proposta ou quão impressivos sejam os títulos de seus proponentes, ela não deve encontrar aceitação por parte do crente a menos que tenha sido de fato proferida pelo Senhor. Por mais plausíveis que possam parecer as teorias humanas, não deve ser esquecido que lhes falta a autoridade divina. CBASD, vol. 4, p. 677.

Esperam o cumprimento. Eles esperam provar serem dignos de confiança por meio do cumprimento do evento predito. Talvez esperassem que Deus fosse honrar a missão que haviam designado para si mesmos, fazendo com que seus pronunciamentos presunçosos se materializassem. CBASD, vol. 4, p. 677.

Não … conselho … registros … terra.  São mencionadas aqui três calamidades a sobrevir a esses profetas enganadores. CBASD, vol. 4, p. 677.

Conselho. Do heb. sod, assembleia secreta ou conselho privado. CBASD, vol. 4, p. 677.

Nos registros. Não fariam parte dos registros da nação israelita que seria formada pelo remanescente fiel. Em Esdras 2:62, encontra-se o exemplo de um registro usado por ocasião do retorno do cativeiro. CBASD, vol. 4, p. 677.

10 Paz. Ver Jr 6:14; 23:17; Mq 3:5; Zc 10:2. Os falsos profetas embalavam os homens num falso senso de segurança e, assim, lhes anestesiavam a consciência. Os verdadeiros mensageiros de Deus, por outro lado, não lisonjeiam o pecador. A mensagem deles não é de paz para embalar os não santificados numa segurança fatal. Sua missão é despertar a consciência do malfeitor até que a alma declame, em angústia: “Que devo fazer para que seja salvo?”(At 16:30; ver com. de Jr 6:14). CBASD, vol. 4, p. 677.

Parede. Do heb. chayits… Parece representar uma parede divisória e, portanto, uma estrutura sem firmeza. CBASD, vol. 4, p. 677.

Caiam. Do heb. tafel. … A ilustração é a seguinte: Alguém construiu uma parede divisória frágil. Os falsos profetas a caiaram e, assim, melhoraram sua aparência, mas não aumentaram em nada a resistência. Os governantes e o povo elaboraram vários planos, como uma aliança com o Egito (ver Jr 37:5, 7), e os que se autointitulavam profetas valorizavam esses planos por meio de sua influência e capacidade de persuasão.

Há um notável paralelo no mundo religioso atual. Muitas doutrinas falsas, que não têm apoio de Deus, foram introduzidas na fé cristã. Estão enraizadas na tradição e, por trás da tradição, pode-se verificar que sua origem remonta a conceitos e práticas pagãs. Em vez de abandonar toda crença que não esteja fundamentada nas Escrituras, as pessoas empregam enormes quantidades de energia para caiar esses frágeis conceitos a fim de torná-los plausíveis. Um exemplo notável é o esforço para encontrar evidências bíblicas relativas à guarda do domingo. A maioria dos cristãos guarda um dia cuja observância não é ordenada na Bíblia. Raciocinam que tal observância deve ser correta, uma vez que a igreja cristã a tem seguido há séculos. Passam por alto as claras evidências que apontam para o sétimo dia da semana como o verdadeiro dia de repouso, e torcem outras passagens para respaldar o primeiro dia da semana. O resultado de tudo isso será como o que sobreveio aos que construíram e caiaram a parede de Ezequiel (Ez 13:12-16). CBASD, vol. 4, p. 677, 678.

11 Pedras de saraivada. Ver Sl 11:6; 18:13, 14; Ez 38:22. Sem dúvida, a referência aqui é primariamente à invasão babilônica, à qual os judeus seriam incapazes de resistir, apesar de todos os preparativos de que se gabavam (ver com. de Ez 13:12). CBASD, vol. 4, p. 678.

12 Parede. Do heb. qir, uma parede externa, não uma hayits (ver com. do v. 10). A razão para o desastre foi, sem dúvida, o fato de que a estrutura defeituosa era demasiado fraca para servir como parede externa. A terrível desilusão dos caiadores e dos que confiaram em suas ciladas encontra um correspondente na súbita conscientização daqueles que, no final dos tempos, terão colocado toda a confiança no grande reavivamento religioso falso montado por Satanás, e depois verão esse sistema se desintegrar sob os terríveis juízos das sete últimas pragas. Como uma das últimas cenas no grande drama dos séculos, o próprio Satanás pretenderá ser divino e se apresentará ao mundo todo como sendo Deus (ver T6, 14; T8, 27, 28; T9, 16; TM, 62, 364, 365; GC, 624). Os milagres serão o grande agente utilizado para enganar (Ap 13:13, 14; 16:13, 14). Como resultado desses enganos, todos, exceto um remanescente fiel, serão arrebatados para as fileiras do inimigo (Ap 13:8) e se unirão a Satanás em sua batalha contra Deus (TM, 465). Apenas um pequeno remanescente permanecerá fiel a Deus (Ap 14:12). Quando os juízos caírem e as multidões perceberem que aquele considerado como Deus é impotente para deter a poderosa mão divina, repentinamente perceberão que foram enganadas. Voltam-se, então, com ira, contra a falsa organização criada pelos enganos de Satanás e a destroem completamente (Ap 17:16, 17; GC, 656). Então, novamente, poderá ser dito: “A parede já não existe, nem aqueles que a caiaram” (Ez 13:15). CBASD, vol. 4, p. 678.

18 Ai das que. Embora o significado geral dos v. 18 e a9 pareça claro, há incerteza quanto aos detalhes. Ezequiel viu o que descreve aqui; ninguém mais viu. Ele usou palavras suficientemente conhecias naquela época, mas, uma vez que muitas delas não ocorrem em nenhuma parte do AT, seu significado não é totalmente claro. CBASD, vol. 4, p. 678.

Invólucros feiticeiros. Do heb. kesathoth … “faixas” ou “amuletos”. CBASD, vol. 4, p. 678.

Articulações. Do heb. ‘atsilim. A frase diz, literalmente, “articulações de minha mão”. CBASD, vol. 4, p. 678.

Véus. Do heb. mispachoth, palavra que, no AT, ocorre apenas aqui e que deve indicar algum tipo de véu ou cobertura para a cabeça. Aparentemente os véus não eram usados pelas profetizas em si, mas por aqueles que as consultavam. CBASD, vol. 4, p. 679.

Almas. Do heb. nefashoth (singular, nefesh), aqui, simplesmente, “pessoas”(ver com. [CBASD] de Sl 16:10). O significado parece ser que essas falsas profetisas defraudavam os que recorriam a elas. CBASD, vol. 4, p. 679.

Preservar outras para vós mesmas. A frase pode ser traduzida da seguinte forma: “Desejareis matar as almas do Meu povo e preservar com vida a vossa alma?” (ver NVI). O significado pode ser que, em seu interesse próprio, as profetizas viviam à custa da credulidade de suas vítimas. CBASD, vol. 4, p. 679.

19 Punhados de cevada. Alguns entendem que se referira ao antigo costume de levar presentes para um profeta, ao consultá-lo (1Sm 9:7, 8; 1Rs 14:3). Em vista de a cevada ser um grão inferior, e de que “punhados” exprime pequena quantidade, estas palavras poderiam indicar o lucro ínfimo pelo qual as falsas profetisas estavam dispostas a perverter a verdade e levar o povo à ruína. Outros veem aqui uma referência ao antigo costume de se adivinhar usando grãos de cevada e migalhas de pão. CBASD, vol. 4, p. 679.

Escuta mentiras. As palavras podem indicar uma propensão para ouvir mentiras agradáveis. Jeremias descreve tal condição: “Os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam de mãos dadas com eles; e é o que deseja o Meu povo”(Jr 5:31). CBASD, vol. 4, p. 679.

20 Como aves. Do heb. parach, cujo significado é incerto. O sentido geral do versículo é claro. As vítimas seriam livradas da armadilha daqueles que haviam tentado escravizá-las. Deus não permitirá que uma pessoa de coração sincero seja enganada. CBASD, vol. 4, p. 679.

22 Visto que com falsidade. As profetizas criaram falsas impressões de Deus na mente dos justos e dos ímpios, desanimando os primeiros de se esforçar para agir corretamente e confirmando os últimos em seus maus caminhos. CBASD, vol. 4, p. 679.



EZEQUIEL 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
7 de abril de 2024, 0:40
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EZEQUIEL 13 – Falsos profetas proferem mensagens para enganar. Eles são descritos como aqueles que profetizam falsamente, ou seja, que falam mensagens que não vêm de Deus como se viessem dEle – assim iludem o povo.

Eles agem de modo egoísta, defendendo suas próprias imaginações (Ezequiel 13:1-2). Muitos buscam ganhos pessoais e popularidade, enquanto desviam o povo da verdadeira religião. Eles honram a si mesmos, usando o nome do Deus que deveria ser honrado. A filosofia deles é: Importa que cresçamos, independentemente do método, ainda que para isso tenhamos que usar os elementos da religião verdadeira (Ezequiel 13:17-23).

Em Ezequiel 13, o profeta verdadeiro é instruído por Deus a confrontar esses falsos profetas que estão enganando o povo ao dizer que suas visões são de Deus quando na verdade são apenas ilusões criadas na própria opinião (versos 3-7). Nesta profecia, esses profetas fraudulentos são comparados a pessoas que constroem paredes frágeis e cobrem-nas com argamassa inadequada, o que significa que suas mensagens são superficiais e não tem fundamente verdadeiramente sólido (versos 8-16).

Os falsos profetas seguem seus próprios interesses e desejos: Eles…

1. Tentam moldar a religião conforme seu gosto pessoal e assim ensinam às pessoas.
2. Enganam o povo com aquilo que o povo quer, por isso prometem paz quando não há paz, construindo paredes fracas e pintando-as com cal para dar impressão de segurança.
3. Iludem o povo de Deus promovendo falsas visões e falsas esperanças, levando seus ouvintes a confiarem na mentira e a duvidarem da verdade.

Os falsos profetas são retratados como indivíduos que não receberam mensagens genuínas de Deus, mas que inventam suas próprias palavras, e as atribuem a Deus. Para se autopromoverem, prometem coisas que Deus não prometeu, e assim levam as pessoas para longe da verdadeira fé e obediência em Deus. Ezequiel adverte de que suas práticas são enganosas e que suas mentiras serão expostas, trazendo juízo sobre eles (Ezequiel 13:17-23), desmascarando-os para libertar Seu povo.

Havia homens e mulheres com esse perfil durante o período que Ezequiel profetizava (Ezequiel 13:1). Não é diferente atualmente, por isso o apóstolo apela: “Amados, não creiam em qualquer espírito, mas examinem os espíritos para ver se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo” (I João 4:1).

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.