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1060 palavras
1 Geralmente, se ouve. Paulo introduz de forma abrupta o novo tema, que trata do escândalo de incesto na igreja. … Era uma questão de conhecimento geral entre os crentes, o que tornava a atitude da igreja para com o ofensor ainda mais repreensível. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 759.
Imoralidade. Do gr porneia. Esta palavra ocorre duas vezes nesse versículo e é um termo geral para descrever relações sexuais ilícitas, seja entre pessoas casadas ou não (ver Mt 5:32; At 15:20). CBASD, vol. 6, p. 759.
5 entregue. Paulo faz sua recomendação acerca da sentença que a igreja deveria pronunciar sobre o membro desviado. Em geral, entende-se que esta é uma sentença que significa a remoção da pessoa da igreja. CBASD, vol. 6, p. 761.
a Satanás. Existem apenas dois reinos espirituais neste mundo: o reino de Deus e o de Satanás. Se alguém deixa o reino de Deus, entra no de Satanás (ver Jo 12:31; 16:11; 2Co 4:4). Esse pecador obstinado, com sua própria conduta pecaminosa, tinha se retirado do reino de Deus, e isso devia ser reconhecido com sua expulsão oficial da igreja (comparar com 1Tm 1:20). CBASD, vol. 6, p. 761.
destruição da carne. As Escrituras chamam a prática imoral de “obras da carne” (Gl 5:19; cf Cl 3:5). Os cristãos são advertidos a não viverem “segundo a carne” (Rm 8:13). … O ímpio é deixado a sofrer as consequências de sua má conduta. CBASD, vol. 6, p. 761.
Seja salvo. A disciplina da igreja tem o propósito de despertar o pecador a fim de atentar para sua perigosa situação e mostrar a ele a necessidade de arrependimento e contrição. Uma vez corrigido e humilhado por sua disciplina, o pecador pode ser convidado novamente à virtude e à fé. O objetivo da correção da igreja jamais deve ser a vingança, mas salvação da ruína. O membro separado da igreja deve ser objeto de interesse, e devem ser esforços para sua recuperação espiritual (ver Mt 18:17; Rm 15:1; Gl 6:1, 2; Hb 12:13). CBASD, vol. 6, p. 761.
7 lançai fora. Do gr ekkathairo, “limpar por completo”. Paulo convida os crentes a remover por completo o que é prejudicial à igreja. Não é apenas uma questão de eliminar da igreja a pessoa licenciosa; é uma exortação para despertar a todos quanto ao risco de serem complacentes e acomodados com a própria situação. CBASD, vol. 6, p. 761.
o velho fermento. O “fermento” é usado para representar o pecado (cf Mt 16:6; DTN, 407, 408; PP, 278). Os judeus eram instruídos a remover de seus lares todo fermento, de modo que não restasse sequer uma partícula de pão levedado antes de comerem a Páscoa (ver Êx 12:19; 13:7). Do mesmo modo, a igreja cristã em Corinto foi instruída a se assegurar de que o pecado tinha sido lançado fora, em especial, a imoralidade. CBASD, vol. 6, p. 766.
nova massa. A igreja se tornaria pura e livre de toda influência corruptora resultante da condescendência com o mal quando expulsasse os culpados e se apartasse de todo pecado. Seria como uma porção de farinha ou massa antes de se adicionar o fermento. Eles participariam do poder regenerador do Espírito Santo. CBASD, vol. 6, p. 762.
Como sois, de fato, sem fermento. Isto é, o estado ideal. Os cristãos coríntios tinham sido limpados do pecado. Deviam se lembrar disso e se esforçar sempre para manter a pureza. CBASD, vol. 6, p. 762.
Cristo, nosso Cordeiro pascal. “A morte do cordeiro pascal era combra da morte de Cristo” (GC, 399; cf. PP, 274, 277). A Páscoa também era um memorial do livramento do Egito. Na noite do livramento, o anjo destruidor passou acima das casas onde se via o sangue nos umbrais (ver Êx 11:7; 12:29; PP, 279(. Mais uma vez, o anjo destruidor cumprirá sua terrível missão, e apenas os que tiverem eliminado o fermento do pecado e estiverem sob o sangue do Cordeiro pascal, Jesus Cristo, serão poupados (ver com. De Ez 9:1-6; ver Ap 7:1-3, 14:1-5; TM, 445; T3, 266, 267; T5, 210, 212, 216, 505). CBASD, vol. 6, p. 762.
8 celebremos. O cristão deve se manter livre da corrupção do pecado. Isto é, o “velho fermento” deve ser lançado fora. CBASD, vol. 6, p. 762.
Não com o velho fermento. Um convite para abandonar o antigo modo de vida, com paixões e sentimentos corruptos motivados pelos desejos de um coração não renovado. CBASD, vol. 6, p. 763.
maldade. É provável que o uso da palavra neste caso se refira ao sentimento que causava facções e partidos na igreja de Corinto (1Co 1:11-13). As divisões em grupos separados entre si e disputando a supremacia aumentam a inveja e os maus sentimentos. CBASD, vol. 6, p. 763.
9 associásseis. Deus não quer que Seu povo se exponha à influência corruptora de pecadores rebeldes, e adverte os crentes a não se associar com eles. A proibição não é de se ter contato para pregação e testemunho, mas de associação habitual e amizade. CBASD, vol. 6, p. 763.
Impuros. Este termo se refere a pessoas pervertidas que praticam relações sexuais ilícitas em troca de dinheiro, ou simplesmente para satisfazer os próprios desejos lascivos. Tais práticas são abomináveis ao Senhor (1Co 6:9, 10; Gl 5:19-21; Ef 5:5; 1Tm 1:9, 10; Ap 21:8; 22:15). CBASD, vol. 6, p. 763.
11 maldizente. Ou “ultrajador”, ou seja, quem maltrata e vitupera o próximo. Cristãos que tê o hábito da maledicência devem ser corrigidos. CBASD, vol. 6, p. 764.
Nem ainda comais. A proibição inclui refeições de caráter social (cf Gl 2:12) bem como a Ceia do Senhor (DTN, 656). Os cristãos não devem fazer nada que dê motivos para os observadores pensarem que transgressores da lei de Deus são considerados como de boa reputação pela igreja (ver 2Jo 10, 11). Deve-se manter elevada a norma de verdade e pureza. Nos dias de Paulo, isso era muito importante. Os inimigos acusavam os cristãos de várias formas e vício. Caso ficasse conhecido que cristãos toleravam pessoas ímpias e imorais em seu meio, ou que mantinham relacionamento com elas, essas acusações teriam fundamento e seriam considerado fidedignas. Portanto, era preciso distanciamento por completo dos apóstatas e ímpios e divulgar que a igreja não tinha ligação com eles. Somente assim a igreja poderia se manter pura e livre de influência contaminadora de pecadores que se recusavam a se arrepender e abandonar a impiedade. CBASD, vol. 6, p. 765.
13 Deus os julgará. Deus julga os pensamentos, palavras e atos de todos. Quer a pessoa reconheça ou não a soberania divina, é Deus quem julga todos os aspectos da vida. Ele aprova ou condena segundo Sua sábia justiça (ver Gn 18:25; Sl 50:6; 75:7; 94:1-10; At 10:42). Ter a certeza de que a justiça divina é segura ajuda o crente a permanecer calmo frente aos problemas. Ele sabe que Deus observa e que, ao final, o vingará (ver Mt 5:10-12; Lc 6:22, 23). CBASD, vol. 6, p. 765.
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I CORÍNTIOS 5 – Não há lugar para a tolerância do pecado descarado na Igreja!
Este texto escancara um escândalo de proporções grotescas na igreja de Corinto: Uma imoralidade repulsiva, uma afronta titânica à santidade de Deus. Um homem mantinha relações incestuosas com a mulher do próprio pai – um ato de depravação que nem pagãos mais depravados ousavam tolerar.
• Como um vírus contagioso, pecados como estes são uma profanação impiedosa que contamina o corpo de Cristo.
Mas o horror não termina no pecado em si. O que eleva a ignomínia a níveis intoleráveis é a atitude da igreja. Em vez de tremer diante de tamanha transgressão, ela está inchada de orgulho (I Coríntios 5:2). Uma igreja que deveria ser fortaleza espiritual transformou-se em palco de complacência doentia – covil de permissividade abominável.
• O pecado não pode ser tratado com descaso, como se a santidade fosse uma questão trivial.
Por isso, Paulo explode em justa indignação: “O orgulho de vocês não é bom. Vocês não sabem que um pouco de fermento faz toda a massa ficar levedada?”. Então, o apóstolo exige ação radical: “Livrem-se do fermento velho, para que sejam massa nova e sem fermento, como realmente são” (I Coríntios 5:7). “Já condenei aquele que fez isso”; “entregue esse homem a Satanás” (vs. 3, 5).
• Tal ordem não é negociável porque a santidade da igreja não pode ser sacrificada no altar da apatia.
Paulo não suaviza suas palavras, pois o pecado é escândalo espiritual, uma violação da santidade e da pureza que Deus requer de Seu povo. Ele descreve o pecado como um fermento que contamina toda a massa, deixando claro que a complacência com o pecado é mortal. A mensagem é clara: É melhor remover o pecado do que comprometer a santidade da igreja.
Paulo clama por ação imediata – “Expulsem esse perverso do meio de vocês” (I Coríntios 5:13) –, chamando a igreja à disciplina e à purificação, porque a santidade da comunidade é mais importante do que qualquer aparência de piedade e de unidade (vs. 8-12).
• Ser indiferente ao pecado na igreja cristã implica participar de sua destruição.
• O pecado não confrontado é como um câncer que logo se torna metástase.
• A igreja é refúgio para pecadores arrependidos, não abrigo para a iniquidade descarada!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I CORÍNTIOS 4 – Primeiro leia a Bíblia
I CORÍNTIOS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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620 palavras
1 Despenseiros. Os gregos usavam esta palavra para a administração de uma propriedade. O mordomo não só presidia sobre os assuntos da casa, mas também fazia provisões para ela. A aplicação desta palavra aos ministros de Cristo é singularmente apropriada. O ministro do evangelho é responsável por cuidar da igreja de Deus na Terra e prover o necessário para seu bem-estar. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 751.
4 O Senhor. Somente Deus é capaz de fazer uma investigação completa da vida e da mordomia do apóstolo. Só Ele pode ler o coração e compreender o que motiva cada palavra e cada ação. CBASD, vol. 6, p. 752.
5 Nada julgueis. Paulo deixa claro que é errado acariciar uma opinião inflexível sobre o próximo. CBASD, vol. 6, p. 752.
6 Apliquei-as. Tudo o que escreveu a respeito dos mestres religiosos, Paulo aplica a si mesmo e a Apolo, que estava intimamente ligado a ele. CBASD, vol. 6, p. 753.
8 Chegastes a reinar. Ou, “começaram a reinar como reis”. Esta declaração atinge o clímax da ironia. Paulo compara seus leitores orgulhosos com os que alcançaram o topo, onde não há nada mais para se alcançar ou desejar. CBASD, vol. 6, p. 753.
9 Os apóstolos, em último lugar. A metáfora é a de um anfiteatro, onde os participantes que chegaram ao final da exibição tivessem que brigar entre si até a morte ou ser dilacerados por feras. Não havia esperança para eles. Os apóstolos são apresentados como se estivessem na condição de prover diversão para espectadores cruéis. CBASD, vol. 6, p. 754.
10 Loucos. ”A palavra da cruz é loucura para os que se perdem” (1Co 1:18). Devido ao fato de persistirem em apresentar as boas-novas da salvação por meio da fé em Jesus Cristo, os apóstolos eram considerados como tolos e de pouco entendimento. Contudo, não ousavam misturar a sabedoria mundana com a simplicidade do evangelho. CBASD, vol. 6, p. 754.
12 Nossas próprias mãos. Embora tivesse sido chamado por Deus para o ministério do evangelho, Paulo se mantinha com seu trabalho manual. CBASD, vol. 6, p. 755.
14 Para vos envergonhar. Paulo queria abrandar suas palavras e suavizar as severas observações. Havia razão para os membros da igreja de Corinto se envergonharem por causa das contendas e disputas entre eles. Quando os que estão no erro são levados a ver seu pecado, deve-se ter cuidado para que não lhes quebre a autoestima. CBASD, vol. 6, p. 756.
16 Imitadores. Literalmente, “mímica”. esta é uma declaração ousada para qualquer ministro cristão. Mas é verdade que cada obreiro de Deus deve viver de forma a refletir a imagem de Jesus, a fim de que possa, confiantemente, dizer aqueles para quem exerce seu ministério que siga seu exemplo. CBASD, vol. 6, p. 756.
17 Meu filho amado. Paulo viu no jovem Timóteo alguém que podia se tornar um obreiro útil para Deus, então o escolheu para ser um de seus companheiros de viagem e colaboradores. O apóstolo tinha se referido aos coríntios como filhos, portanto, era apropriado enviar-lhes para representá-lo alguém que tinha nascido em Cristo por meio de sua pregação, assim como eles. CBASD, vol. 6, p. 757.
20 Não em palavra. O reino espiritual de Deus na Terra não é estabelecido ou promovido por pretensões jactanciosas e palavras humanas vãs. É preciso algo mais do que afirmações de autoridade da parte dos que não estão dispostos a se conformar com a simplicidade da mensagem do evangelho, acrescentando á verdade suas próprias interpretações e exaltando ambições de autoridade. CBASD, vol. 6, p. 758.
21 Amor. A correção deve sempre ser ministrada com amor, tendo em vista o bem-estar e a felicidade de quem errou. É preciso agir com firmeza e, as vezes, com severidade a fim de manter a igreja livre de confusão e contenda. No entanto, tudo deve ser suavizado com verdadeira preocupação pelo bem-estar eterno das pessoas envolvidas. CBASD, vol. 6, p. 758.
Compilação: Tatiana Wernenburg
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I CORÍNTIOS 4 – A Bíblia do Discípulo afirma ser “esta é uma carta que lida com as facções na igreja de Corinto. Havia sérios problemas de divisão por causa de várias questões: sociais, espirituais e morais. Paulo julga que os cristãos genuínos existem para edificar e não destruir a igreja. Entretanto, algumas atitudes arrogantes de crentes específicos não levam em consideração os irmãos fracos na fé e não estão interessados em conquistar os descrentes através de um evangelismo cultural e consciente”.
Paulo começa declarando que ele e outros líderes são “servos de Cristo e encarregados dos mistérios de Deus”. Os ministros de Deus não são donos da mensagem, apenas seus guardiões. Desta forma, o apóstolo confronta o culto à personalidade na igreja – algo comum em Corinto e em nossa época. Ele afirma que o foco deve estar em Cristo – o verdadeiro Senhor.
O texto declara que “o que se requer desses encarregados é que sejam fiéis” (I Coríntios 4:2). A fidelidade no ministério eclesiástico não é medida pelo sucesso do líder, mas pela obediência a Cristo. Em um mundo que valoriza o carisma, o poder e os resultados rápidos, I Coríntios 4:3-5 revela-nos que o serviço cristão deve ser centrado no evangelho de Cristo e avaliado à luz de Sua Palavra, não pelos padrões humanos.
Paulo confronta o orgulho que causa divisão na igreja, afirmando que tudo o que os crentes possuem é um dom de Deus. Ele usa perguntas retóricas para salientar que ninguém tem motivos para vangloriar-se (I Coríntios 4:6-7).
Na sequência, Paulo denuncia o triunfalismo dos coríntios, que buscavam glória e conforto em vez de abraçar o chamado ao sacrifício. Ele apresenta os apóstolos como exemplos de humildade, trabalho árduo e dedicação total a Cristo, mesmo diante da rejeição (I Coríntios 4:8-13). O cristianismo deve ser serviço sacrificial, contrariando valores culturais do mundo.
Paulo conclui sua admoestação paternal, exortando os leitores a seguirem seu exemplo e a submeterem-se à autoridade de Cristo. Ele não busca envergonhá-los, mas corrigi-los com amor e autoridade espiritual (I Coríntios 4:14-21).
• Essa abordagem pastoral mostra-nos que a correção, quando fundamentada no amor e na autoridade de Cristo, é essencial para o crescimento espiritual.
• Numa era que evita confrontos, Paulo ensina-nos a equilibrar graça e verdade.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I CORÍNTIOS 3 – Primeiro leia a Bíblia
I CORÍNTIOS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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259 palavras
2 Leite. O alimento natural dos bebês. O “leite” representa os princípios básicos do evangelho. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 743.
8 São um. Quem planta e quem rega não trabalham com propósitos opostos. Eles estão unidos em suas metas e objetivos. Não tem sentido apresentá-los como líderes rivais. CBASD, vol. 6, p. 744.
11 Outro. Do gr allos, “outro [do mesmo tipo]”, “mais um” (ver com. de Gl 1:6). Há apenas um Salvador. Outros proclamados como salvadores não são “outro” do mesmo tipo. Não são salvadores (ver Jo 14:6; At 4:12). CBASD, vol. 6, p. 746.
16 Santuário. Do gr naos, palavra usada pelos gregos antigos para descrever o cômodo mais interior do templo, onde se colocava a imagem do deus pagão. … Paulo atenta para os que constituem o edifício espiritual. Coletivamente, eles formam o templo espiritual de Deus no qual habita o Espírito Santo. Paulo se refere à igreja e adverte seus sucessores em Corinto a não prejudicá-la (1Co 3:17). É verdade que o Espírito Santo também habita em cada cristão de modo individual (ver com. de 1Co 6:19, 20). CBASD, vol. 6, p. 747.
22 Tudo é vosso. Deus é dono de tudo, seja animado ou inanimado, e as coisas que Ele fez são para bênção de Seu povo redimido (ver MDC, 110, 111). CBASD, vol. 6, p. 748.
23 E vós, de Cristo. Este é o clímax ao qual Paulo vinha direcionando seu argumento. Se todo crente pertence a Cristo, deve haver apenas um grande partido na igreja, não diferentes grupos. É a manifestação dessa unidade que o Salvador deseja ver na igreja, e que no fim haverá (ver Jo 17:9-11, 21, 23; Ef 4:13). CBASD, vol. 6, p. 748.
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I CORÍNTIOS 3 – A era pós-moderna – marcada pelo relativismo, subjetivismo e pluralismo – exige uma resposta clara e corajosa da igreja, que encontra neste texto um guia para navegar em águas incertas.
• Esta passagem inspirada é um convite para reafirmar a fé em Cristo e os valores bíblicos em um mundo onde as linhas entre a verdade e a opinião frequentemente se tornam confusas.
Atualmente, a distinção entre verdade objetiva e opinião pessoal tornou-se cada vez mais diluída. O pós-modernismo frequentemente afirma que a verdade é uma construção social ou uma percepção individual, e não uma realidade objetiva e universal. No entanto, 1 Coríntios 3 desafia essa premissa ao estabelecer que Jesus Cristo é o único fundamento sobre o qual a vida espiritual é construída (v. 11). Essa declaração não permite espaço para múltiplas interpretações da verdade espiritual; antes, ela exige que a verdade seja buscada e compreendida a partir da revelação divina (vs. 1-10).
Ao reafirmar Cristo como o fundamento, Paulo não apenas rejeita o relativismo, mas também coloca o cristão em uma posição de testemunho ativo. Ele chama os crentes a viverem em coerência com essa verdade (I Coríntios 3:12-15). Esse compromisso com a verdade é o antídoto para a confusão de valores em uma sociedade que celebra a diversidade de opiniões acima de tudo.
Os valores bíblicos, como a unidade do corpo de Cristo, a responsabilidade diante de Deus e o reconhecimento de nossa identidade como templo do Espírito Santo, são ferramentas essenciais para a igreja navegar pelo mundo atual (I Coríntios 3:16-22).
Esses valores oferecem um norte moral em meio à confusão. Por exemplo, a ênfase de Paulo na unidade desafia a fragmentação e a individualidade exacerbada promovidas pela cultura contemporânea. Ele nos lembra que, como cristãos, fazemos parte de algo maior do que nos mesmos: O corpo de Cristo.
Além disso, a responsabilidade diante de Deus nos confronta com uma verdade que transcende a cultura: Nossas ações têm peso eterno (I Coríntios 3:14).
• A fé é um chamado para confiar em algo maior do que as circunstâncias e as influências humanas.
• O cristão é desafiado a construir sua vida em algo sólido e duradouro: o evangelho. E ouvir a única voz que merece nossa obediência: A voz de Deus!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I CORÍNTIOS 2 – Primeiro leia a Bíblia
I CORÍNTIOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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656 palavras
1 Ostentação de linguagem. Paulo não tentou ganhar as pessoas por meio de retórica ou oratória. Tampouco se apoiou na “sabedoria”, isto é, filosofia, para provar a verdade do evangelho. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 737.
2 Se não a Jesus Cristo e este crucificado. Paulo pregou Cristo crucificado a respeito de que a ideia de um Salvador crucificado fosse uma ofensa tanto a judeus quanto a gregos. CBASD, vol. 6, p. 738.
4 Demonstração. Do gr. apodeixis, “prova segura”, “evidência”. A prova de que a mensagem que Paulo pregava era de origem divina não se estava na argumentação hábil, mas na evidência, ou “demonstração”, do Espírito Santo. A obra do apóstolo em Corinto foi acompanhada, bem como em outros lugares, de milagres. CBASD, vol. 6, p. 738.
5 Vossa fé. Paulo desejava que os coríntios confiassem no poder de Deus para mudar vidas. Ele não queria levá-los a depositar a confiança em nenhuma forma de poder humano. CBASD, vol. 6, p. 738.
7 Mistério. O plano da salvação, formulado antes da criação do mundo e anunciado e posto em prática por Deus quando Adão pecou, era, um grande mistério para o universo. Os anjos não podiam compreendê-lo plenamente. Os profetas, que escreveram sobre isso, entendiam apenas em parte as mensagens que transmitiam a respeito da salvação por meio de Cristo. O ser humano não é capaz de compreender a sabedoria de Deus porque é diretamente contrária à filosofia de vida mundana. Mesmo o crente, consagrado é incapaz de entender plenamente o plano da salvação. CBASD, vol. 6, p. 739.
9 Nem olhos viram. O texto diz, literalmente: “As coisas que olho não viu e ouvido não ouviu, e não vieram sobre o coração do homem, é o que Deus preparou para aqueles que O amam.” Os aspectos físicos da existência são percebidos pelos sentidos e usados para se adquirir conhecimento das coisas ao redor. O fato de o olho nem o ouvido poderem entender as coisas de Deus prova que são necessárias outras faculdades além dos sentidos físicos para se entenderem as verdades espirituais. CBASD, vol. 6, p. 739.
12 Para que conheçamos. O propósito de Deus em conceder o Espírito é que entendamos as coisas providas pela graça. O Espírito de Deus não só revela ao ser humano as bênçãos do evangelho, mas também opera nele a vontade divina. O resultado desse recebimento do Espírito será visto na vida em harmonia com a vontade de Deus. CBASD, vol. 6, p. 740.
14 O homem natural. O homem cuja mente não está voltada para o que é espiritual, que não foi regenerado, cujos interesses estão nas coisas desta vida. Uma pessoa assim recorre à sabedoria humana para a solução de seus problemas. Vive para agradar a si mesmo e satisfazer os desejos do coração não convertido. Por isso, é incapaz de entender e apreciar o que vem de Deus. Para ele, o plano da salvação e a revelação do amor de Deus são loucura. Não consegue distinguir entre filosofia mundana e verdade espiritual porque a sabedoria de Deus é entendida apenas pelos que se permitem ser instruídos pelo Espírito Santo. CBASD, vol. 6, p. 741.
15 Não é julgado por ninguém. As pessoas podem desejar fazê-lo, mas ninguém cuja mente esteja voltada para as coisas deste mundo pode entender os princípios, sentimentos e esperanças de alguém espiritual. O coração não regenerado não é capaz de apreciar as coisas do Espírito de Deus. CBASD, vol. 6, p. 742.
16 Mente do Senhor. A primeira parte deste versículo é uma citação de Isaías 40:13. Os não regenerados não podem entender as ações divinas. Portanto, não estão em posição de ensinar a pessoa espiritual, que está sob a direção do Espírito. Quem é espiritual têm o Espírito, que lhe ensina o que é de Deus. CBASD, vol. 6, p. 742.
Mente de Cristo. Somos unidos a Cristo pelo Espírito, pois a presença do Espírito Santo equivale à presença de Jesus. Por isso, temos o mesmo sentimento de Cristo. Pelo Espírito Santo, Jesus habita no crente e atua nele e por meio dele. CBASD, vol. 6, p. 742.