Reavivados por Sua Palavra


I CORÍNTIOS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
12 de dezembro de 2024, 0:40
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I CORÍNTIOS 2 – Em um mundo onde os valores relativistas e doutrinas diluídas têm invadido muitas esferas religiosas, a carta de Paulo aos Coríntios nos desafia a reafirmar os fundamentos da fé cristã.

Na atualidade, o liberalismo teológico muitas vezes substitui a revelação divina por interpretações humanas, diluindo a autoridade da Bíblia e a exclusividade da salvação por meio de Jesus. O liberalismo busca adaptar o evangelho aos padrões culturais e intelectuais do momento, mas a cruz permanece como uma pedra de tropeço para o orgulho humano.

• O evangelho não é um conceito em evolução, mas a verdade que transforma uma sociedade mergulhada na corrupção.

• A busca pela santidade é incompatível com uma atitude permissiva que relativiza o pecado e a moralidade.

• Quando afirmamos a mensagem da cruz, declaramos que o pecado é real, mas a graça é bem mais poderosa para transformar o pecador arrependido.

O pluralismo religioso, que prega que todos os caminhos levam a Deus, é radicalmente incompatível com a mensagem de I Coríntios 2. Paulo afirma que sua pregação não se baseava na persuasão humana, mas no testemunho de Jesus Cristo e Este crucificado (vs. 1-5).

A exclusividade do evangelho é fundamental na sabedoria de Deus, que o mundo não pode compreender por meios naturais (I Coríntios 2:6-8). Somente pelo Espírito Santo podemos discernir as verdades espirituais (vs. 9-16). Não se pode tratar a fé como uma questão de opinião ou escolha cultural, pois é uma revelação sobrenatural – é de origem divina!

• A cruz não é apenas um símbolo de nossa fé, mas o coração do evangelho, que expõe a fraqueza humana e exalta o poder divino.

• A pregação do evangelho não visa agradar o mundo, mas revelar a Cristo, mesmo quando isso causa escândalo.

• O evangelho não se adapta ao mundo com sua sociedade pervertida, ele o transforma. Para tanto, devemos ser fiéis à mensagem revelada, não à opinião pública.

• Ser igreja é viver na contramão do mundo, mantendo os olhos na cruz, não focando na aprovação humana.

• Os cristãos são chamados a ser luzes na escuridão, mesmo que a claridade incomode quem está acostumado com as trevas.

O verdadeiro reavivamento surge quando abandonamos a sabedoria humana e permitimos que o Espírito revele em nós as profundezas de Deus! – Heber Toth Armí.



I CORÍNTIOS 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
11 de dezembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: I CORÍNTIOS 1 – Primeiro leia a Bíblia

I CORÍNTIOS 1 – BLOG MUNDIAL

I CORÍNTIOS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



I CORÍNTIOS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
11 de dezembro de 2024, 0:50
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3106 palavras

Vontade de Deus. Paulo … sabia que não havia sido apontado para o ministério por homem, mas por Deus (ver Gl 1:1). Todo verdadeiro ministro do evangelho de Jesus Cristo deveria ter a mesma convicção a respeito de seu chamado, e, como Paulo, crer que um “ai” cairá sobre ele se assumir outra tarefa (ver 1Co 9:16). CBASD, vol. 6, p. 727

Apóstolo. O direito de Paulo ao apostolado foi questionado em Corinto. Nesta passagem e mais adiante na epístola, ele afirma e defende sem temor esse direito (ver 1Co 9). CBASD, vol. 6, p. 727.

Em Cristo Jesus. Apenas é considerado santo quem busca e encontra refúgio em Jesus e está coberto pela justiça do Salvador. CBASD, vol. 6, p. 728.

Em todo lugar. É possível também que Paulo estivesse usando uma frase comum em saudações da época. Inscrições encontradas em sinagogas continham a seguinte saudação: “Que haja paz neste lugar e em todo Israel” (ver lans Lietzmann, Handbuch zum Neuen Testament, com. de 1Co 1:2). A epístola não e destinava apenas a eles, mas continha insruções a todos e foi preservada no cânon agrado para nossa instrução e edificação ver 2Tm 3:16). CBASD, vol. 6, p. 727

Graça. Do gr. charis, palavra que ocorre cerca de 150 vezes no NT, sendo traduzida como “graça” 123 vezes. Nos demais casos, traduzida como “favor”, “alegria”, “recompensa”, “dádivas”, “gratidão” e “benefício”. Todas essas palavras, juntas não podem expressar a glória, alegria, felicidade e gratidão despertadas na mente de quem tem um vislumbre da revelação dos atributos de Deus manifestados ao ser humano por meio de Jesus Cristo. Todos esses se resumem em uma palavra: charis. … A igreja cristã apostólica adotou a expressão e aplicou a conotação de natureza gentil, afetuosa, agradável e de disposição bondosa à atitude dos cristãos uns para com os outros. De forma mais particular, o termo foi usado para expressar “a conduta de Deus para com o ser humano pecador conforme revelada em e por meio de Cristo, especialmente como um ato de favor espontâneo” (Hermann Cremer, Biblico-Theological Lexicon [1886], p. 574). Esse favor de Deus de forma alguma depende da condição humana. Isto é, nem seus esforços para obter a graça por meio de obras de justiça nem o fracasso em alcançá-la afetam a manifestação do favor de Deus. Portanto, cabe ao ser humano aceitar a graça, se assim o desejar. Seu nível de pecaminosidade não influi na disposição divina de conceder graça por meio de Jesus (ver com. de Rm 1:7). CBASD, vol. 6, p. 728

Paz. Do gr. eirene, palavra da qual deriva o nome “Irene“. Conforme empregado no NT, eirene significa a completa ausência de tudo que perturba ou interrompe a obra plena do Espírito Santo na vida de uma pessoa, por meio do qual esta entra em perfeita harmonia com o CriadorCBASD, vol. 6, p. 728.

Dou Graças a [meu] Deus. Antes de tratar dos problemas que afetavam a igreja, Paulo elogia o que os crentes de Corinto alcançaram em sua experiência espiritual: O elogio à fidelidade e obediência antecede a repreensão ou advertência. Isso está bem exemplificado nas mensagens às sete igrejas (Ap 2:2-4, 13, 14, 19, 20). Deus encoraja a igreja ao mencionar o que está bem e, com isso, prepara o caminho para as advertências e repreensões necessárias, que; se levadas em consideração, como no caso da igreja de Corinto, resultarão em crescimento espiritual e bênçãos. CBASD, vol. 6, p. 729

Graça. Do gr. charis (ver com. do v. 3). Nesta passagem, os dons da graça, os charismata (1Co 12:4), são enfatizados (ver 1:5-7). CBASD, vol. 6, p. 729.

Em tudo. Deus tinha abençoado grandemente os crentes de Corinto. Ele os tinha resgatado do ambiente corrupto em que viviam, levantando-os das profundezas do vício e do pecado, conferindo a eles dons espirituais em abundância de modo que não lhes faltava “nenhum dom” (v. 7). Dessa forma, fez-se abundante provisão, além das necessidades, para que a igreja não tivesse motivo para reincidências e apostasia (comparar com 2Co 9:11). CBASD, vol. 6, p. 729.

Conhecimento. Do gr. gnosis, do qual derivam as palavras “gnóstico” e “agnóstico” (sobre esse dom, ver com. de 1Co 12:8). O conhecimento é um fundamento essencial para a fé. Os fatos básicos relativos à existência de Deus e ao plano da salvação devem ser entendidos por aqueles que desejam se tornar cristãos. Era necessário haver na igreja quem pudesse transmitir tal conhecimento. Paulo dizia ter esse dom (2Co 11:6). Em Corinto, alguns haviam pervertido o dom (1Co 8). CBASD, vol. 6, p. 729.

Assim como. Esta expressão parece indicar que o conhecimento do plano da salvação por meio de Jesus Cristo foi esclarecido e estabelecido pela obra poderosa do ‘Espírito Santo na igreja de Corinto. CBASD, vol. 6, p. 729.

De Cristo. Ou, “sobre Cristo”. O resultado do derramamento abundante do Espírito Santo sobre os crentes coríntios foi a confirmação de sua fé no evangelho, da convicção e aceitação da verdade do amor de Deus e do sacrifício de Jesus. O testemunho dos apóstolos a respeito de Cristo não foi apenas crido e aceito, mas, por meio do poder do Espírito de Deus, a igreja recebeu os dons do Espírito (ver v. 7; esses ‘ dons’ são alistados em I Co 12:1, 4-10, 28; Ef 4: 8 , 11-13) . Declara-se que o propósito dos dons do Espírito é o desenvolvimento da igreja até que alcance unidade e perfeição em Jesus (Ef 4:12-15). CBASD, vol. 6, p. 729.

Nenhum dom. “A manifestação do Espírito” foi “concedida a cada um visando a um fim proveitoso” (1Co 12:7). Os dons eram abundantes na igreja de Corinto, e cada crente recebeu algum deles. CBASD, vol. 6, p. 729.

Revelação. ‘Do gr. apokalupsis, literalmente “descobrimento”, “revelação”, “descobrir o que está oculto”. Esta é a palavra usada para descrever a vinda de Jesus (2Ts 1:7; 1Pe 1:7, 13; 4:13). Cristo, que estava oculto aos olhos físicos, será revelado de nodo que todo olho O verá (Ap 1:7). … A segunda vinda de Jesus era a expectativa e esperança da igreja do primeiro século, e ainda é a ‘bendita esperança” de todo verdadeiro discípulo (Tt 2:13). Os cristãos de Corinto, firmados na fé de Jesus pelos diversos dons do espírito, esperavam ansiosamente a manifestação do Salvador em Sua segunda vinda. CBASD, vol. 6, p. 730.

O qual confirmará até ao fim. Comparar com Fp 1:10; 1Ts 5.23; Jd 24. Não se deve considerar que essa declaração signifique ser impossível sair da graça. Outras passagens revelam que isso é possível (ver, por exemplo, Hb 6:4-6). Os crentes serão confirmados até ao fim somente se permanecerem fiéis (Mt 24:13; ver com. de Jo 10:28). CBASD, vol. 6, p. 730.

Irrepreensíveis. Os cristãos têm a certeza de que Cristo os manterá firmes em meio às provas e tentações e que os guardará no caminho da santidade por toda a vida, de modo que na vinda de Cristo serão encontrados irrepreensíveis. Isto não é uma promessa de que serão perfeitos, no sentido de serem isentos de pecar, pois “todos pecaram” e carecem da glória de Deus” (Rm 3:23). Jesus os capacitará a viverem de forma vitoriosa ao se submeterem a Ele constantemente. Em Sua vinda, serão achados irrepreensíveis porque estão cobertos por Sua justiça. “Irrepreensíveis” é diferente de “perfeitos”. “Irrepreensíveis” são aqueles que não podem ser culpados de nenhum crime, que se colocam perante o Juiz supremo, e contra quem não há base para acusação. … A dependência absoluta de Deus é a base para a declaração do Paulo de que os crentes serão preservados irrepreensíveis até ao fim. CBASD, vol. 6, p. 730.

Fiel é Deus. Comparar com 1Co 10:13; 1Ts 5:24; 2Ts 3:3. … As promessas de Deus, assim como Seu caráter, são imutáveis. Essa é uma fonte de constante conforto para o cristão que vive num mundo cada vez mais instável. CBASD, vol. 6, p. 730.

Comunhão. Do gr. koinonia (ver com. de At 2:42; Rm 15:26). CBASD, vol. 6, p. 730.

10 Rogo-vos. Este versículo marca a transição da ação de graças e elogio para a repreensão. Após uma breve introdução, Paulo passa diretamente a abordar os problemas que demandavam sua atenção (ver com. de Mt 5:4). CBASD, vol. 6, p. 730

Irmãos. Uma forma comum de Paulo se dirigir aos leitores de suas epístolas. Neste caso, o termo carinhoso é talvez usado com o fim de amenizar a severidade da repreensão que Paulo está prestes a fazer. O termo também implica unidade, algo em falta entre os crentes coríntios. CBASD, vol. 6, p. 730.

Faleis todos a mesma coisa. Esta frase traduz uma expressão encontrada no grego clássico que significa “estar de acordo”. O emprego desta expressão mostra que Paulo estava familiarizado com as obras clássicas gregas (ver com. de At 17:28). CBASD, vol. 6, p. 731

11 fui informado, pelos da casa de Cloe. O nome significa “imaturo” ou talvez “loiro”. O nome era comum entre escravos libertos, fato que sugere que Cloe deve ter sido uma escrava liberta. Sem dúvida, a família vivia em Corinto, de onde levaram a Paulo informações de primeira mão sobre as dissensões na igreja (ver AA, 300). CBASD, vol. 6, p. 731.

12 De Paulo. Primeiramente, o apóstolo menciona o partido que afirmava ser de seus seguidores. Ele não demonstra favor a nenhum deles, muito menos a seu próprio. Todos são condenados. O espírito de dissensão de qualquer forma é errado. Comparar um líder espiritual a outro é contrário ao espírito de Cristo. CBASD, vol. 6, p. 731

Apolo. Judeu alexandrino, seguidor dos ensinos de João Batista e homem “eloquente e poderoso nas Escrituras” (At 18:24, 25) […] Sua personalidade, modo de trabalhar e o tipo de mensagem que transmitia apelavam a uma determinada classe que começou a mostrar ‘ preferência por ele. … Entre Paulo e Apolo havia perfeita harmonia (ver v. 5-10). Quando surgiram dissensões, Apolo deixou Corinto e voltou para Éfeso. Paulo o instou a retornar a Corinto, mas Apolo se recusou. CBASD, vol. 6, p. 731.

Cefas. Os que pertenciam a esse partido criam que havia mérito especial em estar unido a um dos doze apóstolos. Pedro tinha estado associado intimamente a Jesus e era um dos líderes dos doze apóstolos. Acreditavam que isso o colocava acima de Paulo ou Apolo. CBASD, vol. 6, p. 732.

De Cristo. Os que pertenciam a esse partido se recusavam a seguir um líder humano. Eram independentes nas suas atitudes e afirmavam receber instruções diretas de Cristo (ver AA, 278, 279). CBASD, vol. 6, p. 732.

14 A nenhum de vós batizei. Os conversos de Paulo eram batizados por seus colaboradores, talvez para evitar que atribuíssem santidade especial ao rito quando realizado por certos indivíduos. O rito em si, ou o fato de ser realizado por determinado indivíduo, não confere nenhum significado especial ao batismo. A exemplo de Paulo, “Jesus mesmo não batizava, e sim os Seus discípulos” (Jo 4:2). CBASD, vol. 6, p. 732.

15 Fostes batizados. Ao que parece, era comum em Corinto a crença de que havia uma relação especial entre quem batizava e o batizado. CBASD, vol. 6, p. 732.

17 Para batizar. Paulo esperava que apenas Cristo fosse exaltado, e que homens e mulheres fossem ganhos para Ele. Por isso, ele deixou claro que batizar não era seu trabalho principal, mas sim persuadir pessoas a se renderem ao Salvador. Não era sua intenção insinuar que não batizaria ninguém, mas que soubessem que ele não se gloriava com um grande número de batismos. … Isso mostra que Paulo estava ciente do perigo de que os batizados pelos apóstolos pensassem ser superiores a outros conversos que não tiveram essa oportunidade. Assim se iniciaria uma luta de partidos na igreja, o que de fato estava ocorrendo. Ele declara que sua obra era proclamar as boas-novas da salvação e chamar todos ao arrependimento e à fé em Jesus. Esse é o principal objetivo dos ministros do evangelhoCBASD, vol. 6, p. 732.

Sabedoria de palavra. Os gregos estimavam os métodos sutis e polidos que usavam em seus debates e a refinada eloquência de seus oradores. Paulo não buscou imitar o estilo complicado e filosófico da retórica deles. O êxito do evangelho não depende dessas coisas, e o apóstolo não as tinha exibido na sua pregação. Seu ensino e modo de falar não inspirava louvor dos sofisticados gregos. Eles não consideravam sábia sua pregação. O apóstolo anelava que a glória da cruz de Cristo não fosse obscurecida por filosofia humana e oratória elegante, exaltando-se assim o homem em lugar de Deus. O êxito da pregação da cruz não depende do poder do raciocínio humano nem do encanto de uma argumentação refinada, mas do impacto de sua verdade simples apoiada no poder do Espírito SantoCBASD, vol. 6, p. 732, 733.

18 Palavra. Do gr. logosCBASD, vol. 6, p. 733

Da cruz. Isto é, sobre a cruz. A “palavra da cruz” é a mensagem da salvação por meio da fé no Senhor crucificado. Tal mensagem parecia o cúmulo da loucura para os gregos amantes da filosofia e para os judeus inclinados ao ritualismoCBASD, vol. 6, p. 733.

Os que se perdem. Eles estão no caminho da perdição, pois a única coisa que tem poder para salvá-los, isto é, a palavra da cruz, parece-lhes loucura. CBASD, vol. 6, p. 733 ,

Somos salvos. Literalmente “estão sendo salvos”. Paulo descreve a salvação como um ato presenteCBASD, vol. 6, p. 733

Poder. Do gr. dynamis (ver com. de Lc 1:35). … O evangelho é muito mais que uma declaração de doutrina ou um relato do que Jesus fez pela humanidade quando morreu na cruz. É o poder de Deus atuando no coração e na vida do pecador crente arrependido, fazendo dele nova criatura (ver Rm 1:16; cf. 2Co 5:17). CBASD, vol. 6, p. 733.

19 Está escrito. Uma citação de Isaías 29:14 … Paulo apresenta uma evidência bíblica à observação feita no versículo anterior. Todos os esforços para encontrai um caminho para a salvação por meio da filosofia humana e sem Deus serão rejeitados e aniquilados pelo Senhor. CBASD, vol. 6, p. 733.

20 Onde está o sábio? Este versículo destaca a completa inutilidade de todas as formas de pensamento e raciocínio humano como meio de promover a pregação e a salvaçãoCBASD, vol. 6, p. 733.

21 Por sua própria sabedoria. Os gregos eram conhecidos pela filosofia, mas toda sua busca por coisas novas e estranhas (ver At 17:21) não os levou ao conhecimento do “Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe” (v. 24). CBASD, vol. 6, p. 733, 734.

Pregação. Do gr. kerugma,’ “anúncio”, “proclamação … A “loucura da pregação” é o anúncio do evangelho da salvação por meio da fé do Cristo crucificado, que para os gregos e judeus descrentes parecia loucura. CBASD, vol. 6, p. 734.

22 Sinais. Os judeus buscavam demonstrações físicas exteriores em forma de maravilhas, milagres e fatos sobrenaturaisCBASD, vol. 6, p. 734.

Gregos. Por séculos, este povo foi visto como intelectual e pensador. Acreditavam que o intelecto era capaz de compreender tudo. CBASD, vol. 6, p. 734.

23 Cristo crucificado. Para os israelitas, que se apegavam à expectativa de um Messias que governaria como um rei terreno e faria de Israel o reino supremo do mundo, a mensagem do Salvador crucificado era ofensivaCBASD, vol. 6, p. 734.

Para os gentios. Para os que confiavam na lógica, na ciência e nas descobertas intelectuais, a ideia de que alguém condenado à morte pela forma mais humilhante de punição usada pelos romanos, a crucifixão, pudesse salvá-los era completa tolice (ver AA, 245). CBASD, vol. 6, p. 734.

24 Tanto judeus como gregos. Ver com. de Rm 1:16. Todos os verdadeiros cristãos, independentemente de oportunidades e privilégios nacionais ou culturais, reconhecem Jesus como aquele por meio de quem o poder de Deus é exercido para a salvação. CBASD, vol. 6, p. 734.

25 Loucura de Deus. … Na realidade, não há loucura ou fraqueza em Deus, mas o modo como Ele lida com o ser humano parece completa insensatez ao coração não regenerado. De fato, os planos de Deus para a restauração do ser humano estão muito mais bem adaptados às necessidades humanas do que todos os esquemas e artifícios do pensador mais brilhante que o mundo pode ter. CBASD, vol. 6, p. 735.

Foram chamados. Seria melhor entender a passagem como: “Não há muitos sábios entre vós.” CBASD, vol. 6, p. 735.

Muitos sábios. Para estabelecer a igreja, Deus não se valeu da sabedoria, riqueza, ou do poder deste mundo. Ele procura ganhar todas as classes, mas a chamada sabedoria deste mundo com frequência leva as pessoas a se exaltarem em vez de se humilharem perante Deus. Portanto, não é grande a proporção de ricos segundo o mundo e dos considerados líderes do pensamento popular que aceitam o evangelho simples de Jesus Cristo. De fato, “o evangelho sempre alcançou seu maior sucesso entre as classes humildes” (AA, 461). CBASD, vol. 6, p. 735.

27 As coisas loucas. A mente cheia da sabedoria deste mundo fica confusa diante da clara e simples pregação do evangelho por alguém instruído pelo Espírito de Deus, mas com pouca instrução secular. Os judeus ficaram surpresos com a sabedoria de Jesus, e perguntaram: “Como sabe este letras, sem ter estudado?” (Jo 7:15). Não podiam entender como alguém que não frequentou as escolas dos rabis fosse capaz de apresentar as verdades espirituais. O mesmo se dá hoje. O valor atribuído à instrução se calcula em geral pela quantidade de anos de estudo. A verdadeira instrução é aquela que torna a Palavra de Deus a fonte do saber. Quem obteve tal instrução é humilde, manso e submisso à orientação do Espírito Santo (comparar com Mt 11:25). CBASD, vol. 6, p. 735.

Coisas fracas. Isto é, as coisas que o mundo considera fracas. CBASD, vol. 6, p. 735.

28 Humildes. Do gr. agenes, literalmente, “de nenhuma família”, portanto, empregado para descrever alguém sem nome ou reputação. Neste caso, agenes indica os desprezados pela sociedade. Paulo enfatiza que Deus não depende da habilidade ou instrução humana para o cumprimento de Seu propósito: a redenção do ser humano. Instrumentos humildes que se entregam por completo a Deus são usados para mostrar como é vão e impotente confiar na instrução e no poder do mundo. CBASD, vol. 6, p. 735.

29 Ninguém. Isto é, nenhum ser humano (cf. Mc 13:20; Lc 3:6). Paulo resume o raciocínio dos v. 18 a 28 declarando que nenhuma classe de pessoas, ricas ou pobres, poderosas ou humildes, instruídas ou não, tem motivo para se gloriar perante Deus. CBASD, vol. 6, p. 735.

30 Dele. Isto é, de Deus. A vida pertence a Deus (At 17:25, 28). CBASD, vol. 6, p. 735.

Em Cristo Jesus. É a união com Cristo que torna os cristãos fortes e sábios. Eles não buscam posições honrosas, riqueza, honra ou poder para si mesmos. Deus, por meio de Jesus Cristo, supre todas as coisas. Muito embora o ser humano não reconheça, Cristo é quem provê tudo o que se possui. Todo o necessário para resgatar o ser humano da degradação em que se afundou, como resultado do pecado, se encontra em Jesus, em quem habita “toda a plenitude da Divindade” (Cl 2:9; cf. PJ, 115). Por meio de Jesus, nos tornamos sábios, justos, santos e remidos. CBASD, vol. 6, p. 735, 736.

Justiça. Pela fé, a justiça de Cristo é imputada e concedida ao crente. CBASD, vol. 6, p. 736.

31 Glorie-se no Senhor. Citação abreviada de Jeremias 9:23 e 24. Não há motivo para exaltação ou jactância em nenhuma conquista humana. A única coisa pela qual o ser humano pode encontrar justificativa para se gloriar é no fato de conhecer o Senhor Jesus Cristo como seu salvador pessoal. A maravilha do amor e da sabedoria de Deus, revelada em Cristo, é fonte contínua de louvor e regozijo, diante da qual toda sabedoria e proeza humanas se perdem em total insignificância. CBASD, vol. 6, p. 736.



I CORÍNTIOS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
11 de dezembro de 2024, 0:40
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I CORÍNTIOS 1 – “Nesta carta Paulo reprova a apostasia, que havia introduzido na igreja certas práticas que rebaixavam os ensinos do evangelho” (Bíblia do Discípulo). Por conseguinte, o leitor será reforçado na autoridade das Escrituras, aprenderá a defender padrões claros de santidade e moralidade, promoverá a liberdade cristã com responsabilidade e amor, terá ciência da ordem e reverência no culto e encontrará motivação para proteger doutrinas essenciais ao cristianismo.

Esta carta é um chamado à fé centrada na cruz de Cristo, que transforma a mente, o coração e o comportamento, em contraste com visões que distorcem ou diluem o evangelho.

Paulo inicia identificando os coríntios como “santificados em Cristo Jesus” e “chamados para serem santos”. Isso aponta para uma vida que reflete o caráter de Cristo, rejeitando comportamentos que banalizam a graça divina.

Paulo exorta os cristãos a não promoverem divisões e partidarismos (I Coríntios 1:10-17). Ele enfatiza que a Igreja pertence a Cristo, não a líderes humanos ou ideologias. Não podemos aceitar ensinos que fragmentam a igreja ao adotar múltiplas interpretações ou práticas sem base sólida nas Escrituras (vs. 4-9).

“A mensagem da cruz é loucura para que estão perecendo”, mas “poder de Deus” para os salvos. Há um contraste entre a sabedoria divina e a humana, a qual desafia filosofias relativistas que rejeitam ou minimizam o sacrifício de Cristo como fundamento da fé (I Coríntios 1:18-31). Consequentemente, o cristão deve rejeitar qualquer tendência de adaptar o evangelho para se alinhar às ideias predominantes da cultura.

• A exortação à unidade e ao foco em Cristo combate tendências que relativizam o senhorio de Cristo no cristianismo.

• A ênfase na cruz como poder e sabedoria de Deus confronta visões pós-modernas que buscam um evangelho menos ofensivo ou mais racionalizado.

Desta forma, o capítulo de abertura de I Coríntios estabelece um fundamento teológico sólido, destacando que o evangelho é contracultural e exige submissão total à sabedoria e poder de Deus, resistindo a qualquer comprometimento com ideologias que diluam seus valores.

Fica evidente, então, que:

• O evangelho não se curva à cultura, ele a confronta com a sabedoria divina.

• A fé centrada na Palavra e firmada na cruz de Cristo é a única forma capaz de transformar mente, coração e comportamento.

Abraçando esta mensagem, desfrutaremos de reavivamento! – Heber Toth Armí.



Romanos 16 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
10 de dezembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: Romanos 16 – Primeiro leia a Bíblia

Romanos 16 – BLOG MUNDIAL

Romanos 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ROMANOS 16
10 de dezembro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/rm/16

Nossos primeiros pais no Éden ouviram o diabo falando por meio da serpente e de sua perfeição original caíram para um estado de rebelião. Deus prometeu que a Semente da Mulher os libertaria (Gênesis 3:15). Deus o Filho – o próprio Criador (João 1: 1-3, 13), que foi por séculos o Mediador entre o céu e a terra – viria a esta terra, adotaria a natureza humana, nasceria de mulher e seria a Semente Prometida.

Na cruz, Jesus esmagou a cabeça da “serpente”, bem no momento em que o diabo feriu o Seu calcanhar. Jesus levou nosso pecado e culpa sobre Si mesmo e, na realidade, morreu a nossa morte – mas, ao fazer isso, Ele desmascarou o poder enganador de Satanás e decretou a sentença de morte para o reino do mal. A raça humana não está mais presa às mentiras do diabo. A Verdade nos libertou! Agora somos livres para escolher a Vida, o Amor e a Verdade!

O evangelho é em essência a união com Cristo em Sua morte, pela fé, a fim de renunciarmos aos nossos pecados. Por meio do batismo, participamos, pela fé, de Sua ressurreição. Pela fé, nós O vemos no santuário celestial e reivindicamos a graça que traz a salvação, e então, pela fé, “Sua vitória é nossa”! (DTN 77).

E como vocês se uniram à Cristo, o qual foi vitorioso sobre o diabo, “em breve o Deus da paz esmagará Satanás sob os pés de vocês!” (Romanos 16:20, NVT)

Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais,
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley, Washington, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/rom/16
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



ROMANOS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
10 de dezembro de 2024, 0:50
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454 palavras

1 Febe. Nada se sabe sobre ela, além do que é dito aqui. Ela pode ter sido a portadora da epístola de Paulo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 715.

Servindo. Do gr. diakonos, “diaconisa”, a única ocorrência da palavra no NT, no feminino. O uso desse termo sugere que o cargo de “diaconisa” já devia estar estabelecido na igreja cristã primitiva. Pelo menos, Febe era, em algum sentido, uma serva ou ministra da congregação de Cencreia. CBASD, vol. 6, p. 715.

Cencreia. Porto oriental de Corinto, localizado a cerca de sete quilômetros da cidade. CBASD, vol. 6, p. 715.

2 Ajudeis. Do gr. paristemi, literalmente, “estar ao lado”. Tanto esta palavra como aquela traduzida como “questão” (pragma) são termos usados em processos judiciais. É possível que Febe tivesse assuntos jurídicos em Roma, e que os membros da igreja de lá pudessem ser de alguma ajuda para ela. Como alguém que havia “hospedado a muitos”, é evidente que ela não precisa de assistência devido a pobreza. CBASD, vol. 6, p. 715.

5 Na casa deles. Os primeiros cristãos, não tendo igrejas, dependiam, para locais de reunião, da hospitalidade dos irmãos que punham suas casas á disposição. Os crentes de Roma podem ter tido vários desses pontos de encontro. CBASD, vol. 6, p. 716.

16 Ósculo Santo. Modo habitual de saudação no oriente (1 Co 16:20). CBASD, vol. 6, p. 717.

17 Noteis. Paulo interrompe as saudações para advertir os crentes romanos contra falsos mestres que poderiam perturbar sua harmonia e destruir sua fé. O apóstolo havia experimentado os resultados negativos dessas influências na Galácia e em Corinto. CBASD, vol. 6, p. 717.

Afastai-vos deles. Comparar com 2Ts 3:14. CBASD, vol. 6, p. 717.

18 Seu próprio ventre. Seus motivos são vis e seus objetivos são egoístas (Fp 3:17-19). CBASD, vol. 6, p. 717.

19 Sábios. Comparar com o conselho de Jesus para ser “prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” (Mt 10:16). CBASD, vol. 6, p. 717.

20 Esmagará. Paulo aguarda com expectativa a vitória final predita em Gênesis 3:15, que não está longe. Esse triunfo sobre as forças do mal é retomado em cada vitória vivida pelos cristãos sobre a tentação e o engano. Paulo pensava na vitória que esperava que os crentes romanos desfrutassem ao “evitar” os falsos mestres que tentariam dividi-los e confundi-los. CBASD, vol. 6, p. 718.

25 Segundo o meu evangelho. O evangelho de Paulo era a mensagem de salvação que lhe fora confiada. CBASD, vol. 6, p. 718.

26 Das Escrituras. Foi por meio destas que o mistério de Deus foi “dado a conhecer a todas as nações”. O plano divino de salvar a humanidade, pela fé em Jesus Cristo, foi previsto no AT e está em plena conformidade com seus ensinamentos. CBASD, vol. 6, p. 718.

27 Ao Deus único. A sabedoria de Deus foi especialmente exibida no plano que então fora revelado e que se tornara objeto desta epístola. CBASD, vol. 6, p. 718.

Compilação: Tatiana Wernenburg



ROMANOS 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
10 de dezembro de 2024, 0:40
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ROMANOS 16 – Este último capítulo de Romanos “apresenta várias listas de pessoas, na maioria desconhecidas”, esta “é a maior e mais íntima expressão do amor e da afeição de Paulo por outros cristãos e colaboradores entre as que podem ser encontradas nas suas cartas do NT”. Além disso, ele, “fornece lampejos da vida dos cristãos comuns do século 1º e oferece uma visão interior da natureza e do caráter da Igreja primitiva” (John MacArthur).

Romanos 16 destaca a importância das relações pessoais e da colaboração na liderança eclesiástica. Paulo saúda diversos líderes e trabalhadores da Igreja, enfatizando o papel crucial de homens e mulheres no ministério.

Paulo menciona pelo menos 26 pessoas pelo nome, cada uma desempenhando papel importante no crescimento e administração das igrejas. Entres elas, ele destaca líderes de diferentes contextos, tais como:

• Febe (Romanos 16:1-2) – Descrita como “diaconisa” da igreja de Cencreia e “protetora” de muitos – incluindo Paulo. Ela era mulher influente, e serviu de mensageira desta Carta aos Romanos.

• Priscila e Áquila (Romanos 16:3) – “Cristãos judeus de Roma que trabalharam com Paulo em Corinto (At 18:2-3). Eles partiram de Roma quando Cláudio expulsou os judeus, por volta de 49 d.C. Na época da carta, estavam de volta à capital do Império. Paulo menciona em primeiro lugar Priscila, a esposa, em reconhecimento à sua proeminência na igreja” (Bíblia Andrews).

• Júnias (Romanos 16:7): Reconhecida como notável “entre os apóstolos”. Sua inclusão como mulher em um papel de destaque apostólico reforça a participação feminina em funções de liderança eclesiástica.

Mulheres como Priscila e Febe não apenas serviram, mas também lideraram. Elas enfrentaram desafios, investiram recursos e arriscaram a vida pela causa de Cristo. Além desses exemplos, Paulo saúda outros obreiros, homens e mulheres, que cooperaram com ele no evangelho, mostrando a diversidade e a comunhão na liderança da igreja primitiva.

Em Romanos 16:17-20, “Paulo considerou necessário inserir em suas saudações de amor” uma “admoestação contra os ensinos e práticas prejudiciais que abalavam a verdade do Cristianismo, sendo a maior de suas ameaças. O amor genuíno estará pronto para perdoar o mal, mas não o tolerará ou o ignorará. Aqueles, como Paulo, que amam de verdade os outros cristãos, que lhes são queridos, os alertarão a respeito do pecado e das consequências” (MacArthur).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Romanos 15 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
9 de dezembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: Romanos 15 – Primeiro leia a Bíblia

Romanos 15 – BLOG MUNDIAL

Romanos 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ROMANOS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
9 de dezembro de 2024, 0:50
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479 palavras

1 Nós, que somos fortes. A palavra traduzida como “fortes” significa “poder” ou “poderoso”, e descreve os espiritualmente amadurecidos. Esses crentes estão firmes e devem ajudar os outros a ficar firmes. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 708.

2 Para edificação. Ou seja, para beneficiar o próximo e ajudá-lo em seu crescimento espiritual. Paulo não quer dizer que  os mais experientes devem agradar os débeis por concordar com suas opiniões e práticas, nem condescender com o que eles acham que seja bom. CBASD, vol. 6, p. 708.

3 Não Se agradou a Si mesmo. Paulo ilustra e reforça o dever de sacrificar o próprio prazer para o bem dos irmãos, referindo-se ao exemplo supremo de amor abnegado. CBASD, vol. 6, p. 708.

4 Foi escrito para o nosso ensino. Paulo enfatizou a natureza permanente do AT. Mesmo com a revelação maior em Cristo, o NT, então em processo de produção, o AT mantém seu lugar como fonte segura da moral e da fé. CBASD, vol. 6, p. 708.

8 Da circuncisão. O propósito de Paulo em Romanos 15:7 a 12, é enfatizar a universalidade da graça de Deus em Cristo, como demonstrado em relação aos judeus e gentios. Cristo Se dispôs a submeter-Se a tudo que fosse necessário a fim de resgatar as criaturas caídas, onde estivessem. CBASD, vol. 6, p. 709.

9 Como está escrito. Citação do Salmo 18:49. Os v. 9 a 12 mostram que, desde o princípio, o plano salvífico de Deus incluía judeus e gentios. CBASD, vol. 6, p. 710.

14 Aptos para vos admoestardes. Ou, “qualificados também para exortar”, “competentes também para aconselhar”. CBASD, vol. 6, p. 710.

16 Espírito Santo. Somente as ofertas santificadas pelo Espírito Santo são aceitáveis a Deus. CBASD, vol. 6, p. 711.

20 Anunciado. Paulo evitava pregar em lugares em que as pessoas já tivessem sido ensinadas a crer em Cristo e invocar Seu nome em confissão publica e adoração. CBASD, vol. 6, p. 712.

21 Como está escrito. Citação de Isaías 52:15. Paulo defende sua prática de pregar onde o nome de Cristo era desconhecido, observando que o procedimento cumpria as profecias do AT. CBASD, vol. 6, p. 712.

25 Estou de partida para Jerusalém. Apesar de seu desejo de ver os crentes de Roma, Paulo sentia ser seu dever primeiramente ir na direção oposta, a fim de levar assistência aos membros mais pobres de Jerusalém. CBASD, vol. 6, p. 713.

30 Luteis juntamente. O termo implica esforço extenuante; aqui, indica seriedade na oração. Mesmo sendo cheio dos dons de um apóstolo, Paulo ainda precisava e pedia as orações de outros crentes. CBASD, vol. 6, p. 713.

31 Seja bem aceito. Paulo havia, sem dúvida, ofendido os judaizantes na igreja de Jerusalém por causa da atitude deles em relação ao ritual judaico e á questão da admissão dos gentios. Por isso, eles poderiam achar que era impossível aceitar cordialmente uma oferta daqueles que por tanto tempo eles estavam acostumados a desprezar. CBASD, vol. 6, p. 714.

33 O Deus da paz. A bênção da paz mencionada na abertura da carta ocorre novamente perto do fim. CBASD, vol. 6, p. 714.

Compilação: Tatiana Wernenburg