Reavivados por Sua Palavra


I CORÍNTIOS 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
18 de dezembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: I CORÍNTIOS 8 – Primeiro leia a Bíblia

I CORÍNTIOS 8 – BLOG MUNDIAL

I CORÍNTIOS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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I CORÍNTIOS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
18 de dezembro de 2024, 0:50
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1742 palavras

1 No que se refere. Este versículo introduz outro tema sobre o qual a igreja de Corinto havia buscado o conselho de Paulo, a saber, se era lícito comer alimentos oferecidos a ídolos por seus adoradores pagãos. Quando se sacrificavam animais aos deuses nos templos pagãos, parte do animal era dada aos sacerdotes oficiantes, que vendiam a carne. Parte dela era encontrada nos mercados públicos. Por isso, surgiram dois questionamentos: se era apropriado comprar tais alimentos nos mercados públicos e comê-los, e se era correto comer tal alimento ao visitar um amigo pagão. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 792.

todos somos senhores do saber. Talvez os coríntios tenham se vangloriado disso na carta que enviaram a Paulo (ver com. de 1Co 7:1). Os crentes de Corinto estavam cientes da real natureza dos ídolos, sabiam que não tinham importância alguma (1Co 8:4). CBASD, vol. 6, p. 792.

ensoberbece. Isto é, conduz ao orgulho e a superestimar a opinião de um ser humano, bem como a falta de amor para com outros. CBASD, vol. 6, p. 792.

amor. Do gr. ágape, “amor” na forma mais elevada. Não se trata de uma atração sensual ou biológica, mas amor baseado em princípio; interesse real no bem-estar do próximo por causa de seu valor para Deus como pessoa pela qual Cristo morreu (ver com. de Mt 5:43). Tal amor “não se ensoberbece” (1Co 13:4). Edifica em vez de destruir; portanto, busca sempre ajudar o próximo (ver 1Co 13). Paulo relembrou-lhes que não é seguro confiar num guia tão defeituoso como a sabedoria humana. Se o coração não está ligado a Deus, o conhecimento e a ciência acaba enchendo a pessoa de orgulho, vaidade e confiança na própria capacidade. Com frequência, esse saber afasta a pessoa da religião genuína e lhe confunde a mente (ver 1Co 1:20, 21). A resposta à pergunta sobre alimentos oferecidos a ídolos não devia se basear apenas no conhecimento abstrato, mas no amor verdadeiro pelo próximo. A preocupação principal deve ser por aquilo que melhor contribui para a paz, pureza, felicidade e salvação do próximo. O amor é a resposta para todo problema doutrinário, moral e social. CBASD, vol. 6, p. 792.

2 saber alguma coisa. Paulo condena o orgulho pelo conhecimento intelectual que leva ao desprezo e à negligência pelos menos instruídos. A pessoa orgulhosa por seu conhecimento, a ponto de desprezar os outros e ignorar suas necessidades, demonstra que ainda não aprendeu o princípio do verdadeiro conhecimento. Aquele que é verdadeiramente instruído é humilde, modesto e se preocupa com os demais. Não é orgulhoso e não desconsidera a felicidade dos outros. Quem não usa o conhecimento para contribuir para a felicidade e o bem-estar de outros prova que desconhece um dos propósitos fundamentais do conhecimento, que é o bem geral da humanidade. Assim como um avarento acumula riquezas e não faz o uso delas para abençoar e ajudar outros, quem não reconhece a responsabilidade que a aquisição de conhecimento traz pisa nos interesses dos outros ao redor. Seu conhecimento será usado em benefício próprio, a despeito da necessidade das pessoas em geral. Isso tem sido visto repetidamente na história do mundo. O saber, como a luz do sol, não tem valor a menos que ilumine a Terra. Os seres humanos devem sempre se lembrar de que é Deus quem lhes dá a capacidade de adquirir conhecimento, e é seu dever como mordomos do Senhor usar esse dom em benefício do próximo (ver Pv 2:1-6 ; Tg 1:5). Somente os que conhecem o amor e o colocam em prática é que possuem conhecimento verdadeiramente útil (ver ICo 13:2). Este versículo ensina que conhecimento sem amor é nada, pois não considera o que é mais necessário, a saber, a aplicação correta do conhecimento em favor do próximo. CBASD, vol. 6, p. 792, 793.

3 ama a Deus. A obediência ao primeiro grande mandamento, “amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração”, promove a verdadeira sabedoria (M t 22:37; cf. Pv 1:7). CBASD, vol. 6, p. 793.

é conhecido por Ele. Deus conhece a todos, mas tem estreita comunhão apenas com os que O amam, considerando-os como amigos (ver Jo 10:14; Gl 4:9 ; 2Tm 2:19). CBASD, vol. 6, p. 793.

4 No tocante. Este versículo resume a análise da atitude do cristão quanto aos alimentos oferecidos aos ídolos. CBASD, vol. 6, p. 793.

nada. No texto grego, esta palavra é enfática, destacando que o ídolo é absolutamente nada. O ídolo é apenas madeira, pedra ou metal sem vida, e não tem existência de fato no céu nem na Terra. Deve-se considerar que a palavra “ídolo” não se refere apenas à imagem, mas ao deus que supostamente representa. A declaração de Paulo nega a existência desse deus. A crença de que divindades habitam nos ídolos fabricados é apenas uma fantasia da mente dos adoradores. CBASD, vol. 6, p. 793.

5 Deuses senhores. Os pagãos criam que o céu e a Terra eram habitados por deuses e senhores de níveis e poderes diferentes. Mas eram apenas divindades imaginárias. CBASD, vol. 6, p. 793.

6 pelo qual. Por meio do Filho, tudo no universo veio a existir (ver Jo 1:1-3, 14; Cl 1:16, 17; Hb 1:2). Os pagãos diziam haver muitos governantes e senhores do universo, mas os cristãos sabem que há apenas um. Paulo apresenta a grande verdade de que Deus, e apenas Deus, trouxe “todas as coisas” à existência, e que fez isso por meio do Filho Jesus Cristo, que é a segunda pessoa da divindade. CBASD, vol. 6, p. 794.

7 por efeito da familiaridade. Ou, “segundo o uso habitual” ou “pela força do hábito”. Havia alguns na igreja de Corinto que não consideravam o alimento oferecido a ídolos como alimento comum, embora não mais cressem na existência de ídolos. Como resultado do hábito de anos, eles não conseguiam se dissociar por completo do passado. Compartilhar desse alimento os colocava de forma vívida no seu antigo contexto, uma situação além do que podiam suportar. CBASD, vol. 6, p.794.

8 recomendará. O favor de Deus não depende do uso ou abstenção de alimento oferecido a ídolos. Deus vê o coração e leva em conta os pensamentos e motivações que impulsionam as ações. A adoração a Deus é espiritual e não se baseia em questões dessa natureza . CBASD, vol. 6, p.794.

nada perderemos. Literalmente, “nos falta”. Não é recusando-se a comer esse tipo de alimento que os crentes aumentam seu valor moral ou sua excelência. Paulo trata aqui do alimento oferecido a ídolos, e sua declaração não deve ser generalizada para além do tema em consideração, como se nenhum alimento ou bebida pudesse afetar o relacionamento com Deus. O princípio não se aplica aos casos em que o alimento ou a bebida seja prejudicial ao corpo, ou no caso de alimentos estritamente proibidos por Deus. CBASD, vol. 6, p. 794.

9 Vede. Conhecer a verdade sobre os ídolos não constitui em si uma desculpa ilimitada para se satisfazer o apetite sem considerar a influência desses atos sobre os outros. CBASD, vol. 6, p. 794.

liberdade. Do gr. exousia, “direito” ou “autoridade”, isto é, de comer a carne oferecida a ídolos. Em muitas circunstâncias, o cristão tem o direito ou autoridade de fazer algo, mas não é sábio nem cortês para com os demais exercer esse direito de forma indiscriminada (ver com. de 1Co 6:12; cf. 10:23). CBASD, vol. 6, p. 794, 795.

tropeço. Isto é, qualquer coisa que faça com que o outro se desvie do caminho da verdade e cometa pecado. CBASD, vol. 6, p. 795.

fracos. O cristão deve sempre se lembrar de que é guardião de seu irmão. Seu dever é viver de modo tal que nenhum ato ou palavra desvie alguém da harmonia com a vontade de Deus. Conveniência e inclinação pessoal não deve ser a principal preocupação, mas sim o efeito de seus atos sobre os demais. CBASD, vol. 6, p. 795.

10 à mesa. Isto é, em uma refeição. Talvez a ocasião fosse de uma função oficial, associada a uma refeição no templo dedicado ao ídolo. CBASD, vol. 6, p. 795.

em templo de ídolo. Neste versículo, apresenta-se o que pode ser considerado um caso extremo, embora se aceite que os que não consideram a influência de suas ações sobre outros possam se comportar da forma descrita. CBASD, vol. 6, p. 795.

11 irmão fraco. O irmão fraco é aquele a quem mais se deve tratar com paciência e tolerância. É um irmão na fé, alguém unido ao Senhor pelo mesmo laço familiar que une aqueles cuja fé é mais amadurecida . Ele tem direito ao amor e à ajuda dos demais na igreja. Deve-se fazer todo o possível para evitar pôr em risco os interesses espirituais de tal pessoa. CBASD, vol. 6, p. 795.

Cristo morreu. Este é o argumento mais forte contra o mau uso da liberdade, quando esse mau uso põe em risco a salvação dos outros. Não se deve fazer nada que torne infrutífero o sacrifício de Cristo por uma pessoa. Essa possibilidade deve ser o suficiente para impedir alguém de tomar qualquer atitude que resulte nisso. Certamente o cristão consciente do que o Salvador fez por ele não insiste em ser indiferente ao bem estar de seus irmãos, fazendo algo que os levaria a violar sua consciência. CBASD, vol. 6, p. 795.

12 pecando. Aquele que tem o amor de Jesus no coração não deseja usar a liberdade de forma que seus irmãos se desviem. Pelo contrário, fica feliz em se abster de privilégios e prazeres, se com isso puder evitar que alguém se desanime. Existe uma ideia enganosa de que toda pessoa tem o direito de fazer o que desejar sem considerar o efeito disso sobre outros, desde que não faça nada contrário à lei (cf. Rm 14:13, 16, 21; 1Pe 2:15, 16). Cristãos amadurecidos devem cuidar para não fazer nada que possa escandalizar os crentes mais fracos ou ser pedra de tropeço no caminho deles. Influenciar outros de forma errada é uma violação da lei que instrui os cristãos a amar seus irmãos e a buscar o bem-estar deles (ver Mt 22:39; Jo 15:12, 17; Rm 13:10; Gl 5:14; Tg 2:8). CBASD, vol. 6, p. 795, 796.

contra Cristo é que pecais. O Salvador Se identifica com Seu povo, incluindo Seus irmãos mais fracos. Na estrada para Damasco, Ele disse a Saulo que a perseguição contra os santos era, na verdade, contra Ele próprio (At 9:5; cf. Mt 25:40). CBASD, vol. 6, p. 796

nunca mais comerei carne, para que não venha a escandalizá-lo. A liberdade é valiosa. Mas, se o exercício dela resulta em fraqueza para um irmão, o correto é renunciar essa liberdade em favor daquele. O amor ao próximo deve ser o princípio orientador em tais questões. … Negar o eu em favor dos demais é uma característica importante da experiência de um genuíno seguidor de Jesus (ver Mt 16:24; Jo 3:30; Rm 12:10; 14:7, 13, 15-17; Fp 2:3, 4). Esse princípio é a essência do espírito de Jesus, em cuja vida terrena se manifestava constantemente. CBASD, vol. 6, p.796.



I CORÍNTIOS 8 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
18 de dezembro de 2024, 0:40
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I CORÍNTIOS 8 – Embora Atos 15:20 e 29 proíbam explicitamente o consumo de alimentos sacrificados a ídolos, Paulo adota abordagem pastoral em I Coríntios 8, reconhecendo a complexidade das diferentes situações. Em vez de repetir a proibição de forma absoluta, ele destaca o princípio subjacente: O amor ao próximo e a preocupação com sua edificação espiritual. Paulo não contradiz o Concílio de Jerusalém, mas complementa sua decisão com uma aplicação prática mais ampla.

Alguns irmãos da Igreja de Corinto raciocinaram que se os ídolos não são nada, e não existem outros deuses além do Deus verdadeiro, não havia problema nenhum em comer carnes sacrificadas a eles (I Coríntios 8:1-8). Paulo reconhece que, em algumas situações, comer carne sacrificadas a ídolos podem não ser prejudicial para quem tem “consciência forte”. Porém, ele reafirma que, se isso causar tropeço a um irmão com “consciência fraca”, então é melhor abster-se (I Coríntios 8:9-13)

• O vínculo entre Atos 15 e I Coríntios 8 é o amor. Em ambos os casos, o foco está na preservação da unidade e na edificação da igreja.
• Atos 15 protege a convivência entre judeus e gentios; I Coríntios 8 protege a consciência dos “fracos” dentro do corpo de Cristo.

Em ambos os casos, o amor ao próximo e o respeito pela unidade da igreja são os fundamentos que orientam a decisão.

Qual era o problema em I Coríntios 8 que oferecem lições para a atualidade?

O problema era o “conhecimento”. Paulo reconhece que os coríntios possuíam conhecimento: Eles sabiam “que o ídolo não significa nada no mundo e que só existe um Deus” (I Coríntios 8:4). Esse conhecimento teológico é lógico e correto, no entanto, poderia levar à arrogância ou à insensibilidade. Por isso o apóstolo alerta: “O conhecimento traz orgulho, mas o amor edifica” (v. 1).

Paulo afirma que o amor deve prevalecer sobre o conhecimento. A questão não era apenas teológica, mas também relacional em Corinto. O comportamento de cristãos mais “conhecedores” poderia destruir a fé de irmãos mais fracos. Para Paulo, tal atitude é um pecado contra Cristo, pois Jesus morreu por esses irmãos.

• Assim como no tempo de Paulo, nosso testemunho cristão é mais eficaz quando está fundamentado no amor que considera as necessidades e fragilidades do próximo!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



I CORÍNTIOS 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
17 de dezembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: I CORÍNTIOS 7 – Primeiro leia a Bíblia

I CORÍNTIOS 7 – BLOG MUNDIAL

I CORÍNTIOS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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I CORÍNTIOS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
17 de dezembro de 2024, 0:50
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606 palavras

1 Toque em mulher. Um eufemismo para relação sexual. É provável que esta expressão seja sinônima de casamento. A instrução deve ser interpretada à luz de seu contexto, e não deve ser compreendida como uma proibição para o casamento. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 778.

5 Priveis. Do gr. a-postereõ, “roubar”, “privar de”. Os cristãos são aconselhados a não privar um ao outro dos privilégios íntimos do matrimônio, a não ser por tempo limitado, sob circunstâncias especiais e consentimento mútuo. CBASD, vol. 6, p. 779.

9 Não se dominem. Paulo enfatiza a importância de se dominar, mas também reconhece que nem todos são como ele. Além disso, os que se acostumaram à vida de casados podem achar difícil ter esse domínio completo. CBASD, vol. 6, p. 780.

10 A mulher. O fato de citar a mulher em primeiro lugar se deve a que ela estaria mais inclinada a buscar o divórcio. Como a parte mais frágil, ela era suscetível a sofrer opressão nas mãos do companheiro incrédulo. CBASD, vol. 6, p. 780.

12 Não a abandone. Poderia haver casos em que uma esposa não cristã fosse tão contrária ao evangelho que não desejasse viver com um marido cristão. Em tais casos, o marido não podia evitar a separação. Se, pelo contrário, a esposa incrédula desejasse permanecer com o esposo crente, ele não tinha a liberdade de buscar a separação. O voto matrimonial é sagrado e não pode ser desconsiderado por causa de uma mudança religiosa de uma das partes. O efeito natural da conversão de um cônjuge deveria ser torná-lo mais carinhoso, gentil, amoroso e leal do que antes. CBASD, vol. 6, p. 781.

19 O que vale é guardar. O que importa é a fé manifestada na obediência aos mandamentos de Deus. O Senhor não avalia a religiosidade individual pela observância de rituais, mas pelo relacionamento com os princípios da lei divina. CBASD, vol. 6, p. 783.

23 Comprados. O preço do resgate é o precioso sangue de Jesus. CBASD, vol. 6, p. 784.

27 Não procures casamento. Aconselha-se ao solteiro ou viúvo não estar ansioso para se casar. Isso não significa que Paulo desaprovava o casamento ou que o declarou ilegítimo, como talvez pensavam alguns dos crentes coríntios. Em vez disso, buscava livrar os cristãos de envolvimentos desnecessários em tempos de angústia. É verdade que os solteiros passam por menos dificuldades em períodos de tribulação. CBASD, vol. 6, p. 786.

32 Das coisas do Senhor. Isto é, coisas concernentes à religião, assuntos espirituais, em contraste com as questões terrenas. O solteiro não se sobrecarrega com responsabilidades familiares. Seu tempo e energia não são consumidos em satisfazer as necessidades materiais de uma família, em particular, em períodos de prova e perseguição. Ele é livre para dar atenção completa ao avanço do reino de Deus. Paulo pessoalmente preferiu isso. Portanto, é correto que uma pessoa, se assim o desejar, permaneça solteira e se dedique totalmente à obra do Senhor. CBASD, vol. 6, p. 788.

38 E, assim. Este versículo resume a discussão dos v. 36 e 37. Não é errado dar a filha em casamento, ou que um jovem se case com sua noiva. Tampouco é pecado permanecer solteiro. CBASD, vol. 6, p. 790.

40 Eu tenho o Espírito. Parece haver referência a certos líderes da igreja em Corinto que criam ser inspirados. O apóstolo afirma sua crença de que ele também é inspirado pelo Espírito Santo. Portanto, essa declaração é uma afirmação de que suas cartas deviam ser recebidas não como opinião humana, mas como sabedoria divina. Era necessário que Paulo apresentasse seu direito de afirmar que tinha iluminação divina. Só assim ele poderia contrapor á instrução dada por falsos mestres em Corinto, e poderia estabelecer regras para a conduta dos crentes coríntios que os fortaleceria contra as tentações a que estavam expostos. CBASD, vol. 6, p. 791.

 

Selecionados por Tatiana Wernenburg



I CORÍNTIOS 7 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
17 de dezembro de 2024, 0:40
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I CORÍNTIOS 7 – A Igreja de Corinto estava inserida numa cidade cosmopolita, marcada por imoralidade sexual e pluralismo religioso. O templo de Afrodite, com suas práticas cultuais envolvendo prostituição, e a influência do estoicismo, que promovia o celibato como ideal de virtude, criaram tensões significativas na compreensão cristã do casamento e da pureza sexual. Surgiram dúvidas, tais como:

• Se o celibato era mais santo que o casamento.
• Como lidar com casamentos mistos (entre crentes e descrentes).
• A relação entre as realidades terrenas, como o casamento, e a iminência da volta de Jesus.

O casamento é uma instituição divina: Paulo reafirma o matrimônio como uma instituição honrada e necessária para evitar a imoralidade sexual (I Coríntios 7:1-3). O casamento é uma ordem estabelecida na criação (Gênesis 2:24). No entanto, Paulo não eleva o casamento acima da devoção espiritual, apontando que tanto casados quanto os solteiros podem servir a Deus em suas respectivas condições (I Coríntios 7:4-6).

O celibato como dom: Para Paulo, o celibato é um dom espiritual (I Coríntios 7:7-9). Ele não é uma imposição, é uma escolha legítima para aqueles que podem viver sem distrações no serviço a Deus. Enquanto o casamento é uma bênção (vs. 25-28), o celibato pode ser um chamado especial para dedicar-se exclusivamente ao Reino de Deus (vs. 36-40; Mateus 19:12).

A santidade do lar: A orientação de Paulo sobre casamentos mistos enfatiza que a presença de um crente no lar é uma fonte de santificação aos demais familiares (I Coríntios 7:10-16).

O evangelho e a prioridade do Reino de Deus: Paulo exorta seus leitores a viverem os benefícios do evangelho onde estão (I Coríntios 7:17-24), com senso de urgência – dado o contexto de que “a forma presente deste mundo está passando” (vs. 29-31). Assim, seja no casamento ou celibato, o foco deve estar em buscar primeiro o Reino de Deus (Mateus 6:33).

Num mundo que desvaloriza o casamento, Paulo defende o matrimônio como um pacto sagrado; não é uma instituição obsoleta. Sua abordagem equilibrada entre o celibato e o casamento oferece respostas tanto ao asceticismo, que despreza as alegrias da vida conjugal, quanto ao hedonismo, que glorifica os prazeres sem compromisso.

Esse texto convida-nos a viver com senso de missão, enquanto se navega pelas responsabilidades da vida presente! – Heber Toth Armí.



I CORÍNTIOS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
16 de dezembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: I CORÍNTIOS 6 – Primeiro leia a Bíblia

I CORÍNTIOS 6 – BLOG MUNDIAL

I CORÍNTIOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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I CORÍNTIOS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
16 de dezembro de 2024, 0:50
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I CORÍNTIOS 6 – Precisa acontecer uma transformação na vida daqueles que recebem a graça de Deus e vivem de acordo com o Espírito Santo.

1. Quem não é convertido vive segundo os padrões humanos, buscando interesses próprios e, muitas vezes, usando meios injustos para alcançar seus objetivos. Paulo fala, inclusive, de pessoas que recorrem a tribunais humanos para resolver disputas (I Coríntios 6:1-8).

• O convertido deve reconhecer que a justiça vem de Deus e busca viver em paz com o próximo. Ele entende que o testemunho cristão é mais importante do que vencer uma causa na justiça humana contra um irmão de fé.

2. Quem é secular é caracterizado por uma vida sem Deus, conforme Paulo enumera os atos da carne: Imoralidade, idolatria, adultério, homossexualidade, latrocínio, avareza, bebedeiras, calúnia, trapaças (I Coríntios 6:9-10). Sua identidade está atrelada às práticas pecaminosas, e tal não herdará o Reino de Deus.

• O converso é alguém que foi lavado, santificado e justificado em Cristo (I Coríntios 6:11). Sua identidade não está mais no pecado, mas na nova vida em Cristo. Ele é chamado santo e pertence ao Reino de Deus.

3. Quem é descrente trata do corpo como propriedade própria, buscando prazeres temporais que contamina ou destroem a si mesmo. Paulo menciona práticas como a imoralidade sexual, indicando que o corpo é usado de forma egoísta e desonrosa (I Coríntios 6:13-18).

• O convertido enxerga o corpo como templo sagrado do Espírito Santo (I Coríntios 6:19). Ele glorifica a Deus em tudo o que faz, inclusive em seu corpo, sabendo que foi comprado por preço elevado (I Coríntios 6:20).

4. O inconverso vive para si, segundo sua própria vontade, buscando aquilo que satisfaz a carne, sem preocupação com os valores eternos. Ele não percebe que seus atos o afastam de Deus e o conduzem à destruição.

• O cristão, por outro lado, tem como propósito glorificar a Deus, Seu Criador e Salvador. Ele reconhece que foi resgatado e agora vive para refletir a santidade e o amor de Cristo em todas as áreas da vida.

I Coríntios 6 nos mostra a profunda transformação que o evangelho faz: Do pecado para a santidade, do egoísmo para o amor, da perdição para a redenção.

Você já experimentou a verdadeira conversão?

Vamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



I CORÍNTIOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
16 de dezembro de 2024, 0:50
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536 palavras

1 Tendo questão. Neste mundo, as divergências e diferenças de opinião entre as pessoas são comuns, mesmo dentro da igreja. Mas deve-se ter cautela ao escolher o caminho para solucioná-las, bem como em manifestar o espírito adequado na busca de solução. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 766.

2 Julgar o mundo. Esta é uma referência ao período após o segundo advento de Cristo. Os santos ascendem aos céus com Cristo por ocasião do segundo advento (Jo 14:1-3; lTs 4:16, 17) ali se assentam em tronos para compartilhar com Jesus a autoridade e o poder de julgar e executar juízo (Ap 20:4; Dn 7:22). Os santos julgarão os anjos caídos ( ICo 6:3) e seres humanos impenitentes que não buscaram paz com Deus por meio de Cristo. Isso se dará durante o milênio, isto é, os mil anos que transcorrerão antes de Cristo e os santos voltarem para esta Terra (Ap 20:4, 6). CBASD, vol. 6, p. 767.

9 Herdarão. O reino celestial é mencionado em vários textos como uma herança. Os injustos, tão ávidos por bens materiais a ponto de prejudicar a igreja com processos em tribunais civis, são advertidos de se privarem da herança eterna de valor incomparável a qualquer bem terreno. CBASD, vol. 6, p. 770. 

11 Lavastes. Isto é, lavados dos pecados. 0 batismo é o sinal exterior, o reconhecimento e confirmação da experiência interior de renúncia do pecado por parte do pecador arrependido. O ato de lavar, mencionado neste versículo, é o milagre da regeneração experimentado pelo indivíduo cujos pecados foram perdoados e lavados pelo sangue de Cristo, em cujo sacrifício expiatório o pecador depositou sua fé. CBASD, vol. 6, p. 771. 

13 Alimentos. Deus proveu alimento para o ser humano, e fez o estômago para digeri-lo. Todos têm o direito de satisfazer o apetite por comida. Porém, embora Deus tenha dado ao ser humano o apetite por comida e feito provisão para que este o satisfaça, o cristão não é livre para comer tudo o que desejar, sem considerar a quantidade e a qualidade. Ele deve se lembrar que foi comprado pelo sangue de Cristo, e é seu dever manter seu corpo em boa condição (ICo 6:20). CBASD, vol. 6, p. 772.

17 Que se une a o Senhor. Quem ama e confia no Senhor busca se unir a Ele em todas as coisas. Rejeita tudo o que desagrada a Deus e aceita apenas o que está em harmonia com Sua vontade. Essa união com Cristo é uma atividade constante e se torna seu principal interesse. CBASD, vol. 6, p. 774.

19 Não sois de vós mesmos. O ser humano não pertence a si mesmo, ele não tem direito de usar suas faculdades de acordo com os desejos e motivações de seu coração não convertido. Ele é propriedade de Deus pela criação e pela redenção. O ser humano deve viver mental, física e espiritualmente como Deus orienta, para a glória de Seu nome, e não para a satisfação dos desejos carnais. CBASD, vol. 6, p. 775. 

20 Preço. Deus atribui à raça humana um valor elevado. Isso fica claro diante do infinito preço de resgate que Jesus pagou na cruz. Jesus teria vindo ao mundo e daria Sua vida por um único pecador. Visto que foi comprado por Deus, o pecador redimido deve moralmente viver somente para Deus; obedecer os Seus mandamentos e “fugir” de toda imoralidade. CBASD, vol. 6, p. 775.



I CORÍNTIOS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
15 de dezembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: I CORÍNTIOS 5 – Primeiro leia a Bíblia

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