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Hoje começamos a ler a epístola de Paulo aos Colossenses!
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336 palavras
A epístola de Paulo aos Colossenses
Os colossenses tinham uma preocupação exagerada pela observância de ritos e cerimônias, e também davam-se licença para usar, de qualquer forma, da adoração aos anjos. Por conseguinte, estavam infectados com uma heresia que parece ter incluído tanto elementos judaicos como elementos gnósticos. Paulo trata do problema deles, apresentando-lhes o incomparável caráter de Cristo. Em um trecho notável ele se refere ao que o Senhor realizou na redenção e na reconciliação, além de falar sobre Sua preeminência. Cristo é a “imagem do Deus invisível”. Através dele todas as coisas foram criadas. Ele é o cabeça da Igreja. Assim é que Paulo lhes apresenta o Cristo que ele pregava. Em vista de Cristo ser tão extraordinariamente excelente, e visto ter conquistado completamente a salvação deles, Paulo pôde rogar-lhes que se abstivessem das fantasias que vinham seguindo. Ele contrasta a nova vida em Cristo com sua antiga maneira pecaminosa de viver e exorta-os a que pratiquem as virtudes cristãs. Visto que eram crentes, cumpria-lhes regularem todas as suas relações em termos de sua fé cristã. Assim é que ele fala do modo como esposas e esposos, filhos e pais, escravos e senhores, devem comportar-se uns para com os outros. O apóstolo lembra-lhes ainda que é necessário que o crente se comporte sabiamente na presença dos incrédulos. Bíblia Shedd.
6 Produzindo fruto e crescendo. O verdadeiro evangelho tem sua própria energia interna, suficiente para se divulgar por todo o mundo (Rm 1.16; 10.18). Bíblia Shedd.
7 Conservo é um título favorito de Paulo para indicar aqueles que compartilhavam com ele o ministério (cf. 4.7). Bíblia Shedd.
10 Crescendo no pleno conhecimento. Conhecer a Deus significa possuir vida eterna (Jo 17.3). Bíblia Shedd.
15 Imagem. Cristo é a representação visível do Deus invisível. Bíblia Shedd.
16 Aqui temos uma referência aos direitos do Criador como dono e mestre em contraste com os anjos ministrares que os agnósticos aconselhavam adorar. Bíblia Shedd.
17 Subsiste descreve o poder de Cristo na manutenção da criação dando coesão aos elementos (Hb 1.3). Bíblia Shedd.
[Estes comentários serão completados oportunamente]
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1162 palavras
1 menor. Referência ao período anterior a Cristo. escravo. Gentio. Bíblia de Estudo Andrews.
2 tutores e curadores. A lei de Moisés (comparar com 3:22, 23). até ao tempo predeterminado. De acordo com o propósito eterno e o tempo de Deus. Bíblia de Estudo Andrews.
3-7 Jesus nasceu de uma mulher – ele era humano. Ele nasceu como um judeu – ele estava sujeito à lei de Deus e a cumpria perfeitamente. Assim, Jesus foi o sacrifício perfeito porque, embora fosse totalmente humano, ele nunca pecou. Sua morte comprou liberdade para nós, que fomos escravizados pelo pecado, para que pudéssemos ser adotados na família de Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
3 nós. Tanto judeus quanto gentios. Bíblia de Estudo Andrews.
sujeitos aos rudimentos. A expressão grega refere-se aos elementos básicos de que se compõe o mundo; no pensamento da antiguidade, esses eram terra, vento, água e fogo. Algumas vezes, esses elementos eram venerados como divindades que governam o universo. Bíblia de Genebra.
rudimentos do mundo. Religiões ritualistas. Bíblia de Estudo Andrews.
4 A plenitude do tempo.O tempo estabelecido pelo Pai (v. 2), “os fins dos séculos”(1Co 10.11), em que as promessas de Deus são realizadas. Bíblia de Genebra.
Cristo apareceu num tempo determinado por Deus que é o ponto central de toda a história. Bíblia Shedd.
Enviou. Afirma a Sua preexistência. Bíblia Shedd.
sob a lei. Sob a maldição da lei. Bíblia de Estudo Andrews.
Ainda que sem pecado (2Co 5.21), Cristo nasceu sob a lei, não somente com a obrigação de cumprir a lei, mas identificando-se com pecadores, os quais estão debaixo da maldição da lei. Sua morte libertou-nos dessa maldição (3.10-14). Bíblia de Genebra.
5-7 Sob a lei romana, um filho adotivo tinha garantidos todos os direitos legais sobre a propriedade de seu pai, mesmo que ele fosse um ex-escravo. Life Application Study Bible Kingsway.
5 para resgatar. O conceito de redenção vem da instituição da escravidão. Tanto no mundo greco-romano como no judeu, um escravo podia comprar sua liberdade (ou alguém poderia comprá-la para ele), pagando o preço da redenção aos seus proprietários. O preço da redenção foi pago pelo Pai, no sangue do Seu Filho (1Pe 1.17-18), e pelo Filho, ao dar a Sua vida em resgate por muitos (Mt 20.28). Bíblia de Genebra.
7 filho. Que desfruta um relacionamento e acesso íntimo com o pai. Bíblia de Estudo Andrews.
8 não são deuses. Quando os gálatas eram pagãos, pensavam que os seres adorados eram deuses; mas quando se tornaram cristãos entenderam melhor a situação. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Ídolos e objetos da natureza adorados pelos pagãos. Bíblia de Estudo Andrews.
9 conhecidos por Deus. Aceitos por Deus. Bíblia de Estudo Andrews.
O conhecimento que tinham de Deus não era o resultado de sua própria investigação, mas da obra soberana daquele que abriu o entendimento deles. Bíblia de Genebra.
10 Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Paulo pode estar referindo-se à observância de festivais judaicos. Bíblia de Genebra.
Dias de festas anuais e por estação. Não se trata do sábado semanal, que tanto Jesus quanto Paulo guardaram (ver Lc 4:16; At 13:14, 42; 16:13; 17:2; 18:4). Bíblia de Estudo Andrews.
12 Sede qual eu sou. Vivendo pela fé e suportando perseguições. Bíblia de Estudo Andrews.
13 por causa de uma enfermidade física. Não se sabe de que enfermidade Paulo sofria. Alguns sugerem um problema de visão (v 15; 6.11), mas malária e epilepsia também já foram sugeridas. Pode haver ou não relação com o que Paulo chamou de “espinho na carne” (2Co 12.7). Ao que parece, a enfermidade de Paulo fez com que ele permanecesse mais tempo na Galácia, onde não faltaram oportunidades de ministério. Bíblia de Genebra.
14 Enfermidade … tentação. O v. 13 dá a entender que Paulo foi pregar aos gálatas, em parte por causa de uma enfermidade que possivelmente seria a malária que abundava em Perge, no litoral da Ásia Menor (At 13.14), mas não no interior mais alto. Porém, alguns vêem nas palavras “tentação”, desprezo”, uma possível alusão à epilepsia (cf 2Co 12.7). Bíblia Shedd.
15 arrancado os próprios olhos. Hipérbole que revela a disposição deles de abrir mão do que tinham de mais precioso em benefício dele. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Você perdeu sua alegria? Paulo percebeu que os gálatas haviam perdido a alegria de sua salvação por causa do legalismo. O legalismo pode tirar porque: (1) faz as pessoas se sentirem mais culpadas do que amadas; (2) produz ódio de si mesmo em vez de humildade; (3) enfatiza o desempenho acima do relacionamento; (4) mostra o quão pouco caímos, em vez de quão longe chegamos por causa do que Cristo fez por nós. Se você se sentir culpado e inadequado, verifique seu foco. Você está vivendo pela fé em Cristo ou tentando corresponder às demandas e expectativas dos outros? Life Application Study Bible Kingsway.
16 Paulo não ganhou grande popularidade quando repreendeu os gálatas por se afastarem de sua primeira fé em Cristo. A natureza humana não mudou muito – ainda ficamos com raiva quando somos repreendidos. Mas não menospreze alguém que o desafie. Pode haver verdade no que ele ou ela diz. Receba suas palavras com humildade; pense cuidadosamente sobre elas. Se você descobrir que precisa mudar uma atitude ou ação, tome medidas para fazer isso. Life Application Study Bible Kingsway.
17 Falsos mestres são geralmente respeitáveis e convincentes. Esta é a razão porque todos os ensinos devem ser biblicamente verificados. Life Application Study Bible Kingsway.
19-20 Um testemunho emocionante do profundo sentimento que Paulo nutria para com os que havia conduzido à fé em Cristo. A ira de Paulo nessa carta (1.6, 9; 3.1; 5.12) não só reflete a seriedade que atribuía à tarefa de preservar a verdade do evangelho como também o amor por seus “filhos”em Cristo. Bíblia de Genebra.
19 até ser Cristo formado. Até a imagem de Deus ser restaurada. O objetivo de Paulo era a transformação total do coração, não uma mera adesão legalista à lei. Bíblia de Estudo Andrews.
21-31 Uma alegoria (24) significa mais do que uma ilustração. Como um tipo, refere-se às verdades espirituais escondidas nos acontecimentos e personagens históricos. Bíblia Shedd.
22 dois filhos. Ismael foi nascido da escrava, Agar (Gn 16.1-16), e Isaque, da livre, Sara (Gn 21.2-5). Bíblia de Estudo NVI Vida.
23 mediante a promessa. Por iniciativa e ação de Deus. A justiça obtida pelos próprios esforços é como Ismael, ilegítima. Bíblia de Estudo Andrews.
24 alegóricas. Foram acontecimentos históricos com um significado mais profundo. Bíblia de Genebra.
25 Monte Sinai. O lugar onde Deus estabeleceu Sua aliança com Israel (Êx 19-34). Bíblia de Genebra.
Agar é o Monte Sinai. Agar representa a lei de Moisés. Jerusalém. A teologia de alguns em Jerusalém colocou a lei no centro de seus ensinos. seus filhos. Aqueles que se converteram à teologia centrada na lei. Bíblia de Estudo Andrews.
26 nossa mãe. Sendo cidadãos da Jerusalém celestial, os cristãos são também filhos dela. Bíblia de Estudo NVI Vida.
30 Mande embora a escrava. As palavras de Sara em Gn 21.10 foram usadas por Paulo como base bíblica para ensinar os gálatas a expulsar os judaizantes da igreja. Bíblia de Estudo NVI Vida.
31 somos filhos … da livre. O evangelho é sinônimo de liberdade. Toda religião que transmite medo e subserviência não provém de Cristo. Bíblia de Estudo Andrews.
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gl/3
A boa notícia é para todos! Não deve existir entre o povo de Deus distinções de raça, classe e gênero. Todos são iguais aos pés da Cruz. Todos precisam da graça de Deus, todos são depositários de Suas riquezas. Todos têm o dom de servir à causa de Cristo e representá-Lo, compartilhando com outros os tesouros que Deus colocou em seus corações e mãos.
Paulo enfatizou que Abraão foi considerado justo quando creu em Deus – anos antes de ser circuncidado, confiando que Deus faria o que disse que faria. Em Romanos 9, Paulo insistiu que a linha de sangue de Abraão não é o que torna uma pessoa um “filho de Abraão”: Ismael nasceu de uma mãe escrava, como resultado de Abraão seguir seu próprio caminho para tornar a promessa de Deus realidade. Em contraste, Isaque foi filho de um milagre – obviamente nascido da esposa de Abraão, uma mulher livre, mesmo estando em uma idade avançada. Essas duas mulheres, diz Paulo, representam duas formas: a escravidão da observância da lei como uma tentativa de se tornar justo diante de Deus (o que não é o propósito da lei), e a liberdade que advém de aceitar pela fé a promessa da graça de Deus, através do dom de Cristo, de tornar uma pessoa justa perante Ele.
Portanto, aqueles que pela fé pertencem a Cristo são os verdadeiros filhos de Abraão.
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais,
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gal/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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Texto bíblico: I CORÍNTIOS 10 – Primeiro leia a Bíblia
I CORÍNTIOS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COMENTÁRIO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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1630 palavras.
2 Batizados. A experiência dos filhos de Israel figurava o batismo. Com a nuvem acima e o mar de ambos os lados, os israelitas estavam envolvidos pelas águas ao passarem pelo mar; e, nesse sentido, foram batizados. Essa experiência pode ser considerada como símbolo da anulação da antiga aliança deles com o pecado na escravidão egípcia, e uma promessa de lealdade a Deus por meio de Seu representante Moisés. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 814.
3 Manjar espiritual. A palavra “manjar” é usada no sentido de “alimento” em geral. O adjetivo “espiritual” indica que o alimento não lhes era dado por processos naturais. CBASD, vol. 6, p. 814.
4 Era Cristo. A grande verdade que esse versículo ensina é que Jesus está com seu povo em todos os caminhos e está pronto a suprir suas necessidades quando clamam a Ele. … Historicamente, Cristo foi o líder de Israel, não penas nas peregrinações pelo deserto, mas ao longo de sua história como nação. De fato, toda a relação de Deus com a humanidade caída se dá por meio de Cristo. CBASD, vol. 6, p. 815.
5 Prostrados. Os israelitas descrentes e desobedientes foram “espalhados” pelo deserto porque se recusaram a confiar no amor e a direção do Pai celestial e porque foram indulgentes na satisfação de desejos e paixões carnais. CBASD, vol. 6, p. 816.
7 Idólatras. Esta é uma referência à adoração ao bezerro de ouro, enquanto Moisés estava no monte com Deus (ver Êx 32:1-5). CBASD, vol. 6, p. 816.
8 Não pratiquemos. Aqui se faz referência ao vergonhoso episódio dos israelitas em Sitim, onde Satanás usou os moabitas para seduzir muitos do acampamento de Israel e influenciá-los a participar do culto idólatra dos moabitas (ver Nm 25:1-5). CBASD, vol. 6, p. 817.
10 Nem murmureis. No AT, há dois exemplos de murmuração seguida de morte: o caso dos dez espias (Nm 13; 14) e a rebelião de Corá. CBASD, vol. 6, p. 817.
11 Exemplos. Isto não significa que os israelitas tiveram muitas e diferentes experiências apenas para servir de exemplo aos cristãos. Indica simplesmente que a experiência deles serve de advertência para a igreja acerca da importância de evitar os erros do passado. CBASD, vol. 6, p. 817.
Para advertência nossa. Isto é, advertir os cristãos de todos os tempos a não confiar na própria força ou sabedoria. CBASD, vol. 6, p. 817.
Os fins dos séculos. Nota-se que a mensagem do apóstolo Paulo era relevante para sua época devido ao pronome “nós”. Ela é cada vez mais relevante visto que os que vivem atualmente têm a vantagem dos registros acumulados de todas as épocas da história sagrada, e vivem no tempo quando o propósito de Deus terá seu clímax com a segunda volta de Jesus. CBASD, vol. 6, p. 818.
12 Caia. A autoconfiança é perigosa. O caso de Pedro é um exemplo disso. Ele pensava que nada poderia fazer com que traísse a Cristo (ver Mc 14:31, 50, 67, 68, 70-72). … A verdadeira segurança está em reconhecer que nada podemos fazer separados de Cristo, e que precisamos sempre da presença do Espírito Santo em nós para nos livrar do pecado (ver Jo 14:26; 15:4-7, 13; 2Co 12:9 10). Esta admoestação precisa ser repetida com frequência, pois o ser humano é inclinado a pensar que é capaz de cuidar de si mesmo. o orgulho espiritual e um grande engano, e é fácil para o tentador levar o cristão autoconfiante a cair em pecado fatal (cf. 2Sm 11:1-4; Rm 11:20). CBASD, vol. 6, p. 818.
13. Tentação que não fosse humana. Isto é, tentação normal para os seres humanos, que possam suportar. … Suas [dos coríntios] provas e tentações não eram diferentes das experimentadas pelas pessoas ao redor do mundo. … Os coríntios corriam perigo de cair e deviam vigiar, mas podiam ser reanimados, pois a tentação não seria maior do que a força para suportá-la. CBASD, vol. 6, p. 818.
Fiel. Deus cumpre Suas promessas e é fiel ao chamado que fez ao ser humano para que O servisse. CBASD, vol. 6, p. 818.
Tentados. O fato de Deus não permitir que o inimigo tente Seus filhos além do que possam suportar deve ser motivo de encorajamento. … Visto que Deus não permite tentações maiores do que se possa suportar, o cristão é totalmente responsável se cair em pecado. CBASD, vol. 6, p. 818 e 819.
Livramento. Literalmente, “a saída”. Para cada tentação há uma provisão feita por Deus. … Jesus, o exemplo cristão do viver correto, encontrou esse “livramento” na Palavra de Deus (ver Lc 4:4, 8, 12). Assim, Seus seguidores podem encontrar o “livramento” em Jesus, a Palavra viva (ver Jo 1:1-3). Ele está pronto a livrar os que clamam a Ele e a impedir que caiam em pecado (Sl 9:9; 27:5; 41;1; 91:15; 2Pe 2:9; Ap 3:10). CBASD, vol. 6, p. 819.
14 Portanto. Diante dos perigos aos quais os coríntios estariam expostos ao participar de festas aos ídolos, e tendo em vista as provisões feitas pelo Senhor para que se obtenha vitória sobre toda tentação, aconselha-se evitar todo e qualquer contato com a idolatria. CBASD, vol. 6, p. 819.
Idolatria. A idolatria tem muitas formas, incluindo a cobiça por lucro, a paixão pelo poder, a satisfação pelos apetites carnais de vários tipos e a busca desenfreada pelo prazer (ver AA, 317). … Ninguém é forte o suficiente para se expor de forma deliberada e sem necessidade ao contato com a “idolatria” de qualquer tipo, e ainda assim não se contaminar. CBASD, vol. 6, p. 819.
15 Criteriosos. Do gr phronimoi, “inteligentes”, “prudentes”, “sensíveis”, isto é, pessoas capazes de entender o que é dito e de tirar conclusões corretas. CBASD, vol. 6, p. 819.
16 Cálice da bênção. Isto é, o cálice sobre o qual se pronuncia a bênção na celebração da Ceia do Senhor. CBASD, vol. 6, p. 820.
Que abençoamos. Quando tomam esse cálice, os cristãos agradecem a Deus por todas as bênçãos concedidas por meio do sangue de Jesus. Em silêncio, O louvam por tê-los resgatado da escravidão do pecado e lhes dado a gloriosa liberdade de filhos e filhas de Deus. CBASD, vol. 6, p. 820.
Do sangue. O sangue representa a morte do filho de Deus, e, pela fé, os crentes participam dessa morte. CBASD, vol. 6, p. 820.
17 Um pão. Referência ao fato do pão da comunhão ser partido em vários pedaços que são comidos pelos crentes. Assim como todos os pedaços vem do mesmo pão, todos os que participam do serviço da comunhão estão unidos a Ele cujo corpo quebrantado é simbolizado pelo pão partido. Ao participar desse rito, os cristãos mostram publicamente que estão unidos e que pertencem a uma grande família cuja cabeça é Cristo. O pão material é uma das principais fontes de nutrição. Da mesma forma, Cristo é o alimento espiritual do qual todos devem participar a fim de manter a saúde espiritual (ver Jo 6:50, 51, 56, 57). CBASD, vol. 6, p. 820.
19 Associados aos demônios. Os cristãos são consagrados a Cristo e pertencem a Ele pela criação e redenção, por isso não devem fazer a mínima concessão a uma forma de culto que honraria a qualquer ser que não fosse o único e verdadeiro Deus (ver Êx 20:3-5; Mt 4:9, 10). … O Senhor deve sempre estar em primeiro lugar, bem como a Sua obra (ver Mt 22:37). CBASD, vol. 6, p. 821.
23 Convém. O cristão deve agir de modo a ajudar os outros em seu esforço de viver corretamente. Se determinada conduta “ilegítima” puder servir de pedra de tropeço no caminho de alguém, então o cristão deve abandonar tal atitude (ver Mt 18:7-10; Rm 14:13, 15; 1Co 8:9; 1Jo 2:10). CBASD, vol. 6, p. 822.
25 Mercado. Após os sacrifícios idólatras, partes dos animais eram vendidas no mercado. Visto que essa carne não era separada das outras à venda no mercado, um cristão podia comprar carne que fora oferecida aos ídolos sem o saber. O conselho do apóstolo é que essa carne poderia ser comprada pelos cristãos. CBASD, vol. 6, p. 823.
Por motivo de consciência. O cristão não tinha necessidade de perguntar ao vendedor se a carne havia sido oferecida a ídolos (ver com. de 1Co 8:7). CBASD, vol. 6, p. 823.
27 De tudo o que for posto diante de vós. Esta frase deve ser interpretada neste contexto. O assunto é se o cristão deve ou não comer carnes sacrificadas aos ídolos. É com respeito a isso que Paulo orienta que o convidado deixe seus critérios e compartilhe da alegria do alimento servido. Ele não deve constranger seu anfitrião ou se colocar em situação delicada, indagando se o alimento à mesa foi oferecido a falsos deuses. Porém, essa declaração não permite o uso de alimentos proibidos em outras passagens. A carne não deve ser de animal considerado imundo, conforme a lei de Deus referente às carnes limpas e imundas (Lv 11). Se o alimento se ajusta aos critérios, então pode ser aceito com cortesia e gratidão, sem questionamentos (cf. com. de Rm 14:1). CBASD, vol. 6, p. 824.
28. Não comais. A base para a recusa é o efeito desta ação sobre os outros (ver com. do v. 23, 24). Os cristãos não escandalizarão a outros, em especial a um crente. CBASD, vol. 6, p. 824.
30. Com ações de graças. Oração de agradecimento antes das refeições. … Se alguém agradece a Deus o que come, e pode fazê-lo sem peso de consciência, por que deveria ser criticado? CBASD, vol. 6, p. 825.
31. Portanto. De forma consciente e determinada, o cristão deve fazer todas as coisas, mesmo as atividades rotineiras, de forma tal que Deus seja honrado, e não o ser humano. Essa conduta requer dedicação constante de todas as faculdades mentais e físicas ao Senhor, e a entrega diária de todo ser ao Espírito Santo (ver Pv 18:10; 1Co 15:31; Cl 3:17). CBASD, vol. 6, p. 825.
Comais, quer bebais. A aplicação é, em primeiro lugar, ao assunto de se comer e beber aquilo que fez parte do culto aos ídolos, mas o conselho tem uma aplicação geral a comidas e bebidas de todos os tipos. … Comida e bebida são de vital importância na preservação da vida. Muitas enfermidade que afligem a enfermidade se devem a maus hábitos no comer e no beber (ver CBV, 295; CRA, 122, 123). Deus requer que o cristão cuide de seu corpo e o mantenha limpo para ser templo do Espírito Santo (ver 1Co 6:19, 20). … O ideal do cristão é a dieta original provida pelo Criador no Éden (Gn 1:29). CBASD, vol. 6, p. 825
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I CORÍNTIOS 10 – Ao escrever I Coríntios 8, Paulo não estava ignorando a idolatria nem a decisão do Concílio de Jerusalém (Atos 15), que proibiu o consumo de carnes sacrificadas a ídolos.
Tanto é que, ao voltar a abordar o assunto, Paulo faz separação da carne que se vende no mercado (I Coríntios 10:23-30) e a que está diretamente ligada ao ritual idolátrico (I Coríntios 10:14-22). Aqui, o apóstolo alega que os pagãos sacrificam “aos demônios e não a Deus, e não quero que vocês tenham comunhão com os demônios. Vocês não podem beber do cálice do Senhor e do cálice dos demônios; não podem participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios”.
A idolatria foi difícil de ser erradicada do povo de Israel; contudo, não é só este pecado que afeta ao povo de Deus:
• Além da idolatria, a cobiça é um desejo desenfreado que deve ser erradicado (vs. 6-7).
• Além de colocar algo no lugar de Deus, é também errado a conduta sexual fora dos padrões estabelecidos por Deus (v. 8).
• Também é pecado testar os limites da paciência divina (v. 9).
• E, reclamar é um pecado que deve ser tratado (v. 10).
Deus não quer que caiamos nas mesmas práticas erradas que o povo que se perdeu no deserto, mesmo depois de ter experimentado muitas bênçãos espirituais (I Coríntios 10:1-5).
Necessitamos reconhecer nossa vulnerabilidade e depender de Deus, evitando a autossuficiência espiritual (I Coríntios 10:12-13).
No final do capítulo…
• Paulo volta a tratar da liberdade cristã, que implica viver para agradar a Deus e edificar aos outros. Viver para honrar e glorificar a Deus é o foco que deve guiar todas as ações do cristão (I Coríntios 10:31).
• Paulo encoraja os cristãos a serem cuidadosos para não causar escândalo ou ofensa, seja a não cristãos ou a membros da igreja. Somos exortados a viver de maneira que edifique os outros, que não os leve à queda (I Coríntios 10:32).
• Paulo coloca-se como exemplo de priorizar o bem-estar espiritual dos outros acima dos próprios desejos, como alvo de todo cristão (I Coríntios 10:33).
Assim como precisamos evitar cair em tentação, também precisamos evitar ser pedra de tropeço aos outros.
Devemos viver de forma intencional e altruísta! Carecemos de reavivamento espiritual! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I CORÍNTIOS 9 – Primeiro leia a Bíblia
I CORÍNTIOS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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757 palavras
1 Meu trabalho. O apóstolo afirma que os mesmos que levantavam objeções ao seu apostolado foram convertidos para o Senhor por meio de seu ministério. Ele oferece isso como prova de que Jesus o reconheceu e o abençoou como apóstolo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 798.
5 Os demais apóstolos. Isto indica que o casamento era uma prática geral entre os apóstolos. Pode haver várias razões por que as esposas dos apóstolos os acompanhavam em suas viagens. Nas regiões orientais, não é adequado aos homens encontrar mulheres com o propósito de instruí-las na religião, mas as esposas dos apóstolos podiam facilmente fazer isso. Assim, seria benéfico para os apóstolos ter consigo a esposa para ajudá-los nas tarefas domésticas, bem como em tempos de enfermidade e perseguição. Paulo preferiu ficar solteiro (I Co 7:7), e de fato há casos em que um homem pode fazer mais sem ter que se preocupar com uma família. Mas, definitivamente, não existe base bíblica para a imposição do celibato ao ministério. CBASD, vol. 6, p. 799.
6 Direito de deixar de trabalhar. A forma da pergunta no grego sugere uma afirmação enfática de que Paulo e Barnabé tinham esse direito, de deixar de trabalhar para o sustento próprio se assim quisessem. Após a conversão, Paulo tinha apenas um desejo: testemunhar do evangelho e convencer pessoas a aceitar a Cristo como salvador. Ele estava alerta a fim de evitar qualquer coisa que pudesse impedir as pessoas de crer na mensagem. Os pagãos suspeitavam de estranhos; por isso, o apóstolo decidiu não lhes dar motivo para o acusarem de ir até eles como um mestre religioso a fim de obter sustento deles. CBASD, vol. 6, p. 800.
11 Coisas espirituais. O obreiro de Cristo transmite bênçãos de valor infinitamente superior ao apoio material que recebe. Ele proclama o evangelho, com todas as suas bênçãos e consolações. CBASD, vol. 6, p. 802. 12 Não usamos. Apesar de Paulo ter mais direito ao sustento material da igreja, ele não exigiu isso. Ao contrário, escolheu abrir mãos desse privilegio e trabalhar para se sustentar. Ele era cuidadoso a fim de não ser motivo de tropeço; para que ninguém o acusasse de ter ido a Corinto pregar o evangelho com o fim de obter lucros materiais. CBASD, vol. 6, p. 803.
14 Que vivam. Se todos os membros da igreja forem fiéis nos dízimos e nas ofertas, haverá suprimento abundante de recursos para levar adiante a obra do evangelho. Mais trabalhadores podem ser empregados e a vinda do Senhor será apressada. CBASD, vol. 6, p. 804.
15 Melhor me fora morrer. A declaração parece exagerada, até que se perceba que Paulo não busca a glória pessoal, mas a glória de Deus, como mostram os versículos seguintes. CBASD, vol. 6, p. 805.
19 Fiz-me escravo. Paulo estava disposto a trabalhar em favor do bem-estar dos outros, como o faz o escravo sem recompensa ou pagamento. Os ministros de Deus devem estar prontos a se adaptar e adaptar seus métodos ao modo de vida daqueles pelos quais trabalham. CBASD, vol. 6, p. 807.
22 Fraco. Aqueles cuja compreensão do evangelho era limitada e que podiam se ofender com coisas que eram perfeitamente legítimas. CBASD, vol. 6, p. 808.
24 Correi. Todos os que competiam nas corridas gregas se esforçavam ao máximo para ganhar o prêmio. Usavam toda habilidade e todo vigor adquiridos por meio de treinamento intensivo. Nenhum deles era indiferente, apático ou descuidado. A coroa da vida eterna é oferecida a todos, mas somente os que se sujeitam ao treinamento terão o prêmio. CBASD, vol. 6, p. 809.
25 Em tudo se domina. Do gr. egkrateuomai, “exercer autocontrole”. Para ter esperança de vitória, um atleta que competia devia ser capaz de controlar seus desejos e apetites. Mais que isso, devia ser capaz de fazer o corpo responder de imediato aos comandos da mente e derrotar a indolência natural e a relutância a se esforçar, que com frequência aflige o ser humano. Devia se abster de tudo que pudesse estimular, excitar e enfraquecer, como o vinho, uma vida desregrada e passional e as complacências exageradas. Devia ter autocontrole em tudo, não apenas no que é claramente prejudicial. Devia comer e beber com moderação e rejeitar por completo tudo que pudesse enfraquecer o corpo. CBASD, vol. 6, p. 809.
27 E o reduzo à escravidão. Literalmente, “levar à escravidão”, portanto, “tornar um servo de”. Paulo mostra assim seu firme propósito de obter vitória absoluta sobre todas as inclinações, paixões e tendências corruptas. Para ele não havia meio termo. Sabia que devia ser uma luta até o final, sem se importar com o sofrimento e a angústia da natureza terrena; o ma! que lutava contra suas aspirações espirituais devia morrer. CBASD, vol. 6, p. 811.
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I CORÍNTIOS 9 – A mensagem central aqui é o exemplo de Paulo como um servo dedicado, disposto a renunciar a seus direitos e se disciplinar para o progresso do evangelho.
I Coríntios 9 aborda temas relacionados à liberdade cristã, ao serviço no ministério e ao autocontrole necessário para cumprir a missão de evangelizar:
1. Paulo defende os direitos dos líderes religiosos (vs. 1-14): Os líderes eclesiásticos têm o direito de receber sustento material pelo trabalho evangelístico – como qualquer outro trabalhador. Paulo usa exemplos do mundo cotidiano, da lei mosaica e do serviço no templo para fundamentar que aqueles que pregam o evangelho têm o direito de viver do evangelho.
2. Paulo renuncia voluntariamente a seus direitos (vs. 15-23): Apesar de ter direito ao sustento, o apóstolo renuncia tal privilégio para não colocar nenhum obstáculo ao evangelho – neste caso específico. Ele se apresenta como um servo de todos, adaptando-se às circunstâncias e culturas para alcançar o maior número possível de pessoas, sempre almejando mais almas para Cristo.
3. Paulo aborda a autodisciplina no serviço cristão (vs. 24-27): A vida cristã é comparada a uma corrida atlética, para isso é necessário autocontrole e dedicação. Assim como um atleta se priva de muitas coisas para obter uma coroa perecível, os cristãos devem agir com disciplina para alcançar a coroa incorruptível da vida eterna. Paulo conclui que, mesmo pregando a outros, precisa cuidar para não ser desqualificado espiritualmente.
Esse texto inspirado tem muito a nos ensinar nos dias atuais. Reflita:
• Servir a Cristo é se adaptar ao próximo sem comprometer os princípios eternos.
• Adaptar-se às pessoas não significa relativizar a verdade, mas apresentar o evangelho de maneira compreensível a cada realidade.
• Abrir mão dos privilégios é a linguagem do amor em ação.
• A verdadeira liberdade cristã é servir a todos visando ganhar almas para Cristo.
• O cristão deve viver como um atleta espiritual: Disciplinando-se para vencer a corrida da vida eterna.
• O segredo da espiritualidade autêntica não é só correr, é preciso correr com propósito e dedicação.
• Quem prega aos outros deve cuidar para não se perder no caminho.
• Permitir-se entrar no mundo dos outros deve sempre ter como objetivo guiá-los ao mundo de Deus!
Paulo ensina que devemos ser flexíveis em nossa abordagem, mas firmes em nossos princípios! – Heber Toth Armí.