Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
10 de agosto de 2025, 0:50
Filed under: Sem categoria

794 palavras

1 Não façam ídolos. Dinheiro, aparência, sucesso, reputação, segurança – estes são os ídolos de hoje. Quando você olha para estes falsos ídolos que prometem tudo o que você quer mas nada do que você precisa, você pode realmente responder que a idolatria foi removida de sua vida? Life Application Study Bible.

Se andardes nos Meus estatutos. Este capítulo de Levítico é uma profecia condicional delineando as bênçãos que seriam derramadas sobre Israel, mediante obediência, e o castigo, pela desobediência. Muitas dessas profecias se cumpriram em um grau extraordinário. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 883.

Darei as vossas chuvas a seu tempo. A Palestina dependia de modo peculiar das chuvas no tempo certo para prosperidade e abundância. No Egito, Israel tinha visto o transbordamento do Nilo que regava a terra e a tornava fértil (ver Gn 41:34). A Palestina era “uma terra de montes e vales” e, por isso, não adaptável à irrigação (Dt 11:10-12). Israel não era acostumado à chuva, pois raramente chove no Egito. Naquela época, dirigiam-se para uma terra onde sua subsistência dependia da chuva. Para lhes dar certeza, Deus prometeu mandar chuva no tempo certo, “as primeiras e as últimas, para que recolhais o vosso cereal, e o vosso vinho, e o vosso azeite” (Dt 11:14). Havia necessidade não apenas de chuva, mas de chuva a seu tempo. Deus os advertiu, no entanto, de que Ele fecharia os céus e não haveria chuva (ver Dt 11:17) se adorassem os ídolos. Isso se cumpriu nos dias de Acabe. CBASD, vol. 1, p. 883.

12 Andarei entre vós. Especialmente na nuvem de glória chamada Shekinah, que ficava entre os querubins, sobre o “trono de misericórdia”, ou seja, o propiciatório no Santo dos Santos. Bíblia Shedd.

14 “Sete” aqui provavelmente denote castigos mais graves, do que um número exato. CBASD, vol. 1, p. 883.

13 quebrei os timões do vosso jugo e vos fiz andar eretos (ARA; NVI: “quebrei as traves do jugo que os prendia e os fiz andar de cabeça erguida”). Quando escravos no Egito, suas costas tinham sido curvadas; como bois na canga tinham carregado e puxado vários fardos. Deus os libertou da escravidão do Egito, fazendo-os tornar a andar eretos. Bíblia Shedd.

18 Se não me ouvirdes, tornarei a castigar-vos. O propósito em disciplinar a nação era para levá-la a se arrepender dos seus maus caminhos e voltar para seguir ao Senhor. O desejo de Jeová era perdoar e abençoar, mas isto dependia de Israel se arrepender do mal, para seguir e obedecer ao Senhor. Bíblia Shedd.

Se os israelitas desobedecessem, haveria paz na terra. Se desobedecessem, aconteceriam desastres. Deus usou as consequências do pecado para trazê-los ao arrependimento. .. Hoje em dia, as consequências do pecado não são tão aparentes. Quando as calamidades caem sobre nós, podemos não saber a razão. Pode ser como: 1) resultado de nossa própria desobediência, 2) resultado do pecado de outra pessoa, 3) resultado de desastre natural [resultante, em última análise, do pecado da humanidade]. Tendo em vista que não podemos saber a razão, devemos analisar nosso coração e estarmos certos de estar em paz com Deus. Seu Espírito, como uma gigante luz de busca, revelará aquelas áreas que precisamos tratar. Porque a calamidade nem sempre é resultado de algum mau ato, devemos nos guardar de atribuir culpa ou aceitá-la por toda tragédia por que passarmos. Culpa indevida é uma das armas favoritas do inimigo contra os crentes. Life Application Study Bible.

26 Dez mulheres. A fome seria tão intensa e o pão tão escasso que apenas um forno seria suficiente onde antes eram usados dez. CBASD, vol. 1, p. 883.

29 Isto aconteceu no cerco de Samaria (2 Rs 6.28), e também no […] de Jerusalém, no ano 70 d.C., quando o povo estava morrendo de fome. Flávio Josefo nos traz um relatório terrível sobre um soldado que descobriu uma mulher, chamada Maria, comendo a seu próprio filho, depois de havê-lo assado; cf Dt 28.53-57; Jr 19.9; Lm 2.20; 4.10; Ez 5.10; Mt 24.19; Lc 23.29. Bíblia Shedd.

30 altares de incenso Provavelmente colunas dedicadas ao deus sol. Nota textual NVI (Da Bíblia Evangelismo em Ação NVI).

31 Reduzirei as vossas cidades a deserto. Foi o que aconteceu com Samaria e Jerusalém. CBASD, vol. 1, p. 883.

33 Espalhar-vos-ei por entre as nações. Não se trata apenas do cativeiro pelos assírios, babilônios e romanos, mas também da dispersão por vários países. CBASD, vol. 1, p. 883.

34 O cumprimento destas palavras se vê no cativeiro babilônico. Do rei Saul ao cativeiro foram aproximadamente 490 anos, um período durante o qual 70 anos sabáticos tinham sido negligenciados pelos hebreus. Sendo que o cativeiro durou 70 anos, a terra recebeu o repouso prescrito pela lei de Deus. Bíblia Shedd.

40-45 Estes versos mostram o que Deus quis dizer quando falou que Ele é tardio em irar-Se (Êx 34:6). Mesmo se os israelitas escolhessem desobedecer e fossem dispersos entre seus inimigos, Deus ainda lhes daria a oportunidade de arrependimento e retorno a Ele. Life Application Study Bible.



LEVÍTICO 26 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ
10 de agosto de 2025, 0:30
Filed under: Sem categoria

LEVÍTICO 26 – Deus requer nossa obediência. Não obediência parcial aos Dez Mandamentos, mas a tudo o que a Lei Cerimonial requeria; a primeira condena o transgressor, a segunda, o caminho da absolvição.

Após condenar o culto à ídolos, Deus estabelece Seu sistema de adoração na redenção. “O tabernáculo foi projetado exclusivamente para a adoração. Era o lugar onde Deus Se encontrava com Seu povo. Usá-lo para qualquer outra coisa que não fosse adoração era considerado a mais rude blasfêmia… A organização do acampamento sugere que a adoração era central a toda outra atividade” ( John MacArthur).

O imperativo de Deus em Levítico 26:2 deve ocupar nossa atenção: “Guardem os meus sábados e reverenciem o meu Santuário. Eu sou o SENHOR”.

Preste atenção: “O sábado e o santuário são, por assim dizer, dois templos diferentes. O sábado é um templo no tempo, e o santuário é um templo no espaço. Deus quer encontrar-Se com Seu povo em determinado tempo e espaço. Para estar conosco, Deus tem de penetrar no mundo criado – o mundo do tempo e do espaço. Por isso, as doutrinas do sábado e do santuário são extremamente importantes para nossa compreensão de Deus e de Suas criaturas. Ele não faz parte daquilo que foi criado, mas não está ausente da criação efetuada por Seu poder… Os dois [santuário e sábado] são portas para o Infinito. Podemos adorar a Deus porque Ele tornou-Se acessível a nós no tempo e no espaço. Isto tem, naturalmente, importante influência sobre nossa compreensão da obra de Cristo. Em Cristo, Deus penetrou no tempo e no espaço de maneira permanente. Por conseguinte, o sábado e o santuário devem ser interpretados em relação com a obra de Cristo” (Leslie Hardinge e Frank Holbrook).

Ao ser adorado, Deus Se faz presente entre Seu povo, trazendo benefícios de Sua maravilhosa companhia (Levítico 26:1-13). Desobediência resulta em ausência de Deus, acarretando terríveis consequências (Levítico 26:14-39). Porém, tão importante quanto a obediência é a consciência do arrependimento (Levítico 26:40-46).

O capítulo encerra mostrando que o amor de Deus é a essência da verdadeira religião. Ele permite consequências para que abandonemos o que nos faz abandoná-Lo.

O Deus santo, que exige santidade, aguarda ansiosamente pela presença do pecador disposto a confessar seus pecados. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 25 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
9 de agosto de 2025, 1:30
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: LEVÍTICO 25 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 25 – BLOG MUNDIAL

LEVÍTICO 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



LEVÍTICO 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
9 de agosto de 2025, 0:50
Filed under: Sem categoria

766 palavras

4 a terra terá um sábado. V. Êx 23.10, 11. Os israelitas não praticavam a rotação de culturas, mas o ano de repouso (quando não havia plantios) servia a um propósito um tanto semelhante. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8-55 O ano do jubileu. Em Ezequiel, este ano foi chamado “ano da liberdade”, Ez 46.17; parece que Isaías se refere ao jubileu quando profetiza sobre “o ano aceitável do Senhor”, Is 61.2. Se este se for o caso, então aprendemos de Lc 4.18-19 que tudo aquilo que for implícito no ano do jubileu achou seu cumprimento em Cristo, na Sua obra de desatar as cadeias do pecado humano para oferecer aos homens a gloriosa liberdade dos filhos de DeusBíblia Shedd.

16 O número de colheitas até o ano do jubileu determinava o valor corrente da propriedade. Bíblia Shedd.

… a venda das terras em Israel era um arrendamento até o Ano do Jubileu (ver 27.18, 23). Bíblia de Estudo NVI Vida.

A libertação das terras no jubileu não se aplica nas modernas sociedades ocidentais de hoje porque não temos possessão ancestral como a dos israelitas (ver Js 13-17). Contudo, dessa legislação podemos aprender princípios intemporais de justiça social e compaixão. Jesus vê Seu trabalho de pregação de boas novas e proclamação libertação e liberdade como um cumprimento dos princípios do Jubileu (Lc 4.18-19)Andrews Study Bible.

A maior evidência dessa observância é o fato de que Alexandre, o Grande, e mais tarde Júlio César isentaram os judeus de pagar impostos nos anos sabáticos, sobre os campos que não produziram naquela ano (Josefo, Antiguidades, xi.8.6; xiv.10.6). CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 879.

17 Uma das causas do cativeiro foi a inobservância desse mandamento. Bíblia Shedd.

22 Era necessário ter fé para agir baseado nessas afirmações e, por isso, parece que poucos praticavam estas ordenanças de maneira completa. Bíblia Shedd.

23 a terra é Minha. Embora Deus tivesse dado a terra da Palestina para Seu povo, Ele ainda era o proprietário. Os israelitas eram mordomos e não donos. CBASD, vol. 1, p. 879.

Ele [Deus] queria que Seu povo não desenvolvesse a ganância e o materialismo.Se você desenvolver a atitude de que está apenas tomando conta da propriedade de Deus, você fará aos outros o que estiver ao seu alcance. Isso é difícil de fazer se você tiver uma atitude de posse. Pense em você como um gerente de tudo que está sob seus cuidados, não como um proprietário. Life Application Study Bible.

25 Se teu irmão empobrecerSe o plano original de Deus para a terra e para a servidão tivesse sido seguido, os extremos de pobreza e riqueza seriam desconhecidos. CBASD, vol. 1, p. 880.

29-31 As casas das aldeias [“que não tem muros”] eram consideradas como parte da herança das famílias que receberam aquelas terras de Deus, na ocasião da divisão da terra. Ficavam dentro da herança da família, ou perto dela, e eram essenciais para se poder atender de perto todos os misteres agriculturais das heranças. As casas dentro das cidades podiam ter sido adquiridas para propósitos comerciais, ou por motivo do enriquecimento particular das famílias. … O ideal dos israelitas sempre era que cada um possuísse suficiente terreno, com casa, horta, pomar e curral, para seu próprio sustento. Qualquer mão de obra perita, ou qualquer viagem de negócios, seria um esforço extra para os que queriam “progredir”Bíblia Shedd.

35-37 Deus disse que negligenciar os pobres era pecado. A pobreza permanente não era permitida em Israel. Famílias estáveis financeiramente eram responsáveis de ajudar e hospedar aqueles em necessidade. Muitas vezes não fazemos nada, não porque nos falta compaixão, mas porque somos esmagados pelo problema e não sabemos por onde começar. Deus não espera que você remova a pobreza, nem espera que você negligencie sua família para prover a outros. Contudo, Ele espera que, quando você vir alguém em necessidade, você o alcance com qualquer auxílio você possa oferecer, incluindo hospitalidade. Life Application Study Bible.

36 A lei não era necessariamente proibir todos os juros, mas ajudar os pobres. A lei não era tanto para proibir os empréstimos quanto para estimular a generosidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

39 Não o farás servir como escravo. Um israelita que se vendesse para servir um compatriota não devia ser tratado como escravo, mas como empregado. CBASD, vol. 1, p. 880.

49 parente. Heb go’el, que tem dois sentidos: 1) Redentor, alguém que liberta mediante um pagamento; 2) Vingador, alguém que exigia a prestação de contas por algum dano feito. em ambos os casos, o go’el era um parente próximo, que cuidava dos interesses da família. Bíblia Shedd.

50 jornaleiro (ARA; NVI: “empregado contratado”; NKJ: “assalariado”) tb. no v. 6. Provavelmente com um pequeno rendimento de subsistência, que tornaria possível que ele próprio se resgatasse (v. 49). Andrews Study Bible.



LEVÍTICO 25 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ
9 de agosto de 2025, 0:30
Filed under: Sem categoria

LEVÍTICO 25 – A essência da existência não é alimentar a ganância, mas desfrutar daquilo que Deus nos dá em Sua onipotência. Ele não quer que desenvolvamos a cobiça, mas que desfrutemos Suas bênçãos.

No descanso diário (à noite) somos desafiados a confiar que nossas necessidades são supridas por Deus (Salmo 127:1-2). No descanso semanal, reconhecemos Deus como Criador e também Provedor (Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11; João 5:16-17).

Além do descanso diário e semanal, Deus deu a Seu povo mais dois descansos:
1. O ano sabático: Se dava quando encerrava seis anos de atividades.
2. O ano jubileu: Se dava quando encerrava seis ciclos sabáticos.

Após cada seis anos de atividades, o trabalhador deveria descansar um ano inteiro. Deus preza pelas férias, enquanto algumas pessoas se orgulham de nunca tê-las tirado. Deus valoriza o descanso, quando muitos só querem trabalhar. Interessante, não?

Ainda outros ensinamentos resultam de um estudo atento ao texto em apreço: Os anos sabáticos e Jubileu mostram que, no decorrer da história, é necessário lembrar-se de Deus e Seus atos precisam fazer sentido na vida de Seu povo. Assim, quando lembrasse da libertação da escravidão, Deus orientou Seu povo a conceder liberdade perdoando dívidas, libertando escravos e devolvendo terras. A Terra pertence a Deus, Ele é o verdadeiro dono de tudo. Quando reconhecemos isso, nossa atitude muda!

Enquanto o pecado nos escraviza, Jesus nos liberta (João 8:31-36). Assim como Cristo nos tornou livres, devemos ansiar pela liberdade de outras pessoas. A razão de a terra ficar em repouso são os necessitados, os quais deviam colher na “terra alheia”.

O Jubileu é o ápice dos anos sabáticos; “é um esplêndido plano social – sim, institucional – para colocar freios no desejo e na ambição pessoais… O Jubileu nivela as pirâmides da vida social fazendo da justiça uma nova regra da prática econômica. A visão do Jubileu não esmaga a iniciativa individual. Ela não exige vida comunitária nem prescreve igualdade legalista. Ela coloca as aspirações sociais em seu lugar, mas sabe que tais coisas facilmente saem do controle… O Jubileu integra dimensões espirituais e sociais. Ele tece a religião e a economia em um mesmo tecido. Colocando-as, assim, juntas sob a verdade bíblica, que mantém a vida espiritual e econômica juntas” (Donald Kraybill).

Reflitamos e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 24 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
8 de agosto de 2025, 1:30
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: LEVÍTICO 24 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 24 – BLOG MUNDIAL

LEVÍTICO 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



LEVÍTICO 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
8 de agosto de 2025, 0:50
Filed under: Sem categoria

738 palavras

2 que tragam azeite puro de oliveira, batido. O azeite comum era produzido em uma prensa, mas o óleo para o santuário era batido. As azeitonas eram cuidadosamente lavadas e todas as impurezas, folhas e galhinhos, removidos. Os frutos eram batidos e macerados de modo que o azeite fluía por si mesmo. Isso produzia menos azeite do que o outro método, mas o resultado era um produto superior. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 875.

cozerás doze pães. Foi esse pão que Abimeleque deu a Davi e a seus homens (1Sm 21:4-6; Mt 12:3, 4). Era também chamado de “pão da Presença” e simbolizava Cristo, o verdadeiro Pão vivo (ver Jo 6:51). O pão testificava também ao povo da constante dependência de Deus em todas as necessidades, tanto espirituais quanto temporais (ver Mt 6:31-34). A mesa estava sempre posta e o suprimento de pão era renovado a cada semana. CBASD, vol. 1, p. 875.

incenso. Era colocado em duas taças de ouro; quando o pão era removido, o incenso era queimado sobre as brasas como oferta ao Senhor. CBASD, vol. 1, p. 875.

10 o filho de uma israelita. O fato de que o jovem era filho de um egípcio e que fazia parte da “mistura de gente” que subiu do Egito com o povo de Israel, indica que não lhe era permitido entrar no acampamento, nem morar nele; no entanto, o rapaz entrou. … Ao entrar no acampamento, ele tinha o propósito de armar sua tenda ali (PP, 407). CBASD, vol. 1, p. 876.

11 blasfemou o nome do Senhor e o amaldiçoou. Em hebraico lê-se apenas “o nome”; as palavras “do SENHOR” foram acrescentadas pelos tradutores. Andrews Study Bible.

Ao invés de se arrepender, ele demonstrou ser perversamente impenitente. CBASD, vol. 1, p. 876.

O terceiro mandamento proibia de usar o nome do Senhor em vão. A blasfêmia incluía o pecado gravíssimo de deliberado desprezo e desrespeito para com Jeová e para com Sua graça salvadora. Bíblia Shedd.

13 Esta punição por blasfêmia (amaldiçoar a Deus) pode parecer extrema pelos padrões modernos. Mas ela mostra quão seriamente Deus espera que tratemos nosso relacionamento com Ele. Frequentemente usamos Seus nome em juramentos ou agimos como se Ele não existisse. Devemos ser cuidadosos em como falamos e agimos, tratando Deus com reverência. Afinal, Ele terá a palavra final. Life Application Study Bible.

16 será morto. O pensamento aqui não é tanto impor uma penalidade por causa de um pecado grave: a necessidade urgente era a remoção de um foco de infecção na comunidade. O desastre desceria sobre a terra na qual o nome de Deus fosse blasfemado, onde a Majestade do Deus vivo fosse repudiada, não importando que o ofensor fosse um israelita nativo ou um estrangeiro domiciliado em Israel. Bíblia Shedd.

17-22 Este era um código para juízes, não um aval para vingança pessoal. Com efeito, isto dizia que a punição deveria ser proporcional ao crime, não ir além. Life Application Study Bible.

Não se exigia realmente um olho ou um dente, e não há evidência de jamais ter sido aplicada semelhante penalidade. … Cristo, de modo semelhante aos fariseus moderados (escola de Hilel), tinha objeções contra o uso extremista desse princípio judicial como desculpa para a vingança particular, conforme os fariseus rigorosos o aplicavam (escola de Shammai); v. Mt 5.38-42Bíblia de Estudo NVI Vida.

19 defeito. A mesma palavra utilizada para defeitos permanentes que desqualificavam sacerdotes ao ofício e animais ao sacrifício (caps. 21-22). Infligir tal defeito era uma ofensa séria porque reduzia uma pessoa da inteireza ideal da vida. Andrews Study Bible.

22 Uma e a mesma lei haverá. Deus perdoa o pecado, qualquer que seja ele, mas crimes civis não podem se enquadrar na mesma base. Israel era uma nação e também uma igreja. Deus deu leis para ambas. … Deus conhece o coração e pode, portanto, perdoar e até mesmo esquecer. Mas se a sentença fosse suspensa mediante o arrependimento, todo criminoso alegaria arrependimento para se livrar. Se uma sentença pudesse ser anulada por se alegar arrependimento, logo todas as prisões estariam vazias. Alguns se esquecem de que, embora Deus perdoe, Ele não remove a penalidade pela transgressão. Davi pecou e se arrependeu, mas não escapou das consequências do seu pecado. O sofrimento o acompanhou durante toda a vida. … o requisito “olho por olho, dente por dente” não é algo que se possa dispor levianamente como uma ordenança do AT. É um princípio sobre o qual os governos de fundamentam. Se não houver punição para o mal, as condições estariam ainda piores do que estão. CBASD, vol. 1, p. 876.



LEVÍTICO 24 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ
8 de agosto de 2025, 0:30
Filed under: Sem categoria

LEVÍTICO 24 – Os símbolos do evangelho e das verdades espirituais estão no Santuário e nos seus serviços.

Em Levítico 24 encontramos a menorá (candelabro, com sete hastes), o azeite e doze pães para a mesa do Senhor. Em Zacarias 4:1-10, o profeta recebe visão de um candelabro abastecido por duas oliveiras cujo significado refere-se aos olhos de Deus percorrendo toda a Terra. Em Apocalipse 5:6 revela o envio dos sete espíritos de Deus por toda a Terra, com sete olhos, dando a ideia de onisciência e onipresença da divindade bíblica.

Os doze pães representavam as doze tribos de Israel e também dos doze apóstolos de Cristo. Como tudo no santuário “é uma ilustração para os nossos dias” (Hebreus 9:9), cada símbolo representa algo de suma importância que Deus quer transmitir para nós, inclusive nos dias atuais. Sendo os crentes atualmente parte do “sacerdócio real” (1 Pedro 2:9), devemos alimentar nossa fé através dos símbolos e rituais do Santuário. Jesus é o Pão da Vida que desceu do Céu para nutrir a vida daqueles que herdarão a eternidade e Seu Espírito (representado pelo azeite) nos sustenta frente às dificuldades que desafiam nossa existência espiritual (João 6:32-58; Hebreus 2:17-18; 4:14-16).

Os regulamentos sacerdotais definiam a única esperança do pecador aproximar-se de Seu Criador e receber dEle o perdão dos pecados. Adulterar qualquer uma das partes implica rejeitar/banalizar o único sistema de salvação.

Sobre rebeldia e maldição aos pais pelos filhos foram dadas instruções em Êxodo 21:17, agora em Levítico 24:14-16 apresenta instruções quanto ao ato de rebelar-se contra Deus proferindo blasfêmias e maldições, quebrando descaradamente Seu mandamento (Êxodo 20:7). Uma briga entre dois homens levou um deles a blasfemar o nome Divino com maldição. Ao ser levado a Moisés, a sentença foi apedrejamento – o qual aconteceu após ele ficar preso enquanto se aguardava “que a vontade do Senhor lhes fosse declarada”.

Embora se desconheça as palavras de blasfêmias daquele homem, o texto provê a ideia de Deus ser débil, incapaz e irrelevante. Além de ser mentira tal ideia, é uma afronta descarada ao Deus que, sendo santo, criou uma estratégia para salvar pecadores.

Desprezar a Deus implica em rejeitar a única possibilidade de vida – o que ficou claro no apedrejamento!

Honremos a Deus, assim seremos reavivados! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 23 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
7 de agosto de 2025, 1:30
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: LEVÍTICO 23 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 23 – BLOG MUNDIAL

LEVÍTICO 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



LEVÍTICO 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
7 de agosto de 2025, 0:50
Filed under: Sem categoria

1969 palavras

O estudo do santuário e suas festas ocupa, atualmente, uma disciplina semestral completa do curso de teologia. Sua simbologia está diretamente relacionada com o ministério de Jesus. Apresentamos aqui um breve resumo deste conteúdo, através dos comentários selecionados [Jeferson].

2 festas. Ou, “ocasiões determinadas”, incluindo o sábado semanal (v. 3). Andrews Study Bible.

santas convocações (ARA; NVI: “vocês proclamarão”).

sábado do descanso solene. A tradução não imprime a força suficiente que tem o original hebraico. As variantes da tradução aparecem como um “sábado de completo repouso”,”um sábado perfeito”, “um sábado de descanso solene”. O sábado é diferente de todas as outras festas e santas convocações (ver v. 37, 38), pois ele se originou na criação (Gn 2:1-3), enquanto as festa anuais e os “sábados” tiveram sua origem com a nação judaica. O sábado do sétimo dia “foi estabelecido por causa do homem” (Mc 2:27) e, por isso, é um compromisso do homem para sempre. As festas anuais foram feitas para os judeus e cumpriram seu propósito quando o tipo encontrou o antítipo, na cruz de Cristo (Cl 2:16, 17). O sábado do sétimo dia está incorporado à lei de Deus, os dez mandamentos,  Sua constituição para a humanidade. Pelo fato de ter sido criada antes que o pecado entrasse no mundo, a lei permanecerá depois que o pecado não mais existir (Is 66:22, 23). Por outro lado, as festas anuais judaicas eram apenas temporais, locais e de aplicação cerimonial, adequadas às condições da Palestina [tempos de colheita determinados pelas estações do ano], e não para serem aplicadas ao mundo todo. … Todas essas festas serviam a um propósito, e foram adaptadas às condições dos judeus enquanto vivessem na Palestina, antes da vinda do Messias. Todas elas cessaram, mas o sábado do sétimo dia permanece. … Ele [Cristo] acrescentou: “de sorte que o Filho do Homem é SENHOR também do sábado” (Mc 2:28). É o dia que pertence ao Senhor. Ninguém o pode falsificar, pois não tem o direito de fazê-lo. É o “santo dia do SENHOR”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 869.

é sábado do SENHOR. A expressão indica propriedade. Se Deus tivesse falado do primeiro dia da semana como “Meu santo dia” ou “o sábado do SENHOR”, hoje ninguém teria dúvida sobre o significado desse dia. Em vez disso, Ele usa várias expressões sobre o sétimo dia, como Seu. CBASD, vol. 1, p. 869.

Estas são as festas fixas do Senhor (NVI). Repetindo a introdução (v. 2) ao estabelecer o descanso do sábad0 (v. 3) à parte dos festivais anuais que se seguem. O sábado, o fundamento do tempo sagrado, foi estabelecido antes do pecado e antes da nação de Israel. Portanto, é válido para todos os humanos. Mas os festivais anuais eram parte do sistema ritual israelita temporário que prenunciava maiores realidades cumpridas pelo trabalho salvífico de Cristo (Cl 2:16-17; aqui, “sábados” se refere à práticas rituais nos dias de descanso, não basicamente ao repouso sabático semanal. Andrews Study Bible.

5-14 a Festa dos Pães Asmos. Guardava-se separada da Páscoa, apesar de estas festas terem íntima conexão uma com a outra. A Páscoa era celebrada no dia 14 do mês de Nisã, veja 23.5 [modelo da morte de Jesus, que ocorreu entre o por de sol de quinta e o de sexta], enquanto a festa dos pães asmos começava no dia 15 e continuava durante sete dias. Juntas formavam uma festividade dupla, assim como também é o caso da festa dos tabernáculos, juntamente com o dia da expiação. No tempo de Jesus, as festas da Páscoa e dos Pães Asmos já eram tratadas como uma só, Mc 14.1, 12; Lc 22.1. Isto se devia, sem dúvida, ao fato de não haver intervalo entre as duas destas, e também porque ambas celebraram a mesma libertação do Egito, Êx 12.1-28. Bíblia Shedd.

a Páscoa. Comemorava a histórica saída do Egito, Êx 12. O ponto central da celebração era a morte do cordeiro pascal que redimia os primogênitos da morte. A festa enfatizava o direito de Deus sobre os primogênitos e a contínua necessidade da redenção do homem. O cordeiro, do qual nenhum osso devia ser quebrado, tipificava Cristo como o nosso Cordeiro pascal que eu a Si mesmo em sacrifício por nós, Jo 19.36; 1 Co 5.7. As duas festas vinham na época do começo da sega da cevada. Bíblia Shedd.

primeiro mês. Os israelitas tinham três sistemas de se referirem aos meses. Num dos sistemas, os meses eram simplesmente numerados (como aqui e no v. 24). em outro, os nomes cananeus eram usados (abibe, bul, etc.), dos quais somente quatro são conhecidos. No terceiro sistema, os nomes babilônicos (nisã, adar, tisri, quisleu, etc.) eram usados – comente nos livros exílicos [durante e após o exílio babilônico]- e ainda são usados hoje. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Festa dos Pães Asmos (ARA;NVI: “pães sem fermento”). Durante a Festa, era trazido o primeiro feixe da colheita da cevada (cf v. 10, 11). Bíblia de Estudo NVI Vida.

7 nenhuma obra servil fareis (ARA; NKJV: “não fareis trabalho costumeiro”). O trabalho feito para ganhar a vida, não serviços domésticos leves. O único sábado (dia de descanso) cerimonial quando mesmo o trabalho doméstico era proibido era o Dia da Expiação (vs. 28, 20). Andrews Study Bible.

9-14 A Festa das Primícias  que as primeiras grãos colhidos fossem ofertados a Deus. Os israelitas não podiam comer a comida de suas colheitas até que tivessem feito essa oferta. Hoje Deus ainda espera que coloquemos de lado a Sua porção primeiramente, não por último. Dar sobras para Deus não é uma maneira de manifestar agradecimento. Life Application Study Bible.

10 molho das primícias da vossa messe (ARA; NVI: “feixe do primeiro cereal que comerem”).

11 no dia seguinte ao sábado. No primeiro dia da semana, apontando para a ressurreição de Cristo nesse dia (JO 20:1) como os “primeiros frutos ” daqueles que morreram (1 Co 15:20) e retornarão à vida (1 Co 15:12-58). Andrews Study Bible.

13 duas dízimas de um efa de flor de farinha (ARA; NVI: “dois jarros da melhor farinha”).

sua libação será de vinho, a quarta parte de um him (ARA; NVI: “uma oferta derramada de um litro de vinho”)

15 Na época do Antigo Testamento era chamado a festa das semanas aquilo que nós chamamos de “pentecoste”, que é a palavra grega usada no Novo Testamento, e que significa justamente “cinquenta dias”, ou seja, as sete semanas que se contam desde a época da oferta de gratidão pelas primícias. Celebrava-se no 50º dia depois da festa dos pães asmos. Foi durante essa festa que o Espírito Santo desceu sobre a Igreja Apostólica, que se verificou com grandes sinais, cinquenta dias depois da ressurreição do Senhor Jesus Cristo de entre os mortos, At 2.1-4. Bíblia Shedd.

16 cinquenta dias. O Pentecostes simboliza o derramamento do Espírito Santo. Assim como os pães movidos eram oferecidos 50 dias após o molho movido, houve um período de 50 dias entre a ressurreição de Cristo e o derramamento do Espírito Santo, no Pentecostes (At 2:1-4). Cristo passou 40 desses dias na terra instruindo e ajudando os discípulos (At 1:3). Então, Ele subiu ao Céu e, durante 10 dias, os 11 discípulos continuaram a orar e suplicar, até que o Pentecostes se cumpriu plenamente. Com o Pentecostes, veio a plenitude do Espírito (At 1:8; 2:4). No Pentecostes, o trabalho dos discípulos se uniu ao de Cristo e o resultado foi glorioso para o reino do Céu. Esses dez dias foram importantes para a igreja. Também foram importantes no Céu. Quando Cristo “subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens” (Ef 4:8). Aqueles que ressuscitaram por ocasião da morte de Cristo “saíram dos sepulcros depois da ressurreição” e subiram com Ele ao Céu, e foram, então, apresentados diante do Pai como as primícias da ressurreição (ver Mt 27:52, 53). CBASD, vol. 1, p. 872.

19 oferta pacífica (ARA; NVI: “oferta de comunhão”).

21 nenhuma obra servil fareis (ARA; NVI: “não realizareis trabalho algum”).

24 primeiro dia do sétimo mês Hoje conhecido como o Ano Novo Judaico (Rosh Hashanah, “o começo do ano” [civil]), mas não chamado assim na Bíblia (a expressão em hebraico é usada somente em Ez 40.1 numa fórmula de datas). Bíblia de Estudo NVI Vida.

toques de trombeta. Trombetas eram tocadas no primeiro dia de cada mês (Sl 81.3). Não havendo calendários disponíveis, as trombetas soando pela terra inteira eram um sinal importante do começo da nova estação, do fim do ano agrícola. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A maioria das trombetas usadas eram feitas de chifres de carneiro (shofar), mas algumas das trombetas mais especiais eram feitas de prata batida. Life Application Study Bible.

27 Dia da Expiação [26-32]. Arão devia entrar no Lugar Santíssimo somente uma vez ao ano (16.29-34), no dia que os judeus de hoje chamam Yom Kippur. … O dia era tipológico e prenunciava a obra de Cristo, nosso sumo sacerdote (v. Hb 9.7; 13.11, 12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Completava a lista de festas de descanso “solene”, v 3. Cf 16.1-10n. Esta a festa que mais falava sobre a obra sacrificial e sacerdotal de Jesus Cristo, Hb 9.6-28. Bíblia Shedd.

32 de uma tarde a outra celebrareis o vosso sábado. Esta passagem é entendida como uma indicação geral de quando todos os tipos de sábados, incluindo o sábado semanal, começam e terminam. Andrews Study Bible.

33-43 Festa dos Tabernáculos (ARA: NVI: “festa das cabanas”). Cabanas era a última das três festas anuais de peregrinação (Êx 23.14-17; Dt 16.16). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Comemorava a jornada dos israelitas pelo deserto depois da saída do Egito. Exigia-se que os israelitas vivessem por sete dias em cabanas feitas de galhos de árvores. Era também chamada a festa das colheitas, uma vez que vinha no fim da sega. O jejum do dia da expiação era, pois, seguido por uma festa de júbilo. Bíblia Shedd.

34 Esta primeira descrição da Festa dos Tabernáculos, vv 34-36, nos indica também o primeiro cumprimento do seu significado: é a vinda do Senhor Jesus Cristo para morar entre os homens. Pois Jesus não podia ter nascido em dezembro, que é um mês de neve em Jerusalém, durante o qual nenhum rebanho estaria nos campos (Lc 2.8-11). Que [Jesus] provavelmente nasceu  na época da Festa dos Tabernáculos, em outubro, pode ser calculado assim: Zacarias exercia seu turno em julho (Lc 1.5, 8) por ser do turno de Abias, o oitavo turno do ano eclesiástico que começava em março (1 Cr 24.10). Foi o mês da concepção de João Batista, Lc 1.23-24, que nasceu, pois no mês de abril do ano seguinte. Jesus nasceu seis meses mais tarde, Lc 1.26, portanto em plena Festa dos Tabernáculos. Bíblia Shedd.

39 Esta segunda descrição da festa dos Tabernáculos, depois de se ter encerrado o assunto das festas (vv 37-38), aponta para o segundo cumprimento do seu significado: a segunda vinda de Cristo, depois da qual Deus vai habitar entre os homens, fazendo Seu tabernáculo entre eles, Ap 21.1-3. Bíblia Shedd.

42 tendas. A palavra hebraica assim traduzida é sukkot, também traduzida por “cabanas” (como no v. 34), que dá à festa o seu nome. Até mesmo hoje os judeus ortodoxos constroem cabanas pequenas (v. Ne 8.13-17) para se lembrarem das cabanas nas quais habitavam quando Deus os tirou do Egito no período do êxodo (v. 43). Bíblia de Estudo NVI Vida.

A Festa dos Tabernáculos comemorava o tempo em que Israel viveu em tendas no deserto durante os 40 anos de peregrinação (ver Dt 16:12-15). É bom lembrar como Deus conduziu Seu povo no passado. É bom trazer à lembrança Suas providências, pois a natureza humana é inclinada a questionar a vida e a sorte do presente. Faz bem pensar nas muitas bênçãos concedidas por Deus a Seu povo e no modo maravilhoso como Ele tem dirigido a sua vida. Isso nos torna mais agradecidos, e a gratidão é uma parte vital da religião. CBASD, vol. 1, p. 873.

44 A adoração envolve tanto celebração quanto confissão. Nos feriados nacionais de Israel, a balança tendia em favor da celebração – cinco  ocasiões alegres para duas solenes. O Deus da Bíblia encoraja a alegria! Deus não pretende que a religião seja apenas meditação e introspecção. Ele também que celebremos. Uma reflexão séria e confissão imediata são essenciais. Mas isto deve ser equilibrado com a celebração do que Deus é e do que Ele fez pelo Seu povo. Life Application Study Bible.