Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
4 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 15 – Jonh Knox observou e declarou: “Os amigos de Deus vão e vêm são e salvos”. Podemos acrescentar que inimigos dos amigos de Deus sofrerão grandes consequências. Tal inimizade surgiu desde Gênesis 3:15, passou por Gênesis 4 e chega até nossos dias.

Moabe surgiu da união incestuosa de Ló com uma de suas filhas (Gênesis 19:30-38). Embora fossem parentes de Israel, a inimizade era declarada contra o povo de Deus (Números 25, 31; Deuteronômio 23:3).

Inimigos do povo de Deus declaram inimizade contra o próprio Deus. No fim dos tempos tal inimizade seria bem nítida como se vê em Apocalipse 12, 13 e 14. Contudo, Deus está no controle de tudo. A profecia de Isaías 15 evidencia a soberania divina sobre os poderes da oposição, opressão e destruição.

Ter amizade com Deus suscita inimizade com os o inimigos de Deus; contudo, vale muito mais a pena ser amigo de Deus do que não ser. Veja isso bem claramente na profecia em pauta:

• Cidades fortes que se opõem ao Autor da vida se tornam cidades destruídas. Ar e Quir revelam que não vale a pena dar rédeas soltas aos pecados (v. 1);
• Grandes religiões, intensos rituais e buscas perseverantes a deuses falsos é perder tempo; pior ainda, espiritualidade fraudulenta atrai a ira do Deus verdadeiro e a situação torna-se intensamente desesperadora (vs. 2-3);
• Os que causam terror aos servos de Deus serão assombrados com terror a tal ponto de entrar em pânico. A lei de semeadura é colher muito mais do que se planta. É importante saber qual o tipo de semente se está plantando, pois geralmente a colheita é farta. É sábio aprender a lição com os que erram (v. 4);
• Mesmo que o povo inimigo colha as terríveis consequências de suas atitudes cruéis, aqueles que têm coração regido por Cristo não devem se alegrar com a desgraça deles. Isaías se compadeceu, apiedou-se e clamou pelos aflitos (vs. 5-9).

Os juízos de Deus antes do fechamento da porta da graça são recheados de graça visando o arrependimento. Caso não houver sinal de reconhecimento de pecados, os juízos iniciais resultarão num juízo final. Isso está nítido no capítulo em pauta e na profecia das sete trombetas dos capítulos 8 a 11 de Apocalipse.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 14 – Comentário Pr Derek Morris
3 de junho de 2017, 11:38
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A REVELAÇÃO DIVINA DO GRANDE CONFLITO
A maioria das pessoas está dolorosamente consciente do fato de que algo está terrivelmente errado no planeta Terra.
A Bíblia revela a grande controvérsia entre o bem e o mal. Em Isaías 14, o profeta expõe as razões pelas quais Lucifier se rebelou contra Deus. Apocalipse 12 registra a guerra no céu.
O que essas profecias têm a ver conosco hoje?
Devemos lembrar sempre que estamos em uma zona de guerra. Nossa única força é encontrada em nosso Redentor e Forte Libertador. Ele nos oferece a Sua proteção sobrenatural como um presente a ser recebido pela fé (ver Efésios 6: 10-17).
Mas também devemos lembrar que a rebelião de Satanás está condenada ao fracasso. Ele e todos os que se juntarem a ele em rebelião contra Deus serão ao final destruídos quando o fogo do céu, vindo de Deus, os devorar.
Até que chegue aquele dia, temos a certeza de que podemos vencer Satanás pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do nosso testemunho. (Apocalipse 12:11)
Nosso Redentor, que nos ama e morreu para nos salvar, também é nosso Forte Libertador e Protetor. Aleluia!

Pr Derek Morris
Ministerial Mundial da IASD

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=939 e https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/14



ISAÍAS 14
3 de junho de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Este capítulo continua a profecia do cap. 13 a respeito da queda de Babilônia. A ênfase deste poema está na fidelidade de Deus e no cumprimento de Sua promessa de dar descanso ao Seu povo. De acordo com os versos 1-3 quando fosse liberto do cativeiro, o povo de Israel zombaria de seu opressor.

Isaías 14 pode ser visto como uma canção da vitória de Deus sobre o mal. O Senhor prometeu dar descanso ao Seu povo destruindo o rei da Babilônia (v. 4-6). Ele próprio entra na batalha para alcançar Seus propósitos. Então a terra exulta em cânticos (v.7).

Os traços de caráter do rei da Babilônia são tão similares aos de Satanás que é legítima uma identificação entre os dois (v. 12-14). Orgulho e egoísmo foram demonstrados por Satanás no Céu e duplicados na terra de forma notável pelo monarca babilônico.

A Assíria e a Filístia seguiram os passos de Satanás. A causa da verdade enfrentou muito inimigos ao longo dos séculos. Mas os dias dos que se opõem a Deus estão contados (v. 15).

Agora mesmo você pode estar sofrendo sob opressão e injustiça (v. 32). Não desista! Deus promete lhe erguer e libertar. Confie nEle e experimente vitórias espirituais hoje.

Pr Diego Stingelin
Curitiba, Paraná, Brasil

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/14, https://www.revivalandreformation.org/?id=939 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/14/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/10
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 14 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ISAÍAS 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
3 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 14 – Cada nação tem sua versão da guerra em que se envolveu; assim como duas pessoas que brigam tem cada um a sua versão. Porém, ao abrir a cortina da história, Deus revela coisas impossíveis de enxergar com olhos naturais.

Observe atentamente cada frase deste capítulo com oração. Merril F. Unger assim o esboça:

• A profecia da restauração de Israel prevê a queda de Babilônia (vs. 1-3);
• O cântico de triunfo de Israel sobre o último rei de Babilônia (vs. 4-11);
• Satanás é tratado como inspirador do último rei de Babilônia (vs. 12-17);
• A futura destruição do satânico sistema mundial (vs. 18-27);
• Oráculo sobre a Filístia (vs. 28-32).

Por trás das guerras há um conflito maior. Desde a entrada do pecado no mundo há um grande conflito nos bastidores das decisões e ações humanas. Isso não inocenta o pecador, mas o responsabiliza mais ainda. Pois, das forças sobre-humanas, quem está nos moldando e regendo?

Satanás estava por trás da serpente no Jardim do Éden e de Herodes (Gênesis 3:1-5, 14-15; Apocalipse 12:1-10). Estava influenciando o príncipe de Tiro (Ezequiel 28:12-19). Como também estava no caso de Babilônia (Isaías 14). Por outro lado, Deus também está agindo na vida de alguns indivíduos e nações, como se vê claramente em Isaías 13.

As origens de Babilônia revelam uma motivação errada. A Torre de Babel tinha o propósito de alcançar o céu, assim como o rei da Babilônia ambicionava o poder mundial. Nos versos 13 e 14, o profeta revela cinco verbos no futuro, em destaque para o “EU”, mesclando as intenções do rei babilônico e as satânicas.

• A ambição, orgulho, arrogância e vaidade caracterizam o diabo.

Em Apocalipse 12 e 13 percebe-se Satanás usando nações, reis e poderes eclesiásticos como instrumentos em sua investida final contra o remanescente fiel. Porém, a revelação de Isaías 14 vai além de apresentar Satanás, ela mostra a ação e vitória de Deus e Seu povo.

Deus preza e protege o pequeno grupo de fieis neste mundo em decadência econômica, política e religiosa. “Por trás do quebra-cabeças de conspirações políticas e militares entre antigos e modernos países do mundo, Satanás está em ação para enganar, degradar e destruir. Mas o plano de Deus finalmente prevalecerá” (Roy Gane).

Vivamos esperançosos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 13
2 de junho de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Enquanto os doze primeiros capítulos de Isaías apresentam o desagrado de Deus com Seu povo, os 11 próximos capítulos (13 a 23) apresentam o juízo contra as nações vizinhas que historicamente se posicionaram contra a Sua vontade. O objetivo principal dessas mensagens é transmitir ao povo de Deus a mensagem de esperança de que seus inimigos receberão de Deus o castigo que merecem.

Ao falar contra a Babilônia, no capítulo 13, Isaías apresenta simbolicamente o destino de todas as potências que se opõem ao reino de Deus. Desde a torre em Babel (Gn 11), até a meretriz do Apocalipse (Ap 17, 18), Babilônia tem lutado contra os fundamentos do governo de Deus, opondo-se à vontade divina e perseguindo Seu povo, aparentemente impune.

Isaías retrata a Deus não como um expectador passivo, mas como um general em batalha, pessoalmente envolvido e interessado em Seu povo. Ele se importa conosco, com nosso bem-estar e destino. Seu maior interesse é salvar-nos para a eternidade. Confie em Seu General, Ele não vai descansar enquanto não trouxer de volta a paz e harmonia ao universo!

Jeferson Antônio Quimelli
Professor da Universidade Estadual de Ponta Grossa
Paraná, Brasil

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/13, https://www.revivalandreformation.org/?id=938 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/13/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/09
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 13 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ISAÍAS 12
1 de junho de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

“Naquele dia você dirá: “Eu te louvarei, Senhor! Pois estavas irado contra mim, mas a tua ira desviou-se, e tu me consolaste” (v. 1, NVI). É maravilhoso saber que além de justo, Deus é também misericordioso.

Esse verso de Isaías faz parte de um belo hino de louvor a Deus pelo seu plano de libertar Seu povo dos cativeiros assírio e babilônico. Pena que as 10 tribos que foram levadas para a Assíria não se arrependeram e desapareceram da história. Deus, então, cumpriu esse plano com duas tribos: Judá e Benjamim. Por ser Justo, Deus ficou irado contra os pecados de Seu povo e permitiu que ele fosse para o cativeiro. Mas não os esqueceu lá. Moveu o coração de Ciro, rei da Pérsia, o qual decretou que os judeus cativos na Babilônia voltassem para sua terra natal, a Palestina. Assim, a ira de Deus foi desviada, dando lugar à Sua misericórdia.

É importante compreender essas duas facetas do caráter de Deus. Ou seja, que Ele é justo e odeia o pecado. Mas é confortante também saber que Ele é misericordioso e não nos deixa de amar quando erramos. Tão logo nos arrependamos, Ele, tal qual pai amoroso, está de braços abertos para receber-nos de volta e dar-nos nova chance.

Pr Ozeas Caldas Moura
Coordenador do Curso de Teologia do UNASP
São Paulo, Brasil.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/12, https://www.revivalandreformation.org/?id=937 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/12/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/08
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 12 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ISAÍAS 11
31 de maio de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

O plano de Deus era que quando o remanescente voltasse do cativeiro babilônico (v.11), colocaria toda a sua confiança nEle e prepararia todo o mundo para a vinda do Messias. Se assim o fizessem, Deus prometia lhes dar a paz (v. 12-16). Mas eles falharam. Aprendamos com eles e coloquemos a nossa confiança em Deus, enquanto nós, o Israel espiritual, preparamos o mundo para a Segunda Vinda.

Hoje aguardamos um “lugar” preparado para nós (João 14:2-3 ARA), onde o lobo e o cordeiro habitam pacificamente, o leopardo descansa com um cabrito e uma criança brinca ilesa com um bezerro e um leão (v.6). Imagine o leão celeste comendo grama como um boi (v.7). É um lugar onde não há medo de qualquer tipo de “dano” (v.9 ARA). Isso inclui a proteção de todos os tipos de abuso e maldade. Será um lugar seguro eterno e “glorioso” para descansar e viver (v.10 NVI).

Senhor, ajuda-nos a sermos Seus dignos representantes, Suas bandeiras, Seus embaixadores. Obrigado por esse vislumbre do céu. Mantenha-nos fiéis enquanto esperamos por esse dia glorioso. Amém.”

Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
Casal pastoral, Associação Kentucky-Tennessee, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/11, https://www.revivalandreformation.org/?id=936 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/11/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/07
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 11 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ISAÍAS 10
30 de maio de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Este capítulo continua o tema da última parte do capítulo 9. O primeiro “ai” (verso 1 -2) apresenta o julgamento divino contra o povo de Deus por causa da falta de justiça e dos roubos e abusos praticados contra os pobres, as viúvas e os órfãos. Deus tem o direito de julgar o Seu povo.

O segundo “ai” ( vs 5-6) é dirigido contra a Assíria. Primeiro vemos como a Assíria é usada como um instrumento de punição contra o povo de Deus. Depois vemos como o orgulho leva o rei da Assíria a vangloriar-se de que seus líderes e deuses são superiores e a fazer planos para destruir totalmente a Judá (vs. 7-11). Finalmente descobrimos que o Senhor punirá a Assíria por causa de sua arrogância (vs.12 -19). Deus tem o direito de julgar a todas as nações.

Nossa resposta à disciplina reflete a condição do nosso coração. A disciplina pode endurecer a alguns (Êxodo 7:22), ou fazer com que outros retornem para Deus (v. 21). O remanescente compreende que um Deus misericordioso busca “dar novo ânimo ao espírito do humilde e novo alento ao coração do contrito” (Is. 57:15).

Vemos nos juízos de Deus um objetivo misericordioso. “Nem todos os que foram levados cativos eram impenitentes. Entre eles havia alguns que tinham permanecido leais a Deus, e outros que se haviam humilhado perante Ele. Por intermédio desses, os “filhos do Deus vivo” (Oséias 1:10), Ele levaria multidões no reino assírio ao conhecimento dos atributos de Seu caráter e beneficência da Sua lei” (Profetas e Reis, 150).

Oração: “Senhor, que minhas palavras e ações possam levar outros a ver Jesus em mim, hoje. Amém”.

Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
Casal pastoral, Associação Kentucky-Tennessee, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/10, https://www.revivalandreformation.org/?id=935 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/10/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/06
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 10 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ISAÍAS 9
29 de maio de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Isaías estava tomado de tristeza. A escuridão espiritual no Reino de Israel do Norte resultara no cativeiro assírio do povo que vivia em lugares como a Galiléia (v.1). No entanto, Isaías viu a chegada de um dia em que a sombra da escuridão seria substituída por “grande luz” e “alegria” (v. 2,3), quando Jesus, a “Luz do mundo” (João 8:12 ARA e NVI), honraria esses mesmos lugares com Sua presença (Mt . 4:15,16).

Então, Isaías transbordando de alegria profere as maravilhosas palavras que começam com: “Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado … ” (v. 6-7)!

Efraim e Samaria foram repetidamente advertidos porque não voltaram para o Senhor. No entanto, a mão de amor e misericórdia de Deus ainda estava estendida (v. 12, 17, 21), esperando o retorno do povo rebelde.

Isaías então profere acusações contra os governantes e os falsos profetas (v. 14-16), responsáveis por levar o povo ao erro. A parte final deste capítulo é muito bem retratada nas palavras: “No fim, o egoísmo consome a si mesmo.” (SDABC, vol. 4, p. 143).

Nos dias de Isaías o povo passou a habitar nas trevas por rejeitar as orientações de Deus. Hoje também vemos trevas por toda a parte. Lembremo-nos, entretanto, que muito em breve uma luz irromperá sobre este mundo sombrio. Jesus voltará e devolverá a alegria plena a todos aqueles que O aceitaram como a “luz do mundo”.

Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
Casal pastoral, Associação Kentucky-Tennessee, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/9, https://www.revivalandreformation.org/?id=934 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/9/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/05
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 9 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



Contexto histórico e espiritual de Isaías 7 a 11
28 de maio de 2017, 19:01
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Isaías 7 a 11 tem como contexto histórico a ameaça iminente de invasão do Reino do Sul pelo Reino do Norte, aliado à Síria (Isaías 7:1).

* O Reino do Sul, do rei Acaz, é também chamado de Reino de Judá (que também reunia as tribos de Benjamim e Simeão) ou Casa de Davi, e tinha por capital Jerusalém.

* O Reino do Norte, que tinha por rei Remalias, é também chamado de Israel, simbolizado pela sua tribo mais forte, Efraim, e tinha por capital a cidade de Samaria.

* A Síria tinha como rei Rezim, e também era chamada de Aram (ou Harã, cf. Gn 11:26-32, de onde saiu Abrão para Canaã), e sua capital era (e ainda é) Damasco.

Isaías, então, é enviado por Deus a garantir a Acaz que antes que esta invasão tivesse sucesso, a Síria e o Reino do Norte, Israel, seriam invadidos pela Assíria, mais ao leste, cuja capital era Nínive.

O contexto espiritual é que o Reino do Norte seria destruído por sua sua rebeldia e maldade, provocadas pelo afastamento irreversível de Deus, por sua idolatria. O mesmo aconteceria com Judá, se não se desviasse do mesmo caminho pelo qual o Reino do Norte se enveredara.

Mas, mesmo que isso ocorresse, um remanescente retornaria (7:3) e seria restaurado. O sinal disso seria o nascimento de Emanuel (14:3 – o qual nasceria de uma virgem), através de quem, o povo que andava em trevas (especialmente a Galileia, do Reino do Norte) veria grande luz (9:1, 2). Através dEle viria o governo eterno de paz e justiça ao trono de Davi (9:6, 7).

O Senhor quer nos usar, assim como quis usar Israel e Judá, para sermos embaixadores de Seu reino eterno. Se procedermos como Seus embaixadores obedientes, receberemos as bênçãos da aliança. Caso contrário, Deus não poderá nos proteger das consequências de nossas próprias más escolhas.