Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 33 – Comentários selecionados
22 de junho de 2017, 0:25
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1 Ai de ti. Este capítulo foi sem dúvida inspirado no juízo que caiu sobre os exércitos de Senaqueribe (Is 37:36). Os invasores tinham devastado Judá, mas o Senhor o libertaria do poder dos opressores.O capítulo alterna um grande consolo para os fiéis com severas repreensões para os ímpios. A visão profética de Isaías vislumbra também a gloriosa era messiânica. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 234.

Que não foste destruído. As guerras agressivas da Assíria contra seus vizinhos foram devastadoras. Seu interesse principal era saquear, e com esse propósito enviava seus exércitos. Mas, ao final, ela receberia a paga com a mesma moeda (ver Mt 7:2; cf Jr 50:15, 29; 51:24; Ap 13:10). CBASD, vol. 4, p. 234.

3 As nações são dispersas. Refere-se à destruição dos exércitos de Senaqueribe (ver Is 37:36, 37). Nessa ocasião, a “arrogância” dos assírios (Is 37:29) causou a derrota. CBASD, vol. 4, p. 234.

4 O vosso despojo. Isto se refere ao saque do acamamento assírio depois do aniquilamento dos invasores e da fuga precipitada dos poucos sobreviventes. Como lagartas e gafanhotos devoram tudo o que é verde, os hebreus no tempo devido despojariam os arrogantes assírios. CBASD, vol. 4, p. 234.

5 O SENHOR é sublime. O espetacular aniquilamento dos exércitos assírios (Is 37:36) rendeu honra e renome ao verdadeiro Deus. CBASD, vol. 4, p. 234.

6 Estabilidade. Judá encontraria força e estabilidade, não em exércitos armados, mas em Deus e na lealdade à Sua vontade revelada (ver Jó 28:28; Sl 111:10; Pv 1:7). CBASD, vol. 4, p. 234.

7 Os mensageiros da paz. As condições de paz que os assírios determinaram aos mensageiros de Ezequias eram tão duras (2Rs 18:14-16) que eles choraram “amargamente”. Quando os enviados hebreus se encontraram com Rabsaqué, acharam seus termos de rendição tão duros que voltaram “com suas vestes rasgadas” (2Rs 18:37). CBASD, vol. 4, p. 234.

8 As estradas estão desoladas. As estradas de Judá não mais estavam abertas aos viajantes. O exército de Senaqueribe tenha reduzido a terra a tal condição que não mais se ousava viajar pelas estradas. CBASD, vol. 4, p. 234.

9 A terra geme. Todo o país de Judá foi devastado durante a invasão assíria. O mesmo ocorreu com outros distritos da Palestina. CBASD, vol. 4, p. 235.

10 Agora, Me levantarei. A dificuldade humana é a oportunidade divina. Quando parecia não haver esperança, e que o último vestígio de resistência por parte de Judá seria logo esmagado pelo conquistador cruel, o Senhor se levantou para libertar o restante de Jerusalém. CBASD, vol. 4, p. 235.

11 Concebestes palha. Este versículo enfatiza a futilidade e vaidade das pretensões assírias. Todos os esforços produziriam apenas palha. As estratégias ousadas terminariam devorando quem as tramara. CBASD, vol. 4, p. 235.

12 Como se queima a cal. Eles seriam destruídos por completo, como se queima a cal, ou como espinhos ardem no fogo. CBASD, vol. 4, p. 235.

13 Reconhecei o Meu poder. Ao imputar o juízo sobre a Assíria, Deus ensinou a todos a futilidade da sabedoria e da força humana. Com frequência, ele permite que uma situação atinja o ponto crítico para que, ao intervir, o ser humano reconheça a autoridade e o poder divinos. CBASD, vol. 4, p. 235.

14 O fogo devorador. Deus é fogo devorador para os ímpios (Hb 12:29). Somente os “limpos de coração […] verão a Deus” (Mt 5:8) e viverão. As perguntas feitas aqui são similares às do Salmo 15:1 e 24:3. Isaías responde no versículo seguinte. CBASD, vol. 4, p. 235.

15 O que anda em justiça. Sem dúvida, a justiça é essencialmente uma coração de coração e mente, mas também de de “andar na luz” (1Jo 1:7). Conceitos corretos se refletirão em palavras e atos corretos. CBASD, vol. 4, p. 235.

O ganho de opressão. A Assíria tinha se enriquecido oprimindo nações mais fracas. No entanto, muitos em Jerusalém tinham reunido suas riquezas de forma similar (ver com. de Is 5:7). CBASD, vol. 4, p. 235.

O que, com um gesto de mãos, recusa aceitar suborno. Isto é num gesto indicando recusa em ter lucros ilícitos. CBASD, vol. 4, p. 235.

O que tapa os ouvidos para não ouvir falar de homicídios. Isto é, se recusa a participar de planos contra a vida de pessoas inocentes. CBASD, vol. 4, p. 235.

E fecha os olhos, para não ver o mal. O Senhor é “tão puro de olhos que não pode ver o mal” (Hc 1:13). Os que O servem também não toleram o mal. CBASD, vol. 4, p. 235.

16 Este habitará nas alturas. Isto é, em segurança. Cidades antigas eram construídas “nas alturas” para se proteger contra invasores. Ocupar um terreno alto é sempre vantajoso na guerra. CBASD, vol. 4, p. 235.

As fortalezas. Os que amam e servem ao Senhor desfrutam proteção e cuidado quando em dificuldades. Esta promessa será um conforto especial ao povo de Deus durante a crise dos últimos dias, quando encontrará lugares seguros fora do alcance dos que buscam destruí-lo (ver Sl 61:2, 3; 91:1, 2). Enquanto os ímpios sofrerão por falta de alimento e água (ver Ap 16:4-9; cf. GC, 626, 628), os santos terão as necessidades satisfeitas. CBASD, vol. 4, p. 235.

17 Os teus olhos verão o Rei. Durante as provas e tribulações dos últimos dias, o povo de Deus encontrará consolo na expectativa da vinda de Cristo (ver com. de Is 25:8, 9), e a terra da promessa que contemplaram com os olhos da fé, como se estivesse “longe” (Is 33:17), se tornará um realidade. CBASD, vol. 4, p. 235.

18 O teu coração se recordará dos terrores. Liberto dos inimigos, o povo de Deus meditará nas cenas terríveis pelas quais passou. As provas do passado parecerão um sonho. Isso aconteceu quando Jerusalém foi livrada dos exércitos de Senaqueribe, e acontecerá outra vez cm os santos na segunda vinda de Cristo. CBASD, vol. 4, p. 235.

Dizendo: “Onde está aquele que registrou […]?”. Passada a prova, os judeus perguntavam: “Onde estão os escribas assírios, que fixavam o tributo a ser exigido de cada vítima? E os senhores do cerco?” Todos tinham desaparecido, e tudo estava em paz. Do mesmo modo, na segunda vinda de Cristo, os fiéis se regozijarão na libertação das mãos daqueles que havia pouco buscavam matá-los. CBASD, vol. 4, p. 235, 236

19 Povo atrevido. Os insolentes, cruéis e zombadores invasores assírios, não mais existiriam. Em vez de verem os assírios, veriam “o Rei na Sua formosura” (v. 17; comparar com Êx 14:13). CBASD, vol. 4, p. 236.

20 Olha para Sião … habitação tranquila. Os invasores hostis se foram; todo perigo desapareceu. A cidade santa está em paz (comparar com Jl 3:16-20). CBASD, vol. 4, p. 236.

21 O SENHOR … fará as vezes de rios e correntes; barco nenhum … navio grande por eles não passará. Uma descrição da fertilidade e da beleza da terra prometida restaurada. Aqui estão os “rios” e as “correntes” que “alegram a cidade de Deus” (Sl 46:4; comparar com o rio, em Ez 47) … Nenhum navio inimigo navegaria seus rios (ver Ez 47:1; Jl 3:18; Zc 14:8; Ap 2:1). CBASD, vol. 4, p. 236.

23 Tuas enxárcias (ARA; NVI: “Suas cordas”). Continua a mesma figura do v. 21. O inimigo é como um navio cujas enxárcias estão soltas, cujo mastro vacila e cuja vela é inútil. A vitória dos santos é a derrota para seus inimigos. Os “coxos”, que em geral não prestam serviço militar, tomam parte na vitória e despojam seus inimigos. CBASD, vol. 4, p. 236.

24. Nenhum morador de Jerusalém dirá: “Estou doente”. Não haverá doentes na terra renovada, nem de corpo nem de alma (ver Jr 31:34). A cura da enfermidade e o perdão dos pecados ocorrem juntos (ver Sl 103:3; M7 9:2,6). Cristo restaura das moléstias físicas e espirituais. CBASD, vol. 4, p. 236.



ISAÍAS 32 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
21 de junho de 2017, 18:26
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4 Temerários. Comparar com Is 6:10. Os “temerários” são os que não tomam tempo para meditar em alguma coisa em busca de conclusões sólidas. No entanto, no tempo prometido da restauração, eles vão agir com prudência. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 231.

8 O nobre. Isto é, o generoso. Ele não sofrerá por ser generoso. CBASD, vol. 4, p. 231.

9 Mulheres que viveis despreocupadamente. Isaías se dirige ás mulheres favorecidas de Jerusalém, que, por viverem de forma opulenta, são as que mais sofreriam as dificuldades de um cerco [ver tb. Is. 3:16-26]”. CBASD, vol. 4, p. 232.

10 A vindima se acabará. A perda literal da vindima, com a consequente escassez de vinho para as ocasiões festivas. Ou pode ser uma linguagem ficurada para se descrever a perda de todas as formas de alegria. CBASD, vol. 4, p. 232.

12 Batei no peito. Esta atitude é uma maneira de os orientais expressarem pesar e angústia. A prosperidade logo daria lugar à desolação e miséria. CBASD, vol. 4, p. 232.

13 Casas onde há alegria. As majestosas mansões onde os ricos se reuniam para banquetes e bebedeiras. A previsão se cumpriu em parte durante a invasão de Senaqueribe [assírios]; mais tarde, mais completamente quando Nabucodonosor saqueou o país e, ainda mais tarde, quando os romanos devastaram a terra de Judá. CBASD, vol. 4, p. 232.

15 Até que se derrame sobre nós o Espírito.Estas palavras se cumpriram em parte na grande reforma feita por Ezequias, mas de forma mais completa no Pentecostes (Jl 2:28; At 2:17; ver também Os 6:3; Jl 2:23; Zc 10:1; Ap 18:1). CBASD, vol. 4, p. 232.

Pomar. Chegaria o tempo em que o Espírito de Deus seria derramado sobre o mundo, o que faria com que regiões espiritualmente áridas e desoladas florescessem como a rosa. Este era dos temas preferidos de Isaías (Is 29:17; 35:1; 41:17-20; 55:13). CBASD, vol. 4, p. 232.



ISAÍAS 32
21 de junho de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Neste capítulo, vemos uma descrição messiânica de Cristo como Rei que reinará com justiça (v. 1a): “Isaías desvia a atenção do iminente ataque assírio a Jerusalém (Is 31:8,9) para se referir ao tempo de paz que viria a seguir. Depois da retirada de Senaqueribe, em 701 a.C., seguiu-se um tempo de paz sob o justo reinado de Ezequias… O quadro profético de paz e segurança une a descrição das glórias do mundo porvir com a era messiânica. Nesse contexto messiânico, o “rei” é Cristo”. CBASD, vol. 4, p. 231.

Isaías fala no verso 15 como o derramamento do Espírito tornará os campos frutíferos. “Estas palavras se cumpriram em parte na grande reforma feita por Ezequias, mas de forma mais completa no Pentecostes (Jl 2:28; At 2:17; ver também Os 6:3; Jl 2:23; Zc 10:1; Ap 18:1). Idem.

Em Joel 2:28 e 32, o Senhor diz: “derramarei do meu Espírito sobre todos os povos” e “quem invocar o nome do Senhor será salvo”. É a chamada final. Muitos se unirão ao Remanescente.

Querido Deus,
Queremos viver em segurança espiritual, crescendo na Sua graça, banhados pelo Espírito, pela justiça de Jesus. Amém.

Koot Van Wick
Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/32, https://www.revivalandreformation.org/?id=957 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/32/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/28
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 32 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ISAÍAS 32 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ
21 de junho de 2017, 0:55
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ISAÍAS 32 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO
21 de junho de 2017, 0:25
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A pedidos, mantemos na página as publicações do pr Evandro Fávero:

 



ISAÍAS 31
20 de junho de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Os judeus podiam obter no Egito cavalos velozes (v. 1b), carros de batalha (v. 1c) e fortes soldados mercenários (v. 1d). Ao invés de buscarem ajuda no “Santo de Israel”, eles estavam confiando na ajuda humana contra a Assíria. Isaías lembra que os egípcios são apenas seres humanos, mas Deus é eterno e todo-poderoso; os cavalos são apenas carne, mas Deus é Espírito (v. 3a-b). Foi pela Sua Palavra (v. 8) que o exército de Senaqueribe foi derrotado (Is 37).

Deus consumirá os Seus adversários (Is 24:22; Is. 26:11), mas não tem prazer nisso. Por isso, Ele suplica aos rebeldes: “voltem para aquEle contra quem vocês se revoltaram” (v. 6).

O assunto mais importante enfocado aqui por Isaías não é o Egito ou Judéia, mas Deus, a “Rocha de refúgio” (v. 9a). Em quem iremos colocar nossa confiança? No “Santo de Israel” (v. 1 NVI) ou nos ídolos que criamos para nós mesmos, idolos carnais, tecnológicos ou ideológicos que nos levam a pecar? Nossa escolha hoje determinará se estaremos protegidos por Deus no dia do acerto de contas final ou se seremos consumidos pelo fogo do Senhor (v. 9b).

Querido Deus,
Conceda, Senhor, que nossa confiança esteja sempre centrada em Ti. Amém.

Koot Van Wick
Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/31, https://www.revivalandreformation.org/?id=956 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/31/

Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/27

Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli

Texto bíblico: Isaías 31 NVI

Comentário em áudio Pr Valdeci

Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ISAÍAS 31 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ
20 de junho de 2017, 0:55
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ISAÍAS 31 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
20 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 31 – Querer saber mais que Deus é o cúmulo da loucura. Acreditar e confiar em qualquer pessoa ou coisa em lugar de Deus é o cúmulo do orgulho e da arrogância.

O orgulho impede as pessoas enxergarem sua real condição e necessidade de um salvador divino. O profeta Isaías, neste capítulo…

1. Reitera a tragédia que sofreria aqueles que depositassem sua confiança no Egito e não na Palavra de Deus (vs. 1-3);
2. Demonstra que, apesar do fracasso e descaso de Deus que resultaria em tragédia nacional do povo escolhido, Deus promete resgatar Seu povo (vs. 4-9);
3. Apresenta um Deus apaixonado insistindo com pessoas negligentes, indiferentes e rebeldes a voltarem a comprometer-se com Ele (vs. 6-7);
4. Mostra a esperança de salvação/restauração que toda e qualquer deformação causada pela desgraça do pecado aconteceria mediante a graça e o poder manifestados pelo Messias, o Salvador (vs. 8-9).

No tempo do fim, nenhum poder humano restará. Como todo o poder no Céu quanto na Terra fora dada a Cristo por Ele ter vencido a Satanás, aos demônios, ao pecado e à morte, quando instituir Seu reino não permitirá que outros poderes concorram com Ele (Mateus 28:18).

Adão e Eva perderam seu posto de governantes deste mundo ao cederem espaço ao diabo (Gênesis 1:26-28; Salmo 8:5-8). Satanás lutava para preservar tudo em Suas mãos, mas Cristo veio e reconquistou tudo o que o mal tinha tomado (Lucas 4:6: Atos 2:14-36).

De acordo com o evangelista Lucas, o diabo tem a seu poder muitos governos que intentam impedir que o reino de Deus seja estabelecido; entretanto, todo esforço satânico e toda guerra diabólica serão extintos pelo poder do Messias.

Porém, como Deus quer salvar; Ele, certamente, usará todo recurso para atrair até inimigos do Seu povo. Caso eles rejeitem Sua estratégia, não há nada mais a ser feito. O orgulho é um obstáculo à fé tanto para os crentes como para os incrédulos. Confiar nas próprias opiniões parecem mais atraentes que confiar no Senhor.

O orgulho é o “Eu” em evidência. Todos tem orgulho, exceto aqueles que morreram para o eu para que Cristo viva no lugar desse eu, como demonstra Paulo em Gálatas 2:20.

Reavivemo-nos! Sejamos súditos do reino de Deus! “Senhor, guia-nos sempre. Amém!”– Heber Toth Armí.



ISAÍAS 30
19 de junho de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Isaías descreve o problema da rebelião da maioria do povo de Deus, o que os levou a procurar refúgio no lugar errado (v. 1). O povo desprezou a instrução e a palavra dos profetas, rejeitando por completo a Palavra de Deus (v. 9-10, 12). Quando não se confia no Senhor, o resultado é a instabilidade, e o colapso virá de repente (v. 13c). O fim dos ímpio é o mesmo de seu mestre Satanás (v. 14): total e definitiva destruição.

Então Isaías apresenta a solução: “Em vos converterdes e em sossegardes está a vossa salvação” (v. 15b ARA). Se o povo se voltasse arrependido para o Senhor, confiando em Sua bondade e obedecendo às Suas instruções, a nação seria poupada. O problema é que eles não estavam dispostos em assim proceder (v. 15c).

Quando um ser moral livre escolhe fazer o que é errado, Deus se entristece, mas respeita a decisão tomada. Porém Ele espera ansiosamente a oportunidade de ser benigno para com seus filhos (v. 18).

Aqueles que depositam a sua confiança em Deus serão guiados pelo Seu Espírito que lhes dirá: “Este é o caminho, andai por ele” (v. 21).

Koot Van Wick
Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/30, https://www.revivalandreformation.org/?id=955 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/30/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/26
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 30 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ISAÍAS 30 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ
19 de junho de 2017, 0:55
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