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“Ora, os profetas Ageu e Zacarias, filho de Ido, profetizaram aos judeus que estavam em Judá e em Jerusalém, em nome do Deus de Israel, cujo Espírito estava com eles” (v.1).
Decorrido o período em que a obra do templo foi interrompida, Deus interveio enviando os Seus profetas. Ageu e Zacarias desempenharam fundamental trabalho entre os judeus que acomodaram-se com a situação e ocuparam-se com a edificação e embelezamento de suas próprias casas, como disse o Senhor por intermédio do profeta Ageu: “cada um de vós corre por causa de sua própria casa” (Ag.1:9).
Em reconhecimento à palavra profética, os líderes do povo, juntamente com Ageu e Zacarias, lideraram o retorno à construção interrompida. Novamente, eles foram questionados a respeito. Desta vez, porém, de uma forma mais justa. Em época do rei Dario, este recebeu uma carta avisando sobre o projeto do templo de Jerusalém e o pedido para que buscasse “nos arquivos reais” (v.17) a existência do decreto de Ciro autorizando aquele feito.
O destaque da carta endereçada a Dario está em como os líderes da reforma se identificaram: “Nós somos servos do Deus dos céus e da terra” (v.11). O pecado de seus pais os levara a nascer em terra de cativeiro, mas a promessa do Senhor em reavê-los e devolver-lhes à sua herança, os fez submeter-se ao senhorio divino. De forma poderosa e como um escudo protetor, “os olhos de Deus estavam sobre os anciãos dos judeus, de maneira que não foram obrigados a parar, até que o assunto chegasse a Dario, e viesse resposta por carta sobre isso” (v.5).
O ministério profético rompe as cortinas do tempo e nos alcança com a força de sua influência. Nenhuma reforma é fácil, pois é sinônimo de bagunça, destruição e sujeira. Requer tempo, planejamento, determinação e vontade. Ninguém reforma sua casa, por exemplo, sem antes planejar o tempo que será gasto, o custo-benefício e as providências necessárias para então dar início à obra. A missão dos profetas era promover no meio do povo de Deus o reavivamento e a reforma essenciais para que a nação fosse quebrada e refeita.
Depois que nossos primeiros pais pecaram, todos nós nascemos na terra do cativeiro. Mas o Senhor não nos deixou sozinhos, não nos largou à nossa própria sorte. Ele colocou Seus olhos de amor sobre nós e nos proveu livramento. No tempo determinado, Deus enviou o Seu Filho unigênito ao mundo para morrer por nossos pecados, e, no tempo já indicado por Sua onisciência, Jesus voltará para completar a boa obra do Espírito Santo e nos levar do cativeiro para Casa.
Não fosse o Senhor, e a reconstrução do templo não teria acontecido. A obra de reforma não é genuína e não será completa se não houver submissão a Deus e total confiança em Seu poder. Nossos esforços de nada valem, se como criancinhas, não nos voltarmos ao Senhor em busca de auxílio. Ele deseja transformar a nossa bagunça e sujeira em Sua santa morada. Portanto, aceitemos, hoje, o convite da graça de Deus: “Tornai-vos para Mim, diz o Senhor dos Exércitos, e Eu me tornarei para vós outros, diz o Senhor dos Exércitos” (Zc.1:3). Vigiemos e oremos!
Feliz semana, reformados pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Esdras5 #RPSP
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“Então, as gentes da terra desanimaram o povo de Judá, inquietando-o no edificar” (v.4).
Terminada a alegre solenidade e firmados os alicerces da Casa do Senhor, o povo se animou a apressar a obra. Com toda dedicação e esforço, empunhavam os seus objetos de construção ao mesmo tempo em que seus corações batiam no mesmo ritmo e interesse. Não só o templo, mas Jerusalém estava recebendo todos os reparos necessários. Visto ter sido um movimento poderoso, isso chamou a atenção dos “adversários de Judá e Benjamim” (v.1); que, estrategicamente, tentaram persuadir o povo.
A oferta dos inimigos parecia ser amistosa e vantajosa. Revestidas suas palavras de uma falsa piedade, aqueles homens malignos tentaram enganar os chefes de Judá com um discurso religioso. Eles não esperavam que Zorobabel e seus companheiros notassem a sua malícia, pelo que obtiveram dura e firme resposta: “Nada tendes conosco na edificação da casa a nosso Deus; nós mesmos, sozinhos, a edificaremos ao Senhor, Deus de Israel, como nos ordenou Ciro, rei da Pérsia” (v.3).
Revestidos do poder de Deus e assegurados pelo decreto do rei persa, os homens de Judá perseveraram na construção do templo. Iniciaram, contudo, um tempo sobremodo difícil. No lugar de alegria e confiança, houve desânimo e inquietação. Durante “todos os dias” (v.5) da obra, deparavam-se com homens contratados para frustrar-lhes o desígnio. Não bastasse tudo isso, ainda seriam caluniados, ameaçados e, por fim, forçados “a parar com a obra” (v.23).
Mesmo no meio do professo povo de Deus, há uma turba de adversários disfarçados sob a roupagem de uma falsa piedade. Ao ver o progresso dos verdadeiros adoradores na obra de preparar um povo santo ao Senhor, levantam-se aparentando o mesmo espírito. Mas ao proferirem palavras que não condizem com a prática, logo são reconhecidos como uma luz inútil, como está escrito: “caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão!” (Mt.6:23).
A obra que o Senhor nos confiou não consiste em indicar quem seja luz ou trevas, trigo ou joio, mas em sermos pacientes na tribulação, perseverantes na oração, cuidando das necessidades uns dos outros e abençoando aqueles que nos perseguem (Rm.12:12-14). Esse era o espírito de Cristo. Se buscamos seguir-Lhe os passos, olhar para Ele, para a Sua vida de serviço abnegado, é o meio mais eficaz para nos blindar contra o mal e para que possamos identificar as más associações.
Aproxima-se a hora em que nos obrigarão a parar o trabalho. Há um inimigo irado, “sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). E quando a sua estratégia de conquistar os filhos do Reino com palavras de engano não dá certo, ele usa meios de coerção para abatê-los. Mas sabendo que “todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm.3:12), avancemos seguros olhando para “o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp.3:14). Portanto, amado(a), “sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério” (2Tm.4:5). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, perseverantes do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Esdras4 #RPSP
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“Cantavam alternadamente, louvando e rendendo graças ao Senhor, com estas palavras: Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre sobre Israel. E todo o povo jubilou com altas vozes, louvando ao Senhor por se terem lançado os alicerces da Sua casa” (v.11).
Assim que estabelecido em Jerusalém e nas cidades de Judá, aproximando-se o tempo da “Festa dos Tabernáculos” (v.4), “ajuntou-se o povo como um só homem, em Jerusalém” (v.1). Alguns de seus principais se levantaram para edificar o altar do Senhor, firmando-o “sobre as suas bases” (v.3). Celebrando a festa, “como está escrito, ofereceram holocaustos diários” (v.4) ao Senhor, bem como os sacrifícios prescritos para “todas as festas fixas do Senhor” (v.5).
Antes de colocarem “os fundamentos do templo do Senhor” (v.6), houve um período de resgate da verdadeira adoração. Houve um preparo pessoal e coletivo. Mesmo que estivessem “os filhos de Israel já nas cidades” (v.1), as festas anuais promoviam o ajuntamento de todos num mesmo lugar e num só propósito. Isso contribuiria na obra de construção do templo, mantendo-os unidos e fortalecidos.
Finalmente, chegado era o tempo de iniciar “a obra da Casa do Senhor” (v.8.). “Quando os edificadores lançaram os alicerces do templo do Senhor, apresentaram-se os sacerdotes, paramentados e com trombetas, e os levitas, filhos de Asafe, com címbalos, para louvarem o Senhor” (v.10). Não havia sequer uma nota dissonante ali. Harmoniosamente e com muita alegria, eles cantavam, “rendendo graças ao Senhor”: “Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre sobre Israel” (v.11).
Neste cenário de louvor e adoração, onde “o povo jubilou com altas vozes” (v.11), também havia vozes de choro. Aqueles que tinham conhecido a glória do primeiro templo, “choraram em alta voz” (v.12), ao contemplar uma estrutura ainda informe. E entre gritos de alegria e vozes de choro, “de mui longe” (v.13) a voz do povo podia ser ouvida.
Deus tem filhos Seus espalhados por todo o mundo. E as festas que apontavam para o plano da redenção, ainda que não mais celebradas, devem nos remeter ao Seu profundo desejo de nos unir num só propósito. Foi quando os discípulos compreenderam este princípio que, reunindo-se com seus irmãos, “perseveravam unânimes em oração” (At.1:14). Podemos estar, hoje, “mui separados, longe uns dos outros” (Ne.4:19), mas quando “nós oramos ao nosso Deus” (Ne.4:9), o Espírito Santo nos une, coração a coração, e derrama sobre nós o poder que nos torna “como um só homem” (v.1) na obra de testemunhar do evangelho de Cristo.
Antes da ação vem a oração. Antes da reforma vem o reavivamento. Quando o povo de Deus estiver assim unido, as discussões serão cessadas, as disputas dissolvidas, as contendas desfeitas, as mágoas esquecidas, o amor amadurecido, e “será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14). Vigiemos e oremos!
Bom dia, unidos pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Esdras3 #RPSP
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“Estes procuraram o seu registro nos livros genealógicos, porém o não acharam; pelo que foram tidos por imundos para o sacerdócio” (v.62).
Quando nos deparamos com a leitura de uma genealogia bíblica ou, como no capítulo de hoje, uma grande lista de nomes incomuns, temos a tendência de pular o capítulo e acabamos perdendo uma importante parcela da bênção para nós reservada. Confesso que sou tentada a fazer uma leitura superficial e rápida, mas, estando em oração, o Espírito Santo nunca permite que as Escrituras deixem de cumprir a sua fiel utilidade.
No capítulo anterior, vimos que nem todos os hebreus retornaram da terra do cativeiro. Se isso tivesse acontecido, provavelmente não teria uma lista destacando os que “voltaram para Jerusalém e para Judá” (v.1). Certamente, estaria escrito que todos regressaram “para Jerusalém e para Judá”. Os “exilados” (v.1), portanto, eram um remanescente, uma pequena porção dos filhos de Israel; aproximadamente cinquenta mil pessoas que reconheceram ser aquele o momento de voltar para casa.
Alguns, porém, “não puderam provar que as suas famílias e a sua linhagem eram de Israel” (v.59). Seus nomes, ou o nome de seus pais, não constavam “nos livros genealógicos” (v.62), causando um grande desconforto. Mesmo que alguns defendessem uma linhagem sacerdotal, sem registro não poderiam assumir tão sagrada função. No processo de reconstrução do templo e de restabelecimento do verdadeiro culto a Deus, era necessário “que se levantasse um sacerdote com Urim e Tumim” (v.63), ou seja, o sumo sacerdote para ministrar diante do Senhor e revelar a Sua vontade.
Neste capítulo percebemos de uma forma mais clara a importância das genealogias. Era ali que os filhos de Israel encontravam a sua identidade. Sem esta prova, sua filiação era considerada ilegítima. Como Israel de Deus, há um registro no qual nosso nome deve estar escrito. Serão “tidos por imundos” (v.62), “aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro” (Ap.13:8). A nossa identidade celestial consiste em conservá-la nos anais da eternidade, vivendo aqui de modo a não restar dúvidas a Quem pertencemos e para onde estamos indo.
Fazemos parte das digitais do nosso Criador: “Eis que nas palmas das Minhas mãos te gravei” (Is.49:16); um registro que não pode ser perdido ou esquecido, a menos que desejemos isso. Se permanecemos em Deus, nunca seremos considerados indigentes ou filhos ilegítimos, mas recebemos o privilégio de ser guiados por Ele, glorificando o Seu nome (Is.63:14). Agora, pois, mantenham “exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação” (1Pe.2:12). Vigiemos e oremos!
Bom dia, autênticos filhos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Esdras2 #RPSP
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“Quem dentre vós é, de todo o Seu povo, seja seu Deus com ele, e suba a Jerusalém de Judá e edifique a Casa do Senhor, Deus de Israel; Ele é o Deus que habita em Jerusalém” (v.3).
Ainda que não esteja em ordem cronológica, o livro de Esdras apresenta fatos históricos de grande relevância na história de Israel, e inclui datas e acontecimentos que se encaixam perfeitamente no cenário profético histórico-mundial. Antes mesmo de cumprir-se a invasão babilônica, o profeta Jeremias já havia predito a libertação do povo após os setenta anos de cativeiro: “Assim diz o Senhor: Logo que se cumprirem para a Babilônia setenta anos, atentarei para vós outros e cumprirei para convosco a Minha boa palavra, tornando a trazer-vos para este lugar” (Jr.29:10).
De forma mais precisa, Isaías já havia profetizado acerca disso, recebendo de Deus a revelação quanto ao nome do rei libertador: “Assim diz o Senhor ao Seu ungido, a Ciro, a quem tomo pela mão direita, para abater as nações ante a sua face, e para descingir os lombos dos reis, e para abrir diante deles as portas, que não se fecharão” (Is.45:1). Lembrando que o profeta Isaías foi conterrâneo de Ezequias e de Manassés, muitos anos antes do domínio de Babilônia e da queda deste império pelo reino Persa.
A reconstrução do templo consistiu na primeira obra que o Senhor idealizara que Seu povo fizesse, como um meio de resgatar o relacionamento outrora quebrado. Movidos pelo despertamento espiritual divinamente obtido, alguns decidiram voltar, obedecendo às orientações estabelecidas no decreto de Ciro. A maioria dos judeus, porém, havia criado raízes na terra do cativeiro, e rejeitando o chamado de retornar ao seu lar original, preferiram enviar parte de seus recursos para ajudar o pequeno grupo que subiria a Jerusalém.
O Senhor estabeleceu os marcos da história da humanidade e os firmou com o selo de Sua fidelidade. Assim como nenhuma de Suas promessas jamais falhou (Js.21:45), as pontuais profecias acerca dos tempos têm se cumprido com assombrosa precisão. Mas acima de datas e escatologia, há uma mensagem central e cuidadosamente delineada para o Seu povo de todas as épocas: “edifique a Casa do Senhor” (v.3). Pois, está escrito: “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado” (1Co.3:16-17).
Em tempos de última igreja (Ap.3:14-22) e às vésperas da última trombeta (Ap.11:15-19), Deus está despertando o espírito de um povo apercebido ao Seu chamado. Ao tempo em que o Espírito Santo está sendo retirado da Terra, também está sendo derramado “sobre toda a carne… E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:28 e 32). Tão perto como estamos de subir ao Lar, não se apegue a este mundo, mas permita que o Espírito Santo aja em sua vida de forma que você faça o que Ele “pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (Mq.6:8). Vigiemos e oremos!
Bom dia, santuário do Espírito Santo!
• Deixe nos comentários o seu pedido de oração. #euoroporvocê
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Esdras1 #RPSP
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“O Senhor, Deus de seus pais, começando de madrugada, falou-lhes por intermédio dos Seus mensageiros, porque Se compadecera do Seu povo e da Sua própria morada” (v.15).
Josias foi o último monarca reformador de Judá, e sua morte assinalou o início das últimas e ímpias dinastias. Ainda nos dias de Josias, o Senhor suscitou o profeta Jeremias como Seu atalaia. A voz do profeta ecoava pelas ruas de Jerusalém até às mais íntimas salas palacianas pronunciando o claro e sonoro “assim diz o Senhor”. Com palavras de dura reprovação, mas de teor salvífico, entre lágrimas e grande angústia, Jeremias expressava no olhar e na voz o profundo desejo pelo bem-estar de seu povo.
A ameaça da invasão babilônica, porém, não intimidou a maioria esmagadora de Judá, que, com desdém, “zombavam dos mensageiros, desprezavam as palavras de Deus e mofavam dos Seus profetas” (v.16). Jeremias não estava só no dever de advertir a nação, mas certamente tornou-se o principal alvo dos insultos e das ameaças daqueles a quem desejava salvar. Sob o olhar dos líderes da nação, seu ministério era considerado um insulto e sua mensagem, demasiado extremista.
Após um curto período de submissão ao Egito, Judá, bem como as demais nações, passaram às mãos da cabeça de ouro dos reinos da Terra (Dn.2:38). Babilônia tornou-se a capital do mundo antigo, e Nabucodonosor, o monarca mais temido de todos os tempos. Rejeitada foi “a palavra do Senhor, por boca de Jeremias” (v.21): “Circuncidai-vos para o Senhor, circuncidai o vosso coração, ó homens de Judá e moradores de Jerusalém, para que o Meu furor não saia como fogo e arda, e não haja quem o apague, por causa da malícia das vossas obras” (Jr.4:4).
Mas os reis, os príncipes, os sacerdotes e o povo entregaram-se à loucura da idolatria, corromperam seus corações e deram as costas ao Senhor, de modo que “não houve remédio algum” (v.16). O Senhor estabeleceu um período de 70 anos (v.21) sob jugo babilônico, após o qual Ele despertaria “o espírito de Ciro, rei da Pérsia” (v.22), a prata dos reinos da Terra (Dn.2:32), para pôr em liberdade os filhos de Israel e promover a edificação da Casa do Senhor “em Jerusalém” (v.23).
A leitura do último capítulo do segundo livro de Crônicas ecoa as consequências da desobediência ao que estudamos no capítulo vinte, versículo vinte: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis”. Insistentemente, os servos de Deus declaravam a mensagem que os livraria da destruição e da escravidão, mas eis que os ouvidos deles estavam incircuncisos e não podiam ouvir; eis que a palavra do Senhor era para eles coisa vergonhosa; não gostavam dela (Jr.6:10).
Amados, o Senhor, nosso Deus, “começando de madrugada” (v.15), tem clamado com forte apelo aos nossos corações. Ele tem dado as últimas batidas à porta da mente de cada ser humano (Ap.3:20). Não é mero símbolo a Babilônia atual. É, porém, um poder tão destruidor quanto o foi o antigo império. E a ordem divina é expressa e urgente: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). A pergunta é: “quem entre vós é de todo o Seu povo” (v.23)?
Subamos, amados! Subamos em direção não mais a uma terra perecível. Subamos ao mais alto e sublime lugar, que nos “está preparado desde a fundação do mundo” (Mt.25:34). Andemos neste mundo como peregrinos à caminho da pátria celestial. Que a nossa confiança esteja bem firmada no Senhor e nas palavras de Sua inspiração, e Ele nos manterá a salvo e, findos os anos do cativeiro do pecado, Ele nos fará prosperar até que alcancemos a segurança do eterno Lar. Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo do Senhor!
Desafio da semana: Estabeleça um plano diário para o estudo do Espírito de Profecia. Indico que acompanhe o projeto mundial “Crede em Seus Profetas”. Lembre-se da palavra do Senhor: “O Meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento” (Os.4:6).
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas36 #RPSP
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“Nunca, pois, se celebrou tal Páscoa em Israel, desde os dias do profeta Samuel; e nenhum dos reis de Israel celebrou tal Páscoa…” (v.18).
A culminância dos atos de Josias como rei reformador destaca uma atitude insensata e impulsiva. Antes das flechas do Egito, Josias foi flechado pelo orgulho. Através do rei do Egito, Deus buscou frustrar-lhe os planos. Não lhe competia ir a uma guerra que não era dele. “Porém Josias não tornou atrás” (v.22) e à semelhança de Acabe, quando se disfarçou para enganar o exército de Ramote-Gileade (2Cr.18:29), usou da mesma estratégia selando a própria destruição.
O fim da vida de Josias não precisava ser assim. Em algum momento do caminho, permitiu que o seu enganoso coração o corrompesse e o levasse a esquecer de todos os benefícios do Senhor para com ele. A ascendente queda de uma Páscoa jamais vista para uma guerra sem sentido precisa abrir os nossos olhos para uma necessidade que é diária: “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados” (2Co.13:5).
A necessidade de líderes que se empenhem na obra do ensino das Escrituras e que sejam consagrados ao Senhor é urgente e real. Contudo, maior do que esse serviço é a obra de cunho pessoal que cada um de nós precisa experimentar. A ordem que estabeleceu uma celebração sem precedentes é a ordem dada pelo Céu a nós, hoje: “Preparai-vos segundo as vossas famílias” (v.4). Cada membro do lar é convidado a celebrar a Páscoa do Senhor diariamente, dando graças a Deus pelo verdadeiro Cordeiro que foi imolado em nosso lugar. Desta forma, lançamos mão de nossa auto-suficiência e nos colocamos “sobre o altar do Senhor” (v.16).
Andar com Deus é uma experiência possível e que move o coração do Pai do Céu para todo aquele que busca tal comunhão. Da mesma forma que existe esse desejo divino em operar em nós a Sua santificadora influência, há um inimigo nos sugerindo disfarces letais. Não tombará, porém, o soldado que reconhece a sua limitação e a sua necessidade vital da infalível armadura. “Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis” (Ef.6:13).
Como a vitória de Josias estava em se abster da guerra, a nossa vitória consiste em confiar no “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap.13:8). Que nossa vida não seja lembrada com “uma lamentação” (v.25), mas como quem deixou no mundo o precioso legado de “que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Rm.8:4). Vigiemos e oremos!
Bom dia, guiados pelo Espírito de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas35 #RPSP
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“… Enquanto ele viveu, não se desviaram de seguir o Senhor, Deus de seus pais” (v.33).
Meu filho mais novo, Felipe, tem um temperamento bem diferente do irmão mais velho, Yuri. Mas cada um tem uma forma especial de cativar as pessoas. Yuri é mais calado, já Felipe é daqueles que vai falando o que pensa sem nem se importar com a reação alheia. Outro dia um amiguinho de Yuri veio fazer um trabalho da escola aqui em casa. Foi só eu dar as costas um pouco e me deparei com a cena de Felipe pedindo ao amigo visitante para ler o estudo bíblico sobre os dez mandamentos, o que ele fez com interesse. Contive o riso e em silêncio agradeci a Deus por ter filhos tão diferentes um do outro, cada um com sua importância na obra do Senhor.
O rei do capítulo de hoje começou a reinar quando ainda era como meu filho caçula, apenas uma criança. E, “sendo ainda moço, começou a buscar o Deus de Davi, seu pai” (v.3). A Bíblia não relata que Josias foi filho de Amom, nem tampouco de seu avô, Manassés. As Escrituras escavam a genealogia e retrocedem até Davi, o homem segundo o coração de Deus. Pois bem, Josias, filho de Davi, foi tão fiel ao Senhor que “não se desviou nem para a direita nem para a esquerda” (v.2). Há um só caminho traçado para a humanidade, e este caminho é Cristo Jesus. Mas como saber se estamos na direção correta? Acompanhem comigo a sequência de ações deste relato:
1. Ainda na infância todo ser humano é convidado a fazer parte da obra de Deus (v.1): “e que, desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus” (2Tm.3:15);
2. Durante a mocidade (v.3), precisamos buscar a Deus e a Sua purificação: “Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais dirás: Não tenho neles prazer” (Ec.12:1);
3. A nossa conversão precisa ser seguida de missão, levando outros a seguir pelo mesmo caminho (v.3), utilizando o único meio eficaz que existe: o exemplo. Pois “que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os Seus passos” (1Pe.2:21);
4. Após o reavivamento, segue-se a reforma, a reparação de tudo o que antes eram ruínas (v. 8-13): “andemos em novidade de vida” (Rm.6:4);
5. Quem se entrega ao Senhor de todo o coração e de toda a alma (v.31), busca em Sua Palavra as orientações que o levarão a andar em retidão: “Guardo no coração as Tuas palavras, para não pecar contra Ti” (Sl.119:11);
6. A verdade contida na Bíblia começa a ser revelada com clareza, e também com clareza passamos a enxergar nossos muitos pecados, e é justamente isso que nos faz reconhecer a nossa indignidade diante da infinita graça de Deus (v.21). À cada descoberta percebemos o quanto estávamos envoltos em escuridão, e o quanto Deus nos ama. E ao experimentarmos a luz, a luz que vai crescendo pela comunhão com a Palavra, descobrimos o caminho sobremodo excelente: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv.4:18);
7. E fechando com perfeição, a Palavra de Deus é útil para todos, “desde o menor até ao maior” (v.30). E não é apenas para ser estudada, mas também praticada: “Tornai-vos, pois, praticantes da Palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos” (Tg.1:22).
A liderança espiritual de Josias foi tão firme que todo o povo não se desviou “de seguir o Senhor” (v.33). Josias sabia em Quem acreditava. Não estava condicionado a ninguém. Mas o povo esteve condicionado à obediência enquanto Josias tinha vida. Meus amados, a sua salvação não depende dos outros, mas de suas escolhas. Se você, jovem, é obediente só quando seus pais estão por perto, sua obediência é condicionada. Se você faz seu trabalho com dedicação apenas quando está sob as vistas de seu chefe, o seu desempenho é condicionado.
O Senhor nos convida a anuir à Sua aliança de forma pessoal e por inteiro. Para onde estamos indo? Estamos no caminho certo, ou estamos nos desviando para algum lado? Como saber? Prosseguindo em estudar o “Assim diz o Senhor” (v.24), sem pressa, com zelo e com inteireza de coração. Então, Deus nos tornará retos e nos conduzirá pela mão até o nosso verdadeiro e perfeito Lar edênico. Vigiemos e oremos!
Feliz semana, guiados pelo Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas34 #RPSP
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“Falou o Senhor a Manassés e ao Seu povo, porém não Lhe deram ouvidos” (v.10).
Manassés nasceu pouco tempo depois da cura realizada pelo Senhor na vida de seu pai, Ezequias. Com apenas “doze anos de idade” (v.1) assumiu o trono e iniciou um dos piores governos de Judá. A lista dos pecados que cometeu é tão grande quanto o seu tempo de reinado, cinquenta e cinco anos. Mas além das abominações cometidas por conta própria, “Manassés fez errar a Judá e os moradores de Jerusalém, de maneira que fizeram pior do que as nações que o Senhor tinha destruído de diante dos filhos de Israel” (v.9).
A pergunta é: Porque o Senhor suportou tão longos anos de completa apostasia? A resposta está nos versos doze a dezesseis. Aquele que conhece o fim desde o princípio esperou por Manassés. Sua infinita graça estava disposta a lançar nas profundezas do mar as iniquidades do rei e torná-lo um novo homem. Suas misericórdias aguardavam a oportunidade de brilhar nas mais densas trevas. E a prisão que o tornou cativo de Babilônia foi instrumento de salvação para a sua real liberdade.
Até o seu cativeiro, Manassés já havia sido muitas vezes advertido, através das “palavras dos videntes que lhe falaram no nome do Senhor, Deus de Israel” (v.18). Deus enviou os Seus profetas com claras mensagens de reprovação e calorosos apelos que, de todo, foram rejeitados. Segundo a tradição rabínica, o rei Manassés foi o mandante da morte do profeta Isaías, que teria sido serrado ao meio. Tendo cometido ou não tal atrocidade, a vida desse rei certamente é uma prova inquestionável do desejo do Senhor: “Mas, se o perverso se converter de todos os pecados que cometeu, e guardar todos os Meus estatutos, e fizer o que é reto e justo, certamente, viverá; não será morto” (Ez.18:21).
A sincera súplica de Manassés, seu arrependimento e confissão, e a favorável resposta divina nos dão a certeza de uma coisa: Deus ama o pecador! Deus ama o presidiário, Deus ama o traficante, Deus ama a prostituta, Deus ama o alcoólatra, Deus ama o drogado, Deus ama o político corrupto, Deus ama o fofoqueiro, Deus ama o rico, Deus ama o pobre… resumindo: Deus ama a todos! “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16).
Talvez você esteja neste momento preso a cadeias. Pode ser a cadeia do adultério, a cadeia da pornografia, a cadeia das drogas, a cadeia de algum pecado acariciado, que só você e Deus têm conhecimento. Contudo, há um Deus no Céu que lhe conhece e que deseja habitar em sua vida, porque você foi criado para ser santuário, a morada do Espírito Santo (1Co.6:19). Ninguém vai tão longe que o perdão de Deus não possa alcançar. E onde há entrega, há mudança de vida. Manassés compreendeu isto e iniciou as reformas necessárias para que o seu coração não o enganasse mais.
Quando Cristo orou por nós, Ele pensou em mim e em você ao declarar: “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em Mim por intermédio da Sua Palavra” (Jo.17:20). O verso oito diz que Deus havia deixado tudo escrito para que o povo O conhecesse “por intermédio de Moisés” (v.8), e Jesus disse que todos os que nEle cressem creriam “por intermédio da Sua Palavra”. A Palavra de Deus é a resposta, amados. De Gênesis a Apocalipse encontramos o caminho, a verdade e a vida (Jo.14:6).
Quer você conhecer ao Deus único e o Seu plano de amor para resgatar a humanidade perdida? Então ore sem cessar, se humilhe diante do Senhor, persevere em examinar as Escrituras, e faça tudo o que Ele ordenou que você fizesse. “Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação” (1Ts.4:3). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, alvos da graça de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas33 #RPSP
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“Porém o rei Ezequias e Isaías, o profeta, filho de Amoz, oraram por causa disso e clamaram ao céu” (v.20).
Todo o Judá e muitos dos filhos de Israel renovaram sua aliança com Deus e uniram-se a Ezequias e a seus líderes na obra de reavivamento e reforma. Sob a influência da celebração da Páscoa, das mudanças realizadas e da restauração do altar do Senhor, o povo estava vivendo um momento de glória, que há muito não vivia. Foi quando lhes sobreveio repentina tribulação. E o cenário de festa e de celebração, deu lugar à atmosfera de guerra e de angústia.
Satanás não pôde conter o seu ódio frente ao movimento que despertou a nação eleita à verdadeira adoração. Usando seus agentes humanos, tentou lançar por terra a fé de Ezequias e de todo o povo. Senaqueribe e seus subordinados cercaram as cidades fortificadas de Judá intentando “pelejar contra Jerusalém” (v.2). E comparando o Deus de Israel aos “deuses dos povos da terra, obras das mãos dos homens” (v.19), através de palavras escritas e faladas ao “povo de Jerusalém, que estava sobre o muro”, fizeram de tudo “para os atemorizar e os perturbar” (v.18).
A fama da fidelidade de Ezequias ao Deus de Israel havia chegado à Assíria, como se vê nas palavras de Senaqueribe aos filhos de Judá: “Não é Ezequias o mesmo que tirou os seus altos e os seus altares e falou a Judá e a Jerusalém, dizendo: Diante de apenas um altar vos prostrareis e sobre ele queimareis incenso?” (v.12). Mas o rei ímpio não contava com a unidade estabelecida entre Ezequias, os líderes e o povo.
Quando o rei propôs uma estratégia para bloquear o abastecimento de água para os exércitos inimigos, “eles o ajudaram… muito povo se ajuntou” (v.3-4). Ezequias “cobrou ânimo” (v.5) e “lhes falou ao coração, dizendo: Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos assusteis… porque Um há conosco maior do que o que está com ele. Com ele está o braço de carne, mas conosco, o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e guerrear nossas guerras” (v.6-8). Unido ao profeta Isaías, Ezequias orou ao Senhor, e Ele “enviou um anjo que destruiu” (v.21) todo o exército inimigo, e cobriu de vexame a Senaqueribe, que foi morto por seus próprios filhos.
Mesmo diante de uma grande reforma espiritual, de uma vitória sobrenatural e de uma cura milagrosa, Ezequias “não correspondeu… aos benefícios que lhe foram feitos; pois o seu coração se exaltou” (v.25). Isso nos revela o perigo de baixar a guarda da vigilância do coração. Mesmo o cristão mais consagrado pode tornar-se o mais orgulhoso na proporção das bênçãos recebidas. Afrouxar, nem que seja por um momento, as rédeas da comunhão com o Céu pode significar prejuízos para esta vida ou até mesmo para a eternidade.
“Ezequias, porém, se humilhou por se ter exaltado o seu coração” (v.26). Um tempo oportuno lhe foi concedido e ele soube aproveitá-lo, terminando os seus dias em paz e sendo honrado pelo povo que com “obras de misericórdia” (v.32) governou. Sabem, amados, em tempos de guerra ou de paz o Senhor requer de nós idêntica fidelidade. Estamos todos envolvidos em um grande conflito que se encaminha para o fim, enquanto o inimigo de Deus usa das mesmas estratégias:
1. Na guerra, ele tenta nos intimidar: “quanto menos vos poderá livrar o vosso Deus das minhas mãos” (v.15).
2. Na paz e na prosperidade, ele nos tenta a pensar mais nas conquistas do que no Senhor das conquistas.
Que nas batalhas desta vida, quando o inimigo ameaça nos destruir, tenhamos a firme convicção de que conosco está “o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras” (v.8). E que em tempos de bonança, em que Satanás busca envaidecer o nosso coração, nos humilhemos perante a face de Deus, reconhecendo-O como o nosso Senhor e Mantenedor. Estejamos, pois, unânimes, fortalecendo-nos uns aos outros, nesta lida diária. Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo cujo Deus é o Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas32 #RPSP
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