Reavivados por Sua Palavra


NEEMIAS 5 – Comentado por Rosana Barros
4 de dezembro de 2019, 0:30
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“Lembra-te de mim, para meu bem, ó meu Deus, e de tudo quanto fiz a este povo” (v.19).

O avanço da obra e os constantes ajuntamentos começaram a encorajar a parcela do povo que, pelas necessidades pós-exílio, tornou-se economicamente refém de seus irmãos mais abastados. Vendo em Neemias um líder justo e temente a Deus, os judeus injustiçados ergueram um grande clamor contra seus irmãos opressores. Suas terras, suas vinhas e suas casas foram empenhadas a fim de prover o sustento da família. Mas a situação agravou-se de tal maneira que até seus filhos foram entregues como escravos.

Neemias ficou indignado ao ouvir tamanho descaso e extorsão para com os pobres do povo. Mas a sua indignação não foi desculpa para agir com imprudência. Não tomou as rédeas da situação no impulso de sua ira. Como líder sábio e prudente, buscou avaliar o problema considerando a melhor maneira de resolver a questão. Como se tratava de algo que havia se tornado publicamente conhecido, Neemias pelejou com os nobres e magistrados, convocando “contra eles uma grande assembleia” (v.7).

Diante do discurso acalorado e verdadeiro de Neemias, “se calaram, e não acharam que responder” (v.8). Como flechas, as palavras do sábio líder atingiu-lhes diretamente a consciência. Não foi a prática de empréstimo em si que foi condenada, mas a forma como era realizada, oprimindo a seus irmãos com altos juros. O próprio Neemias não justificou a si mesmo, pois que também emprestava a seus irmãos, ainda que sem prejudicá-los. Além disso, abdicava de seu salário de governador, “porquanto a servidão deste povo era grande” (v.18).

Como se tivesse um vislumbre dos últimos tempos, o apóstolo Paulo descreveu a miséria humana em nossos dias difíceis, a começar pelo egoísmo (2Tm.3:1-5). O egoísmo ou a ausência de altruísmo tem corrompido o coração da humanidade e encaminhado o mundo para o cumprimento da profecia dada por Cristo: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt.24:12). Costumamos ter muita facilidade em destacar os erros do antigo Israel e muita dificuldade em aplicá-los à nossa realidade. Temos nós agido com compaixão e altruísmo diante das necessidades de nossos semelhantes?

Paulo também apresenta, em nosso contexto de igreja, um importante princípio: “Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (Gl.6:10). Irmãos, estamos vivendo a realidade descrita pelo apóstolo dos gentios. São tempos muito difíceis. Há um inimigo feroz querendo nos destruir, e será que não estamos mais preocupados com coisas temporais quando existem tantos ao nosso redor perecendo? Será que podemos sinceramente dizer: “Lembra-te de mim, ó meu Deus, e de tudo quanto fiz a este povo”?

Com dedicação desinteressada e trabalho voluntário, Neemias praticamente financiou boa parte da reconstrução dos muros. Deu tudo de si para uma causa que sabia ter a assinatura da aprovação divina. Todos nós fomos criados para um propósito maior. O Senhor nos incluiu em Seu plano não que precise de nós, mas em que nós precisamos dEle. Quando a criatura entrega o curso da vida nas mãos do Criador, Ele sempre a conduz na direção de seus semelhantes, formando uma corrente do bem, ligada elo a elo.

Que nossa vida, nas mãos de Deus, seja um elo inabalável nesta corrente, como obreiros fiéis e altruístas na última grande obra. Vigiemos e oremos!

Bom dia, amados irmãos!

*Deixe nos comentários o seu pedido de oração. #euoroporvocê

Por favor, amados, orem por mim e por minha família. Agradeço muito!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Neemias5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NEEMIAS 4 – Comentado por Rosana Barros
3 de dezembro de 2019, 0:30
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“Porém nós oramos ao nosso Deus e, como proteção, pusemos guarda contra eles, de dia e de noite” (v.9).

A reconstrução seguia o seu curso com bom êxito, de forma que “todo o muro se fechou até a metade de sua altura; porque o povo tinha ânimo para trabalhar” (v.6). Tendo ouvido sobre a bem-sucedida obra, seus adversários ficaram furiosos e reuniram forças para “atacar Jerusalém e suscitar confusão ali” (v.8). Diante de comprovada ameaça, Neemias e o povo se uniram em oração e organizando-os “por famílias… com as suas espadas, e as suas lanças, e os seus arcos” (v.13), “cada um com uma das mãos fazia a obra e com a outra segurava a arma” (v.17).

A atmosfera tornou-se de constante vigilância. Cada qual permanecia em sua função de edificar, mas atento e preparado para proteger sua família e seu povo. Tomando ciência de que os judeus estavam organizados como um exército, os inimigos perceberam “que Deus tinha frustrado o desígnio deles” (v.15). Mesmo que parecesse ter sido dada uma trégua, as armas não foram depostas, e o povo seguiu firme na edificação dos muros e na vigilância “por detrás de toda a casa de Judá” (v.16).

Apesar de ter sido um trabalho coletivo e unificado, a longa extensão dos muros os separava uns dos outros. Em momento de tensão e de ameaças inimigas, havia a necessidade de um ajuntamento solene de tempos em tempos. Ao som do instrumento sacerdotal, todo o povo deveria entender que chegada era a hora de se reunir. Aquele momento era como um bálsamo aos cansados e corajosos obreiros e soldados. Ali eles oravam, adoravam e louvavam juntos, sendo fortalecidos por Deus e pela comunhão uns com os outros.

Quanto mais se aproxima o grande Dia de Deus, mais o coração dos fiéis servos do Senhor se anima para o findar da seara. Em contrapartida, o diabo e seus anjos, ardendo em ira, tentam de todas as formas fazer “cessar a obra” (v.11). Mas, como Neemias, precisamos erguer a voz a nossos irmãos e fortalecer-nos uns aos outros com as animadoras palavras: “não os temais; lembrai-vos do Senhor, grande e temível, e pelejai pelos vossos irmãos, vossos filhos, vossas filhas, vossa mulher e vossa casa” (v.14).

Hoje, em nossos locais de culto, quer seja num grande templo, ou num modesto espaço; quer seja embaixo de uma árvore ou no culto doméstico, temos o privilégio de nos reunir e juntos buscar o poder do alto para “resistir no dia mau… [e] permanecer inabaláveis” (Ef.6:13). Portanto, “não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima” (Hb.10:25).

Quando Jesus declarar: “Feito está!” (Ap.16:17), todos já estarão com seu destino eterno selado. Enquanto há oportunidade, Sua doce voz insiste ao coração de cada ser humano: “Vinde a Mim” (Mt.11:28). Jesus é o nosso Sumo Sacerdote que toca a Sua trombeta de graça a fim de reunir-nos para junto dEle. Com Cristo como o nosso General, todas as brechas do pecado serão fechadas e qual muro intransponível, Ele nos protege e guarda para o ajuntamento solene da eternidade. Quer, você, estar pronto para a reunião dos santos de todos os tempos? Então, sigamos o exemplo de Neemias e dos fiéis obreiros, e a ordem de Jesus: Vigiemos e oremos!

Bom dia, obreiros do Senhor!

Desafio da semana: Você conhece alguém que está desanimado na fé? Ore por ele essa semana e, se possível, faça-lhe uma visita e ore com ele.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Neemias4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NEEMIAS 3 – Comentado por Rosana Barros
2 de dezembro de 2019, 0:30
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“Ao lado destes, repararam os tecoítas; os seus nobres, porém, não se sujeitaram ao serviço do seu senhor” (v.5).

A obra de reconstrução dos muros de Jerusalém foi cuidadosamente planejada e dividida entre uma equipe multidisciplinar. Sacerdotes, ourives, perfumistas, representantes do povo, mercadores, servos do templo e até mulheres, as filhas de Salum, compunham a força-tarefa precedida por “Eliasibe, o sumo sacerdote” (v.1). A iniciativa do principal líder espiritual foi imprescindível para que os demais dessem sequência à obra. E espalhados pela extensão dos muros, todos trabalhavam com ânimo, cada qual fazendo a sua parte.

No entanto, houve um grupo de nobres tecoítas que “não se sujeitaram ao serviço do seu senhor” (v.5). Ao que parece, eles não ficaram de fora da obra, mas agiram por conta própria. Talvez a sua tímida participação tenha sido por medo da oposição. Em contraste com este grupo estava Baruque, que “reparou com grande ardor” (v.20), demonstrando perfeita confiança no poder de Deus e certeza de que estava fazendo a coisa certa. O fato de serem citadas pelo nome, demonstra a importância dessas pessoas na reforma, e a exposição de suas ocupações revela que a capacitação vem de Deus, ainda que seja algo que nunca fizemos na vida.

A grande última obra de reforma requer trabalhadores motivados e submissos ao serviço do seu Senhor. Crentes que não esmoreçam, ainda que diante de insistente resistência, “porque mais são os que estão conosco do que os que estão com eles” (2Rs.6:16). Precisamos de mais líderes que compreendendo o seu papel de animar seus irmãos, assumam suas funções como maiorais de uma obra sem precedentes. Assim como pessoas que talvez nunca tivessem a experiência de erguer um instrumento de edificação conseguiram reconstruir os muros de Jerusalém, Deus promete conceder a mesma capacitação para todo filho que se dispõe a servi-Lo.

Dirigindo-Se aos Seus discípulos, Jesus os advertiu, dizendo: “A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a Sua seara” (Mt.9:37-38). Antes da reconstrução dos muros houve a disposição de uma pessoa que resolveu jejuar e orar por este propósito. E só então, as portas se abriram e outros se uniram a ele. Como a boa mão do Senhor estava sobre Neemias, também somos chamados a ser por ela conduzidos. Eis a nossa missão: “Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus” (Is.40:3). Tenhamos bom ânimo nessa boa obra! Vigiemos e oremos!

Bom dia, trabalhadores na seara do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Neemias3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NEEMIAS 2 – Comentado por Rosana Barros
1 de dezembro de 2019, 0:30
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“Disse-me o rei: Que me pedes agora? Então, orei ao Deus dos céus” (v.4).

Passados alguns dias em jejum e oração, chegada era a hora de Neemias falar com o rei. Em anos de ditoso serviço, nunca dantes ele esteve triste diante do monarca. Em seu semblante não demonstrava uma expressão de insatisfação, mas revelava uma “tristeza do coração” (v.2), como dito pelo próprio Artarxerxes. Não lhe era permitido, porém, aparecer em seu trabalho de tal maneira. Diante da percepção do rei e da oportunidade de relatar-lhe o motivo de sua angústia, Neemias temeu sobremaneira.

Uma vez dita a sua queixa, foi-lhe dada a abertura de fazer o seu pedido. E após uma breve e objetiva oração, confessou ao rei o seu desejo, com o provável assentimento da rainha que estava presente num momento que poderia ser considerado como particular. A preocupação não era com os custos da viagem ou com o tempo em que Neemias ficaria fora do posto de seu dever. As perguntas seguintes revelam o apreço do rei por seu confiável copeiro: “Quanto durará a tua ausência? Quando voltarás?” (v.6).

Acertado “certo prazo” (v.6), e concedidas as condições necessárias para a viagem e para dar início à obra em Jerusalém, amparado pela boa mão de Deus, por onde passava, Neemias cuidava de comprovar a autorização do rei para que lhe dessem passagem pacífica e não interferissem no andamento da “boa obra” (v.18). Mesmo em face das cartas que tinha em mãos, houve resistência por parte de Sambalate, Tobias e Gesém, que fariam de tudo para atrapalhar os planos do fiel servo de Deus.

A discrição de Neemias em guardar silêncio a respeito do real motivo de sua chegada em Jerusalém, revela sua prudência como líder. Examinados os muros e a dimensão da obra, só então foi declarada a sua intenção, e o povo fortaleceu “as mãos para a boa obra” (v.18). Os opositores, contudo, logo se levantaram, zombando e desprezando o projeto. Mas não esperavam encontrar a firme convicção de um líder que não permitiria ser a obra vituperada.

Quão maior é a dimensão da obra que nos foi confiada para os nossos dias! Da mesma forma que Neemias encontrou o favor do rei, Deus promete nos favorecer tanto quanto nos acheguemos a Ele com plena confiança. Não é o ato de orar e jejuar que abre as janelas dos céus, mas a intenção por trás do ato. Neemias não entrou em barganha com Deus. Ele estava disposto a fazer a vontade do Senhor e a servi-Lo, ainda que tivesse de enfrentar oposição e perseguição.

Em tempos em que a verdade é desprezada, e os mensageiros de Deus não poucas vezes tem de enfrentar o escárnio, a postura de Neemias deve ser a nossa. Necessitamos da mesma disposição, coragem e ousadia. Precisamos confiar que “o Deus dos céus é quem nos dará bom êxito” (v.20), que a obra é dEle, e que Ele mesmo há de concluí-la. Sejamos, pois, Seus cooperadores, “esperando e apressando a vinda do Dia de Deus” (2Pe.3:12). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, cooperadores de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Neemias2 #RPSP

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NEEMIAS 1 – Comentado por Rosana Barros
30 de novembro de 2019, 0:30
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“E disse: ah! Senhor, Deus dos céus, Deus grande e temível, que guardas a aliança e a misericórdia para com aqueles que Te amam e guardam os Teus mandamentos” (v.5).

Neemias ocupava uma posição de confiança no reino persa. Sua presença era cativa e agradável, e demonstrava um sincero interesse pelo bem-estar dos outros. Sendo um zeloso guardador da Lei de Deus, sua vida era radiante e nunca entrava na presença do rei sem que isso lhe transparecesse na face. A alegria do Senhor era a sua força. Mas as notícias trazidas de Jerusalém lhe abateram o espírito: “Os restantes… estão em grande miséria e desprezo; os muros de Jerusalém estão derribados, e as suas portas, queimadas” (v.3).

Neemias não considerou ser a sua posição uma desculpa para permanecer no conforto. Seu coração estremeceu frente à ignomínia daquela que já fora a capital de Deus na Terra. Ele sentiu o peso dos pecados de Israel, e como a nação eleita provocou a própria ruína. A sua consagração pessoal através do jejum e da oração o estava preparando para liderar uma importante missão. Sua humildade em incluir-se como culpado, “pois eu e a casa de meu pai temos pecado” (v.6), revela um caráter verdadeiramente provado no fogo que purifica.

Assentado e chorando, suas palavras traduziam a sua profunda angústia. Primeiro, ele exaltou a fidelidade de Deus, então, prosseguiu com uma súplica intercessora, confessou seus pecados e do povo, destacou o desejo do Senhor em restaurar a sorte de Seus filhos e encerrou com uma petição em favor dos que temem a Deus, e em favor dele mesmo a fim de que alcançasse o favor do rei. Em sua oração, a desobediência é citada como o principal fator destrutivo. Em não guardar os mandamentos de Deus, os Seus estatutos e os Seus juízos, a nação foi perdendo a sua identidade até os filhos de Israel acabarem espalhados “por entre os povos” (v.8), como quem não tem cidadania.

Amados, nunca houve tempo mais solene em que, como povo de Deus, deveríamos estar “jejuando e orando perante o Deus dos céus” (v.4). Mediante a crise iminente que já começa a se avolumar em suas obras, nosso coração deve estar tão submisso a Deus e tão ligado ao dos nossos semelhantes, que não cessemos de vigiar e orar até que todos estejamos na segurança de nossa pátria eterna. O Senhor está reunindo os Seus escolhidos de todas as nações da Terra e cumprirá fielmente a Sua promessa: “de lá os ajuntarei e os trarei para o lugar que tenho escolhido para ali fazer habitar o Meu nome” (v.9).

“Os restantes” (v.3) representavam uma pequena porção do povo que aceitaram o convite de Deus para regressar à terra de seus pais. Nos últimos dias, “os restantes” da descendência da igreja de Cristo, são “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). Não somos salvos por obedecer aos mandamentos de Deus, mas porque fomos salvos, obedecemos. Fiados na salvação pela graça de Cristo, resgatados por Seu grande poder e mão poderosa, oremos neste oportuno momento: 

“Ah! Senhor, estejam, pois, atentos os Teus ouvidos à oração do(a) Teu(Tua) servo(a) e à dos Teus servos que se agradam de temer o Teu nome” (v.11). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, servos do Deus Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Neemias1 #RPSP

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ESDRAS 10 – Comentado por Rosana Barros
29 de novembro de 2019, 0:30
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“Enquanto Esdras orava e fazia confissão, chorando prostrado diante da Casa de Deus, ajuntou-se a ele de Israel mui grande congregação de homens, de mulheres e de crianças; pois o povo chorava com grande choro” (v.1).

Provavelmente, Esdras não esperava tamanha comoção por parte de seus irmãos e uma resposta tão rápida às suas orações. Angustiado e chorando muito, ele viu naquela transgressão a grande possibilidade da decadência de seu povo. Ultrapassados os limites por Deus estabelecidos, os filhos de Israel romperam as fronteiras da nação, “casando com mulheres estrangeiras, dos povos de outras terras” (v.2). Desses matrimônios foram gerados filhos que, por sua vez, recebiam toda a influência pagã de suas mães idólatras.

Esdras foi levado a olhar para os resultados desastrosos da desobediência. Quando cativo em Babilônia, pôde ver de perto a corrupção em todas as suas formas, e como o simples assentimento com os costumes seculares abre uma porta para a total apostasia. O fato da maioria dos judeus ter permanecido em Babilônia explica o encanto difícil de ser quebrado que o pecado causa no homem. E entre ter o que deseja e fazer a vontade de Deus, o impenitente sempre vai escolher a primeira opção.

Num casamento em jugo desigual não havia apenas a diferença religiosa, mas também costumes e práticas abomináveis que eram levados para dentro do lar. Idolatria e sexo deturpado eram os principais pecados cometidos nessas uniões mistas. Na igreja apostólica, quando os recém-conversos estavam sendo perseguidos pelos cristãos judeus a respeito de tradições, foi tomado um voto entre os apóstolos para que não fosse cobrado deles nada além da abstenção “das coisas sacrificadas a ídolos, bem como do sangue, da carne de animais sufocados e das relações sexuais ilícitas” (At.15:29).

Esdras demonstrou um genuíno espírito de compaixão ao prantear por seus irmãos, e seu livro foi concluído regado com suas lágrimas. As palavras de Secanias lhe deram a força que precisava para agir e exigir dos cabeças das famílias de Israel que tomassem uma atitude urgente. A forma radical de resolver a situação mandando embora suas mulheres e filhos estrangeiros foi, sem dúvida, um dos piores momentos pós-exílio. Mas mesmo havendo oposição (v.15), “toda a congregação disse em altas vozes: Assim seja… assim nos convém fazer” (v.12).

Assim como a obediência gera bênção, a desobediência gera maldição. Esdras precisou submeter o povo a uma atitude extrema a fim de evitar um mal pior. Hoje, existem muitos casamentos enfrentando situações desafiadoras. O plano de Deus para o casamento é o mesmo desde o princípio (Gn.2:24). Infelizmente, a humanidade vem deturpando o plano original do Criador trocando a bênção pela maldição. E até mesmo em lares cristãos, muitos casais têm maculado o leito e o lar com licenciosidade julgando ser lícito fazer o que quiser entre quatro paredes.

É um assunto que tem rendido muitas discussões e polêmicas. Mas uma coisa é certa: todo aquele que busca ao Senhor de todo o coração, procura fazer “o que é do Seu agrado” (v.11). Quando a vontade própria é subjugada, o Espírito Santo muda os nossos gostos, refina os nossos apetites e purifica a nossa mente. É claro que sempre existirão os Jônatas, Jazeías, Mesulão e Sabetai (v.15) se opondo ao “assim diz o Senhor”. No fim das contas, contudo, a decisão em ser fiel ou não sempre será individual.

Os conselhos deixados pelos apóstolos Paulo e Pedro, em 1Co.7:12-16 e em 1Pe.3:1-7, respectivamente, não requer do cristão o afastamento de seu cônjuge incrédulo, mas uma vida de nobre procedimento de modo que seja um instrumento do Espírito Santo para a conversão do companheiro descrente. E a todos nós, amados, os casados (e aqueles que estão se preparando para o casamento), busquemos do alto o conhecimento e a sabedoria tão necessários para que desfrutemos de um “leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros” (Hb.13:4). Vigiemos e oremos!

Bom dia, fiéis servos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Esdras10 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ESDRAS 9 – Comentado por Rosana Barros
28 de novembro de 2019, 0:30
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“Ah, Senhor, Deus de Israel, justo és, pois somos os restantes que escaparam, como hoje se vê…” (v.15).

Terminada a perigosa viagem sob a proteção divina e estabelecidos em Judá, os príncipes do povo foram ter com Esdras para lhe revelar algo que o deixaria atônito: “O povo de Israel, e os sacerdotes, e os levitas não se separaram dos povos de outras terras com suas abominações… pois tomaram das suas filhas para si e para seus filhos… se misturou a linhagem santa com os povos dessas terras, e até os príncipes e magistrados foram os primeiros nesta transgressão” (v.1-2).

Não era uma questão de pequeno porte, e a reação de Esdras deixa isso bem claro. O Senhor havia ordenado com relação às nações pagãs: “não farás com elas aliança, nem terás piedade delas; nem contrairás matrimônio com os filhos dessas nações; não darás tuas filhas a seus filhos; pois elas fariam desviar teus filhos de Mim, para que servissem a outros deuses; e a ira do Senhor se acenderia contra vós outros e depressa vos destruiria” (Dt.7:2-4).

Fosse considerado um problema de pouca importância, e não restaria de Israel um “restante nem alguém que escapasse” (v.14). Foi quando os filhos de Deus, vendo “que as filhas dos homens eram formosas, [e] tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradaram” (Gn.6:2), que o mundo entrou em um colapso tal e emergiu em uma corrupção tão grotesca, que o Senhor precisou intervir através do dilúvio.

Através de uma educação deturpada, moldada segundo a cultura e a religião pagãs, Israel corria o risco de encontrar o mesmo destino dos ímpios antediluvianos. Em atitude de humilhação, Esdras rasgou seu coração a Deus, confessando a culpa de seu povo, reconhecendo a graça e a misericórdia de Deus e Seu desejo em mudar a sorte da rebelde nação. Ele conhecia os estragos causados pelo jugo desigual e como isso afetava diretamente as futuras gerações. Mas enquanto Esdras orava, o Senhor iniciava uma das reformas mais sofridas que Seus filhos teriam de passar.

Sabem, amados, eu acredito que nós estamos vivendo, agora, por um “breve momento” onde ainda podemos nos beneficiar da “graça da parte do Senhor” (v.8). Mas esse momento uma hora vai chegar ao fim, pois o “Espírito [Santo] não agirá para sempre no homem” (Gn.6:3). E enquanto estamos aqui, “na nossa servidão, não nos desamparou o nosso Deus; antes, estendeu sobre nós a Sua misericórdia” (v.9). Isso é simplesmente lindo e confortante!

Chegada é a hora do povo de Deus se humilhar diante do Senhor, dobrar os seus joelhos, estender as mãos para o Céu e confessar a sua transgressão. Mas essa atitude deve ter um começo. Assim como Esdras deu início a esse reavivamento e o Senhor fez unir-se a ele todos os humildes de espírito, não temos que ficar olhando para os lados esperando ou cobrando ver em nossos líderes essa guinada espiritual. Ela precisa começar na minha e na sua vida. Então, qualquer reforma que nos for requerida pelo Senhor, por mais doída que seja, será realizada pelo poder que do alto nos será outorgado.

Inicie esta jornada espiritual conforme as instruções dadas por Jesus: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt.6:6). Do silêncio do teu quarto Deus faz soar os alarmes do Céu no coração daqueles por quem você ora. Perseveremos nisso, e faremos parte do “restante que escapou” (v.13). Vigiemos e oremos!

Bom dia, reavivados pela Palavra e pela oração!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Esdras9 #RPSP

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ESDRAS 8 – Comentado por Rosana Barros
27 de novembro de 2019, 0:30
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“Nós, pois, jejuamos e pedimos isto ao nosso Deus, e Ele nos atendeu” (v.23).

O segundo grupo de exilados, que voltou com Esdras para Jerusalém, correspondeu a aproximadamente dez por cento do total do primeiro grupo. Mas ainda que fosse um pequeno grupo, essas famílias foram corajosas em abandonar o conforto de suas vidas bem estabelecidas em Babilônia para seguir a Esdras numa viagem perigosa para um lugar onde teriam que recomeçar a vida. Mas ao analisar a lista dos que subiram com ele, Esdras percebeu que não havia entre eles “nenhum dos filhos de Levi” (v.15).

Segundo “a boa mão de Deus” (v.18), uniram-se a eles mais um grupo, desta vez, de levitas que ministrariam no templo, “todos eles mencionados pelo nome” (v.20). O grupo estava então completo. Todos atenderam ao chamado divino e Esdras foi despertado para uni-los num só propósito: jejum e oração. Após um firme testemunho acerca do poder de Deus, Esdras teve “vergonha de pedir ao rei exército e cavaleiros” (v.22) para os defender. Sendo assim, ele e o povo clamaram para que o Senhor lhes desse “jornada feliz” (v.21) para eles, seus filhos e seus pertences.

Montando uma guarda especial para os tesouros consagrados a Deus, a boa mão do Senhor estava sobre eles, livrando-os dos inimigos e das “ciladas pelo caminho” (v.31), de forma que chegaram em Jerusalém e ali repousaram por “três dias” (v.32). “No quarto dia” (v.33), a “oferta voluntária” (v.28) foi pesada e os “exilados que vieram do cativeiro ofereceram holocaustos ao Deus de Israel” (v.35), e “ajudaram o povo na reconstrução da Casa de Deus” (v.36).

Podemos dizer que Esdras buscou pessoas que o Senhor havia separado para ministrar em Sua Casa, liderou um reavivamento no meio dos exilados, promoveu a fidelidade e a confiança em Deus e inspirou o seu grupo a unir-se aos demais na edificação do templo. Precisamos desesperadamente de Esdras modernos! Homens e mulheres que se permitam ser usados por Deus de uma forma tão íntegra, que não restem dúvidas quanto ao seu caráter divinamente lapidado.

Enfrentamos, dia a dia, uma jornada perigosa repleta de inimigos e de “ciladas pelo caminho” (v.31). Muitas vezes somos tentados a buscar auxílio inútil quando ao nosso lado está o Senhor dos Exércitos pronto para nos atender. Porque a “boa mão do nosso Deus é sobre todos os que O buscam, para o bem deles; mas a Sua força e a Sua ira, contra todos os que O abandonam” (v.22). Neste dia da semana que dedicamos ao jejum e à oração, como Esdras, confiemos que depois do deserto perigoso, há uma terra de repouso à nossa espera.

Com toda a convicção, proclamemos, hoje: “Nós, pois, jejuamos e pedimos isto ao nosso Deus, e Ele nos atendeu” (v.23). Jejuemos, vigiemos e oremos!

Bom dia, exilados a caminho do Lar!

• Deixe nos comentários o seu pedido de oração. #euoroporvocê 

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Esdras8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ESDRAS 7 – Comentado por Rosana Barros
26 de novembro de 2019, 0:30
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“Porque Esdras tinha disposto o coração para buscar a Lei do Senhor, e para a cumprir, e para ensinar em Israel os seus estatutos e os seus juízos” (v.10).

Da linhagem de Arão, sendo sacerdote e “escriba versado na Lei de Moisés, dada pelo Senhor, Deus de Israel”, Esdras foi beneficiado pelo rei Artaxerxes, “segundo a boa mão do Senhor, seu Deus, que estava sobre ele” (v.6). Em 458 a.C., “este Esdras” (v.5) liderou o segundo grupo de exilados que regressou à terra de Judá. Sendo reconhecido pelo rei como “escriba da Lei do Deus do céu” (v.12, 21) e possuidor da sabedoria de Deus, Esdras demonstrou ter sido alguém que fez a diferença no meio de um reino pagão.

Esdras não foi apenas um perito das Escrituras, mas um obediente servo de Deus, praticante da Palavra. Sua vida não se resumia, contudo, a guardar consigo a sua experiência, pois além de buscar e cumprir a Lei do Senhor, também se dedicava a “ensinar em Israel os seus estatutos e os seus juízos” (v.10). O conhecimento que dia a dia adquiria das leis de Deus não podia ser silenciado e sua importância foi reconhecida pelo próprio rei persa: “e ao que não as sabe, que lhas façam saber” (v.25).

Em seu decreto, por nove vezes, Artarxerxes se referiu a Deus como o Deus de Esdras. Para o monarca, era fato que o escriba judeu era um fiel adorador “do Deus do céu” (v.21). Tanto Esdras quanto Neemias foram favorecidos diante dos soberanos da Terra, não por mérito próprio ou por posições privilegiadas, mas porque tinham um coração disposto para fazer a vontade de Deus, segundo está escrito. Tendo por norma irrevogável o “assim diz o Senhor”, decidiram dedicar a vida a Deus e nEle buscar refúgio. Sua confiança e dedicação deram cumprimento aos eventos profeticamente determinados.

O exemplo de Esdras revela o caráter de quem aplica o coração a examinar as Escrituras. Todo aquele que dedica, diariamente, um tempo de qualidade em comunhão com Deus, através da oração e do estudo da Bíblia, recebe do alto o vigor espiritual necessário para enfrentar as mais adversas situações. Entretanto, há uma porção adicional separada aos que se dedicam a compartilhar as boas-novas. Sua vida torna-se mais nobre e mais bela, como está escrito: “Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas!” (Rm.10:15).

O capítulo é encerrado com uma ação de graças de Esdras. Ele atribuiu a Deus todo o mérito. Lembro-me da história de Jó, que mesmo sendo fiel à toda prova enfrentada, no fim, reconheceu: “Eu Te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem. Por isso, me abomino no pó e na cinza” (Jó 42:5-6). Quando reconhecemos que é pela bondade de Deus e Suas misericórdias que “vivemos, e nos movemos, e existimos” (At.17:28), mais nos achegamos a Ele como uma criancinha de colo necessita de sua mãe.

Que, à cada dia, possamos declarar ao sair de nosso lugar de comunhão: “Assim, me animei, segundo a boa mão do Senhor, meu Deus, sobre mim” (v.28). Vigiemos e oremos!

Bom dia, versados nas Escrituras!

Desafio da semana: Gostaria de reforçar o estudo do Espírito de Profecia. Adote o projeto “Crede em Seus Profetas”. Até Neemias, capítulo 1, estamos estudando o capítulo 11 do “Grande Conflito”. Acesse: credeemseusprofetas.org 

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Esdras7 #RPSP

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ESDRAS 6 – Comentado por Rosana Barros
25 de novembro de 2019, 0:30
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“Não interrompais a obra desta Casa de Deus, para que o governador dos judeus e os seus anciãos reedifiquem a Casa de Deus no seu lugar” (v.7).

Investigados os “arquivos reais da Babilônia” (v.1), “se achou um rolo, e nele estava escrito um memorial” (v.2) contendo o decreto de Ciro autorizando a edificação do templo em Jerusalém, a origem de suas despesas, que viria “da casa do rei” (v.4), e a devolução dos “utensílios de ouro e de prata, da Casa de Deus, que Nabucodonosor tirara do templo que estava em Jerusalém” (v.5). Mediante estas informações, Dario baixou um novo decreto, reafirmando o decreto de Ciro e acrescentando punição de morte a “todo homem” (v.11) que alterasse o seu decreto e uma maldição “a todos os reis e povos” que estendessem a mão “para alterar o decreto e para destruir esta Casa de Deus” (v.12).

“Então, Tatenai, o governador daquém do Eufrates, Setar-Bozenai e os seus companheiros assim o fizeram pontualmente, segundo decretara o rei Dario” (v.13). E conforme “profetizaram os profetas Ageu e Zacarias” (v.14), a obra prosperou e foi completada “no sexto ano do reinado do rei Dario” (v.15). O templo foi dedicado “com regozijo” (v.16), com ofertas “pelo pecado de todo o Israel, segundo o número das tribos de Israel” (v.17), e estabelecido o ministério dos sacerdotes e levitas em seus turnos e ocupações.

Os exilados puderam então celebrar a Páscoa do Senhor, pois “os sacerdotes e os levitas se tinham purificado como se fossem um só homem, e todos estavam limpos” (v.20). O cordeiro pascal foi morto “para todos os que vieram do cativeiro” (v.20), e “comeram a Páscoa os filhos de Israel que tinham voltado do exílio e todos os que, unindo-se a eles, se haviam separado da imundícia dos gentios da terra, para buscarem o Senhor, Deus de Israel” (v.21).

Amados, há um registro no qual nossa vida está escrita: “e no Teu livro foram escritos todos os meus dias” (Sl.139:16). Também há uma obra de edificação sendo realizada na vida de “todos os que vieram do cativeiro” (v.19) do pecado e de “todos os que, unindo-se a eles”, decidiram dizer não à “imundícia dos gentios da terra, para buscarem o Senhor, Deus de Israel” (v.21). Sendo este mundo de pecado o cativeiro, o Cordeiro de Deus foi morto por toda a raça humana, mas o galardão de Sua morte e ressurreição está reservado somente para “todo aquele que nEle crê” (Jo.3:16).

Está chegando o tempo em que o príncipe deste mundo questionará sobre a vida de cada ser humano, e apenas aqueles cujos registros estiverem limpos pelo sangue de Jesus, que decidiram se separar das imundícias da Terra, “que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela” (Ez.9:4), receberão o selo do Deus vivo (Ap.7:3), e completada será a obra do Espírito Santo em suas vidas, e celebrarão e comerão diante do Cordeiro e de Deus, no banquete preparado nas cortes celestiais.

Permita que, “dia após dia, sem falta” (v.9), Deus opere em você a boa obra que Ele já começou, sendo transformado, “de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co.3:18). Então, naquele grande Dia, o acusador não terá do que lhe condenar, pois os teus pecados foram perdoados pelo verdadeiro Cordeiro da Páscoa. O Senhor alegre teu coração e fortaleça as tuas mãos nesta certeza, até que Ele venha. Vigiemos e oremos!

Bom dia, casas em edificação!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Esdras6 #RPSP

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