Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 25 – Comentado por Rosana Barros
15 de setembro de 2020, 0:45
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“Tragará a morte para sempre, e, assim, enxugará o Senhor Deus as lágrimas de todos os rostos, e tirará de toda a terra o opróbrio do Seu povo, porque o Senhor falou” (v.8).

Certo dia eu estava muito cansada e com dor de cabeça enquanto arrumava o meu filho mais novo para dormir. Ele sempre foi muito musical e começou a cantar um de seus louvores favoritos. Quando me dei por conta, já estava rindo e cantando junto com ele. O louvor, além de ser um ato de adoração, é uma dádiva de Deus para o nosso benefício. Ele promove bem-estar, alegria e tem funções terapêuticas. O louvor, também como uma forma de gratidão a Deus, eleva os nossos sentidos a uma atmosfera sagrada e desperta em nós a necessidade de estar na presença do Único que é digno de toda honra, toda glória e todo louvor.

No capítulo de hoje, o motivo do louvor é a misericórdia divina. Pela renovação diária das misericórdias de Deus (Lm.3:22-23) recebemos uma oportunidade após outra de sermos testemunhas oculares de muitos de Seus milagres contemporâneos e a confirmação de que Seus “conselhos antigos” permanecem “fiéis e verdadeiros” (v.1). Israel tinha o costume de transformar a sua gratidão em canção. O livro de Salmos é um exemplo disso, além dos demais cânticos espalhados pelo Antigo Testamento. Mas, certamente, o louvor mais esperado pelos justos de todos os tempos é o da vitória final; aquele que abrirá os portais da eternidade: “e entoavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e admiráveis são as Tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações! Quem não temerá e não glorificará o Teu nome, ó Senhor? Pois só Tu és santo; por isso, todas as nações virão e adorarão diante de Ti, porque os Teus atos de justiça se fizeram manifestos” (Ap.15:3-4).

O hino triunfal dos tiranos será aniquilado” (v.5), diante da glória do Cordeiro de Deus. Ele foi “a fortaleza do pobre e a fortaleza do necessitado na sua angústia; refúgio contra a tempestade e sombra contra o calor” (v.4). E selará a Sua obra destruindo “a morte para sempre” (v.8): “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap.21:4). Como o véu do santuário (Mt.27:51), o céu será “rasgado” e contemplaremos a completa “Shekinah” do Unigênito do Pai. Diante de tal cena cuja limitada mente humana ainda não consegue vislumbrar, dos lábios dos salvos soará em uníssono: “Eis que Este é o nosso Deus, em Quem esperávamos, e Ele nos salvará; Este é o Senhor, a Quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (v.9). Aleluia!

Muito em breve não haverá mais cansaço e nem dor de cabeça. Toda a angústia cessará! Logo, ouviremos os perfeitos louvores celestiais e uniremos as nossas vozes ao coro dos anjos. Em uma harmonia indescritível, exaltaremos e louvaremos o nome do Senhor para todo o sempre. Falta pouco para o cumprimento da fiel e verdadeira promessa: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7). Tenha certeza disso, “porque o Senhor falou” (v.8)! Vigiemos e oremos!

Bom dia, coral de adoradores do Deus Todo-Poderoso!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías25 #RPSP

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ISAÍAS 24 – Comentado por Rosana Barros
14 de setembro de 2020, 0:45
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“Na verdade, a terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, violam os estatutos e quebram a aliança eterna” (v.5).

Repleto de profecias para o tempo do fim, Isaías 24 é uma prova inequívoca de que o “evangelho eterno” (Ap.14:6), como a própria expressão o diz, está contido tanto no Antigo como no Novo Testamento. O profeta sai do contexto de juízo contra Tiro e o expande para toda a terra (v.3). A ira de Deus será manifestada contra o mundo (v.4) “por causa dos seus moradores” (v.5), e tanto grandes quanto pequenos terão de enfrentá-la (v. 2). A Bíblia diz que Deus é tardio em irar-Se (Jn.4:2), mas também deixa bem claro que chegará o tempo em que Ele derramará sobre o mundo as sete taças de Sua ira (Ap.16:1) e apenas os justos serão poupados, cumprindo-se fielmente a profecia do salmista: “Caiam mil ao teu lado, e dez mil à tua direita; tu não serás atingido. Somente com os teus olhos contemplarás e verás o castigo dos ímpios” (Sl.91:7-8).

A obediência, como o foi no princípio, será o que definirá o destino eterno de cada ser humano. Satanás tem multiplicado os frutos de sua maldade e os oferecido a cada um de nós de acordo com o que mais condescendemos. Sua estratégia é a mesma: nos levar a transgredir os mandamentos do Senhor e desprezar a Sua Palavra. Isaías não diz que os judeus quebraram a aliança eterna. Não diz que os israelitas quebraram a aliança eterna. Ele diz que os moradores da terra “quebram a aliança eterna”. Que parte de “seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a Palavra de nosso Deus permanece eternamente” (Is.40:8), o ser humano ainda não compreendeu?

Amados, o profeta expôs de forma bem clara: não eram suas as palavras, mas “o Senhor é Quem proferiu esta palavra” (v.3). Querem realmente saber a verdade? Pois bem: “Na verdade” (v.5), em todos os tempos o homem tem contaminado o mundo lançando por terra as verdades da Palavra de Deus. Paulatinamente, tem destruído o lar que Deus havia criado perfeito. Sob o domínio satânico, surgem toda sorte de crenças e filosofias que descartam por completo, ou em parte, as Santas Escrituras. A verdade de que “Toda Escritura é inspirada por Deus” (2Tm.3:16) é ignorada nos púlpitos que apresentam apenas o que lhes convém e o que preenche os bancos das igrejas. E milhares vão sendo arrastados para “a maldição que consome a terra” (v.6).

Eis que o Senhor” (v.1) “vem com as nuvens e todo olho O verá” (Ap.1:7). “O que suceder ao povo” (v.2) também sucederá aos “reis da Terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos e todo escravo e todo livre” (Ap.6:15). “A terra pranteia e murcha” (v.4) e “o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola” (Ap.6:14). Aos moradores da terra que a contaminaram transgredindo a Lei divina e quebrando a aliança eterna (v.5), “aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos” (Ap. 21:8), lhes caberá a morte e, após os mil anos, “serão queimados” (v.6) e destruídos definitivamente. Nos últimos dias “poucos restarão” (v.6) fiéis à Palavra do Senhor. Estes poucos que restarão são “umas poucas pessoas que não contaminaram as suas vestiduras” (Ap.3:4), “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). “Naquele dia” (v.21) eles darão “Glória ao Justo!” (v.16). Também “Naquele dia, o Senhor castigará” (v.21) o diabo e seus anjos, “as hostes angélicas”; serão “encerrados num cárcere” (v.22), e “depois de muitos dias”, após mil anos de prisão (Ap.20:7), serão castigados e aniquilados juntamente com os ímpios na segunda e definitiva morte (Ap.21:8; 20:9). Então, os salvos não precisarão mais da lua e nem do sol (v.23), pois “já não haverá noite, nem precisam eles… da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos” (Ap.22:5).

Eis que venho sem demora” (Ap.22:7) é a promessa do nosso Senhor e Salvador! Não é Ele quem tarda a Sua promessa, amados, mas a nossa teimosia que O faz longânimo (2Pe.3:9). “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). Mas “glorificai ao Senhor… ao nome do Senhor” (v.15), amando-O (Jo.14:15), “esperando e apressando” a Sua vinda (2Pe.3:12) e com a sua vida proclamando: “Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20). Vigiemos e oremos!

Bom dia, justos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías24 #RPSP

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ISAÍAS 23 – Comentado por Rosana Barros
13 de setembro de 2020, 0:45
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“O Senhor dos Exércitos formou este desígnio para denegrir a soberba de toda beleza e envilecer os mais nobres da terra” (v.9).

Tiro e Sidom eram as principais cidades da Fenícia e ali se encontravam grandes portos marítimos de onde eram comercializados diversos produtos com outras nações. Os fenícios tinham muito orgulho de seu próspero comércio, ostentando muitas riquezas. Mas o seu império estava prestes a ruir e seus navios às vésperas de realizar a última viagem. Fazendo referência à “terra dos caldeus” (v.13), ou seja, Babilônia, o profeta relatou um dos juízos que sobreviria à Fenícia por meio desta nação. Sobre o período de setenta anos relatado pelo profeta, temos a seguinte citação: “Não é possível especificar quando os 70 anos começaram nem quando terminaram. Alguns creem que o período corresponda aos 70 anos do cativeiro judaico em Babilônia” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 196). Uma coisa é certa: O juízo aconteceu e conforme o desígnio do Senhor, o soberbo império foi aviltado.

Quando, em maio de 1911, o famoso “Titanic” foi lançado ao mar como a mais inovadora, luxuosa e segura embarcação que já haviam construído, ninguém poderia imaginar que ao subir naquela grande e imponente construção estaria a bordo do navio que não encontraria “ancoradouro” (v.1). O supostamente “inafundável” não completaria nem a sua primeira viagem. Algumas curiosidades me chamaram atenção neste episódio:

1. O capitão da embarcação havia marcado um treinamento de emergência para os passageiros, mas este foi cancelado. Se tivesse acontecido, muitas vidas teriam sido poupadas;
2. A maioria dos botes salva-vidas não estavam com a sua capacidade total preenchida e o navio tinha capacidade de levar praticamente o triplo de botes, mas só levava 20. Ou seja, a maioria das pessoas ou mesmo todas poderiam ter sido salvas;
3. A embarcação manteve a sua velocidade máxima mesmo sabendo que estava numa região de icebergs;
4. Se houvesse recebido o sinal de que aquele iceberg estava à frente 30 segundos antes, o navio não teria afundado;

Amados, na embarcação de nossa vida só existe espaço para um capitão: Jesus Cristo, ou Satanás. Assim como o “Titanic”, o inimigo das almas promete fazer de nossa vida uma embarcação luxuosa, supostamente segura e repleta de atrativos. Entretanto, como passageiros de uma viagem fatal, seus adeptos navegam para no fim perceber que não há um porto os esperando. Não há “ancoradouro” (v.1).

Porém, sendo Cristo o Capitão de nossa vida, podemos nos valer de todos os procedimentos de segurança que Ele nos deixou em Sua Palavra para que não venhamos a naufragar. Não há possibilidade de superlotação quando Cristo está no comando. Os Seus desígnios são perfeitos e Ele não permite que Seus filhos sejam colocados em situação de perigo que não possam suportar. Ele nos deixou escrito todas as advertências que precisamos saber para que alcancemos o único porto seguro. Continue estudando a Bíblia, ela é o seu guia de instruções para que você faça uma viagem segura, mesmo em meio aos “icebergs” do mar da vida. Permita que Jesus lhe conduza e certamente encontrarás o “ancoradouro” da eternidade! Vigiemos e oremos!

Feliz semana, viajantes a caminho do Lar!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías23 #RPSP

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ISAÍAS 22 – Comentado por Rosana Barros
12 de setembro de 2020, 0:45
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“Mas o Senhor dos Exércitos Se declara aos meus ouvidos, dizendo: Certamente, esta maldade não será perdoada, até que morrais, diz o Senhor, o Senhor dos Exércitos” (v.14).

A situação do povo de Jerusalém era de completo descaso para com Deus e com a missão que Ele lhe havia confiado. O profeta sentiu-se tão desolado com aquela situação, que preferiu ficar sozinho e chorar amargamente (v.4). A atitude de Isaías indica que o que viria pela frente seria terrível e somente mediante genuíno arrependimento poderia haver livramento. Entretanto, o povo ao invés de “chorar, prantear, rapar a cabeça e cingir o cilício” (v.12), era “só gozo e alegria”, comendo e bebendo, e dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (v.13). Não cogitaram “de olhar para cima” (v.11).

As muitas brechas nos muros fizeram com que muitas casas fossem demolidas para que o material fosse usado “para fortalecer os muros” (v.10). Um reservatório de água também foi construído (v.11). Mas, apesar de todo o trabalho, o principal não foi feito: “olhar para cima”. Os muitos afazeres os fizeram esquecer do que realmente importava e acomodar-se em sua zona de conforto. Tudo era motivo de festa. E o pior: pensavam que isso era o melhor. Em tempo de contrição e profundo exame de consciência, havia festas e banquetes. Em tempo de choro, havia risos. Em tempo de súplicas, havia indiferença.

Uma vez ao ano, o sumo sacerdote entrava no terceiro compartimento do santuário, o lugar Santíssimo. Era o dia da expiação, “Yom Kippur”. Nesse dia, aquele que não afligisse a alma, ou seja, que não buscasse se arrepender, que não olhasse para cima a fim de obter perdão e purificação, seria destruído (Lv.23:26-32). Sabemos que hoje temos o nosso Sumo Sacerdote, Jesus Cristo, intercedendo por nós no lugar Santíssimo do santuário celestial. Deveríamos, pois, considerar de pequena importância o tempo solene em que vivemos? Será que não estamos repetindo o mesmo procedimento dos habitantes de Jerusalém?

Existem muitas brechas hoje no meio do povo de Deus. E muitas casas têm sido destruídas por pensar que podem fechar as brechas por conta própria. Não é a nossa mão de obra o principal material para consertar o que necessita de reparos, mas a nossa dependência de Deus. O grande “Arquiteto e Edificador” (Hb.11:10) só espera a nossa aprovação para que possa realizar a maior obra de nossas vidas. Ele deseja nos dar a chave que abre e ninguém fecha e que fecha e ninguém abre (v.22). A não ser que morramos para o nosso “eu” e para este mundo, a nossa “maldade não será perdoada” (v.14).

Jesus declarou: “Quem quiser, pois, salvar a sua vida, perdê-la-á; e quem perder a vida por causa de Mim e do evangelho salvá-la-á. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mc.8:35-36). É tempo de santa convocação! É tempo de se preparar para a fornalha de fogo que se aproxima e permitir que Deus remova de nós toda escória do pecado, porque “o restante de Jacó estará entre as nações, no meio de muitos povos” (Mq.5:8) e o que os diferenciará dos demais será o testemunho de um viver santificado e aperfeiçoado em Cristo. Em nome de Jesus, precisamos de uma real conversão e atender, “agora mesmo…”, às palavras do Senhor: “… Convertei-vos a Mim de todo o vosso coração; isso com jejuns, com choro e com pranto. Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao Senhor, vosso Deus, porque Ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-Se, e grande em benignidade, e Se arrepende do mal” (Jl.2:12-13). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, povo de coração contrito!

Sugestão: Faça um propósito de encontro com Deus nas madrugadas. Se seguirmos o exemplo de Jesus, certamente, com Ele seremos mais que vencedores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías22 #RPSP

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ISAÍAS 21 – Comentado por Rosana Barros
11 de setembro de 2020, 0:45
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“Pois assim me disse o Senhor: Vai, põe o atalaia, e ele que diga o que vir” (v.6).

Com dolorosos sintomas físicos e emocionais, Isaías revelou grande sensibilidade diante do que estava por vir. Sua comunicação com Deus receberia o reforço de uma terceira pessoa, um atalaia, que relataria o que o profeta não podia ouvir e nem ver (v.3). O Senhor conhece bem a estrutura de Seus filhos, e mesmo a Seus profetas, só pede o que sabe que podem realizar. Dia e noite, o atalaia aguardava o anúncio a ser proclamado. E a queda de Babilônia foi predita e proclamada como o rugido do símbolo de sua arrogância: “Caiu, caiu Babilônia” (v.9).

Enquanto a profecia anterior é clara, a profecia seguinte possui um requinte de mistério diante de uma pergunta sem uma resposta precisa: “Guarda, a que horas estamos da noite?… Respondeu o guarda: Vem a manhã, e também a noite; se quereis perguntar, perguntai; voltai, vinde” (v.11, 12). Já a sentença contra a Arábia revela detalhes de um cenário de batalha, com fuga para os bosques, escassez de água e alimento e a presença de armas de guerra. Para o profeta, eram palavras difíceis de falar e que, pela sua reação inicial, profecias que ele compreendeu em seu sentido mais fiel.

Assim declara a segunda voz angélica: “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Ap.14:8). O vinho sedutor da grande meretriz espiritual dos últimos dias logo dará lugar ao “vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da Sua ira” (Ap.14:10). Eis uma revelação que também deve ter feito o profeta João tremer. Se a justiça de Deus aplicada às nações antigas já era considerada com temor, que dirá a Sua justiça final mediante o clímax de Sua ira. Certamente se cumprirá o que está escrito: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos” (Mt.5:6).

Mesmo diante de mensagens tão fortes e decisivas, não há o que temer para os que aguardam com perseverança o tempo de seu resgate; para os que, movidos pelo saudosismo de alcançar uma pátria superior, aguardam com expectativa o cumprimento da promessa: “Guarda, a que horas estamos da noite?” (v.11). Mesmo que não tenhamos uma resposta específica, mesmo que não saibamos o tempo exato da vinda do nosso Senhor e Salvador, precisamos permanecer em nossa “torre de vigia” (v.8), até que do alto possamos ouvir “a voz do Arcanjo” (1Ts.4:16).

Tocai a trombeta em Sião e dai voz de rebate no Meu santo monte; perturbem-se todos os moradores da Terra, porque o Dia do Senhor vem, já está próximo” (Jl.2:1). Como derradeiros atalaias de Deus, precisamos gritar “como um leão” (v.8) que Jesus está voltando. Que Ele está às portas! Que este mundo está em contagem regressiva e não aguentará por mais tempo os destrutivos resultados do pecado. Ergamos as nossas cabeças, pois a nossa redenção se aproxima! E tão perto como estamos deste momento glorioso, se fizermos parte do seleto grupo dos salvos vivos, enfrentaremos o cenário da grande última batalha e nos sentiremos exaustos “diante do furor da guerra” (v.15). Mas teremos a nosso favor o Senhor dos Exércitos, poderoso nas batalhas, que de nossa fraqueza tirará forças. Ele nos sustentará até que do alto surja o raiar da tão desejada manhã gloriosa.

Enquanto aguardamos, amados, confiemos na confortante e fortalecedora promessa: “Reprime a tua voz de choro e as lágrimas de teus olhos; porque há recompensa para as tuas obras, diz o Senhor, pois os teus filhos voltarão da terra do inimigo. Há esperança para o teu futuro, diz o Senhor” (Jr.31:16, 17). Vigiemos e oremos!

Bom dia, atalaias dos últimos dias!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías21 #RPSP

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ISAÍAS 20 – Comentado por Rosana Barros
10 de setembro de 2020, 0:45
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“Então, se assombrarão os israelitas e se envergonharão por causa dos etíopes, sua esperança, e dos egípcios, sua glória” (v.5).

De tempos em tempos, diante da ameaça de nações vizinhas, Israel estabelecia alianças políticas com países de considerável influência e força bélica. Essas alianças, contudo, eram feitas sem a aprovação de Deus ou, até mesmo, desconsiderando por completo o auxílio divino. O papel do profeta em meio a essa insensatez consistia em apelar ao povo através de mensagens incisivas e objetivas, sendo muitas vezes a sua própria experiência um recado vivo e claro da decadência espiritual da nação.

De todas as ordens dadas pelo Senhor aos Seus profetas, certamente andar nu e descalço durante três anos foi a mais vexatória. Isaías poderia ter se negado a passar tamanha vergonha ou reclamado o peso de sua função, mas a Bíblia diz que “Assim ele o fez, indo despido e descalço” (v.2), exatamente como o Senhor lhe havia ordenado. A obediência do profeta era a mais clara oposição à desobediência dos filhos de Israel. A fidelidade de Isaías era um constante e incômodo lembrete a um povo que se negava a dar ouvidos a Deus e a Seus profetas.

Desde o surgimento das primeiras nações da Terra, a História relata inúmeros registros de alianças políticas, guerras e pactos que foram quebrados por desacordo das partes. Nações que eram consideradas imbatíveis, ruíram como uma cidade indefesa. Nações que eram consideradas frágeis, impactaram o cenário da época. Líderes com forte voz ativa se tornaram como meninos diante do fracasso de suas ambições. Líderes vistos como pouco promissores avançaram em conquistas surpreendentes. A História revela o caráter falível e vacilante dos acordos humanos e a nossa real necessidade de olhar para o alto, para o único Rei que não falha, e almejar o único reino que “subsistirá para sempre” (Dn.2:44).

Tão perto como estamos da reta final do grande conflito, e considerando os últimos acontecimentos como precursores do que ainda está por vir, a nossa segurança não deve estar firmada em palavras de homens, mas na “Palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1Pe.1:23). Amados, Deus não deixaria o Seu último povo na Terra sem a palavra profética. E “falou o Senhor por intermédio de” (v.2) Sua serva, Ellen G. White, a fim de abrir os nossos olhos para a exata compreensão das Escrituras e fortalecer a nossa fé na verdade presente. Lembremos das palavras inspiradas: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20).

Satanás é oportunista e se aproveita das fragilidades humanas “para roubar, matar e destruir” (Jo.10:10). “Como, pois, escaparemos nós?” (v.6). Revistamo-nos “de toda a armadura de Deus… com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:11, 18). Que “o espírito da profecia” (Ap.19:10), conferido a irmã White, em íntima comunhão com a Palavra de Deus e uma vida de oração, fortaleça a nossa fé todos os dias. E, muito em breve, a nossa exaustão será trocada pela vitalidade e nossas lágrimas por vivas de júbilo. Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo perseverante!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías20 #RPSP

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ISAÍAS 19 – Comentado por Rosana Barros
9 de setembro de 2020, 0:45
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“Ferirá o Senhor os egípcios, ferirá, mas os curará; converter-se-ão ao Senhor, e Ele lhes atenderá as orações e os curará” (v.22).

Quando Abraão se viu em apuros, devido à fome que assolava Canaã, foi buscar abrigo e alimento no Egito. Quando José foi vendido como escravo por seus irmãos, ele foi levado ao Egito. Foi no Egito que Moisés nasceu e cresceu como um príncipe, e para lá retornou como libertador de seu povo. Foi para o Egito que o anjo do Senhor orientou José a levar sua família, quando a vida do menino Jesus foi ameaçada pelo rei Herodes. Jesus passou os primeiros anos de sua infância tendo o Seu caráter moldado por seus pais em solo egípcio. Certamente o Egito foi palco das maiores manifestações de Deus na vida de Seu povo.

A profecia contra o Egito, suas imprecações e a forma como viraram as costas ao Senhor, tudo concorria para um fim trágico e definitivo. Mas o Senhor que abençoa até mil gerações dos que O amam e guardam os Seus mandamentos (Êx.20:6), vê o que ninguém consegue enxergar. As principais metrópoles do Egito foram citadas como determinantes do opróbrio da nação. Seus governantes eram néscios e absolutamente embriagados pela idolatria e corrupção (v.14). Nada se podia aproveitar tanto dos grandes quanto dos pequenos (v.15). O Egito havia se tornado de todo um lugar abominável.

Mas foi para ali que concorreu o Sol da Justiça no raiar dos primeiros anos de Sua vida terrena. Para o lugar menos provável, Deus enviou o argumento de maior valor probante de Seu amor pela humanidade caída. Onde as portas de milhares de casas receberam o sangue do simbólico cordeiro, repousou o infante Cordeiro de Deus. Onde os milhares de pés dos hebreus pisaram em busca de liberdade, correu o Libertador em brincadeiras inocentes. No lugar abominável, crescia o Desejado de todas as nações, até que de lá fosse chamado, cumprindo-se a profecia: “Do Egito chamei o Meu Filho” (Mt.2:15; Os.11:1).

Amados, o pecado tem um custo bem caro. Assim como Deus tinha um tempo determinado para a execução de Seu propósito na terra do Egito (v.17), Ele tem dia e hora marcados no calendário celeste para pôr fim a pecado e pecadores. Temos uma pendência com o Céu que jamais conseguiríamos pagar. Nosso coração é “desesperadamente corrupto” (Jr.17:9) e inconstante (Rm.7:19). Nossa justiça é comparada ao “trapo da imundícia” (Is.64:6) e toda a carne está enferma. Como o Egito, a nossa condição presume um fim aterrador e definitivo. Mas “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm.7:25). “Bendito seja o Egito” (v.25) que acolheu a Esperança do “Israel de Deus” (Gl.6:16) e que ainda existe como prova inquestionável do amor e da misericórdia “do Senhor dos Exércitos” (v.17).

Ao mais vil pecador, ao mais improvável caso, Deus “Se dará a conhecer” (v.21) nesses últimos dias; “converter-se-ão ao Senhor, e Ele lhes atenderá as orações e os curará” (v.22). As feridas causadas pelos anos e até décadas de pecado serão transformadas em poderoso testemunho, de forma que “serão uma bênção no meio da Terra” (v.24). Quando olho para dentro de mim e em minha inconstância me deparo com tantas fraquezas e debilidades a serem vencidas; quando percebo que o que muitas vezes acredito ter alcançado é perdido em situações de desgaste emocional; quando me sinto tão longe do ideal de Deus que sou tentada a desanimar, o amor do Pai do Céu me envia “um Salvador e Defensor” (v.20) que me livra de mim mesma e me faz olhar na direção certa: “Olhai para Mim e sede salvos” (Is.45:22).

Que a nossa vida, mesmo exausta e tão marcada pelos incursos deste mundo de pecado, seja “uma bênção no meio da Terra” (v.24) para a glória de Deus. E logo o nosso Salvador nos dirá: “Venham, benditos de Meu Pai! Meu povo, obra de Minhas mãos, Minha herança”! Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos e curados pelo amor de Deus em Cristo Jesus!

* Oremos em favor daqueles que precisam ser alcançados pelo evangelho do reino.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías19 #RPSP

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ISAÍAS 18 – Comentado por Rosana Barros
8 de setembro de 2020, 0:45
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“Vós, todos os habitantes do mundo, e vós, os moradores da terra, quando se arvorar a bandeira nos montes, olhai; e, quando se tocar a trombeta, escutai” (v.3).

Além da aplicação profética para aquelas nações, as profecias de Isaías também têm aplicação escatológica. O Senhor dos Exércitos tem uma mensagem de juízo e salvação para “todos os habitantes do mundo” de todos os tempos. Apesar de Sua ilimitada misericórdia, a Sua justiça não permitirá que o mal avance o limite estabelecido. Nenhum agente humano e nenhuma “nação poderosa” (v.2), pode resistir à sentença do Todo-Poderoso. O início da eternidade tem data marcada para o remanescente, bem como para a destruição dos ímpios. E Deus convida a todos “os moradores da terra” a estar atentos aos sinais revelados em Sua Palavra.

O toque de trombeta em Israel tinha a função de ajuntar o povo para algum momento solene, geralmente para assembleias e festividades. Mas também eram muito comuns na guerra. De qualquer forma, era um instrumento cujo som lembrava o povo da constante presença do Senhor. As trombetas usadas em Apocalipse como alegoria, também são anúncios do poder de Deus, culminando na sétima e última trombeta, que será literalmente ouvida como uma convocação para o primeiro ajuntamento solene dos salvos de todas as épocas: “O sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do Seu Cristo, e Ele reinará pelos séculos dos séculos” (Ap.11:15).

Deus não está em Seu trono aguardando a destruição dos perversos. Este não é o sentido do verso 4. E sim que Ele tem tudo sob controle e, no tempo determinado, terá de aplicar o Seu juízo. “Olhai” e “escutai” são um clamor urgente para que todos nós possamos estar entre aqueles que receberão a fiel promessa: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam” (1Co.2:9).

Quando for proclamado: “chegou a hora de ceifar” (Ap.14:15), a obra intercessora de Cristo dará lugar à obra redentora de salvação dos remidos, mas Ele também efetuará a Sua “obra estranha… de uma destruição, e essa já está determinada sobre toda a terra” (Is.28:21-22). O que estamos fazendo com o amorável convite do Céu? Tem você sonhado com a volta do nosso Salvador? Eu tenho saudades do meu Deus! Saudades de coisas que nunca vi e de sons que nunca ouvi! Estamos às vésperas do toque da última trombeta e, enquanto isto, “não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9).

Aprontai-vos! Aprontai-vos! Aprontai-vos pois a ardente ira do Senhor está para vir! Sua ira está para ser derramada, sem mistura de misericórdia, e, todavia, não estais prontos. Rasgai o coração, e não os vestidos” (EGW, Primeiros Escritos, p.119). Vigiemos e oremos!

Bom dia, “vós, todos os habitantes do mundo”!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías18 #RPSP

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ISAÍAS 17 – Comentado por Rosana Barros
7 de setembro de 2020, 0:45
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“Naquele dia, olhará o homem para o seu Criador, e os seus olhos atentarão para o Santo de Israel” (v.7).

Há duas vertentes no texto de hoje: uma que aponta para o juízo e outra para a redenção. A expressão “Naquele dia”, indicava a punição sobre Israel por ter se unido aos assírios contra o reino de Judá. Mas, a seguir, também se refere a “alguns rabiscos” (v.6), ou seja, um restante, que daria as costas à idolatria e tornaria a volver os olhos ao Criador. A profecia contra Damasco e Efraim não se trata apenas de um relato antigo, mas de uma mensagem tão atual quanto o noticiário de amanhã. O Santo de Israel (v.7) nos convida, hoje, a olhar para Ele e viver. A não nos esquecermos do Deus da nossa salvação e Rocha que nos fortalece (v.10).

Ao anoitecer, eis que há pavor” (v.14). Logo vem a noite trazendo trevas e destruição e só escaparão para desfrutar da gloriosa manhã, os restantes que permanecerem fiéis: “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). O chamado da primeira voz angélica é para que “cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6) tornem a olhar para o Criador, o único digno de toda a adoração: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7).

As advertências da santa Palavra de Deus têm sido negligenciadas e ignoradas em nome de um falso amor. Milhares se contentam com belos sermões enlatados que pregam uma falsa piedade. Há uma contrafação acerca do amor de Deus. Satanás deleita-se ao perceber que o mundo o transformou numa lenda e caricatura cômica, com um rabo e um par de chifres. Enquanto enche os olhos das multidões com um amplo leque de entretenimentos e de maldades, deleita-se em observar como eles mesmos procuram a própria destruição. A humanidade é movida pelo que vê, pelo que é “agradável aos olhos” (Gn.3:6) e acaba caindo na mesma ruína que levou Eva a cair. Ao contrário da vitória de Cristo no deserto, muitos têm sido derrotados ao contemplar a oferta demoníaca: “Tudo isto te darei” (Mt.4:9), desviando o olhar do Único que tem uma eternidade de riquezas para nos dar: o nosso Criador.

Para onde você está olhando? Saiba que por mais tempo que tenha perdido olhando na direção errada, o Senhor lhe convida, hoje, a olhar na direção certa: “Olhai para Mim e sede salvos, vós, todos os limites da Terra; porque Eu sou Deus, e não há outro” (Is.45:22). Não perca mais tempo, pois não temos mais tempo a perder! Que, como Pedro, você tenha a oportunidade de cair em si e olhar para Aquele que tem os olhos fixos em você (Lc.22:61).

Oremos: Santo de Israel, nosso Criador, fortalece a nossa fé e aplaina os nossos caminhos para que “naquele dia” possamos Te contemplar, face a face!

Bom dia, “alguns rabiscos”!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías17 #RPSP

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ISAÍAS 16 – Comentado por Rosana Barros
6 de setembro de 2020, 0:45
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“Então, um trono se firmará em benignidade, e sobre ele no tabernáculo de Davi se assentará com fidelidade Um que julgue, busque o juízo e não tarde em fazer justiça” (v.5).

Em toda a Escritura não há uma só manifestação da justiça de Deus que não esteja aliada à Sua misericórdia. Os avisos dados pelo Senhor mediante Seus profetas concediam oportunidades para que as nações pagãs se arrependessem e abandonassem os seus maus caminhos. Porém, nem todas deram ouvidos, e, como Moabe, rejeitaram “a palavra que o Senhor há muito pronunciou” (v.13). Apesar do contexto de profecia messiânica revelada no verso cinco, este teria sido o galardão de Moabe se tivesse escolhido a benignidade no lugar da opressão. Mas a sua soberba, arrogância e orgulho (v.6) levaram a nação à ruína e à completa tristeza.

A soberba e o orgulho próprio são dois “venenos” disfarçados. Eles vão matando aos poucos. São doses diárias que vão endurecendo o coração até o ponto de estar completamente comprometido. Só existe um antídoto contra este perigo letal: Jesus Cristo. O “manso e humilde de coração” (Mt.11:29) nos convida a dEle aprender para nEle caminhar (Jo.14:6). Todo aquele que não lança mão do próprio eu, tornando o coração “soberbo em extremo” (v.6) “entra no santuário a orar e nada alcança” (v.12). Como o fariseu, ora “de si para si mesmo” (Lc.18:11), desprezando a única justiça que salva, “porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado” (Lc.18:14).

Quando o homem violento tiver fim, a destruição for desfeita e o opressor deixar a terra” (v.4), “então, um trono se firmará em benignidade” (v.5) e os remidos irão declarar: “Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações!” (Ap.15:3), e “todas as nações virão e adorarão diante de Ti, porque os Teus atos de justiça se fizeram manifestos” (Ap.15:4). O nosso Senhor não tarda “em fazer justiça” (v.5). Falta pouco, amados, para vermos a linda face de Cristo! Por favor, não troque este presente eterno pelas efêmeras e transitórias ofertas deste mundo!

Oremos neste instante: Santo Deus, que não desprezemos as Tuas palavras, pois elas são justas e benignas e nos guiam para a vida eterna. Vigiemos e oremos!

Feliz semana, salvos pela justiça de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías16 #RPSP

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