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“Chegai-vos, nações, para ouvir, e vós, povos, escutai; ouça a Terra e a sua plenitude, o mundo e tudo quanto produz” (v.1).
Como um assunto pouco admirado e até temido, o juízo divino tem sido mal compreendido e mesmo dispensado por muitos, ou supervalorizado por outros que julgam ser este tema o principal foco da pregação cristã. É certo que o juízo tem fundamental importância e, no texto de hoje, fica claro que ele deve ser pregado a todos, mas da forma correta dentro do imutável contexto da misericórdia. Antes de fazer conhecidos os resultados do pecado precisamos apresentar Aquele que perdoa os pecados. É revelando Jesus ao pecador que o livramos da “indignação do Senhor” (v.2). Desta forma, o tema do juízo, ao invés de causar medo se torna mais um motivo de louvor a Deus pela confiança em Sua perfeita justiça.
Enquanto a voz profética cumpre sua função de convidar, admoestar, corrigir e educar, “a Terra e a sua plenitude” (v.1) são o alvo de um amor que constrange (2Co.5:14). De todas as formas todo o Céu trabalha “a favor dos que hão de herdar a salvação” (Hb.1:14). “Buscai no livro do Senhor e lede” (v.16). Lede como a obra da criação foi executada já com vistas à obra da redenção. Lede como Deus, mesmo sabendo que a raça humana cairia em pecado, a criou e a amou “de tal maneira, que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Lede que Jesus deixou a glória do Céu e Se tornou em semelhança de homem, nascendo da maneira mais humilde, vivendo do modo mais simples e entregando a Sua vida à morte mais cruel. Lede que Ele, o único Digno da herança incorruptível e da vida eterna, venceu a morte para compartilhar a Sua herança e vida conosco. Lede que Ele voltará e levará para a casa de Seu Pai todos os que “lavaram as suas vestiduras e as alvejaram” em Seu sangue (Ap.7:14).
Dentro em breve, “as estrelas do céu” cairão do firmamento (Ap.6:13) “e os céus se enrolarão como um pergaminho” (v.4). “Porque será o dia da vingança do Senhor” (v.8), mas Ele salvará os Seus eleitos, os Seus escolhidos, aqueles que O buscaram com inteireza de coração e confiaram em Seu cuidado e provisão. Diante dos sinais que se intensificam como nunca antes e das alianças humanas contrárias à Lei de Deus, como laços que se unem na direção do abismo, nossa fé será provada com a força da resistência final. Como Cristo, precisamos subir ao jardim de oração para de lá descer ainda que seja para nos deparar com uma turba de inimigos. Não fomos criados para enfrentar as consequências eternas do pecado. “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte” (Rm.8:1-2).
O Senhor virá “para exercer juízo” (v.5) “contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” (2Ts.1:8). Jesus é Deus pessoal. Ele deseja que O conheçamos, e conheçamos o Pai em Seu perfeito amor. Jesus não está diante do Pai implorando que Ele nos ame. Não, amados! Foi por nos amar primeiro que o Pai nos deu o Seu bem mais valioso. Pai, Filho e Espírito Santo são Um em essência e em propósito. O Deus triúno luta pela nossa salvação. “Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na Terra?” (Lc.18:8). Precisamos “orar sempre e nunca esmorecer” (Lc.18:1). Necessitamos reviver a experiência de Elias no Carmelo e orar até que avistemos no céu “uma nuvem pequena como a palma da mão do homem” (1Rs.18:44). Então, o juízo será para nós libertação, e não condenação; vida eterna, e não destruição. Ore como jamais orou, leia as Escrituras como jamais leu. Passe tempo diário com Deus até que, pela fé, possa ouvir: “Este é o meu filho amado, em quem me agrado!” (Mt.3:17). “Buscai no livro do Senhor e lede” (v.16) Apocalipse 14:6-12. Estamos vivendo os momentos finais desta Terra. Vigiemos e oremos!
Bom dia, salvos pela maravilhosa graça de Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías34 #RPSP
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“Senhor, tem misericórdia de nós; em Ti temos esperado; sê Tu o nosso braço manhã após manhã e a nossa salvação no tempo da angústia” (v.2).
Diante da ameaça de uma invasão inimiga vindoura, um clamor foi erguido a Deus em busca de auxílio e salvação aos moradores de Jerusalém. A aflição causada pelo “destruidor” (v.1) resultou em súplica e em busca pelo Único capaz de livrá-los. A inimizade e a corrupção não eram apenas problemas externos, mas havia infiltrado as fileiras do povo de Deus pelos “pecadores em Sião” (v.14). Todo aquele, porém, que se refugiou no alto e sublime, preservando no coração o precioso tesouro do temor do Senhor, alcançaria “salvação no tempo da angústia” (v.2).
Repleto de mensagens escatológicas, o livro de Isaías nos remete a um futuro glorioso e eterno em um lar de paz e de perfeita provisão. Mas também não nos abstém de conhecer o tempo de provação e de angústia que antecede o segundo advento do nosso Salvador. Certamente, o alarido do atalaia tem se intensificado nestas horas de tão densas trevas: “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mt.25:6). “A Terra geme e desfalece” (v.9) diante de um mundo que exala o fétido o odor do pecado em suas mais terríveis manifestações. E ao encher-se o cálice da ira de Deus, “os povos serão queimados como se queima a cal; como espinhos cortados, arderão no fogo” (v.12).
Eis que o braço do Senhor está estendido a todos, “manhã após manhã” (v.2), oferecendo Sua graça e misericórdia aos que as aceitam e desejam habitar “nas alturas” (v.5). Mas “quem dentre nós habitará com o fogo devorador?” (v.14). Assim diz o Senhor: “O que anda em justiça e fala o que é reto; o que despreza o ganho de opressão; o que, com um gesto de mãos, recusa aceitar suborno; o que tapa os ouvidos, para não ouvir falar de homicídios, e fecha os olhos, para não ver o mal, este habitará nas alturas” (v.15-16). Somente pela fé em Cristo Jesus e fiados em Seus méritos seremos encontrados preparados para ascender aos lugares celestiais e ter morada junto aos santos anjos.
“Ouvi, vós, os que estais longe… e vós, os que estais perto” (v.13), logo o Senhor Se levantará de Seu trono (v.10) para encher a Terra “de direito e de justiça” (v.5). Até lá, Ele promete ao Seu remanescente: “o seu pão lhe será dado, as suas águas serão certas” (v.16). “Não se turbe o vosso coração… voltarei, e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:1, 3). Espera um pouco mais e “os teus olhos verão o Rei na Sua formosura, verão a terra que se estende até longe” (v.17). “Já não verás aquele povo atrevido” (v.19). Já não serás mais perseguido e nem afligido, pois “os teus olhos verão a Jerusalém, habitação tranquila, tenda que não será removida” (v.20). “Porque o Senhor é o nosso Juiz, o Senhor é o nosso Legislador, o Senhor é o nosso Rei; Ele nos salvará” (v.22). E para sempre estaremos com Aquele que nos resgatou com Seu sangue e, com ele, nos limpou de nossas iniquidades. Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo que habitará nas alturas!
* Oremos por intrepidez e perseverança nestes dias determinantes.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías33 #RPSP
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“Levantai-vos, mulheres que viveis despreocupadamente, e ouvi a Minha voz; vós, filhas que estais confiantes, inclinai os ouvidos às Minhas palavras” (v.9).
Apesar do tempo de paz que sobreveio a Jerusalém com o reinado de Ezequias, a situação política do reino não permaneceria assim por muito tempo. Na bonança, ao invés de buscarem ainda mais a Deus e nEle se refugiarem, levavam uma vida despreocupada, regalada e movida a festas e bebedeiras (v.13). A advertência de forma direta às mulheres de Jerusalém deixa bem clara a importância do papel da mulher diante de Deus. Mas aquelas mulheres estavam vivendo de maneira despreocupada, confiantes na paz terrena e provisória, esquecendo-se dos deveres que como mães e esposas lhes cabiam executar.
É exatamente assim que o mundo de hoje está. É assim que a maioria se comporta. E este mal não se limita apenas ao cenário geral, mas tem adentrado com força às portas da igreja. De forma sutil, Satanás tem desviado a atenção do povo de Deus do que realmente importa para que vivamos da mesma forma que aquelas mulheres: despreocupadamente. Os pais estão ocupados demais em seus labores diários para exercer como deveriam a sua função de sacerdotes do lar. De igual forma, as mães estão sobrecarregadas demais para perceber que os filhos estão crescendo sem a sua imprescindível vigilância. E os defeitos de caráter dos filhos são negligenciados e tolerados simplesmente porque, ou os pais não têm mais paciência para corrigi-los, ou pensem que não seja tão grave a conduta ruim dos filhos, pois, afinal, a maioria age da mesma forma.
Oh, meus irmãos, que tempos terríveis estamos vivendo! Onde cada membro da família, por não compreender o seu papel dentro do lar, tem cooperado para a triste condição das famílias atuais: desestruturadas e confusas. Abra o seu coração a Deus neste momento, clamando por Seu auxílio! A verdadeira purificação do coração revelará no lar os seus maiores e melhores resultados. Mas não atormente a sua alma com pensamentos negativos por erros passados. Nem se culpe se a sua condição atual não lhe permite estar em casa em tempo integral. O objetivo do Senhor em nos advertir é o de nos alertar quanto ao que realmente importa colocando em nossas mãos um livro em branco para ser escrito com a tinta do alto. “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle e o mais Ele fará” (Sl.37:5).
Estamos vivendo em momentos decisivos e Jesus nos chama: “Levantai-vos” e vencei da mesma forma que Eu venci no deserto da tentação: mediante oração, jejum e pelo poder do “está escrito” (Mt.4)! O chamado de Deus requer atitude! Homens e mulheres que se submetam à “boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2). Precisamos despertar com urgência! A voz de comando do Senhor nunca é para amanhã, é para agora. Cristo não disse “Ide” (Mt.28:19) quando vocês virem que as profecias estão se cumprindo. Mas Ele disse “Ide”, agora! “Vigiai e orai”, agora! “Inclinai os ouvidos à Minha Palavra” (v.1) e escutem a Minha voz! O Senhor deseja falar com os Seus filhos, mas nós só O ouviremos se estivermos dispostos a aceitar a Sua vontade. Ele não nos fala o que queremos ouvir, mas o que precisamos ouvir. E é aqui que entra a importância da comunhão diária. Somente mantendo um relacionamento diário com Deus é que podemos ouvir com clareza a Sua voz.
Dentro em pouco, amados, a porta da graça fechará “e não haverá mais colheita” (v.10). Toda a confiança depositada em coisas vãs fará tremer (v.10) quem não procurou se preparar. Esta não é uma mensagem sensacionalista, mas a realidade para o tempo solene em que estamos vivendo. Porém, pode ser que estejamos permitindo que as coisas deste mundo ofusquem o brilho e a urgência da mensagem que um dia abraçamos. Deus não suporta mais o odor do pecado que exala desta terra! Jesus está prestes a voltar! E nos momentos que antecedem a Sua volta, este mundo entrará em um colapso jamais visto. O pavor tomará conta dos corações que tremerão diante de uma expectativa que não sabem discernir. Especulações, fanatismo e ceticismo se levantarão para explicar com fábulas humanas, ignorando ou distorcendo o “assim diz o Senhor”.
Desde que Cristo entrou no lugar Santíssimo do Santuário Celeste (Hb.8:1-2; Ap.11:19), é tempo de profundo exame do coração, entrega total e sincero arrependimento: “…turbai-vos, vós que estais confiantes. Despi-vos, e ponde-vos [nus], e cingi com panos de saco os lombos” (v.11). Ou seja, não brinquem de ser cristãos! De Deus não se zomba! (Gl.6:7). Precisamos nos despir das vestes do pecado e nos apresentar diante do Senhor com inteireza de coração e completo arrependimento, permitindo que Cristo nos revista de Suas vestes de justiça, “até que se derrame sobre nós o Espírito lá do alto” (v.15). Então, pode vir o que vier (v.19). Cumprir-se-á a palavra profética: “O Meu povo habitará em moradas de paz” (v.18), ainda que caiam os céus (v.19)!
Que possamos cumprir a missão que nos foi confiada semeando “junto a todas as águas” (v.20), pregando o “evangelho eterno… a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6). E “o efeito da justiça será paz, e o fruto da justiça, repouso e segurança, para sempre” (v. 17), onde “reinará um Rei com justiça” (v.1). Chegou a hora! “Levantai-vos”, homens e mulheres de Deus! Que este despertar comece na minha e na sua vida! Vigiemos e oremos!
Bom dia, herdeiros do Reino de paz!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías32 #RPSP
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“Convertei-vos, pois, ó filhos de Israel, Àquele de Quem tanto vos afastastes” (v.6).
Um dos testemunhos de fé mais lindos na Bíblia é o de José no Egito. As mais terríveis aflições não fizeram sucumbir a sua confiança em Deus. E mesmo Faraó, que era considerado uma divindade, teve que reconhecer que José servia ao Deus onisciente e Todo-Poderoso. Porém, desde que o Senhor livrou Israel da escravidão do Egito, Ele desejava estabelecer um relacionamento de confiança tal com Seu povo que jamais necessitassem olhar para trás: “Ai dos que descem ao Egito em busca de socorro” (v.1). Sob a acusação de que “não atentam para o Santo de Israel, nem buscam ao Senhor!” (v.1), acabariam recebendo a mesma sentença de seu “auxiliador” (v.3), pois consideraram deuses aqueles que não passavam de meros mortais (v.3).
E, novamente, o Senhor manifestou a Sua longanimidade e bondade, protegendo, salvando, poupando e livrando o Seu povo (v.5). Mas eles precisavam, antes de tudo, se converter (v.6). Conforme o dicionário, a palavra “conversão” significa “quando uma coisa passa a ser outra” ou “transformação”. É um ato de amor, de confiança, mas também de completa mudança. O povo havia se afastado de Deus e somente mediante genuíno arrependimento poderia encontrar segurança na verdadeira Rocha de refúgio. A conversão promove uma nova vida conduzida pelo Espírito Santo e em constante ascendência espiritual, ainda que sob constante provação.
O afastamento de Deus não acontece de repente, mas é algo paulatino. Através de pequenas e “inofensivas” concessões, muitos têm perdido o Senhor de vista sem nem se dar conta. Os “ídolos de prata” e os “ídolos de ouro” (v.7) ganham novas e modernas roupagens, conquistando seguidores que facilmente trocam o “assim diz o Senhor” pelo “o que importa é ser feliz”. Não há limites para a satisfação própria, e, como no Egito, adoram coisas e pessoas, “mas não atentam para o Santo de Israel, nem buscam ao Senhor” (v.1). O mundo tem oferecido uma gama de “deuses” que, com fantasia de alegria, tem contagiado a todos os que têm desertado a Bandeira da salvação (Êx.17:15). Estar neste mundo é um perigo iminente, por isso que Cristo orou por nós desta forma: “Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal” (Jo.17:15). Estar no mundo é inevitável, mas ser do mundo é afastar-se dAquele que declarou não pertencer a este mundo (Jo.17:16).
A boa notícia é que Jesus perdoa todo pecador que se arrepende! A mensagem dada à igreja em Éfeso é a chave de acesso ao perdão divino: “Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras” (Ap.2:5). Israel havia abandonado o seu primeiro amor e precisava reavê-lo. E você? Ainda mantém acesa a chama do primeiro amor ou precisa reacendê-la? O tempo que temos se chama agora, para atendermos ao apelo divino: “eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação” (2Co.6:2). Aceite o convite do Pai e acredite que todos os dias, até aquele grande Dia, Ele vai te amparar, proteger, salvar, poupar e livrar (v.5)! Vigiemos e oremos!
Bom dia, convertidos ao Santo de Israel!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías31 #RPSP
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“Quando te desviares para a direita e quando te desviares para a esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: Este é o caminho, andai por ele” (v.21).
Tenho um grande carinho pelo verso acima. Ele tem me acompanhado em minha caminhada cristã e se cumprido em minha vida. Mas nem sempre foi assim. Por muitos anos andei sem consultar a Deus, “buscando refúgio” (v.2) onde o auxílio é “vão e inútil” (v.7). “Ai dos filhos rebeldes, diz o Senhor, que executam planos que não procedem de Mim” (v.1). Quando o Senhor fala em execução de planos, Ele está se referindo a tudo em nossa vida. Desde como administramos o nosso tempo, nossos recursos, e até nossas atividades religiosas. O Egito, além das riquezas (v.6), tinha um sistema pagão que consistia em rituais idólatras e um estilo de vida imoral e extravagante. Quando os filhos de Israel passaram 40 anos num percurso que poderia ter durado 40 dias, foi justamente por causa da inversão de valores que adquiriram pelo tempo vivido no Egito. Deus precisava reeducar o Seu povo a confiar tão-somente nEle.
Ninguém gosta de ser repreendido. Porém, há aqueles que aceitam a repreensão e aqueles que a rejeitam. O povo tinha uma escolha a fazer: continuar se abrigando “na sombra do Egito” (v.3), ou se converter e confiar em Deus (v.15). Assim como no Êxodo a dureza de coração do Faraó levou o Egito à ruína, se o povo endurecesse o coração, haveria uma completa ruína “de repente, num momento”, como “um muro alto, que… está prestes a cair” (v.13). Eles não desejavam ouvir as verdades do Senhor, mas enganar-se com palavras “aprazíveis” e profecias ilusórias (v.10), acrescentando “pecado sobre pecado!” (v.1). Ao invés de se converter e sossegar, descansar e confiar em Deus (v.15), escolheram se desviar do caminho e se apartar da vereda (v.11). No entanto, “o Senhor espera” (v.18). O Senhor é longânimo “e Se detém, para Se compadecer de” nós. Louvado seja o nome do Senhor! “Bem-aventurados todos os que nEle esperam” (v.18).
O Senhor dos Exércitos também é nosso Pai e espera pacientemente por Seus filhos que ainda “não querem ouvir” a Sua Lei (v.9). Ele os ama da mesma forma que ama aqueles que Lhe são obedientes. “Embora o Senhor vos dê pão de angústia e água de aflição” (v.20), tudo o que Ele faz é para que mesmo nos desvios de percurso, Seus filhos não deixem de ouvir a Sua voz a lhes reconduzir (v.21). Quando entendemos que Jesus é o caminho (Jo.14:6), “Seus passos” (1Pe.2:21) tornam-se o nosso GPS para a Canaã celeste e tudo aquilo que fomos um dia buscar no “Egito”, lançamos “fora como coisa imunda e a cada uma”, dizemos: “Fora daqui!” (v.22). Passamos a abominar o pecado e tudo o que ele representa. E no lugar de “pão de angústia”, recebemos pão “farto e nutritivo”; no lugar de “água de aflição”, chuvas de bênçãos (v.23).
Está chegando o Dia em que “O Senhor fará ouvir a Sua voz majestosa”, mas também “fará ver o golpe do Seu braço, que desce com indignação de ira” (v.30). Oxalá que o Dia do Senhor seja aquele em que “tu não chorarás mais” (v.19), mas o teu pranto será convertido em cântico, “festa santa” e “alegria de coração” (v.29). Prefira a correção de Deus às “coisas aprazíveis” deste mundo. Levemos a sério o que Ele nos deixou escrito (v.8) e, certamente, continuaremos ouvindo a Sua voz nos conduzindo: “Este é o caminho, andai por ele” (v.21), até que Cristo volte. Vigiemos e oremos!
Feliz semana, povo do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías30 #RPSP
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“Ai dos que escondem profundamente o seu propósito do Senhor, e as suas próprias obras fazem às escuras, e dizem: Quem nos vê? Quem nos conhece?” (v.15).
A “Lareira de Deus” (v.1), Jerusalém, foi tida por culpada diante de Deus. Seus habitantes continuavam com suas práticas religiosas sem se dar conta de que estavam festejando de si para si mesmos. O juízo do Senhor sobreviria “de repente, num instante” (v.5). E o povo se humilharia perante Deus até ao pó (v.4). A atitude que não buscaram em tempo de bonança, teriam ao sobrevir as grandes manifestações da parte “do Senhor dos Exércitos” (v.6): santificariam o Seu nome e temeriam o Deus de Israel (v.23).
A cegueira espiritual e a hipocrisia, são, sem dúvida alguma, os maiores perigos da vida cristã. “O espírito de profundo sono espiritual” (v.10) faz com que qualquer revelação da parte de Deus se torne “um livro selado” (v.11). Ou seja, torna-se algo impossível de se compreender. Mas a dura repreensão do Senhor ao Seu povo não era para a sua destruição, mas para a sua redenção (v.22), uma “obra maravilhosa no meio deste povo” (v.14). Deus, como um Pai zeloso, iria até às últimas consequências para salvar os Seus filhinhos. Todos os juízos que sobreviriam aos habitantes de Jerusalém eram a disciplina de amor de um Pai que desejava vê-los “livres já da escuridão e das trevas” (v.18).
Diante de um povo com o mesmo quadro espiritual, Cristo replicou a mesma repreensão aos escribas e fariseus: “Hipócritas! Bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim. E em vão Me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens” (Mt.15:7-9). “Maquinalmente” (v.13) aqueles que se chamavam pelo nome de Deus se orgulhavam de suas práticas religiosas, enquanto seus corações estavam longe do Senhor. A verdadeira adoração não consiste em ser um “bom” membro de igreja, mas em permitir que o Único que é verdadeiramente bom habite em nosso coração. A adoração dos judeus consistia em rituais e em suas próprias doutrinas. Trocaram o Oleiro pelo barro e o Artífice pelas obras (v.16).
Vivemos em um estado diferente? Não, amados! É triste, mas Deus continua a dizer: “Que perversidade a vossa!” Será que temos nos aproximado de Deus como deveríamos? Será que verdadeiramente estamos buscando no Senhor a real mudança de coração que necessitamos a cada dia? Ou somos zelosos membros de igreja, esquecendo-nos do Senhor da igreja? Como podemos esperar que Deus aceite a nossa adoração com o coração cheio de orgulho, inveja ou raiva de alguém? Isto não se chama adoração, isto se chama ofensa a Deus! Muitos têm usado a Palavra do Senhor para condenar, tramar armadilhas, envergonhar os irmãos e “sem motivo” negar “ao justo o seu direito” (v.21). E sobre o pedestal da arrogância e confiança própria, não conseguem enxergar as verdades libertadoras da Palavra de Deus. Leem a Bíblia, mas não a entendem de fato. Fazem longas orações, presumindo “que pelo seu muito falar serão ouvidos” (Mt.6:7). Porém, permanecem cegos e “bêbados estão” (v.9), embriagados com sua própria sabedoria (v.14).
A infinita graça de Deus continua realizando a sua “obra maravilhosa”, fazendo de tudo para salvar o pecador. Chegou o tempo do grande reavivamento e reforma do povo do Senhor! Deus está despertando a Sua Igreja do “espírito de profundo sono” e promovendo a cura dos surdos e dos cegos espirituais (v.18). Muitos, como os dois cegos de Jericó, atendendo aos apelos do Espírito Santo, têm gritado em meio à cegueira espiritual: “Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós!” (Mt.20:31). E mesmo em meio a uma multidão ao redor os repreendendo para que se calem; mesmo em meio a uma multidão indiferente que olha para estes e os julgam fanáticos e fundamentalistas, eles continuam a clamar pelo Único Senhor capaz de curá-los e redimi-los. Então, algo maravilhoso acontece! Jesus Se volta para estes e pergunta: “Que quereis que Eu vos faça?” (Mt.20:32). E o milagre da verdadeira conversão acontece. E o coração que reconhece a sua total dependência de Cristo, clama: “Senhor, que se nos abram os olhos” (Mt.20:33). E Jesus, cheio de compaixão, nos toca, imediatamente nossos olhos se abrem e, finalmente, O seguimos (Mt.20:34).
Jesus está voltando e se você deseja contemplar a Sua face, precisa começar a fazer isto aqui, pela fé. Abra o seu coração a Jesus! Permita que Ele realize a Sua “obra maravilhosa” em sua vida! Que se cumpram as palavras do Senhor no meio do Seu povo, hoje: “E os que erram de espírito virão a ter entendimento, e os murmuradores hão de aceitar instrução” (v.24). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, salvos pela infinita graça de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías29 #RPSP
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“Porque é preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali” (v.10).
Em nosso estudo das Escrituras, creio todos já haverem percebido, e dia a dia aprendido, que não há mensagens isoladas na Bíblia. Sempre encontramos conexão com outros textos, quer seja do Antigo ou do Novo Testamento. A missão de Isaías consistia em admoestar as nações de sua época, mas também em declarar verdades que seriam replicadas por Jesus e pelos discípulos, e profecias que se cumpririam muitos anos após a sua morte e que nem a nossa geração ainda testemunhou. Em um tempo em que até mesmo “o sacerdote e o profeta” (v.7) se refugiavam na “mentira e debaixo da falsidade” (v.15), “A quem, pois, se ensinaria o conhecimento? E a quem se daria a entender o que se ouviu?” (v.9).
Efraim, referindo-se ao reino do Norte (Israel), e Jerusalém, representando o reino do Sul (Judá), estavam perdidos em sua soberba e vileza. Haviam se afastado tanto dos propósitos de Deus que nem mesmo seus líderes poderiam conduzi-los. Não havia “lugar sem imundícia” (v.8), e através de alianças políticas com as nações pagãs, trouxeram sobre si a calamidade. Mas há algo de mais profundo nesta mensagem; algo de maior abrangência e alcance, que ultrapassa as fronteiras de Israel e rompe as cortinas do tempo, fazendo soar o alarme em nossa geração de que estamos bem perto da “destruição, e essa já está determinada sobre toda a Terra” (v.22).
O livro de Isaías está repleto de profecias messiânicas. Profecias que apontam para Cristo e Sua obra redentora. Durante anos, os judeus aguardavam o cumprimento da promessa, a chegada do tão esperado Messias. Mas, assim como seus antepassados, eles se perderam em suas ideias e conceitos próprios. Criaram um Messias conforme as suas necessidades e inclinações terrenas, de modo que Ele “veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam” (Jo.1:11). A “pedra preciosa, angular, solidamente assentada” (v.16) foi vista por eles como “pedra de tropeço e rocha de escândalo” (Rm.9:33), posto que tentavam obter a justiça por meio das obras da Lei. Cristo veio para dar “descanso ao cansado… mas não quiseram ouvir” (v.12).
Amados, a justiça que provém da fé é a única que pode nos dar a salvação. Precisamos enxergar a Lei pela ótica de Cristo: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (Jo.14:15). É “a fé que atua pelo amor” (Gl.5:6) a força motriz da “perseverança dos santos” (Ap.14:12). Sabemos que a nossa obediência é importante, mas ela nunca será suficiente. Se fosse assim, Deus não teria imolado um cordeiro ainda no Éden e vestido o primeiro casal como um símbolo da Sua aliança eterna com a humanidade e de que necessitamos de um substituto, um Salvador, “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29). Apenas com as vestes da justiça de Cristo, somos salvos de nossos pecados e habilitados a obedecer.
Deus não nos deixou abandonados à própria sorte como em uma estrada sem sinalização. Ele nos enviou do Céu o Seu Filho, a pura e perfeita revelação de Sua glória e caráter, que “foi obediente até a morte, e morte de cruz” (Fp.2:8). Ele nos deixou a Sua Palavra, que testifica de Cristo (Jo.5:39), de onde ecoam as Suas áureas palavras: “Eu sou o Caminho, e a Verdade, e a Vida” (Jo.14:6). Ele nos deixou o Espírito Santo, que a todo momento apela aos nossos corações e nos diz: “Olhem para Jesus! Pensem em Jesus! Vivam por Ele”! “Porque”, dentro em breve, “o Senhor Se levantará” como Justo Juiz, “para realizar a Sua obra, a Sua obra estranha” (v.21). Aquele que criou todas as coisas e a tudo deu vida, Se levantará para executar uma obra estranha à Sua natureza: para destruir “os que destroem a Terra” (Ap.11:18).
Que unidos a Cristo, Aquele “que é poderoso para [nos] guardar de tropeços”, naquele Grande Dia, Ele nos apresente diante do Universo “com exaltação, imaculados diante da Sua glória” (Jd.24). Vigiemos e oremos!
Bom dia, salvos pela justiça de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías28 #RPSP
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“Dias virão em que Jacó lançará raízes, florescerá e brotará Israel, e encherão de fruto o mundo” (v.6).
O capítulo de hoje inicia com a verdade absoluta de que Deus destruirá o mal. É só uma questão de tempo, e o “dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás” (Ap.12:9), será destruído de uma vez por todas. Toda a maldade, todo o pecado e todo o engano que envolveram este mundo em densas trevas serão aniquilados e para sempre esquecidos. “Naquele dia” (v.1), qualquer resquício do que seja obscuro ou duvidoso ficará para trás, num passado apagado pela borracha da justiça divina. Apenas as marcas no corpo de Cristo nos lembrarão constantemente o alto preço que por nós foi pago.
As Escrituras afirmam que Jesus virá segunda vez para ressuscitar os justos (1Ts.4:16) e para resgatar os que passarão pela “grande tribulação” (Ap.7:14), como descrito pelo profeta Daniel: “haverá tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1). “Naquele dia, se tocará uma grande trombeta” (v.13). “A trombeta soará” (1Co.15:52) e o destino eterno de toda a humanidade estará definitivamente resolvido. Mas apesar da destruição que haverá, ainda não será o fim. Após os mil anos da prisão solitária de Satanás (Ap.20:2), Jesus descerá do Céu terceira vez, “com os anjos do Seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus. Estes sofrerão penalidade de eterna destruição” (2Ts.1:7-9).
Como uma vinha de excelentes frutos, o remanescente subsistirá confiante na fiel promessa: “Eu, o Senhor, a vigio e a cada momento a regarei; para que ninguém lhe faça dano, de noite e de dia Eu cuidarei dela” (v.3). O amor de Deus como um manto invisível cobrirá os Seus escolhidos de tal forma que “encherão de fruto o mundo” (v.6). E mediante o poder do Espírito Santo na vida das fiéis testemunhas de Jesus (At.1:8), os salvos serão “colhidos um a um” (v.12). “Que formosos são sobre os montes, os pés do que anuncia as boas-novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina!” (Is.52:7).
Jesus declarou: “Eu sou a videira verdadeira, e Meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em Mim, não der fruto, Ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda” (Jo.15:1-2). Se estamos em Cristo, precisamos encher “de fruto o mundo” (v.6), “o fruto do Espírito” (Gl.5:22-23), a fim de povoar o Céu e despovoar o lago de fogo. Pois aos que rejeitarem o último chamado de Deus, como os ramos que secam e são quebrados, “lhes deitam fogo, porque este povo não é povo de entendimento” (v.11). Estamos às vésperas do fechamento da porta da graça e da hora do juízo de Deus. Enquanto há oportunidade, obedeçamos à voz profética: “Deixai que Deus opere, e ande o instrumento humano silenciosamente diante dEle, vigiando, esperando, orando, olhando a Jesus a todo momento, conduzido e controlado pelo precioso Espírito que é luz e vida” (EGW, Mensagens Escolhidas, vol.2, p.17). Vigiemos e oremos!
Bom dia, fiéis testemunhas de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías27 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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“Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em Ti” (v.3).
As cenas finais deste mundo têm passado diante de nossos olhos como se fossem cenas de um filme do Apocalipse. “Como a mulher grávida, quando se lhe aproxima a hora de dar à luz” (v.17), os sinais se intensificam e nos revelam a brevidade do advento do nosso Salvador. Em tons de urgência, a voz do terceiro anjo (Ap.14:9-12) tem se intensificado e os juízos do Senhor têm sido derramados em porções de alerta, em resposta ao povo que nEle espera (v.8).
A confiança perpétua (v.4) só estará no coração de todo aquele que em seu refúgio de oração e comunhão procurou seguir a ordem do Senhor: “Vai, pois, povo Meu, entra nos teus quartos e fecha as tuas portas sobre ti” (v.20). Em lugares secretos, seguindo a ordem do Mestre (Mt.6:6), espalhado por este mundo, existe um exército do Senhor. Sua armadura? A de Deus (Ef.6:10-12). Seu escudo? A fé (Ef.6:16). Sua arma? A “espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Ef.6:17). Seu grito de guerra? A oração e a súplica (Ef.6:18). Sua estratégia? A perseverança (Ef.6:18; Mt.24:13). Eis o verdadeiro exército do Senhor na Terra! Eis o grupo daqueles “cujo propósito é firme” (v.3)!
Deus “põe a salvação por muros e baluartes” (v.1) ao redor de Seu exército de intercessores e confirma-os para o glorioso Dia em que dará a ordem defronte à Cidade Santa: “Abri, vós as portas, para que entre a nação justa, que guarda a fidelidade” (v.2). Com fé e esperança guardaram a Palavra do Senhor no coração (Sl.119:11) e construíram sua vida sobre o firme alicerce da “Rocha Eterna” (v.4). Do Senhor recebem a paz e todas as suas obras são o resultado atuante do Espírito Santo na vida (v.12).
A missão que não foi cumprida por Israel, está se cumprindo em nossos dias e o evangelho do Reino tem sido pregado “a todos os confins da Terra” (v.15). Deus tem aumentado o Seu povo e por ele tem sido glorificado (v.15). “Vindo sobre eles” a correção do Senhor, derramam “as suas orações” (v.16), aguardando a sua breve redenção. E ainda que a morte os alcance, “viverão e ressuscitarão” (v.19): “Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham” (Ap.14:13). Quando a trombeta de Deus ressoar e a voz do Arcanjo anunciar: “despertai e exultai”, então, “a terra dará à luz os seus mortos” (v.19), “e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts.4:16).
Mesmo que nossos olhos mortais não permitam que vejamos, a mão do Senhor “está levantada” (v.11), zelando pelo Seu povo e derramando os Seus juízos sobre os Seus adversários. A misericórdia de Deus está estendida até sobre o perverso, mas “nem por isso aprende a justiça… e não atenta para a majestade do Senhor” (v.10). Em cada sentença das Escrituras há a revelação do amor de Deus por Suas criaturas e o desejo intenso de salvá-las definitivamente. O Senhor precisa por um fim neste mundo de pecado, onde a maldade não possui mais limites! Ele está prestes a sair do Seu lugar de intercessão “para castigar a iniquidade dos moradores da Terra” (v.21). Cristo está prestes a trocar as Suas vestes sacerdotais pelas vestimentas de Juiz Justo. E o que estamos fazendo com a oportunidade que ainda nos resta?
Amados, é tempo de suspirarmos de noite e de dia pelo regresso do nosso Senhor! É tempo de procurarmos a presença de Deus diligentemente (v.9)! Busque a Deus enquanto ainda pode achá-Lo (Is.55:6)! Isto não é um apelo emocional, mas uma questão de vida ou morte! Em meio ao caos de um mundo em colapso sanitário e econômico; da quantidade absurda de criancinhas morrendo de fome; do declínio moral e ético da sociedade; do constante aumento de crimes cruéis; da indiferença para com Deus e Sua Palavra; que no nome do Senhor e na Sua memória esteja “o desejo da nossa alma”. Que a nossa vida declare, noite e dia: “Senhor, te esperamos” (v.8)! Vigiemos e oremos!
Bom dia, exército do Deus vivo!
* “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt.6:6).
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías26 #RPSP
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“Tragará a morte para sempre, e, assim, enxugará o Senhor Deus as lágrimas de todos os rostos, e tirará de toda a terra o opróbrio do Seu povo, porque o Senhor falou” (v.8).
Certo dia eu estava muito cansada e com dor de cabeça enquanto arrumava o meu filho mais novo para dormir. Ele sempre foi muito musical e começou a cantar um de seus louvores favoritos. Quando me dei por conta, já estava rindo e cantando junto com ele. O louvor, além de ser um ato de adoração, é uma dádiva de Deus para o nosso benefício. Ele promove bem-estar, alegria e tem funções terapêuticas. O louvor, também como uma forma de gratidão a Deus, eleva os nossos sentidos a uma atmosfera sagrada e desperta em nós a necessidade de estar na presença do Único que é digno de toda honra, toda glória e todo louvor.
No capítulo de hoje, o motivo do louvor é a misericórdia divina. Pela renovação diária das misericórdias de Deus (Lm.3:22-23) recebemos uma oportunidade após outra de sermos testemunhas oculares de muitos de Seus milagres contemporâneos e a confirmação de que Seus “conselhos antigos” permanecem “fiéis e verdadeiros” (v.1). Israel tinha o costume de transformar a sua gratidão em canção. O livro de Salmos é um exemplo disso, além dos demais cânticos espalhados pelo Antigo Testamento. Mas, certamente, o louvor mais esperado pelos justos de todos os tempos é o da vitória final; aquele que abrirá os portais da eternidade: “e entoavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e admiráveis são as Tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações! Quem não temerá e não glorificará o Teu nome, ó Senhor? Pois só Tu és santo; por isso, todas as nações virão e adorarão diante de Ti, porque os Teus atos de justiça se fizeram manifestos” (Ap.15:3-4).
“O hino triunfal dos tiranos será aniquilado” (v.5), diante da glória do Cordeiro de Deus. Ele foi “a fortaleza do pobre e a fortaleza do necessitado na sua angústia; refúgio contra a tempestade e sombra contra o calor” (v.4). E selará a Sua obra destruindo “a morte para sempre” (v.8): “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap.21:4). Como o véu do santuário (Mt.27:51), o céu será “rasgado” e contemplaremos a completa “Shekinah” do Unigênito do Pai. Diante de tal cena cuja limitada mente humana ainda não consegue vislumbrar, dos lábios dos salvos soará em uníssono: “Eis que Este é o nosso Deus, em Quem esperávamos, e Ele nos salvará; Este é o Senhor, a Quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (v.9). Aleluia!
Muito em breve não haverá mais cansaço e nem dor de cabeça. Toda a angústia cessará! Logo, ouviremos os perfeitos louvores celestiais e uniremos as nossas vozes ao coro dos anjos. Em uma harmonia indescritível, exaltaremos e louvaremos o nome do Senhor para todo o sempre. Falta pouco para o cumprimento da fiel e verdadeira promessa: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7). Tenha certeza disso, “porque o Senhor falou” (v.8)! Vigiemos e oremos!
Bom dia, coral de adoradores do Deus Todo-Poderoso!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías25 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100