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“Quando passares pelas águas, Eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti” (v.2).
É realmente fascinante a história do antigo Israel. O chamado de Abraão, a forma como Deus o conduziu, o cumprimento da promessa em Isaque, a marcante experiência de Jacó, os prodígios realizados pelos filhos de Israel no Egito, a abertura do Mar Vermelho e sua longa peregrinação no deserto, a conquista de Canaã e a sucessão de reis em um reino politicamente dividido, tudo aponta para a misericórdia e paciência de Deus e Seu desejo constante de salvar o Seu povo. Já no primeiro versículo, Deus expõe o Seu direito sobre o povo pela criação, pela redenção e pela filiação. Eles pertenciam a Deus. Uma verdade que poderia ser rejeitada, mas jamais apagada.
A história de Israel e as inúmeras oportunidades divinas ilustram a história da humanidade e as oportunidades que se refletem no fato de que ainda vivemos no tempo da graça desde que o primeiro cordeirinho foi morto no Éden, simbolizando o sacrifício de amor de Cristo por nós. Adão viveu pela graça, Noé alcançou graça diante de Deus, Abraão conheceu a graça, foi pela graça que os filhos de Israel foram perdoados e conduzidos a Canaã, Davi foi transformado pela graça, os profetas proclamavam a graça divina, a igreja primitiva foi alcançada pela graça e, hoje, desfrutamos do último e decisivo tempo de graça, mediante o mesmo apelo divino: “Eu, Eu sou o Senhor, e fora de Mim não há salvador” (v.11).
Em nenhum momento a Bíblia relata a promessa de que não passaremos por dificuldades. O Senhor não diz que não passaremos pelas águas ou pelo fogo. E sim que, ainda que tenhamos que enfrentá-los, Ele lá estará para nos livrar. Os três jovens hebreus entraram na fornalha aquecida sete vezes, mas de lá saíram ilesos, de forma que “nem cheiro de fogo passara sobre eles” (Dn.3:27). A mesma experiência aguarda os fiéis servos de Deus nos últimos dias. De longe o Senhor chama os Seus filhos e “das extremidades da Terra” as Suas filhas (v.6), dizendo: “Eu te amei… Vós sois as Minhas testemunhas, diz o Senhor… para que o saibais, e Me creiais, e entendais que sou Eu mesmo, e que antes de Mim Deus nenhum se formou, e depois de Mim nenhum haverá” (v.4 e 10).
Não sabemos em que dia virá o nosso Senhor e quando findará a graça que nos foi outorgada desde o princípio. O que necessitamos saber e viver, consiste nas últimas palavras de Cristo nesta Terra: “Respondeu-lhes Jesus: Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela Sua exclusiva autoridade; mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da Terra” (At.1:7-8). Aquele que deseja apagar os nossos pecados e esquecê-los (v.25) é O mesmo que deseja nos encher do Seu Espírito para celebrar o Seu louvor (v.21).
Como Israel, nós pertencemos a Deus, pois Ele também é o nosso Criador, o nosso Redentor e o nosso Pai. Nós somos de Deus e Ele breve virá para buscar os que aceitaram esta verdade. Portanto, não fiquemos ansiosos quanto a tempos ou épocas, ou com o que havemos de sofrer, mas vivamos o “agora, o tempo sobremodo oportuno… agora, o dia da salvação” (2Co.6:2), “vigiando com ações de graças” (Cl.4:2), sendo “pacientes, até à vinda do Senhor” (Tg.5:7). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, igreja perseverante!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías43 #RPSP
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478 palavras
1 Meu Servo. “Servo” neste caso designa Cristo (ver com. de Is 41:8). Em Mateus 12:18, esta profecia é aplicada a Cristo. De fato, muitas expressões neste capítulo só podem ser aplicadas a Ele. Com frequência, Jesus se referiu a Si mesmo como tendo sido enviado pelo Pai para desempenhar uma missão (Jo 4:34; 6:38; 14:31). A respeito da natureza de Sua obra, declarou que “não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate por muitos” (Mt 20:28), e que estava entre Seu povo “como quem serve” (Lc 22:27). Neste e nos capítulos seguintes, Isaías apresenta o quadro mais completo do Messias e de Sua missão na Terra em todo o AT. Em grande parte devido a essas profecias, Isaías é conhecido como “o profeta do evangelho”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 266.
7 Para abrires os olhos aos cegos. Ver com. de Lc. 4:18. A restauração da visão física em várias ocasiões testemunhou que Cristo tinha o poder de conceder visão espiritual (Jo 9:1-9;cf. Is 61:1-3). CBASD, vol. 4, p. 267.
6, 7 Deus nos chama a sermos servos de Seu Filho, demonstrando a justiça de Deus e trazendo Sua luz. Que raro privilégio é auxiliar o Messias a cumprir Sua missão! Mas devemos buscar Sua justiça (Mt 6:33) para sermos luz (Mt 5:16; 2Cor 4:6). Life Application Study Bible Kingsway.
10 Olhe para tudo que o senhor fez por nós e através de nós (42:6-9)! Obras majestosas demandam respostas majestosas. Você realmente aprecia o bem que o Senhor fez por você e através de você? Se aprecia, deixe que seu louvor a Ele reflita como você realmente se sente. Life Application Study Bible Kingsway.
11 Quedar. Uma tribo árabe descendente de Ismael (Gn 25:13; ver Is 21:13, 16; Ez 27:21). … Aqui são mencionados juntamente com “os que habitam nas rochas”, que é Selá … ou Petra …, como representantes de povos distantes que ouviriam a mensagem da graça de Deus e voltariam a Ele com louvor e cânticos. CBASD, vol. 4, p. 267.
14 Por muito tempo me calei. A hora da vingança divina finalmente chegaria. Por longo tempo, o Senhor permitira ao ímpio seguir seu caminho de maldade (ver Ec 8:11). Chegaria, porém, a hora do acerto de contas, hora de Deus realizar “a Sua obra estranha” (Is 28:21). ele puniria os ímpios segundo suas obras. CBASD, vol. 4, p. 267.
16 Os cegos. Isto é, os cegos espirituais (ver com.do v. 7). O castigo divino cairá sobre aqueles que rejeitaram a luz deliberadamente (v. 13-15), ao passo que os sinceros, embora ignorantes, iriam à luz e teriam a oportunidade de aceitar a misericórdia e a graça de Deus. CBASD, vol. 4, p. 267.
24 Quem entregou Jacó por despojo e Israel, ao roubadores? Deus permitiu a invasão assíria (ver com. de Is 8:7, 8; 10:5, 6). A teimosia em desobedecer acarretou sofrimentos ao povo de Judá. Quando se recusou a servir ao Senhor, ele retirou dEle Sua mão protetora e permitiu que o inimigo devastasse o país. CBASD, vol. 4, p. 268. [Neste caso, Jacó e Israel são sinônimos, cf. Gn 32:29)].
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“Eu sou o Senhor, este é o Meu nome; a Minha glória, pois, não darei a outrem, nem a Minha honra, às imagens de escultura” (v.8).
Amado e adorado pelos anjos, Rei soberano de todo o Universo, Aquele que não tem princípio nem fim, deixou “as noventa e nove” e veio “em busca da que se perdeu” (Lc.15:4). Dentre os mundos criados, apenas a Terra foi contaminada pelo pecado; uma mancha no Universo que poderia ter sido facilmente eliminada. O plano de Deus, porém, assinalou a mais plena demonstração de amor através da entrega do Criador pela criatura. Pois “o Senhor, que criou os céus e os estendeu, formou a terra e a tudo quanto produz; que dá fôlego de vida ao povo que nela está” (v.5), veio para ser “mediador da aliança com o povo e luz para os gentios” (v.6), “para engrandecer a lei e fazê-la gloriosa” (v.21).
Assim como o pecado entrou no mundo pela desobediência de nossos primeiros pais, a salvação nos foi dada pela obediência de Jesus, que “a Si mesmo Se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8). Em uma “geração má e adúltera” (Mt.16:4), Jesus enfrentou o descaso para com a Lei de Deus por parte de uns e a hipocrisia por parte de outros. Em um tempo em que obedecer aos mandamentos de Deus era considerado um pesado fardo mediante as exigências de regras humanas e insensatas, Cristo os iluminou com a essência da obediência, que é de dentro para fora, e não de fora para dentro (Leia Mt.5:21-28).
Jesus não veio para esmagar “a cana quebrada” (v.3), e sim para restaurá-la e “em verdade” promulgar “o direito” (v.3) com “a Sua doutrina” (v.4). “Em verdade, em verdade vos digo” é uma expressão que precede grande parte dos ensinamentos de Cristo e que não deixa dúvida do Seu desejo em libertar “da prisão o cativo e do cárcere, os que jazem em trevas” (v.7), pois “conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo.8:32). Desde o Éden, Satanás tem iludido o mundo com o engano letal: “É certo que não morrereis” (Gn.3:4). O mesmo engano permeia esta geração com o mascarado discurso da morte: “Você não precisa mudar, pois Deus te ama e te aceita do jeito que você é”. Sim, Deus é amor. E é justamente por isso que Ele também é justiça e apela a cada pecador: “Vai e não peques mais” (Jo.8:11).
“Acaso, não foi o Senhor, Aquele contra quem pecaram e nos caminhos do qual não queriam andar, não dando ouvidos à Sua lei?” (v.24). Acaso não foram nossos pecados que causaram tanto sofrimento ao Salvador? Acaso não é pela transgressão da Lei de Deus que estamos sujeitos à morte, “porque o salário do pecado é a morte” (Rm.6:23)? Mas “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm.7:25)! Graças a Deus por Jesus, que veio a este mundo sombrio deixando-nos “exemplo para [seguirmos] os Seus passos” (1Pe.2:21)! Graças a Deus, que “não faz acepção de pessoas; pelo contrário, em qualquer nação, aquele que O teme e faz o que é justo Lhe é aceitável” (At.10:35). Graças a Deus que outorgou o Seu Espírito “aos que Lhe obedecem” (At.5:32)!
Não há necessidade maior em nossa vida do que um “reavivamento da verdadeira piedade”, como bem assinalou Ellen White (E Recebereis Poder, p.283). Aquele que declarou a Pedro: “quando te converteres, fortalece os teus irmãos” (Lc.22:32), pode estar nos fazendo o mesmo apelo hoje. Ora, Pedro era um discípulo de Cristo e havia andado ao lado dEle por três anos e meio, no entanto, ainda necessitava de uma experiência real com Ele. “Surdos, ouvi, e vós, cegos, olhai, para que possais ver” (v.18). “Deem honra ao Senhor e anunciem a Sua glória nas terras do mar” (v.12). Examinemos as Escrituras até que sejam desimpedidos os nossos ouvidos, e os nossos olhos possam contemplar a glória que emana da Palavra de Deus. Então, seremos habilitados pelo Espírito Santo a fortalecer o nosso próximo pela constante companhia e auxílio dAquele que nos prometeu: “Jamais os desampararei” (v.16). Vigiemos e oremos!
Bom dia, imitadores de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías42 #RPSP
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“Não temas, porque Eu sou contigo; não te assombres, porque Eu sou o teu Deus; Eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a Minha destra fiel” (v.10).
Isaías foi privilegiado ao receber do Céu várias promessas referentes à vinda do Messias. Seus escritos foram entregues a Israel como um mapa de um tesouro a ser compartilhado com todas as nações. “Aquele que desde o princípio tem chamado as gerações à existência” (v.4) entregou a Israel “as chaves do reino dos céus” (Mt.16:19) a fim de que cumprissem o propósito de sua eleição: “Os países do mar viram isto e temeram, os fins da Terra tremeram, aproximaram-se e vieram. Um ao outro ajudou e ao seu próximo disse: Sê forte” (v.5-6).
Apesar das recorrentes fases de rebeldia do povo de Deus e das disciplinas aplicadas através de nações inimigas, também era sempre recorrente a manifestação da misericórdia divina. A peregrinação no deserto durou 40 anos. O cativeiro babilônico durou 70 anos. Ou seja, a correção é necessária, mas é temporária. O calendário de Deus é infalível e perfeito. Para nós, talvez seja fácil pensar que Isaías foi privilegiado pelas verdades que recebeu, mas é provável que para ele não tenha sido fácil lidar com a realidade de que o seu Redentor não viria em seus dias. E para o povo, a expectativa de um futuro cativeiro não era nada animadora.
O Senhor desejava ensinar ao Seu profeta e ao Seu povo que a fonte da renovação das forças está em não largar de Sua mão. A confiança em Deus nos liberta de nossas ansiedades e emoções má administradas e abre os nossos ouvidos às palavras de ânimo e consolo: “Porque Eu, o Senhor, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que Eu te ajudo” (v.13). Imagino o profeta com os olhos marejados e o coração repleto de ternura ao receber e escrever estas palavras. Assim como Isaías conhecia as profecias e sinais, mas não conhecia o tempo da primeira visitação de Cristo, também conhecemos as profecias e sinais que apontam para o Seu segundo advento, mas também não sabemos quando Ele virá.
Até lá, como Isaías, temos uma missão a cumprir: Relatar “as profecias anteriores” (v.22), de como elas se cumpriram conforme a Palavra do Senhor e então anunciar “as coisas que ainda hão de vir” (v.23). Que momentos difíceis estamos vivendo, amados! Eu confesso que estou exausta! Exausta de mim mesma e “de todas as abominações que se cometem” (Ez.9:4). Creio estarmos experimentando as primeiras gotas do tempo de angústia. Mas nós servimos ao Santo de Israel, que tem todo o poder sobre o curso da história e que deseja fazer de mim e de você “um mensageiro de boas-novas” (v.27).
Consolemos uns aos outros com as palavras do Senhor: “Não temas, ó vermezinho de Jacó, povozinho de Israel; Eu te ajudo, diz o Senhor, e o teu Redentor é o Santo de Israel” (v.14)… “tu te alegrarás no Senhor e te gloriarás no Santo de Israel” (v.16)… “Eu, o Senhor, os ouvirei, Eu, o Deus de Israel, não os desampararei” (v.17)… “tornarei o deserto em açudes de águas e a terra seca, em mananciais” (v.18)… “para que todos vejam e saibam, considerem e juntamente entendam que a mão do Senhor fez isso, e o Santo de Israel o criou” (v.20). O nosso Redentor e Criador logo virá! Ele prometeu e Ele não mente! Que o cumprimento das profecias e sinais adventistas provoquem em nós a reação descrita por Jesus: “Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima” (Lc.21:28). Vigiemos e oremos!
Bom dia, amparados por Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías41 #RPSP
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“Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam” (v.31).
A vinda do Messias era o evento mais aguardado pelos judeus. Eles almejavam um Libertador. Alguém que os livrasse do jugo romano e estabelecesse um reino inabalável. Mas a esperança que lhes enchia o coração estava assentada sobre alicerce terreno e exclusivista. Falando ao coração do Seu povo (v.2), o Senhor o livraria do cativeiro babilônico e o conduziria ao cumprimento da promessa: “Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus” (v.3).
João Batista não foi somente esta voz, como também “muito mais que profeta” (Mt.11:9). Aquele homem que, em sua época, era visto como um “lunático” do deserto, foi considerado pelo próprio Jesus como o maior ser humano que já pisou nesta terra: “Em verdade vos digo: entre os nascidos de mulher, ninguém apareceu maior do que João Batista” (Mt.11:11). Sua vida foi uma manifestação completa da vontade de Deus. Ele comia diferente do mundo, se vestia diferente do mundo (Mt.3:4), falava diferente do mundo e tinha uma mensagem urgente para pregar aos seus contemporâneos (Mt.3:11). Mas a profecia do verso 3 vai muito além de João Batista e alcança os nossos dias.
Dentro de pouco tempo, “a glória do Senhor se manifestará, e toda a carne a verá, pois a boca do Senhor o disse” (v.5). Você compreende esta verdade futura? Mas, antes de qualquer coisa, você precisa compreender a verdade presente. A missão do povo de Deus era a de ser um canal de bênçãos para difundir “a palavra de nosso Deus” (v.8) a todos. No entanto, a missão de apregoar a verdade da primeira vinda do Messias foi desprezada devido a visão egoísta e limitada pela ambição de um reino terreno que subjugasse as demais nações. Temos uma verdade presente “para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6). Como João Batista, temos em nossas mãos uma mensagem de juízo e de arrependimento. E, como ele, somos chamados a nos vestir diferente, a comer diferente, a falar diferente, dando testemunho de Jesus, assim como fez o profeta messiânico, “para converter o coração dos pais aos filhos, converter os desobedientes à prudência dos justos e habilitar para o Senhor um povo preparado” (Lc.1:17).
O mundo não precisa de um povo que vive uma hipocrisia e que despreza quem não faz parte de seu conceito farisaico de religião, porque os judeus fizeram isso muito bem, desprezando o que verdadeiramente importava: anunciar as boas-novas da salvação (v.9). O mundo precisa de homens e mulheres que se levantem revestidos pelo poder do Espírito Santo e que clamem com a voz e com a vida: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.3:2). De um povo que vive por preceito e por exemplo a Palavra que “permanece eternamente” (v.8). De cristãos que façam jus ao seu nome, assim como em Antioquia ficaram conhecidos por sua experiência (At.11:26). Que vivam intensamente o evangelho que dizem acreditar, recebendo do Senhor toda a instrução, sabedoria e entendimento (v.14), sendo guiados pelo bom Pastor (v.11) de forma segura até à recompensa prometida (v.10).
“Levantai ao alto os olhos e vede” (v.26). Eis que a nossa redenção se aproxima! “Consolai, consolai o Meu povo, diz o vosso Deus” (v.1). Anunciemos as boas-novas! Ergamos a “voz fortemente”! (v.9). Esperemos no Senhor, servos do Altíssimo, e nossas forças continuarão sendo renovadas (v.29) e como águias voaremos (v.31) espalhando pela “redondeza da Terra” (v.22) a mensagem de esperança, na certeza de que em breve, pela graça de Cristo Jesus, subiremos para Casa! Vigiemos e oremos!
Bom dia, mensageiros da verdade presente!
* Oremos pelo despertamento do povo de Deus e derramamento da chuva serôdia.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías40 #RPSP
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“Então, disse Ezequias a Isaías: Boa é a palavra do Senhor que disseste. Pois pensava: Haverá paz e segurança em meus dias” (v.8).
Em um curto período de tempo, Ezequias atravessou um mar de turbulências e experimentou a calmaria através da intervenção do Senhor na segurança do reino e em sua saúde. “Nesse tempo” (v.1), Ezequias recebeu não mais uma carta de ameaças, mas “cartas e um presente” (v.1) de um suposto aliado de “uma terra longínqua” (v.3). Tendo notícias de que Ezequias “estivera doente e já tinha convalescido” (v.1), o rei da Babilônia enviou seus mensageiros a fim de se inteirar da situação. A Bíblia diz que “Ezequias se agradou disso e mostrou aos mensageiros a casa do seu tesouro”, e que “nenhuma coisa houve, nem em sua casa, nem em todo o seu domínio, que Ezequias não lhes mostrasse” (v.2).
Aquela agradável visita, porém, sinalizou a terrível crise que se daria no futuro. Percebam que a intenção de Merodaque-Baladã não era de obter relatório real dos tesouros de Judá, mas obter conhecimento da fonte da cura. Como se deu a cura de Ezequias? Era muito provável que aquela enfermidade já tivesse atingido muitos em Babilônia e que nenhuma das poções e tratamentos fomentados pelos magos e curandeiros caldeus houvesse obtido êxito. Quem sabe Ezequias até tenha mencionado aos mensageiros sobre o emplasto de pasta de figos, e pensado que bastava mostrar um reino próspero e bem ordenado para se subentender que tudo aquilo provinha das mãos do Criador. Aquele que antes havia se humilhado diante do Senhor foi tomado pelo orgulho e pelo egoísmo que o impediram de iluminar aqueles mensageiros com a glória de Deus.
A pergunta do profeta é dirigida hoje a cada crente: “Que viram em tua casa?” (v.4). Conforme as profecias apocalípticas, existe uma Babilônia espiritual, uma condição de decadência espiritual dada a atual conjuntura. O mundo está enfermo e padece diante das inúmeras mazelas de milênios de pecado. E o Senhor concedeu ao Seu povo dos últimos dias uma mensagem de esperança e salvação a fim de que muitos possam ouvir o Seu apelo: “Caiu, caiu a grande Babilônia… Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:2 e 4). Mas o que o mundo tem visto em nossas casas e em nossas igrejas? Apenas prosperidade física e material, ou a irrefutável manifestação do poder do Espírito Santo?
Diante de uma geração prestes a enfrentar um “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn.12:1), parece que, como Ezequias, estamos tranquilos pensando: “Haverá paz e segurança em meus dias” (v.8) e prosseguimos divulgando e nos agradando do que é terreno e passageiro. Mas a boa Palavra do Senhor é aquela que nos adverte e desperta: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1Ts.5:3). A luz de que o mundo necessita não é a que se reflete nos mármores de igrejas e de casas bem ornadas. A luz de que o mundo necessita é a que provém do “assim diz o Senhor”, pois que o cumprimento da profecia está bem diante dos nossos olhos: “Eis que vêm dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a Terra, não de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor” (Am.8:11).
Quando impressionados diante da beleza do templo de Jerusalém, os discípulos declararam: “Mestre! Que pedras, que construções!” (Mc.13:1). Mas Jesus lhes respondeu: “Vês estas construções? Não ficará pedra sobre pedra, que não seja derribada” (Mc.13:2). E foi este diálogo que precedeu o Seu sermão profético. Se a prosperidade nesta Terra tem precedido o lugar que só é devido a Deus e tem ocupado o tempo que deveria ser investido em pregar o evangelho eterno, o Senhor nos convida hoje a rever as nossas prioridades e seguir a Sua ordem: “prega a Palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina” (2Tm.4:2). Façamos parte da geração que pregará “este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14). Vigiemos e oremos!
Bom dia, atalaias de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías39 #RPSP
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“Então, virou Ezequias o rosto para a parede e orou ao Senhor” (v.2).
Após a ameaça de inimigos do povo, Ezequias teve de lidar com uma ameaça pessoal. Uma “enfermidade mortal” (v.1) desenganava a sua vida e o anúncio do profeta confirmou a sua sorte. A morte é uma intrusa neste mundo. O medo e a tristeza que permeiam este assunto provam que a morte não é natural, mas algo que surgiu após o pecado de nossos primeiros pais, “porque o salário do pecado é a morte” (Rm.6:23). Não foi diferente com Ezequias, pois ele não queria morrer. Recusando-se a receber qualquer tentativa de conforto humano, o rei enfermo virou “o rosto para a parede e orou ao Senhor” (v.2). Novamente Ezequias buscou auxílio em Deus.
Como um servo que apresenta ao seu senhor o relatório de um trabalho bem feito, Ezequias trouxe à memória a sua fidelidade e sinceridade diante de Deus. Ele não pediu pela cura ou a exigiu. Não havia orgulho em suas palavras. Era tão somente a súplica sincera de um rei que temia pelo bem-estar do povo frente à crise vivida naqueles dias e pela conservação espiritual da nação. O grande movimento de reavivamento e reforma liderado por Ezequias e sua vida dedicada ao firme propósito de fazer a vontade de Deus, despertou a ira de Satanás, que desejava destrui-lo a qualquer custo.
O choro do rei logo foi substituído por ações de graças ao Deus que ouve as orações e vê as lágrimas de Seus filhos. O acréscimo de quinze anos de vida e um reino de paz encheram o coração de Ezequias de uma profunda gratidão, concluindo o seu cântico com as palavras que os remidos de todos os tempos logo hão de declarar: “O Senhor veio salvar-me” (v.20). Sejam inimigos ou até mesmo uma doença que nos ameacem a vida, há um Deus no Céu que deseja ouvir as nossas orações e que não despreza as nossas lágrimas. Movido de compaixão, Jesus olha para cada enfermo com o mesmo desejo de declarar: “Eu irei curá-lo” (Mt.8:7).
Como o Senhor enviou o profeta Isaías com palavras de ânimo e um tratamento natural com emplasto de “pasta de figos” (v.21), Ele não deixaria a geração mais doente a padecer com tantas enfermidades sem orientação profética. Temos em mãos uma mensagem de ânimo e de cura e o testemunho de Ezequias aponta para esta mensagem. Foi através da mensagem de saúde que minha família foi alcançada pelo evangelho do Reino. Uma mensagem que aponta para Cristo e que nos auxilia a viver na Terra com um corpo que melhor possa adorar ao Criador não deve ser negligenciada ou ignorada.
Como Ezequias, porém, não estamos livres das mazelas do inimigo. A prática dos oito remédios naturais apenas como tentativa de prolongar a vida e não adoecer não é fiel à essência da mensagem de saúde, que é glorificar a Deus, como está escrito: “Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo” (1Co.6:20). Como fiéis sentinelas, precisamos estar sempre cientes de que há um inimigo ao nosso redor querendo nos destruir. E quanto mais firme a nossa decisão em servir ao Senhor, maior a ira daquele que nos odeia. Mas Deus é fiel e podemos ir a Ele com nossas dores e fraquezas: “Ó Senhor, ando oprimido, responde Tu por mim” (v.14). Pois é Ele mesmo que nos diz: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (Mt.11:28).
Ezequias orou e Deus o curou. O apóstolo Paulo orou três vezes para se ver livre de sua enfermidade, mas tudo o que pôde ouvir foi: “A Minha graça te basta” (2Co.12:9). Deus tem o modo certo de agir na vida de cada um de Seus filhos. Se a sua oração não tem sido respondida da maneira que você deseja; se o seu corpo foi atingido por enfermidade mortal, ouça, agora, pela fé, Jesus a lhe dizer: “Vinde a Mim, porque a Minha graça te basta”. E ainda que não venha a cura nesta Terra, ainda que a sepultura seja o nosso destino iminente, prossigamos olhando firmemente para o nosso Redentor. Pois, muito em breve, a morte não mais existirá e estaremos reunidos a todas as gerações de santos, olhando para o céu e proclamando com arrebatadora alegria: “O Senhor veio salvar-me” (v.20)! Vigiemos e oremos!
Bom dia, salvos pela graça de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías38 #RPSP
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“Ó Senhor dos Exércitos, Deus de Israel, que estás entronizado acima dos querubins, Tu somente és o Deus de todos os reinos da Terra; Tu fizeste os céus e a terra” (v.16).
Afligido pela ameaça inimiga, Ezequias “rasgou as suas vestes, cobriu-se de pano de saco e entrou na Casa do Senhor” (v.1). Em profunda angústia, o rei de Judá confiou no cumprimento da promessa divina: “se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar, e Me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, Eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2Cr.7:14). Com o sacrifício do Cordeiro de Deus e rasgado o véu do santuário “de alto a baixo” (Mt.27:51), “temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1Jo.2:1) e acesso, por meio dEle, ao santuário celestial.
Como Ezequias, temos acesso ao santuário e podemos confiar na mesma promessa. Quando o inimigo de Deus lançar em nossa face suas “cartas” de ameaça e acusação, lembremos das palavras de Jesus: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai que vê em secreto, te recompensará” (Mt.6:6). Não podemos estimar os resultados da oração secreta e fervorosa. Deus anseia por ouvir as preces de corações quebrantados, e nenhuma dor é rejeitada, nenhuma lágrima é perdida, nenhuma expressão de gratidão deixa de ter seu registro no memorial do Céu.
Ezequias buscou em primeiro lugar a ajuda do alto, e depois reconheceu em Isaías um homem de oração. Em Sua angústia final, Jesus também Se dirigiu ao Seu lugar de oração e pediu a três de Seus discípulos que intercedessem naquele momento, deixando-nos exemplo. Nossos sofrimentos e aflições não devem ser compartilhados com ninguém sem que antes tenhamos entregue todos eles em oração a Deus. Só então, podemos, com discernimento do Espírito, pedir a ajuda daqueles os quais reconhecemos como homens e mulheres de oração. Infelizmente a experiência de Jesus com os três discípulos sonolentos não foi tão positiva quanto a de Ezequias com o profeta que o confortou. Mas, ainda que aqueles nos quais mais confiamos nos decepcionem, Deus envia o Seu anjo para nos confortar (Lc.22:43).
“Inclina, ó Senhor, os ouvidos e ouve; abre, Senhor, os olhos e vê; ouve todas as palavras” que Satanás e seus agentes enviam “para afrontar o Deus vivo” (v.17). Ouve, Pai, as orações dos Teus filhinhos que estão sendo perseguidos e afligidos por amor do Teu nome! A nossa natureza carnal nos assedia dia após dia! Na luta contra o eu, fortalece os nossos joelhos vacilantes e livra-nos do mal! “Agora, pois, ó Senhor, nosso Deus, livra-nos” das mãos do inimigo das almas, “para que todos… saibam que só Tu és o Senhor” (v.20). Não é tempo, amados, de rasgar as nossas vestes, mas o nosso coração e nos convertermos ao Senhor, “porque Ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-Se, e grande em benignidade, e Se arrepende do mal” (Jl.2:13).
“[Faze], pois, tuas orações pelos que ainda subsistem” (v.4). Perseveremos em oração “e súplica por todos os santos” (Ef.6:18). “Não temas por causa das palavras” (v.6) dos que não temem a Deus, mas apegue-se à Palavra de Deus, “certos da verdade já presente convosco e nela confirmados” (2Pe.1:12). Creia que o Senhor fará com que os inimigos voltem pelo mesmo caminho por onde vieram (v.34) e que, dentro em breve, Ele virá para realizar a Sua justiça. “O zelo do Senhor dos Exércitos fará isto” (v.32). Até lá, que mesmo cercados por lábios maldosos, façamos como Davi: “eu, porém, oro” (Sl.109:4). Vigiemos e oremos!
Feliz semana, homens e mulheres de oração!
Rosana Garcia Barros
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“Eles, porém, se calaram e não lhe responderam palavra; porque assim lhes havia ordenado o rei, dizendo: Não lhe respondereis” (v.21).
O rei Ezequias foi o primeiro rei de Judá cuja fidelidade foi comparada a de Davi. O que os seus antecessores não fizeram, fez Ezequias: “Removeu os altos, quebrou as colunas e deitou abaixo o poste-ídolo” (2Rs.18:4), removendo do meio de Judá tudo aquilo que fosse abominável ao Senhor. Ezequias confiou no Senhor de forma que não houve nem antes e nem depois dele rei semelhante em Judá. Ele “se apegou ao Senhor” (2Rs.18:6) seguindo Seus passos e observando os Seus mandamentos. Então, para onde quer que fosse, Deus o acompanhava e o fazia lograr êxito.
Confiança e relacionamento. Eis dois princípios fundamentais para uma vida cristã vitoriosa. Ezequias confiou em Deus e se apegou a Ele. Ou seja, quando confiamos, nos apegamos. Nas primeiras horas de cada manhã, Deus Se apresenta a cada filho Seu e aguarda pacientemente pelo convite de fazer morada no coração e de conduzi-lo pelo caminho da verdade. Ele nos aguarda para desfrutarmos de um tempo de qualidade com Ele e dEle recebermos forças e sabedoria para as batalhas do dia.
Os moradores de Jerusalém foram surpreendidos naquele dia com uma voz desconhecida falando em linguagem nacional. A pergunta feita pelo rei da Assíria ao povo de Judá por intermédio de Rabsaqué foi desafiadora: “Que confiança é essa em que te estribas?” (v.4). Em outras palavras: Que confiança é essa em que você se apega? A fé de Ezequias e do povo foi provada através de palavras de desânimo e de maldição. E o “assim diz o Senhor” foi desafiado pelo “Assim diz o sumo rei” (v.4).
“Eles, porém, se calaram” (v.36), obedecendo às ordens do rei Ezequias. Nem sempre falar é a melhor solução. Bater de frente com quem testa a nossa fé pode ser a resposta da nossa falta de confiança no agir de Deus. Calar-se diante da afronta é sábio: “o homem prudente, este se cala” (Pv.11:12) e também é cristão: “e, como ovelha muda perante os Seus tosquiadores, Ele não abriu a boca” (Is.53:7). O nosso desafio diário é que nossas palavras e ações estejam em conformidade com Aquele em Quem dizemos confiar.
O inimigo que nos cerca e tenta nos destruir conhece bem o idioma do nosso coração (v.13). Ele deseja que nos alimentemos dos dejetos do pecado (v.12) e que acreditemos numa falsa paz (v.16), como se o Senhor aprovasse o seu propósito maligno (v.10). Muitos estão como o povo que estava sobre os muros (v.11), ouvindo palavras desencorajadoras. A oferta de Senaqueribe era tentadora (v.16-17), mas mentirosa, assim como as ofertas deste mundo. Se Ezequias não tivesse demonstrado com a sua vida que valia a pena confiar em Deus e manter um relacionamento íntimo com Ele, o povo não teria obedecido as suas ordens (v.21).
Deus deseja fazer da nossa vida um testemunho diário de confiança e de intimidade com Ele. Nos últimos dias, como Rabsaqué, “virão escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as suas próprias paixões e dizendo: Onde está a promessa da Sua vinda?” (2Pe.3:3-4). Precisamos descer dos muros da desconfiança e subir em nossa torre de vigia! Aproxima-se o tempo em que, diante da fúria final de Satanás, Deus terá na Terra um povo que nEle confia mesmo que severamente provado. Confie e apegue-se ao Senhor, e Ele fará de você um instrumento incomparável em Sua derradeira obra! Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, apegados ao Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías36 #RPSP
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“Dizei aos desalentados de coração: Sede fortes, não temais. Eis o vosso Deus. A vingança vem, a retribuição de Deus; Ele vem e vos salvará” (v.4).
Criados para um propósito eterno, o homem e a mulher desfrutavam de uma atmosfera santa e perfeita no Éden. Tudo ali declarava que Deus é amor. Rodeados de toda espécie de plantas e animais, o tempo era preenchido com trabalho útil e agradável e momentos ímpares de comunhão com o Criador. Detentores de uma mente em sua integral capacidade, tendo como professor o próprio Deus e os anjos celestiais como mentores, o jardim era uma grande sala de aulas. A alegria, harmonia e paz que pairavam sobre o recém-criado mundo ecoavam pelo Universo em louvor e adoração ao supremo Criador.
Mas porque em um mundo tão belo, criado com propósitos eternos, Deus plantou uma árvore proibida? Não seria mais fácil envolver a Terra com uma blindagem contra o mal? Há quem pense também que nada disso seria necessário se tão somente Deus tivesse resolvido o problema do pecado logo que este surgiu, destruindo Lúcifer e os demais anjos rebeldes. Porque Deus permitiu que Satanás tentasse nossos primeiros pais e prosseguisse em seu plano maligno? Permita-me apresentar a seguinte ilustração:
João conheceu a bela e jovem Maria. Seu coração disparou e ele percebeu que havia se apaixonado. Felizmente o seu amor foi correspondido e logo começaram a namorar. João então começou a fazer planos para que logo pudessem casar. Comprou uma linda casa, as mais belas mobílias e fez todos os arranjos para que tudo ficasse perfeito para a sua amada noiva. Finalmente chegou o dia tão esperado: o casamento. Todos estavam felizes e João ficou extasiado ao ver Maria vestida como uma princesa vindo ao seu encontro. Ao chegarem em casa, tudo estava perfeitamente organizado e limpo. Tudo era de muito bom gosto. Mas, no dia seguinte, Maria foi surpreendida quando ao despedir-se para o trabalho, João lhe deu um beijo, trancou a porta de casa e levou a chave com ele. Ao retornar, Maria o questionou, e ele simplesmente respondeu: “Ah, minha amada esposa, eu a amo tanto que não posso lhe expor aos perigos que existem lá fora. Mas não se preocupe, pois nunca lhe faltará nada em casa”.
Que mulher viveria feliz com um amor que a aprisiona? Deus criou os anjos e o ser humano com o livre arbítrio. Ele não criou máquinas programadas para obedecê-Lo e amá-Lo, e sim criaturas com liberdade de escolha. Por isso que Ele tem permitido que o pecado atinja as suas piores consequências a fim de não restarem dúvidas quanto ao Seu amor, fidelidade e justiça. Ele poderia ter destruído Satanás e deletado da mente dos anjos essa mancha escura, mas então todos seríamos marionetes e não adoradores que O adoram “em espírito e em verdade” (Jo.4:23). Compreendem, amados?
Podemos estar cansados de viver neste mundo escuro e sombrio. Podemos estar nos sentindo desalentados e vulneráveis. Mas assim como “no princípio criou Deus os céus e a terra” (Gn.1:1), Ele prometeu que criará “novo céu e nova terra” (Ap.21:1), onde veremos “a glória do Senhor, o esplendor do nosso Deus” (v.2). “Então, se abrirão os olhos dos cegos, e se desimpedirão os ouvidos dos surdos; os coxos saltarão como cervos, e a língua dos mudos cantará” (v.5-6). Jesus mesmo estará conosco! Pois “ali haverá bom caminho, caminho que se chamará o Caminho Santo” (v.8) e “os remidos andarão por ele” (v.9).
Jesus, o nosso Criador e Redentor está voltando para estabelecer para sempre o Seu reino eterno. Você deseja estar lá? Você aceita o Seu convite de resgate? “Os resgatados do Senhor voltarão e virão a Sião com cânticos de júbilo; alegria eterna coroará a sua cabeça; gozo e alegria alcançarão, e deles fugirá a tristeza e o gemido” (v.10). Eu creio com todo o meu coração que a letra da canção nunca foi tão real: “Breve virá, breve virá, breve Jesus voltará!”. Vigiemos e oremos!
Bom dia, resgatados do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías35 #RPSP
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