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“Então, o povo dos filhos de José disse a Josué: Por que me deste por herança uma sorte apenas e um quinhão, sendo eu tão grande povo, visto que o Senhor até aqui me tem abençoado?” (v.14).
Mal havia iniciado a distribuição das terras entre as tribos e Josué precisou enfrentar a primeira manifestação de reclamação. Insatisfeitos com sua porção, a tribo de Manassés reclamou para si uma herança maior, alegando que Deus os havia abençoado, ou seja, que Deus os havia multiplicado. Não que sua herança fosse pequena. Pelo contrário, era uma das maiores. Mas dentro de seus territórios haviam regiões montanhosas e, portanto, de mais difícil acesso, e mais desafiadoras para expulsar os cananeus que habitavam “na terra do vale” e que possuíam “carros de ferro” (v.16). Josué, porém, não se deixou levar pela murmuração dos manassitas, mas usou o próprio argumento do tamanho da tribo: “Se és grande povo, sobe ao bosque e abre ali clareira na terra” (v.15), e os motivou a confiar na vitória sobre os cananeus: “porque expulsarás os cananeus, ainda que possuem carros de ferro e são fortes” (v.18).
Apesar de ter entrado em Canaã, é interessante observar que ainda era uma geração que precisava aprender a confiar plenamente no Senhor. Necessitava de força moral e fé firme. O que vemos, contudo, é um certo desleixo com relação à palavra do Senhor, que já havia dito e repetido da necessidade dos filhos de Israel expulsarem completamente os cananeus do meio deles. Mas “os filhos de Manassés não puderam expulsar os habitantes daquelas cidades, porquanto os cananeus persistiam em habitar nessa terra” (v.12). Percebem, amados? Os ímpios eram mais persistentes do que o povo de Deus! A diligência e o êxito em obedecer a Palavra do Senhor não tem a ver com grandes multidões. Na verdade, nunca teve. Basta recordar a experiência de Noé, de Abraão, de Moisés, do próprio Josué, de Calebe, para perceber que Deus não precisa de muita gente; que poucos ou apenas um em Suas mãos é o suficiente para que Ele possa executar os Seus planos.
Precisamos seguir o mesmo princípio espiritual visionário de Josué. Olhar para as nossas provações “montanhosas” e, pela fé, abrir clareira por meio da oração e enfrentar as batalhas da vida, que podem se apresentar como “carros de ferro”, com a “espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Ef.6:17). Estamos a poucos passos da nossa eterna herança, amados! Não é tempo de reclamar. É tempo de orar e confiar. É tempo de combater “o bom combate” (2Tm.4:7). Parece até um paradoxo chamá-lo de bom. É, no entanto, a consciência de quem luta por nós e a vitória que já nos garantiu que nos motiva a olhar para nossa luta como sendo “leve e momentânea” (2Co.4:17). Porque confiamos nas promessas do Senhor, seguimos a passos firmes na certeza de seu cumprimento.
Através dos desafios da vida, Deus está provando um povo que sairá puro como o ouro e como a prata (Zc.13:9). Em meio à impiedade que encherá o cálice da ira de Deus, “poucos homens restarão” (Is.24:6). O Senhor conservará um remanescente fiel e, em sua fraqueza, os fortalecerá. “Porque assim diz o Senhor Deus: Eis que Eu mesmo procurarei as Minhas ovelhas e as buscarei” (Ez.34:11). “Ele julgará entre muitos povos e corrigirá nações poderosas e longínquas; estes converterão as suas espadas em relhas de arado e suas lanças, em podadeiras; uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra […] quanto a nós, andaremos em o nome do Senhor, nosso Deus, para todo o sempre” (Mq.4:3 e 5). Você deseja desfrutar desta fiel promessa?
Nosso Deus Todo-Poderoso, vitorioso nas batalhas, graças Te damos por Tua fidelidade! Concede-nos, ó Pai, a fé, a sabedoria e a tranquilidade de Josué diante das dificuldades! Em nossa fraqueza, faz-nos fortes! Responde-nos, Senhor, quando clamamos a Ti e não retires de nós o Teu Santo Espírito! Queremos fazer parte do Teu remanescente fiel. Salva-nos, por Tua graça! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, fiel remanescente de Deus!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JOSUÉ 17 – Há grandes prejuízos em não seguir os justos juízos divinos. Não há nada melhor que fazer aquilo que Deus sabe ser melhor.
Precisamos aprender com três erros crassos cometidos por Josué durante a conquista de Canaã:
• Não consultou ao Senhor sobre certo acordo, sendo terrivelmente enganado (Josué 9:14-17).
• Não destruiu as bases dos filisteus, inimigos do povo de Deus (Josué 13:2-3).
• Tolerou a permanência dos jebuseus em Jerusalém (Josué 14:63).
Esses erros impediram Israel de avançar nas conquistas da terra. A entrada principal para o território de Judá ficou sob o controle dos jebuseus, que ocupavam Jerusalém, isolando as tribos de Judá e Simeão das demais. O território dos gibeonitas ligado ao território dos jebuseus dificultava o povo de Deus de avançar na direção proposta pelo Proprietário da Terra, que é Deus!
Às tribos dos filhos de José, Efraim e Manassés que desejavam mais terras, Josué apelou: “Vocês são numerosos e poderosos. Vocês não terão apenas um quinhão. Os montes cobertos de floresta serão de vocês. Limpem o terreno, e será de vocês, até os seus limites mais distantes. Embora os cananeus possuam carros de ferro e sejam fortes, vocês poderão expulsá-los” (Josué 17:17-18).
Os manassitas apenas submeteram os cananeus a trabalhos forçados (Josué 17:23). “Parar no meio do caminho atrapalha o plano de Deus (Js 23:13). O Senhor lhes assegurou que deviam expulsar da terra os que representavam uma armadilha para eles, e que lhes seriam como ‘ferrões nas costas’ (Nm 33:55, NTLH)… Com tantas vantagens, oportunidades e tantos privilégios, a nação judaica deixou de cumprir os planos divinos… Na obra que fazemos, devemos ter em mente as porções não trabalhadas da vinha do Senhor. Mas, hoje em dia, se destinam recursos e se proporcionam vantagens apenas a alguns locais. O Senhor deseja que os recursos e as vantagens sejam distribuídos de maneira mais equitativa. Ele deseja que seja feita provisão para muitos lugares que ainda não foram alcançados”, explica Ellen White (CBASD, v.2, p.1101-1102).
Precisamos ser ousados no campo missionário como as filhas de Zelofeade em relação a território (Josué 17:3-4). “Apegue-se… às promessas de Deus, dizendo: ‘Pedi, receberei’. Eu preciso que esta alma se converta a Jesus Cristo”, apela-nos Ellen White (MS, 244).
Como seria se orássemos mais assim? – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JOSUÉ 16 – Primeiro leia a Bíblia
JOSUÉ 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/js/16
Josué concedeu Hebrom a Calebe, a cidade que tanto aterrorizara os espias por conta dos gigantes anaquins que ali viviam. Confiando no Senhor, o idoso, mas vigoroso Calebe, de 85 anos de idade, expulsou os anaquins e depois marchou contra Quiriate-Sefer. Otniel, seu sobrinho, tomou a cidade e reivindicou Acsa, a filha de Calebe como recompensa.
Infelizmente muitos outros em Israel não tiveram a mesma fé de Calebe. Os membros da tribo de Judá (judaítas) não conseguiram desalojar os jebuseus de Jerusalém, e 16:10 relata que os efraimitas não desalojaram os cananeus. “Ao permitirem os estrangeiros permanecerem no meio deles, os efraimitas se expuseram a um perigo espiritual. A história posterior da tribo mostra que ela caiu tão completamente na idolatria que Deus, por intermédio de um profeta, declarou: ‘Efraim está entregue aos ídolos: é deixá-lo’. (Os 4:17).” (CBASD, Vol. 2, p. 260). Nos capítulos que se seguem, lemos que os manassitas não foram capazes de ocupar algumas de suas cidades, porque os cananeus “estavam decididos a viver naquela região” (17:12 NVI), e os danitas tiveram muita dificuldade em tomar posse de seu território.
Se eles tivessem tido fé e se esforçado, o Senhor lhes teria dado a vitória como deu a Calebe. Deste modo foi preparado o caminho para a apostasia futura.
E a nossa fé? Permanecerá firme contra o mundo ao nosso redor?
Ralph Neall
Professor aposentado e missionário
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jos/16
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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740 palavras
Dois capítulos [16, 17] são dedicados às terras dadas à “casa de José” (Efraim e a meia tribo de Manassés que se estabeleceram a oeste do Jordão). Bíblia de Estudo NVI Vida.
1 Filhos de José. Apesar de José ser um dos 12 filhos de Jacó, ele não teve uma tribo com seu nome. Isto aconteceu porque José, como o filho mais velho de Raquel, recebeu uma “porção dobrada da herança”. Esta porção dobrada foi dada [à tribo dos] aos filhos de José, Efraim e Manassés, a quem Jacó considerava como seus filhos. Os maiores territórios e influência na porção mais a o norte de Israel pertenceu a estas tribos. Life Application Study Bible.
Em ordem de primazia, a tribo de Judá aparece em primeiro lugar e, em seguida, os filhos de José. [Ver 1Cr 5:2] … houve três etapas sucessivas na distribuição da terra de Canaã sob a liderança de Josué: primeira, o estabelecimento da tribo de Judá nas fortalezas do sul da Palestina; segunda, o estabelecimento de Efraim e Manassés no centro do país e em alguns lugares fortificados ao norte; terceira, a distribuição das tribos restantes, a fim de preencher os espaços deixados entre Judá e José, e também para estabelecê-los em volta dos territórios dos primeiros, para que ficassem como que à sombra das asas deles. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 257.
As terras … de José. A fronteira sulina de Efraim passava desde Jericó até Betel em direção ao oeste e descia ao sul até Gezer e o litoral do Mediterrâneo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 De Betel sai para Luz. Betel significa, literalmente, “casa de Deus” e recebeu esse nome porque Jacó teve ali a visão divina registrada em Gênesis 28. Pelo que se diz em Gênesis 28:19, parece que o lugar ficava perto de Luz … As duas ficavam tão próximas que provavelmente passaram a ser consideradas uma só cidade posteriormente (ver Js 18:13; Jz 1:23). CBASD, vol. 2, p. 258.
3 Terminando no mar, i. e., o Mediterrâneo. Bíblia Shedd.
5 fronteira. A fronteira norte de Efraim começava à beira do Jordão no sul e continuava para o oeste, perto de Siló, … ao sul de Siquém, e depois seguia o uádi [ribeiro intermitente que só existia na época das chuvas] Kanah em direção ao mar Mediterrâneo, Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 Siló significa “repouso” (18.1). Foi ali que os israelitas armaram o tabernáculo, uma vez conquistada a terra. Bíblia Shedd.
8 Ribeiro de Caná. …a palavra “ribeiro” é usada para se referir a uma torrente de inverno [época de chuvas]. O nome foi denominado Caná, “lugar de juncos”, por conter grande quantidade dessa planta. A fronteira seguia este ribeiro até o mar. CBASD, vol. 2, p. 259.
Gezer era uma cidade relativamente importante. É mais uma cidade donde a influência pagã e a idolatria emanou para levar Israel ao abandono do Senhor. Bíblia Shedd.
10 Não expulsaram. A falha em não remover completamente o povo pagão e seus deuses da terra causaria muitos problemas à nação. O livro de Juízes registra muitas destas dificuldades. Life Application Study Bible.
Os efraimitas foram acusados de não expulsar os cananeus de Gezer. Em lugar de fazê-lo, exigiram-lhes o pagamento de tributos. É provável que a real motivação para isso tenha sido a cobiça, para que os efraimitas pudessem ser beneficiados pelos serviços deles. A cidade e seus habitantes só foram destruídos nos dias de Salomão, quando faraó, rei do Egito, tomou Gezer e deu a cidade à sua filha, esposa de Salomão (1Rs 9:16). Ao permitirem os estrangeiros permanecerem no meio deles, os efraimitas se expuseram a um perigo espiritual. A historia posterior da tribo mostra que ela caiu tão completamente na idolatria que Deus, por meio de um profeta, declarou: “Efraim está entregue aos ídolos; é deixá-lo” (Os 4:17). O destino de Efraim e das outras tribos a ela associadas deve servir de advertência para os cristãos, a fim de que não se coloquem em jugo desigual com os incrédulos (2Co 6:14). Esses tipo de relacionamento quase sempre é prejudicial. Quando alguém professa estar em comunhão com os que amam ao Senhor, sem eliminar de forma determinada os hábitos que prendem a este mundo, corre risco de sucumbir aos males que eles produzem. Um cristão não pode desejar manter a amizade do mundo nem a associação com pessoas de mentalidade mundana como fazia antes de sua conversão, sem ser influenciado por elas. A segurança espiritual depende de uma relação independente com tudo aquilo que tende para o mal (ver com. de Js 17:18). CBASD, vol. 2, p. 260.
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“Não expulsaram aos cananeus que habitavam em Gezer; assim, habitam eles no meio dos efraimitas até ao dia de hoje; porém sujeitos a trabalhos forçados” (v.10).
Apesar de curto, o capítulo de hoje dá continuidade à divisão da terra de Canaã às tribos de Israel, especificamente à tribo de Efraim, que carregava consigo uma bênção especial. Efraim e Manassés eram “os filhos de José” (v.1), os quais Jacó abençoou, dizendo: “O Deus em cuja presença andaram meus pais Abraão e Isaque, o Deus que me sustentou durante a minha vida até este dia, o Anjo que me tem livrado de todo mal, abençoe estes rapazes; seja neles chamado o meu nome e o nome de meus pais Abraão e Isaque; e cresçam em multidão no meio da terra” (Gn.48:15-16). Os filhos de José receberam herança e parte na divisão das tribos como se fossem filhos legítimos de Jacó. Inclusive, Efraim, que era o mais moço, recebeu a bênção principal como uma profecia de que a sua descendência seria “uma multidão de nações” (Gn.48:19).
Foi, então, repartida “a herança da tribo dos filhos de Efraim, segundo as suas famílias” (v.8). E diante da importância de seu chamado, aquela tribo deveria corresponder em temor e obediência perante o Senhor. Como fez Calebe e sua família, deveriam ser fiéis às ordens de Deus expulsando de sua possessão todos aqueles povos pagãos que ali habitavam. Mas, semelhante à tribo de Judá, e também a outras tribos, os efraimitas permitiram que os cananeus de Gezer permanecessem no meio deles. Mesmo que “sujeitos a trabalhos forçados” (v.10), isso não limitava sua influência pagã e perversa. Assim, como vimos ontem, essa permissividade por parte das tribos de Israel gerou consequências negativas que afetaram gravemente as futuras gerações.
Quantas vezes diante dos planos de Deus pensamos em dar um “jeitinho” que, julgamos, demanda menos trabalho e esforço. Afinal, era bem mais fácil escravizar aqueles povos do que lutar para expulsá-los. Parecia uma decisão mais vantajosa e inteligente. Mas, ó amados, como nós somos tardios em entender que fazer a vontade de Deus é a única decisão que podemos tomar que verdadeiramente é vantajosa e inteligente! Não existe um caminho mais fácil fora da vontade divina. Não existe vantagem alguma fora da vontade de Deus. Na verdade, toda decisão tomada por vontade humana, em desarmonia com o plano divino, produz resultados desastrosos. Pode até não apresentar esses resultados no início. Pode até se apresentar, inicialmente, como algo favorável, mas qualquer vantagem é pura ilusão diante da realidade de que a prosperidade sem a aprovação do Senhor não passa de maldição.
Até que ponto temos sido permissivos com coisas que sabemos não ter a aprovação do Céu? São pensamentos nocivos, pornografia, vício em telas, intemperança no comer e beber, vestuário dispendioso e sem bom senso, um coração orgulhoso e inflexível, preguiça, um temperamento irascível, dificuldade de perdoar? Eu não sei, amados. Talvez seja algo que nem fazemos ideia que esteja ferindo o coração de Deus. Mas sabem o que é mais triste, meus irmãos? Que se avançarmos lá para o livro de Apocalipse, veremos que a tribo de Efraim foi excluída da visão de João ao se referir aos selados por Deus para a salvação. Vimos na bênção de Jacó que o plano de Deus era bem diferente para esta tribo e que ela seria, inclusive, maior que a tribo de Manassés. Mas, infelizmente, os filhos de Efraim tomaram um caminho diferente da vontade de Deus e seu nome foi retirado do registro dos salvos (Ap.7:4-8).
“Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo; pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado” (Hb.3:12-13).
Ó, Senhor, nosso Deus, tem misericórdia de nós! Quantas vezes queremos andar por conta própria e nos deparamos com consequências que só nos machucam ainda mais! Tira de nós, Pai, o nosso coração de pedra, e dá-nos um coração de carne, disposto a andar no Espírito, a fazer somente a Tua vontade! Livra-nos de um perverso coração de incredulidade, mas guia-nos em Teu caminho eterno! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, guiados pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JOSUÉ 16 – Existe coerência perfeita na Palavra de Deus. Ela deve ser estudada com muita atenção.
Embora José fosse um dos filhos de Jacó/Israel, seu nome não se tornou título de nenhuma das 12 tribos israelitas. A explicação se deve a que seus dois filhos, Efraim e Manassés com Azenate, “filha de Potífera, sacerdote de Om” (Gênesis 41:50-52) tornaram-se cabeças de duas tribos. Em Josué 16, o território da região montanhosa central pertenceria aos filhos de José. Observe que Efraim recebeu primeiro a sua parte, devido a ter recebido uma bênção maior de Jacó antes de morrer (Gênesis 48:17-20).
Na bênção final de Jacó a seus filhos, José foi contemplado (Gênesis 49:22-26); mas, na bênção de Moisés às tribos de Israel, ao se referir a José, Efraim e Manassés foram mencionados (Deuteronômio 33:13-17).
Na distribuição territorial, a tribo de Efraim ficou com uma grande porção da terra de Canaã; sua região é caracterizada por montanhas e vales, bem irrigados pelas estações chuvosas – um lugar promissor ao desenvolvimento econômico.
• Infelizmente, a tribo de Efraim não expulsou totalmente os cananitas de Gezer, mesmo que Josué tivesse matado o rei daquele lugar (Josué 12:12). Oséias, chamado depois de Josué, pertencia à tribo de Efraim (Números 13:8, 16). Após as “conquistas preliminares, Josué começou a dividir a terra de Canaã entre as tribos (Js 13-21), sendo sua herança, a seu pedido, em Timnate-Sera, na região montanhosa de Efraim (Js 19:50)”, explica o Dicionário Bíblico Adventista.
• Infelizmente a tribo de Josué falhou ao não erradicar completamente os pagãos perversos de Gezer, optando por utilizá-los em “trabalhos forçados” (Josué 16:10). “Ao permitirem os estrangeiros permanecerem no meio deles, os efraimitas se expuseram a um perigo espiritual. A história posterior da tribo mostra que ela caiu tão completamente na idolatria que Deus, por meio de um profeta, declarou: ‘Efraim está entregue aos ídolos; é deixá-lo’ (Os 4:17). O destino de Efraim e das tribos a ela associadas deve servir de advertência para os cristãos, a fim de que não se coloque em jugo desigual com os incrédulos (2Co 6:14). Esse tipo de relacionamento quase sempre é prejudicial” (CBASD).
Fiquemos sempre alerta contra os perigos espirituais! Não devemos correr riscos preferindo algo que pareça vantajoso, porém difere das orientações de Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JOSUÉ 15 – Primeiro leia a Bíblia
JOSUÉ 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/js/15
Detalhes são importantes? Isso provavelmente depende de quem você é e quais são os detalhes. Eu poderia falar sobre as especificidades de algo pelo qual sou apaixonado, mas se você não está animado a respeito do mesmo tema, minhas palavras provavelmente parecerão sem importância para você.
Josué 15 contém muitos detalhes: fronteiras, cidades, características geográficas. A menos que você seja apaixonado por geografia ou arqueologia, a leitura deste capítulo pode parecer o epítome [resumo perfeito, ideal] de informações sem importância. Seriam necessárias tantas especificidades para transmitir adequadamente a realidade simples de que Judá recebeu território para viver, afinal?
Mas a inclusão de tantos detalhes específicos em Josué 15 pode nos transmitir confiança. O Deus que inspirou as palavras da Escritura se preocupa com detalhes. Se Ele se importa o suficiente a ponto de incluir tanta informação na Bíblia sobre o território dado à tribo de Judá, certamente Ele também se preocupa com os detalhes da minha vida. Deus sabe tudo a meu respeito. Ele sabe coisas sobre mim que são aparentemente sem sentido, coisas que eu não gostaria que ninguém mais soubesse, detalhes que ninguém mais se importaria.
Sou grato por servir a um Deus que se preocupa com os detalhes da minha vida e me ama incondicionalmente. Ao refletir sobre essa verdade, reserve um tempo para ler o Salmo 139 e Mateus 6:25-34.
Brent Wilson
Autônomo – Criador de sites
Cochrane Alberta Canada
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jos/15
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1013 palavras.
Judá foi a primeira das tribos do lado oeste do Jordão a receber a delineação do seu território. Primeiro são alistados os limites externos, e depois a área que tocou a Calebe e a Otniel; finalmente, as cidades cananéias destinadas aos clãs de Judá são citadas por região. Bíblia de Estudo NVI Vida.
1 tribo de Judá. A prioridade de Judá firma-se no oráculo de Jacó (Gn 49:8-12) e é confirmada na história da nação (2Rs 17.18). Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 fronteira sul. Os locais alistados formavam uma linha curva, cujo início se achava na extremidade sul do mar Morto e que avançava por debaixo de Cades-Barnéia para então chegar ao Mediterrâneo na foz do uádi el-Arish. Bíblia de Estudo NVI Vida. [Um uádi, uade ou uédi é um leito seco de rio no qual as águas correm apenas na estação das chuvas. Wikipedia.]
6 Bete-Arabá. A depressão do Jordão era conhecida por Arabá [ou Ahava]. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia – vol. 2, p. 251.
8 Vale do Filho de Hinom. Desse termo heb. ge hinnom, deriva a palavra grega gehenna, traduzida por “inferno”na ARA (Mt 5:22, 29, 30; 10:28; 18:9; 23:15; Mc 9:43, 45, 47; Lc 12:5; Tg 3:6). O lugar tem má reputação nas Escrituras, por causa dos sacrifícios, inclusive de crianças [2Rs 23:10; Jr 7:31], oferecidos ali a Moloque, pela profanação de seu alto por Josias (2Rs 23:10) e pelo fato de os detritos de Jerusalém passarem a ser queimados no local. Crê-se que a palavra Hinom é desta vez o nome de alguém a quem o vale pertenceu certa vez. … Depois que o rei Josias tirou a imagem desse vale e profanou o lugar alto, parece que ele se converteu num depósito de imundícia e de refugo trazidos a Jerusalém. Era, portanto, abominável a todos. Supõe-se que fogueiras eram mantidas acesas continuamente para consumir as impurezas e evitar infecções. O vale ficava a sudoeste de Jerusalém e fazia fronteira com o vale de Cedrom [em época posterior, entre o templo e o Jardim das Oliveiras] na extremidade sudoeste da cidade. CBASD, vol. 2, p. 252.
16 Darei a minha filha Acsa. Na Antiguidade, os pais tinham direito absoluto de arranjar, a seu critério, o casamento dos filhos, e estes aceitavam sem questionar se tal procedimento era ou não apropriado. Não se deve supor que, ao fazer esta oferta, Calebe tenha transformado a filha em objeto de vil conflito entre homens de todo tipo. Sem dúvida, ele estava ansioso por casá-la com um homem honrado por seu zelo e energia, com alguém reconhecido pela valentia e disposição de se arriscar pela causa de Deus. Talvez também tivesse em mente uni-la com uma pessoa que fosse de seu nível social. Ele não prometeu dar a filha em casamento ao primeiro que entrasse na cidade de Quiriate-Sefer, mas ao que atacasse e tomasse o local. Nenhum homem sozinho seria capaz de tomar uma cidade fortificada. Portanto, a promessa provavelmente se limitava aos chefes do exército que estavam sob seu comando. … Posteriormente, Otniel demonstrou ser digno tanto de sua obra como da recompensa, pois se tornou libertador e juiz em Israel (Jz 3:9-11). CBASD, vol. 2, p. 253, 254.
Otniel se tornou o primeiro juiz de Israel depois da morte de Josué (Jz 1:13; 3:9-11). Ele desempenhou um importante papel na reforma de Israel ao enfrentar um exército inimigo opressivo e trazendo paz à terra. assim, o legado de Calebe continuou na próxima geração. Life Application Study Bible.
19 Terra seca. Do heb. ‘erets hannegeb. A palavra negeb significa “seco”. Passou a designar também o “sul” porque a parte sul da Palestina era seca e, assim como em todo deserto, tudo ao sul da Palestina era árido. A filha de Calebe disse ao pai que ele lhe dera uma terra seca, e agora ela queria um campo com uma fonte de água de onde pudesse extrair irrigação para o território árido. Sem dúvida, há, nesse incidente, uma lição proveitosa, uma vez que foi registrada na Bíblia. O cristão também deve pedir ao Pai celestial fontes de bênção para irrigar o coração árido. Quando o fizer, Ele também dará porção dobrada, tanto as fontes superiores como as inferiores, com as quais se pode abastecer completamente. CBASD, vol. 2, p. 254.
25 Queriote-Hezrom (ou Queriote e Hezrom, conforme a KJV). Segundo a tradição, seria a cidade natal de Judas, da qual derivou o nome Iscariotes (do heb. ‘Ish Qeriyyoth, “homem de Queriote”). CBASD, vol. 2, p. 254.
28 Berseba costuma ser usada para representar o limite sul. Por isso, a expressão “desde Dã até Berdeba” alude a todo o país, de norte a sul. CBASD, vol. 2, p. 254, 255.
33 Sefelá. Esse nome significa “terras baixas”. É uma área entre a região montanhosa da Judeia central e o litoral dos filisteus. Na maior parte, só foi conquistada por Israel mediantes vitórias do rei Davi. Bíblia de Estudo NVI Vida.
48 a região montanhosa. Ao sul de Jerusalém. Bíblia de Estudo NVI Vida.
62 En-Gedi, “a fonte do cabrito”, ainda é conhecida por sua fonte termal, e Khirbet Qumrân [local provável da Cidade do Sal] é famosa por ter funcionado como um centro essênio, onde foram encontrados os manuscritos do Mar Morto. CBASD, vol. 2, p. 256.
63 Não puderam, porém os filhos de Judá expulsar os jebuseus que habitavam em Jerusalém. Na distribuição original, Jerusalém pertencia ao território de Benjamim, porque a fronteira passava pelo vale ao sul da cidade. Embora atribuída a essa tribo, por alguma razão, os filhos de Judá desejavam compartilhar com os benjamitas a posse da cidade, conforme evidenciado pelo ataque que fizeram a ela (Jz 1:8). Mais tarde, tornou-se conhecida como a cidade de Davi. Há nisso uma implicação espiritual. Antes do tempo de Davi, Judá não conseguiu expulsar os jebuseus. Isso pode ter ocorrido por causa da incredulidade, proveniente da consciência do pecado ou da falta de confiança em Deus, levando a tribo a não se sentir à altura da tarefa. A lição é clara. Toda vez que a pessoa se recusa a fazer o que Deus manda, com o pretexto de incapacidade, também manifesta incredulidade. Se a fé é perdida, o medo chega e toma seu lugar. Quando não há fé em Deus, o coração desfalece diante dos inimigos. O zelo também vai embora, abrindo espaço para a inércia e indiferença. CBASD, vol. 2, p. 256, 257.