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434 palavras.
3 Suplicai. A oração é a preparação necessária para qualquer trabalho espiritual. Bíblia Shedd.
6 Temperada com sal. O sal torna o alimento palatável. … Quando o cristão abre a boca devem abundar palavras edificantes, agraváveis e de auxílio ao próximo. CBASD, vol. 7, p. 214.
10 Prisioneiro comigo. Alguns imaginam que Aristarco decidiu voluntariamente compartilhar os desconfortos do encarceramento de Paulo para cuidar das necessidades dele, prática alegada por alguns como permitida pelos romanos. CBASD, vol. 7, p. 215.
11 Jesus. Tradução gr do heb Josué. Bíblia Shedd.
12 Perfeitos e plenamente convictos. É considerado perfeito pelo Céu o cristão que, pela graça, alcançou a meta de cada estágio de seu crescente conhecimento e experiência (ver com. de Mt 5:48). CBASD, vol. 7, p. 216.
14 Lucas … médico. Só por esta passagem sabemos que Lucas era médico e crente gentio. Bíblia Shedd.
16 E a dos de Laodiceia. Muitos sustentam a teoria de que a carta aos Efésios é mencionada aqui. Paulo escreveu aos efésios aproximadamente na mesma época em que escreveu aos colossenses, talvez até no mesmo dia. … No entanto, é apenas conjectura (sobre o problema da autoria de Efésios, ver vol. 6, p. 1101, 1102). CBASD, vol. 7, p. 216.
18 Lembrai-vos de minhas algemas. Eles [os colossenses] deveriam perceber que Paulo, apesar de algemado na prisão, ainda se preocupava com eles. Os colossenses sentiriam, uma vez mais, a afeição do apóstolo e a intercessão a favor deles. CBASD, vol. 7, p. 217.
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“Perseverai na oração, vigiando com ações de graças” (v.2).
As palavras finais de Paulo em cada uma de suas epístolas são sempre carregadas de ternos afetos e de saudações a pessoas específicas. Em todas as suas cartas ele também enfatizou a importância de uma vida de oração e da prudência que necessitamos ter na obra do Senhor. No versículo cinco, Paulo estabeleceu um princípio fundamental para o evangelismo público: “Portai-vos com sabedoria para com os que são de fora; aproveitai as oportunidades”. Em espírito de oração, precisamos clamar a Deus por sabedoria para que a nossa vida seja sempre um benefício para o nosso próximo. Jesus era uma pessoa agradável e simples, que facilmente sentava nos banquetes dos ricos e também compartilhava das humildes refeições dos pobres. Todos os dias o Seu primeiro encontro era com o Pai, para que do Céu recebesse sabedoria suficiente em prol do ministério de amar para salvar.
O cristão não é alguém desagradável, cuja presença provoca aversão. Nem tampouco é influenciável, moldando-se conforme o ambiente. Jesus comia com pecadores, mas não comungava de seus pecados. Alguns fariseus e escribas O seguiam, mas Ele não Se tornava como eles para conquistá-los. Jesus simplesmente fazia a vontade de Deus enquanto Sua vida era um constante convite: “Segue-Me!” Cristo aproveitava cada oportunidade que surgia. Para a mulher samaritana, Ele foi o Homem sedento. Para a mulher adúltera, o Juiz compassivo. Para Nicodemos, o Mestre noturno. Para Zaqueu, o Conselheiro de finanças. Jesus sabia exatamente como deveria “responder a cada um” (v.6), e esta mesma sabedoria está à nossa disposição. Basta pedirmos: “Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida” (Tg.1:5).
A oração intercessora nos livra do egoísmo e enche o nosso coração de sincero interesse pelo bem estar e salvação de nossos semelhantes. Ela também nos prepara para o serviço missionário, nos concedendo “sabedoria para com os que são de fora” (v.5). Uma vida de fé em constante comunicação com Deus, por meio da oração e do cuidadoso estudo das Escrituras, fará também as obras que Cristo fez “e outras maiores fará” (Jo.14:12). Foi após dez dias de constante oração que os discípulos receberam a aguardada promessa do Espírito Santo e iniciaram um ministério de largo alcance. Este é o momento sobremodo oportuno para nos esforçarmos “continuamente […] nas orações” de uns para com os outros, a fim de que sejamos conservados “perfeitos e plenamente convictos em toda a vontade de Deus” (v.12).
Portanto, “atenta para o ministério que recebeste no Senhor, para o cumprires” (v.17). Assim como Paulo pediu para que seus irmãos lembrassem de suas algemas (v.18), peço, meus irmãos, que nos lembremos uns dos outros. Cada um de nós passamos por lutas e “algemas” diferentes e necessitamos das orações e do afeto uns dos outros. Amo e oro por vocês todos os dias! Peço que lembrem de mim e de minha família em suas orações também.
“A graça seja convosco” (v.18).
Amado Pai Celestial, a Ti rendemos graças porque, em Tua infinita graça e misericórdia, não nos abandonastes! Quantas riquezas nos estão disponíveis em Tua Palavra! Riquezas que ninguém pode nos roubar, se perseverarmos em vigiar e orar. Suplicamos, Pai, que nos abra porta à Palavra, a fim de pregarmos o Teu evangelho eterno, aproveitando as oportunidades com sabedoria. Coloca em nossos lábios palavras agradáveis para sabermos como responder a cada um. Que sejamos lenitivo a nossos irmãos, atentando sempre para o ministério que recebemos no Senhor, para o cumprir. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, intercessores perseverantes!
Rosana Garcia Barros
#Colossenses4 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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COLOSSENSES 4 – A carta aos colossenses é um convite irresistível para o cristão viver à altura da nova realidade que o evangelho traz: Uma vida completamente transformada em Cristo. Essa transformação não é apenas um ato moral ou uma mudança superficial, é uma renovação integral que abrange o coração, a mente e todas as nossas ações em todos os lugares e situações.
No contexto em que vivemos no tempo do fim, através da mensagem de Paulo aos Colossos somos chamados a viver à luz do grande conflito e da iminente volta de Jesus.
Colossenses 4 começa com apelo: Todos os líderes, seja na igreja ou fora dela, devem refletir o caráter justo e amoroso de Deus em todas as suas interações.
Na sequência, Paulo trata da oração como base da vida cristã. A oração de súplica, de agradecimento e especialmente a oração vigilante em um tempo de preparação para a volta de Cristo são essenciais. A oração intercessora, como a do apóstolo por sua missão (Colossenses 4:2-4), reflete o compromisso do cristão remanescente com a evangelização mundial.
• Orar significa alinhar-se com o propósito de Deus para viver e proclamar o verdadeiro evangelho no tempo do fim (Apocalipse 14:6-7).
Os cristãos precisam ser intencionais em suas interações com os descrentes (Colossenses 4:5-6). As palavras do converso devem possuir uma abordagem que une verdade e graça a fim de alcançar àqueles que estão na desgraça do pecado.
Na parte final, Paulo menciona vários colaboradores (Colossenses 4:10-18), destacando o papel missionário da igreja cristã:
• Aristarco, Tíquico e Onésimo: Todos são exemplos de servos fiéis unidos no mesmo propósito missionário.
• Epafras, Aristarco, Marcos, Lucas e Demas: Eles revelam a importância da cooperação na missão.
• Laodicéia, Ninfa e Arquipo: Ressalta a conexão entre comunidades e a necessidade de cada um cumprir com o ministério que recebeu de Deus.
Esse grande trecho sagrado de Colossenses 4:10-17 não é irrelevante. Ele apresenta uma visão prática da vida cristã em comunidade e serviço ao Senhor.
Essa porção inspirada ensina que o sucesso no desenvolvimento missionário da igreja depende de equipes bem estruturadas, compostas por pessoas de diferentes dons e habilidades.
A unidade, o apoio mútuo, a intercessão e a valorização do chamado divino são fundamentos indispensáveis para o avanço do evangelho! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: COLOSSENSES 3 – Primeiro leia a Bíblia
COLOSSENSES 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/cl/3
Em Colossenses 3 o apóstolo Paulo faz uma correlação direta entre o que escolhemos pensar e o que praticamos em nossa vida diária. Ele explica que precisamos ser proativos ao lidarmos com o lado terrestre da nossa humanidade, tendo em vista que buscamos “as coisas que são do alto” e temos a nossa vida “escondida com Cristo em Deus” (vs. 1, 3). Ele nos ordena fazer morrer e abandonar todas as coisas da natureza terrena (vs. 5, 8). A lista das ações terrenas que Paulo cita não é agradável e inclui muitas práticas pecaminosas destrutivas, como impureza sexual, calúnias e mentiras (vs. 5-9).
Paulo encerra o capítulo mostrando-nos como será o ambiente de um lar cristão quando as mentes estiverem focadas nas coisas do alto (vs. 17-25). Esposas, maridos e filhos tratarão uns aos outros de forma diferente, porque o que eles fazem, “seja em palavra ou em ação”, estão fazendo “em nome do Senhor Jesus” (vv. 17 NVI). Quando agem em nome de Jesus, na verdade é Ele que está a viver a Sua vida através deles (v. 4).
Jesus também quer viver através de sua vida hoje e isso será possível se você optar por manter “o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas” (v. 2 NVI).
Kenneth Norton
Presidente da Missão Guam – Micronésia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/col/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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357 palavras
1 Buscai. Isto é, formar o hábito de buscar, como indica o grego (Mt 6:33). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 205.
3,4 Já que morremos com Cristo, a nossa vida nova está oculta nele e em Deus. Quando Cristo voltar, o nosso estado glorioso será manifesto. Bíblia Shedd.
4 Cristo, que é nossa vida. Jesus não é apenas o autor da vida cristã e o objetivo final dos esforços humanos; Ele também é a fonte diária de força e orientação para os filhos e filhas de Deus e a garantia da vida futura imortal. A vida do cristão é inseparável de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 206.
5 A morte da velha natureza que se manifesta nos desejos pecaminosos e pecados da língua (vv 8, 9; cf Tg 3.1-12) se realiza por abnegação (“tome a sua cruz”) e obediência a Cristo (“siga-me”, Mc 8.34). Bíblia Shedd.
10 Que se refaz. Melhor, “que está sendo renovado”, a forma grega da palavra indica um processo contínuo. A palavra traduzida como “renovada” enfatiza novidade em qualidade. A imagem se refere ao desenvolvimento gradual no pleno conhecimento de Deus. O crescimento é o produto e a evidência na vida natural e na espiritual. O poder do Doador da vida é o único meio de se manter o crescimento. CBASD, vol. 7, p. 207.
13 Perdoai-vos mutuamente. No relacionamento entre cristãos não deve ser habitual apenas a longanimidade ou domínio próprio em palavras ou ações, mas também deve ser normal desconsiderar interiormente as faltas, os erros ou a fraqueza dos outros. Isso é perdão verdadeiro. CBASD, vol. 7, p. 208.
15 Sede agradecidos. Ser agradecido é um dever cristão. A gratidão a Deus pode ser assemelhada ao solo em que floresce a tenra planta da paz. CBASD, vol. 7, p. 209.
17 Dando por Ele graças. O louvor deve acompanhar tudo o que o cristão pensa e faz. CBASD, vol. 7, p. 210.
22 Temendo ao Senhor. Ele é o mestre principal. Seus princípios impelem os cristãos por onde quer que andem a agir reconhecendo que o Senhor é o único a quem devem prestar contas. CBASD, vol. 7, p. 211.
25 Receberá. Paulo se refere ao juízo final, quando o mestre opressor e o escravo infiel receberão a recompensa pela conduta injusta. CBASD, vol. 7, p. 206.
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“Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra” (v.2).
Quando aceitamos a Jesus Cristo como Senhor e Salvador de nossa vida, nos unimos a Ele em Sua morte e ressurreição a fim de que em Sua segunda vinda, sejamos “manifestados com Ele, em glória” (v.4). Como novas criaturas, nossos pensamentos, gostos e ações vão pouco a pouco dando lugar à vontade de Deus em uma metamorfose singular e constante. Esta união promove mudanças significativas e o resgate da imagem que outrora havíamos perdido: “segundo a imagem dAquele que [nos] criou” (v.10). Então, a “natureza terrena” (v.5), e tudo que a implica, é sepultada, para dar lugar à transformação de “filhos da desobediência” (v.6) em novos homens e mulheres em Cristo Jesus (v.10).
O contexto deste capítulo é muito claro: o cristão deve pensar, falar e agir diferente dos rudimentos deste mundo. E isso, em todos os sentidos. Aqui se encaixam perfeitamente as palavras de Jesus, quando disse: “Vós sois o sal da terra […] Vós sois a luz do mundo” (Mt.5:13 e 14). Precisamos fazer a diferença não como uma denominação, não como uma nação específica, não conforme a nossa posição social, pois “Cristo é tudo em todos” (v.11). Mas como uma unidade com Cristo, “como eleitos de Deus, santos e amados” (v.12), brilhando a Sua luz e temperando o mundo “de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade” (v.12), servindo de forte suporte para nossos semelhantes e perdoando-nos mutuamente, “assim como o Senhor [nos] perdoou” (v.13). Se pudesse indicar um texto da Bíblia como fonte de preparo para a segunda vinda de Cristo, certamente este capítulo seria uma excelente sugestão.
A palavra “Revesti-vos” (v.12), é a mesma que Paulo usou ao se referir à armadura de Deus (Ef.6:11). Este especial revestimento, contudo, não está vinculado ao contexto de guerra, mas de paz. E acima de todas as virtudes anunciadas, está o amor, “que é o vínculo da perfeição” (v.14). O amor é a “cola” que une perfeitamente as demais virtudes, tornando-as eficazes. Já “a paz de Cristo” deve ser o árbitro em nosso coração (v.15). Ou seja, assim como Jesus não veio para julgar, mas para amar e “dar a Sua vida em resgate por muitos” (Mc.10:45), devemos nos unir a Ele neste mesmo propósito, olhando para todos como fortes candidatos à cidadania celestial. Precisamos estar revestidos de toda a armadura de Deus para fazer morrer a nossa natureza carnal todos os dias, mas também igualmente revestidos das virtudes do Céu para que “a palavra de Cristo” habite em nós, e como hospedeiros do Espírito Santo, sejamos capacitados a instruir-nos e aconselhar-nos “mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em [nosso] coração” (v.16).
Tudo o que fazemos, “seja em palavra, seja em ação”, deve ser realizado “em nome do Senhor Jesus, dando por Ele graças a Deus Pai” (v.17). E não há melhor símbolo na Terra que tenha um alcance e uma eficácia maior do que uma família temente a Deus. Ao listar os deveres da família, Paulo não estava falando apenas sobre a função de cada membro do lar, mas da importância de um lar em que todos cumprem com fidelidade o dever que lhes compete. Em uma casa em que há mútua compreensão, amor incondicional e uma fé sólida, um pedacinho do Céu é estabelecido na Terra, irradiando uma luz e influência que sermão algum pode superar. Em um mundo onde a liberdade tem sido confundida com libertinagem, sob o argumento egoísta de que a felicidade é ser livre para fazer o que bem quiser, famílias têm sido destruídas e têm se destruído, recebendo “em troco a injustiça feita” (v.25).
“A Cristo, o Senhor, é que estais servindo” (v.24)? Ou você vive uma farsa “visando tão somente agradar homens” (v.22) e sua própria natureza carnal? Amados, “tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens” (v.23). Busquemos “as coisas lá do alto, onde Cristo vive” (v.1). Seja a nossa vida “oculta juntamente com Cristo, em Deus” (v.3), para que o nosso eu pereça e Cristo, e somente Ele, seja revelado em nós.
Querido Pai que habita nos Céus, santificado seja o Teu nome! Senhor, queremos estar escondidos em Cristo, nEle que é a nossa vida. Cada dia que passa percebemos não somente um cenário mundial complicado, mas o cenário profético que nos diz que a nossa redenção se aproxima. Queremos estar prontos para o glorioso Dia do Senhor. Que morra o nosso eu, juntamente com tudo o que for carnal e terreno, e viva Cristo em nós. Restaura-nos à Tua imagem e semelhança, Pai, revestindo-nos da beleza do caráter de Teu Filho amado. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, “ressuscitados juntamente com Cristo” (v.1)!
Rosana Garcia Barros
#Colossenses3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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COLOSSENSES 3 – Cristo e Seu evangelho exercem poder grandioso na vida quem realmente se entrega a Ele e se converte do pecado.
As mudanças profundas que o poder do evangelho são transformações relacionadas a uma nova perspectiva, um novo caráter e um novo estilo de vida.
A vida do cristão está “escondida com Cristo em Deus”, indicando uma nova posição espiritual. Diante disso, o cristão precisa direcionar seus pensamentos e prioridades nas coisas celestiais, em vez de estar preso às preocupações terrenas (Colossenses 3:1-4).
Quando Cristo assume o controle da vida, o converso é chamado a “mortificar” (eliminar) práticas pecaminosas (Colossenses 3:5-9), como:
• Imoralidade sexual;
• Impureza;
• Paixões carnais;
• Desejos maus;
• E a ganância, que é idolatria;
• Ira;
• Indignação;
• Maldade;
• Maledicência;
• Linguagem indecente;
• Mentiras.
Isso reflete o abandono do “velho homem”, com seus hábitos e práticas.
O evangelho traz uma transformação radical do caráter do cristão, o qual, com a conversão, passa a ser chamado a se revestir do “novo homem”, renovado à imagem do Criador (Colossenses 3:10-14):
• Virtudes como: Profunda compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência.
• Tolerância e o perdão mútuo, como Cristo nos perdoou.
• Acima de tudo, o amor, que é o elo perfeito.
Ao se submeter inteiramente a Cristo, o converso passa a ter uma nova direção para a vida (Colossenses 3:15-17). A paz deve ser o juiz no coração dos cristãos, promovendo unidade no corpo de Cristo. A vida do cristão é marcada por uma atitude de gratidão contínua; e a Palavra de Cristo habita ricamente no cristão, direcionando a sabedoria, a adoração e as instruções mútuas. Desta forma, cada ação, seja em palavras ou obras, será feita em nome do Senhor Jesus.
Acontece também com a conversão ao evangelho uma transformação poderosa nas relações:
• Na família (Colossenses 3:18-21): Paulo instrui sobre o papel de cada membro da família, refletindo o respeito mútuo e serviço amoroso. O papel da esposa, do marido, dos filhos e dos pais são definidos pelas Escrituras, não pela cultura.
• No serviço (Colossenses 3:22-25): Servos/escravos/funcionários são chamados a trabalhar com sinceridade, como para o Senhor, não para homens.
Colossenses 3 é uma convocação celestial para vivermos a plenitude do evangelho, abandonando as sombras do velho eu, abraçando a luz da vida em Cristo.
Cristo nos transforma! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: COLOSSENSES 2 – Primeiro leia a Bíblia
COLOSSENSES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/cl/2
Ao me ajoelhar ao lado de José, senti grande compaixão por aquele jovem oprimido por um demônio. Ele estava sofrendo por mais de uma hora, conforme o espírito maligno que o possuía praguejava e ameaçava os que estávamos orando. Agora José estava deitado no chão, imóvel, como se estivesse morto. Sua postura física refletia a sua condição espiritual.
“José”, disse eu com a minha Bíblia aberta no chão à frente, “Colossenses capítulo 2 diz que mesmo que você esteja morto em seus pecados, Jesus lhe perdoará. Jesus desarmou os principados e potestades e triunfou sobre eles na cruz. Somente Jesus pode libertá-lo. Você acredita nisso, José?” Um instante depois a voz sinistra que estivera nos amaldiçoando gritou: “Eu sei disso há dois mil anos!”
José encontrou a liberdade naquele dia. Sua liberdade foi garantida dois mil anos atrás, quando Aquele que é a cabeça de todos os principados e potestades veio a esta terra em forma corpórea cheio de toda a plenitude da divindade.
O único modo de encontrarmos a plenitude é através de um relacionamento com Jesus (v. 10). José acreditou nessas verdades poderosas e isso mudou o curso da vida dele.
Essas verdades já mudaram o curso da sua vida?
Kenneth Norton
Presidente da Missão Guam – Micronésia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/col/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara