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2262 palavras
Obs: Tendo em vista a importância deste capítulo em sua descrição do tempo do fim e da Volta de Cristo, recomendamos fortemente o estudo destes comentários, inda que um pouco mais longos que o costume (2262 palavras).
1 Nós vos rogamos. Em vez de recorrer à autoridade apostólica e distribuir ordens aos ouvintes, com tato e humildade, Paulo solicita-lhes que ouçam e se dirige a eles como irmãos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 243.
3 Santificação. Do gr. hagiasmos (ver com de Rm 6:19). A vontade de Deus … pode ser cumprida apenas com nossa completa consagração. Cristo morreu para possibilitar nossa santidade (Ef 5:25-27), mas esse resultado não é obtido num momento. A justificação é efetuada momentaneamente, quando o pecador arrependido aceita o perdão de Deus, o que não ocorre com a santificação, que é obra contínua da graça (ver com. de Rm 12:1, 2). “Não é obra de um momento, uma hora, um dia, mas da vida toda” (AA, 560). CBASD, vol. 7, p. 243, 244.
Abstenhais. Deus espera que o cristão se mantenha longe do pecado e não se exponha à tentação (ver com. de 1Co 6:18). CBASD, vol. 7, p. 244.
Prostituição. Em nossos dias, quando os padrões de conduta sexual são diminuídos, a castidade é considerada antiquada e os divórcios são frequentes, essa imposição merece atenção escrupulosa de cada professo seguidor do Senhor. CBASD, vol. 7, p. 244.
5 Lascívia. A expressão “desejo de lascívia” pode ser traduzida como “paixão do desejo”. CBASD, vol. 7, p. 245.
6 Nesta matéria. Paulo … claramente lida com pureza sexual. … o apóstolo se mantém no assunto nos v. 3 e 7, e … cuidadosamente afirma que a fornicação é uma forma de roubo, uma vez que toma o que pertence ao outro. CBASD, vol. 7, p. 245.
Testificamos. Paulo tinha alertado fielmente os conversos contra as influências corruptoras presentes na sociedade. Tal admoestação solene precisava ser levada a sério pela igreja de Deus na atualidade, cercada como está pelas influências de uma sociedade corrupta. CBASD, vol. 7, p. 245.
Vingador. Aquele que forma o laço o qual une esposo e esposa, também cuida deles (ver Mt 19:5, 6). … Paulo relembra seus leitores que o pecado, especialmente o tipo do qual ele trata aqui, não permanecerá sem punição. Essa declaração é dada como a primeira razão para não defraudar o irmão. CBASD, vol. 7, p. 245.
7 Chamou. Ver com. de 1Ts 3:12. O chamado de Deus é uma razão poderosa para os filhos de Deus se absterem de qualquer impureza (ver com. de 1Co 6:18-20; 1Pe 1:14-16). CBASD, vol. 7, p. 245.
Santificação. A santidade deveria caracterizar cada aspecto da vida do cristão. CBASD, vol. 7, p. 2436.
8 Rejeita. Aquele que rejeita o conselho de Paulo (v. 3-7) rejeita a palavra de Deus. CBASD, vol. 7, p. 246.
Vos dá. Paulo não fala de sua inspiração pessoal pelo Espírito Santo, mas da provisão que Deus tem feito para Seu povo ser vitorioso sobre todas as formas de pecado. O Senhor não chamou Seus filhos apenas à santidade e lhes concedeu ordens explícitas contra a impureza, mas concedeu poder para alcançarem Seu alto padrão. Assim fortalecido, o cristão é capaz de superar todos os obstáculos na busca de um caráter como o do Mestre (cf. Ef 3:16-19; Fp 4:13; Cl 1:11). CBASD, vol. 7, p. 246.
9 Amar-vos uns aos outros. O propósito da instrução divina é promover o amor fraternal no coração dos crentes (cf. com de 1Ts 3:12). O amor fraternal fervoroso é uma das mais fortes evidências de conversão (AA, 262). CBASD, vol. 7, p. 246.
10 Na verdade, estais praticando. Os tessalonicenses já tinham demonstrado amor para com os crentes do norte da Grécia, e Paulo os elogiara no início da epístola pela “abnegação do vosso amor” (ver com. de 1Ts 1:3). CBASD, vol. 7, p. 246.
Progredirdes cada vez mais. O amor que os tessalonicenses exibiam ainda não era perfeito. O apóstolo solicitou-lhes que se empenhassem em realizações ainda maiores. O caminho do cristão é de progresso contínuo. Apenas quando amamos uns aos outros plenamente é que o amor de Deus é aperfeiçoado em nós (1Jo 4:12, 20, 21). CBASD, vol. 7, p. 246.
11 Tranquilamente. Isto é, ter uma vida sossegada, viver com calma. Havia fanatismo entre os crentes tessalonicenses. … A partir do contexto e do teor da epístola, parece que esses pontos de vista inquietantes estavam ligados à doutrina do segundo advento (ver 1Ts 4:13-18; 5:1-11; cf. AA, 228, 229). CBASD, vol. 7, p. 246.
Cuidar do que é vosso. Dá-se a impressão que alguns membros da igreja tinham se intrometido em assuntos alheios, possivelmente, até mesmo em assunto da igreja (cf. com. de 2Ts 3:11, 12). CBASD, vol. 7, p. 247.
Trabalhar. … parece que alguns estavam ensinando que, em vista do segundo advento, era muito tarde para ocupações comuns. Como resultado, alguns pararam de trabalhar pela subsistência e, para sustento próprio, dependiam da generosidade dos irmãos. CBASD, vol. 7, p. 247.
12 Dignidade. A admoestação não se refere a relações comerciais, mas a ter uma vida cristã consistente, tomando conta dos assuntos pessoais e trabalhando diligentemente para se sustentar. CBASD, vol. 7, p. 247.
Para com os de fora. A coerência na vida cristã é um testemunho ao mundo descrente. CBASD, vol. 7, p. 247.
De nada venhais a precisar. O cristão deve ter como objetivo ser independente, não depender de outros para sustento pessoal. CBASD, vol. 7, p. 247.
13 Não queremos. O apóstolo aborda um novo tópico: o destino dos cristãos mortos em relação ao retorno de Cristo. Pode ser que Timóteo, ao retornar de Tessalônica (1Ts 3:6) , tenha trazido notícias de que os membros da igreja estavam preocupados com o destino daqueles que faziam parte do grupo, mas morreram depois de convertidos. Como compartilhariam das glórias do reino de Cristo em Sua vinda? Paulo passa a considerar o assunto em detalhes (1Ts 3:13-18) e lida com o tópico relacionado: o tempo da vinda de Cristo (1Ts 5:1-11). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 247.
Aos que dormem. Do gr. koimao, “dormir”, “morrer”. … Cristãos morriam continuamente. As inscrições gregas demonstram que uma sepultura era conhecida às vezes como koimeterion, palavra utilizada também para um dormitório ou quarto de dormir. No uso cristão pensava-se na morte como um sono, aguardando a manhã da ressurreição. CBASD, vol. 7, p. 244.
Para não vos entristecerdes. Parece que os tessalonicenses sofriam desnecessariamente por aqueles que morreram depois de aceitar o evangelho. Os que permaneceram temiam que o falecido perdesse a gloriosa experiência que os cristãos esperavam desfrutar no retorno de Cristo. Paulo devota os v. 13 a 18 para desfazer esse mal-entendido e para consolar os crentes. … Paulo não está mostrando aversão ao pesar natural. Ele ensina os crentes a não imergir em desesperadora tristeza humana, mas a erguer a cabeça em expectação da reunião com os amados que partiram na época do retorno do Senhor e da ressurreição. CBASD, vol. 7, p. 247, 248.
Como os demais. … os não cristãos. CBASD, vol. 7, p. 248.
14 Se cremos. O grego mostra que não há expressão de dúvida. A cláusula condicional considera como verdade a morte e ressurreição de Jesus. … A morte e ressurreição de Jesus dão ao cristão uma firme esperança de ressurreição (ver Jo 14:19; ver com. de 1Co 15:20-23). Logo, os tessalonicenses não deveriam se desesperar quando seus amados morressem. CBASD, vol. 7, p. 248.
Em sua companhia. Isto é, com Jesus, da sepultura. Paulo chega ao ponto crucial da resposta aos tessalonicenses angustiados. Eles estavam preocupados com o destino dos mortos. O apóstolo lhes assegura, numa declaração categórica, que Deus planejou que os cristãos que morreram fossem ressuscitados assim como Jesus. Essas palavras garantiram aos crentes que seus amados não foram esquecidos. Essa convicção inspirada satisfaria as inquietações e lhes daria descanso mental. … Deve-se observar que Paulo está preocupado principalmente com o fato de que os justos mortos não foram esquecidos, não com os detalhes cronológicos da ressurreição. Estes são apresentados em 1 Coríntios 15:23: “Cristo, as primícias, depois, os que são de Cristo, na Sua vinda.” … Alguns ensinam que Paulo fala de almas desencarnadas que ascenderão ao Céu na morte e retornarão com Jesus quando Ele vier à Terra na segunda vinda. No entanto, a Bíblia não ensina em nenhum lugar que a alma humana é imortal e que ascende ao Céu na morte (ver com. de Mt 10:28; Lc 16:19-31; 2Co 5:2-8). Além disso, a interpretação está completamente fora de harmonia com o contexto. Paulo não fala de almas imortais, mas dos “que dormem” (v. 13), dos “que em Jesus dormem” (v. 14, ARC), “os mortos em Cristo” (v. 16). Os “mortos em Cristo” ressuscitarão (v. 16), não descerão. Os vivos não são descritos como os que precedendo, com referência a estar com o Senhor (v. 15). Todos entrarão no reino juntos (v. 17). Se os mortos precedessem os vivos e passassem algum tempo com o Senhor antes da ressurreição, a linguagem do apóstolo não teria sentido, na verdade, seria absurda. O conforto seria inapropriado. Paulo deveria ter dito aos tessalonicenses para dispersar todas as preocupações porque seus amados estavam desfrutando a paz do Céu. No entanto, não foi o que Paulo fez. Ele não podia fazer isso. Seu ensino estava em harmonia com o do Senhor (ver com. de Jo 14:3). Alguns comentaristas, vendo os problemas envolvidos, sem reserva admitem que “não se fala aqui das almas desencarnadas” (Jamiesen, Fausset e Brown). CBASD, vol. 7, p. 248, 249.
15 Nós, os vivos, os que ficarmos. Isto é, aqueles que, em contraste com os justos mortos, permanecerão vivos até o retorno de Cristo. Aqui, Paulo parece expressar uma esperança de que ele e os conversos a quem está escrevendo estarão vivos quando Cristo vier, uma esperança comum aos cristãos de todas as épocas. No entanto, ele não afirma explicitamente que viverá até aquele grande dia (ver Rm 13:11; 1Co 10:11; Fp 4:5; Tt 2:13; ver nota adicional do com. de Rm 13). CBASD, vol. 7, p. 249.
Vinda. Do gr. parousia (ver com. de Mt 24:3). A palavra parousia algumas vezes foi utilizada para a chegada de um general romano para celebrar uma procissão triunfal pelas ruas de uma cidade. A palavra é adequada para descrever o retorno triunfal de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 249.
De modo algum precederemos. Do gr. phthano. Paulo assegura aos leitores que os cristãos vivos não se unirão ao Senhor antes daqueles que dormiram. … Este ensino deixa claro o verdadeiro estado daqueles que morreram “em Cristo”. Eles estão adormecidos, aguardando a vinda do Senhor. Ainda não foram unidos ao Senhor, mas, como os cristãos vivos, aguardam o segundo advento para a tão esperada união com o Mestre (cf. Jo 11:23-25). Nenhuma classe tem precedência sobre a outra; ambas serão levadas juntas em glória ao Senhor na Sua vinda. CBASD, vol. 7, p. 249.
16 O Senhor mesmo. Cristo não enviará um substituto, nem virá espiritualmente. Ele virá pessoalmente. O mesmo Jesus que ascendeu ao Céu descerá de lá. CBASD, vol. 7, p. 249.
Arcanjo. Do gr. archaggelos, “anjo principal”, “primeiro anjo”, composto de archi, um prefixo que denota “liderança” ou “importância” e aggelos, “anjo”, portanto, “o líder dos anjos”. No NT, a palavra archaggelos ocorre apenas aqui e em Judas 9, em que Miguel é declarado o arcanjo. Este Comentário [CBASD] apoia o ponto de vista de que Miguel é nosso Senhor, Jesus Cristo (ver com. de Dn 10:13; Jd 9; Ap 12:7). Esta interpretação possibilita conceber a voz de Cristo como a voz do arcanjo, sendo ouvida enquanto Ele desce (ver com de Jd 9). CBASD, vol. 7, p. 250.
E os mortos em Cristo. A expressão “os mortos em Cristo” é utilizada aqui para distinguir os santos que dormem das outras duas classes de pessoas: (1) os ímpios mortos que, em massa, não serão ressuscitados na segunda vinda de Cristo; (2) os cristãos vivos aos quais é assegurado que os amados mortos não estarão em desvantagem quando Jesus regressar, mas receberão atenção prévia ao serem ressuscitados primeiro e, assim, colocados em pé de igualdade com os santos vivos. CBASD, vol. 7, p. 250.
17 Arrebatados. Do gr. harpazo, “arrebatar” (ver com. de At 8:39; Fp 2:6; Ap 12:5). De harpazo, por meio do verbo do latim rapio, é derivada a palavra “rapto”, um termo que alguns utilizam num sentido teológico técnico para descrever o arrebatamento dos santos que Paulo menciona aqui. Aqueles que utilizam a palavra “rapto” ensinam que a aparição audível e visível de Cristo de Cristo com poder e grande glória será precedida alguns anos antes por Sua vinda de modo secreto e invisível nos ares para arrebatar Seus santos, enquanto o restante da população vive durante um período marcado por uma tribulação sob o governo do anticristo. No entanto, esta passagem, com a qual eles descrevem a vinda secreta, anuncia a vinda de Cristo com uma “palavra de ordem”, a “voz de arcanjo” e a trombeta de Deus” (v. 16) e dificilmente representa um evento secreto. … A trombeta também é mencionada em Mateus 24:30-31, num contexto que claramente descreve a vinda visível… As duas passagens [Mateus 24 e I Tessalonicenses 4] caracterizam um único evento que ocorrerá num determinado momento. Esse é o ensino uniforme de todas as Escrituras (sobre determinados conceitos falsos em que baseia o arrebatamento secreto, ver Notas Adicionais a Apocalipse 20, Nota 2). CBASD, vol. 7, p. 251.
Para o encontro com o Senhor. No momento do encontro, o desejo mais estimado do cristão será realizado: ele estará unido Àquele a quem ama acima de todos os outros (cf. com. de Fp 1:23). CBASD, vol. 7, p. 251.
Estaremos para sempre com o Senhor. Paulo não tenta levar os leitores mais além do momento extático do encontro. Os discípulos de todas as épocas estarão finalmente unidos com o Mestre, o futuro está seguro. Não há necessidade nesta conjuntura de escavar o que está adiante. No entanto, sabemos de outras escrituras que depois da união os redimidos continuarão a jornada iniciada e seguirão com Cristo para o lar celestial (ver com. de Jo 14:2, 3). Dessa forma, estarão “para sempre com o Senhor”. CBASD, vol. 7, p. 251.
18 Consolai-vos … uns aos outros com estas palavras. É mais que uma sugestão. De modo carinhoso, o apóstolo ordena que os crentes meditem nestas “palavras” (v. 13-17), para perceber a importância do conforto e de compartilhar essa consolação uns com os outros, afim de que todos fossem encorajados pela mensagem. CBASD, vol. 7, p. 251, 252.
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“Finalmente, irmãos, nós vos rogamos e exortamos no Senhor Jesus que, como de nós recebestes, quanto à maneira por que deveis viver e agradar a Deus, e efetivamente estais fazendo, continueis progredindo cada vez mais” (v.1).
Havia uma nítida preocupação de Paulo quanto à prática da santidade na igreja de Tessalônica. Apesar de sua fidelidade e generosidade, o risco de se envolverem ou tornarem permissivos pecados sexuais era muito grande, haja vista ser uma igreja composta, em sua maioria, por gentios. A mensagem da salvação pela graça unicamente pela fé em Cristo é libertadora e consoladora. Nenhuma de nossas obras seriam capazes de pagar o alto preço de nossa dívida. A vida do nosso Salvador nos é outorgada quando simplesmente aceitamos que a boa obra do Espírito Santo seja realizada em nós. E é justamente aqui que muitos se confundem. Porque não se trata de convencimento apenas, mas de conversão. Requer uma mudança de vida que nem todos estão dispostos a aceitar.
A graça não cancela a nossa necessidade de santificação, antes, a confirma. A ordem divina continua sendo a mesma: “Sede santos, porque Eu sou santo” (1Pe.1:16). Basta olharmos para a vida dAquele que é o nosso exemplo de santidade. Por Sua graça, podemos nos tornar Seus imitadores, buscando seguir os Seus passos. José foi vendido por seus próprios irmãos, levado ao Egito como escravo e preso injustamente; um processo doloroso mas essencial a fim de que seu caráter fosse preparado para assumir o governo do Egito. Moisés precisou passar quarenta anos pastoreando ovelhas no deserto antes de sua missão de libertar os hebreus. São exemplos que nos mostram que Deus espera de nós uma resposta, “quanto à maneira por que deveis viver e agradar a Deus” (v.1), e nesse sentido possamos progredir “cada vez mais” (v.1).
Amados, “Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação” (v.7). O que está acontecendo no meio cristão, hoje, é a prova inequívoca de que o afastamento da Palavra de Deus é letal. Pois como colocar em prática aquilo que desconheço? Como ser santo sem sorver da fonte da santidade? Jesus mesmo afirmou: “Santifica-os na verdade, a Tua Palavra é a verdade” (Jo.17:17). Em contrapartida, também tem acontecido uma verdadeira batalha teológica entre ministros e leigos sempre em torno de temas que envolvem uma tomada de decisão. Contudo, eu nunca vi ou ouvi falar de ninguém que tenha entregue a vida a Cristo a partir de discussões e polêmicas. E enquanto o povo de Deus se debate entre si, Satanás se aproveita investindo na destruição das mentes, dos lares e da própria igreja.
Portanto, a progressão espiritual de que Paulo tanto exorta não se trata de justificação por obras, mas de uma resposta de amor, do resultado inevitável de uma vida relacional com Cristo através de Sua Palavra. Como está escrito: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv.4:18). “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor” (Os.6:3). Deus nos “dá o Seu Espírito Santo” (v.8), para que por Seu conhecimento tenhamos a vida eterna. “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3). O que é mais lindo é que esse conhecimento não requer um doutorado em teologia para se obter. Ele está disponível ao mais humilde pecador que reconhece a sua necessidade em buscá-lo. E para este, a vida eterna começa aqui, pois a vida de Cristo está nele e sua própria vida, escondida em Deus, manifesta seu intenso desejo de encontrar o “Senhor nos ares”, e estar “para sempre com o Senhor” (v.17).
Este mundo caminha para a destruição final e a nossa missão como filhos e filhas de Deus requer o conhecimento que santifica, liberta e salva. Logo o Senhor voltará, amados! Logo ouviremos “a voz do arcanjo” e “a trombeta de Deus” (v.16), anunciando a nossa vitória em Cristo. Falta bem pouco para “os mortos em Cristo” (v.16) serem retirados do pó da terra com corpos glorificados e os vivos serem igualmente transformados num abrir e fechar de olhos. E o nosso tempo de preparo para a vinda do Senhor chama-se hoje, agora.
O meu desejo e a minha oração é que a nossa fé seja fortalecida e que, cheios do Espírito Santo, possamos proclamar em alta voz a verdade presente, ainda que perseguidos ou mal compreendidos. Porque “todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm.3:12).
Santo Deus e Pai, ilumina a nossa mente com a gloriosa luz da Tua Palavra! Como necessitamos do Teu Espírito nos ensinando e nos ajudando a crescer Contigo a cada dia! Purifica-nos, nosso Pai! Santifica-nos! Prepara-nos para Te encontrar! Une o nosso coração com o Teu para que tudo em nós seja a Tua obra de reavivamento e reforma em nossa vida. Em nome do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, Te pedimos, confiando em Tuas fiéis promessas, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, santificados na Palavra!
Rosana Garcia Barros
#1Tessalonicenses4 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I TESSALONICENSES 4 – A esperança do cristão tem fundamento. Não é vazia!
I Tessalonicenses 4 é um dos textos mais profundos e esclarecedores sobre a esperança cristã. Paulo inicia enfatizando a necessidade de viver de maneira que agrade a Deus, com foco claro na santificação. Ele salienta áreas específicas, como a pureza sexual, mostrando que o cristão é chamado a refletir o caráter de Deus enquanto vive neste mundo.
• Esta santificação não é apenas regra ética, mas uma resposta lógica à redenção em Cristo, reforçando a identidade do cristão como alguém pertencente a Deus (I Coríntios 6:19-20).
• A vida de santidade é o resultado natural de compreender que aqui não é nosso lar. O cristão vive com os olhos na eternidade, separando-se dos valores mundanos que são incompatíveis com a nova vida em Cristo.
A partir de I Tessalonicenses 4:9, Paulo explora a razão pela qual os cristãos estão neste mundo. Ele destaca que, enquanto os adventistas aguardam o advento de Cristo, eles têm um propósito claro: Viver de maneira digna e produtiva, refletindo os princípios do Reino de Deus.
• Esse ensino demonstra equilíbrio: O converso não é chamado a abandonar responsabilidades terrestres, mas vivê-las com a perspectiva da eternidade.
• A vida do adventista genuíno será de trabalho honesto, amor ao próximo e integridade; estas virtudes apontam para o Deus a quem servem e para o destino que aguardam.
Concluindo o capítulo, Paulo aborda diretamente a esperança cristã, consolando os crentes sobre aqueles que já morreram: Os mortos em Cristo não estão esquecidos; eles desfrutarão plenamente da glorificação no advento de Cristo.
“Quando Cristo voltar, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, e serão transladados para o Céu com todos os remidos. Portanto, os crentes precisam estar conscientes sobre o fim do mundo e a santificação da vida cristã. Aqui não é nosso lar. Os cristãos precisam compreender por que estão neste mundo” (Bíblia do Discípulo).
A ressurreição e o arrebatamento dos cristãos formam a base da esperança cristã, garantindo que os redimidos estarão para sempre com o Senhor. Esse trecho elimina qualquer ideia de uma esperança vazia ou sem fundamento. A promessa da ressurreição é ancorada na vitória histórica de Cristo sobre a morte (I Coríntios 15:20-22).
Olhemos para o futuro com expectativa! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I TESSALONICENSES 3 – Primeiro leia a Bíblia
1 TESSALONICENSES 3 – BLOG MUNDIAL
I TESSALONICENSES 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1ts/3
1 Tessalonicenses 3 é uma carta pessoal a uma igreja que o apóstolo Paulo havia estabelecido na Ásia Menor. A carta tem aplicação para nossos dias cerca de vinte séculos depois.
Seis pontos principais se destacam nesta passagem, dignos de nossa atenção:
1. Paulo desejava que a igreja de Tessalônica tivesse uma fé forte durante os tempos difíceis. Nós também, que vivemos em meio a crescentes provações, precisamos nos lembrar de buscar o Senhor regularmente a fim de ter uma fé forte Nele. Como eles enfrentaram provações cada vez maiores, nossas provações também aumentarão à medida que nos aproximarmos da volta de Jesus.
2. Da mesma forma que o tentador (Satanás) aumentou a dificuldade para os crentes do primeiro século, obviamente ele aumentará a dificuldade para a nossa geração que se aproxima da breve segunda vinda de nosso Senhor.
3. Como vimos, a igreja em Tessalônica passou por tempos difíceis, portanto, faríamos bem em pedir ao Senhor para aumentar a nossa fé durante as dificuldades que virão conforme nos aproximamos da volta de Jesus. Mateus 24 retrata claramente que estamos apenas no início dos problemas que logo se tornarão em perseguição total. Portanto, Igreja, precisamos pedir ao Senhor por mais fé.
4. Paulo orava dia e noite por essa igreja específica na Ásia.
5. Quanto mais nos aproximamos do retorno de Jesus, mais a expressão do nosso amor uns pelos outros deve aumentar.
6. Precisamos encorajar uns aos outros no relacionamento com nosso Deus e Pai a fim de que possamos ser irrepreensíveis e santos em Sua presença quando Jesus voltar com Seus santos anjos.
D. Lynn Bryson
Pastor, IASD de Twin Falls, Idaho, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1th/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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921 palavras
1 Pelo que. Isto é, devido ao intenso amor e aflição do apóstolo por seus conversos e a contínua frustração de Paulo nas tentativas de retornar a Tessalônica. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7. p. 238.
Ficar sozinho em Atenas. O relato informa que, quando Paulo foi forçado a deixar a Macedônia, “Silas e Timóteo continuaram ali” (At 17:14). Ao chegar a Atenas, o apóstolo sentiu o tremendo desafio apresentado pela culta metrópole pagã e sentiu necessidade de auxiliadores fiéis. … O relato em Atos … sugere que Timóteo foi, e que o enviaram de volta à Macedônia quase imediatamente para ministrar aos crentes tessalonicenses. Paulo ficou sozinho em Atenas. Essa decisão deve ter sido a mais difícil para ele. O grande sacrifício que o apóstolo estava disposto a fazer, privando-se do companheirismo e auxílio de Timóteo indica a urgência das necessidades dos tessalonicenses. Depois da visita, Timóteo e Silas se encontraram com Paulo em Corinto (At 18:5). CBASD, vol. 7. p. 238.
2 Para confirmar-vos. O principal objetivo da visita de Timóteo era fortalecer e confirmar os crentes, para que nenhum voltasse atrás. CBASD, vol. 7. p. 238.
Exortar-vos. O segundo propósito na missão de Timóteo era exortar os crentes. Isso incluiria uma revisão acerca do que foram ensinados, uma ampliação dos horizontes doutrinários e fortalecimento da experiência cristã diária. Tudo isso estã incluído na frase “em benefício da vossa fé”. CBASD, vol. 7. p. 238.
3 Se inquiete com estas tribulações. Paulo conhecia os perigos que a perseguição local apresentava aos tessalonicenses , e esperava fervorosamente que o ministério de Timóteo os impediria de enfraquecer na fé. … Paulo previa as difíceis circunstâncias em que seus conversos teriam que praticar a fé. CBASD, vol. 7. p. 238.
Estamos. A percepção de que Deus sabia da perseguição que estavam sofrendo, e que ela desempenhava parte importante em Seu plano para a vida deles, fortalece os cristãos para enfrentar a aflição. As provações que nosso Pai permite são meios necessários para a salvação, dirigidas e amenizadas para tal fim (1Co 10:13). O caráter é aperfeiçoado pelas provações, e os cristãos não devem se rebelar no processo de refinamento (ver com. de Ml 3:3; At 14:22; 2Tm 3:12; 1Pe 2:21; 4:12, 23). CBASD, vol. 7. p. 239.
5 Foi por isso. Embora Paulo soubesse que os tessalonicenses seriam perseguidos, não aceitou de modo indiferente essa convicção. ele amava seus filhos espirituais e estava ansiosopelo bem-estar deles. Por esta razão, enviou um mensageiro pessoal para lhe trazer em primeira mão as notícias sobre eles. CBASD, vol. 7. p. 239.
6 Grata lembrança de nós. Paulo temia que as interpretações errôneas dos judeus tivessem voltado os tessalonicenses contra ele, quando se ausentou. As notícias de que ainda pensavam nele com carinho e ansiavam vê-lo foi muito reconfortante ao apóstolo, que declara retribuir ao anseio (cf 1Ts 2:17, 18). CBASD, vol. 7. p. 239.
7 Fomos consolados. Paulo foi muito cuidadoso em encorajar outros e então foi confortado pelos que ajudava. Do mesmo modo, os atuais ministros de Deus devem ser animados. O melhor encorajamento que um coverso pode dar a quem o levou ao Salvador é estar firme no caminho cristão. CBASD, vol. 7. p. 240.
8 Se é que estais firmados. Paulo declara que enquanto os tessalonicenses permanecessem firmes, ele e seus companheiros desfrutariam vida no sentido cristão mais pleno. CBASD, vol. 7. p. 240.
Para Paulo o sucesso da propagação do evangelho era mais importante que a própria vida (cf Fp 1.21 e Mc 8.35 com 2 Co 11.24ss). Bíblia Shedd.
9 Que ações de graças …? Paulo deseja agradecer o testemunho exemplar Não às pessoas, mas a Deus, que possibilitou a vida vitoriosa deles. CBASD, vol. 7. p. 240.
10 Orando noite e dia. Neste versículo, há um vislumbre da vida de oração do apóstolo. … como o sumo sacerdote, ele carregava os conversos em seu coração continuamente (ver com de Êx 28:29). CBASD, vol. 7. p. 240.
Para vos ver pessoalmente e reparar as deficiências. Esta oração foi respondida alguns anos mais tarde (At 20.12). Bíblia Shedd.
12 Faça crescer. O apóstolo queria que o ardente amor que sentia pelos tessalonicenses fosse reproduzido no coração deles em benefício de outros. Amor ardente uns pelos outros é um sinal para o mundo sobre a genuidade da religião cirstã. Esse é um claro ensino de Cristo (Jo 13:34, 35). CBASD, vol. 7. p. 241.
A obrigação vai além de amar uns aos outros até o ponto de amar a todos, inclusive os perseguidores (cf Mt 5.44-47). Bíblia Shedd.
13 Confirmado. Paulo estava confiante que Cristo firmaria o coração dos crentes, e reconhecia que os tessalonicenses não poderiam realizar a obra por si próprios. CBASD, vol. 7. p. 241.
Santidade. Isto indica a esfera em que Cristo torna os crentes inculpáveis. Ele os capacita a viver vida santa para que consigam permanecer em pé e sem censura diante do Juiz do universo. Estar “confirmado em santidade” representa o mais alto padrão ético e espiritual. O apóstolo crê que tal padrão pode ser alcançado pela graça que Cristo provê àqueles que crescem em amor. Crer menos que isto seria negar o evangelho. CBASD, vol. 7. p. 241.
Na presença de nosso Deus. O desejo do apóstolo em favor de seus conversos é que eles estejam livres de qualquer falha em questões espirituais. CBASD, vol. 7. p. 241.
Na presença de nosso Deus. a preocupação de Paulo é que seus conversos sejam julgados irrepreensíveis, não pelos homens que são falíveis, mas por Deus, que perscruta os corações e sabe o que está na mente. CBASD, vol. 7. p. 241.
Vinda. Do gr. parousia (ver com. de Mt 24:3). A vinda de nosso Senhor é um dos temas principais desta epístola (ver 1Ts 1:10; 2:19; 4:16; 5:23). Nesse cenário, Paulo vê o dia da vinda de Cristo como as época quando o caráter do crente deverá ser confirmado. então, não haverá possibilidade de mudança. CBASD, vol. 7. p. 241.
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“E o Senhor vos faça crescer e aumentar no amor uns para com os outros e para com todos, como também nós para convosco” (v.12).
A comunhão experimentada pelos tessalonicenses tornou-se motivo de grande alegria para Paulo e seus companheiros. A forma como receberam e como compartilhavam o evangelho era plena, tanto em palavras como em atitudes. Eles não apenas aceitaram a Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas, mas buscaram conhecê-Lo através de um relacionamento diário e real com Ele, e foi isso que fez toda a diferença. Assim como Cristo apresentou à religião farisaica o caráter divino e foi rejeitado, aquela igreja estava experimentando os sofrimentos de seu Mestre. Sua conduta cristã incomodava, de forma que não demorou para serem duramente perseguidos.
A ida de Timóteo à Tessalônica, diferente de outras cartas de Paulo, em que ele enviava seus irmãos de confiança às igrejas a fim de admoestá-las e corrigi-las, foi mais um meio de fortalecer e encorajar aqueles irmãos a fim de que não ficassem inquietos com as tribulações. E Paulo foi além, quando afirmou: “Porque vós mesmos sabeis que estamos designados para isto” (v.3). As duras provas e perseguições não deveriam abalar a fé daquela igreja, mas fortalecê-la na certeza de que maior do que “o Tentador” (v.5), é o Deus que já o derrotou. E “o regresso de Timóteo” (v.6) foi um bálsamo ao coração do zeloso apóstolo que, ao saber da firmeza da fé e do amor dos tessalonicenses, foi grandemente consolado.
É intuito de Satanás fazer tudo o que está ao seu alcance para destruir a fé e o amor daqueles que amam a Deus. O seu maior objeto de fúria são aqueles “que hão de herdar a salvação” (Hb.1:14). À semelhança do que fez com Jesus, incitando os próprios judeus contra Aquele que diziam aguardar, o Tentador tem usado professos cristãos a fim de afligir os santos do Altíssimo. E a história tem se repetido, e alcançará grandes e terríveis proporções à medida que ele “sabe que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). Cumprir-se-á, então, o que o próprio Paulo advertiu: “E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles” (At.20:30); pessoas que, possuindo aparência de santidade e mostrando um falso amor, conquistam outros com a finalidade de moldá-los à sua própria forma desvirtuada de pensar.
Oh, amados, oremos uns pelos outros, “noite e dia, com máximo empenho” (v.10), para que, de modo algum, sejamos cúmplices na obra satânica de suscitar divisões e inimizades no meio do povo de Deus. O Senhor nos chama para sermos reparadores de brechas, e para que nossos filhos edifiquem o que está em ruínas (Is.58:12). O mundo precisa de famílias que, solidificadas na verdade, revelem o verdadeiro caráter de Cristo. Um caráter que não agride, mas que ora e chora pela salvação de todos. Perto está o tempo (e creio que já começou), em que estas palavras se cumprirão: “Alguns tinham sido arrojados fora do caminho. Os descuidosos e indiferentes, que não se uniam com os que prezavam suficientemente a vitória e a salvação, para por elas lutar e angustiar-se com perseverança, não as alcançaram e foram deixados atrás, em trevas, e seu lugar foi imediatamente preenchido pelos que aceitavam a verdade e a ela se filiavam” (Ellen G. White, Eventos Finais, CPB, p.157).
De que lado estamos neste grande conflito que está prestes a terminar? Oro para que “o Senhor faça crescer e aumentar [o nosso] amor uns para com os outros e para com todos […] a fim de que seja o [nosso] coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os Seus santos” (v.13).
Nosso amado Pai Celestial, ao lermos a Tua santa Palavra nos deparamos com tantos exemplos de cristãos genuínos, de homens e mulheres dispostos a dar a vida por Ti e uns pelos outros. E então olhamos para a nossa geração e percebemos quão distante estamos da fé primitiva! Senhor, desperta-nos a uma vida de oração intercessora com máximo empenho! Faz crescer e aumentar o nosso amor uns para com os outros, para que o nosso coração seja santificado e nisso confirmado, isento de culpa, diante da Tua presença na volta do nosso Senhor Jesus Cristo. Batiza-nos com Teu Espírito, nosso Pai! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, firmados na fé e no amor de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#1Tessalonicenses3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I TESSALONICENSES 3 – Este capítulo reflete o profundo cuidado pastoral de Paulo pelos cristãos de Tessalônica. Ele expressa preocupação por sua fé, relata o envio de Timóteo para fortalecê-los e regozija-se ao receber notícias encorajadoras sobre a perseverança dos crentes tessalonicenses.
Os três primeiros capítulos da carta em apreço revelam como Paulo abordou o tema do sofrimento enfrentado por sua amada igreja de Tessalônica. Este sofrimento se manifesta tanto na perseguição externa quanto nas dificuldades internas de manter a fé em meio às tribulações.
A igreja de Tessalônica foi plantada em meio à oposição (Atos 17:1-9). A cidade estava sob forte influência do paganismo e do culto imperial romano. Convertidos ao cristianismo, enfrentaram perseguições por rejeitarem os valores culturais e religiosos dominantes (I Tessalonicenses 1:8-9). Este contexto intensifica a relevância da mensagem de Paulo.
Paulo apresenta o sofrimento como parte inerente da experiência cristã. E, o exemplo dos tessalonicenses revelam que a alegria no Espírito Santo em meio às tribulações demonstra a autenticidade da conversão (I Tessalonicenses 1:6-10).
• Precisamos assimilar a capacidade dos crentes encontrar alegria mergulhados no sofrimento, o qual desafia a lógica puramente materialista, indicando uma força transcendente.
O sofrimento é uma prova de fé, mas também um meio de amadurecimento espiritual (Romanos 5:3-5). A história cristã mostra como a perseguição nunca conseguiu extinguir a fé, ao contrário, frequentemente a fortaleceu. Paulo percebeu isso também entre os tessalonicenses, e os motivou fornecendo um fundamento racional para confiar na justiça divina – uma resposta ao problema do mal e do sofrimento (I Tessalonicenses 2:14-16).
Em I Tessalonicenses 3, Paulo reconhece que o sofrimento é esperado, mas enfatiza que Deus usa essas circunstâncias para edificar a igreja (vs. 1-10). Os cristãos de hoje enfrentam diferentes formas de sofrimento – perseguição aberta, oposição cultural ou desafios pessoais. O último versículo, conclui exortando os crentes ao crescimento espiritual e preparação para a vinda de Cristo.
Então, considere:
• A perseverança dos cristãos diante da adversidade é um poderoso testemunho ao mundo incrédulo.
• Assim como Paulo enviou Timóteo, o discipulado e o suporte mútuo são indispensáveis para superar tribulações.
• A presença do sofrimento no mundo não é uma contradição à existência de Deus, mas uma demonstração da existência de Satanás (I Tessalonicenses 2:18).
• Portanto, precisamos apegarmo-nos perseverante a Deus!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I TESSALONICENSES 2 – Primeiro leia a Bíblia
1 TESSALONICENSES 2 – BLOG MUNDIAL
I TESSALONICENSES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1ts/2
Neste capítulo, Paulo mostra um padrão a ser seguido pelos líderes. Paulo lembra aos Tessalonicenses de seu comportamento ao testemunhar entre eles: “tratamos a cada um como um pai trata seus filhos. Aconselhamos, incentivamos e insistimos para que vivam de modo que Deus considere digno” (vv. 11-12 NVT). Paulo também os lembra de como ele não buscava o reconhecimento humano, nem fazia exigências, mas era gentil, assim como uma “mãe que alimenta os filhos e deles cuida” (v. 7 NVT).
Um bom líder sabe quando deve exercer autoridade e quando deve ser gentil. Paulo reconheceu a importância da liderança dinâmica e percebeu que não precisava ir aos Tessalonicenses “afirmando sua autoridade como apóstolo”. Em vez disso, Paulo foi gentil, sabendo que os Tessalonicenses eram “filhos” quando se tratava de coisas espirituais.
John Maxwell escreve “Liderança é influência: nada mais, nada menos.” Quer sejamos líderes por nomeação ou simplesmente por influência, devemos nos lembrar de ser dinâmicos em nossas interações. Assim como é importante “ser forte e pregar a Palavra”, também devemos saber quando as situações exigem um espírito gentil e protetor. Em resposta ao chamado para liderar hoje, ao conduzir outros a Jesus, você permitirá que Ele lhe encha com o gentil Espírito Santo?
Seth McKelvey
Pastor da Associação de Estudantes, Academia Adventista dos Grandes Lagos, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1th/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara