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1 Servo de Jesus Cristo. Ou “escravo de Jesus Cristo” (Rm 1:1). Se Judas e Tiago eram irmãos do Senhor, então, ambos mostram grande sutileza em suas epístolas, abstendo-se de mencionar esta relação, preferindo reconhecer a divindade de seu Mestre e proclamar sua submissão total, como Seus servos obedientes (Tg 1:1). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 778.
4 Introduziram com dissimulação. Do gr. pareisduō, “entrar secretamente”, “infiltrar-se furtivamente”. Os falsos mestres não eram honestos. Por ensinarem doutrinas subversivas, eles se esforçavam na dissimulação e entravam na igreja sem revelar seu verdadeiro caráter. CBASD, vol. 7, p. 779.
6 Algemas eternas. As “correntes” ou “amarras” são eternas no sentido de que os anjos rebeldes não podem escapar delas. CBASD, vol. 7, p. 780.
9 Miguel. Este Comentário apoia o ponto de vista de que “Miguel” é um dos nomes de Cristo (Dn 10:13; ITs 4:16; Ap 12:7), não como o anjo-chefe, mas como o governante dos anjos. CBASD, vol. 7, p. 781.
Corpo de Moisés. Além do relato de Judas, a única referência bíblica ao sepultamento de Moisés está em Deuteronômio 34:5 e 6, em que há registro de que o Senhor sepultou Seu servo fiel e que o local de seu túmulo é desconhecido aos homens. Judas, então, revela que o corpo foi objeto de disputa entre Cristo e Satanás. O fato de Moisés ter aparecido com Elias no monte da transfiguração leva à conclusão de que o Senhor triunfou na disputa com o diabo e ressuscitou Moisés de sua sepultura, fazendo dele a primeira pessoa conhecida a provar o poder vivificador de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 781.
Não se atreveu. Do gr. tolmaō, “ousar”, “presumir”, “fazer algo por conta própria”. Não estava de acordo com o caráter divino caluniar alguém, nem mesmo o diabo, e Cristo não Se atreveria a fazer qualquer coisa contrária à Sua própria natureza e ao caráter perfeito de Deus. Cristo não traria contra ele [o diabo] um “juízo infamatório” como acusação de mentira ou roubo. Satanás é o grande “acusador” (Ap 12:10), o grande caluniador (Zc 3:1, 2), e Cristo jamais usaria as mesmas armas de guerra do diabo. CBASD, vol. 7, p. 781.
15 Juízo. Do gr. krisis (2Pe 2:4). Cristo vem para pronunciar juízo sobre todos os homens, alguns dos quais serão salvos, e outros, perdidos (Jo 3:17; 5:22, 27). CBASD, vol. 7, p. 783.
17 Lembrai-vos. O esquecimento do que os apóstolos tinham dito tornaria os crentes suscetíveis aos ensinamentos sedutores do inimigo e prepararia o caminho para a apostasia. CBASD, vol. 7, p. 784.
20 Orando no Espírito Santo. Ou seja, orando de acordo com as orientações do Espírito Santo e com o auxílio do Espírito. CBASD, vol. 7, p. 785.
21 Guardai-vos. Embora os cristãos sejam “guardados pelo poder de Deus” (IPe 1:5; Jo 17:11), eles também têm de se guardar de todo o mal e permanecer na esfera das boas influências. CBASD, vol. 7, p. 785.
24 Apresentar. O clímax da proteção de Deus virá quando o crente se apresentar sem medo na presença divina, no dia do julgamento. Pela graça capacitadora de Cristo, o cristão pode viver uma fé confiante no poder de Deus que o impedirá de cair em pecado e permitirá que ele finalmente permaneça sem mancha ou vergonha na presença divina. CBASD, vol. 7, p. 786.
25 Amém! Do gr. amēn (Mt 5:18). Pelo uso da palavra aqui, Judas pode concordar com a atribuição de tal louvor a Deus, ou pode expressar seu desejo para que seus leitores se guardem de cair em pecado que, por sua vez, também pode se unir ao do hino de louvor ao Pai. É provável que o escritor pretenda que o “Amém” se aplique a ambos os sentidos. Sua carta, breve como é, certamente deve ter trazido estabilidade espiritual para a vida de quem a estudou. CBASD, vol. 7, p. 787.
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“Quanto a estes foi que também profetizou Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que veio o Senhor entre Suas santas miríades” (v.14).
A mensagem de Judas parece um tipo de preparo para o que vem logo em seguida. Como um prólogo de Apocalipse, a epístola de Judas revela verdades tão intimamente ligadas ao tempo do fim quanto as profecias do último livro da Bíblia. A finalidade do autor foi tão somente declarar o que o Espírito Santo o inspirou a escrever sobre a grande batalha espiritual desde tempos antigos e que muito em breve será encerrada. A diligente batalha pela fé precisa ser enfrentada sabendo que, de forma dissimulada, Satanás tem introduzido seus agentes para tentar desanimar e derrubar “aos chamados” (v.1), os que têm sido despertados para viver conforme toda a luz revelada para os últimos dias. E da mesma forma que, no passado, tanto anjos quanto homens selaram seu destino de eterna perdição, “homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus”, “desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta condenação” (v.4).
Quando o inimigo minou o coração de terça parte dos anjos com sua iniquidade, que grande vazio foi deixado no Céu e no coração do Criador! Quão terrível e fatídico deve ter sido aquele dia! As hostes que outrora abrilhantavam as abóbadas celestes, foram expulsas das moradas santas, pois a corrupção que lhes manchou o caráter não poderia ter ligação alguma com o santo lugar, nem tampouco com a presença do Senhor que é “Santo, Santo, Santo” (Ap.4:8). Este mesmo conflito que teve início no Céu, após a entrada do pecado, foi transferido para a Terra. A humanidade passou a ser o novo alvo do inimigo, porém, de forma ainda mais específica, ele tem procurado exercer toda sorte de maldades a fim de afligir e magoar os santos do Altíssimo. Foi assim com a primeira família humana, foi assim com Israel e o será até o fim quando ele lançar a sua última ira contra a igreja de Deus e “pelejar contra os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17).
Deus tem um povo que tem perseverado em fazer a Sua vontade e rejeitado as coisas que há no mundo. Bem como há inserido no meio do Seu povo muitos que insistem em transformar a fé em uma vitrine do “eu acho”. Que tipo de adoração estamos oferecendo a Deus quando não estamos dispostos a aceitar e viver o claro e sonoro “assim diz o Senhor”? Se a bela e apetitosa oferta de Caim, se as suas “boas intenções”, se a sua forma de adorar foram consideradas por Deus como indignas de aceitação, porque pensamos que podemos fazer o mesmo hoje diante de um Deus que não muda (Ml.3:6)? “Ai deles” (v.11), está escrito! Ai de nós, se seguirmos tamanha imprudência! Mas ainda que estejamos no caminho correto, isso não nos autoriza a difamar o nome de ninguém, mesmo que este esteja completamente errado. O fato de Miguel, que é Jesus, o Senhor dos Exércitos, não ter ousado “proferir juízo infamatório” contra o diabo; “pelo contrário, disse: O Senhor te repreenda!” (v.9), deveria ser para nós o grande exemplo de como podemos vencer nossas batalhas contra o mal: entregando tudo nas mãos do Deus Todo-Poderoso.
Toda a Terra tem manifestado que perto está o grande Dia do Senhor. E o Espírito Santo têm levantado os grandes reformadores atuais que, possuindo a mesma confiança de Lutero, estão a apregoar com fortes pancadas as teses da última verdade presente. Homens, mulheres, jovens e crianças que cheios da unção do Espírito, estão a revelar ao mundo não uma religião egocêntrica, mas “a religião pura e sem mácula” de Cristo (Tg.1:27). Creio que este exército de salvação já está sendo guardado e preparado para viver os últimos instantes deste mundo e, assim como Enoque, ser participante da graça de contemplar “o Senhor entre Suas santas miríades” (v.14) ainda em vida. Se esta era a esperança do apóstolo Paulo, porque não ser também a nossa? Devemos buscar viver cada dia com a intensidade de Jó: “Vê-Lo-ei por mim mesmo, os meus olhos O verão, e não outros; de saudade me desfalece o coração dentro de mim” (Jó 19:27).
“No último tempo”, amados, “haverá escarnecedores, andando segundo as suas ímpias paixões” (v.18). E não pensem que estes surgirão do meio cético, mas, principalmente, de nossas próprias fileiras. Irmãos que antes aparentavam cortesia e amizade, se revelarão como “aduladores dos outros, por motivos interesseiros” (v.16) e “são estes que promovem divisões, sensuais, que não têm o Espírito” (v.19). “Vós, porém, amados, edificando-vos na vossa fé santíssima, orando no Espírito Santo, guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna” (v.20-21). Tenhamos compaixão daqueles que ainda “estão na dúvida” (v.22), e sejamos veículos de salvação para livrá-los “do fogo”, detestando toda e qualquer aparência do mal (v.23).
Olhem para o alto, meus irmãos! Eis que a nossa redenção se aproxima! Clamemos com intenso fervor “Àquele que é poderoso para [nos] guardar de tropeços e para [nos] apresentar com exultação, imaculados diante da Sua glória” (v.24).
A Ti, Pai, “ao único Deus, nosso Salvador, mediante Jesus Cristo, Senhor nosso, glória, majestade, império e soberania, antes de todas as eras, e agora, e por todos os séculos. Amém!” (v.25). Dá-nos forças, Senhor, para vivermos a Tua vontade ainda que caiam os céus! Guarda-nos em Teu amor e nos ensina a orar no Espírito Santo. E mesmo diante de discursos aparentemente piedosos, mas desprovidos do Espírito, nos ajuda a discernir o engano daqueles que transformam em libertinagem a graça do Senhor. Pai, a Tua graça sobre nós custou o precioso sangue de Jesus. Ajuda-nos a lembrarmos disso todas as vezes que os púlpitos de Tua igreja forem usados de forma indevida. E que não cabe a nós difamar, mas confiar tudo em Tuas mãos, pois a Tua igreja é a menina dos Teus olhos. Derrama em nosso coração o Teu amor e fortalece a nossa fé nesses dias difíceis. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, “amados em Deus Pai e guardados por Jesus Cristo” (v.1)!
Rosana Garcia Barros
#Judas #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JUDAS – Este não é o indivíduo que traiu Jesus; é o meio-irmão do Salvador. Sua mensagem é intensa, direta e extremamente relevante para a igreja em qualquer época.
O tema central desta carta é uma convocação urgente para que os crentes batalhem diligentemente pela fé que uma vez por todas foi confiada aos santos (v. 3). Judas escreve contra a infiltração sorrateira de falsos mestres que distorcem a graça de Deus, levando muitos ao engano e à destruição espiritual.
Embora Judas tenha iniciado com um tom pastoral e fraterno, desejando falar “acerca da salvação”, alterou o rumo ao perceber a necessidade de alertar a igreja sobre um perigo iminente.
• Isso nos ensina que, mesmo sendo essencial pregar sobre o amor e a salvação, há momentos em que a igreja precisa ser alertada contra ensinos destrutivos que comprometem a verdade.
“A epístola que leva o nome de Judas é tão pequena e destruída de elementos formais de uma epístola comum que muitos a reputam por folha anti-herética ou bilhete de urgência enviado às igrejas com o fim de preveni-las dos mesmos perigos apontados nas cartas de Tiago e João, a saber, forças dissidentes que haviam adentrado na Igreja Cristã primitiva”, contextualiza Rodrigo Silva.
Com essa carta, fica evidente que a igreja “precisa lutar pela fé genuína e perseverar, resistindo aos pregadores mentirosos” (Bíblia do Discípulo).
Judas 4 revela que tais pregadores não vem de fora com ataques diretos; eles surgem dentro da igreja, distorcendo o evangelho para seus próprios interesses. Eles transformam a graça em libertinagem, pregam um evangelho sem santificação, sem transformação, onde o pecado é tolerado sob a desculpa de misericórdia divina. Judas adverte que esse tipo de ensino pervertido leva ao juízo divino, e usa exemplos históricos para fundamentar sua declaração (Judas 5-7):
• Os israelitas incrédulos destruídos após saírem miraculosamente do Egito
• Os anjos caídos que abandonaram sua posição e sofreram condenação.
• Sodoma e Gomorra destruídas devido à depravação moral.
A igreja precisa estar atenta aos sinais que caracterizam aos que corrompem o evangelho (Judas 8-16). E tão importante quanto discernir o erro, é permanecer firme na verdade (Judas 17-25). Como?
• Edificando-se na santíssima fé;
• Orando no Espírito Santo;
• Mantendo-se no amor de Deus;
• Aguardando a misericórdia de Jesus.
Vamos à luta? – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: III JOÃO 1 – Primeiro leia a Bíblia
III JOÃO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/3jo/1
Quando você ou eu escrevemos um e-mail, podemos colocar em itálico uma palavra que queremos que o destinatário observe. Ou podemos usar negrito ou MAIÚSCULAS. Os escritores da Bíblia não tinham essas opções. Em vez disso, eles usavam a repetição. A curta carta de João a Gaio em 3 João contém uma repetição interessante. Quatro vezes em apenas 14 versículos, João se refere a Gaio como “amado”.
A palavra “amado”, da palavra grega “agape”, é um termo afetuoso usado não apenas por João, mas também por outros escritores do Novo Testamento, incluindo Paulo, Pedro, Tiago e Judas. Significativamente, Deus usou a palavra duas vezes para descrever Seu amor por Jesus. “Este é o Meu Filho amado, em quem me comprazo”, disse Deus no batismo de Jesus (Mateus 3:17). No Monte da Transfiguração, Ele reiterou: “Este é Meu Filho amado, em quem me comprazo; ouça-o!” (Mateus 17:5).
Sabemos pouco sobre Gaio além do que João escreveu em 3 João. Mas uma coisa é certa: João amava Gaio profundamente.
Você expressa afeto de modo generoso? Você é igualmente generoso em seu amor a Deus? Escreva hoje uma carta para alguém especial. Use a repetição para expressar o seu amor. Escreva, como João, que você está orando por essa pessoa. E então ore por ela.
Andrew McChesney
Editor, Missão Adventista, Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/3jn/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1159 palavras
Público alvo. A carta de 3 João é uma das poucas do NT escritas para um só indivíduo. Ela dá evidências de que esse indivíduo, Gaio, era amigo leal de João e um dos “irmãos” que o apóstolo menciona. Ao que tudo indica, era rico o suficiente para estender hospitalidade aos irmãos, quando chegavam de visita. Gaio é um nome romano comum. Bíblia de Estudo Andrews.
Mensagem. Na época em que João 3 foi escrita, os outros apóstolos, assim como outros “irmãos”, viajavam e pregavam o nome de Jesus. Tais pessoas dependiam da hospitalidade de outros cristãos. Esta carta elogia Gaio por ser hospitaleiro com essas pessoas e o incentiva a continuar, mesmo diante da rivalidade egoísta de Diótrefes. […] A carta de 3 João aborda um desafio que todas as pessoas enfrentam, seja intimamente ou no relacionamento com os outros. Assim como Diótrefes, todos são tentados, em algum momento, a ir em busca do próprio poder e da honra pessoal, mesmo à custa de outras pessoas. Esta epístola defende uma opção melhor: compartilhar com os outros a luta por uma causa maior. Ela também dá aos leitores de hoje um vislumbre fascinante de como era a vida e quais eram os desafios da igreja apostólica. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Terceira João segue o padrão das cartas pessoais da época. Bíblia de Estudo Andrews.
2. Faço votos. A frase diz, literalmente, “em relação a todas as coisas, eu lhe desejo [ou ‘oro’ por sua] prosperidade. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 767.
Prosperidade. Uma oração para que tudo fosse bem em todos os aspectos da vida de Gaio. Bíblia de Estudo Andrews.
O Senhor não está desatento a nossas necessidades temporais. Ele quer que sejamos bem-sucedidos tanto nos assuntos temporais quanto nos espirituais. Um bom cristão deve ser um bom homem de negócios ou um trabalhador capaz, uma vez que, além das habilidades naturais, ele também pode desfrutar da bênção de Deus sobre seus deveres diários. CBASD, vol. 7, p. 767.
Saúde. Deus está interessado em nossa condição física e deseja que desfrutemos do melhor da saúde. Devido à estreita ligação entre a mente e o corpo, quando a vida espiritual ou o caráter prospera, o corpo está mas apto a ser sadio (Êx 15:26; Pv 14:30; CBV, 241). Por outro lado, quando a saúde do corpo é negligenciada e os maus hábitos físicos se estabelecem, a vida religiosa também sofre (CBV, 280, 315, 319). CBASD, vol. 7, p. 767.
alma. Costuma se referir à vida da pessoa como um todo (1Jo 3:16), mas, às vezes, alude especificamente à vida interior e aos pensamentos (Jo 12:27). Bíblia de Estudo Andrews.
3-8 Gaio é incentivado a continuar a estender hospitalidade aos irmãos que pregam em nome de Jesus. Bíblia de Estudo Andrews.
4. Meus filhos. Meus próprios filhos isso pode indicar que Gaio era um dos convertidos de João (cf. com. de 1Jo 2:1; 2Jo 4; cf. 1Ts 2:7-12; 1Tm 1:2). CBASD, vol. 7, p. 768.
Demonstra uma preocupação paternal pelos cristãos. Bíblia de Estudo Andrews.
5 irmãos, e […] estrangeiros. Gaio era hospitaleiro com esses obreiros cristãos, mesmo que fossem estrangeiros. Bíblia de Estudo Andrews.
7. Por causa do Nome. Evidências textuais confirmam … esta variante, isto é, o nome de Jesus (ver com. de At 3:16; 4:12; Rm 1:5). CBASD, vol. 7, p. 768.
Saíram. Partiram de sua igreja local, possivelmente Éfeso. Nos dias de João, o espírito de evangelização, levando os cristãos a divulgar as boas novas de um lugar, era louvável. CBASD, vol. 7, p. 768.
nada recebendo dos gentios. Os que trabalham para Jesus, necessitam do auxílio de outros cristãos (v. 8); eles não procuram suporte de descrentes (1Ts 2:9). Bíblia de Estudo Andrews.
8. Portanto, devemos. Porque os missionários não levavam nada dos pagãos e por não haver apoio regular de uma tesouraria naquela época, era necessário que homens como Gaio ajudassem os trabalhadores e, assim, aliviassem a necessidade de pedir donativos. Pelo uso de “nós”, João reconhece o dever dele mesmo nessa questão da hospitalidade. CBASD, vol. 7, p. 768.
acolher esses irmãos. Fazê-los se sentir bem-vindos. Bíblia de Estudo Andrews.
9-11 Advertência contra Diótrefes, que era egocêntrico e não demonstrava hospitalidade. Bíblia de Estudo Andrews.
9. Gosta de exercer a primazia. Desejo de controle e honra pessoal. Isso prejudica a igreja (Mc 9:35). Bíblia de Estudo Andrews.
Diótrefes abrigava ambições profanas. Aspirava a ser o primeiro por causa da posição e não pelo bem que podia realizar. A posição não é definida, e não há provas de que se refira a um bispado. A igreja cristã já era instruída sobre a ambição indesejável. (Mt 20:20-28; Lc 22:24-27; Jo 13:1-17). CBASD, vol. 7, p. 769.
10. far-lhe-ei lembradas. Apontar o erro das ações de Diótrefes da maneira que Jesus aconselhou (Mt 18:15-17), não usando fofocas, como este estava habituado. Bíblia de Estudo Andrews.
Impede. Diótrefes tomou medidas efetivas para impedir os outros de oferecer a hospitalidade que ele se recusou a dar. … O ato hostil reflete o poder de Diótrefes na igreja local, mas a situação mostra que a igreja não estava totalmente do lado dele, pois alguns, pelo menos, estavam em harmonia com o apóstolo e queriam receber os obreiros viajantes. CBASD, vol. 7, p. 770.
Recebê-los. Ao negar hospitalidade aos obreiros viajantes, Diótrefes recusou reconhecer a autoridade de João, pois os irmãos itinerantes levavam a recomendação do apóstolo itinerante. CBASD, vol. 7, p. 769, 770.
Os expulsa da igreja. Ou, excomungando-os (cf. João 9:34). É claro que a controvérsia era grave: houve um grande confronto entre escola apostólica e os adeptos dos falsos mestres. Nesta igreja, em particular, o partido herético, pelo menos, estava temporariamente em ascensão e podia impor sua vontade sobre a congregação. CBASD, vol. 7, p. 770.
11 O poder e a influência de Diótrefes podiam parecer impressionantes, mas ele não deveria ser imitado. Bíblia de Estudo Andrews.
Não imites. Ou, “não sigas”. João faz uma pausa em sua discussão sobre o conflito dentro da igreja e afirma verdades gerais que, se observadas, permitiriam a Gaio sempre tomar decisões certas. CBASD, vol. 7, p. 770.
Senão o que é bom. Nessa linguagem incisiva é possível que o apóstolo tenha feito uma análise da situação enfrentada por Gaio e seus amigos: a ação de Diótrefes era “má” e não devia ser imitada. Por sua vez, A ação elogiada por João nos versos 5 a 8 era “boa” e devia ser posta em prática. CBASD, vol. 7, p. 770.
Pratica o bem. No restante do versículo há uma impressionante semelhança entre a linguagem utilizada na primeira epístola de João (cf. 1Jo 3:6-10). Aqui está a expressão positiva da verdade afirmada negativamente em 1João 3:9 (ver com. ali). CBASD, vol. 7, p. 770.
jamais viu a Deus. Fala da grande realidade de que a prática do mal não tem lugar na vida dos filhos de Deus. entretanto, em 1 João se reconhece que, no presente, os cristãos não se afastam por completo do pecado e só consegue alcançar esse ideal por intermédio de Jesus. Bíblia de Estudo Andrews.
12 Demétrio. Talvez fosse o mensageiro que levou a carta a Gaio. Bíblia de Estudo Andrews.
Todos lhe dão testemunho, até a própria verdade. Ou, Demétrio vivia em harmonia com os padrões cristãos. João aqui personifica a verdade e torna a testemunhar a excelência do caráter de seu amigo. CBASD, vol. 7, p. 770.
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“Não tenho maior alegria do que esta, a de ouvir que meus filhos andam na verdade” (v.4).
Existem duas palavras de muito destaque no evangelho e nas epístolas de João: amor e verdade. De uma forma divinamente inspirada, o apóstolo decifrou o código do Céu de como permanecermos em nossa jornada cristã “por modo digno de Deus” (v.6): andando em amor na verdade. Jesus declarou: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (Jo.14:6). Aqueles que andam na verdade, portanto, caminham para um destino certo: a vida eterna; e não somente caminham, como também servem de guia para outros como “cooperadores da verdade” (v.8). Assim era Gaio.
Apesar de sua origem desconhecida, provavelmente, Gaio fosse membro de alguma igreja que estava passando por um momento de séria crise e que precisava de motivação e conforto. Acima de tudo, ou antes de tudo, João fez votos pela “prosperidade e saúde” de seu amado irmão, assim como obteve conhecimento de sua fidelidade espiritual (v.2-3). Gaio certamente foi alguém cujo testemunho e hospitalidade teve grande impacto em sua comunidade e que ajudou a fortalecer a fé de muitos.
João se enchia de alegria ao ouvir os bons testemunhos daqueles que conheceram a verdade por seu intermédio. Como um pai, nada lhe trazia maior alegria do que saber que seus filhos estavam andando na verdade (v.4). Ou seja, estavam avançando e perseverando no caminho eterno. Mas o cerne da questão aqui é a distinção entre o bom e o mau testemunho. Enquanto Gaio procedia fielmente tanto com judeus quanto com estrangeiros, agindo como um cooperador da verdade, Diótrefes, pelo contrário, agia movido pela ambição e pela inveja. Além de não praticar a hospitalidade, também impedia quem queria fazê-lo e, mesmo que João não deixe claro que tipo de posição Diótrefes ocupava, fica claro que ele tinha certa autoridade sobre a igreja, de forma que por sua ação direta irmãos eram expulsos da igreja.
Um terceiro nome, porém, é citado validando o seu bom testemunho: Demétrio. Sua origem também é desconhecida, mas “até a própria verdade” (v.12) testificava de seu bom procedimento e o quanto sua vida cooperou para a pregação do evangelho. João não só confirmou a fidelidade de Gaio, mas também lhe deu quatro importantes orientações:
- Encaminhe os irmãos para que andem “por modo digno de Deus” (v.6);
- Acolha esses irmãos, tornando-se cooperador da verdade (v.8);
- “Não imites o que é mau” (v.11);
- Estabeleça boas amizades (v.12).
Fomos chamados para ser testemunhas de Jesus; para contar ao mundo o que vimos, ouvimos e experimentamos em nossa jornada cristã, sem fazer acepção de pessoas. Há milhares de pessoas lá fora que precisam conhecer a verdade que liberta da escravidão do pecado. E de que lado nós estamos hoje? Como “Gaios” e “Demétrios” atuais que procedem fielmente naquilo que praticam “para com os irmãos” e para com todos (v.5)? Ou como “Diótrefes” (v.9), preocupados com cargos e posições, enquanto, por nosso mau testemunho, expulsamos da igreja aqueles que Jesus comprou a tão alto preço (v.10)?
Amados, não imitemos “o que é mau, senão o que é bom. Aquele que pratica o bem procede de Deus; aquele que pratica o mal jamais viu a Deus” (v.11). Que como corpo de Cristo e Suas fiéis testemunhas, se cumpra em nós o propósito que o Senhor estabeleceu desde tempos antigos: “A sua posteridade será conhecida entre as nações, os seus descendentes, no meio dos povos; todos quantos os virem os reconhecerão como família bendita do Senhor” (Is.61:9).
Nosso Deus e Pai, sabemos que o Senhor não tem maior alegria do que saber que Teus filhos andam na verdade. Guia-nos em Tua verdade, mediante a ação maravilhosa do Espírito Santo! Livra-nos de sermos más testemunhas ou de sermos influenciados para o mal. Que sejamos Tuas fiéis testemunhas, Teus servos, de forma que fique evidente de que o nosso testemunho é verdadeiro. Oramos por uma vida que cresça na graça de Cristo e por ela seja transformada a cada dia até que sejamos dia perfeito. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, fiéis testemunhas de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#3João #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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III JOÃO – Esta é uma das cartas mais curtas da Bíblia, entretanto, está repleta de ensinamentos preciosos. Essa pequena cartinha nos transporta para os desafios da igreja do primeiro século, revelando personagens como Gaio, Diótrofes e Demétrio – exemplos do bem e do mal dentro da Igreja.
• Mas, por que estudar essa breve carta?
Porque, apesar de curta, ela trata de temas fundamentais: Hospitalidade, fidelidade, liderança e o perigo do autoritarismo eclesiástico. Ela nos desafia a refletir sobre como tratamos os irmãos na fé e como lidamos com a autoridade e o serviço cristão.
Então, ao mergulhamos nesse pequeno, mas profundo livrinho bíblico, que possamos perguntar: Se João escrevesse um e-mail para nós, o que ele diria sobre nossa conduta na igreja e no mundo?
“João escreve contra os conflitos de liderança na igreja por causa da ameaça à unidade dos seus membros e dos danos à sua mensagem. A epístola primeiro discute e avalia um personagem positivo (Gaio; 3Jo 1-8); depois, um personagem negativo (Diótrofes; v. 9-10); e, por fim, outro personagem positivo (Demétrio; v. 11-12)”, sintetiza Ekkehardt Mueller.
“O tema da epístola é firmeza diante da oposição. Gaio, o recebedor da carta, é exortado a resistir Diótrofes, um perturbador que provavelmente havia aceitado os ensinos dos gnósticos” (Bíblia do Discípulo).
III João nos desafia a refletir sobre nosso papel na igreja e na sociedade. Os três personagens apresentados representam atitudes que ainda são vistas nas comunidades cristãs:
• Gaio nos lembra da importância da hospitalidade e da cooperação na obra de Deus.
• Diótrofes alerta contra a soberba, o autoritarismo e a falta de amor.
• Demétrio nos incentiva a viver um testemunho digno do evangelho.
Esses personagens oferecem-nos lições valiosas sobre administração eclesiástica e a importância da unidade na igreja.
• Gaio representa o tipo de gestor que acolhe e fortalece a obra missionária, priorizando o crescimento espiritual dos fiéis.
• Já Diótrofes ilustra o perigo de uma liderança centralizadora e dominadora, que ignora a colaboração e busca a primazia. Esse tipo de administração causa divisões e enfraquece a missão da igreja.
• Por outro lado, Demétrio lembra-nos que integridade e bom exemplo são essenciais para que um líder conquiste respeito e confiança.
A liderança cristã deve ser exercida com humildade, serviço e compromisso com a verdade. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II JOÃO 1 – Primeiro leia a Bíblia
II JOÃO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2jo/1
O primeiro capítulo da segunda carta de João foi escrito para uma senhora, com temas a respeito dela e de sua família. A carta foi escrita por um presbítero, considerado João. Este capítulo é bastante intrigante, levando-me a me perguntar sobre os motivos que motivaram a carta. Li este capítulo usando a versão contemporânea em inglês.
Parece que a autora está encorajando a mãe e reconhecendo os esforços que ela dedicou à sua família, conduzindo-os em uma jornada contínua em direção à Cristo – um relacionamento sólido com Cristo.
Embora haja muitas coisas positivas neste capítulo, parece que houve um certo grau de negatividade falada ou mostrada em relação à família. A fé e a determinação da mãe poderiam estar fraquejando, daí o motivo para o encorajamento. Também parece que ela está sendo influenciada por outros para mudar sua posição cheia de fé, o que motiva o autor a alertá-la a respeito.
Gosto de como o capítulo termina: ele lhes promete uma visita. Termina de modo muito pessoal!
E quanto a nós? Temos a determinação desta família ou a nossa influência tem sido negativa para com aqueles que estão seguindo a liderança de Deus? Sejamos uma influência positiva sobre os outros – sejamos encorajadores, não desanimadores. Amigos, ao longo deste dia, apeguem-se firmemente a Jesus!
Kirsten Machado
Taipei, Taiwan
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2jn/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara