Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
14 de junho de 2025, 0:30
Filed under: Sem categoria

ÊXODO 9 – Os juízos divinos sobre os perversos são ações misericordiosas objetivando despertar conversões. Se Deus não almejasse a salvação dos ímpios, não dedicaria tanto tempo com 10 pragas até Faraó libertar Seu povo.

Absurdamente, teimosia – chamada “dureza de coração” ou “cabeça dura” – tem impedido muitos indivíduos renderem-se ao paciente Deus onipotente. Vários capítulos tratando das pragas do Egito apresenta Deus endurecendo o coração de Faraó (Êxodo 4:21; 7:3; 9:12; 10:1, 20, 27; 11:10; 14:4, 8).

• Indicaria isso que o Faraó não tivesse escolha a não ser submeter-se à coerção de Deus sobre suas decisões?
• Tal insubordinação levou muitos egípcios ao sofrimento?
• Estaria Deus manipulando o coração de Faraó conduzindo muita gente ao sofrimento com tantas pragas visando revelar Seu amor pelos israelitas?
• Estaria Deus desrespeitando o livre-arbítrio concedido às criaturas pensantes?

Não podemos ignorar nada da Bíblia para não deturpá-la, desfigurando o caráter benevolente de Deus. Antes de conclusões precipitadas, é importante considerar atentamente que há vários textos revelando que Faraó endurecia também seu próprio coração (Êxodo 8:32; 9: 34-35; 13:15).

“Faraó viu a poderosa atuação do Espírito de Deus; viu os milagres que o Senhor realizou por Seu servo; recusou, porém, obediência ao mandamento do Senhor. O rei, rebelde, indagara orgulhosamente: ‘Quem é o Senhor, cuja voz eu ouvirei, para deixar ir Israel? (Êx 5:2). E, quando os juízos de Deus sobre ele caíra cada vez mais pesadamente, persistiu na obstinada resistência. Rejeitando a luz do Céu, tornou-se duro, insensível” (Ellen White, CBASD, v. 1, p. 1211).

Se arbitrariamente Deus endurecesse o coração de Faraó, Moisés fazia papel de palhaço diante dele!

A série profética das 7 trombetas objetivava despertar pagãos para a conversão; apesar da didática, estratégia e paciência de Deus, na sexta trombeta o texto afirma: “O restante da humanidade que não morreu por essas pragas nem assim se arrependeu das obras de suas mãos; eles não pararam de adorar os demônios e os ídolos de ouro, prata, bronze, pedra e madeira, ídolos que não podem ver, nem ouvir, nem andar. Também não se arrependeram dos seus assassinatos, das suas feitiçarias, da sua imoralidade sexual e dos seus roubos” (Apocalipse 9:20-21).

Devemos extinguir a teimosia diante da manifestação de Deus esperando nossa conversão. Sejamos sábios, sendo sensíveis a Ele! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
13 de junho de 2025, 1:30
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: ÊXODO 8 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 8 – BLOG MUNDIAL

ÊXODO 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



ÊXODO 8 by Luís Uehara
13 de junho de 2025, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/8

Relembrando a leitura bíblica de hoje, perguntamos a nós mesmos: o que sapos, piolhos e moscas têm em comum? O que eles podem simbolizar em nossa vida espiritual?

Apesar de serem altamente defendidos e adorados pelo povo egípcio, os sapos logo se tornariam uma maldição para eles. Os magos tentaram se levantar contra Deus, mas apenas pioraram o problema anfíbio.

Os piolhos eram terríveis. Os magos tentaram duplicar os piolhos, mas falharam – e os piolhos estavam em toda parte! O problema se manifestou tanto no homem quanto no animal. Os homens de poder não tinham controle sobre algo tão pequeno quanto os piolhos, forçando-os a reconhecer o poder superior de Deus.

As moscas eram mais do que apenas um incômodo. Elas tinham asas e podiam picar. Com seus enxames vieram sujeira e muita miséria. Não havia como escapar das pragas – nem ao ar livre nem dentro de casa.

Sapos, piolhos e moscas. Pai, por favor, remova-os da minha vida espiritual e ajude meu coração a ser humilde, cheio de vontade de aprender e completamente entregue à sua vontade. Amém.

Aleksandra Talev
Aluna de Great Lakes Adventist Academy
Cedar Lake, MI, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/8
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



ÊXODO 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
13 de junho de 2025, 0:50
Filed under: Sem categoria

386 palavras

1-15 A praga dos sapos – embora que não ameaçadora à vida – aumentou o senso de inconveniência e urgência. Desta vez a descrição é abreviada e não inclui a conversação entre Faraó e Moisés e Aarão (Andrews Study Bible).

3 em abundância. Literalmente, “enxame” (Andrews Study Bible).

7 Novamente os mágicos reproduzem o milagre através de truques (7:22) e enchem ainda mais a terra com sapos (Andrews Study Bible).

8-10 Rogai. Este verbo não usual, usado para oração (traduzido por “pedido” em Gên. 25:21), abre uma janela de oportunidade para faraó e sugere súplica (um paralelo ao rei Acaz em Is. 7:11-12). Faraó é deixado a escolher o momento exato do milagre (Andrews Study Bible).

15 Mesmo em face da graça divina, Faraó endurece seu coração ainda mais e não cumpre sua parte no acordo (v. 8) (Andrews Study Bible).

16-19 piolhos. O tipo de inseto referido aqui não é perfeitamente claro. Mosquitos ou carrapatos também têm sido sugeridos. A descrição da terceira praga é a mais curta e encerra o primeiro ciclo de três. É aqui que os mágicos encontram seus limites. Seus truques e mágicas não podem reproduzir nuvens de insetos perturbadores e desagradáveis (Andrews Study Bible).

19 dedo de Deus. Não necessariamente uma expressão de fé por parte dos mágicos, mas, antes, o reconhecimento da origem divina da praga (Andrews Study Bible).

20-32 O próximo ciclo de três pragas traz de volta as longas descrições, incluindo a ordem e ação divinas, um diálogo entre Faraó e Moisés e Aarão cedo de manhã (7:15; 8:20; 9:13), e uma oração por livramento em favor dos egípcios feita por Moisés. Moscas são portadoras de doenças, especialmente no contexto de peixes mortos e sapos (veja as primeiras duas pragas) (Andrews Study Bible).

22-23 Começando com esta praga, Deus distingue entre egípcios e israelitas – outro sinal da autoridade divina. Esta distinção é também feita explicitamente na maioria das demais pragas (Andrews Study Bible).

25 A oferta de Faraó não satisfaz realmente o solicitado: Israel não deve apenas sacrificar, mas servir (= adorar) o Senhor (v. 20). A negociação continua (Andrews Study Bible).

28 A segunda concessão de Faraó permite uma curta jornada, mas não uma jornada de três dias, o que seria equivalente à uma saída permanente (Gên. 30:36). Esta resposta torna claro que Faraó entendeu o pedido original de Moisés (Andrews Study Bible).

32 Mesmo Deus tendo atendido ao seu pedido, Faraó endureceu ainda mais o seu coração (4:21) (Andrews Study Bible).



Êxodo 08 – Rosana Barros by Ivan Barros
13 de junho de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

‘Então, disseram os magos a Faraó: Isto é o dedo de Deus. Porém o coração de Faraó se endureceu, e não os ouviu, como o Senhor tinha dito’ (v.19).

Toda a terra do Egito estava dominada pelo mau cheiro das águas transformadas em sangue. O rio, antes sepultura de tantos bebês hebreus, exalava o odor da morte e, por sete dias, serviu como instrumento do juízo do Senhor sobre aquela nação. Faraó, porém, ignorou esse flagelo, a ponto de o Senhor avisar que enviaria algo ainda pior. A segunda praga foi a multiplicação de um animal considerado sagrado para os egípcios – as rãs. Esse ataque direto à idolatria egípcia, especialmente à deusa Heket (com cabeça de rã), manifestou-se com rãs por toda parte. Por motivos religiosos, os egípcios não podiam matá-las. Essa também foi a última praga que os magos conseguiram imitar. No entanto, o apelo de Faraó para que Moisés e Arão removessem as rãs do Egito revelou que somente o Senhor poderia livrar a nação daquela praga repugnante. Os magos sabiam aumentar o problema, mas não podiam solucioná-lo.

‘Vendo, porém, Faraó, que havia alívio, continuou de coração endurecido’ (v.15). No tempo determinado, a praga cessou, as rãs morreram e o Egito ‘cheirou mal’ (v.14). Mesmo em meio ao odor nauseante dos montões de rãs, o Senhor ordenou que Arão estendesse seu bordão sobre o pó da terra, de modo que ‘todo o pó da terra se tornou em piolhos na terra do Egito’ (v.17). Dali por diante, até mesmo os magos de Faraó precisaram reconhecer que suas ciências ocultas eram limitadas diante do poder do ‘dedo de Deus’ (v.19). Então, vieram as moscas. Foi nesse momento que Deus abriu os olhos dos egípcios para perceber que a ferida causada no Egito não atingia Seu povo na ‘terra de Gósen’ (v.22). A palavra distinção significava redenção. Deus interveio para redimir Seu povo, e o fato de as pragas não os atingirem era uma clara prova disso.

O Senhor não permite que o mal vá além do limite que Ele estabeleceu, amados. Semelhante à última imitação dos magos na praga das rãs, nos últimos dias haverá um último engano por meio de ‘três espíritos imundos semelhantes a rãs’ (Ap.16:13). E isso acontecerá às vésperas da volta de Jesus. E como Deus fez distinção, redimindo os filhos de Israel, Ele também terá um povo distinto, os ‘que foram selados’ com ‘o selo do Deus vivo’ (Ap.7:2 e 4): ‘São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram as suas vestes e as alvejaram no sangue do Cordeiro’ (Ap.7:14). E este povo, qual Moisés, será um povo de oração. Como ele orava e as pragas cessavam, Deus terá um povo cuja vida de oração revolucionará a última geração da Terra.

Que, semelhante a Moisés e Arão, sejamos também atalaias de Deus, homens e mulheres de oração, confiando que, por mais que haja um inimigo de coração duro e obstinado, ele está com seus dias contados (Ap.12:12).

Pai do Céu, Tu és poderoso nas batalhas e confiamos de que estás neste instante lutando por nós mediante a obra incessante do Espírito Santo. Usa-nos como Teus atalaias e intercessores nesses últimos dias. E sela-nos com o Teu selo para que, muito em breve, os nossos olhos contemplem o nosso Redentor, Jesus Cristo! Em nome dEle, nós Te oramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, selados para a eternidade!

Rosana Garcia Barros

#Êxodo8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ÊXODO 8 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
13 de junho de 2025, 0:30
Filed under: Sem categoria

ÊXODO 8 – Diante do cumprimento de profecia, Deus aguarda reconhecimento de Sua soberania. Esse é um dos motivos dEle não agir sem antes revelar Seus segredos aos Seus profetas (Amós 3:7).

Note que após uma semana das águas transformadas em sangue, Moisés avisa ao Faraó que surgiriam rãs por todo lado, caso recusasse deixar o povo cultuar a Deus. O monarca podia evitar caso não fosse teimoso. Fica claro que rejeitar a Deus implica na ignorância mais estúpida, levando o indivíduo a desafiar ao próprio Deus. Teimosia fundamenta-se no orgulho!

A obstinação de Faraó não o permitiu liberar Israel; então, Deus mostrou Sua indignação enviando o que prometera caso Sua petição fosse negada. “Levando-se em conta que o rio Nilo era considerado sagrado pelos egípcios, para eles esta praga, como as outras, era uma competição entre deuses. Até as rãs eram objetos de adoração, e por isso não deveriam ser mortas”, comenta Leo G. Cox. A situação tornou-se um caos pela teimosia do Faraó e a crença absurda dos pagãos. Assim, Deus mostrava a fragilidade da espiritualidade falsificada!

Na primeira praga, líderes egípcios cavaram poços; obtendo água durante a semana de sangue. Todavia, na praga das rãs, não conseguiram nenhuma solução; nem mesmo conseguiram dormir em paz; consequentemente, Faraó cedeu: Pediu que Moisés e Arão orassem a Deus para impedir a praga (Êxodo 8:8-14). Porém, Faraó declinou de sua palavra e então enfrentou as pragas dos piolhos e das moscas – o que nem magos nem feiticeiros conseguiram imitar. Então, sinceramente, alertaram a Faraó: “Isso é o dedo de Deus” (Êxodo 8:19).

Fica claro nesse relato que ciências ocultas pertencem ao diabo. E… seus poderes, ainda que reais, são limitados!

Infelizmente, o ocultismo está presentes nas casas inclusive de cristãos de nossa geração. Tais ciências invadiram muitos lares através das mídias modernas e literaturas.

“O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios” (1 Timóteo 4:1); muitos “se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos” (2 Timóteo 4:4). Deus anseia pela conversão daqueles que descobrem tais verdades.

Incrivelmente, muitos não abandonam o ocultismo; entretanto, não devemos desistir de evangelizar! Rejeitar Deus resulta em sofrimento; porém, Sua misericórdia convida-nos ao arrependimento!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
12 de junho de 2025, 1:30
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: ÊXODO 7 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 7 – BLOG MUNDIAL

ÊXODO 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



ÊXODO 7 by Luís Uehara
12 de junho de 2025, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/7

Deus coloca alguma limitação em nossa capacidade de ministrar por Ele? Ele poderia ter pedras realizando Sua vontade (Lc 19:40), mas Ele escolheu nos permitir ser seus colaboradores. Que privilégio e honra! E como diz o ditado, Deus não chama o qualificado, mas qualifica o chamado – independentemente de qualquer coisa que possamos considerar uma limitação.

Moisés e Arão estavam na casa de seus 80 anos antes de Deus os chamar para liderar uma nação inteira! Nós vemos Deus facilmente desconsiderar a idade como uma limitação para trabalhar para Ele. Também vemos Deus facilmente trabalhar desconsiderando limitações baseadas em status socioeconômico. Moisés serviu como pastor por 40 anos em Midiã depois de fugir da terra do Egito. O trabalho de um pastor não era lucrativo ou glamouroso, mas Deus escolheu chamar um homem humilde que conduzia algumas ovelhas para conduzir uma nação inteira! E finalmente, vemos Deus contornar criativamente as limitações baseadas no medo. Como muitos de nós, Moisés tinha medo de falar em público, o que quase o desqualificou para responder ao chamado de Deus para sua vida.

Se formos fiéis a Deus, não permitiremos que nossos próprios medos ou desculpas limitem nossas decisões de seguir Seu chamado.

Delwin Garcia
Diretor do Internato Adventista dos Grandes Lagos
Cedar Lake, MI, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/7
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



ÊXODO 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
12 de junho de 2025, 0:50
Filed under: Sem categoria

1170 palavras

1 disse o SENHOR a Moisés. A Palavra de Deus era o fundamento da comissão de Moisés, a fonte de onde sua coragem emanou. Bíblia Shedd.

como Deus sobre Faraó. Moisés estava relutante em aparecer pela segunda vez diante do faraó, que era tão superior a ele do ponto de vista humano. Mas Deus lhe relembrou que, como representante do Deus dos céus e da Terra, ele era superior ao faraó. O poder do rei era apenas humano, o dele era divino. Ele devia ser como um “deus” para o faraó, com autoridade e poder para ordenar obediência. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 560.

tu falará tudo o que Eu te ordenar. Este é o dever de cada servo de Deus. Ninguém deve guardar silêncio na espera de oportunidades maiores (2 Tm 4.2). Bíblia Shedd.

3 coração. No hebraico, temos um termo de sentido amplo, descrevendo o âmago dos sentimentos, dos pensamentos e da vontade. Bíblia de Genebra.

4 Meu povo. Israel finalmente se tornou um povo (1:9) e por divina eleição está identificado como o povo de Deus (Andrews Study Bible).

Assim fez Moisés e Arão. A obediência de Moisés e Arão foi consistente e inquestionável a partir deste momento em diante, até Arão conduzir a adoração ao bezerro de ouro (Êx 32:21-24) e Moisés ferir a rocha quando deveria apenas ter falado a ela (Nm 20:8-11). CBASD, vol. 1, p. 561.

9 bordão. Este era o bordão que Moisés usava como pastor, chamado também de “bordão de Deus” (Êx 4:20). CBASD, vol. 1, p. 561.

serpente. A palavra hebraica aqui ([tannin] diferente da palavra traduzida por “serpente” em 4.3 [nahash, cf. CBASD]) com frequência refere-se a um réptil marinho ou monstro fluvial (Gn 1.21; Ez 29.3; 32.2), mas pode referir-se a qualquer réptil grande. Trata-se, provavelmente, de uma grande serpente. Bíblia de Genebra.

8-13 O episódio do bastão-serpente funciona como introdução à história maior das pragas. O bastão-serpente de Aarão engole os bastões tornados em serpentes dos mágicos egípcios e prefiguram o final do conflito mais amplo. A palavra hebraica usada para descrever o bastão transformado de Aarão não é o termo regular usado para serpente em 4:3, mas poderia ser traduzido “serpente monstruosa ou crocodilo” (ver Jó 7:12; Is. 27:1) e é, em outros lugares, associado com leviatã, símbolo do caos (Sl. 74:13; 148:7). Enquanto os mágicos conseguiram duplicar o milagre, a serpente-caos do Senhor engoliu, sem esforço algum, as serpentes-caos dos egípcios e, portanto, destruiu seus bastões (enquanto símbolos de poder) (Andrews Study Bible).

11 sábio e … magos. Os sábios eram educados na ciência e na arte da escrita. Os “magos” (ARC) eram encantadores, que professavam ser capazes de feitiçaria. A palavra traduzida como “magos” é o equivalente egípcio da palavra hebraica “feiticeiros”. A magia era objeto de muita atenção e estudo no Egito, como mostram textos sobre o tema. CBASD, vol. 1, p. 561

Segundo a tradição, dois dos magos chamavam-se Janes e Jambres (v. 2Tm 3.8; o primeiro também é mencionado nos rolos do mar Morto, pré-cristãos). os magos fizeram a mesma coisa por meio das suas ciências ocultas. Ou por prestidigitação, ou por poderes demoníacos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

14-25 Seguindo o primeiro sinal de autenticação, o coração de Faraó é endurecido. Ele ainda não está para ceder neste conflito. As pragas começam. O conflito entre o Senhor e Faraó é um conflito divino, cada praga afetando importantes divindades egípcias. As pragas também funcionam como uma des-criação do Egito para libertar Israel (Andrews Study Bible).

7.14-10.29 As nove primeiras pragas podem ser divididas em três grupos de três pragas:7.14-8.19; 8.20-9.12; 9.13-10.29, e a primeira praga de cada grupo (a primeira, a quarta e a sétima) é introduzida por uma advertência entregue ao faraó pela manhã, ao sair para o Nilo (cf. v. 15; 8.20; 9.13). Bíblia de Estudo NVI Vida.

A descrição da primeira praga de cada grupo de três anuncia o tema das três pragas e indica seu propósito. Nas pragas de número um até três o tema é a superioridade absoluta do Senhor (e de seus agentes) sobre Faraó e sobre os deuses egípcios. Bíblia de Genebra.

15 Deus vai até às últimas consequências, ao se revelar aos homens, para que alguns se convertam e vivam eternamente. Bíblia Shedd.

17 Sangue se refere tanto à cor quanto à substância em hebraico. O texto não deixa claro se a água realmente se transformou em sangue ou se apenas se tornou vermelha. O que ficou claro é que ninguém podia beber a água (vs. 18, 21, 24), que os animais que viviam na água morreram, e que a transformação não foi gradual (como tem sido proposto por alguns intérpretes que tem buscado por uma explicação científica para as pragas), mas instantânea. Não somente a água do Nilo foi afetada, mas também a água em canais, lagos, incluindo as águas em recipientes, como os vasos (v. 19). Devido à importância do Nilo para a agricultura e adoração, a poluição do Nilo é um ataque direto à sociedade e religião egípcias (Andrews Study Bible). [A sociedade e religiões atuais também serão atacadas nas sete pragas finais trazidas ao mundo].

18 nojo. O rio tão adorado logo se tornou objeto de nojo, pois nada neste mundo tem valor sem a bênção de Deus. Bíblia Shedd.

20 à vista. O motivo do milagre era ensinar os líderes civis do Egito a respeitarem mais a Deus do que aos homens. Bíblia Shedd.

Nilo. O Egito dependia de tal maneira das águas do rio Nilo que este foi deificado pelos egípcios como deus Hapi, em adoração a quem eram compostos hinos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 fizeram também o mesmo. O texto deixa implícito algum tipo de truque ou imitação (Andrews Study Bible).

A expressão vaga “fizeram o mesmo” não indica necessariamente que os magos de fato transformaram a água em sangue. Eles apenas tinham que convencer o faraó de que eram capazes de fazer o que Moisés e Arão tinham feito. CBASD, vol. 1, p. 563.

Qualquer sinal de religião falsificada é desculpa suficiente para os ímpios recusarem a  verdade. Como é que não tinham poder para sanar a praga e só copiá-la, aumentando-a? Um bom teste para a qualidade da religião é ver se soluciona problemas ou se cria maiores dificuldades humanas. Bíblia Shedd.

24 cavaram buracos às margens do Nilo para encontrar água potável. A água poluída, filtrada por meio do solo arenoso perto das margens do rio, podia ser bebida com segurança. Bíblia de Estudo NVI Vida.

As dez pragas e divindades egípcias afetadas (cf. Andrews Study Bible):
1. Sangue   Khnum – guardião do Nilo; Hapi – espírito do Nilo; Osiris – o Nilo era seu sangue
2. Rãs   Hekhet – deusa com cabeça de rã, deusa da ressurreição; esposa do deus criador Khnum; parteira divina
3. Piolhos   Kheprer – deus da ressurreição cujo símbolo era um escaravelho (besouro grande)
4. Moscas  Kheprer
5. Pestes nos rebanhos   Hathor – deusa mãe (vaca); Apis – touro do deus Ptah, símbolo da fertilidade; Mneuis – touro sagrado de Heliópolis
6. Úlceras   Sekhmet – deusa com cabeça de leão, deusa das pragas, que também poderia curar
7. Granizo   Nut – deusa do céu; Isis – deusa da vida; Seth – protetor divino da colheita
8. Gafanhotos   Senehem – Deus protetor contra pragas
9. Trevas   Amon, Amon-Ra, Ra, Aton, Horus – diferentes divindades celestiais
10. Morte dos primogênitos   Osiris – deus da vida; o próprio Faraó.



Êxodo 07 – Rosana Barros by Ivan Barros
12 de junho de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Fizeram Moisés e Arão como o Senhor lhes havia ordenado: Arão levantando o bordão, feriu as águas que estavam no rio, à vista de Faraó e seus oficiais; e toda a água do rio se tornou em sangue” (v.20).

A primeira conversa com Faraó resultou em uma aflição ainda maior para os filhos de Israel, de modo que o povo começou a se voltar contra a liderança de Moisés e Arão e, indiretamente, contra a intervenção do próprio Deus. Sentindo-se pressionado pelas circunstâncias adversas, Moisés voltou a insistir em sua incapacidade de ‘falar bem’ (Êx.6:30). O Senhor, contudo, ignorando o pessimismo de seu servo, reafirmou Suas fiéis promessas e Seu desejo de que nos acheguemos a Ele, ainda que para derramar nossos fardos e pesares. Na verdade, há um convite para todo aquele que, qual Moisés, enfrenta momentos difíceis: ‘Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei’ (Mt.11:28).

Eu creio, amados, que em cada diálogo que Moisés tinha com o Senhor, ele saía com suas forças e seu ânimo renovados. E ainda que ‘os sábios do Egito’ usassem ‘suas ciências ocultas’ (v.11) para contrafazer os sinais de Deus, Moisés e Arão sabiam que nada daquilo poderia ser comparado ao poder do Senhor. Com o coração obstinado, Faraó se recusou a ‘deixar ir o povo’ (v.14), ‘como o Senhor tinha dito’ (v.13), e sua própria atitude daria início à maior tragédia já documentada na história do Egito. O Senhor já havia advertido que manifestaria Seus sinais e maravilhas, e faria isso como uma severa repreensão à idolatria egípcia.

Ao afetar as águas do Nilo, transformando-as em sangue, Ele começou atacando os vários deuses que os egípcios relacionavam àquele rio; deuses que, acreditavam eles, eram responsáveis pela fertilidade da terra (agricultura) e das águas (piscicultura). Todas as fontes de água foram afetadas, de forma que ‘houve sangue por toda a terra do Egito’ (v.21). E, novamente, ‘com as suas ciências ocultas’, os magos do Egito fizeram o mesmo (v.22). A dimensão com que aquele flagelo afetou o Egito nem se comparava com a tentativa humana de fazer o mesmo, mas, ainda assim, ‘o coração de Faraó se endureceu’, ‘como o Senhor tinha dito’ (v.22).

Em Apocalipse, encontramos o que o futuro reserva a todo aquele que, como Faraó, escolherá endurecer o coração e não dar ouvidos à última voz profética. Assim como Israel sofreu nas mãos de Faraó, será um ‘tempo de angústia qual nunca houve’ para o povo de Deus (Dn.12:1). Mas como o Senhor preservou o Seu povo e fez distinção entre os filhos de Israel e os egípcios, assim Ele também cuidará do Seu último povo na Terra, cumprindo-se a fiel promessa: ‘Caiam mil ao teu lado, e dez mil, à tua direita; tu não serás atingido’ (Sl.91:7). Enquanto o Espírito Santo trabalha em nosso coração para que possamos dar ouvidos à Palavra de Deus, os falsos profetas, semelhantes aos magos do Egito, operarão ‘grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos’ (Mt.24:24).

Necessitamos, todos os dias, correr ao mesmo lugar em que Moisés sempre buscava abrigo: ‘O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio’ (Sl.91:1-2). É nesse lugar seguro que encontramos alívio para a dor, conforto para o coração e cura para a alma. É no lugar secreto da comunhão que nossa vida é escondida ‘com Cristo em Deus’ (Cl.3:3) e de onde recebemos a orientação para viver cada novo dia na presença do Altíssimo. Como num casamento, nosso relacionamento com Cristo também deve ser na alegria e na tristeza, como está escrito: ‘Está alguém entre vós sofrendo? Faça oração. Está alguém alegre? Cante louvores’ (Tg.5:13).

O Senhor deseja se relacionar conosco em todos os momentos. E, se correspondermos a esse desejo divino, não seremos enganados por nenhum charlatão, por mais convincente que possa parecer, pois estaremos firmes na Palavra da Verdade. Estamos vivendo nos últimos instantes desta Terra de pecado, amados. Invista o seu tempo em andar com o Senhor e Nele permanecer.

Nosso Pai amado, por mais que os sentimentos de Moisés ainda precisassem mudar, ele não os manifestou a homens, mas correu para o único que poderia verdadeiramente lhe ajudar. E o Senhor, com muita paciência, o acolheu e fortaleceu. Senhor, nós também muitas vezes somos tomados por sentimentos de desânimo e tristeza, ajuda-nos a levarmos tudo a Ti, em oração. E, da mesma forma, quando estivermos alegres, que nosso coração se volte para Ti em cânticos de gratidão. Livra-nos dos enganos destes últimos dias e firma nossos pés no sólido alicerce de Tua Palavra. Nós Te amamos, Pai! Nós Te amamos, Jesus! Nós Te amamos, Espírito Santo! Ouve esta oração que fazemos no nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo que habita no esconderijo do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#Êxodo7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100