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Texto bíblico: JUÍZES 13 – Primeiro leia a Bíblia
JUÍZES 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jz/13
Quando o Anjo do Senhor veio à esposa de Manoá, Ele lhe disse que ela teria um filho e explicou Seu propósito. A esposa não O questionou, perguntou de onde Ele era ou mesmo qual era o Seu nome. Ela confiou no que o Anjo disse.
A mulher foi e contou ao marido o que o Anjo lhe dissera e descreveu Sua aparição. O marido orou para que o Homem de Deus voltasse. Ele o fez, mas apareceu para a mulher. Ela foi buscar o marido, e ele perguntou ao Anjo de Deus qual seria o trabalho do menino. Tudo o que o Anjo do Senhor disse foram as advertências que Ele deu à mulher.
Ao longo do capítulo, o Anjo do Senhor nunca dá a Manoá respostas diretas sobre o propósito que Ele tem para o menino. Ele só revela isso para a mulher. Notamos que a mulher nunca questionou o Anjo do Senhor, tendo confiado nEle imediatamente. Manoá, no entanto, questionou e, consequentemente, nunca foi informado pelo próprio Anjo do Senhor os detalhes do que seu filho deveria fazer.
É difícil confiar. Mas com o Senhor, não temos motivos para duvidar.
Jenn Delage
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jdg/13
Tradução: Jeferson Quimelli/Luis Uehara
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1097 palavras
1 filisteus. Os hebreus chamavam os filisteus de Pelishtim, e o seu território de Pelesheth. A palavra se tornou “palestina” devido à evolução da linguagem. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 396.
Os “povos de mar”, que deram o nome de “Palestina” a Canaã, eram oriundos de Caftor (Am 9.7); eram, geralmente, relacionados com a ilha de Creta. Não eram semitas [como os moabitas, amalequitas e amonitas], nem praticavam a circuncisão. Inimigos, até a época do reinado de Davi, oprimiram a Israel por mais tempo que qualquer opressor. Sua maneira de dominar (contrária à dos moabitas, midianitas, etc.) se realizava pela infiltração. Casamentos mistos, comércio e outros contatos pacíficos eram mais perigosos, porque ameaçavam dominar integralmente a nação. Bíblia Shedd.
As advertências da Palavra de Deus são claras: se continuarmos a endurecer nossos corações contra Deus, podemos esperar o mesmo destino que Israel. Life Application Study Bible.
Os filisteus (comparar com 3:31; 10:7) eram um povo bélico que migrou para a região litorânea do sul de Canaã passando pela área em volta do mar Egeu (perto da Grécia). Estabeleceram cinco cidades-estado poderosas e coligadas. Em Canaã, o monopólio filisteu sobre os utensílios de ferro lhes dava forte vantagem militar (1Sm 13:19-21). Bíblia de Estudo Andrews.
2 Zorá. 22 km a oeste de Jerusalém, na fronteira de Dã e Judá. Bíblia Shedd.
Cidade originalmente destinada a Judá (Js 15.33), mas posteriormente a Dã (Js 19.41). Passou a ser o ponto de partida para a migração da tribo de Dã para o norte (18.2, 8, 11). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Dã. A essas alturas, a tribo de Dã ocupava a região no sudoeste, perto da planície (Sefelá) habitada pelos filisteus. Por causa da grande opressão destes, Dã, em sua maior parte, foi forçada a habitar o norte do Mar da Galileia. A história de Sansão revela as condições de vida sob a constante ameaça de que se constituíam os filisteus. Bíblia Shedd.
3 Anjo do SENHOR. Este foi o Anjo que apareceu a Moisés, Josué e outros; era o próprio Cristo. CBASD, vol. 2, p. 396.
conceberás. Não havia ninguém, nem mesmo uma pessoa improvável, que pudesse liderar o livramento de Israel. O povo de Deus havia perdido as esperanças. Por isso, Ele levantou um libertador especial por meio de um nascimento milagroso, anunciado de antemão por um mensageiro especial. Bíblia de Estudo Andrews.
5 nazireu… desde o ventre de sua mãe. Normalmente, o voto do nazireado era tomado por um determinado período de tempo e não desde o nascimento. Bíblia de Genebra.
Embora Samuel não seja chamado de nazireu, sua mãe estéril fez um voto, antes do nascimento do mesmo, que, se Deus lhe desse um filho, ela o dedicaria ao Senhor por toda a vida e “sobre a sua cabeça não [passaria] navalha” (1Sm 1:11). Nem Samuel nem Sansão tinham a proibição de se tornar impuros por meio do contato com cadáveres (Jz 15:15, 16; 1Sm 15:33), como os nazireus temporários (Nm 6:6-12). Bíblia de Estudo Andrews.
começaria a livrar Israel do poder dos filisteus. Foi dito a Manoá que seu filho começaria a libertação de Israel da opressão dos filisteus. Não foi até os dias de Davi que a oposição filisteia foi completamente esmagada (2 Sm 8:1). A parte de Sansão em subjugar os filisteus foi apenas o começo, mas mesmo assim foi importante. Foi a tarefa que Deus dera para Sansão fazer. Seja fiel em seguir a Deus mesmo que você não veja resultados imediatos, porque você pode estar iniciando um trabalho que outros finalizarão. Life Application Study Bible.
O plano de Deus para Sansão era que, através de sua liderança, livrasse Israel da sujeição aos filisteus. O voto e a fiel instrução dos pais influenciariam o menino a reconhecer o plano de Deus para sua vida e o levariam a se consagrar para cumprir esse plano. Com a dedicação de Sansão, o Senhor pretendia colocar diante do povo uma lição objetiva da força que poderia alcançar para vencer os inimigos por intermédio de submissão e serviço a Deus. Infelizmente, ao atingir a vida adulta, Sansão se recusou a conduzir sua vida em harmonia com o plano que Deus tinha para ele. Tornou-se obstinado e moralmente descuidado. A fraqueza do caráter de Sansão o incapacitou para obter o completo livramento dos filisteus. A tarefa teve que ser deixada para que outros a realizassem mais tarde. De qualquer maneira, seus atos de força deram início à queda dos filisteus. Deus tem um plano para cada pessoa. No entanto, esse plano não limita o uso do livre-arbítrio. As pessoas devem escolher se seguirão o projeto divino. A experiência de Sansão ilustra como alguém pode frustrar os elevados propósitos estabelecidos para sua vida. CBASD, vol. 2, p. 397.
8 Esta oração é recomendada a todo pai de família. Bíblia Shedd.
18 maravilhoso quer dizer incomunicável. A palavra hebraica vem de uma raiz que significa “separado”, “inefável” (cf Sl 139.6). O homem não pode sondar o mistério divino. Bíblia Shedd.
A palavra denota algo extraordinário, inefável, além da compreensão humana. CBASD, vol. 2, p. 401.
Em Is 9.6, a expressão hebraica (traduzida por “Maravilhoso”) aplica-se ao que viria como “Deus forte”. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Em harmonia com Sua identidade “maravilhosa”, no versículo seguinte, o Anjo atua “maravilhosamente” (v. 19). O “Anjo do Senhor” não acendeu o fogo do sacrifício (contraste com 6:21), mas subiu na chama (13:20). Neste momento, Manoá percebeu que o Anjo era divino (v. 22), ou seja, Cristo em forma humana… Ao subir com o holocausto (no hebraico, “oferta ascendente”) de Manoá, Cristo se identificou com o sacrifício animal mais do que em qualquer outra ocasião e apontou para Seu próprio sacrifício ascendente (Jo 12:32, 33; 20:17) mais de mil anos depois. Bíblia de Estudo Andrews.
Às vezes perguntamos algo para Deus e não obtemos resposta. Isto não significa que Deus está dizendo não. Podemos ter pedido por conhecimento além da nossa capacidade de compreensão ou aceitação. Life Application Study Bible.
23 Se o SENHOR nos quisera matar. O raciocínio dela era lógico. Manoá estava apavorado e achava que deveria morrer por ter olhado para o anjo. Sua esposa, numa percepção mais aguçada, rapidamente entendeu que o Senhor não lhes prometeria uma criança para libertar a Israel para depois eliminá-los por terem visto o Mensageiro através do qual enviou a mensagem. A dedução dela estava correta. Deus não age de modo inconstante com Seu povo. Os pensamentos que Ele tem para conosco são “pensamentos de paz e não de mal”. CBASD, vol. 2, p. 401.
24 Sansão. Deriva-se de Semes, “Sol”. Sansão significa “pequeno sol”.Bíblia Shedd.
25 Passou a incitá-lo. Os impulsos do Senhor começaram a inquietá-lo, agitando sua mente para planejar ações contra a opressão dos filisteus. Sansão sentiu-se impelido a exercitar sua força excepcional em atos valorosos. CBASD, vol. 2, p. 402.
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“Então, a mulher foi a seu marido e lhe disse: Um homem de Deus veio a mim; sua aparência era semelhante à de um anjo de Deus, tremenda; não Lhe perguntei donde era, nem Ele me disse o Seu nome” (v.6).
Estamos diante da história do mais famoso e intrigante juiz de Israel. O chamado de Sansão começou antes mesmo de seu nascimento, com seus pais. Naquele tempo, os filhos de Israel voltaram “a fazer o que era mau perante o Senhor” (v.1). Contudo, o Senhor olhou para um casal da tribo de Dã. “Manoá, cuja mulher era estéril e não tinha filhos” (v.2), permanecia fiel a Deus mesmo em meio às influências desmoralizantes de seu povo e dos cananeus. Então, “o Anjo do Senhor” (v.3) apareceu à sua mulher e lhe prometeu um filho, dando-lhe instruções específicas: o menino seria “nazireu, consagrado a Deus desde o ventre de sua mãe” (v.5).
Diante de tão tremenda visão e maravilhosa promessa, a mulher correu ao encontro do marido para relatar tudo o que havia visto e ouvido. Consciente da grande responsabilidade que repousaria sobre eles, Manoá buscou ao Senhor em oração — e notem que essa foi sua primeira reação. Ele creu na palavra de sua doce esposa e, imediatamente, orou. Rogou ao Senhor que voltasse a aparecer e lhes ensinasse como deveriam “fazer ao menino” (v.8). O clamor daquele futuro pai foi: Senhor, ensina-nos a educá-lo! Manoá tinha plena consciência das dificuldades de criar um filho em meio a uma geração corrompida pela apostasia. Sua preocupação era válida e encontrou resposta do Senhor.
“Deus ouviu a voz de Manoá, e o Anjo de Deus veio outra vez à mulher” (v.9). Não sabemos por que o Senhor aparecia apenas à mulher. Talvez ela mesma tivesse pedido ao Senhor um filho e prometido consagrá-lo, como Ana fez depois (1Sm 1:11), e estivesse mais dedicada à oração e a esse propósito. O fato é que o Senhor lhe apareceu duas vezes. Mas, na segunda vez, ela correu imediatamente para buscar seu marido, confiando que “aquele homem” (v.10) permaneceria ali. Quando Manoá perguntou se Ele era o mesmo que havia aparecido à mulher, notem a resposta: “Eu sou” (v.11). Aquele casal estava diante do Eu Sou, o Deus Todo-Poderoso em forma humana. Uma teofania especial que trouxe a primeira grande lição àqueles futuros pais: Deus mesmo os ajudaria na instrução do filho. Bastava obedecer ao que Ele ordenara: “tudo quanto lhe tenho ordenado guardará” (v.14).
Até então, porém, Manoá não sabia que estava diante do próprio Cristo. Ao perguntar Seu nome, ouviu: “Por que perguntas assim pelo Meu nome, que é maravilhoso?” (v.18). Somente depois de oferecer um holocausto ao Senhor e ver que aquele “homem” subiu aos céus com “a chama que saiu do altar” (v.20), perceberam que estavam diante do próprio Senhor. Então “caíram com o rosto em terra” (v.20). Manoá temeu morrer por ter visto a Deus (v.22), mas a resposta de sua esposa revelou por que o Senhor lhe aparecera: “Se o Senhor nos quisesse matar, não aceitaria de nossas mãos o holocausto e a oferta de manjares, nem nos teria mostrado tudo isto, nem nos teria revelado tais coisas.” Então a mulher deu à luz um filho e o chamou Sansão; “o menino cresceu, e o Senhor o abençoou” (v.24).
Quantas vezes perdemos o privilégio da santa e íntima comunhão com Deus por causa da nossa incredulidade. Deus viu naquela mulher um coração sincero e desejoso de encontrá-Lo. Mas ela não reteve a bênção para si: correu para compartilhá-la com o marido, que também buscava ao Senhor em sinceridade. E, embora Deus não nos apareça pessoalmente como fez àquele casal, Sua presença permanece como promessa constante àqueles que decidem guardar tudo o que Ele ordena e que correm para compartilhar Suas palavras com outros (Mt.28:19-20). O filho prometido representava a compaixão de Deus por aquela família e por Seu povo — mesmo ingrato e rebelde. A oração e a comunhão com Deus são imprescindíveis para o povo dos últimos dias, que entende ser este o tempo em que o Senhor voltará.
Um dia, Jesus apareceu à humanidade como homem, pois “o Verbo se fez carne e habitou entre nós” (Jo.1:14). Mas antes de ascender aos Céus, prometeu: “voltarei” (Jo.14:3). Até lá, Ele nos conferiu a responsabilidade de colocar nossa casa em ordem e nos deixou registrado tudo o que precisamos saber para educar nossos filhos. A Palavra de Deus é fonte inesgotável de sabedoria. Podemos educar nossas crianças e instruir nossos jovens confiando que o Anjo do Senhor — o Deus Eu Sou, o Maravilhoso Senhor — está conosco. Não estamos sozinhos na árdua e sagrada tarefa da maternidade e da paternidade. Se manifestarmos a mesma confiança da mulher de Manoá, certamente o Senhor abençoará nossos filhos.
A partir de amanhã, veremos que aqueles pais tiveram sua fé severamente provada pelas escolhas de Sansão. Mas creio que o registro detalhado dessa história é uma forma de Deus confortar o coração de cada mãe e pai de oração com a fiel promessa: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Pv.22:6). Façamos, pela fé, o que o Senhor nos orienta em Sua Palavra, e nossa oferta de um coração submisso a Ele encontrará aceitação e bênção.
Deus Todo-Poderoso, cujo nome é maravilhoso, Tu bem sabes que vivemos em um tempo tão difícil quanto o de Sansão para educar filhos para o Senhor. Mas, assim como deste àquele casal uma promessa, cremos em Tuas promessas de salvação para nossos filhos também. Cremos que tens um propósito especial na vida deles, para que sejam uma bênção nesta geração. Pai, se alguns ainda vagueiam por caminhos tortuosos e escolhas erradas, por favor, traze-os de volta para Ti! Ajuda-os a Te encontrar e salva os nossos filhos, segundo a fidelidade das Tuas promessas que jamais falham! Confiamos nossa família em Tuas mãos, bom Pai! E o fazemos no nome maravilhoso de Jesus. Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, famílias de oração!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JUÍZES 13 – Consagração de alto nível foi o que Sansão recebeu desde antes de nascer. Seus pais, que não poderiam ter filhos, receberiam um milagre a fim de ser o libertador de Israel; o qual, devido à letargia e apostasia espiritual, tornaram-se alvos da opressão dos filisteus.
Sansão deveria ser nobremente educado para ser a bênção que Israel precisava. Ele seria um nazireu desde o nascimento, o mais alto posto de consagração do Antigo Testamento (Números 6:1-21). Para tanto, os pais de Sansão foram instruídos pelo anjo de Deus quanto á educação de seu filho (Juízes 13:1-7). E, o poder do Espírito Santo tomou conta de Sansão (Juízes 13:8-25).
Inclusive a mãe de Sansão se consagrou para ter um filho saudável física, emocional e espiritualmente. “Muitos dos que Deus usaria como Seus instrumentos foram desqualificados ao nascer pelos maus hábitos praticados anteriormente pelos seus pais. Quando o Senhor quis suscitar Sansão como libertador de Seu povo, recomendou à mãe hábitos de vida corretos antes do nascimento de seu filho… Ao instruir essa mãe, o Senhor deu uma lição a todas aquelas que viriam a ser mães até o final dos tempos. Se a esposa de Manoá seguisse os costumes prevalecentes, seu organismo teria ficado enfraquecido pela violação das leis da natureza, e seu filho teria sofrido, junto com ela, a penalidade da transgressão […] Aquele que observa a simplicidade em todos os seus hábitos, restringindo o apetite e controlando as paixões, conservará suas faculdades mentais fortes, ativas e vigorosas, ágeis para receber tudo o que exija pensamento ou ação. Ele será perspicaz para distinguir entre o santo e o profano e pronto a empenhar-se em qualquer empreendimento para a glória de Deus e o benefício da humanidade”, explica Ellen White (CBASD v.2, p. 1110-1111).
• Os pais de hoje precisam aprender a ouvir a Deus; Ele sabe como educar, por ser nosso Criador.
• Os filhos de hoje devem seguir as instruções dadas pelo Senhor em Sua Palavra caso queiram viver os nobres planos divinos para sua vida.
• O próprio Deus tem interesse na educação dos filhos de cada casal, inclusive nos dias atuais; por isso, o Espírito Santo revelou essas verdades no texto sagrado.
Vivamos os grandes planos de Deus para a humanidade! Precisamos reavivarmo-nos urgentemente! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JUÍZES 12 – Primeiro leia a Bíblia
JUÍZES 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jz/12
Aqui temos outra história intrigante da vida de Jefté. No capítulo anterior, vimos como Jefté estava tão desesperado para ser aceito em sua família que estava disposto a arriscar qualquer coisa. Ele conseguiu recuperar seu respeito, mas com grande custo para sua única filha. Neste capítulo, podemos obter informações sobre o que geralmente acompanha esse “status interno”.
Por um lado, a “busca por status” levou a um conflito com aqueles que deveriam ter sido contados como irmãos. Judeus da vizinha Efraim vieram a Jefté depois de seu sucesso, reclamando que não haviam sido convidados a lutar ao seu lado, muito parecido com o ocorrido após a batalha de Gideão com os midianitas (Jz 8:1-3). Nesse cenário, no entanto, Gideão tratou-os como irmãos. Ele respondeu-lhes com suavidade e com mansidão. A raiva diminuiu e a unidade foi restaurada. Jefté, em contrapartida, respondeu asperamente, como a forasteiros, e desencadeou conflitos e derramamento de sangue.
Embora exista um desejo inato em cada um de nós querer estar dentro de um círculo de amigos, quando esse círculo se fecha e se torna exclusivo – traçando uma linha entre “nós” e “eles”, isto pode ser doloroso e levar a mal-entendidos, tensão e conflito.
Dan Vis
Diretor, Missões FAST
Kathryn, Dakota do Norte EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jdg/12
Tradução: Jeferson Quimelli/Luis Uehara
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1020 palavras
1 os homens de Efraim. Do oeste do rio Jordão. Desta vez, os efraimitas foram mais odiosos e agressivos do que com Gideão, que lhes deu uma resposta branda, para evitar uma guerra civil (8.1-3). Bíblia de Estudo Andrews.
Assim como Gideão, Jefté teve problemas com Efraim (8.1-5); diferentemente de Gideão, deixou resultar em guerra civil. Havia lastimável falta de união em Israel. Bíblia de Genebra.
O ressentimento da tribo de Efraim não teve razão de ser. Gileade e Jefté teriam rogado aos efraimitas o seu auxílio para a expulsão dos amonitas, sem sequer receber resposta. Mas, depois da grande libertação do Senhor, indignaram-se, ao perceberem que a sua posição de tribo principal passara para os gileaditas. Bíblia Shedd.
A tribo de Efraim é mostrada de forma desfavorável tanto em Juízes 8:1-3 como neste verso. Eram passivos em tempos de opressão e arrogantes quando outras tribos tomavam a iniciativa e obtinham vitória. Gideão foi conciliador e ignorou a grosseria deles, mas Jefté não estava disposto a se tornar subserviente. A reclamação resultava do desejo de ser considerada como a tribo israelita líder. O orgulho levou a tribo a se ressentir de não ter tomado parte na glória da vitória. Além disso, eles negavam a Gileade o direito de ação independente, e mais ainda o de escolher um governante. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 392.
Fugitivos sois de Efraim. Toda a força da provocação se perdeu no tempo devido á falta de detalhes. Pode ter surgido um ciúme feroz entre os manassitas que viviam a leste do Jordão, e o resto de Manassés e seus parentes próximos, os efraimitas, no oeste da Palestina. Os manassitas no leste permitiram que a proximidade do clã e as ligações familiares definhassem e passaram a se identificar cada vez mais com as tribos pastorais de Rúben e Gade, entre as quais viviam. Por causa desse cisma na ligação entre os membros de uma tribo, os efraimitas os provocavam, chamando-os de fugitivos, isto é, a escória e a classe mais baixa dos parentes tribais no oeste. CBASD, vol. 2, p. 393.
5 os gileaditas tomaram os vaus do Jordão. Eliminando a rota de fuga de volta para o território efraimita. Bíblia de Estudo Andrews.
Gileade estava a leste do Jordão e Efraim, ao oeste. Bíblia de Genebra.
fugitivo de Efraim. No hebraico, estas são exatamente as mesmas palavras com as quais os efraimitas insultaram os homens de Gileade pouco tempo antes. Nesse momento, os efraimitas eram os fugitivos. CBASD, vol. 2, p. 393.
És tu efraimita? Havia uma considerável movimentação através dos vaus do Jordão. O objetivo era distinguir os fugitivos dos inocentes viajantes e comerciantes. Os homens que pouco antes se gabavam de sua tribo, estavam dispostos a negar qualquer relação com ela a fim de salvar a vida. CBASD, vol. 2, p. 393.
6 chibolete. A palavra significa “espiga de milho” ou “inundação”, mas não é o sentido que importa, pois a pronúncia gileadita servia de senha. Bíblia de Estudo Andrews.
Os efraimitas falavam um dialeto hebraico com pequenas divergências na pronúncia. No seu falar, o som ch se pronunciava em s de um modo tal que não conseguiam evitar serem descobertos. Aquela derrota invalidou definitivamente as esperanças de Efraim ser a tribo líder. Bíblia Shedd.
7 Jefté… julgou a Israel seis anos. O governo de Jefté foi o mais curto de todos os juízes. CBASD, vol. 2, p. 393.
Os juízes anteriores ficavam na liderança durante quarenta ou oitenta anos e a paz durava uma ou duas gerações. O governo abreviado de Jefté, o aumento de deuses sendo adorados e a guerra civil com Efraim contribuem para a decadência moral cada vez maior de Israel. Bíblia de Genebra.
8 Ibsã e Abdom (v.13) exibiram riqueza e poder nas tribos (cf 10.1n). Bíblia Shedd.
Belém. Não a cidade de Judá onde Jesus nasceu, mas outra do mesmo nome, na Galiléia [na tribo de Zebulom, a atual Beit Lahm] (Js 19.15). Bíblia Shedd.
Provavelmente a Belém no oeste de Zebulom. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 casou fora. Isto é, fora do clã, ou até da tribo. Isto indica o destaque da família. Bíblia Shedd.
Ibsã tinha uma política definida quanto a fortalecer sua posição através dos casamentos mistos. ele casou as 30 filhas com homens de outras tribos e também tomou 30 filhas de outras tribos para seus filhos. Esta informação foi registrada para mostrar que Ibsã foi um grande homem e tinha muita influência. Além disso, o fato de que viveu para ver os 60 filhos casados indica que teve vida longa e próspera, apesar de ter governado Israel por somente sete anos, possivelmente os seus últimos. Talvez ele tenha alcançado a posição de juiz por causa da política de construir relacionamentos amigáveis com outras tribos através de casamentos mistos. Houve paz durante a sua liderança. CBASD, vol. 2, p. 393, 394.
11 Elom. O nome significa ”um terebinto”. Os orientais geralmente adotavam nomes de árvores. CBASD, vol. 2, p. 394.
13 Abdom… quarenta filhos. São mencionados somente os membros da família do sexo masculino. Sem dúvida ele teve muitas filhas também. Novamente, a família numerosa é citada como evidência de riqueza e posição. Também demonstra a difusão da poligamia entre aqueles que podiam custear várias esposas. CBASD, vol. 2, p. 394.
de Hilel. Significa “adorando”. Esta é a primeira ocorrência de um nome que, mais tarde, se tornou famoso entre os judeus e que aparece somente neste verso. O Hilel que aparece posteriormente foi líder de uma das escolas de pensamento judaicas, pouco antes do tempo de Cristo, e é considerado como o maior de todos os rabis judeus. CBASD, vol. 2, p. 394.
14 setenta jumentos. Abdom tinha poderes e riquezas virtualmente como uma realeza (10.4). Bíblia de Genebra.
15 região montanhosa dos amalequitas. Desconhece-se o fundo histórico dessa referência; a não ser nessa passagem, os amalequitas estão associados ao Neguebe (Nm 13.29). Bíblia Shedd.
Os amalequitas fixaram residência no Neguebe, ao sul de Judá. No entanto, o nome desse local indica que, em certa época, eles avançaram para o norte até a região de Efraim, numa incursão que fez com que seu nome fosse atribuído a essa área particular. Eles podem ter sido derrotados lá, ou um pequeno número deles pode ter sido autorizado a estabelecer-se na região, em épocas anteriores. CBASD, vol. 2, p. 394.
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“Vendo eu que não me livráveis, arrisquei a minha vida e passei contra os filhos de Amom, e o Senhor os entregou nas minhas mãos; por que, pois, subistes, hoje, contra mim, para me combaterdes?” (v.3).
O histórico de Efraim é marcado por uma bênção profética e um desvio moral. Jacó, antes de morrer, colocou sua mão direita sobre Efraim, o filho mais novo de José, abençoando-o para que se tornasse um grande povo, maior do que seu irmão Manassés (Gn.48:14). De fato, assim aconteceu, mas as escolhas erradas levaram os descendentes de Efraim a um caminho bem diferente do que o Senhor tinha traçado.
Quando estudamos nos capítulos anteriores sobre a história de Gideão, vimos que, após o Senhor lhe dar vitória sobre os midianitas, os efraimitas vieram e “contenderam fortemente com ele” (Jz.8:1). Gideão foi sábio ao aplacar-lhes a ira e evitar o confronto. Contudo, a reação de Jefté foi diferente e usando de uma estratégia um tanto incomum, dizimou quarenta e dois mil efraimitas.
Fica muito claro que os descendentes de Efraim se tornaram homens sanguinários e vingativos. Pela segunda vez, eles questionaram o fato de não terem sido chamados para a guerra. Ao encontrar um líder que resolveu responder-lhes à altura, além do confronto pela espada, tiveram de enfrentar um “trava-línguas” da morte. A tribo de Efraim tinha tudo para ser uma das mais poderosas e bem-sucedidas de Israel, mas escolheu ser guiada por seus próprios impulsos. Por suas ações e por suas palavras, foram derrotados. E o que é mais triste, amados, é que em Apocalipse 7:5-8, onde encontramos uma divisão simbólica dos salvos dos últimos dias, a tribo de Efraim (juntamente com Dã) foi excluída da profecia. Entendam: não foi o simples fato de não saber pronunciar um fonema a causa da morte de tantos efraimitas. Foi muito além disso.
Quando Cristo foi acusado pelos fariseus de expulsar demônios pelo poder de Belzebu (Mt.12:24), mais adiante Ele lhes disse: “Raça de víboras, como podeis falar coisas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração” (Mt.12:34). Os efraimitas tropeçaram justamente porque permitiram que o ódio e a vingança prevalecessem em seu coração. Confiaram demasiado em sua própria força, e isso lhes foi um laço fatal. Podiam até fazer parte da nação eleita e estar dentro da herança do Senhor, mas o Senhor e a Sua bênção não estavam neles.
A palavra “chibolete” (em hebraico, šibbōlet) possui dois significados: “espiga de cereal” ou “águas correntes”. Como šibbōlet, aquela tribo recebeu a recompensa de seus maus desígnios: como espiga de cereal mirrada foi lançada fora; como águas correntes foi levada pela correnteza de corações corrompidos. Por analogia, “chibolete” representa a advertência que Cristo nos faz: “porque, pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado” (Mt.12:37). O que falamos diz muito quem realmente somos. Os efraimitas bem podiam representar a classe dos “encrenqueiros de plantão”. Você conhece alguém assim? Ou, pior: Você tem agido assim? Precisamos ter muito cuidado, amados! Como filhos do Reino, nossas palavras devem corresponder à obra purificadora do Espírito Santo em nosso coração. Por isso, precisamos clamar diariamente pelo Espírito Santo!
Há uma grande e urgente obra a ser realizada no meu e no seu coração. O Espírito Santo deseja imprimir em nós o puro e santo caráter de Cristo. Ou nos apegamos a Cristo, esforçando-nos por permanecer em Sua presença, inculcando na mente a Sua Palavra “com toda oração e súplica” (Ef.6:18), ou nossa vida nunca irá corresponder àquela que se está preparando para habitar com o Senhor e com os Seus anjos. Sobre isto, a inspiração nos diz o seguinte: “Deus está a guiar avante um povo que é peculiar. Ele os limpará e purificará, habilitando-os para a trasladação. Tudo o que é carnal será separado dos peculiares tesouros de Deus, até que se tornem como ouro purificado sete vezes” (Testemunhos Para a Igreja, v.1, CPB, p.431).
Mesmo que a nossa natureza pecaminosa por vezes nos desvie do caminho que o Senhor nos traçou, a Sua Palavra é poderosa para nos trazer de volta ao caminho eterno. Gostaria de saber o que Deus deseja que ocupe o seu coração e os seus pensamentos? Está escrito: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento” (Fp.4:8). Se assim o fizermos, nossas palavras e nossa vida exprimirão a linguagem do Céu. Ó amados, não temos mais tempo a perder com discussões insensatas! É tempo de contemplar a Cristo e trabalhar para abreviar a Sua volta. Esse é o seu desejo?
Nosso amado Pai do Céu, já é tempo de despertarmos do sono, porque as Tuas profecias são verdadeiras e estão rapidamente se cumprindo. Livra-nos de discussões insensatas e falatórios inúteis, que para nada servem senão para causar prejuízos à Tua obra! Enche-nos do Teu Espírito, para que nossas palavras e atitudes revelem a Tua graça e a Tua salvação! Queremos ir para casa, Senhor! Prepara-nos para Te encontrar e estarmos com o Senhor nas margens do rio da vida! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, santificados pela Palavra!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JUÍZES 12 – Tensão e desentendimento entre conterrâneos, é indicação de falta de paz no coração. Afastar-se de Deus e dos Seus princípios espirituais, resulta em conflito e confusão social. Guerra civil… é inadmissível, mas é possível acontecer. Isso é consequência funesta do pecado.
Incompreensão, intolerância, arrogância e ignorância não resolvem problemas, apenas os promovem. Brigas, contendas, rixas e desentendimentos geralmente não têm explicação lógica para existirem, senão como fruto do pecado que habita o coração humano (Mateus 15:19). A primeira guerra começou num ambiente perfeito, no Céu, incitada por um anjo perfeito, Lúcifer; a qual migrou para a Terra, e hoje se chama grande conflito (Apocalipse 12:7-9). As guerras entre nações e entre irmãos nada mais são que reflexos dessa grande guerra cósmica, provocada pelo mal.
Após resolver o conflito contra os amonitas – inimigos pagãos – Jefté teve que lidar com o conflito entre os efraimitas – seus irmãos. Que triste ver o povo de Deus envolvido em confusão desnecessária! “A tribo de Efraim é apresentada de forma desfavorável tanto em Juízes 8:1-3 como neste verso. Eram passivos em tempos de opressão e arrogantes quando outras tribos tomavam iniciativa e obtinham a vitória. Gideão foi conciliador e ignorou a grosseria deles, mas Jefté não estava disposto a se tornar subserviente. A reclamação resultava do desejo de ser considerada a tribo israelita líder. O orgulho levou a tribo a se ressentir de não ter tomado parte na glória da vitória. Além disso, eles negavam a Gileade o direito de ação independente, e mais ainda o de escolher um governante” (Comentário Bíblico Adventista).
42.000 da tribo de Efraim foram mortos por incitarem uma guerra sem necessidade alguma (Juízes 12:6); o orgulho ofusca a percepção conduzindo aos orgulhosos à frustração.
Jefté liderou apenas 6 anos, e morreu. Sua vida sem descendentes contrasta com o juiz Ibsã que gerou 60 filhos e Abdom que gerou 40 filhos e teve 30 netos (Juízes 12:8-15).
O fato de citar alguns juízes rapidamente (Ibsã, Elom e Abdom) que reinaram mais tempo que Jefté, e utilizar mais de 50 versículos para Jefté, mostra haver um interesse divino na seleção revelada no livro: Os futuros leitores deveriam saber como evitar anarquia social, opressão nacional e apostasia generalizada.
Como precisamos muito desse livro atualmente! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.