Reavivados por Sua Palavra


JOSUÉ 22 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
11 de novembro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: JOSUÉ 22 – Primeiro leia a Bíblia

JOSUÉ 22 – BLOG MUNDIAL

JOSUÉ 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson



JOSUÉ 22 by Jeferson Quimelli
11 de novembro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/js/22

Quando as tribos de Rúben, Gade e metade da tribo de Manassés, retornaram para casa após a conquista de Canaã, eles pensaram: “Nós vamos nos estabelecer ali, do outro lado do rio Jordão, sozinhos, separados de nossos irmãos das outras tribos. E se eles disserem aos nossos filhos no futuro que eles não pertencem a Israel e não têm parte no Senhor?” Por essa razão, as tribos estabelecidas a leste do Jordão decidiram erguer um altar junto ao rio Jordão, para mostrar que eles faziam parte de um só povo.

Quando as outras tribos ouviram falar deste altar, reuniram um exército para ir à guerra contra a tribo de Manassés. “Como vocês puderam se afastar do Senhor, nosso Deus, tão rapidamente, erigindo um outro altar?”, eles perguntaram. Chocados porque suas boas intenções haviam sido tão mal interpretadas, os líderes responderam: “Que Deus nos impeça de nos rebelarmos contra Ele! Não, esse altar não é para oferecer sacrifícios além daqueles no Santuário, mas simplesmente como um testemunho de que vocês são nossos irmãos e que nós seremos fiéis a Deus.”

Assim como os israelitas, nós, também, temos de dar satisfações do que fazemos uns aos outros. Mas devemos ter muito cuidado para não chegarmos a conclusões apressadas sobre as ações de outras pessoas e para não fazermos acusações infundadas a respeito de nossos irmãos e irmãs.

Brent Wilson
Criador de sites
Cochrane, Alberta, Canadá

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jos/22
Tradução: Jeferson Quimelli/Luís Uehara



JOSUÉ 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de novembro de 2025, 0:50
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1215 palavras

22:1-24:33 Nos últimos três capítulos do livro, o idoso general de Israel faz três discursos de despedida. O cap. 22 nos faz voltar ao momento em que Josué se dirige às duas tribos e meia, como havia feito no início do livro (1:12-18) e de novo no fim da primeira metade (12:1-6). O discurso registrado no cap. 23 não é, como no capítulo anterior, uma mera despedida àqueles que voltavam para suas heranças; consistia nas últimas palavras do idoso capitão, que passava a tocha para a nova geração de líderes … No cap. 24, Josué reúne todo o Israel em Siquém, antes de sua morte, para uma cerimônia final de renovação da aliança. Biblia de Estudo Andrews.

22:1-43 As duas tribos e meia a leste do Jordão, fiéis na batalhas, agora são elogiadas por Josué e mandadas para casa. Mas seu “altar de testemunho” (cf v. 26, 27, 34) foi compreendido erroneamente, e foi a custo que se evitou uma ação disciplinar contra eles. Bíblia de Estudo NVI Vida.

durante longo tempo. Seis ou sete anos foram empregados para dominar a terra. … É digno de nota que, durante todos os longos anos da conquista, nenhuma queixa é registrada, com exceção do pedido da tribo de José (Js 17). Essa atitude contrasta com a contínua murmuração durante os 40 anos de peregrinação no deserto. Enquanto os israelitas estiveram envolvidos em conquistas, sucesso e atividades, [eles] permaneceram contentes. O mesmo ocorre hoje: quando a igreja está ativa e realiza um programa que gera progresso, com a participação de todos os membros, costuma haver clara ausência de críticas, queixas e murmurações. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 290.

5 Aqui Josué reapresentou a mensagem central que Moisés deu ao povo em Deuteronômio: a obediência deve ser baseada no amor por Deus. … Josué os lembrou de sua responsabilidade espiritual. Por vezes pensamos tanto sobre o que devemos fazer que esquecemos quem devemos ser. Se sabemos que somos filhos de Deus, nós O amaremos e alegremente O serviremos. Não devemos deixar que nossas atividades diárias nos afastem de nosso amor por Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

Ele [Josué] faz questão de lembrar-lhes que a manutenção de suas terras vai depender inteiramente de sua obediência. Isso explica a curta e transitória existência das tribos transjordânicas. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento – F. B. Meyer.

reparti com vossos irmãos o despojo dos vossos inimigos. Moisés tinha também percebido a necessidade de repartir com equidade os despojos da guerra (Nm 31.25-27). Bíblia de Estudo NVI Vida.

10-34 A verdadeira fronteira  não era o rio, mas sim a serra de montanhas, além de Gileade, que separava a herança das duas tribos e meia do deserto. Bíblia Shedd.

10 edificaram um altar. Um outro altar com o propósito de sacrificar animais teria sido contra o mandamento de Deus (Dt 12.14). Bíblia Shedd.

A lei requeria ações disciplinares contra a apostasia (Dt 13.12-18). Bíblia de Genebra.

O motivo que inspirou isso foi o desejo de cimentar a união entre eles e as outras tribos. Mas esse objetivo teria sido melhor alcançado se eles tivessem obedecido à ordem divina de se reunirem com eles anualmente. Não é por meio de símbolos externos que podemos conseguir unidade, mas por comunhão e afinidade espiritual. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento – F. B. Meyer.

11 Quando os outros israelitas souberam (NVI). A preocupação com a apostasia levou a conclusões apressadas. Pensavam que o altar tivesse sido levantado como rival do altar verdadeiro em Siló. Bíblia de Estudo NVI Vida.

13 Finéias. A ação dele em Peor (v. 17; Nm 25.7-8), adiciona solenidade ao fato de ter sido escolhido para essa missão. Bíblia de Genebra.

17 a iniquidade de Peor. Os representantes tinham medo que Deus castigasse a Israel por causa do novo altar. Falaram acerca da praga causada pelo pecado de prostituição e idolatria de Israel em Moabe (Nm 25.1-9). Bíblia Shedd.

Essa foi uma ocasião de grande apostasia, antes do povo de Israel entrar na Terra Prometida (Nm 25; Js 2.1, nota). Bíblia de Genebra.

não estamos purificados. Uma purificação interior também está subentendida aqui. Os israelitas ainda não estavam libertos da tendência que demonstraram ter em Peor. Bíblia de Genebra.

19 Se a terra da vossa herança é imunda. Todas as terras não santificadas pela presença do Senhor eram consideradas imundas. Ao modo de ver dos representantes, aquela rebelião tinha afastado Deus da terra. Assim, seria melhor que aquela minoria passasse para o outro lado do Jordão a fim de gozar da Sua presença. Bíblia Shedd.

O espírito de amor operou de maneira tão profunda no coração de Fineias e seus homens que eles até propuseram partilhar com os outros as terras da Canaã ocidental, o que era melhor do que se distanciarem eles da lei de Deus. … Antes de adotarmos medidas mais severas, seja como indivíduos ou como nação, tentemos sempre reconquistar nosso irmão com “espírito de brandura”. Consideremos um lucro maior ganhar um irmão do que derrotá-lo. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento – F. B. Meyer.

terra que pertence ao SENHOR. A terra prometida, propriamente dita, nunca tinha incluído o território da Transjordânia. Canaã era a terra que o Senhor reivindicava especialmente como sua e que prometera aos descendentes de Abraão, de Isaque e de Jacó. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 O Poderoso, o Deus, o SENHOR. Três nomes de Deus são usados: El, o Poderoso; Elohim, o Majestoso; e Jeová [na verdade, YHWH], o Senhor que se revelara a Moisés. Bíblia Shedd.

A repetição dos nomes sagrados empresta uma qualidade de juramento a essa forte negação de ter havido qualquer delito. Bíblia de Estudo NVI Vida.

29 o altar do SENHOR. O altar oficial de Israel, naquela época, ficava em Silo (18.1). Bíblia Shedd.

30 deram-se por satisfeitos. Literalmente, “foi bom a seus olhos”. Seus irmãos haviam empreendido aquela missão para glória de Deus, não para a sua própria. Agora que a culpa fora retirada, ainda que as outras tribos houvessem se equivocado, ficaram satisfeitas. Deus é o verdadeiro elo de fraternidade. Quando se é irmão de verdade, a dor e a vergonha do irmão será nossa também, e o restabelecimento da inocência daquele que era suspeito de culpa proporcionará sincera gratidão. … Às vezes, os cristãos se orgulham tanto das próprias opiniões que desejam mais a vitória sobre um suposto antagonista do que a vindicação da justiça. Os que vivem junto do Senhor estão prontos a admitir seu erro e se interessam mais pela verdade do que por convencer outros de que estão certos. CBASD, vol. 2, p. 294.

34 chamaram o altar de Testemunho. O nome do altar mostrava que este era, realmente, um monumento ao único Deus. “O SENHOR é Deus” é uma expressão que significa que Jeová é o único Deus verdadeiro. Bíblia Shedd.

O altar testificava (v. 27) da realidade única que unia o povo inteiro de Israel. Bíblia de Genebra.

Há conceitos e ensinamentos importantes nos incidentes registrados neste capítulo. Primeiro: até mesmo as melhores intenções são, com frequência, mal interpretadas e podem dar lugar a suspeitas. Portanto, em tudo que for possível, deve-se evitar qualquer aparência do mal. Segundo: é é muito melhor ser zelosos pelos irmãos, com zelo piedoso, do que ser indiferentes quanto a sua salvação, ainda que o temor seja equivocado. Terceiro: ainda que se esteja sendo falsamente acusado, é bom ouvir a acusação com calma e, em seguida, com espírito de humildade, fazer cuidadosa defesa. Quem está certo sempre pode se permitir ser calmo e atencioso. CBASD, vol. 2, p. 295.



Josué 22 — Rosana Barros by Ivan Barros
11 de novembro de 2025, 0:45
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“Assim, Josué os abençoou e os despediu; e eles se foram para as suas tendas” (v.6).

A fidelidade das duas tribos e meia que habitariam “dalém do Jordão” (v.4) foi reconhecida por Josué que, diante do repouso da guerra, não viu mais razão para mantê-los longe de casa, despedindo-os com uma bênção especial e com os despojos dos inimigos. Mas ele não os despediu sem, antes, admoestá-los quanto ao zelo em permanecerem observando a Palavra do Senhor: “Tende cuidado, porém, de guardar com diligência o mandamento e a lei que Moisés, servo do Senhor, vos ordenou: que ameis o Senhor, vosso Deus, andeis em todos os Seus caminhos, guardeis os Seus mandamentos, e vos achegueis a Ele, e o sirvais de todo o vosso coração e de toda a vossa alma” (v.5). E assim, eles retornaram “à terra da sua possessão, de que foram feitos possuidores, segundo o mandado do Senhor, por intermédio de Moisés” (v.9).

Ao chegarem lá, a primeira atitude daquelas tribos foi construir um altar, “um altar junto ao Jordão, altar grande e vistoso” (v.10), de forma que foi facilmente visto pelas tribos que estavam além do Jordão. Aquele monumento desconhecido foi interpretado pelos filhos de Israel como um ato contra Deus, de modo que “ajuntou-se toda a congregação dos filhos de Israel em Siló, para saírem à peleja contra eles” (v.12). Antes, porém, enviaram “Fineias, filho de Eleazar, o sacerdote, e dez príncipes com ele, de cada casa paterna um príncipe de todas as tribos de Israel” (v.13, 14), para inquiri-los acerca daquele altar. As palavras dos líderes de Israel às duas tribos e meia revelam um caráter acusatório que os líderes dos filhos de Rúben, de Gade e da meia tribo de Manassés trataram logo de erradicar.

Mas o temor dos filhos de Israel não deixava de ser legítimo. Afinal de contas, foi pela infidelidade e incredulidade dos seus pais que estes vaguearam quarenta anos no deserto até que morressem. Foi pela infidelidade de Acã que a ira de Deus se acendeu sobre todo o povo. “Pois aquele homem não morreu sozinho na sua iniquidade” (v.20). Ó, amados, isso é tão sério! Se todos tivéssemos o temor que tiveram os filhos de Israel naquele episódio, quanta desgraça seria evitada! A nossa influência pode ser uma bênção ou uma maldição na vida de outros, a depender das nossas escolhas. Mas louvado seja Deus porque aquele altar não era um lugar de adoração, mas de testemunho! Entre as duas tribos e meia e as demais tribos estava o Jordão, e a preocupação dos rubenitas, dos gaditas e dos manassitas foi que, em algum momento, as demais tribos dissessem a seus filhos: “Que tendes vós com o Senhor, Deus de Israel? […] não tendes parte no Senhor” (v.25). Portanto, “chamaram o altar de Testemunho, porque disseram: É um testemunho entre nós de que o Senhor é Deus” (v.34).

Quem dera todos erguessem o altar do Senhor em seu lar! Quem dera toda igreja fosse um altar de testemunho para o mundo! Que cada cristão fosse uma testemunha do Senhor impossível de não ser notada! A preocupação dos construtores daquele monumento era de que as futuras gerações não fossem privadas de adorar ao Senhor e nem excluídas do povo de Deus. Que o Jordão não fosse uma barreira, mas um caminho seguro em direção à verdadeira adoração. E que seus filhos não fossem impedidos de adorar o verdadeiro Deus. Não deve ser esta também a nossa preocupação? Deste lado do “Jordão” corremos o risco de perdermos de vista o que está além do rio. Certamente, a preocupação daqueles pais de Israel não era somente com a reação de seus irmãos, mas em que seus filhos nunca esquecessem a quem pertenciam.

Como pais e educadores, temos uma sagrada obra em mãos. E não pense que, por não ter filhos, você está excluído desta responsabilidade. Todos nós, de alguma forma, estamos contribuindo para fortalecer ou enfraquecer a fé de alguém. Somos todos testemunhas a favor ou contra o Senhor. Aquele altar de pedras um dia foi derrubado, mas seu objetivo foi cumprido na vida de muitos. Da mesma forma, muitos filhos de Deus podem até ter encerrado sua vida nesta terra, mas seu testemunho continuará produzindo efeitos em muitos corações. O bom testemunho pessoal é a rede social grande e vistosa, a mais curtida por Deus, e cujo compartilhamento tem um alcance que só o Céu vai revelar. E como Acã “não morreu sozinho na sua iniquidade” (v.20), o falso testemunho também produz terríveis resultados.

Que o Espírito Santo faça da nossa vida um testemunho fiel “de que o Senhor é Deus” (v.34) e, oremos, “para que o nosso Deus [nos] torne dignos da Sua vocação e cumpra com poder todo propósito de bondade e obra de fé, a fim de que o nome de nosso Senhor Jesus seja glorificado em [nós], e [nós], nEle, segundo a graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo” (2Ts.1:11-12).

Nosso Pai amado, não fomos chamados para sermos altares de adoração, mas altares de testemunho, indicando o caminho para a verdadeira adoração a Ti. Jesus disse que o amor uns para com os outros será o que nos identificará como Suas testemunhas. Ó, Espírito Santo, derrama o amor divino em nosso coração! Como o povo era direcionado ao tabernáculo para Te adorar, nós nos voltamos ao Teu santuário celeste, crendo que é dali que o nosso Senhor Jesus Cristo realiza a Sua maravilhosa obra de intercessão. Concede-nos sermos habitação do Teu Espírito para que nossos filhos Te conheçam! E volta logo, “o Poderoso, o Deus, o Senhor” (v.22)! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, testemunhas de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#JOSUÉ22 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOSUÉ 22 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
11 de novembro de 2025, 0:30
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JOSUÉ 22 – Josué é incrível! “O cânon sagrado apresenta aqui um livro de história e de arte histórica do qual nossa geração, prolífica em escrever sobre a história, porém deficiente em sentimentos e percepção histórica, necessita urgentemente”, observa Paulus Cassel.

Josué faz parte dos livros teocráticos, um período histórico de alto nível teológico. “Assim como a democracia (gr. ‘governo do povo’) deve ser o poder exercido pelo povo, a teocracia deve ser o poder exercido diretamente por Deus. Esse era o sistema de governo no antigo Israel, do tempo de Josué até Saul (1405-1043 a.C.). São três os livros que compõem a era teocrática: Josué, Juízes e Rute”, comenta William MacDonald.

Teologicamente, o livro histórico de Josué é para o Antigo Testamento o que o livro histórico de Atos dos Apóstolos é para o Novo Testamento. A teologia histórica é essencial para obter ideia de como Deus atua em nossa história.

As tensões existentes entre as tribos equivalem às tensões da igreja primitiva. Assim como foi necessário uma reunião para resolver um mal-entendido entre as tribos de Israel em Josué 22, foi necessário o primeiro concílio eclesiástico para resolver um mal-entendido em relação aos proclamadores do evangelho aos gentios (Atos 15). Ambas as reuniões da liderança, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, resultaram em solução, chegaram numa conciliação.

O Deus que conduzia a história de Israel é o mesmo que conduz a história de Sua igreja. Estas histórias ensinam como lidar com disputas do povo de Deus:

• Alguém precisa tomar atitude e investigar o que realmente está acontecendo a fim de tentar uma solução correta.
• É preciso ouvir ambos os lados e tentar entender as motivações das tensões dos envolvidos.
• O lado zeloso das coisas certas não deve ser inflexível, acusador e condenador de seus irmãos; isso significa ser extremista com atitudes baseadas em pressuposição, sem qualquer fundamento.
• Os que são falsamente acusados devem evitar a recriminação empregando palavras suaves e conciliatórias.

Severidade com o próximo não resolve problemas; ao contrário, promove guerras desnecessárias. Por mais lógico que pareça uma opinião, agir sem fundamento aproxima-se da loucura! Tais pessoas pode ter zelo por Deus, porém, sem entendimento (Romanos 10:2).

Deus quer pessoas pacíficas e sábias; dispostas a resolver, não a criar problemas! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.