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Texto bíblico: JOSUÉ 5 – Primeiro leia a Bíblia
JOSUÉ 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/js/5
Quando Josué se aproxima de Jericó, um homem aparece diante dele com uma espada desembainhada. Como não era do seu feitio fugir do conflito, Josué se aproxima e pergunta: “Você é dos nossos ou dos nossos inimigos?”
“Nem uma coisa nem outra” é a resposta. “mas venho agora como príncipe do exército do Senhor” (v. 14).
Josué cai em reverência e é instruído a tirar as sandálias porque está em solo sagrado. Aqui não é um anjo (um anjo não aceitaria adoração). Aqui é Jesus liderando os exércitos do céu em nome do Seu povo.
“Nem uma coisa nem outra”. Uma resposta surpreendente. Jesus não estava do lado de Josué? Por que não disse: “Estou do seu lado e, como comandante do exército do Senhor, vim agora”. Mas em vez disso disse: “Nem uma coisa nem outra”.
Muitas vezes me pego pedindo a Deus para estar com meus planos. É uma oração sincera. Mas talvez perca de vista o principal. Se eu perguntasse a Deus se Ele está comigo qual seria a Sua resposta? – “Nem uma coisa nem outra?”
Talvez não importe muito se Deus está comigo. Talvez a pergunta mais importante seja: estou eu com Deus?
Muito mais importante do que Deus estar colaborando com os meus planos é eu estar colaborando com os planos de Deus!
Lonnie Wibberding
Pastor da Comunidade Adventista de Turning Point e da IASD de Glide
Roseburg, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jos/5
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1186 palavras
1-12 Duas cerimônias segundo a aliança foram retomadas em Gilgal em conformidade com as leis do Sinai: o rito da circuncisão e a Festa da Páscoa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
1 amorreus… cananeus. Os amorreus e os cananeus eram os dois maiores grupos que viviam em Canaã ao tempo da invasão de Israel. Os cananeus adoravam uma variedade de deuses, mas Baal era seu favorito. A cultura cananita era materialista e sua religião, sensual. Life Application Study Bible Kingsway.
Esse versículo talvez conclua o relato da travessia, visto que anota o efeito que aquele acontecimento teve sobre os povos de Canaã. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Evidentemente o povo de Canaã percebeu que estava entrando em luta com o Deus todo-poderoso. Isso tornou sua amarga resistência menos desculpável. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer.
Os israelitas passaram 39 anos no deserto desnecessariamente porque estavam aterrorizados com os cananeus. Eles subestimaram a habilidade divina. … Aqui, Israel viu que os cananeus estavam aterrorizados com o exército israelita. Os cananeus haviam escutado a respeito das grandes vitórias de Israel através de Deus (2:9-11), e eles esperavam que o rio Jordão os atrasasse ou desestimulasse de entrar em Israel. Mas as notícias de que Israel havia atravessado o Jordão em terra seca acabou com a coragem que os cananeus ainda tinham. Não subestime Deus. Se somos fiéis a Deus, ele fará desaparecer a grande oposição. Life Application Study Bible Kingsway.
2 facas de pederneira (ARA; NKJV e NVI: “facas de pedra”). Existiam facas de metal, mas a pedra de pederneira servia para fazer um instrumento cirúrgico mais eficiente, como têm comprovado demonstrações atuais. Bíblia de Estudo NVI Vida.
de novo, a circuncidar. Não se deve entender que houve aqui uma ordem de repetir a circuncisão em quem já recebera o rito. A instrução requeria apenas a renovação de um rito que fora descontinuado durante os anos de peregrinação pelo deserto (PP, 406). … Ao entrar em Canaã, os israelitas estariam renovando a aliança com Deus, e isso exigia que adotassem mais uma vez o sinal desse pacto. O rito externo deveria representar a verdadeira circuncisão do coração (Dt 30:6; Jr 4:4; Rm 2:29). O deserto tinha sido palco de desconfiança, queixas e rebelião contra Deus. em obediência às instruções divinas, o povo precisava começar de novo uma vida de fé e obediência. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia,vol. 1, p. 182.
3 Gibeate-Aralote, ou “Outeiro dos Prepúcios”, foi o nome dado ao morro onde a circuncisão foi realizada. Bíblia Shedd.
2-8 A sedição em Cades (Nm 14) tinha praticamente anulado esse relacionamento, que agora precisava ser renovado. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer.
4-7 A circuncisão física tinha seu significado espiritual, a circuncisão do coração (Dt 10.16; 30.6 e notas). Bíblia de Genebra.
6 não obedeceram à voz do SENHOR. Essa é a descrição mais simples do comportamento que provocou o julgamento divino. A referência é a Nm 14 (Dt 1.32, 43). Bíblia de Genebra.
terra que mana leite e mel. É uma expressão muito usada no Pentateuco e denota a fertilidade da terra da Palestina, onde abunda capim e flores, para a subsistência de vacas e abelhas. Bíblia Shedd.
9 o opróbrio do Egito (ARA; NVI: “a humilhação sofrida no Egito”), i.e., a miséria e a humilhação dos israelitas na escravidão, no Egito. Bíblia Shedd.
A redenção da escravidão do Egito só se completou com a entrada na Terra Prometida. Ver a promessa do êxodo e seu alvo em Êx 3.8. Se esse alvo não tivesse sido atingido, o opróbrio do Egito teria permanecido (Dt 9.28). Bíblia de Genebra.
até o dia de hoje. Isto é, até o dia em que o escritor sagrado escreveu o livro de Josué. Bíblia de Genebra.
Gilgal. A palavra significa “círculo de pedras”. Este acampamento foi situado a meio caminho entre o Jordão e Jericó. Bíblia Shedd.
12 cessou o maná. O maná era o presente de Deus para a viagem no deserto; a partir de agora, ele forneceria a Israel alimentos da terra prometida. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Assim que os israelitas puderam comer “do fruto da terra” (v. 11), o maná deixou de ser necessário. O Senhor não faz o que as pessoas podem fazer por si mesmas. CBASD, vol. 1, p. 185.
Cristo é o nosso maná espiritual durante nossa jornada no mundo desde o dia de nossa salvação até que o vejamos “face a face” (cf Jo 6.31-34; 1 Jo 3.2). Bíblia Shedd.
13 ao pé de Jericó. Ou, perto de Jericó. … Josué dirigiu sua atenção para a grande tarefa seguinte: a tomada de Jericó. Eles [Josué e seus mais próximos] saíram do acampamento a fim de meditar e orar, pedindo a orientação divina para realizar essa obra. CBASD,vol. 1, p. 185, 186.
14 “Não” (ARA; NKJV e NVI: “Nem uma coisa nem outra”). Em resposta ao questionamento de Josué se Ele era por Israel ou pelo adversário (Js 5:13, Ele respondeu: “Não”, isto é, “nenhum!” Ele não era meramente porIsrael. Ele era o divino Comandante de Israel! Andrews Study Bible.
Josué e Israel devem conhecer seu devido lugar – não se trata de Deus estar do lado deles; pelo contrário, são eles que devem travar as batalhas de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
príncipe (ARA; NKJV e NVI: “Comandante”) do exército do SENHOR. Este era o próprio Deus, o Cristo pré-encarnado, como evidenciado pela adoração de Josué a Ele e de Sua presença tornando o lugar santo. Este título é usado por Cristo somente aqui e em Dn 8:11. Andrews Study Bible.
Israel começaria a conquista das nações cananeias com a aprovação divina. CBASD,vol. 1, p. 186.
exército. Não se trata de uma referência, em primeiro lugar, ao exército de Israel, mas, sim, às hostes celestiais (PP, 493). … A todo instante, os anjos estão prontos para atender as necessidades da igreja e a cumprir as ordens de seu Capitão. Aqueles que, em sua experiência, precisam confrontar uma “Jericó” espiritual podem pedir ajuda dessas forças invisíveis, e obter, assim como Josué, a certeza de que os recursos do Céu estão á disposição de cada alma confiante. Josué recebeu a garantia de que não estaria só à frente do exército hebreu. O próprio Senhor, no posto de capitão, estaria com ele para supervisionar, dispor, ordenar e comandar. CBASD,vol. 1, p. 186.
e O adorou. Ao aceitar a adoração prestada por Josué, o visitante celestial mostrou ser mais do que um anjo (ver Ap 19:10). CBASD,vol. 1, p. 186.
15 Descalça as sandálias. Esta é outra evidência de que o “príncipe, do exército” era mais do que um anjo. Na verdade, não era ninguém menos que o próprio Cristo, em forma humana (ver PP, 488). Em Josué 6:2, Ele é chamado por Seu nome divino [SENHOR] (ver com. de Êx 6:3; 15:2). CBASD,vol. 1, p. 186.
Como podemos mostrar respeito por Deus? Por nossas atitudes e ações. Devemos reconhecer o poder, a autoridade e o profundo amor de Deus, e nossas ações deveriam apresentar nossas atitudes aos outros. O respeito por Deus é tão importante hoje quanto era no tempo de Josué, mesmo que descalçar as sandálias não seja mais o modo em nossa cultura de demonstrar isso. Life Application Study Bible Kingsway.
Deve-se notar que Josué 6 é uma continuação do relato de 5:13-15, e que Josué 6:1 consiste numa declaração parentética introduzida para explicar oque segue nos v. 2 a 5. CBASD,vol. 1, p. 186.
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“Respondeu o Príncipe do exército do Senhor a Josué: Descalça as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é santo. E fez Josué assim” (v.15).
A travessia milagrosa do Jordão causou um grande alvoroço entre os povos de Canaã, de maneira que até os reis da terra ficaram desalentados “por causa dos filhos de Israel” (v.1). Eles sabiam que era só uma questão de tempo e que Deus estava não só conduzindo Seu povo à terra prometida, mas também aplicando Seu juízo contra os impenitentes. Mas a geração que entrou em Canaã não havia observado a cerimônia da circuncisão no deserto. Acredito que as dificuldades da peregrinação os impediu de observar tal rito e que, não obstante, Deus desejava renovar a Sua aliança com eles, culminando na celebração da Páscoa, e no fim do maná, pois finalmente estavam em casa e desfrutando “do fruto da terra”, “das novidades da terra de Canaã” (v.10, 12).
“Estando Josué ao pé de Jericó” (v.13), muito provavelmente buscando no Senhor o auxílio e a sabedoria para saber o que fazer dali por diante, quem sabe sentindo-se angustiado, de repente ele “levantou os olhos e olhou; eis que se achava em pé diante dele um homem que trazia na mão uma espada nua” (v.13), um guerreiro pronto para a batalha. Era o “Príncipe do exército do Senhor” (v.14), que acabava de chegar. Percebam que Josué “se prostrou com o rosto em terra, e O adorou” (v.14). Ora, se fosse um anjo, jamais aceitaria adoração (Leia Ap.19:10; 22:8,9). Josué estava diante do próprio Cristo e, semelhante à experiência de Moisés na sarça ardente, prontamente descalçou “as sandálias dos pés” (v.15), segundo a ordem do Senhor, pois estava em solo sagrado.
As cenas que se seguirão neste mundo antes da volta de Jesus serão rápidas e sucessivas (1Ts.5:3). A peregrinação dos filhos de Deus chegará em seus dias finais e eles receberão o refrigério do Espírito Santo (Zc.10:1). Não precisarão mais ser ensinados, pois o maná, a Palavra de Deus, estará em seus corações (Hb.8:11). Livres, finalmente livres, de todo mal que os assediava, marcharão resolutos e confiantes com a armadura de Deus (Ef.6:10-18), tendo o Senhor Jesus Cristo como seu grande Comandante (Na.1:7). Os reis da Terra atentarão para isso e se lamentarão (Ap.18:9). Mas todo aquele que, semelhante a Josué, estiver buscando o Senhor como seu refúgio e fortaleza, clamando por sabedoria, será fortalecido, e Miguel, o grande Príncipe, virá em seu favor (Dn.10:21).
Eu creio de todo o meu coração que este tempo está mais perto do que possamos imaginar. Como a Páscoa era símbolo da libertação do pecado, seguida do Pentecostes, símbolo de colheita e fartura por meio do Espírito Santo, e do dia da expiação, símbolo de renovação espiritual, culminando na Festa dos Tabernáculos, símbolo da celebração nas moradas eternas, estamos, em nossos dias, pisando no solo sagrado do tempo do fim. É hora de descalçarmos nossos pés de todo orgulho humano, e estarmos atentos somente ao que é de origem divina. Satanás e seus anjos podem lutar contra nós com todas as suas armas, mas se perseverarmos em levantar nossos olhos e olhar para o Senhor dos Exércitos, Ele “os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele” (Ap.17:14).
Ó, amados, todas as nossas energias e faculdades precisam estar empregadas em mantermos nossos olhos fixos em Jesus, “o Autor e Consumador” de nossa fé (Hb.12:2)! Este mundo está em contagem regressiva e não podemos descer de nossa torre de vigia (Hc.2:1). Eu sei que a exaustão, que o sentimento de forte angústia e desânimo, causado pelas provas, muitas vezes querem nos dominar e fazer com que nossa mente seja tomada por inúmeras distrações e pensamentos nocivos. Mas nós temos a fiel promessa da constante companhia de Cristo ao nosso lado (Mt.28:20), e precisamos confiar e nos agarrar a ela, “pois Quem fez a promessa é fiel” (Hb.10:23). “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (Hb.10:35-37). Você crê?
Nosso bendito Deus, cremos que o Senhor em breve voltará. Cremos na bendita esperança de nosso resgate e que Jesus está às portas. Cremos que mesmo que a angústia se intensifique, receberemos força adicional para suportar o que há de vir. Cremos que o Senhor já proveu o nosso livramento. Cremos que tens ouvido o clamor do Teu remanescente e que depressa lhes fará justiça. Cremos no Teu amor pela humanidade e que estás chamando as Tuas últimas ovelhas. Reveste-nos de Tua armadura, Senhor dos Exércitos! Prepara-nos para Te encontrar, nosso amado Pai! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, exército do Senhor Jesus Cristo!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JOSUÉ 5 – Nossa realidade mais se parece a campos de batalha que a parques de diversão.
Jesus é o capitão do verdadeiro cristão. A igreja é Seu exército no mundo! Ele é nosso líder político e religioso!
Em Josué 5, o povo de Deus é todo aquele que assume compromisso sério com Ele, ilustrado pela circuncisão dos israelitas em Gibeate-Aralote. Com a circuncisão da nova geração, Deus declarou: “Hoje removi de vocês a humilhação sofrida no Egito”. Na sequência, celebrou-se a Páscoa – lembrança da libertação operada por Deus à nação israelita. Em seguida comeram do fruto da Terra Prometida; então, o maná cessou. Tudo indicando o quanto Deus cuida atentamente de Seu povo!
Os versículos finais de Josué 5 revelam a presença do verdadeiro Líder do povo de Deus. E, Josué mostra-nos como vencer com Ele:
• Focar: “olhou para cima”.
• Identificar: “perguntou-lhe”.
• Ouvir: “Venho na qualidade de comandante do exército do Senhor”.
• Prostrar-se: “com o rosto em terra, em sinal de respeito”.
• Submeter-se: “Que mensagem o meu Senhor tem para o Seu servo?”.
• Obedecer: Quando pediu para tirar as sandálias, “Josué as tirou”.
Nossas lutas teriam vitórias se tivéssemos tais atitudes!
Nossa vida está cheia de lutas. “Há batalhas a serem travadas cada dia. Uma guerra está em processo em cada alma entre o príncipe das trevas e o Príncipe da vida. Há uma grande batalha a ser travada para que os habitantes do mundo sejam advertidos sobre o grande Dia do Senhor, para que se possa entrar nas fortalezas do inimigo e para que todos os que amam ao Senhor possam se unir sob a bandeira ensanguentada do Príncipe Emanuel. A parte principal da luta, porém, não cabe a vocês. Como instrumentos de Deus, vocês devem se entregar a Ele, para que Ele possa planejar a batalha e conduzi-la por meio de vocês, com sua cooperação. O Príncipe da Vida está na direção de Sua obra. Ele precisa estar com vocês em sua batalha diária contra o eu para que consigam ser fieis ao princípio; para que a paixão que luta pelo predomínio possa ser subjugada pela graça de Cristo; para que possam ser mais que vencedores por meio dAquele que os amou”, considera Ellen White (CBASD, v.2, p.1097).
Reavivemo-nos… aprendendo com Josué! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JOSUÉ 4 – Primeiro leia a Bíblia
JOSUÉ 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/js/4
Cada um de nós precisa de um Gilgal. Na verdade, precisamos de periódicos “Gilgais” – aqueles lugares em nossas vidas onde estabelecemos lembretes e paramos para refletir sobre o que Deus fez por nós em tempos passados, como Ele nos libertou através de várias águas de provações, aflições e outros problemas.
Tais “Gilgais” servem a pelo menos dois propósitos: (1) Quando somos tentados a nos perguntar onde Deus está, ou quando enfrentamos desafios que não sabemos como lidar, podemos refletir sobre o que Ele fez no passado, descansando. certo de que Ele pode e irá nos abençoar novamente; e (2) esses memoriais servem como uma testemunha para os outros que enfrentam seus próprios desafios. Outros também podem obter coragem em saber que o Deus que nos abençoou está pronto para abençoá-los de maneira especial.
Willie Edward Hucks II
Professor Associado de Teologia Pastoral e Homilética
Universidade Andrews
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jos/4
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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553 palavras
Depois do povo atravessar o rio, qual seria o próximo passo? Conquistar a terra? Não ainda. Primeiro, Deus os orientou a erigir um memorial com 12 pedras retiradas do rio por 12 homens, um de cada tribo. Isto parece ser um passo insignificante em sua missão de conquistar a terra, mas Deus não queria que se lançassem a ela despreparados. Eles deveriam se focar em Deus e se lembrar de quem os estava guiando. Quando você estiver ocupado fazendo as tarefas da obra de Deus, aquiete-se por alguns momentos, tempo para que você construa seu próprio memorial do poder de Deus. Muita atividade pode retirar seu foco de Deus.Life Application Study Bible Kingsway.
8 e levantaram doze pedras do meio do Jordão. As pedras representam as doze tribos de Israel. Com elas se erigiu uma coluna memorial em Gilgal (20). Deus, sabendo da nossa deficiência humana de esquecer, sempre facilita, por um meio ou outro, a lembrança dos grandes eventos relacionados com a nossa salvação. Note-se, por exemplo, as festas de Israel e a Ceia do Senhor e, também, o batismo neotestamentário. Bíblia Shedd.
9 Outras doze pedras foram colocadas no leito do rio e se tronariam visíveis sempre que as águas baixassem. Era uma visível demonstração, portanto, de que Israel estivera, uma vez, naquelas profundezas. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer.
18 Somente a presença da arca mantinha as águas amontoadas. E é assim que Jesus se coloca entre nós e qualquer coisa que possa engolfar-nos, principalmente o pecado e a morte (Hb 2.14). Não aconteça que, rejeitando-a, rejeitemos nossa única salvação. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer.
19 no dia dez do primeiro mês. Esse é o dia em que o cordeiro pascal devia ser escolhido (Êx 12.3), sublinhando a conexão entre a travessia do rio Jordão e o êxodo. Ver vs. 23; 5.10.
Gilgal. Em geral identificada com as ruínas de Khirbet el-Mafjer, quase 4 km a nordeste de jericó. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21, 22 É de suma importância educar os filhos naquilo que Deus fizera, particularmente tudo que Ele nos ensina na Sua Palavra. É de se notar que por deixar de cumprir a este mandamento específico, mais do que por qualquer outro motivo, Israel foi levado à idolatria e desviou-se de Deus em poucos anos, como deparamos nos tempos dos juízes. Bíblia Shedd.
24 todos os povos da terra. As maravilhas dos caps. 3-4 teriam efeitos que ultrapassariam a geração imediata e iriam muito além do povo de Israel (2.10; 5:1; cf 12.3). As admiráveis obras de Deus na Bíblia deveriam afetar aqueles que ouvem falar delas, tão poderosamente como aqueles que as vêem (Êx 10.2; Jo 20.30-21). Bíblia de Genebra.
O Senhor desejava que Sua relação com Israel se transformasse em uma lição prática para toda a humanidade. O povo não devia, em egoísmo, reter para si o conhecimento do Deus verdadeiro e de Seu poder para salvar. Esse conhecimento devia se estender por toda a Terra em resultado da correta educação dos filhos (ver v. 22), que, por sua vez, deveriam se tornar missionários. à medida que os israelitas crescessem em número e influência, toda a Terra aprenderia sobre o verdadeiro Deus e O glorificaria. No entanto, Israel fracassou e, posteriormente, Cristo deu a mesma ordem aos discípulos (Mt 29:19, 20). A “palavra da reconciliação” hoje é confiada a nós (2Co 5:19). Não podemos fracassar. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 180.
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“Para que todos os povos da Terra conheçam que a mão do Senhor é forte, a fim de que temais ao Senhor, vosso Deus, todos os dias” (v.24).
Assim que todo “o povo se apressou e passou” (v.10) o Jordão, doze homens, “um de cada tribo” (v.5), foram escolhidos por Josué para cumprir a ordem do Senhor de tomar doze pedras de onde “pousaram os sacerdotes os pés” (v.3), a fim de erguerem um “memorial aos filhos de Israel” (v.7). “Estas pedras” (v.7) serviriam de testemunho às futuras gerações que, perguntando: “Que vos significam estas pedras?” (v.6), ouviriam sobre as maravilhas que o Senhor operou no passado no meio de Seu povo. E, diante dos rostinhos curiosos, seus pais poderiam afirmar com propriedade: “Israel passou em seco este Jordão” (v.22).
Deus sabia que, com o passar do tempo e com o surgimento de novas gerações, Israel enfrentaria inúmeros desafios. As experiências do passado deveriam ser relembradas como “por sinal” (v.6) entre o povo de que a forte mão do Senhor o conduzia. Mas isso também serviria de sinal e testemunho a “todos os povos da Terra”, para que O conhecessem e para que o temor do Senhor permanecesse com Seu povo “todos os dias” (v.24). É interessante observar o zelo de Deus com relação à preservação da fé nas famílias. Seria a fidelidade dos pais em contar a seus filhos o que o Senhor lhes havia feito que prepararia aquela geração para levar a mesma obra adiante. E, assim, cada família de Seu povo seria uma representação fiel de Seu caráter ao mundo.
Amados, Jesus, nosso Sumo Sacerdote, está diante da “arca da Aliança no Seu santuário” (Ap.11:19), segurando a correnteza da impiedade até que nos apressemos para passar a pé enxuto além do rio. As pedras memoriais são o nosso próprio testemunho, de todas as maravilhas que o Senhor já realizou em nós e através de nós. E há um chamado divino aguardando nosso fiel cumprimento: “Para que todos os povos da Terra conheçam que a mão do Senhor é forte, a fim de que temais ao Senhor, vosso Deus, todos os dias” (v.24). “Vi outro anjo voando no meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a Terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo” (Ap.14:6-7).
Percebem que o objetivo do chamado de Deus a um povo eleito sempre foi o de usá-lo a fim de alcançar todos os povos da Terra? Sabem por quê? “Porque Deus amou ao MUNDO de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Nosso chamado consiste em preparar um povo para viver eternamente com o Senhor. A cruz é o monumento da graça e a sepultura vazia é o monumento da esperança. A Palavra de Deus é o monumento da verdade e nossa vida deve ser o monumento da “fé que atua pelo amor” (Gl.5:6). Ó, amados, que o Espírito Santo nos motive, a cada dia, a vivermos “como pedras que vivem” (1Pe.2:5), inabaláveis, segundo a exortação do apóstolo Paulo: “Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos. Todos os vossos atos sejam feitos com amor” (1Co.16:13-14).
Senhor, nosso Deus e bom Pai, há milhares de pessoas aguardando apenas o nosso testemunho para que possam Te conhecer. O que queres que façamos em Tua obra? Fala neste dia de forma especial ao nosso coração! Revela-nos o que desejas que façamos em Tua obra e qual é nosso chamado, Senhor! Estamos dispostos a ouvir a voz do Teu Espírito e crer, e trabalhar, para salvar vidas e apressar a volta do nosso Redentor. Que Tua mão forte atue em nosso coração, em nosso lar e através de nós, ao mundo! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, salvos para salvar!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JOSUÉ 4 – Este capítulo é claro ao revelar que os atos divinos jamais deveriam ser considerados pontuais na história. As obras de Deus devem tornar-se legados às próximas gerações.
Cada agir de Deus deve ser um tijolinho na construção de nossa teologia, e do nosso ensino às futuras gerações. Quanto mais Deus faz, mais deveria ser engrandecido a fim de tornar-Se ainda mais conhecido!
As ações de Deus na história da humanidade deveriam ser registradas para não apagar de nossa memória debilitada. Preparar um monumento de pedras em meio às correntes do rio Jordão foi orientação que o líder Josué recebeu do Deus que não queria ser esquecido pelos que foram beneficiados com Sua atuação: Monumentos e registros são necessários aos que foram divinamente abençoados – Deus sabe muito bem disso e de sua importância!
Josué 4 trata de pelo menos quatro objetivos claros quanto à construção de um monumento, assim que Israel atravessou à seco o rio Jordão – da mesma forma que 40 anos antes havia atravessado o Mar Vermelho. Tal monumento serviria…
• …como recordação no meio dos israelitas para sempre (Josué 4:7).
• …como mensagem à futura geração do que Deus fizera em prol dos antepassados (Josué 4:6, 21-23).
• …de testemunho a todas as nações a fim de torná-las cientes de que Deus é o Todo-poderoso do Universo (Josué 4:24).
• …de apelo para o povo respeitar e comprometer-se com Deus para sempre (Josué 4:24).
Deus ordenou escolher doze líderes, das doze tribos, para colocar doze pedras no rio Jordão. A Nova Jerusalém terá doze portas, “cada porta feita de uma única pérola” (Apocalipse 21:21). “Pérolas são formadas pelo sofrimento. Quando um grão de areia penetra na concha de uma ostra, parece haver só uma coisa que essa humilde criatura tem de fazer… Todos ao entrarem nesta preciosa cidade terão de passar pelas portas de pérola, símbolo do sofrimento. Pela abundante graça de Deus eles transformaram suas provas em triunfos; cada torturante pecado foi coberto com a justiça de Cristo” (Roy Allan Anderson).
Na liderança de Cristo, Seu povo logo atravessará o Jordão deste mundo de sofrimento. A Santa Ceia é um memorial do Seu sacrifício por nós, mas na eternidade lembraremos Seus benefícios cada vez que atravessarmos as portas de pérolas da cidade. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.