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Texto bíblico: JOSUÉ 9 – Primeiro leia a Bíblia
JOSUÉ 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/js/9
“… E não pediram conselho do Senhor” (v.14 ACF). Estas compreendem as palavras mais tristes de Josué 9. Por que eles não procuraram conhecer a vontade do Senhor? Será que eles ficaram orgulhosos, pensando que sua própria força havia ganho a vitória em Ai? Será que chegaram a considerar a presença de Deus no acampamento e o poder Dele em favor deles como algo garantido?
Não importa quão sábios nos tornemos aos nossos próprios olhos, outros vivem em torno de nós que são mais sábios e mais espertos em seus pensamentos e planos. Devemos sempre buscar a sabedoria de Deus para saber andar – mesmo nas “pequenas coisas” da vida. Isto porque cada escolha tem ramificações, positivas ou negativas, que afetam a nós mesmos e aos outros. E algumas dessas repercussões podem ter efeitos duradouros.
É sempre muito importante vivermos constantemente dentro da vontade de Deus.
Willie Edward Hucks II
Professor Associado de Teologia Pastoral e Homilética
Universidade Andrews
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jos/9
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1520 palavras
1-27 O relato de como os gibeonitas enganaram os líderes das tribos e obtiveram um pacto de submissão a Israel. É a primeira das três seções que contam como Israel passou a possuir a maior parte da terra. Os v. 1 e 2 introduzem as três unidades. Bíblia de Estudo NVI Vida.
1-6 À medida que as notícias de suas vitórias se espalharam, os israelitas experimentaram oposição de dois modos: direta (os reis de sua área começaram a se unir contra eles); e indireta (os gibeonitas recorreram ao engano). Podemos esperar oposição similar ao obedecermos a vontade de Deus. Para se resguardar contra estas pressões, devemos confiar em Deus e nos comunicarmos diariamente com Ele. Ele nos dará força para resistir a pressões diretas e sabedoria para ver através da fraude e astúcia. Bíblia Shedd.
1-2 Estes dois versículos formam o pano de fundo dos caps 9-12. O temor dos israelitas que tinha imobilizado os cananeus em 5.1, aqui os une contra Josué e contra Israel. Há uma antecipação do Sl 2.1-3, a oposição a Deus e ao Seu governo, que culminou na crucificação de Jesus (At 4.25-27). A impotência dos governantes, no Sl 2, é amplamente ilustrada pela lista dos reis derrotados em Js 12. Bíblia de Genebra.
1 todos os reis. Sem dúvida, os relatos que chegaram a esses reis os encheram de ira e temor. O resultado foi a convocação desta reunião de emergência. Ouviram não só sobre a queda de Jericó e de Ai, mas também da grande reunião no monte Ebal, onde os israelitas proclamaram que a lei de Yahweh era a lei de toda a terra de Canaã. A convocação no monte Ebal mostrou com clareza que os filhos de Israel pretendiam ser os únicos governantes da terra. A ira que isso causou provavelmente superou o medo, e os reis resolveram resistir juntos, esperando, dessa maneira, impedir qualquer invasão a seu território. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 211. CBASD, vol. 2, p. 211.
daquém do Jordão. A referência com certeza é ao lado oeste do rio. CBASD, vol. 2, p. 211.
3 Gibeom situava-se oito quilômetros ao norte de Jerusalém. O nome significa “edificada sobre uma montanha”. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. F. B. Meyer, p. 109.
Para dizer o mínimo, a decisão de não resistir demonstrava certo grau de fé na força do Deus de Israel. Estavam dispostos a fazer uma aliança, que incluía a promessa de renunciar à idolatria e de aceitar o culto a Yahweh (PP, 506). CBASD, vol. 2, p. 212.
4 estratagema. A Igreja tem sido mais vítima das artimanhas do diabo do que dos seus ataques. O aspecto do pecado que deve ser mais temido é a dissimulação. É melhor enfrentar Caifás do que Judas. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. F. B. Meyer, p. 109.
9 por causa do nome. A abordagem que usaram foi falha, mas não há erro no fato de haverem dado o passo inicial, nesta ocasião, para servir o Deus verdadeiro. … Deus honrou sua fé limitada e não permitiu que Israel cancelasse a promessa que fizera a eles. O Senhor aceita as pessoas como são, e depois tenta levá-las a um serviço mais perfeito. Alguns, por motivos totalmente errados, começam a adorar a Deus; mesmo assim Ele aceita essa entrega e depois lhes inspira motivos mais louváveis. Assim aconteceu com os gibeonitas. No que se refere a privilégios espirituais, a eles foi aberta a plenitude das bênçãos da aliança. CBASD, vol. 2, p. 214.
O perigo representado pelos cananeus restantes na terra Prometida era que eles fizessem Israel abandonar ao Senhor para servirem a outros deuses (Dt 7.4).
10 tudo quanto fez. As novas que os gibeonitas tinham ouvido são as mesmas que foram confessadas por Raabe (2.10, nota). A reação deles, porém, foi bastante diferente da reação dela. Bíblia de Genebra.
14 tomaram da provisão. Os líderes hebreus … tomaram das provisões deles para provar, manusear e testar por si mesmos, a fim de chegar a uma decisão acertada. Depois de tê-lo feito, sentiram-se confiantes no próprio juízo. CBASD, vol. 2, p. 214.
não pediram conselho. Deus havia ordenado que sua vontade fosse consultada por meio do sacerdote Eleazar, por meio do Urim e do Tumim (Nm 27.18-23). Josué poderia ter obtido orientação divina dessa maneira nesta importante decisão. Não se sabe qual teria sido a resposta do Senhor à situação. É possível que, mesmo assim, os gibeonitas fossem poupados; a misericórdia de Deus se estende a todos que procuram salvação. Ele proibira os israelitas de fazer aliança com os habitantes da terra, mas isso se devia a uma razão bem específica, a saber, para que não fossem tentados a seguir as abominações daquelas pessoas. Se qualquer desses povos pagãos, como Raabe, tivesse abandonado suas abominações e procurado a misericórdia divina, o Senhor o teria aceitado da mesma forma como mais tarde aceitou Nínive (Jn 3:10)Mas, em cada caso, a decisão final deve pertencer a Deus. Ele é o único capaz de ler tudo que se passa no coração. O Senhor não podia confiar tais decisões aos homens. … Teria sido perigoso confiar ao povo a autoridade de fazer paz mesmo com cidades isoladas, pois os cananeus poderiam simular o arrependimento. Tal engano tenderia a se espalhar com rapidez, e muitos habitantes da região fingiriam estar arrependidos, ainda que permanecessem tão idólatras de coração como sempre. CBASD, vol. 2, p. 214-215.
14, 15 Israel foi enganado, não por causa do “estratagema” dos pagãos, mas porque “não pediram conselho ao Senhor”. Muitos crentes estão decepcionados em sua espiritual simplesmente porque não usam a Palavra de Deus; para a vitória temos que conhecer o “conselho” de Deus e a Ele obedecer. Bíblia Shedd.
Nesse momento de dúvida e incerteza, o líder deveria ter buscado a Deus. Talvez pensou, como muitos cristãos hoje, que esse era um assunto que ele podia resolver sem incomodar o Senhor. No entanto, Deus instruiu a levar todos os problemas a Ele. Não devemos pensar que O cansamos ou perturbamos. Muitas armadilhas podem ser evitadas quando as preocupações são levadas ao Senhor, não confiando no próprio entendimento (Pv 3:5-7). CBASD, vol. 2, p. 213.
18 não os feriram. Embora congregação haja murmurado contra os príncipes, e estes tenham agido mal em fazer tal acordo, os israelitas se sentiram obrigados a manter o juramento. Uma vez feito o juramento, ela deve ser considerado sagrada, sempre que não obrigar a pessoa que a fez a realizar um ato errôneo (ver Pv 12:22; Sl 24:4; 15:4; PP, 506). … Se o cumprimento do juramento exigisse um ato pecaminoso, não teria sido obrigatório, porque não podemos nos forçar a cometer um pecado (ver Jz 11:29-40). … É evidente que Deus aprovou a conduta deles nesse quesito e Se desagradou de Saul quando, muito depois, infringiu a mesma promessa (2Sm 21:1-3). CBASD, vol. 2, p. 215.
Toda a congregação murmurou. Murmurar (contra Moisés, Arão e, em última análise, contra o Senhor) foi uma atividade comum de Israel no deserto (Êx 15.24; 16.2, 7-9; 17.3; Nm 14.2, 27, 36). Bíblia de Genebra.
Talvez o povo temesse as consequências de não ter levado a cabo a ordem divina de destruir todos os cananeus, mas é mais provável que suas queixas proviessem de não poderem apropriar-se das cidades e possessões gibeonitas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21 lenhadores e carregadores de água (NVI; ARA: “rachadores de lenha e tiradores de água”). Expressão convencional para os empregados domésticos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
22 Por que nos enganastes… ? Israel colhia aquilo que havia semeado: assim como os filhos de Jacó “responderam com dolo” aos heveus quando o patriarca estava vivo (Gn 34:13), desta vez os israelitas foram enganados por eles. Bíblia de Estudo Andrews.
23 debaixo de maldição. A predição de Noé de que Canaã passaria algum dia a ser servo de Sem (Gn 9.25, 26) é parcialmente cumprida nesse acontecimento. Bíblia de Estudo NVI Vida.
para a casa de meu Deus. Provavelmente especifica como os gibeonitas deviam servir “toda a comunidade” (v. 21). O culto no tabernáculo (e, posteriormente, no templo) exigia muita lenha e água (para os sacrifícios e as lavagens) e, consequentemente, muito trabalho braçal. A partir dessa ocasião, essa mão de obra seria oferecida pelos gibeonitas, talvez num sistema de turnos. Dessa maneira, entraram no serviço do Senhor. Quando Salomão se tornou rei, o tabernáculo e o altar estavam em Gibeom (2Cr 1.3, 5). Bíblia de Estudo NVI Vida.
27 A fé evidenciada por essas pessoas foi de tal modo recompensada que, embora sua trapaça tenha sido punida com o fato de serem condenadas a atividades servis, a vida deles foi preservada; e, até certo ponto, foram incorporados a Israel e associados ao serviço da casa de Deus. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. F. B. Meyer, p. 109.
A designação de tarefas humildes aos gibeonitas foi a punição que receberam por sua atitude enganosa. Se tivessem agido de maneira honesta com Israel, sua vida teria sido poupada, e talvez até ficassem isentos da servidão. Todavia, mesmo uma maldição pode se tornar uma bênção. É verdade que foram servos, mas seu serviço era para a casa de Deus. Ao fazer a obra da casa do Senhor, estariam numa posição em que prontamente poderiam aprender sobre o Deus verdadeiro. Dessa maneira, foram colocados sob uma forte influência que lhes impediria de coltar à idolatria dos pais. Ainda que fossem escravos de Israel, seriam livres no Senhor, pois, em Seu serviço, até o ofício mais baixo é liberdade e Sua obra é a recompensa. CBASD, vol. 2, p. 215- 216.
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“Eis que estamos na tua mão; trata-nos segundo te parecer bom e reto” (v.25).
A arregimentação das nações de Canaã contra Israel era uma tentativa desesperada para deter o avanço do povo de Deus. Eles demonstraram não serem ignorantes quanto ao propósito do Senhor de desapossá-los e eliminá-los. Mas o testemunho de Raabe era a prova viva de que não era plano de Deus destruí-los. Pelo endurecimento de seus próprios corações é que assinaram o seu atestado de óbito. Nada era mais genuíno em toda a obra do Senhor através de Seu povo do que o desejo de libertar e salvar o que estava perdido. Sempre foi assim e sempre será. E o estratagema dos gibeonitas, mesmo que contaminado pela fraude de um povo acostumado a agir assim, lhes rendeu a oportunidade de permanecerem vivos, como “rachadores de lenha e tiradores de água” (v.23).
Fingindo serem embaixadores “de uma terra distante” (v.6), aqueles gibeonitas levaram consigo “sacos velhos, […] odres de vinho, velhos, rotos e consertados; e, nos pés, sandálias velhas e remendadas e roupas velhas sobre si; e todo o pão que traziam para o caminho era seco e bolorento” (v.4-5). Ou seja, era realmente o típico cenário de pessoas que haviam empregado realizar uma longa viagem. O erro de Josué e dos “príncipes da congregação” (v.15) foi de não terem pedido “conselho ao Senhor” (v.14). Aqueles homens sabiam que a palavra dada pelos líderes de Israel valeria a conservação de sua vida e da vida de seu povo. Então, certamente foi um alívio ouvir o pronunciamento daquele juramento. Mesmo que não tivessem consultado ao Senhor, e diante da murmuração do povo, o juramento precisava ser cumprido.
Se “os moradores de Gibeão” (v.3) tivessem, antes, sido honestos e manifestado a mesma atitude de Raabe, Deus os teria poupado da destruição sem que precisassem se resignar à condição de escravos. O Senhor, porém, em Sua misericórdia, lhes poupou a vida e orientou a Josué que os fizesse servidores “para a congregação e para o altar do Senhor” (v.27), numa estratégia bem definida para que pudessem conhecer o Deus de Israel. O Senhor simplesmente poderia ter desconsiderado o juramento e ordenado a destruição daquele povo, pois agiram de má-fé. Contudo, Aquele que sonda os corações, viu ali mais uma oportunidade de manifestar Sua graça e Seu desejo em perdoar e converter o pecador. “Pois se considera e se converte de todas as transgressões que cometeu, certamente, viverá; não será morto” (Ez.18:28).
A mesma oportunidade tem sido dada à humanidade ao longo dos séculos. Desde a queda do homem no Éden, cada geração tem experimentado a longanimidade de Deus, que trabalha em nosso favor com o objetivo de nos levar de volta ao lugar do qual nunca deveríamos ter saído. A proclamação da mensagem dada por Noé, o poderoso testemunho de Abraão, as impressionantes manifestações do Senhor no Egito através de Moisés, o cuidado sobrenatural de Deus com Israel no deserto, a insuperável sabedoria de Salomão, a fidelidade inegociável de Daniel e seus amigos, o sagrado ministério dos profetas, tudo no Antigo Testamento aponta para a obra salvífica de Deus. E o Senhor nunca usa de estratagemas para nos alcançar. Mas Ele sempre usa da verdade, através do perfeito plano da redenção, pré-definido “desde a fundação do mundo” (Ap.13:8).
Amados, o Senhor não tem interesse nenhum de que sejamos Seus escravos, servindo-O no rigor da obrigação. Mas em que sejamos Seus filhos, em serviço voluntário e abnegado de quem tem experiência contínua com Sua graça e amor. Ele deseja que O conheçamos (Leia Jo.17:3). Se, para isso, for necessário fazer uso de nossos próprios erros e insensatas deliberações, Ele o fará, mesmo que tenhamos que sofrer as consequências de nossas más escolhas. Mas, acima de tudo, é desejo do Senhor que busquemos a Sua vontade escrita para que, com a Palavra em nosso coração, possamos receber a proteção do Espírito Santo contra o pecado. Por isso, hoje, não tome nenhuma decisão sem antes consultar ao Senhor e ter a certeza de que está andando sobre o sólido fundamento da verdade. Pois Deus tem um lugar preparado em Sua Cidade para os que não têm “mentira na sua boca” (Ap.14:5).
Deus Eterno e Santo, que também atende pelo nome de Verdade. Pois Jesus mesmo declarou ser a própria Verdade. E nós cremos, Senhor, que Tu és a Verdade que liberta, que santifica e que salva. Que o Teu Espírito continue nos guiando a toda a verdade e, nesse sólido e vivo fundamento, possamos perseverar andando Contigo, Te conhecendo e sendo preparados para entrar pelas portas da Tua Cidade, não como escravos, mas como herdeiros da promessa. Em nome de Jesus, Amém!
Bom dia, herdeiros da Cidade Santa!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JOSUÉ 9 – A submissão a Deus é um aprendizado constante, que muitas vezes experimenta falhas. Depender de Deus constantemente é o maior desafio do ser humano que luta contra o orgulho, o egoísmo, a vaidade e a independência inata do coração corrompido pelo pecado.
Embora sendo líder experiente, preparado e escolhido por Deus, Josué era como qualquer outro ser humano, finito, frágil e carente da graça celestial diante de suas falhas. Ainda que grandes personagens possam ter virtudes, acontece de ter momentos de fraquezas.
Em Josué 9, como líder do povo de Deus, Josué tomou decisão errada, embora parecia perfeitamente correta. Isso porque Deus não foi consultado. Os gibeonitas maquinaram um engano, e Josué caiu facilmente na estratégia do inimigo.
A virtude de Josué se nota quando não comete um erro para consertar outro. Ele não ataca os gibeonitas nem desfaz o acordo. Ele honra o acordo feito, mesmo que foi baseado no engano. O temor a Deus faz com que Seus servos resolvam erros com acertos. Foi assim que os gibeonitas foram protegidos pelo exército do povo de Deus e se tornaram “lenhadores e carregadores de água para a comunidade e para o altar do Senhor, no local que o Senhor escolhesse” (Josué 9:26-27).
Ainda que sejamos experientes e maduros espiritualmente, não deixemos de consultar a Deus diante de decisões aparentemente óbvias. O inimigo é tão astuto que se preocupa com cada detalhe visando enganar; além das vestes envelhecidas, bolsas remendadas e comidas secas e mofadas, parece que os gibeonitas agiram baseando-se numa revelação de Deus a Moisés: As nações distantes de Canaã deveriam ser poupadas (Deuteronômio 7:1-2; 20:10-18). Todos os detalhes para enganar pautaram-se nesta orientação divina!
• O enganador pode usar a Bíblia para iludir o povo da Bíblia!
• Mal utilizada, a Palavra de Deus torna-se instrumento do inimigo (Lucas 4:9-12).
O inimigo de Deus levanta líderes espirituais operando milagres como os verdadeiros servos de Deus (Mateus 7:22-23; 24:24). No tempo do fim, um poder falará como cordeiro tentando se passar por Jesus, o Cordeiro de Deus, e realizará “grandes sinais, chegando a fazer [como o profeta Elias] descer fogo do Céu a Terra” para “enganar os habitantes da Terra” (Apocalipse 13:11-14).
Para não sermos enganados, consultemos incessantemente a Deus! Precisamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JOSUÉ 8 – Primeiro leia a Bíblia
JOSUÉ 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/js/8
Deus perdoou os israelitas pelo pecado de Acã e os enviou de volta a Ai para outra batalha. Desta vez, Deus deu-lhes um elaborado plano de batalha. Os israelitas deveriam fingir uma fuga do exército de Ai. Com o exército inimigo ocupado, outro grupo de soldados israelitas invadiria a cidade desprotegida, incendiaria e começaria a saqueá-la. Então, quando os soldados de Ai vissem que a cidade estava em chamas, os soldados israelitas que fingiam fugir se voltariam contra o inimigo. O inimigo ficaria então encurralado entre os israelitas atacantes e sua cidade em chamas.
Depois que a cidade foi destruída e o inimigo derrotado, os israelitas se dedicaram a Deus e à Sua lei. Os israelitas tentaram atacar Ai antes, mas havia algo entre eles e Deus, então o esforço não prosperou. Uma vez que Deus se tornou o primeiro em seus planos, Ele foi capaz de usá-los da maneira que Ele queria.
É importante para nós também colocar Deus em primeiro lugar e permitir que Ele realize o Seu plano em nossas vidas. Deus quer usar nossos dons para ajudar as pessoas, mas Ele só pode nos ajudar ao máximo quando entregamos toda a nossa vida a Ele.
Laura Muse
Capelã de saúde
Coffeyville, Kansas, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jos/8
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1636 palavras
1 toma contigo toda a gente de guerra. Os espias tinham sugerido a Josué que não exigisse a participação de todo o povo no ataque a Ai (Js 7.3), e ele aceitara a sugestão. A sabedoria humana, guiada por excesso de autoconfiança, havia ditado esse primeiro plano, que fracassou. Na nova ordem, parece que Deus repreendeu esse esquema de participação parcial. Instruiu que todos deviam participar da tarefa de tomar Ai e receber uma porção dos despojos. O mesmo se aplica hoje à causa de Deus. Todos devem trabalhar na obra do evangelho, e depois compartilhar suas recompensas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 206.
As lições que aprendemos de nossa falhas deveriam nos fazer mais hábeis para lidar com a mesma situação na segunda vez que ocorressem. … Podemos dizer que tipo de pessoas somos pelo que fazemos na segunda e na terceira tentativas. Life Application Study Bible Kingsway.
2 põe emboscadas à cidade. O próprio Deus deu instruções detalhadas quanto à estratégia a ser empregada. Josué deveria ter esperado por essas instruções divinas antes de realizar o primeiro ataque. Muitas vezes, as pessoas correm à frente de Deus e andam iluminadas por sua própria luz (ver Is 50:11), crendo estar fazendo a vontade do Senhor. Em cada decisão da vida, deve-se perguntar com toda avidez: “Esta é a vontade de Deus?”. CBASD, vol. 2, p. 206.
saqueareis os seus despojos.A distribuição do saque das cidades que não estavam sob ban [julgamento por idolatria] era parte normal da situação de guerra. Provia os alimentos, rebanhos e armas necessárias ao sustento na situação de guerra ao exército e à nação. Ai não estava sob ban. O exército conquistador precisava de comida e equipamento. Tendo em vista que os soldados não eram pagos, a pilhagem era parte de seu incentivo e recompensa por guerrearem. Life Application Study Bible Kingsway.
3 subir contra Ai. A conquista de Ai era muito importante para os israelitas. A apenas 17 km de Jericó, Ai era uma fortaleza chave para os cananeus e uma fortificação de proteção para Betel (8.12). Life Application Study Bible Kingsway.
trinta mil homens. Só os cinco mil [do v. 12] foram indicados para tomar parte da emboscada, ficando os restantes 25.000 em prontidão, em caso de necessidade. Bíblia Shedd.
10 passou revista ao povo. Literalmente, “visitou o povo”, ou seja, “vistoriou” ou os “reuniu”. Isso se referia, é claro, como se explica no v. 11, aos homens de guerra. CBASD, vol. 2, p. 207.
14 vendo-o o rei de Ai. Ou seja, logo depois de ter… ficado sabendo. … É provável que os guardas tenham sido os primeiros a descobrir Josué e suas tropas e a informar a presença dos inimigos ao rei. … Imediatamente o rei acordou seus oficiais e soldados, que juntos correram para combater israel, talvez na expectativa de obter outra vitória fácil. CBASD, vol. 2, p. 207.
defronte das campinas. Literalmente, “à vista do Arabá”. O heb. ‘arabahsignifica “um lugar desolado”, “um deserto”. Junto ao artigo, refere-se especificamente ao vale ou à planície do Jordão. A fuga de Israel provavelmente os levou na direção de Gilgal [de onde vieram, antes do ataque a Jericó]. CBASD, vol. 2, p. 207.
16 todo o povo … foi convocado. Literalmente, “recebeu o brado de se reunir”… Isso parece indicar que a repentina fuga do exército de Israel foi uma surpresa, pois os habitantes de Ai não esperavam isso. em seu zelo por se defender, os homens de Ai pelo menos demonstraram mais coragem que seus vizinhos de Jericó. Não tiveram medo de assumir a ofensiva. Incentivados pela vitória anterior, tinham grande confiança no sucesso. No entanto, seu zelo foi em vão, pois estavam lutando contra Deus. O mesmo ocorre com todos que desempenham um plano de oposição a Deus. A pergunta mais importante é: “Em minhas inquietantes iniciativas, de que lado estou? Se estiver do lado errado, só há um caminho sensato a seguir: render-me. Se estiver do lado do Senhor, resta-me combater ‘o bom combate da fé’ (1Tm 6:12)” com todas as energias. CBASD, vol. 2, p. 208.
17 Nem em um só homem ficou em Ai, nem em Betel. Esta cidade ficava a poucos quilômetros de Ai. Talvez as duas cidades tivessem um sistema de sinais entre si, a fim de que, quando uma delas fosse atacada, a outra fosse alertada de imediato para sair em socorro da primeira. CBASD, vol. 2, p. 208.
A operação militar conjunta indica que as duas cidades eram íntimas aliadas entre si, embora se declare que cada uma delas tinha um rei (12.9, 16). Bíblia de Estudo NVI Vida.
18, 19 O Senhor deu a cidade a Josué. A derrota de ontem se tornou a vitória de hoje. Uma vez que o pecado é tratado, perdão e vitória estão à frente. Life Application Study Bible Kingsway.
26 não retirou a mão. Este ato de Josué é semelhante à ação de Moisés durante a luta de Israel com os amalequitas (Êx 17.11, 12). Bíblia Shedd.
28 Ai… a reduziu … a um montão, a ruínas. O nome “Ai” significa um montão de “ruínas”. Bíblia Shedd.
30 Então, Josué edificou um altar ao SENHOR. Era um momento oportuno para interromper a campanha militar e renovar a aliança com o Senhor. Em duas ocasiões diferentes, Deus tinha ordenado que Israel se reunisse em assembleia solene de todas as tribos sobre os montes Ebal e Gerizim, pouco depois de sua entrada em Canaã (Dt 1:26-30; 27:2-8). Israel deveria ouvir a releitura da lei, e seus preceitos seriam inscritos em pedra e colocados no coração da terra, para que tanto israelitas como pessoas de outros povos pudessem lê-los. Desse modo, o Senhor estendeu a todas as nações um convite para que conhecessem Seus propósitos e se unissem a Seu povo. Geograficamente, o lugar ficava no centro do país e na encruzilhada das rotas de viagem. … Muito embora estivesse no meio de uma terra inimiga ainda não conquistada, Israel não sofreu dano porque o “terror de Deus” recaiu sobre as cidades ao redor, como quando Jacó havia passado por essa mesma região em seu caminho para Betel muito tempo antes (Gn 35:5).
Depois da queda de Ai, a guerra foi suspensa por algum tempo. A mão divina impediu que os cananeus de interferirem com a observância de Israel ao código mosaico. A nação inteira foi conduzida ao vale entre Ebal e Gerizim, para ouvir recitação da lei e responder com seu forte “Amém” (Dt 27.15). Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento, F. B. Meyer.
no monte Ebal. O nome “Ebal” significa “nu” ou “descoberto”. Talvez isto indique que essa montanha seria de rocha e quase sem vegetação. Deus mandou cravar a sentença de castigo sobre essa montanha (Dt 11.26-29), enquanto as promessas de bênçãos eram cravadas sobre Gerizim, uma montanha do outro lado do mesmo vale. Ambas ficavam quase no centro de Samaria. Bíblia Shedd.
No sopé desse pico montanhoso, havia a cidade-fortaleza de Siquém, onde Abraão construíra um altar (Gn 12.6, 7). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Na hora do triunfo completo precisamos estar diante do Senhor! Foi nesse local [Siquém/Sicar] que o incidente de João 4 aconteceu (ver Jo 4.5]. Jesus o transformou num vale de bênção! Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento, F. B. Meyer.
Deus instruiu que o altar fosse erigido no estéril monte Ebal, a montanha das maldições, não em Gerizim, a montanha das bênçãos (Dt 11:29; 27:13). Isso aponta para a morte de Jesus, o Cordeiro de Deus, que tomou sobre Si as maldições que a humanidade merece (Gl 3:13) para que aqueles que nEle cressem pudessem receber as bênçãos. Bíblia de Estudo Andrews.
Ebal continha em si a maldição. Era apropriado que o altar ali estivesse. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento, F. B. Meyer.
30, 31 O altar deveria ser construído com pedras não lavradas para que não fossem profanadas (ver Êx 20:25). Isto preveniria as pessoas de adorarem os altares como se fossem ídolos, ou adorassem a perícia manual dos trabalhadores ao invés dos grandes atos de Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
30-35 No calor da vitória em Ai, pareceria sábio para Israel, em termos militares, avançar de imediato na conquista de Canaã. Entretanto, havia um trabalho mais importante que deveria receber prioridade: o dever espiritual de renovar a lealdade à aliança com Deus em Siquém, em cumprimento à instrução do Senhor a Moisés (ver Dt 11:19; 27:11-28:68). Bíblia de Estudo Andrews.
31 Livro da Lei de Moisés. Esta palavra faz referência à citação específica do livro de Deuteronômio (cf Dt 31.9, 24, 26), mas a expressão é usada para referir a todos os livros do Pentateuco (de Gênesis a Deuteronômio, os cinco livros de Moisés). Bíblia Shedd.
32 Escreveu ali, em pedras, uma cópia da Lei de Moisés. Provavelmente os Dez Mandamentos (registrados em Êxodo 20). Este era o coração de todas as leis de Deus e ainda são relevantes hoje. Life Application Study Bible Kingsway.
Moisés ordenara ao povo que primeiramente rebocasse as pedras, para então gravar sobre elas as palavras da lei (Dt 27.2-4). Essas pedras são o quarto monumento na terra de Canaã. Bíblia de Estudo NVI Vida.
33 como Moisés… ordenara. Cf Dt 27.12, 13. Bíblia Shedd.
34 leu todas as palavras… bênção… maldição. Já foi provado, por várias vezes, que o povo, no vale, entre os dois montes, poderia ouvir com clareza as palavras pronunciadas dos dois lados. Bíblia Shedd.
Ambos os aspectos da aliança de Deus já tinham sido experimentados na Terra Prometida: a bênção, no cap. 6 e em 8:1-29, e a maldição, no cap. 7. Ver Dt 27-28. Bíblia de Genebra.
35 toda a congregação. As mulheres, as crianças e os estrangeiros, como Raabe e sua família, estavam ali. Todos, velhos e jovens, deviam escutar as palavras do Senhor. O esclarecimento do intelecto é um dos primeiros passos para o crescimento espiritual. Não se pode viver em harmonia com Deus na ignorância. A ignorância e o verdadeiro cristianismo nunca coexistem no mesmo indivíduo. É por isso que Deus atribuiu grande importância à educação cristã. Nada deveria interferir na liberdade de os filhos receberem a educação que o Senhor ordenou. Apesar das dificuldades da viagem até o monte Ebal, as crianças do antigo Israel deviam acompanhar os pais. CBASD, vol. 2, p. 210.
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“Depois, leu todas as palavras da lei, a bênção e a maldição, segundo tudo o que está escrito no Livro da Lei” (v.34).
Josué acabava de passar por duas experiências muito tristes, com a derrota contra a cidade de Ai, e a morte de Acã e sua família. Mas a palavra do Senhor lhe veio como uma fonte de consolo: “Não temas, não te atemorizes” (v.1). Deus prometeu que entregaria em suas mãos a cidade de Ai como fez com Jericó. Desta vez, porém, houve a permissão divina de que o povo poderia tomar para si os despojos da guerra. Foram fiéis quanto às primícias de Jericó e o Senhor os recompensaria. Até mesmo a estratégia militar foi apresentada pelo próprio Deus a Josué: “põe emboscadas à cidade, por detrás dela” (v.2).
Segundo a ordem do Senhor, “Josué se levantou, e toda a gente de guerra, para subir contra Ai” (v.3). Uma parte ficaria escondida por trás da cidade, e outra se aproximaria dela. Todos precisavam estar alertas. Josué e os que estavam com ele fugiram diante do exército inimigo, mas ao erguer sua lança para Ai, segundo a ordem do Senhor, a outra parte do exército de Israel avançou em direção à cidade e os homens de Ai se viram encurralados, “não puderam fugir nem para um lado nem para outro” (v.20). “Porque Josué não retirou a mão que estendera a lança até haver destruído totalmente os moradores de Ai” (v.26).
Quando a Bíblia diz que devemos temer a Deus e guardar Seus mandamentos, está implícita a ordem: “todos estareis alertas”! Mas alertas para quê, amados? Para não nos encontrarmos na situação dos moradores de Ai, que “não puderam fugir nem para um lado nem para outro” (v.20). Foram facilmente enganados, porque, devido à conquista anterior, ficaram autoconfiantes. O engano só acontece quando não conhecemos a verdade. Uma nota de trinta reais, por exemplo, não engana ninguém, simplesmente porque não existe. Mas a menos que conheçamos muito bem uma nota de cinquenta reais, a sua falsificação pode passar despercebida. Cristo nos advertiu: “porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos. Vede que vo-lo tenho predito! […] Portanto, vigiai […] ficai também apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (Mt.24:24, 25, 42 e 44).
Estes alertas de Cristo são especialmente para o tempo que antecede Sua segunda vinda, ou seja, para os nossos dias. A mesma renovação da aliança do Senhor feita pelo povo (v.31), Cristo espera que façamos com Ele diariamente. Cada dia é uma nova oportunidade que recebemos para renovarmos nossa vida com Quem selou a Sua aliança com o próprio sangue. A Sua graça que salva, Seu amor que transforma e Sua verdade que liberta estão à disposição de todo aquele que crê. Precisamos estar atentos à Sua Palavra. Não abandonemos nossa torre de vigia, meus irmãos! Diante de nós está “a bênção e a maldição” (v.34). “Palavra nenhuma houve” (v.35), relevante para nossa salvação, que o Senhor nos ocultasse. Pois, “Certamente, o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o Seu segredo aos Seus servos, os profetas” (Am.3:7).
Somente por meio das Escrituras e de uma vida de oração e testemunho, podemos nos manter alertas contra os enganos do inimigo. Assim como “toda a congregação” parou para ouvir a Palavra do Senhor (v.35), o chamado de Deus é o mesmo para nós, hoje: Pare, ouça, obedeça e esteja atento! Precisamos ser “sóbrios e vigilantes”, pois, “o diabo, [nosso] adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8). Que o Espírito Santo nos ajude a andar “segundo tudo o que está escrito no Livro da Lei” (v.34), então, estaremos seguros.
Querido Pai, estamos diante de um tempo em que bem que este mundo poderia ser chamado de Ai. Como aquela cidade estava condenada à destruição, sabemos que este mundo também está com os dias contados. Desperta nossa mente, Senhor, para que possamos estar em constante estado de alerta e revestidos de Tua armadura, conservando Tua Palavra em nosso coração! Por Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, exército do Senhor!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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Josué 8 – Deus pode usar nossos erros para dar-nos vitórias. Ele pode reverter maldições em bênçãos.
Deus orientou Israel a formar um grupo que deveria fugir fingindo estar com medo de uma nova derrota – a fuga serviria de isca levando o exército inimigo a abandonar a cidade; na sequência, outro grupo do exército israelita a incendiaria. O esquema de Deus deu certo, mostrando que Ele pode usar nossos fracassos para acertar nossa rota (Josué 8:1-29).
Por outro lado, observa-se que nem toda vitória sobre o povo de Deus significa absoluta derrota. O exército de Ai venceu Israel uma vez, mas assim que Israel resolveu o problema eliminando Acã (Josué 7:24-26), e submeteu-Se às instruções divinas, seus inimigos nada mais puderam contra o povo.
• Ainda que a igreja sofra ataques, enfrentando dores de algumas derrotas, sejamos cientes que, certamente Deus pode reverter frustração em vitória.
O livro de Josué ensina dependência constante a Deus, a qual passa pela independência do próprio eu. Quando Deus orienta, é importante acatar (Josué 8:1), pois o sucesso vem dEle (Josué 8:7). Por isso, é fundamental ouvir Seu apelo: “Façam o que o Senhor ordenou. Atentem bem para as minhas instruções” (Josué 8:8).
• Confiar em si mesmo impede a ação divina em nossa vida. Portanto, e imprescindível submeter-se a Deus e à Sua Palavra.
Sobre submissão a Deus que trata o final do capítulo. As instruções divinas dadas a Moisés, escritas no Livro da Lei de Moisés, foram seguidas à risca. Após um grupo se colocar em pé defronte do monte Gerizim e outro defronte do monte Ebal, “para que o povo fosse abençoado… Josué leu todas as palavras da lei… não houve uma só palavra de tudo o que Moisés tinha ordenado que Josué não lesse para toda a assembleia de Israel, inclusive mulheres, crianças e os estrangeiros que viviam no meio deles”.
Independente da idade e nacionalidade, acatemos “toda Palavra que sai da boca de Deus” (Mateus 4:4); pois “toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra” (2 Timóteo 3:16-17). Assim viveremos Seus planos maravilhosos para nós! – Heber Toth Armí.