Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
17 de agosto de 2025, 1:30
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Texto bíblico: NÚMEROS 6 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 6 – BLOG MUNDIAL

NÚMEROS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



NÚMEROS 6 by Luís Uehara
17 de agosto de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/6

O voto para ser um Nazireu que uma pessoa fazia era um compromisso público de viver uma vida de abnegação. Podia ser por um período, ou de forma permanente. Por exemplo, um nazireu tinha que negar a si mesmo, evitando o uso de qualquer tipo de uva “fresca ou seca.” Portanto, o voto de nazireado também colocaria uma pessoa à parte socialmente. Sem jantares felizes ou banquetes. Além disso, se um parente próximo, até mesmo uma mãe, morresse, o nazireu não podia chegar perto do corpo. Ser um nazireu poderia significar ser um solitário.

Hoje os governos restringem as atividades daqueles que têm um comportamento inaceitável, colocando-os na prisão. Geralmente, eles não estão autorizados a participar de funerais de entes queridos. Isto pode parecer uma ação dura por parte do governo, mas a vida escolhida pelo infrator resultou nessa realidade. Portanto, vemos que restrições semelhantes às que vemos nas Escrituras podem ser encontradas na sociedade de hoje.

A restrição das atividades daqueles que haviam tomado o voto de nazireado e que desejavam ter uma experiência espiritual mais profunda não deve ser vista como algo rigoroso demais da parte de Deus.

Se quisermos ter uma experiência espiritual mais profunda, também precisamos ser cuidadosos com o que comemos e bebemos e selecionar cuidadosamente nossas atividades.

Mark Sheffield
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/6
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



NÚMEROS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
17 de agosto de 2025, 0:50
Filed under: Sem categoria

1096 palavras

1-21 O voto de um nazireu era um tipo especial de dedicação voluntária. Uma pessoa podia tomar um voto especial de separação por um período limitado de tempo, durante o qual não poderia comer e beber qualquer coisa derivada de videira e nem deveria aparar seus cabelos ou sua barba. Bíblia de Genebra.

2-21 O nazireu é aquele que se separa para a obra de Deus, por voto especial, seja penitencial ou devocional, por tempo determinado. Bíblia Shedd.

Este voto poderia ser tomado por, no mínimo, 30 dias ou por toda a vida. Era voluntário, com uma exceção – pais poderiam tomar o voto por seus filhos pequenos, fazendo-os nazireus para toda a vida [como Samuel]. … O propósito do voto do nazireado era levantar um grupo de líderes devotados completamente a Deus. Sansão, Samuel e João Batista eram provavelmente nazireus por toda a vida. Life Application Study Bible.

2 nazireu. O radical hebraico significa “separar”, “consagrar”, “dedicar”, num sentido religioso ou cerimonial. O substantivo nazir significa “consagração”, “coroa” (em sinal de consagração), e se refere também à pessoa consagrada. A expressão completa, “nazireu consagrado a Deus” (Jz 13:5, 7), denota uma pessoa plenamente dedicada ao Senhor. CBASD, vol. 1, p. 917

O nazireu ou nazarita não se deve confundir com o nazareno, cidadão de Nazaré, como era Jesus, Mt 2.23.

seja homem ou mulher. Há poucos exemplos de mulheres que fizeram o voto de nazireu. Elas precisariam cumprir condições semelhantes às exigidas dos homens. … O fato de a mãe de Sansão ter recebido a ordem de não beber vinho indica que ela talvez tenha feito um voto de nazireu temporário (Jz 13:4, 5). CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 917.

bebida forte. Bebidas embriagantes em geral. CBASD, vol. 1, p. 917.

nem comerá uvas frescas ou secas (ARA; NVI: “Não poderá … comer uvas nem passas”).

4 nada que venha da videira. Não somente era proibida a bebida fermentada, mas também as sementes e as cascas. Durante o período de voto de um nazireu, três áreas da sua vida eram controladas: 1) dieta; 2) aparência; e 3) associações. … Uma analogia pode ser a prática de alguns cristãos que abrem mão de certos alimentos [bons] durante o período da Quaresma para aumentar a devoção espiritual a Cristo em tempos de lembrança da Paixão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

não se aproximará de cadáver. O nazireu era proibido de tocar em cadáver, de estar na mesma casa em que houvesse pessoa morta e de acompanhar o defunto à sepultura (Nm 19:11-16).  … Sansão não observou esta ordem nem várias outras (Jz 14:19; 15:8). CBASD, vol. 1, p. 918.

o nazireado do seu Deus está sobre a sua cabeça (ARA; NVI: ”traz sobre a cabeça o símbolo de sua separação para Deus”).

contaminar. A contaminação era causada pelo cadáver; não se tratava, portanto, de um ato intencional do nazireu. Até mesmo os pecados não intencionais e “ocultos” eram considerados sérios (Sl 19:12; 90:8). CBASD, vol. 1, p. 918.

11 holocausto. Isto é, sacrifício totalmente queimadoNota textual NVI.

pecou. Isto é, contraiu um estado de impureza legal e assim pecou contra Deus, pois não tomou as precauções adequadas para não entrar em contato com um cadáver. Isso pode ser comparado com a ênfase de Cristo à importância da pureza do coração (Mc 7:18-23). CBASD, vol. 1, p. 918.

12 para oferta pela culpa (ARA; NVI:”oferta de reparação”).

14 apresentará sua oferta ao SENHOR …  para oferta pelo pecado. A oferta pelo pecado se destinava a qualquer omissão de que o indivíduo fosse culpado durante os dias do voto. CBASD, vol. 1, p. 919.

de comunhão. Ou de pazNota textual NVI.

15 obreias asmas (ARA; NVI:”pães sem fermento”).

libações (ARA; NVI:”oferta derramada”).

19 nas mãos. O hebraico diz: “sobre as palmas das mãos viradas para cima” do nazireu (ver Êx 29:24; Lv 8:27). CBASD, vol. 1, p. 919.

21 afora os que as suas posses lhe permitirem. (ARA; NVI:”sem contar qualquer outra coisa que ele possa dedicar”).

22-27 A bênção que o sacerdote tinha que dar ao povo era objetiva, gradativa e completa, referindo-se primeiro ao cuidado pessoal que Deus tem pelo bem estar individual, “O Senhor te abençoe e te guarde”. Em segundo lugar, apela para maior comunhão com Deus numa autêntica vida espiritual de perdão e santificação, v 25. Em terceiro lugar, concede-se uma bênção particular de bem estar e felicidade, v. 27Bíblia Shedd.

23 abençoareis os filhos de Israel. Arão e Moisés tinham abençoado o povo (Lv 9:22-23). Agora Deus concede aos sacerdotes uma linda e poética oração para invocá-Lo como o Deus de Israel para que Ele abençoe a nação santa com favor [misericórdia], proteção e bem estar. Esta é a “Oração do Senhor” do AT. Andrews Study Bible.

dir-lhe-eis. A palavra sugere que a bênção era pronunciada na presença de toda a congregação (ver Lv 9:22; Dt 21:5). CBASD, vol. 1, p. 919.

24-26 A bênção arônica. A tríplice repetição do nome divino Iavé (“O SENHOR” visa ao realce e também acrescenta força á expressão no v. 27: “Assim eles invocarão o Meu nome sobre os israelitas”. Cada versículo transmite dois elementos da bênção, e os versículos são progressivamente mais longos (no texto hebraico, o primeiro versículo tem três palavras, o segundo tem cinco, e o terceiro tem sete). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Essa tríplice bênção era proferida pelo sacerdote com as mãos erguidas (Lv 9.22).

A bênção que você profere não apenas beneficia aquele que a recebe – ela também demonstra amor, transmite encorajamento e provê um modelo de cuidado pelos outros. Bíblia de Genebra.

24 O SENHOR te abençoe e te guarde. Bênção dupla de vida longa e felicidade, uma proteção contra perda e pecado. CBASD, vol. 1, p. 9219

25 faça resplandecer o Seu rosto sobre ti. Isto é, mostre a Sua bondade para contigoNota textual NVI. A palavra [“resplandecer”] significa “iluminar”, “envolver em glória” (ver 1Sm 14:29; Ed 9:8; Pv 4:18; Is 60:19). CBASD, vol. 1, p. 919.

Quanto mais íntimo for o acesso do indivíduo à face de Deus, maior a sua bem-aventurança. Bíblia de Genebra.

26 levante o rosto. Compare com o Salmo 4:6. Quando o rosto de Yahweh fica oculto, o desespero se apodera do crente (Dt 31:17, 18; ó 13:24). Quando Seu rosto se volta contra a pessoa, morte e destruição recaem sobre ela (Lv 17:10; Sl 30:7; 34:16; 44:24, 25; 104:29). CBASD, vol. 1, p. 919-920.

paz. Em hebraico, essa palavra é shalom, aqui vista na sua plenitude mais expressiva – não a ausência de guerra, mas um estado positivo de bem estar e de que tudo está certo. Semelhante paz provém somente da parte do Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.

27 porão o Meu nome. Deus revelou pessoalmente Seu nome (Êx 3:13-15; 6:3), que tem uma santidade inexprimível (Êx 20:7; 33:19; 34:6, 7). … A lição fundamental da expressão “porão o Meu nome sobre os filhos de Israel” se encontra no fato de que eles eram a posse particular de Deus (ver com. de Êx 19:5) e estavam associados a Ele de forma íntima (ver Dt 28:10, Jr 14:9). CBASD, vol. 1, p. 920.



Números 06 – Rosana Barros by Ivan Barros
17 de agosto de 2025, 0:45
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“Assim, porão o Meu nome sobre os filhos de Israel, e Eu os abençoarei” (v.27).

Ao estudarmos a lei do nazireado, creio que todos nós nos reportamos ao nazireu mais famoso da Bíblia: Sansão. O voto de nazireu incluía a abstenção do fruto da vide e de todos os seus derivados, a proibição de cortar os cabelos e de tocar em qualquer cadáver. Era um voto feito por um período determinado ou por toda a vida. “Por todos os dias do seu nazireado, santo será ao Senhor” (v.8). Sansão nasceu de uma mulher estéril e, desde o ventre, foi dedicado ao Senhor como nazireu. Na fase adulta, porém, suas ações não condiziam com seu voto, pois depositava confiança em sua força, como se fosse um talento peculiar. Apesar de ter se arrependido no final de sua vida, como teria sido diferente o desfecho de sua história se ele tivesse compreendido a razão de sua vocação.

Quanto ao voto ou juramento, Cristo nos ordenou: “Eu, porém, vos digo: de modo algum jureis […] Seja, porém, a vossa palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno” (Mt.5:34 e 37). Jesus, por meio de Sua vida e ministério, nos deixou o exemplo de que a fidelidade ao Senhor deve ser resultado de uma vida de santificação. O Senhor busca homens e mulheres que assumam o posto de seu dever com temor, tremor e humildade de coração. Será esse o povo que os anjos do Senhor reconhecerão, e, no grande Dia de Deus, a seu respeito dirão: “Isto é santo” (v.20), quando o Senhor mesmo “enviará os Seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os Seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus” (Mt.24:31).

Todas as vezes que Israel se preparava para marchar, segundo as orientações do Senhor, antes de partir, o acampamento era tomado por um grande silêncio e, em atitude de reverência, todos ouviam a bênção proferida pelos sacerdotes. Anjos poderosos eram comissionados por Deus para acampar ao redor do Seu povo. Jovens, idosos e crianças sentiam em seus corações a alegria de saber que o Senhor estava no meio deles, garantindo-lhes proteção e cuidado. Assim como fez com Moisés, Deus também desejava refletir o Seu rosto sobre todo o Seu povo. Israel havia sido eleito para refletir o caráter do Senhor, seu Deus: um povo santo, separado para o propósito de glorificar o Senhor em toda a Terra.

O mundo está diante dos últimos instantes de oportunidade para aceitar o chamado de Deus. É tempo de “se consagrar ao Senhor” (v.2), não mais para cumprir um juramento, mas para estar preparado para ver a Deus. “Segui”, amados, “a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb.12:14). Muitos dizem aceitar Jesus como seu Salvador, mas O rejeitam como seu Senhor. Desejam as bênçãos, mas ignoram os deveres. Se seguir a Cristo e Sua Palavra implica abandonar suas paixões e inclinações pessoais, escolhem seguir uma religiosidade menos exigente; querem um “cristo” que ignore seus pecados e os considere aceitáveis e inofensivos. Ó, amados, essa não é a religião de Cristo! “A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e guardar-se incontaminado do mundo” (Tg 1:27).

A bênção está relacionada à inscrição do nome de Deus sobre um povo eleito para ser santo, como o Senhor é santo. Santidade, amados, não se trata de impecabilidade, mas da perseverante e sincera busca pelo conhecimento que salva: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo.17:3). Diante de tão solene momento, precisamos consagrar nossa vida ao Senhor e ser o reflexo de Seu caráter para um mundo que sofre em agonia. Reflitamos nas palavras de M. L. Andreasen:

“É agora o tempo de enviar a mensagem profética até os confins da Terra. Foi esta a ordem de Cristo quando nos confiou a grande comissão evangélica de ensinar todas as nações e batizá-las, ‘ensinando-lhes a guardar todas as coisas que Eu vos tenho mandado’ (Mt.28:20). Essa ordem — de observar todas as coisas — está a par com a mensagem profética, de que obedecer é melhor do que sacrificar. Uma vez feita esta obra, o fim virá” (O Ritual do Santuário, CPB, p. 60).

“Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus” (Is.40:3).

“O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o Senhor sobre ti levante o rosto e te dê a paz” (v.24-26). Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, consagrados ao Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Números06 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
17 de agosto de 2025, 0:30
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NÚMEROS 6 – A santidade requer afastamento das práticas corrompidas da sociedade. A influência da Bíblia em nossa vida deveria ser mais forte que a influência do mal, entretanto, o mal tem atraído mais a atenção do povo de Deus que os princípios de santidade.

Números 6 trata dos nazireus, que se dava através de voto. Do qual, “Sansão, Samuel e João Batista colocam-se como ilustração máxima do voto de nazireado”, destaca Merrill Unger. Mulheres também podiam participar. Embora não tenhamos exemplos claros na Bíblia, o Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia observa que “o fato de a mãe de Sansão ter recebido a ordem de não beber vinho indica que talvez ela tenha feito um voto de nazireu temporário (Jz 13:4-5)”.

No Novo Testamento, no desenvolvimento inicial da igreja primitiva, houve situação que envolveu o voto de nazireus. Para evitar conflitos, e não dar margem aos críticos de plantão acusarem injustamente, Paulo foi aconselhado a purificar-se juntamente com seu grupo. Então, “Paulo começou a executar o conselho dos anciãos. Os quatro homens que haviam feito o voto de nazireus (Núm. 6), cujo termo estava quase cumprindo, foram levados por Paulo ao templo, ‘anunciando serem já cumpridos os dias da purificação; e ficou ali até se oferecer por cada um deles a oferta. Atos 21:26”, observa Ellen White (AA, p. 406).

O termo nazireu do hebraico Nazir significa “separado”, “consagrado”. Era um voto de consagração por um período ou pela vida toda. Era um ritual de dedicação total a Deus. Neste mundo que conspira contra a santidade, Deus anseia a consagração de Seu povo.

Nosso nazireado hoje acontece em Cristo (João 17:17-19). Quando entregamo-nos a Ele somos separados para viver por Ele: “Não ofereçam os membros do corpo de vocês ao pecado, como instrumentos de injustiça; antes ofereçam-se a Deus como quem voltou da morte para a vida; ofereçam os membros do corpo de vocês a Ele, como instrumentos de justiça” (Romanos 6:13). Em suma, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
16 de agosto de 2025, 1:30
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Texto bíblico: NÚMEROS 5 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 5 – BLOG MUNDIAL

NÚMEROS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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NÚMEROS 5 by Luís Uehara
16 de agosto de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/5

Números 5 menciona dois tipos de “santidade”. Em primeiro lugar, o acampamento de Israel deveria ser higienicamente limpo. Aqueles que tivessem doenças transmissíveis, secreções corporais e aqueles que haviam tocado em um cadáver deveriam ser temporariamente excluídos de viver no acampamento, para não transmitir a doença para outras pessoas. O acampamento também deveria ser livre de dor emocional. Assim, o ritual do “marido ciumento” trata da atitude que poderia destruir o amor conjugal, que também é sagrado e santo.

A presença de Deus expulsa todo tipo de impureza. É por esta razão que no Novo Testamento, Cristo não hesitou em tocar o leproso, a mulher com o fluxo de sangue e os mortos. Havia poder de cura em Seu toque e atos. Ele demonstrou seu respeito perfeito pela Lei Mosaica, e não sua rejeição. Cristo era o tabernáculo vivo no meio da nação judaica. Ele demonstrou o poder e o efeito da santidade na presença de todos os tipos de males. Cristo foi levado para a cruz e crucificado por homens maus, porque eles não quiseram se expor à santidade de Deus.

Ao chegarmos mais perto de Cristo e expormos nossos corações à santidade de Deus, veremos mais da nossa fraqueza e pecaminosidade e da necessidade de um Salvador amoroso, porque Sua santidade nos conduz a Ele.

Mark Sheffield
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/5
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



NÚMEROS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
16 de agosto de 2025, 0:50
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787 palavras

1-4 Pessoas física ou cerimonialmente imundas eram mandadas para fora do acampamento. Essa providência foi tomada porque, como uma nação de sacerdotes, os israelitas deviam representar o homem restaurado à imagem de Deus. Bíblia de Genebra.

cadáver (NVI; ARA: “morto”). O supremo sinal tangível de impureza. Bíblia de Estudo NVI Vida.

imundo por ter tocado em algum morto. Esse grupo de pessoas era eliminado só da parte interior do arraial (Lv 11:24; 21:1, 11). A palavra aqui traduzida por “morto” é nefesh, vertida muitas vezes como “alma” (ver com. de Gn 35:18). Ela tem vários significados e, neste versículo, se refere a um cadáver, considerado cerimonialmente imundo (ver Nm 6:6, 11; 9:6, 7, 120; Lv 21:11). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 914.

3 Na Nova Jerusalém (Ap 21.2, 3), a habitação de Deus entre os homens não será comprometida por qualquer forma de impureza (Ap 21.27). Bíblia de Estudo NVI Vida.

ofendendo ao Senhor. Um pecado contra o próximo era considerado pecado contra Deus e, portanto, exigia o oferecimento de sacrifício, bem como a restituição à pessoa prejudicada (ver Nm 5:7; Lv 6:2-4). Embora seja possível pecar contra Deus sem prejudicar o próximo, é impossível pecar contra um ser humano sem cometer, ao mesmo tempo, um pecado contra Deus. CBASD, vol. 1, p. 914.

parente. Já que os israelitas, de modo geral, tinham um parente para fazer restituição, é possível que o homem sem parentela fosse um prosélito. CBASD, vol. 1, p. 914.

11 Se a mulher de alguém se desviar. O processo descrito aqui beneficiava mulheres inocentes ao dar a elas o direito do julgamento da Suprema Corte pelo próprio Deus, protegendo-as, assim, da possibilidade de tratamento injusto por cortes humanas, que naqueles dias se compunha somente de homens. Não existe lei similar a respeito de mulher que suspeitasse que seu esposo a houvesse traído. Os homens não precisavam deste tipo de proteção. Andrews Study Bible.

13 não houver testemunha. Neste caso, havia total suspeita por parte pelo menos do marido, mas nenhuma prova concreta. Eram necessárias duas testemunhas para garantir a condenação (Nm 35:30; Dt 17:6; 19:15). A morte era o castigo para a culpa comprovada (Lv 20:10; Dt 22:22-27). CBASD, vol. 1, p. 915.

14 o espírito de ciúmes. Estes ciúmes podiam surgir do poder de perceber uma situação verídica; mas, para evitar um divórcio súbito e injusto, a Lei de Deus protege as famílias contra os ciúmes falsos e pecaminosos, que não procedem do amor. Bíblia Shebb.

15 espírito. De ruah, palavra traduzida por “espírito” no AT. Aparece 377 vezes no hebraico e foi traduzida por “espírito” 206 vezes. A ideia predominante desta palavra é “poder”. Quando a rainha de Sabá viu o esplendor de Salomão, “não houve mais espírito nela” (1Rs 10:5, ARC). [ver tb. Is 31:3]. … Um homem que controla seu espírito e´, ao mesmo tempo, forte e digno (Pv 16:32; 25:28). Nesta passagem (Nm 5:14), o termo indica um impulso ou emoção intensa. CBASD, vol. 1, p. 915.

farinha de cevada. Um tipo de farinha mais barata, alimento rústico usado só pelos pobres (Jz 7:13; Jo 6:9, 13) e como forragem para os animais (1Rs 4:28). A “flor de farinha” requerida para outras ofertas (Ez 46:14) não era permitida num caso dessa natureza, em que os motivos eram, corrupção moral e desonra. Os elementos inferiores desta oferta eram um indício da vileza e grosseria do ato pecaminoso. CBASD, vol. 1, p. 915.

não deitará azeite. Esta era uma ocasião extremamente infeliz; por isso, o azeite, símbolo de alegria e felicidade, ficava de fora. CBASD, vol. 1, p. 915.

17 água santa. Não há semelhança alguma entre essa e a suposta “água benta” usada em algumas igrejas. CBASD, vol. 1, p. 915.

18 soltará a cabeleira dela. Tratava-se de um ato de vergonha (ver Lv 10:6; 13:45; 21:10). CBASD, vol. 1, p. 915.

e lhe porá as mãos. Todos esses atos tendiam a minar a resistência da mulher e levá-la a confessar, caso fosse culpada. CBASD, vol. 1, p. 915.

água amarga. A expressão literal em hebraico é “águas de amargura”. A água, em si, não tinha gosto amargo, mas para a pessoa culpada, ela traria resultados amargos (ver Jr 2:19; 4:18; Ez 23:48). CBASD, vol. 1, p. 915.

21 o Senhor te ponha por maldição [tb. no v. 27] . Quando proferissem uma maldição ou fizessem um juramento, as pessoas lembrariam o nome dela nas imprecações destinada aos ofensores dizendo: “Que o Senhor te faça como àquela mulher”. CBASD, vol. 1, p. 916.

que a sua barriga inche e que você jamais tenha filhos (NVI). A linguagem figurada aqui (e nos v. 22, 27) fala da perda da capacidade de ter filhos (e, no caso de gravidez existente, de aborto do filho). … No antigo Oriente Médio, se fosse negada a uma mulher a possibilidade de ter filhos, a perda pessoal seria de proporções inestimáveis. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 e … as apagará. As palavras escritas seriam lavadas e transferidas, desse modo, para a água. CBASD, vol. 1, p. 916.

31 levará a sua iniquidade. O princípio básico de todo o procedimento era que o resultado repousava nas mãos de Deus. CBASD, vol. 1, p. 916.



Números 05 – Rosana Barros by Ivan Barros
16 de agosto de 2025, 0:45
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“Confessará o pecado que cometer; e, pela culpa, fará plena restituição, e lhe acrescentará a sua quinta parte, e dará tudo àquele contra quem se fez culpado” (v.7).

Calcula-se que uma multidão de aproximadamente dois milhões de hebreus tenha saído do Egito no início do êxodo. Habitando em tendas e em condições adversas, o Senhor precisava zelar pela salubridade de Seu povo e pela manutenção da justiça. Diante do perigo iminente de uma epidemia ou doença contagiosa, havia um local designado, fora do arraial, para proteger toda a comunidade. A lepra, por algum motivo, era a doença mais temida e parecia que a condição temporária dos filhos de Israel os tornava mais vulneráveis, podendo transformá-la em uma calamidade nacional. Para os doentes, era uma situação triste e constrangedora, mas necessária para a segurança de todos.

Além de preocupar-Se com a saúde e o bem-estar de Israel, o Senhor também zelava pela justiça. Tanto a lei da restituição quanto a ” a lei para o caso de ciúmes ” (v.29), relacionada aos ciúmes de um marido em relação à sua esposa, revelam que Deus não aplicará Seu juízo apenas no julgamento final, mas também disciplina, aqui e agora, aqueles que cometem pecado. No entanto, assim como nessas leis há uma prestação de contas com sanções para promover confissão e arrependimento, Deus continua agindo da mesma forma, a fim de que sejamos encontrados por Ele com “boa consciência” (1Tm 1:19). A justiça de Deus é plena de misericórdia, e Suas advertências sempre têm a finalidade de salvar o pecador.

A penalidade descrita para o adultério, “fazendo-te o Senhor descair a coxa e inchar o ventre” (v.21), encontra eco nas palavras de Jesus, que definem seu objetivo: “Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não que todo o teu corpo seja lançado no inferno” (Mt.5:29). Jesus não falava de mutilação, mas de renúncia. O castigo físico aplicado a uma mulher adúltera era uma marca de que é preferível ser disciplinado por Deus para a salvação do que permanecer no pecado e perder a vida eterna. É melhor beber as águas amargas do Senhor, que apagam as maldições (v.23), do que as águas enganadoras do pecado, que envenenam para a morte.

Há, atualmente, uma grande confusão sobre a aplicação da disciplina e a prática do evangelho do amor. Para muitos, não há harmonia entre ambos. Os erros devem ser relevados, as advertências, abandonadas, e as disciplinas, esquecidas, em nome do amor. Substituíram o temor do Senhor pela lógica humana; o “assim diz o Senhor” pelo “assim disse o homem que o Senhor disse”. Para muitos, não há mais necessidade de orientação e correção, afinal, todos somos pecadores, e as escolhas individuais não seriam da conta de ninguém. Contudo, esse pensamento representa um perigo que pode se espalhar como lepra no meio do povo de Deus, caso não seja erradicado. “Confessará o pecado que cometer” (v.7) e “apresentará a mulher perante o Senhor” (v.18) são frases impactantes que destacam a necessidade de o pecador confessar seus pecados, apresentar-se diante do Senhor e aceitar Sua justiça, dizendo: “Amém! Amém!” (v.22).

Amar como Cristo nos amou não significa ser conivente com o erro, pois Ele pagou um alto preço pelos nossos pecados. Pelo contrário, significa proporcionar ao pecador a oportunidade de encontrar o caminho da cruz e ser transformado. Muitos abandonam as fileiras do Senhor por se sentirem ofendidos ao sofrerem disciplina por sua má conduta, tornando-se, assim, perseguidores dos irmãos e da igreja de Deus. Por outro lado, há aqueles que são desviados pelo mau testemunho ou pelo procedimento de um professo cristão que os disciplinou sem seguir a ordem bíblica: “disciplinando com mansidão os que se opõem, na expectativa de que Deus lhes conceda não só o arrependimento para conhecerem plenamente a verdade, mas também o retorno à sensatez, livrando-se dos laços do diabo” (2Tm.2:25).

À Sua última igreja, o Senhor declara: “Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te” (Ap.3:19). O zelo é o atributo que o Senhor nos concede para despertar nossa consciência para o que é bom e rejeitar o que é mau. Que de nossa boca não saiam palavras ásperas ou de depreciação contra nossos irmãos, mas que, por preceito e exemplo, possamos conduzi-los a Cristo, o justo e fiel Juiz. Que o Espírito Santo nos conceda um coração humilde, disposto a aceitar a correção, e cheio do amor de Deus para admoestarmos uns aos outros com espírito de brandura e sincero interesse em sua salvação, pois essa é a revelação do caráter de Cristo.

Santo Pai, o Senhor criou o casamento como uma instituição sagrada e como um símbolo da nossa união Contigo. Concede aos casados do Teu povo um casamento que honre ao Senhor; que haja fidelidade, pureza, respeito e genuíno amor. Que as mulheres respeitem Seus maridos como ao Senhor. Que os maridos amem suas esposas como Cristo amou a igreja e deu a Sua vida por ela. Derrama perdão, reconciliação e restauração aos casais que precisam. E purifica a todos nós da lepra maligna do pecado! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, alvos do amor e da justiça de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Números05 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
16 de agosto de 2025, 0:30
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NÚMEROS 5 – Enquanto o livro de Levítico lidou com a história do povo de Deus na região do Sinai por um período de um mês, o livro de Números lida com um período de 39 anos. Até Números 10, o texto estará lidando com os últimos 20 dias antes de o povo levantar acampamento rumo à Canaã, a terra prometida em Gênesis 12:1; 15:13-16.

Todavia, “o livro de Números é mais que um mero diário de viagem que narra a jornada de Israel desde o monte Sinai até as planícies de Moabe. As narrativas e leis em Números apresentam as condições para que Israel pudesse ter posse da terra prometida e a desfrutasse. Essas condições incluíam um desejo tenaz de possuir a terra prometida por Deus, respeito aos líderes por Ele estabelecidos e preocupação em manter a santidade da comunidade da aliança e da terra prometida”, explica Eugene Merrill.

A expectativa dos mais de dois milhões de peregrinos era grande. O preparo ministrado por Deus já durava cerca de um ano.

Não bastava o preparo organizacional, era essencial também o preparo espiritual. Nada deveria enfraquecer o povo diante dos desafios da jornada. Nem contaminação por doenças, nem problemas sexuais. As dificuldades precisavam ser resolvidas para alcançarem os elevados propósitos de Deus. O que mais prejudica uma sociedade são os problemas familiares.

Uma sociedade forte considera a santidade do casamento e a importância de uma família bem estruturada. A raiz do problema de uma sociedade é quando se despreza a pureza do matrimônio.

Assim como o povo de Deus do passado foi contabilizado, o povo de Deus do futuro será contado em número de 144.000 (Apocalipse 7:1-8). Da mesma forma que os israelitas, o remanescente escatológico deve ser puro e verdadeiro (Apocalipse 14:1-5); também deve ter “consideração para com os que se esforçam no trabalho entre vocês, que os lideram no Senhor e os aconselham. Tenham-nos na mais alta estima, com amor, por causa do trabalho deles. Vivam em paz uns com os outros” (1 Tessalonicenses 5:12-13).

O contexto apocalíptico é diferente, mas as recomendações são semelhantes. O que não podemos fazer é imitar a rebeldia e insubordinação de Israel.

Devemos observar cada recomendação a fim de prepararmo-nos integralmente para entrar nas mansões celestiais! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.