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Texto bíblico: NÚMEROS 8 – Primeiro leia a Bíblia
NÚMEROS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/8
A organização que Deus planejou para Israel, como ilustrada no livro de Números, diz muito sobre a atitude de Deus a respeito da adoração e do trabalho. Pensamos em Deus como Redentor e Senhor e, é claro, Ele é. Mas através da experiência no deserto, também O vemos como Artista, Diretor-Presidente e Diretor de Recursos Humanos.
Estes aspectos de Deus fazem com que O admiremos ainda mais. Deus sabe como guiar os homens na confecção de uma lâmpada de ouro batido com todas as especificações de um projeto complexo e como preparar sacerdotes para o serviço em Seu tabernáculo. Ele sabe como proteger Seus filhos de Sua presença flamejante e como colocar as pessoas a trabalhar sem fazer com que eles trabalhem em excesso. Não há dúvida de que Deus é amor.
É fascinante que o Senhor tenha escolhido tantos levitas para um trabalho essencialmente simples de manutenção e transporte de uma pequena tenda. Eles nunca poderiam reclamar de excesso de serviço. Deus decidiu não colocar uma carga pesada de trabalho sobre qualquer homem com idade acima de 50, mas após essa idade eles ajudariam apenas como pudessem.
Verdadeiramente, Deus quer que Seu jugo seja suave e Seu fardo leve.
Mark Sheffield
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/8
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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757 palavras
1-4 As lâmpadas proviam luz para os sacerdotes oficiarem. A luz também era uma expressão da presença de Deus. Jesus disse: “Eu sou a luz do mundo” (Jo 8:12). O candelabro de ouro [menorah] ainda é um dos principais símbolos da fé judaica. Life Study Application Bible.
2 iluminar a área da frente do candelabro (NVI). Juntas, as sete lâmpadas do candelabro iluminavam o santuário. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 925.
4 Ouro batido. Significa que o candelabro foi formado com um único pedaço de ouro, lavrado a marteladas. Traz à nossa memória o valor e pureza de Jesus Cristo, martelado na terra pela dor, pelo sofrimento, pela angústia sofrida em prol da raça humana. Só o ouro fica mais macio e belo ao ser martelado, os metais baixos não servem para isto. Biblia Shedd.
5-26 Refere-se à purificação dos levitas e pode ser comparado ao relato da ordenação de Arão e seus filhos para o sacerdócio (Lv 8). Os levitas são ajudantes dos sacerdotes, e a linguagem que designa a sua consagração é um pouco diferente da empregada no caso dos sacerdotes.
Os sacerdotes eram santificados, os levitas purificados;
os sacerdotes eram ungidos e lavados, os levitas, aspergidos;
os sacerdotes recebiam roupas novas, os levitas lavavam as deles;
aos sacerdotes, o sangue era aplicado, ao passo que só era ritualmente movido no caso dos levitas. Biblia de Estudo NVI Vida.
7 a água da expiação. Esta água se descreve em 19.1-10, cujas notas esclarecem a maneira pela qual aquela cerimônia simboliza a obra expiatória de Cristo, a Água da Vida. Biblia Shedd.
Para purificá-los da contaminação por terem tocado em cadáveres (comparar com 19:9, 13, 20-21; 31:23) no passado. Andrews Study Bible. [Esta prática, também extensivamente utilizada pelos essênios, é a ligação no AT do batismo de João, a purificar as pessoas de suas contaminações anteriores e o nascimento para uma nova vida, e estabelecida por Jesus como sinal da morte para a vida antiga – pela fé em Seu sacrifício – e de uma nova vida- pela fé em Sua ressurreição].
10 os filhos de Israel porão as mãos sobre eles. Sinal da aprovação do povo, para a separação e consagração dos levitas no lugar dos primogênitos, identificando-se assim com os filhos de Israel. Biblia Shedd.
Este era um ato simbólico. Alguns comentaristas pensam que fosse realizado pelos príncipes, para transferir aos levitas as obrigações da congregação relacionadas com os serviços do tabernáculo. Os levitas foram entregues a Deus em lugar dos primogênitos; e, como toda a família era santificada mediante o primogênito, assim também toda a congregação se beneficiava. CBASD, vol. 1, p. 925.
11 Arão apresentará os levitas como oferta movida. Ou “como oferta levantada/alçada”. Levantar era um gesto de dedicação (comparar Lv 7:30; 8:27, etc.). Obviamente, Arão não podia levantar literalmente os levitas, portanto a expressão é figurativa. Andrews Study Bible.
15 por oferta movida. A palavra heb Tenunfah representa uma oferta que se abana perante o altar em sinal de dedicação voluntária: descreve bem a dedicação de uma vida, Rm 12.2. Biblia Shedd.
19 dediquei os levitas como dádivas a Arão e aos seus filhos (NVI). Os levitas foram dados ao Senhor para seu uso exclusivo (cf. v. 14). Agora o Senhor dá seus levitas aos sacerdotes para serem ajudantes destes na obra do ministério da adoração no tabernáculo (v. nota em 1.53). Biblia de Estudo NVI Vida.
19 para que não haja praga entre o povo de Israel. Os levitas, especialmente autorizados, afastariam os outros israelitas do perigo a que estariam expostos se tivessem que desempenhar este trabalho. Andrews Study Bible.
20 como o Senhor tinha ordenado a Moisés (NVI). A obediência irrestrita de Moisés e dos israelitas aos mandamentos de Deus nas áreas do ritual e do sistema de governa formam um nítido contraste com as queixas do povo em oposição ao caráter amoroso do Senhor e com as violações da lealdade a Ele, que começaram a partir do cap. 9. Biblia de Estudo NVI Vida.
24 vinte e cinco anos. O censo para os serviços pesados era de trinta anos até cinquenta; pode-se, portanto, considerar este período adicional de serviços leves iguais àqueles reservados para a aposentadoria, v 26. Biblia Shedd.
Em 4.3, os limites do serviço são tidos entre os 30 e os 50 anos de idade. As fontes rabínicas sugerem que havia um aprendizado de cinco anos antes do serviço pleno. Biblia de Genebra.
26 poderão ajudar (NVI). Depois de um levita ter alcançado a idade da aposentadoria obrigatória aos 50 anos (cf. v. 25), ainda tinha liberdade para ajudar seus colegas mais jovens (talvez nas ocasiões de festas religiosa), mas já não devia fazer o trabalho difícil que realizara no vigor da mocidade. Biblia de Estudo NVI Vida.
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“E separarás os levitas do meio dos filhos de Israel; os levitas serão Meus” (v.14).
O candelabro, ou menorá, era um dos três móveis que ficavam no Lugar Santo do santuário. Sua função era manter o ambiente sempre iluminado. Sua significação, porém, é bem mais ampla e abrangente. Ele representa Cristo como a Luz do mundo e se expande como um símbolo do Espírito Santo, da Igreja e das Escrituras, conforme está escrito (Jo.8:12; Mt.25:1-13; Mt.5:14; Sl.119:105). A luz que emana de Deus por meio de Cristo Jesus é a fonte de todo poder na vida do cristão. Seu Espírito nos ilumina por meio de Sua Palavra e nos habilita a viver como uma igreja que irradia o fulgor do Sol da Justiça. Diante de um mundo que se apressa para o fim, precisamos manter acesa a chama que nos conduzirá às bodas da eternidade (Mt.25:4).
Como já estudamos, a tribo de Levi foi separada por Deus para o Seu santo ofício na tenda da congregação. Diante de tamanha responsabilidade, o Senhor instituiu uma cerimônia de purificação para os filhos de Levi, por meio de água e sangue. Além de se lavarem e lavarem suas vestes, também deveriam oferecer sacrifícios e holocaustos perante o Senhor. Sua eleição deveria despertar neles um forte senso de missão e consagração. O Senhor os habilitaria a lidar com as coisas santíssimas, conforme as instruções dadas aos gersonitas, aos coatitas e aos filhos de Merari. Não deveriam, jamais, mover um objeto sequer do santuário fora do que o Senhor ordenara por meio de Moisés.
Por analogia, podemos dizer que nós somos os filhos de Israel, e nossos pastores e obreiros são os levitas “para o serviço do Senhor” (v.11). Semelhantemente à ordem dada a Israel, o Senhor nos chama para erguermos nossas mãos em apoio aos Seus ministros, para nos unirmos a eles em cooperação e, assim, sermos todos úteis em Sua obra. Da mesma forma, cada homem a serviço do santo ministério deve buscar viver de acordo com as prescrições divinas, em plena harmonia com a Palavra de Deus, zelando pelas ovelhas de Seu rebanho. Toda igreja que entende que a seara do Senhor só prospera por meio da unidade, com irmão cooperando com irmão, é uma igreja que cresce e dá frutos. A ação do Espírito Santo é notoriamente vista em todos os que praticam esse princípio, tornando-os uma luz singular em meio às trevas de um mundo exclusivista e materialista.
Há uma mensagem final a ser proclamada, um sonido certo de trombeta a ser anunciado, um tempo de purificação e consagração a ser obedecido. Aos observadores do santo sábado do Senhor, aos que temem e dão glória “Àquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7), há uma luz disponível para propósitos eternos. Ainda que opositores se levantem, ainda que nosso próprio “eu” seja nossa pior prova ou que não nos consideremos aptos para o serviço do Senhor, o mesmo Deus que chamou de Seu primogênito uma das menores tribos de Israel nos chama hoje para fazermos parte das primícias que, em breve, Ele virá buscar. Ligados a Cristo Jesus, todos nós, pastores e ovelhas, marcharemos confiantes de que o retorno do nosso Senhor “está para se cumprir no tempo determinado, mas se apressa para o fim e não falhará; se tardar, espera-o, porque, certamente, virá, não tardará” (Hc.2:3).
Nosso Deus e Pai, louvado seja o Senhor que nos deixou a Tua Palavra para iluminar o nosso caminho! Obrigado, bom Pai, por Jesus, Ele que é o Sol da Justiça, a gloriosa Estrela da Manhã, que ilumina a nossa vida com Sua graça e salvação! Graças Te damos pelo Espírito Santo, que clareia os nossos olhos para a verdade das Tuas Escrituras e nos guia pelo caminho que devemos andar! Ajuda-nos, Senhor, a perseverar até o fim, unidos em Cristo, aguardando e apressando o Seu retorno! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, luz do mundo!
Rosana Garcia Barros
#Números08 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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NÚMEROS 8 – Em Números 3:5-10 orienta que os levitas foram escolhidos pelo próprio Deus para ministrarem e liderarem o serviço religioso no santuário. Agora, em Números 8, os levitas assumem verdadeiramente suas funções.
Em Números 7 houve uma longa cerimônia para consagrar o altar de sacrifícios. Após 12 dias de consagração, os líderes espirituais assumiriam suas funções; e, assim como a luz do candelabro que Arão ascendeu, os ministros de Deus devem ser luzes na jornada dos fieis rumo ao Céu durante este mundo árido (Números 8:1-22).
A teologia de Números 8 mostra que, mais importante que doar ofertas para Deus é doar-se como oferta a Deus (Números 8:11, 15, 21). Sem primeiramente doar-se a Deus, qualquer outra doação ou oferta perde o sentido espiritual almejado por Deus.
Jesus é dono da prata e do ouro do mundo inteiro; Ele não está interessado em nossos recursos financeiros. Seu interesse primário é nosso coração: Tudo o que somos com tudo o que temos. É esse tipo de consagração que Deus espera de todos nós.
Somente quem assim age se torna apto para dedicar-se “ao trabalho do Senhor” (Números 8:11). Os crentes de Macedônia foram prodigamente generosos em suas ofertas para “assistência aos santos” porque “entregaram-se primeiramente a si mesmos ao Senhor” (2 Coríntios 8:1-5).
Os levitas ministrariam “na Tenda do Encontro em nome dos israelitas e farão propiciação por eles” dos 25 aos 50 anos de idade; depois disso, “poderão ajudar seus companheiros de ofício… mas eles mesmos não deverão fazer o trabalho” (Números 8:23-26). Eles ocupavam lugar dos primogênitos (Números 8:17-18), e intercediam pelos israelitas (Números 8:19).
Jesus assumiu nosso lugar na cruz para pagar o preço de nosso pecado e subiu ao Céu para ministrar no verdadeiro santuário em nosso favor, intercedendo ininterruptamente por nós (2 Coríntios 5:21; 1 Timóteo 2:5; Hebreus 8:1-2).
Somente após Moisés ter feito propiciação pelos levitas e purificá-los, que “passaram a ministrar na Tenda do Encontro sob a supervisão de Arão e seus filhos” (Números 8:22). Diferentemente, Jesus não precisou santificar-Se nem que alguém ministrasse ritual para purificá-Lo; pois, Ele não teve nenhuma mancha de pecado (Hebreus 7:26-28). É de sumo sacerdote como Ele que precisamos.
E… graças a Deus nós temos: É Jesus, nosso Salvador! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: NÚMEROS 7 – Primeiro leia a Bíblia
NÚMEROS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/7
Nos primeiros tempos dos Estados Unidos, os protestantes construíam casas de culto simples. Eles chamavam suas igrejas nas aldeias de “Celeiro do Senhor”, isso era uma reação ao enorme custo da construção de impressionantes catedrais. O objetivo disto era enfatizar que a Palavra de Deus era o coração da verdadeira adoração.
No sistema de adoração dado por Deus ao antigo Israel havia um equilíbrio entre a simplicidade excessiva e a ostentação. As dádivas solicitadas para o erguimento do tabernáculo foram concebidas de forma a não exceder a capacidade de dar da pessoa comum.
Em Números 7 há a descrição de dois conjuntos de presentes. O primeiro deles foi dado aos levitas encarregados de transportar o tabernáculo. O povo presenciou os líderes de Israel darem seis carros e doze bois para o serviço do Senhor.
O segundo conjunto de presentes deveria ser dado pelos líderes ao longo de um período de doze dias, o mesmo número de itens a cada dia: um prato, uma bacia, uma travessa, um carneiro, um cordeiro, e assim por diante.
As pessoas, incluindo as crianças, devem ter se sentido profundamente impressionadas ao assistirem isto. Dar tornou-se algo agradável, e ninguém se sentiu constrangido perante Deus a dar.
Mark Sheffield
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/7
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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964 palavras
Após o tabernáculo ter sido erguido, ungido e consagrado, os líderes das 12 tribos trouxeram presentes e ofertas para seu uso e manutenção. Todo o povo participou – era o tabernáculo de todos. Life Application Study Bible.
Ver Êx 40, que registra o levantamento do tabernáculo e no fim registra a cobertura da nuvem e a presença do Senhor enchendo o tabernáculo. Com muita repetição de linguagem, esse capítulo (o mais longo do Pentateuco) registra os presentes magníficos (e idênticos) que os líderes das 12 tribos ofereceram ao Senhor para o serviço do tabernáculo. Parece adequado que o registro desses presentes siga o texto da bênção arônica (6.24-26); Em gratidão pela promessa de Deus, de que Ele abençoará o Seu povo, eles trazem presentes ao Senhor em 12 dias sequenciais de celebrações suntuosas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
As ofertas dos príncipes. Cada príncipe em Israel ofereceu ao Senhor a dádiva de cada um, que é relatada separadamente, numa demonstração que cada um deve prestar culto individualmente, e não depender só de adoração coletiva de Deus. Observa-se também a ordem e o cuidado em cumprir os mandamentos do Senhor, neste capítulo dos mais longos da Bíblia. … O sétimo capítulo nos ensina que: 1) Deus ama a quem dá com alegria, 2 Co 9.7; 2) Deus reconhece cada dádiva, mesmo que sejam idênticas. Veja Mc 12.41-11. Os pormenores exatos nos ensinam que Deus não despreza sacrifício algum, se vem do coração, Sl 51.17; 3) Deus tem prazer em cada dádiva útil para o progresso de Sua igreja; estas eram mormente para facilitar o transporte do Tabernáculo; 4) Deus coroa nossa vida com a comunhão com a Sua própria pessoa, feita através da Sua revelação e da nossa oração, v. 89. Bíblia Shedd.
1-9 Os carros e os bois foram apresentados. os líderes das tribos uniram-se para trazer os carros, bem como os bois para os puxar, para uso de dois dos clãs levíticos, que transportariam as partes do tabernáculo que lhes tinham sido designadas (3.21-26, 33-37; 4.21-33). Nenhum carro foi entregue aos coatitas; esses estavam encarregados de carregar sobre os ombros as coisas sagradas (v. 9). Bíblia de Genebra.
1 No dia. De acordo com Êxodo 40:17 e 18, esse teria sido o primeiro dia do primeiro mês do segundo ano de peregrinação. Trata-se do dia da conclusão do tabernáculo e da unção do altar (v. 1, 10, 84, 88). A narrativa retorna para o primeiro dia do segundo ano, o mês anterior à contagem dos exércitos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 923.
3 carros cobertos. Necessários para as partes pesadas do tabernáculo e cobertos a fim de fornecer proteção adequada em relação a intempéries. CBASD, vol. 1, p. 923.
8 quatro carros e oito bois deu aos filhos de Merari, segundo o seu serviço. Os meios de transporte dados aos filhos de Merari consistiam em duas vezes mais do que aqueles dados para os gersonitas, já que seu fardo, de tábuas, colunas e bases (4.31-32), era muito mais pesado. Bíblia Shedd.
9 Mas aos filhos de Coate nada deu. Os coatitas não receberam carros, pois não eram responsáveis pelo exterior do tabernáculo. Sob seu encargo estavam a arca, a mesa dos pães da proposição, etc. Essas coisas eram carregas em varas, sobre os ombros (Nm 4:15). CBASD, vol. 1, p. 923.
10 Ofereceram os príncipes para a dedicação do altar. Lv 8:11, 15 registram a consagração do altar externo. Os líderes providenciaram um valioso conjunto de recipientes para os rituais sacrificais no altar, assim como materiais e animais para serem oferecidos nele. Andrews Study Bible.
11 Cada príncipe apresentará, no seu dia. A ordem não era de idade, de dignidade ou de descendência dos filhos mais velhos de Israel, mas sim, a ordem da marcha estabelecida pelo próprio Deus, 2.1-21. Bíblia Shedd.
13, 14 um prato de prata de cento e trinta siclos (ARA; NVI: “um quilo e quintos e sessenta gramas”). dez siclos (ARA; NVI: “cento e vinte gramas”).
72, 78 No v. 72, Pagiel quer dizer “Intervenção de Deus”, e Ocrã significa “Importuno”. A tribo de Aser tem o nome de “Bem-aventurado”; … No v. 78, Aira quer dizer: “meu irmão é mau”… Todos estes nomes [dos príncipes] têm sentido religioso que pode ser relacionado com Cristo. Isto se vê até nos nomes mais obscuros como: “meu irmão é mau”, o que mostra o amor de Cristo em se tornar irmão dos pecadores (Hb 2.11, 12), e “Importuno”, que mostra a perseverança na oração que Cristo ensinou pela parábola do amigo importuno, Lc 11.5-8. Bíblia Shedd.
84-88 Os totais dos 12 conjuntos de presentes. Bíblia de Estudo NVI Vida.
84 foi ungido. A consagração das ofertas dos príncipes foi realizada por um período de 12 dias. CBASD, vol. 1, p. 924.
89 O ponto culminante. É estabelecida a comunhão entre o Senhor e o seu profeta. O povo tem um intercessor com Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
propiciatório. Essa designação da tampa ornamentada da arca representa uma palavra hebraica (lit.”cobertura do propiciatório” ou “lugar da expiação”). O propiciatório é mencionado 25 vezes no Pentateuco, mas somente uma vez em livros posteriores (1Cr 28:11). Ver notas em Êx 25.17 e Lv 16.2. Bíblia de Genebra.
a voz que falava … entre os dois querubins. Comparar com Êx 25:22. O Senhor era o Governante e os presentes dos líderes eram uma espécie de “tributo” que reconhecia sua soberania. Andrews Study Bible.
Imagine ouvir a voz de Deus! Moisés deve ter tremido com o som. Entretanto, temos a voz de Deus registrada para nós na Bíblia e não deveremos ter menos reverência e admiração por estas palavras. Deus por vezes fala diretamente a Seu povo para lhes dizer a maneira correta de viver. A Bíblia registra estas conversas para nos dar percepções do caráter de Deus. Quão trágico é quando tomamos estas palavras de Deus sem a devida importância. Como Moisés, nós temos o privilégio de conversar com Deus, mas Deus nos responde de maneira diferente – através de Sua palavra escrita e pela guia de Seu Espírito Santo. Para receber este direcionamento, precisamos buscar conhecer Deus como Moisés o fez. Life Application Study Bible.
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“Esta é a dádiva feita pelos príncipes de Israel para a consagração do altar, no dia em que foi ungido […]” (v.84).
Exatamente “no dia em que Moisés acabou de levantar o tabernáculo” (v.1), uma oferta especial foi oferecida pelos “príncipes de Israel, os cabeças da casa de seus pais” (v.2). Instruído pelo Senhor, Moisés logo distribuiu essas ofertas entre os levitas, exceto aos filhos de Coate, pois estes não teriam necessidade de carros ou animais, “porquanto a seu cargo estava o santuário, que deviam levar aos ombros” (v.9). Além da oferta levada ao tabernáculo no primeiro dia, outra oferta sucedeu aquele momento em mais doze dias. Começando pelo príncipe dos filhos de Judá, a cada dia, o príncipe de uma tribo se dirigia ao tabernáculo para oferecer sua dádiva, segundo a ordem das tribos. O detalhe é que as ofertas de todos os príncipes eram idênticas.
As Escrituras têm uma característica especial que, para muitos de nós, pode parecer cansativa: a repetição. O capítulo de hoje relata a oferta de príncipe por príncipe, repetindo suas ofertas, ainda que todas sejam idênticas. O Senhor, porém, não faz nada sem um propósito bem definido. Nossa mente pode receber fortes influências, negativas ou positivas, pelo processo de repetição. Quando a Bíblia reforça uma ideia ou ensinamento, é porque o Senhor deseja que assimilemos algo de grande importância naquela mensagem. Ao lermos sobre as dádivas idênticas dos príncipes de Israel, percebemos que Deus não olha para o valor das nossas ofertas nem faz acepção de doadores. Aos olhos de Deus, toda oferta apresentada diante do Seu altar, como expressão de alegria do adorador, é semelhante à oferta da viúva pobre (Lc.21:1-4).
Ao oferecerem seus presentes ao Senhor, não houve tentativa de angariar reconhecimento humano. Nenhum príncipe levou além ou aquém do que o outro. Toda a atenção deveria estar voltada para a adoração ao Senhor, que havia descido para habitar no meio de Seu povo. Não ousaram destacar nenhuma de suas obras. No dia determinado, cada príncipe, em atitude de reverência e santo procedimento, sem pompa ou anúncio prévio, conduzia suas ofertas ao local designado e rogava ao Senhor por Seu favor e bênção. Consagrado o altar pelos filhos de Israel, o santuário tornou-se morada de Deus e fonte de comunicação entre Ele e Seu povo por meio de Moisés, que “ouvia a voz que lhe falava de cima do propiciatório, que está sobre a arca do Testemunho, entre os dois querubins; assim [o Senhor] lhe falava” (v.89).
Deus não exige de Seus filhos ofertas mecânicas nem lhes pede além do que suas posses permitem ofertar. Também não pode abençoar onde há descaso para com Sua Casa e Sua obra. Onde há um grupo de crentes reunidos, deve haver a cooperação de todos para o avanço da obra do Senhor. Isso inclui nossa adoração por meio dos dízimos e das ofertas. Muitos têm alimentado o sentimento maligno de que apenas os mais afortunados devem se empenhar em devolver e doar. Fossem eles mais fiéis no pouco que possuem, não teriam necessidade alguma dos recursos dos ricos. A bênção do Senhor não está sobre quem dá mais, mas sobre “quem dá com alegria” (2Co.9:7). São esses os amados de Deus que saltarão de júbilo quando ouvirem da boca de Jesus: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu [Senhor]” (Mt.25:23).
Mordomia, amados, é adoração. Se queremos crescer como verdadeiros adoradores de Deus, precisamos nos dedicar ao exame de Sua Palavra com diligência, sem descaso ou desleixo, clamando pela sabedoria do Espírito da verdade. Como os bens foram distribuídos aos levitas de forma diferente, Deus também distribui os bens desta terra conforme Lhe apraz, de acordo com a capacidade de cada um em administrar. Tudo o que ofertamos ao Senhor de coração, seja pouco ou muito, é computado nos Céus como o montante afortunado daqueles que entenderam que a maior e melhor oferta já nos foi dada: Jesus Cristo. Jesus, de boa vontade, deu Sua vida por mim e por você. Nenhuma oferta humana, ou todas elas juntas, poderia se assemelhar ao alto preço de nosso resgate.
Que a alegria que brota do fruto do Espírito Santo nos motive não somente a ofertar os nossos recursos ao Senhor, mas que tudo em nós seja uma resposta de amor ao Deus que nos salvou.
Pai Celestial, o Senhor tanto nos amou que nos deu o Seu único Filho. E essa oferta de amor, que nos proveu libertação, deveria ser suficiente para humilhar o nosso coração e rendê-lo a Ti. Porque cremos, Senhor, que se o nosso coração for Tua propriedade, tudo em nossa vida será uma oferta de verdadeira adoração a Ti. Ó, Pai, faz-nos habitação do Teu Espírito para que tenhamos os ouvidos abertos e atentos para ouvir a Tua voz, mediante o estudo da Tua Palavra! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, príncipes e princesas do reino dos Céus!
Rosana Garcia Barros
#Números07 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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NÚMEROS 7 – Os grandes desertos da vida nos ensinam grandes lições. Bruno Euclides, olhando para a história sagrada do povo de Deus, declarou que “o deserto é um sinal de que você não está mais no Egito. Seja grato!”
O livro de Números revela que na caminhada pelo deserto deste mundo, o povo de Deus precisa dos líderes espirituais. Somente submetendo-nos com responsabilidade ao Senhor e a Seus líderes, cumprindo fielmente aos deveres designados pelo Espírito Santo, poderemos obter segurança durante a travessia pelo deserto desta vida.
São os líderes espirituais que abençoa ao povo de Deus; eles que transmitem as bênçãos dos céus aos lares do povo de Deus (Números 6:22-27).
Em Números 7:89 notamos que Deus falou com Seu líder Moisés, “de forma audível, assim como fizeram com Adão e Eva no jardim (Gn 3:9) e com Abraão à porta de sua tenda (Gn 17:1). Nesta ocasião, só Moisés recebeu permissão para entrar no tabernáculo a fim de ouvir a mensagem de Deus (ver Êx 25:22; 40:33, 34; Lv 16:2)” (CBASD, v. 1, p. 924).
Os líderes das doze tribos de Israel ofereceram suas ofertas ao Soberano Senhor no Santuário. Desta forma eles estavam reconhecendo a soberania divina sobre toda esfera não só religiosa, mas também na esfera política. “Dia a dia as tribos chegavam umas após as outras, levando utensílios de prata e ouro e grande número de animais para sacrifício. Ainda mais importante que essas ofertas generosas, porém, era a entrega que Israel fazia de si mesmo para o Senhor”, observa Eugene Merrill.
Líderes e liderados devem reconhecer o Deus que abençoa graciosa e ricamente (Números 6:22-27). A consagração do altar demonstra a dedicação do povo a Deus. A reação positiva do povo às bênçãos divinas fornece importantes lições para nós:
• Se reconhecermos a generosidade de Deus, seremos generosos para com Ele.
• Devemos promover a unidade e a igualdade entre o povo de Deus, como as tribos que se comprometeram unanimemente.
• Ofertas são entregues aos líderes religiosos, os quais administrarão conforme Deus orientou.
• Adoração não deve ser fruto de obrigação, deve ser a resposta do coração cheio de gratidão.
• Ofertas contribuem para a manutenção e avanço do ministério do Soberano Deus que visa salvar pessoas.
Diante disso, certamente precisamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.