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Texto bíblico: NÚMEROS 12 – Primeiro leia a Bíblia
NÚMEROS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: Números 12
Sendo que Aarão e Miriã tinham sido escolhidos por Deus para ajudar a Moisés, eles partilhavam com ele o peso da liderança. Eles consideraram desnecessária a sugestão de Jetro para que assistentes adicionais fossem designados.
Miriã e Arão se tornaram cegos pela inveja e disseram: “Porventura, tem falado o SENHOR somente por Moisés? Não tem falado também por nós?” (Nm 12:2).
A inveja é um dos traços mais satânicos que podem existir no coração humano. Tivesse a conduta de Miriã e Aarão continuado sem controle e teria isto resultado em um grande mal. Em vez disso, Deus os humilhou e eles confessaram seu pecado. Este foi um aviso a todo o Israel para que controlassem o crescente espírito de descontentamento e insubordinação.
Somos responsáveis por nossas palavras e o modo como tratamos aqueles a quem Deus deu a pesada responsabilidade da liderança.
O juízo de Deus, entretanto, foi temperado com misericórdia. Arão e Miriã foram perdoados e, embora ferida com lepra, Miriã foi curada. As pessoas se entristeceram por ela e aguardaram seu retorno, acolhendo-a de volta carinhosamente. Essa deve ser nossa atitude para com aqueles que caíram.
Nancy Costa
It Is Written Television [Programa de TV Está Escrito]
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/12
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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953 palavras
1-16 A murmuração de Miriã e Arão contra Moisés. Os dois eram mais velhos que Moisés e, por pretensões em assuntos de família, estavam dispostos a desafiar a autoridade de Moisés. Deus, porém, não deixa de punir os que maltratam e desrespeitam Seus servos. Bíblia Shedd.
1 Falaram. Este verbo está no feminino e no singular, indicando que Miriã foi a instigadora. “Ela falou”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 935.
cuxita (ARA; NVI: “mulher etíope”). A crítica contra a mulher era mero pretexto; o seu enfoque era o dom profético de Moisés e seu relacionamento especial com o Senhor (v. 2). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Alguns estudiosos tem entendido que este verso indica que Moisés tomou uma mulher africana negra, em adição a sua esposa midianita, Zípora(Êx 2:16, 21), ou após a sua morte. Contudo, o texto bíblico não relata a morte de Zípora e Moisés recentemente conversara com seu cunhado midianita (Nm 10:29). Outra possibilidade é que “mulher etíope/cuxita” fosse uma declaração racial contra Zípora, cuja pele seria mais escura do que as dos israelitas. Andrews Study Bible.
O pai de Zípora era, na verdade, midianita (Êx 2:16-19; 3:1) e, portanto, descendente de Abraão(Gn 25:1, 2; PP, 383). Ao se unir a Moisés no monte Sinai […] Zípora observou o pesado fardo que seu esposo carregava e expressou a Jetro seu temor pelo bem-estar de Moisés. Por esse motivo, Jetro aconselhou o genro a escolher outros para compartilhar com ele as responsabilidades da liderança. Quando Moisés seguiu esse conselho sem consultar Miriã e Arão, estes ficaram com inveja e culparam Zípora pelo que julgaram ser uma desconsideração de Moisés com eles (ver PP, 383). O fato de Zípora ser midianita, muito embora adorasse o Deus verdadeiro, foi apenas uma desculpa usada por Miriã e Arão para se rebelar contra a autoridade de Moisés. ele não violara o princípio de não se casar com pagãos quando a tomou como esposa, conforme alegava a acusação feita. CBASD, vol. 1, p. 935.
Não tendo achado falta no modo como Moisés liderava o povo, eles escolheram criticar sua mulher. Ao invés de enfrentar o problema diretamente, tratando diretamente com sua inveja e orgulho, escolheram criar um afastamento da verdadeira questão. Quando você se encontrar em meio a uma desavença, pare e pergunte a si mesmo se você está discutindo sobre a real questão ou se você está produzindo uma cortina de fumaça ao atacar o caráter de alguém.Se você está sendo injustamente criticado lembre-se que seus críticos podem estar receosos de enfrentar o verdadeiro problema. Não tome este espírito de crítica pessoalmente. Peça a Deus que o ajude a identificar o problema real e trate com ele. Life Application Study Bible.
2 Também não tem Ele falado por meio de nós? É claro que sim. Mq 6.4 fala de Moisés, de Arão e de Miriã como a provisão misericordiosa de Deus para Israel. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Aqui estava a questão primária: poder. … Ao desprezar a sua escolha de esposa, eles tentaram rebaixá-lo ao seu nível. Andrews Study Bible.
3 manso. Esta mansidão ou humildade é uma virtude necessária para a vida cristã. […] Aos que dizem que a humildade não permitiria a Moisés escrever isto a seu próprio respeito, respondemos que o dever de Moisés de transmitir uma parte da Palavra de Deus não se coadunaria com a modéstia que alterasse os fatos da história. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Isto explica porque ele não procurou defender a si mesmo, mesmo tendo falado poderosamente, honrado por Deus em muita ocasiões. A humildade de Moisés era notável, considerando que ele havia sido um príncipe do Egito (Êx 2). Ele havia perdido sua auto confiança durante décadas no exílio, cuidando de ovelhas (Êx 3-4). Toda a sua confiança estava em Deus. Esta foi a chave de seu sucesso como líder. Andrews Study Bible.
Só um homem manso sabe ser submisso a Deus e a seus subordinados, ao mesmo tempo em que exerce corajosa e dinâmica liderança. Não há lugar na obra do Senhor para um líder que pensa ter o privilégio de dominar sobre seus colaboradores, agindo como ditador. CBASD, vol. 1, p. 935.
6-8 A forma poética dessas palavras acrescenta-lhes um ar de solenidade. Fica clara a lição dessa poesia: todas as visões proféticas genuínas provêm do Senhor, mas no caso de Moisés a sua posição e a sua fidelidade ressaltam o seu relacionamento especial com o Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 falar contra o Meu servo. O grande erro de Miriã foi a falta de respeito por uma autoridade constituída – neste caso pelo próprio Deus – e a rebelião contra a mesma. CBASD, vol. 1, p. 936.
10 Miriã achou-se leprosa, branca como a neve. O fato de Miriã ser mencionada antes de Arão no v. 1 sugere que ela fora a instigadora da crítica contra Moisés. Por ter sido a “primeira dama de Israel” (ver Êx 15:20-21), provavelmente tenha sentido ciúmes da esposa de Moisés. A punição divina de Miriã foi uma doença que tornou sua pele como neve (“branco/branca” não se encontra no original em hebraico) porque estava como se tivesse escamas (comparar com Lv 13; 2Rs 5:27; 2Cr 26:19-21). A punição por desprezar uma pele escura foi adequada ao crime. Andrews Study Bible.
12 como um aborto. Ou seja, condenada a morrer. Ela foi afastada como se fazia com os criminosos. CBASD, vol. 1, p. 936.
14 depois. O v. 14 informa que Miriã poderia voltar para o arraial uma semana depois de ter sido acometida de lepra. Isso indica que ela foi curada imediatamente (ver v. 13) e logo em seguida começou o ritual de purificação (Lv 13:4). CBASD, vol. 1, p. 936.
Uma semana era o tempo que ela deveria ser excluída se seu pai tivesse cuspido em sua cara. Quanto mais ela merecia por ter agido incorretamente contra Deus! Mais uma vez, o Senhor foi misericordioso ao não aplicar uma disciplina efetiva. Life Application Study Bible.
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“Era o varão Moisés mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a Terra” (v.3).
De todas as virtudes do Espírito Santo, a mansidão ganhou destaque na vida de Moisés, uma prova inequívoca da transformação realizada por Deus em sua vida. Aquele que matou um egípcio e o enterrou na areia, e que enxotou sozinho os algozes das filhas de Jetro, revelou que a influência da comunhão com Deus produz o divino fruto no caráter. Moisés tornou-se, portanto, um padrão de mansidão. Seu tato para com o povo era sempre pacífico, e suas palavras, ainda que por vezes de advertência, eram carregadas de uma santa paz. A atmosfera que o cercava promovia um respeitoso temor entre o povo, e ninguém ousava duvidar de sua eleição divina. Ninguém, exceto pela inveja e cobiça de seus próprios irmãos.
Escolhido como chefe espiritual da nação e sumo sacerdote do templo de Deus, Arão era responsável por reger as atividades no santuário. Junto com Miriã, ele viu em Zípora, mulher de Moisés, a desculpa para alimentar seus amargos sentimentos. A liderança mosaica despertou neles a insatisfação de terem que se submeter a seu irmão mais novo. É provável que Miriã tenha sido quem instigou a dúvida e semeou a intriga no coração de Arão. O castigo que lhe foi aplicado parece apontar para isso e, por sete dias, “detida fora do arraial”, ali permaneceu, “e o povo não partiu enquanto Miriã não foi recolhida” (v.15).
Além de enfrentar, todos os dias, os ânimos acalorados do povo, Moisés teve de lidar com a sedição de seus próprios irmãos. Instigado por Miriã, Arão poderia ter resistido às suas ruins suspeitas, mas, semelhante à sua fraqueza ao confeccionar o bezerro de ouro, permitiu ser novamente influenciado. Convocados pelo Senhor para um encontro particular, os três irmãos foram à tenda da congregação. Primeiro, Deus separou Moisés de seus irmãos, chamando apenas Arão e Miriã para que se apresentassem diante dEle. O sofrido líder foi ali poupado da conversa que resultou na lepra de sua irmã. Por um instante, quem sabe, eles tenham cogitado que Deus os estava prestigiando ao chamá-los primeiro. Mas quão grande deve ter sido o temor de seus corações ao perceberem a indignação do Senhor.
A respeito do protesto dos irmãos, “o Senhor o ouviu” (v.2). Nada há encoberto que o Senhor não tenha conhecimento, amados. Antes mesmo que aquele comentário, inicialmente tímido, se revertesse em mais um fardo sobre Moisés e em resultados desastrosos para os próprios envolvidos, Deus cuidou de cortar o mal pela raiz. Moisés não era somente um profeta, mas um amigo do Senhor. “Boca a boca” (v.8) e face a face o Senhor lhe falava. Arão e Miriã sentiram suas faces empalidecerem diante do questionamento divino: “Como, pois, não temestes falar contra o Meu servo, contra Moisés?” (v.8). E, diante da praga instantânea de Miriã, rogando a Moisés que intercedesse por ela, Arão só pôde concluir: “Loucamente procedemos e pecamos” (v.11).
Sutilmente, o inimigo lança mão de seus agentes humanos para instigar a inveja, a intriga e a dissensão. Diálogos duvidosos, conversas influenciadoras e comentários maldosos dão o início à contenda entre irmãos. Eis um problema que não escolhe classe social, grau de parentesco ou idade. Basta haver duas pessoas unidas na mesma disposição de criticar alguém para que rapidamente sejam submetidas a um “júri popular”. Este tem sido um dos principais agravantes da queda espiritual na igreja de Deus, uma das estratégias mais eficazes e bem-sucedidas de Satanás. Enquanto ele distrai o professo povo de Deus em conflitos internos, há multidões perecendo, famintas da Palavra e do amor de Cristo, por meio daqueles que, como Moisés, deveriam estar refletindo o caráter divino.
Ouso afirmar que este é um dos capítulos mais importantes deste livro, apesar de ser um dos menores. Nele, podemos perceber, entre tantas outras lições: o perigo da intriga; a dura realidade de que, por vezes, inimigos podem se levantar de onde menos imaginamos; que Deus não tolera a inveja e a maledicência; mas também percebemos como vale a pena ser fiel a Deus e fazer a Sua vontade; que a mansidão vence a ira; e que a oração em favor dos que nos perseguem pode promover perdão e restauração. Ó, amados, há um mundo que geme com grandes dores espirituais, físicas e emocionais! Perderemos tempo e colocaremos em risco nossa salvação e a de outros para reclamar posições e direitos que não nos pertencem? Gastaremos os instantes finais que ainda temos alimentando nossa natureza carnal? Ou, como Moisés, nos submeteremos à influência do Espírito Santo para que Ele molde nosso caráter para a glória de Deus? A maledicência, meus irmãos, é uma lepra cujas chagas consomem a alma, condenando-a à ruína eterna! Deus nos livre deste terrível mal!
Ó Deus, rogo-Te, que o Senhor cure o Teu povo desta praga maldita e o recolha de volta ao Teu aprisco como povo purificado e mui manso! Que perseveremos, através do estudo da Tua Palavra, todos os dias, em aprender de Jesus, que é manso e humilde de coração. Em nome de Cristo Jesus, Amém!
“Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra” (Mt.5:5).
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, mansos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Números12 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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NÚMEROS 12 – A história crítica do povo de Deus no início da jornada rumo à Terra prometida começou em Números 10:11. Antes disso, “os israelitas fizeram tudo exatamente como o Senhor tinha ordenado a Moisés” (Números 1:54; 2:34 3:42; 4:49; 5:4; 8:, 3, 20, 22; 9:5).
Assim que o povo passou a reclamar, lamentar, murmurar, o que já era pesado para Moisés ficou mais difícil suportar. Então, Deus o orientou a selecionar líderes e supervisores para auxiliá-lo na dificílima administração do povo (Números 11:16-29). Interessante que nesse incidente, o que parecia problema para alguns ciumentos, era solução para Moisés (Números 11:26-29). Depois da escolha dos líderes, “Moisés e as autoridades de Israel voltaram para o acampamento” (Números 11:30).
Assim que Arão e Miriã se encontraram com Moisés, passaram a criticá-lo. E a justificativa era porque sua esposa era etíope. Mas o questionamento era: “Será que o Senhor tem falado apenas por meio de Moisés?” E, intensificaram o questionamento: “Também não tem Ele falado por meio de nós?” Ficando claro que a insatisfação promove sentimentos irracionais que podem resultar em racismo. Embora “a esposa de Moisés não era negra, mas a cor de sua pela era um pouco mais escura que a dos hebreus”, conforme declara Ellen White (CBASD, v. 7, p. 1227), o racismo evidenciou que havia um problema com raízes mais profundas.
A crítica não tem fundamento. Ela ofende, denigre e humilha sem qualquer razão lógica. O que tinha a ver a esposa de Moisés com as questões levantadas por Miriã, a instigadora e líder na reclamação?
A pedagogia divina é interessante. Se o problema era a cor da pele de Zípora, filha do midianita Jetro, Deus castigou Miriã com lepra, tornando sua pele branca como neve (Números 12:10). As críticas feitas ao líder e sua esposa atrasaram a jornada do povo de Deus (Números 12:15).
A liderança aprovada por Deus é caracterizada pela humildade. “Moisés é o maior de todos os que já lideraram o povo de Deus. Foi grandemente honrado pelo Céu, não pela experiência que havia obtido na corte egípcia, mas porque era o mais manso dos homens”. Os que “desejarem ser honrados por Deus devem se distinguir de todos… pela humildade” (Idem, 1228).
Temos muito que aprender… Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: NÚMEROS 11 – Primeiro leia a Bíblia
NÚMEROS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Depois de tudo o que Deus tinha feito para satisfazer a todas as necessidades de seus filhos israelitas, eles se envolveram no ato verdadeiramente terrível de se queixar. Sabemos que o comportamento de alguns da borda do acampamento foi particularmente ruim, porque o Senhor teve que intervir e destruir aqueles que mais se queixaram.
Possivelmente teríamos sido mais indulgentes com os reclamantes, mas Deus conhece o coração das pessoas. Como se pode ver, as pessoas não só se queixaram a respeito das circunstâncias do momento, mas queriam voltar para o Egito. Elas valorizaram mais a cebola, o alho, e os peixes que tinham no Egito do que os atos maravilhosos de Deus para a salvação deles.
Na verdade, Deus tolerou uma enorme quantidade de reclamações. Em Números 11, Moisés mesmo reclama amargamente e duvida do poder de Deus para fornecer carne para satisfazer o desejo de um número tão grande de pessoas. Deus o ouviu e então decidiu intervir, resolver os problemas de Moisés, e dar ao povo o que eles queriam. Mas aquilo que as pessoas queriam gerou algumas más consequências.
O contraste entre os dois tipos de queixas, a de Moisés e a do povo, deveria nos dar conforto. Às vezes, servos fiéis de Deus simplesmente não aguentam mais. E Deus remove suas cargas. Por isso devemos ser gratos.
Mark Sheffield
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/11
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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887 palavras
1 Queixou-se o povo… extremidades. O populacho… ficava nas extremidades do arraial, pois, pelas disposições das tribos (Nm 2) só lhes restava essa posição. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia , vol. 1, p. 932.
1, 6-15 Os israelitas reclamaram e Moisés reclamou. Mas Deus respondeu positivamente a Moisés e negativamente ao resto do povo. Por quê? O povo reclamou um para o outro, e nada se fez. Moisés levou suas reclamações a Deus, que poderia resolver qualquer problema. Muitos de nós somos muito bons em reclamar para os outros. Precisamos aprender a levar nossos problemas para Aquele que pode resolvê-los. Life Application Study Bible Kingsway.
Deus lhes satisfez o apetite físico, mas suas almas emagreceram, Sl 106.15. Bíblia Shedd.
3 Taberá. Esse local só é mencionado mais uma vez (Dt 9:22). O lugar nunca foi identificado. Seu nome provém de um verbo que significa “queimar”, “consumir” ou “exterminar”. CBASD , vol. 1, p. 932.
4 populacho (ARA; NVI: “Um bando de estrangeiros”). Essa gente não se compunha de israelitas, mas de pessoas que vieram do Egito juntamente com os filhos de Israel (Êx 12.38, nota). Bíblia de Genebra.
4-6 A insatisfação nos vem quando nossa atenção se muda do que temos para o que não temos. […] Não deveríamos permitir que nossos desejos não realizados fizessem nos esquecer dos dons de Deus da vida, alimento, saúde, trabalho e amigos. Life Application Study Bible Kingsway.
4-9 Eles não pediram a Deus para satisfazer suas necessidades; em vez disso, eles pediram por comida e pararam de confiar no cuidado de Deus por eles. … Quando você pede algo a Deus em atitude pecaminosa, conseguir o que você quer pode se mostrar muito custoso. Life Application Study Bible Kingsway.
6 seca-se a nossa alma. Isso se dava por causa da falta de frutas e legumes com alto teor de água, que são refrescantes em clima quente e seco. CBASD , vol. 1, p. 933.
maná. Jesus usou o maná como símbolo do alimento oferecido em abundância pelo Céu (Jo 6:30-35; 41-58). O cristão vencedor tem a promessa de receber o “maná escondido” (Ap 2:17). CBASD , vol. 1, p. 933.
Este pão gostoso, milagroso e celestial, é figura de Jesus Cristo, Jo 6.48-50. Bíblia Shedd.
10 cada um. Os orientais têm o costume de dizer a todos sobre seus pesares e luto. Neste caso, ao que tudo indica, houve um plano pré-concebido de ação conjunta: cada família choraria em voz alta na porta de sua tenda. CBASD , vol. 1, p. 933.
14 não posso. Na verdade, Moisés estava sendo tão irracional quanto o povo, pois Deus nunca o deixara sozinho, nem esperava que ele, por si mesmo, fornecesse alimento para o arraial. CBASD , vol. 1, p. 933.
17 do Espírito. Este verso retrata como os dons e a atuação do Espírito Santo são fatores que conferem energia ao espírito humano a fim de que cumpra os planos de Deus. CBASD , vol. 1, p. 933.
rejeitastes o SENHOR. O povo preferia a vida sob Faraó à vida com o Senhor que providenciava maná. Andrews Study Bible.
20 Comer até sair pelos narizes é comer até vomitar. Bíblia Shedd.
rejeitaram o SENHOR. A questão principal em pauta não era realmente carne – era a falta de demonstração de gratidão apropriada ao Senhor, que estava no seu meio e era fonte constante de todo o bem. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21, 22 Quando começamos a confiar em nosso próprio entendimento, estamos em perigo de ignorar a avaliação de Deus para a situação. Ao recordarmos Suas obras passadas e Seu poder no presente, podemos garantir de não estarmos a interromper Seu auxílio potencial. Life Application Study Bible Kingsway.
23 Estará limitado o poder do Senhor? (NVI). A impossibilidade humana é uma ocasião para demonstrar o poder do Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.
a mão do Senhor (ARA). Significa a parte ativa da personalidade de Deus. Sua atividade no mundo. Estas mãos são prontas a ajudar. São prontas a socorrer e consolar. São prontas a guiar. Bíblia Shedd.
25 profetizaram. Esse fenômeno aparentemente temporário [apesar de algumas versões indicarem que este dom podia ser permanente] serviu para autenticar a liderança dos anciãos. Bíblia de Genebra.
mais depois nunca mais tornaram a fazê-lo. Parece que o dom temporário da profecia que as autoridades receberam visava sobretudo a estabelecer suas credenciais como líderes revestido do poder do Espírito. Bíblia de Estudo NVI Vida.
29 Mas Moisés respondeu: “Você está com ciúmes por mim … “. Aqui está demonstrado qual a verdadeira atitude de Moisés. Em vez de se sentir ameaçado pela demonstração pública dos dons do Espírito por Eldade e Medade, Moisés desejava que todo o povo tivesse os plenos dons do Espírito (cf Fp 1.15-18). Esse versículo é uma introdução apropriada ao desafio indesculpável à liderança de Moisés no cap. 12. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Moisés, depois de suas queixas apresentadas numa má hora, vv. 10-15 e 21-22, revela sua volta à plenitude da comunhão com Deus, pela sua verdadeira humildade, e pelo seu zelo com vistas ao verdadeiro progresso espiritual do povo de Deus, em geral. Bíblia Shedd.
31 Não se trata da espessura da camada de codornizes pelo chão, mas sim que os pássaros esgotados pela migração estavam voando nesta altura (mais de um metro), e por isso mesmo, eram uma presa fácil para os israelitas. Bíblia Shedd.
32 as estenderam para si. Cada pessoa pendurava as codornizes que recolhera, para deixar escorrer o sangue antes de [prepará-las e] comê-las. Bíblia Shedd.
34 Quibrote-Hataavá. Esse local não é identificado com precisão. O significado do nome é “as sepulturas de seus desejos”. CBASD , vol. 1, p. 934.
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“Porém Moisés lhe disse: Tens tu ciúmes por mim? Tomara todo o povo do Senhor fosse profeta, que o Senhor lhes desse o Seu Espírito!” (v.29).
Vivendo como peregrinos no deserto, os filhos de Israel enfrentavam muitas privações, mas o cuidado e o zelo do Senhor para com eles não lhes deixava faltar nada quanto às suas necessidades básicas. A água da rocha e o maná eram uma prévia da fartura que encontrariam em Canaã e deveriam ser motivo de grande gratidão. Acostumados, porém, com os alimentos do Egito, permitiram que seus desejos os dominassem a ponto de assumirem uma atitude de queixa e murmuração. Essa atitude foi incitada pelo “populacho” (v.4), o povo híbrido, ou seja, hebreus que se casaram com egípcios e que ficavam nas extremidades do acampamento. O apetite dominou a razão, acendendo assim a ira de Deus como fogo consumidor. Então, Moisés orou pelo povo, e “o fogo se apagou” (v.2).
Diante da tenda de Moisés, família após família apresentava sua queixa e, em tom de ameaça, expressava o desejo pelos alimentos da terra do exílio. Vendo Moisés que, novamente, a ira de Deus se havia acendido contra o povo, com o coração quebrantado, depôs diante do Senhor o seu pesado fardo. O grande líder reconheceu sua impotência diante da obra de guiar pelo deserto um povo tão obstinado e rebelde, que conservava no coração as coisas do Egito. Pedindo a morte, Moisés demonstrou um alto grau de sofrimento emocional, pensando ser essa a solução para sua profunda angústia. O fiel servo de Deus rasgou o coração diante de seu Pai em sinceridade, e sua humildade e mansidão foram expostas como a força motriz de sua liderança.
A resposta divina veio na forma de setenta homens designados para auxiliar o grande líder, dividindo com ele as dificuldades da jornada no deserto. Disse o Senhor a Moisés: “Tirarei do Espírito que está sobre ti e o porei sobre eles” (v.17). No tempo determinado, “o Espírito repousou sobre eles, e profetizaram” (v.25). Dois deles, porém, Eldade e Medade, não foram à tenda da congregação, como ordenado pelo Senhor. Contudo, o mesmo Espírito foi derramado sobre eles, de modo que profetizavam no arraial. Josué, “servidor de Moisés” (v.28), entendeu que a atitude daqueles dois era uma espécie de ameaça à liderança de Moisés. Este, no entanto, demonstrou genuíno interesse em que todo o povo pudesse experimentar a suave e poderosa atuação do Espírito Santo.
Quando o apetite e as paixões carnais assumem o controle da mente humana, o homem fica limitado a enxergar tão somente o corruptível. Com o coração furtado pela cobiça, suas ambições tornam-se irracionais, suas aspirações, frustradas, entrando em um processo de constante insatisfação. O insuperável Educador celestial utiliza Seus métodos de ensino conforme a necessidade de Seus aprendizes. Ao prover o arraial com codornizes, o Senhor não exagerou em Sua provisão, mas deu ao povo exatamente na medida do que desejavam. Por meio de sua glutonaria, Israel experimentou os resultados de permitir que a vontade própria assuma o lugar da “boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2).
Assim como Moisés desejou que o Espírito Santo fosse derramado sobre todo o povo, o Senhor deseja derramar Seu Espírito “sobre toda a carne” (Jl.2:28). Mas, assim como apenas setenta homens dentre os filhos de Israel estavam prontos para recebê-Lo, hoje, poucos têm se preparado para receber a chuva serôdia. Desde o Éden, Satanás tem usado o apetite para desvirtuar o homem da vontade de Deus. Ele sabe bem a intrínseca relação entre corpo e mente e é especialista em induzir estilos de vida que promovam o vício, a doença e o bloqueio da razão para a clara compreensão do “assim diz o Senhor”. Há luz suficiente para que não sejamos alvos dessa estratégia maligna. Temos aceitado e buscado praticar a luz que nos foi dada, amados?
Não há ruptura entre mente, corpo e espírito. O homem é um ser holístico e, como tal, precisa buscar a nutrição ideal de cada aspecto de sua vida. É um processo que requer renúncia, perseverança, confiança na provisão divina e completa dependência de Deus. Encerro hoje com a advertência de uma parte da luz que nos foi dada nestes últimos dias, por meio da mensagem de saúde:
“Meu irmão e minha irmã, tendes uma obra a fazer que ninguém pode fazer por vós. Despertai de vossa letargia, e Cristo vos dará vida. Mudai vosso modo de viver, de comer e de beber, e vosso sistema de trabalho. Enquanto continuardes no caminho que tendes seguido por anos, não podereis discernir com clareza coisas eternas e sagradas. Vossas sensibilidades estão embotadas, e vosso intelecto, obscurecido. Não tendes estado a crescer em graça e no conhecimento da verdade, como é vosso privilégio. Não tendes crescido em espírito, mas aumentado em trevas” (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, CPB, p.45).
Ó, Senhor, nosso Deus, como necessitamos do Teu Espírito em nossa vida! Como necessitamos de uma mente lúcida para discernir a Tua voz das vozes deste mundo! Como necessitamos cuidar melhor da nossa saúde colocando em prática os Teus remédios naturais: ar puro, luz solar, temperança, exercício físico, água, alimentação saudável, descanso e confiança em Deus! Não foi sem razão que o Senhor nos deixou orientações preciosas sobre saúde nestes dias finais, porque chegará o tempo em que precisaremos suportar o cansaço, a demora e a fome. Ajuda-nos, Senhor, a zelar pelo nosso corpo e, consequentemente, pela nossa mente, pois somos templos do Teu Espírito! Tira de nós o desejo pelas iguarias do príncipe deste mundo! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, templos do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#Números11 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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NÚMEROS 11 – A insatisfação é a mãe da reclamação. O desejo pervertido leva a conclusões absurdas. A reclamação com base no próprio “eu” impede as pessoas de verem a presença de Deus.
E tem gente que só sabe reclamar! Quando abre a boca, em vez de oração, só sai reclamação. O pior, é que a reclamação é extremamente contagiosa. E tudo tem por base a incredulidade que gera desobediência (Hebreus 4:1-11).
A murmuração resulta de corações desprovidos de fé. Consequentemente, quem aprecia lamentar logo se rebelará contra Deus e atrairá Seus juízos, não bênçãos. Inspirado pelo Espírito Santo, Paulo adverte seus leitores:
“Porque não quero, irmãos, que vocês ignorem o fato de que todos os nossos antepassados estiveram sob a nuvem e todos passaram pelo mar. Em Moisés, todos eles foram batizados na nuvem e no mar. Todos comeram dos mesmo alimento espiritual e beberam da mesma bebida espiritual; pois bebiam da rocha espiritual que os acompanhava, e essa rocha era Cristo. Contudo, Deus não Se agradou da maioria deles; por isso os seus corpos ficaram espalhados pelo deserto. Essas coisas ocorreram como exemplos para nós, para que não cobicemos coisas más, como eles fizeram… não se queixem, como alguns deles se queixaram e foram mortos pelo anjo destruidor. Estas coisas aconteceram a eles como exemplo e foram escritas como advertência para nós, sobre quem tem chegado o fim dos tempos” (1 Coríntios 10:1-11).
Poucas vezes consideramos o pecado da gula, embora seja bem claro na Bíblia que a glutonaria é pecado. O sábio, inspirado pelo Espírito Santo, adverte: “Não ande com os que se encharcam de vinho, nem com os que se empanturram de carne” (Provérbios 23:20). Quando o Deus das pessoas se tornam o seu próprio estômago (Filipenses 3:19), coisas absurdas são proferidas e realizadas. Isso explica a “saudade” de alho e cebola do Egito quando Israel recebia maná, o “pão do Céu”. Quibrote-Hataavá foi o nome dado ao lugar “onde foram enterrados os que tinham sido dominados pela gula” (Números 12:34).
“Já é hora de despertarmos do sono, porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé… Andemos honestamente… não em glutonarias, nem em orgias e dissoluções, nem em contendas e inveja…” (Romanos 13:12-13) – Heber Toth Armí.