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Texto bíblico: NÚMEROS 14 – Primeiro leia a Bíblia
NÚMEROS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/14
Os dez espias, feridos por uma praga, morreram diante do povo, e neles todos viram sua condenação. Neste momento sua ira se transformou em tristeza, não por causa da sua ingratidão e desobediência, mas por causa das terríveis consequências.
Sua tristeza não era arrependimento e não podia reverter a sentença. Quando Deus ordenou que voltassem ao deserto, Ele testou sua aparente submissão, que provou não ser verdadeira. Eles se recusaram a voltar para trás. Moisés, Josué e Calebe também sentiram amarga decepção, porém aceitaram sem murmuração a decisão de Deus. Mas àqueles que tão facilmente se queixaram, agora Deus deu um real motivo para reclamar.
Então, aquilo que eles se recusaram a fazer quando Deus exigiu, agora eles se propuseram a fazer para merecer o favor de Deus: “Pecamos contra o Senhor. Nós subiremos e lutaremos, conforme … Deus, nos ordenou” (Dt 1:41, NVI). Deus nunca lhes havia ordenado a lutar. Não era Seu propósito que eles ganhassem a terra pela guerra, como evidenciado 40 anos depois na tomada de Jericó.
Eles subiram a Canaã sem Moisés, sem a arca e foram derrotados. Forçados à submissão, eles “choraram perante o Senhor” mas “Ele não deu ouvidos ao seu clamor” (Dt. 1:45, NVI). Os inimigos de Israel que aguardavam trêmulos por sua aproximação, agora se encheram de confiança para resisti-los. Todos os relatórios maravilhosos que tinham ouvido do que Deus tinha feito por Israel, agora consideraram como falsos. Nada restava para Israel a não ser voltar ao deserto, sabendo que este seria o túmulo de toda aquela geração.
Nancy Costa
Adventist World Radio (Rádio Mundial Adventista)
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/14
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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734 palavras
O décimo quarto capítulo nos ensina: 1) Dentro de quinze dias, o povo poderia ter entrado no gozo que Deus preparara; a desobediência causou de quarenta anos, v 34; 2) A nobreza do coração de Moisés, que em nada reputou sua própria glória, pensando só na grandeza de Deus, vs 13-19; 3) O perdão que Deus concede nem sempre anula as consequências de nossos atos pecaminosos, vv 20-23; 4) O comentário inspirado deste capítulo se acha em Hb 3.7-4.13, com sua mensagem dupla: “Não endureçais os vossos corações”, (3.7-4.13) e “Ouvia a Sua voz”, (4.3-13). Bíblia Shedd.
1-12 A apostasia do povo, em Cades-Barneia. Indiferente a todos os milagres que Deus fizera por eles, os israelitas se rebelam contra Moisés e contra Deus. Bíblia Shedd.
A geração do êxodo proveu um exemplo de apostasia que o salmista (Sl 95:7-11) e os autores do Novo Testamento (1Co 10.5; Hb 3.12-4.13) usaram para advertir as gerações posteriores do povo de Deus. Bíblia de Genebra.
3 nossos filhos serão tomados como despojos de guerra. A acusação mais repreensível que fizeram contra a graça de Deus referia-se aos filhos deles. Somente esses filhos acabariam sobrevivendo (cf. v. 31-33). Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 um capitão. O povo chegou ao ponto de nomear um líder para substituir Moisés (Ne 9:17). CBASD- Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 941.
5 Caíram sobre o seu rosto. Moisés e Arão se prostraram em desespero aos pés de toda a congregação; contudo, seus pensamentos se voltavam para Deus. CBASD, vol. 1, p. 941.
6 Josué, filho de Num. O batedor [explorador, observador] de Efraim (13:8, 16). “Josué” significa “O Senhor é salvação”. No NT, a forma grega contraída é “Jesus” (Mt 1:21 – “pois Ele salvará”). Josué era o assistente de Moisés (Êx 24.13; 33:11; Nm 11:28), de forma que ele não precisava se manifestar como Calebe o fez (Nm 13:30) para que o povo conhecesse sua opinião. Andrews Study Bible.
9 como pão, os podemos devorar. Isto é, seria fácil conquistá-los (ver Nm 13:32; 24:8; Dt 7:16; Sl 14:4; Jr 10:25). Esta expressão demonstrava grande fé na capacidade e no desejo de Deus em cumprir Suas promessas. CBASD, vol. 1, p. 942.
10 a glória do SENHOR. Sem dúvida, a aparição da santa shekinah impediu que o povo apedrejasse os dois espias. CBASD, vol. 1, p. 942.
11 A falta de fé, estragando todo o bem que Deus quer fazer, é algo que inutiliza o ser humano de tal maneira que já é morto no pecado e merece a destruição. Bíblia Shedd.
20 Segundo a tua palavra, eu lhe perdoei. O povo ainda pereceria no deserto (Êx 32:34), mas a oração de Moisés impediu o completo extermínio da nação. Ao desempenhar o papel de intercessor, Moisés atuou como um precursor de Cristo (Sl 106:23; Jr 15:1). CBASD, vol. 1, p. 942.
29 de vinte anos para cima. Costuma-se pensar que os levitas foram excluídos desta predição, pois não figuraram entre os contados dos 20 anos de idade… Além disso, não houve representante levita entre os espias. Isto é confirmado pela sobrevivência de Eleazar, filho de Arão, que certamente tinha mais de 30 anos quando se tornou sacerdote (Js 17:4; 24:33). CBASD, vol. 1, p. 943.
34 dia. De yom, palavra traduzida de diversas formas, como “dia” (Pv 25:20), “tempo” (Gn 26:8; 40:4), … “anos” (2Sm 13:23), … e “anos” (Êx 13:10). … A palavra yom é uma forma suavizada de hom, “calor”, do radical yaham, “estar quente”. Dizia-se que cada dia era composto por “tarde”, a parte escura ou “fresca” (Gn 1:4, 5, 3:8), e “manhã”, a parte luminosa ou “quente” (Gn 1:4, 5; 18:1). CBASD, vol. 1, p. 943.
cada dia representando um ano. Esta é a primeira utilização das palavras “dia” e “ano” juntas, num sentido correlato de um cenário profético. Andrews Study Bible.
40-44 Quando os israelitas perceberam seu erro tolo, estes se mostraram repentinamente prontos para retornar a Deus. Mas Deus não confundiu sua admissão de culpa com verdadeiro arrependimento, porque Ele conhecia seus corações. De forma clara, eles logo seguiram seus próprios caminhos novamente. Life Application Study Bible Kingsway.
44 tentaram. Um caso gritante de conduta imprudente e presunçosa contra a vontade de Deus. CBASD, vol. 1, p. 944.
a arca. A nuvem repousava sobre o tabernáculo. Portanto, Moisés não fez nenhum movimento para sair do arraial, e os levitas não levaram a arca à frente do povo (Nm 9:21, 22; 10:33). Ao que parece, com exceção dos levitas, todas as outras tribos partiram. CBASD, vol. 1, p. 944.
45 Horma. Quer dizer “Destruição”, por causa desta derrota. Bíblia Shedd.
Horma foi uma cidade atribuída posteriormente a Judá ou Simeão e é mencionada várias vezes nas Escrituras (Nm 21:3; Jz 1:17; 1Sm 30:30). A rota da empreitada é apresentada com mais detalhes em Deuteronômio 1:44. Sua extensão sugere que o número de mortos e feridos foi elevado. CBASD, vol. 1, p. 944.
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“O Senhor é longânimo e grande em misericórdia, que perdoa a iniquidade e a transgressão, ainda que não inocenta o culpado, e visita a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta gerações” (v.18).
A incredulidade tomou conta de todo o acampamento. Decididos a retornar ao Egito sob as ordens de um novo capitão, os filhos de Israel lançaram mão de pedras com o objetivo de dar fim a Moisés, Arão e aos dois espias que ameaçavam os seus planos. O Senhor, no entanto, Se manifestou em defesa de Seus servos e para declarar o veredicto contra a nação que O afrontou por “dez vezes” (v.22). Foi dito que, a partir de Moisés, Deus suscitaria um “povo maior e mais forte” (v.12), concedendo à sua descendência a herança que Israel havia desprezado. A reação do provado líder, porém, manifestou em seu caráter a misericórdia e o amor do divino Oleiro. Intercedendo pelo povo, ele rogou ao Senhor que o perdoasse mais uma vez.
O perdão não anula a justiça divina, amados. A respeito daquele grande pecado, o Senhor declarou: “Eu lhe perdoei” (v.20), mas não poderia permitir que os filhos de Israel fossem poupados das consequências de sua iniquidade. Os que desprezaram o “assim diz o Senhor” para seguir palavras humanas não entrariam na terra prometida. No entanto, Calebe e Josué entrariam na terra que espiaram, e a sua descendência a possuiria, visto que neles houve outro espírito, e perseveraram em seguir ao Senhor. E ao povo foi dada a ordem de mudar de rumo e caminhar “para o deserto, pelo caminho do mar Vermelho” (v.25). Ou seja, em vez de avançar, Israel deveria retroceder. Iniciava ali a jornada de quarenta anos que deixaria para trás uma geração rebelde e obstinada, suscitando uma geração que tomaria posse da promessa: “Mas os vossos filhos”, disse o Senhor, “[…] farei entrar nela; e eles conhecerão a terra que vós desprezastes” (v.31).
Uma grande confusão se instalou em Israel ao contemplarem a morte dos dez espias “que infamaram a terra” (v.37). Percebendo a gravidade da situação e a seriedade das palavras divinas pronunciadas por Moisés, “levantaram-se pela manhã cedo e subiram ao alto do monte, dizendo: Eis-nos aqui e subiremos ao lugar que o Senhor tem prometido, porquanto havemos pecado” (v.40). A esse despertar tardio, contudo, veio a perturbadora resposta: “Não subais, pois o Senhor não estará no meio de vós, para que não sejais feridos diante dos vossos inimigos” (v.42). Mais uma vez, Israel não deu ouvidos ao profeta de Deus. E com que angústia de alma sofreu Moisés ao ver a teimosia de um povo retornando ferido e derrotado! Com que agonia viveu o restante de sua peregrinação, sabendo que todo aquele povo, exceto Calebe e Josué, seria consumido no deserto e ali seria sepultado!
Amados, cada cena da jornada de Israel é um chamado de Deus para que o Seu povo do tempo do fim desperte para o tempo de sua peregrinação. À semelhança de Israel, estamos às portas do cumprimento da última promessa. Como Josué e Calebe, Deus tem um remanescente fiel sendo enviado ao mundo, tendo nos lábios e no coração o último clamor. Homens e mulheres que têm sido desprezados e até mesmo ameaçados pelos impenitentes, mas acolhidos e levados a sério pelos humildes de coração. Em tom de maior urgência, o Senhor declara, hoje: “Até quando Me provocará este povo e até quando não crerá em Mim, a despeito de todos os sinais que fiz no meio dele?” (v.11).
Prestes a cruzar a linha de chegada, às vésperas de encerrar a nossa carreira, em tempo de solene advertência, precisamos de olhos e ouvidos espirituais para, como Josué e Calebe, mantermos firme a nossa fé nAqueleque jamais deixa de cumprir as Suas promessas. Milhares têm aderido à mesma ideia do antigo Israel: “Levantemos um capitão e voltemos para o Egito” (v.4), e, sob a loucura da bandeira humana, desprezam a bandeira vitoriosa do Príncipe Emanuel. Mas o período de graça, que se apressa para o seu limite, não postergará o tempo determinado para o seu fim e, amedrontados pela ruína daqueles que antes seguiram como seus mentores em lugar do que está escrito, os rebeldes passarão por um falso despertar que resultará em frustração e completa derrota. A Palavra do Senhor é bem clara, amados, e precisamos dar ouvidos a fim de permanecermos firmes como Calebe e Josué: “Mas, agora, vos escrevo que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal, nem ainda comais” (1Co.5:11).
Se Israel houvesse aceitado a disciplina e a correção do Senhor como oportunidades de crescimento e aperfeiçoamento do caráter, jamais teria escolhido o lado pessimista dos dez espias. Como temos encarado as provas que enfrentamos? Não pense ninguém que o Senhor poupará alguma iniquidade em Seu juízo final. Ele está separando a escória do ouro e o joio do trigo. Despertemos para “o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação” (2Co.6:2)! A igreja de Deus está sendo sacudida, meus irmãos! E o Espírito Santo está selando os últimos “Josués” e “Calebes”, “que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela” (Ez.9:4). Enquanto isso, como Israel subiu ao monte a fim de tentar reaver o tempo de oportunidade desperdiçado, se apressa o tempo em que os que rejeitaram a verdade “andarão de mar a mar e do Norte até ao Oriente; correrão por toda parte, procurando a Palavra do Senhor, e não a acharão” (Am.8:12).
Prepara-te, Israel de Deus! “Está perto o grande Dia do Senhor; está perto e muito se apressa. Atenção!” (Sf.1:14).
Ó, Pai Eterno, o mundo tem conhecido como desde os primórdios o Senhor tem Se levantado em favor do Teu povo. Como em cada geração, tens conservado filhos fiéis a Ti. Agora que estamos no tempo da última igreja, da última trombeta e do último clamor, rogamos que a Tua força Se engrandeça, pois o Senhor é longânimo e grande em misericórdia, e perdoa a iniquidade e a transgressão, ainda que não inocenta o culpado. Santo Deus, perdoa, pois, a nossa iniquidade, segundo a grandeza da Tua misericórdia e como também tens nos perdoado até hoje! Não queremos passar mais quarenta anos no deserto deste mundo! Não, Pai! Ó, Senhor, queremos ir para o Lar! Faz-nos a geração de Josués e Calebes que estarão vivos para entrar na Canaã celestial! Pelos méritos do nosso amado Redentor, Jesus Cristo, nós clamamos a Ti, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, “Josués” e “Calebes” dos últimos dias!
Rosana Garcia Barros
#Números14 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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NÚMEROS 14 – Muitas vezes indivíduos equivocados falam com mais ousadia, convicção e com mais rapidez que os corretos. A opinião pessimista dos dez espias incrédulos foi tão convincente que o povo a acatou unanimemente, em vez de ataca-la.
Números 14 nos deixa a mensagem que, quando não temos fé suficiente para analisar os fatos conforme Deus revela, inclinaremos para o pessimismo. O pecado nos deteriora, afeta nossa capacidade cognitiva e corrompe nosso raciocínio; deturpa nossa visão dos fatos e impede-nos de enxergar a realidade como ela realmente é. Assim, fixamos em coisas que não deveríamos fixar (nossa pobre e insignificante opinião) e ignoramos o que deveríamos perceber (a revelação de Deus).
Não dá para interpretar corretamente as coisas espirituais com nossa percepção carnal limitada. Carecemos da revelação do Soberano de todo o Universo. Os que olham ao futuro sem ter fé, não conseguem ver que Deus está conduzindo a história. Os que olham pela fé, perceberão além do horizonte que não são os homens que tem a última palavra; estes confiam nas promessas do Deus que conduz Seu povo rumo à vitória.
Números 14 nos revela que geralmente a maioria não está correta – a democracia não é a voz de Deus. Devemos tomar cuidado para não ser influenciado por pessoas que confiam mais em suas opiniões do que na revelação de Deus. Precisamos saber pensar biblicamente, para que nossas decisões, palavras e ações sejam realistas e nos levem a agir corretamente.
É imprescindível aprender a confiar piamente em Deus caso queiramos ser guiados por Ele; do contrário, pessoas desprovidas de fé nos influenciarão para a destruição. Mesmo estando diante da Terra Prometida, a entrada nela demorou mais 38 anos, até que a geração de incrédulos fosse sepultada no deserto – ainda que o povo demonstrasse certo arrependimento; contudo, a presunção deles foi frustrada diante da derrota frente aos amalequitas (Números 14:45).
• Atualmente nossa incredulidade não pode estar atrasando Jesus de retornar? (2 Pedro 3:12).
• Será que não deveríamos já estar no Céu, mas nossa indiferença, apatia e negligência têm nos mantido por mais tempo do que deveria no deserto deste mundo?
Fato curioso é a paciência de Josué e Calebe, que não reclamaram por sofrerem 38 anos por causa dos incrédulos murmuradores.
Sejamos pacientes! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: NÚMEROS 13 – Primeiro leia a Bíblia
NÚMEROS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/13
Os dez espias apresentaram um relatório tanto emocionante quanto alarmante, de uma terra de abundância e de gigantes que ali viviam. Eles mantiveram o seu público tanto fascinado quanto aterrorizado. Quando Josué e Calebe fizeram o seu relatório de coragem e fé, os dez espias sentiram que seu relatório estava sendo desafiado, e imediatamente responderam apresentando um quadro mais escuro do que antes (“somos como gafanhotos diante destes gigantes”), exagerando as dificuldades para garantir que seu relatório se sobrepusesse ao relatório dos dois espiões fiéis. Uma vez que os espiões apresentaram um relatório negativo e escolheram um caminho errado, eles teimosamente se colocaram contra Josué e Calebe, contra Moisés e contra Deus.
Josué e Calebe nunca perderam o foco de sua missão, e nunca esqueceram da maneira espantosa como no passado Deus os tinha retirado da miserável escravidão no Egito e os levado às portas da Terra Prometida. Foi preciso coragem para discordar de 10 relatórios unificados. A tentação de ser alguém que joga em equipe é sempre forte no coração humano. Afinal, não é a unidade uma coisa boa? A unidade é boa, mas nunca a unidade no erro, em detrimento da verdade.
Nancy Costa
Adventist World Radio (Rádio Mundial Adventista)
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/13
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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855 palavras
1-14 Os espias vão observar a Terra de Canaã, um acontecimento de grande importância. Comparando este trecho com Dt 1.20-25, parece que a ideia de mandar espias se originou com o povo, e que Moisés erradamente apoiou este plano. Deus condescendeu com o desejo do povo para revelar sua incredulidade e dureza de coração, pois já havia a promessa e a revelação sobre o tipo de terra que aquela seria, conforme Gn 15.18-21 e Êx 3.8. Bíblia Shedd.
Fica claro que Deus estava, nesta ocasião, cedendo a um pedido feito originalmente pelo povo (ver Dt 17:8). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 938.
4-15 Os nomes relacionados aqui são diferentes daqueles nos caps. 1, 2, 7, 10. Presumivelmente, os líderes tribais eram homens mais idosos. A tarefa dos espias exigia homens mais jovens e mais robustos, mas não menos respeitados pelos seus compatriotas. Bíblia Shedd.
Os espias foram um grupo separado de pessoas especialmente escolhidas para a perigosa tarefa do reconhecimento. Bíblia de Genebra.
16 Oséias … Josué. Declaração parentética que antevê a posição de destaque que Josué ocuparia posteriormente. O leitor é alertado quanto à significância desse nome na lista dos espias … Oséias significa “salvação”; Josué [Yehoshua, cf. CBASD] significa “o SENHOR salva” [ou, “Yahweh é salvação”, cf. CBASD]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Era apropriado que o homem que sucederia Moisés como líder tivesse um nome que apontava para o Senhor como aquele de quem procederia a salvação da nação. Bíblia de Genebra.
… o próprio Josué é um tipo ou figura de Cristo, sendo que também tornou-se o salvador e libertador do seu povo, Js 1.1-9. Bíblia Shedd.
17 Subi pelo Neguebe (ARA e NVI; NKJV: “Vá por este caminho, pelo sul”). Tratava-se de uma região de transição entre o deserto meridional [mais ao sul] e a terra cultivável ao norte. Era, portanto, boa para o pastoreio do gado. A região ainda é conhecida pelo mesmo nome. Pelo fato de o Neguebe ficar ao sul da Palestina, a palavra se tornou o termo hebraico costumeiro para “sul”. CBASD, vol. 1, p. 938.
21 É a totalidade da expansão de Canaã, 300 quilômetros; parece que para espiar tudo isto os espias separaram seus caminhos. Bíblia Shedd.
A viagem dos espias começou na extremidade mais sulina daquela terra (o deserto de Zim) e os levou à extremidade norte (Reobe, perto de Lebo-Hamate; v. 34.8). Essa viagem de 400 km de ida e também de volta levou 40 dias. Bíblia de Estudo NVI Vida.
22 Hebrom. Hebrom era bem conhecido como sendo o local dos sepulcros de Abraão, Isaque e Jacó (Gn 13.18; 49.29-33; 50.13). … Na história posterior, Davi ocupou Hebrom e foi ungido ali, primeiramente como rei de Judá e, depois, como rei de Israel e Judá (2Sm 2.1-3; 5:1-5). Bíblia de Genebra.
23 Vale de Escol. ‘Eschol significa “cacho” (ver Gn 40:10; Dt 32:32; Is 65:8; Mq 7:1). CBASD, vol. 1, p. 938.
Esse vale fica perto de Hebrom. Bíblia de Estudo NVI Vida.
27 leite e mel. Uma expressão geral para indicar fartura (ver com. [CBASD] de Êx 3:8; ver 13:5; 33:3). A Palestina era, na época, menos seca e deserta do que hoje (ver com. de Gn 12:6 [“A Palestina tinha muitas florestas naquele tempo.”]). CBASD, vol. 1, p. 938.
28 porém. A palavra traduzida por “porém”, neste verso, sugere algo impossível para o homem. Seu uso, neste caso, aponta para a falta de fé dos espias e revela seu pecado. Se tivessem apenas apresentado os fatos, teriam feito tudo o que deles se exigia. No entanto, ao usar esta palavra, intervieram com a opinião particular de que a tarefa à frente era maior do que a força de Israel. CBASD, vol. 1, p. 938-939.
29 jebuseus. Um povo relativamente sem importância, que habitava nas redondezas de Jerusalém. Foram, depois, conquistados por Davi (2Sm 5:6; ver com de Gn 10:16). CBASD, vol. 1, p. 939.
30 Calebe. Talvez Josué fosse mais um guerreiro do que um orador eloquente (ver Nm 2:17). CBASD, vol. 1, p. 939.
Subamos e possuamos a terra. Calebe havia visto os mesmos problemas, mas ele tinha fé que o Senhor estava com os israelitas e já havia dado Canaã a eles. Eles apenas precisavam tomar posse do que já era deles. Andrews Study Bible.
32 relatório negativo acerca daquela terra (NVI). A terra prometida era uma boa terra, uma dádiva misericordiosa de Deus. Ao falarem mal dela, os espias sem fé estavam falando mal do Senhor (cf 10.29). Bíblia de Estudo NVI Vida.
O fracasso em cumprir a ordem naquela época refletiu dúvida quanto ao poder de Deus para lhes dar Canaã. A eloquente súplica de Paulo em prol da fé sugere que a triste experiência de Cades-Barneia consiste numa lição significativa para os cristãos (Hb 3:8 a 4:16). CBASD, vol. 1, p. 939.
amorreus. Os amorreus eram “altos como cedros” e “fortes como carvalhos” (Am 2:9) [destaques acrescentados”. CBASD, vol. 1, p. 939.
33 como gafanhotos. Isaías usa a mesma expressão para se referir à condição dos homens à vista de Deus. Essas figuras de linguagem são comuns nas línguas semíticas (1Sm 24:14; 26:20; 1Rs 20:27). CBASD, vol. 1, p. 939.
Os espias desencorajaram o povo de Israel com seu relatório exagerado e covarde, atraindo o castigo de Deus sobre os próprios espias (14.36-37). Bíblia de Genebra.
A resposta de Calebe, vv 30-33, nos ensina três coisas acerca dos obstáculos na vida: 1) Sempre surgirão em nosso caminho; 2) Devemos ultrapassá-los; 3) Podemos vencê-los, se como Davi confiarmos no Senhor; os Golias serão derrotados e venceremos. Bíblia Shedd.
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“Então, Calebe fez calar o povo perante Moisés e disse: Eia! Subamos e possuamos a terra, porque, certamente, prevaleceremos contra ela” (v.30).
Os filhos de Israel finalmente estavam chegando às portas da terra prometida. Todo o sofrimento passado recebeu uma dose de doce alívio ao avistarem os doze príncipes de Israel a caminho da missão de espiar a terra. Imagino quão grande era a expectativa do povo. Como seria, afinal, a terra da liberdade? Teria lugar suficiente para todos? “Vede a terra” (v.18) foi a ordem inicial de Moisés para os doze espias, a fim de que retornassem ao acampamento com todas as informações possíveis. “Tende ânimo” (v.20) foi sua ordem final, para que, independentemente do que vissem, permanecessem confiantes no poder de Deus e na fidelidade de Sua promessa.
Aqueles homens “subiram e espiaram a terra” (v.21). Eles viram uma terra com dimensões a perder de vista, montanhas verdejantes e campos e mais campos dos quais brotavam as riquezas da flora local. Viram também as cidades fortificadas, os moradores que exibiam o vigor da saúde e alguns com estatura que se assemelhava à de nossos primeiros pais. Era, sem dúvida, um lugar de tirar o fôlego, principalmente do ponto de vista de quem havia saído do cativeiro para o deserto. Porém, mesmo diante das maravilhas de Canaã e carregando um único cacho de uvas sobre os ombros de dois deles, os espias retornaram com seus corações tomados de medo, descartando por completo a possibilidade de Israel conquistar aquele lugar.
Dois deles, no entanto, Calebe e Oseias (a quem Moisés chamou Josué), tendo as manifestações de Deus e Seu cuidado constante para com Israel bem fixos na mente, estavam dispostos a enfrentar e contra-argumentar o pessimismo de seus outros companheiros. “Ao cabo de quarenta dias” (v.25), eles retornaram ao acampamento. Dez dos espias iniciaram seu discurso, a princípio, com inegáveis indícios da realidade de que verdadeiramente era uma terra que manava “leite e mel” (v.27). Isso eles não podiam negar. Contudo, a continuação de suas notícias começou a mudar a feição dos filhos de Israel; em questão de segundos, eles passaram da alegria para o desespero. Percebendo o resultado do “noticiário” daqueles príncipes, Calebe “fez calar” (v.30) a todos e, a plenos pulmões, gritou o brado da vitória: “Eia! Subamos e possuamos a terra, porque, certamente, prevaleceremos contra ela” (v.30).
Diante de dez reclamações e duas defesas, Moisés estava diante da maior sedição que ocorreria em Israel, superando até mesmo a idolatria no Sinai. E aquela geração selaria seu destino final como errantes pelo deserto. Um dia, amados, Deus enviou a este mundo o Seu Filho unigênito. Jesus nasceu, viveu e morreu para que você e eu fôssemos libertos do cativeiro do pecado e para que, muito em breve, possamos passar do deserto desta vida para o gozo da Terra que Ele prometeu nos preparar (Jo.14:1-3). O antigo Israel estava prestes a provar o antegozo da eternidade. Estava às vésperas de entrar no lugar que poderiam chamar de lar. Mas, ao escolher dar ouvidos às palavras de depreciação e dúvida acerca da promessa divina, toda uma geração cairia no deserto sem avançar um passo sequer em direção a Canaã.
O apóstolo Pedro nos advertiu de que, nos últimos dias, surgiriam muitos “escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação” (2Pe 3:3-4). Estamos, meus irmãos, buscando, com súplicas, a força, a resistência e a fé de Josué e Calebe? Eu não sei quanto a vocês, mas eu estou cansada! Sinto minha fragilidade aflorar a cada passo que dou neste mundo escuro. Percebo que o grande conflito está sendo decidido em cada coração. Um Armagedom individual está acontecendo na minha e na sua vida. E de que lado nós estamos? Daqueles que desistem porque julgam difícil alcançar a promessa? Que olham para as dificuldades, esquecendo-se do poder de Deus? Ou daqueles que confiam nos méritos de Cristo, que conquistou nossa vitória na cruz do Calvário?
Seja esta a minha e a sua oração neste dia:
Ó, Deus Todo-Poderoso, nestes momentos finais que antecedem a nossa entrada no Lar eterno, reveste-nos com a Tua armadura e faz-nos Calebes atuais, que farão soar a todas as nações da Terra o último brado da vitória! Te oramos, em nome de Cristo Jesus, Amém!
Eis a resposta de Jesus neste tempo tão difícil:
“A Minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Co.12:9).
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, aperfeiçoados no poder de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Números13 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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NÚMEROS 13 – Os espias não eram quaisquer indivíduos escolhidos aleatoriamente. Eram líderes das doze tribos, chefes dos israelitas; eles foram enviados conforme a ordem divina. Insatisfação e ingratidão diante de tudo quanto Deus havia feito e prometido foi a resposta de dez dos doze espias.
Por quarenta dias experimentaram o gostinho do cumprimento da promessa. Estava à vista a tão sonhada terra prometida. Após toda demonstração de poder no império egípcio, conquistar Canaã era apenas detalhe – se não fosse a incredulidade, o pessimismo e rebeldia do povo. Que tragédia! Quanta paciência Deus precisa ter conosco, indivíduos difíceis de lidar.
Josué e Calebe, por mais que estivessem certos em suas colocações, por mais corajosos e confiantes que mostrassem, por mais positivos e motivados que estivessem, não puderam alterar a incredulidade do povo.
Infelizmente, a avaliação incrédula atrai mais que a dos fieis. Nosso coração é mais forte para oposição a Deus que o interesse de submeter-se a Ele. A razão humana parece mais lógica que a revelação divina.
Nota-se aqui que, mesmo que as pessoas tenham as mesmas informações e dados, as conclusões podem ser diferentes/contrastantes; isso tanto na biologia, quanto na astronomia ou na geologia…, e, até mesmo na teologia. A conclusão depende da cosmovisão de cada pessoa.
Quem se vê como gafanhoto diante de gigantes (Números 13:33), jamais perceberá que os inimigos são como gafanhotos diante do Deus que é verdadeiramente “gigante” (Números 13:30).
O medo pode levar indivíduos valentes a acreditarem em ilusões absurdas. Os doze líderes retornaram vivos após 40 dias na terra prometida, mas dez deles alegaram que “a terra devora os que nela vivem” (Números 13:32). Apesar da oposição, Josué e Calebe permaneceram resolutos!
“Os Calebes já foram necessários em diferentes períodos da história… Precisamos hoje de obreiros de perfeita fidelidade, obreiros que sigam inteiramente ao Senhor, obreiros que não estejam dispostos a silenciar quando devem falar, que sejam fieis aos princípios como o aço, que não procurem fazer uma exibição pretensiosa, mas que andem humildemente com Deus, precisamos de obreiros pacientes, bondosos, prestativos, corteses, que entendam que a ciência da oração é exercer fé e mostrar obras que manifestem a glória de Deus e o bem de Seu povo” (Ellen White, CBASD, v. 1, p. 1228).
Atenção: Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.