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Texto bíblico: NÚMEROS 18 – Primeiro leia a Bíblia
NÚMEROS 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/18
Uma das bênçãos que Deus dá a todos nós é o privilégio de generosidade. Seu plano para apoiar os levitas através dos dízimos permitiu que dessa forma o Senhor abençoasse toda a nação de Israel. Mesmo os levitas não estavam isentos de devolver o dízimo de sua renda para os sacerdotes.
Outra lição que encontramos neste capítulo é que nós não podemos selecionar nossas doações para Deus – devemos dar-Lhe o melhor que temos. Até o nosso tempo com Ele não deve se compor dos momentos que sobram após termos feito as muitas coisas que devemos fazer a cada dia. Deveria ser a melhor parte do nosso dia. Mas o que dizer das outras coisas que devemos fazer? Em Mateus 6:33 Jesus diz: “Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus”, isto é, o seu relacionamento com Ele, “e todas essas outras coisas lhes serão acrescentadas” (NVI).
O mesmo princípio se aplica ao nosso dinheiro. Seus seguidores têm visto que se Deus é colocado em primeiro lugar, os recursos restantes duram mais. Mas se cuidamos de outras obrigações em primeiro lugar, não é provável que sobre muito para Deus.
John Beckett
Professor de Computação
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/18
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1414 palavras
1-32 Este trecho descreve a responsabilidade sacerdotal da família de Arão acima daquela dos demais levitas . Bíblia Shedd.
1-17 Arão e sua família, escolhidos pelo Senhor para ser os sacerdotes verdadeiros da adoração santa, tinham diante deles uma tarefa pesada. A lamentação do povo em 17.12, 13 [“aquele que se aproximar do tabernáculo morrerá; acaso, morreremos todos?”] era real; pecados lastimáveis contra o santo lugar de encontro entre o Senhor e o Seu povo seriam julgados pela morte. A misericórdia entre o Senhor e o Seu povo ao prover um sacerdócio legítimo era, na realidade, um aspecto da Sua graça (cf. Sl 99.5-8), porque era a única esperança do povo de ser liberto da condenação. Bíblia de Estudo NVI Vida.
1 Disse o Senhor a Arão. Este raro discurso direto a Arão (veja também Lev. 10:8), ao invés de através de Moisés, enfatiza que o Senhor o escolheu como sumo sacerdote (compare cap. 17). Andrews Study Bible.
Levareis sobre vós a iniquidade relativamente ao santuário. O Senhor anuncia aqui Sua solução para o temor do povo (continuando o tema do cap. 17). Os sacerdotes e levitas coatitas (da casa dos pais de Arão, que levavam os objetos sagrados; 4:1-20; 7:9), em lugar da comunidade como um todo, seriam os responsáveis pelas violações à santidade do santuário por qualquer israelita. Isto dava aos sacerdotes e à guarda levita sério incentivo a prevenir qualquer violação, imediatamente matando o ofensor, se necessário (v. 7; 1:51). Somente os sacerdotes seriam responsáveis se alguém, incluindo qualquer sacerdote não qualificado para o ofício (alcoolizado, amaldiçoado, impropriamente purificado ou vestido, etc), tentasse realizar os deveres sacerdotais indevidamente, como Corá e seus associados fizeram (cap. 16). Andrews Study Bible.
2 Traga também os seus irmãos levitas (NVI). Os sacerdotes arônicos deviam ser ajudados pelos demais membros da tribo de Levi, mas os ajudantes não deviam ir além do seu papel de serventes. Se o fizessem, não somente eles morreriam, mas também os sacerdotes responsáveis (v. 3). Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 não se aproximarão. A ordem não se referia aos coatitas (Nm 4.15), mas só aos outros levitas. Os coatitas não deviam manejar os utensílios quando estavam descobertos, nem mesmo olhar para eles (Nm 4:19, 20). Essa proibição também incluía o altar de bronze (Êx 29:37), assim como o de incenso, pois ambos eram “santos”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 959.
7 atendereis ao vosso sacerdócio. Os obreiros de Deus devem ter orgulho do seu ofício na causa do Senhor e sempre se manter imaculados perante Deus. CBASD, vol. 1, p. 960.
em tudo concernente ao altar, e ao que estiver para dentro do véu. A palavra hebraica para “véu” se refere tanto ao “véu interno” (ver Ex. 26:31 para a fabricação deste objeto) quanto ao santuário como um todo (Num 18:7) […] Num. 18:7 não se refere explicitamente ao serviço sacerdotal no lugar santo do tabernáculo, mas é implícita que seria a área circundante pela menção das áreas ao lado. Andrews Study Bible.
Por ofício como dádiva. O serviço religioso, longe de ser uma servidão imposta aos crentes, é um galardão, é uma alegria, é um dom gracioso. O estudo das coisas de Deus, a meditação que se faz em torno da Sua Palavra, longe de ser um dever religioso, é um alívio que torna tudo na vida mais fácil de aguentar e de vencer poderosamente pela presença real de Jesus Cristo. Bíblia Shedd.
o estranho que se aproximar morrerá. Ou seja, qualquer um que não fosse sacerdote. Este não poderia ousar se aproximar do tabernáculo com a intenção de realizar qualquer dever sacerdotal. CBASD, vol. 1, p. 960.
8 porção a você (NVI). Os sacerdotes deviam ser sustentados no seu ministério (v. Lv 6.14-7.36). Como os levitas em geral e os sacerdotes em especial, não tinham parte nem porção da terra que Deus estava pra lhes dar, era necessário definir com clareza o modo de seu sustento. Não possuiriam nenhuma parte da terra; sua porção era o próprio Senhor (v. 20). Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 não dadas ao fogo. Isto é, do altar dos holocaustos. Os sacerdotes recebiam algumas coisas que não provinham do altar, como os 12 pães da proposição (ver com de Êx 25:30; Lv 24:5-8). CBASD, vol. 1, p. 960.
10 No lugar santíssimo. A expressão hebraica é igual àquela usada para o Santo dos Santos, onde ninguém podia penetrar, a não ser o Sumo Sacerdote uma vez por ano. Aqui quer dizer “num lugar muito santo”, e, portanto, só dentro do tabernáculo. Bíblia Shedd.
11 Isto será teu. “Isto” é uma referência às coisas menos santas. CBASD, vol. 1, p. 960.
e a tuas filhas. Essas dádivas não eram exclusivamente para uso dos homens (Lv 10:14; 22:13). Era necessário, porém, comê-las num lugar limpo (Lv 10:14), dentro do arraial(Dt 12:6, 7, 17, 18), e nenhuma pessoa imunda podia participar delas (Lv 7:20, 21, 22:4). CBASD, vol. 1, p. 960.
12 Todo o melhor. Literalmente “a gordura”, pois ela simbolizava a riqueza tanto em alimentos como em sacrifícios (Dt 32:14; Sl 63:5; Êx 23:18; 29:13, 22; 1Sm 2:15, 16). O termo também era usado para se referir aos melhores produtos da terra (Gn 45:18). CBASD, vol. 1, p. 960.
14 Aqui estamos percebendo qual é a fonte de renda da tribo de Levi. Os sacrifícios ofertados são também para alimentar os sacerdotes, as primícias dedicadas à casa de Deus são para os servos da casa, e qualquer objeto separado para ser propriedade do tabernáculo também passa a pertencer a essa tribo. Se o próprio Deus é a porção e herança dos seus servos (20), é claro que Deus não os desamparará nas suas necessidades físicas e terrestres. Bíblia Shedd.
15 o que abrir a madre. Aquele que nascia primeiro, se fosse do sexo masculino, pertencia aos sacerdotes. Se nascia primeiro uma fêmea, o macho que vinha depois não devia ser dos sacerdotes, já que nesse caso, ele não abrira a madre (Êx 13:2). CBASD, vol. 1, p. 961.
16 Cinco ciclos [shekels] de dinheiro. Sessenta gramas de prata. O ciclo do santuário, que é de vinte geras. Um gera equivalia a 0,6 gramas (Nota Bíblia NVI).
Preço estabelecido para a troca dos primogênitos pelos levitas (Nm 3:46, 47). Os judeus de hoje têm uma cerimônia derivada desse resgate, quando o filho primogênito completa um mês de vida. CBASD, vol. 1, p. 961.
17 não resgatarás. Isto é, não se aceitava uma soma de dinheiro como resgate, mas o animal em si devia ser sacrificado. Isso no caso de animais limpos; só os imundos, que não podiam ser sacrificados, deveriam ser resgatados (v. 15). CBASD, vol. 1, p. 961.
19 Aliança perpétua de sal. Isto é, um pacto inviolável e indissolúvel (Jr 33.18-22). Bíblia Shedd.
O sal, um conservante, é um símbolo apropriado do que é incorruptível. CBASD, vol. 1, p. 961.
Portanto, esta expressão enfatiza a permanência da promessa de Deus em prover sustento aos sacerdotes. Andrews Study Bible.
22 nunca mais os filhos de Israel se chegarão à tenda da congregação. Isto não significa que os israelitas não pudessem se chegar ao tabernáculo com propósitos legítimos, como para oferecer seus sacrifícios. Andrews Study Bible.
24 em oferta. Para que o povo se sentisse disposto a dar seus dízimos aos levitas, eles são representados como uma “oferta” a Yahweh. …os dízimos deviam ser oferecidos a Deus, e … Ele, por Sua vez, os daria aos levitas. CBASD, vol. 1, p. 962.
26-32 Emboras os levitas fossem os beneficiários do dízimo dedicado ao Senhor, eles mesmos não estavam isentos de prestar culto a Deus mediante o pagamento do dízimo. Eles, por sua vez, deviam dar a Arão a décima parte do que recebiam (v. 28), além de certificar-se de que a melhor parte fosse entregue como a porção do Senhor (v. 29). Bíblia de Estudo NVI Vida.
28 Arão, o sacerdote. Os que não eram levitas eram muito mais numerosos do que os levitas, numa proporção de quase 30 por 1 (ver Nm 2:32; 3:39). Isso significa que os levitas estavam bem providos. Portanto, era adequado que, assim como os levitas recebiam dízimos do povo, devolvessem, por sua vez, seu dízimo aos sacerdotes. CBASD, vol. 1, p. 962.
30 Como se fosse produto. Será contado por renda normal da tribo, tão merecida como no caso das tribos que mantém fazendas e territórios, e ganham despojos de guerra, e lucros do comércio e da indústria, das exportações e da mão-de-obra. Bíblia Shedd.
31 o restante deles [dos dízimos] é vossa recompensa. Estava sob controle deles, para ser usado em casa, dividida com toda a família ou vendida para comprar outras coisas (ver Mt 10:10; Lc 10:7; 1Co 9:4; 1Tm 5:18). CBASD, vol. 1, p. 9612
32 Não profanareis as coisas sagradas. Dinheiro e bens oferecidos para a Causa de Deus têm que ser usados dentro daquilo que o próprio Deus ensinou, senão, dá-se o caso de roubar ao Senhor. O ministro, cujo salário vem das ofertas do povo, pode e deve cuidar da sua saúde e do seu lar, mas sempre lembrando que é mordomo dos bens consagrados a Deus. Bíblia Shedd.
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“Disse também o Senhor a Arão: Na sua terra, herança nenhuma terás e, no meio deles, nenhuma porção terás. Eu sou a tua porção e a tua herança no meio dos filhos de Israel” (v.20).
Confirmado o sacerdócio de Arão e sua descendência, o Senhor cuidou de confirmar os seus direitos e deveres no santo ofício. Como representantes do povo diante de Deus, Arão e seus filhos carregavam sobre si o peso da responsabilidade pelas iniquidades do povo. Também necessitavam de mediação e deveriam ser exemplo perante Israel, por meio de uma vida de santa consagração e serviço. Seus “irmãos, os levitas” (v.6), também foram separados pelo Senhor para servirem na tenda da congregação, segundo as orientações e limites estabelecidos por Ele.
A parte devida aos sacerdotes, como uma espécie de salário por seu serviço, consistia nas ofertas e nas “coisas consagradas dos filhos de Israel” (v.8). Tudo seria dado a eles, exceto o que deveria ser consumido no fogo do altar. Também lhes cabia tomar para si “o melhor do azeite” (v.12), as primícias da terra e o valor dado pelo resgate dos primogênitos. Deus reservou para os sacerdotes praticamente tudo o que Israel levava ao santuário. Apesar de terem sido destituídos de possuir terras, o Senhor lhes proveu porção de valor inestimável, ao declarar: “Eu sou a tua porção e a tua herança” (v.20). Já os dízimos, ou seja, a décima parte das rendas do povo, eram revertidos aos levitas, que também não teriam parte na “herança no meio dos filhos de Israel” (v.23).
O santo ofício sacerdotal era uma figura do sacerdócio de Cristo, que levou sobre Si as nossas iniquidades e nos proveu um sacrifício aceitável a Deus para a nossa redenção. Os sacerdotes de Israel eram apenas uma representação do que Cristo fez e faz pela humanidade caída. Ele comprou para nós o direito de estarmos diante de Deus sem precisarmos mais de mediadores humanos, pois há “um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (1Tm.2:5). Em Seu ministério terrestre, Jesus cumpriu fielmente a obra que o Pai Lhe designou, “tornando-Se obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8). E em Seu ministério celeste, oficia hoje diante do Pai como o nosso Sumo Sacerdote, intercedendo em nosso favor, até que sejam selados todos os servos de Deus (Ap.7:3).
Há uma exortação divina em cada porção das Escrituras de que a nossa única segurança está em seguir os passos de Jesus Cristo. Todo o serviço do santuário apontava para Cristo, Sua vida e obras. E Sua perfeita obediência nos permitiu participar com Ele da Sua vitória. NEle recebemos poder para obedecer. Contudo, sendo incapazes de cumprir a lei sem o peso de nossos pecados, somente por Cristo e Sua justiça perfeita podemos ser coparticipantes de Sua natureza. Portanto, se não fizermos de Cristo Jesus a nossa porção aqui, não teremos parte alguma na herança futura.
Como “sacerdócio real” de Deus nos últimos dias (1Pe.2:9), cumpre-nos viver de modo digno do nosso chamado; como quem não espera recompensas nesta Terra, mas o galardão eterno que Cristo nos comprou. Enquanto aqui estivermos, depositemos diante do altar do Senhor as primícias de tudo o que temos e somos, e que, pela fé, aceitemos o resgate que foi pago em nosso favor. Se Deus for a nossa porção, “nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:38-39).
Seja Deus a nossa porção e teremos lugar na herança que Jesus nos garantiu: “voltarei e vos levarei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:3).
Nosso Deus e Mantenedor, graças Te damos pois Tu és a nossa porção! Graças Te damos por suprir as nossas necessidades e, principalmente, pela provisão celestial ao enviares Teu Filho amado para pagar o preço do nosso resgate! Graças Te damos pelo Teu Espírito, o maravilhoso Consolador que nos mantém em Teu caminho eterno! Ó, Pai, ajuda-nos a viver a Tua vontade a cada dia e a estarmos sempre satisfeitos com as bênçãos que nos dás! Santifica-nos, Senhor! E volta logo! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, herdeiros da promessa!
Rosana Garcia Barros
#Números18 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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NÚMEROS 18 – Apesar da rejeição e oposição do povo aos líderes espirituais, Deus não muda Sua estratégia. Tais líderes são essenciais na condução do povo e o avanço de Sua obra no mundo!
Depois da rebelião catastrófica dos capítulos anteriores, após declarada oposição aos líderes espirituais, sacerdotes e levitas são relembrados das suas responsabilidades no Santuário (Números 18:1-7).
Ofertas devem ser deixadas sob a administração dos líderes espirituais do Senhor que trabalham em Sua sagrada obra (Números 18:8-20).
Não é o fiel que paga o salário do líder espiritual. O fiel entrega a Deus, e é Deus que paga o salário a Seus líderes (Números 18:21, 24). A fidelidade do religioso não depende de como o pastor agrada ou deixa de agradar a família do doador. O fiel cuida em ser fiel, Deus lida com Seu servo que ministra Sua obra; o qual também deve ser fiel dizimista caso deseja ser honesto para com Deus (Números 18:25-32).
O dinheiro não pode ocupar o lugar de Deus nem no coração do liderado, muito menos no coração do líder. Todos, sem exceção, devem ser sistematicamente fieis a Deus.
Em relação aos temas bíblicos, observe que interessante a proporção de versículos: “Cerca de 500 deles são relacionados à fé, 500 à oração, 1000 ao amor, 700 à paz. No entanto, 2400 versos lidam com o tema do dinheiro e da administração dos bens. Isso equivale a mais de 7,5 de todos os versículos da Bíblia. Podemos afirmar que 15% das palavras de Jesus e 23 de suas 40 parábolas se relacionam ao dinheiro. Por que tanta ênfase no tema? Porque, como Lerry Burkett disse, ‘o dinheiro é um indicador externo do lado interno de uma condição espiritual’… Em toda a Bíblia encontramos uma correlação íntima entre o desenvolvimento do caráter e a forma correta de se administrar o dinheiro” analisou S. Joseph Kidder.
A tua fidelidade para com a obra de Deus revela quão fiel ou infiel você é para com o Deus da obra. Isso, independente se você for pastor, professor, agricultor, médico, advogado, político, engenheiro ou zelador… todos, ricos e pobres, podem investir nos tesouros espirituais com recursos materiais.
Deus quer cada que cada pessoa de Sua igreja participe da expansão de Seu Reino! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: NÚMEROS 17 – Primeiro leia a Bíblia
NÚMEROS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/17
Deus misericordiosamente deu a Israel mais uma prova de Sua vontade de corrigir o juízo equivocado do povo. Eles ainda estavam convencidos de que Moisés e Arão haviam “matado o povo do Senhor.”
Deus ordenou que cada tribo tomasse um bordão e escrevesse nele o nome da casa de seus pais. As varas foram depois deixadas na presença do Senhor. Naquela noite Deus operou um milagre que foi suficiente para silenciar as reclamações dos israelitas e que deveria ser um testemunho permanente sobre quem Deus havia estabelecido o sacerdócio. Todas as notáveis alterações no bordão tinham o objetivo de convencê-los de que fora o próprio Deus quem havia estabelecido uma positiva distinção entre Arão e o resto dos filhos de Israel. Após este milagre do poder divino, a autoridade do sacerdócio não foi mais posta em dúvida.
É sempre difícil chamar à verdade aqueles que se permitem ser conduzidos à rebelião. Foi difícil convencer os israelitas rebeldes de que eles estavam errados e Moisés e Arão estavam certos, mesmo depois que a terra engoliu Corá e seu grupo.
Ellen G. White menciona este incidente, afirmando que a história da rebelião de Corá “está registrada como alerta ao povo de Deus, especialmente àqueles que vivem sobre a terra perto do fim do tempo “(Spiritual Gifts, Vol. 4A, pp 35-38).
Nancy Costa
Adventist World Radio (Rádio Mundial Adventista)
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/17
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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543 palavras
A confirmação da autoridade de Arão como sacerdote. Nesta ocasião ficou claro que o sacerdócio ficaria restringido unicamente à sua família e aos seus descendentes. Bíblia Shedd.
2 doze bordões. Eram os símbolos oficiais da autoridade tribal concedida aos príncipes. A expressão não se refere a varas ou ramos recém-cortados de árvores. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 956.
4 perante o Testemunho (ARA; NVI: “em frente da arca das tábuas da aliança”). Ao que parece, tratava-se do lugar santíssimo (ver Nm 17:7-10; Hb 9:4). CBASD, vol. 1, p. 957.
5, 10 Após testemunharem milagres espetaculares, terem visto os egípcios punidos pelas pragas e experimentado a presença pessoal de Deus, os israelitas ainda reclamavam e se rebelavam. Nós nos admiramos como eles puderam ser tão cegos e ignorantes e, ainda assim, repetimos o mesmo padrão. Nós temos séculos de evidência, a Bíblia em várias traduções e convincentes resultados de estudos arqueológicos e históricos. Mas o povo de hoje continua a desobedecer a Deus e a seguir seu próprio caminho. Como os israelitas, estamos mais preocupados com nossa condição física do que com nossa condição espiritual. Podemos fugir desta condição somente por prestar atenção a todos os sinais da presença de Deus que nos tem sido concedidos. Deus tem guiado e protegido você? Ele tem respondido às suas orações? Você conhece pessoas que experimentaram marcantes bênçãos e curas? Você conhece histórias da Bíblia sobre a maneira como Deus tem guiado Seu povo? Focalize seus pensamentos no que Deus tem feito e a rebelião se tornará impensável. Life Application Study Bible.
8 dava amêndoas. Eis a evidência do agrado de Deus. O bordão que fora colocado ali para Arão não poderia ter recebido vida, germinado, dado botão, flor e fruto maduro se o Senhor não lhe tivesse concedido vida e um crescimento milagroso. Ninguém podia duvidar que um milagre fora realizado. CBASD, vol. 1, p. 957.
O florescimento do bordão de Arão confirma a sua autoridade e a sua aprovação da parte de Deus. Podemos ver aí uma figura de Cristo que, apesar de ser rejeitado pelo povo, foi aprovado por Deus para ser nosso Sumo Sacerdote (At 4.11; Hb 7.22-28). O florescimento do bordão é também uma figura da ressurreição de Cristo, porque todos trouxeram um bordão morto e Deus deu vida ao bordão de Arão. Assim também todos os autores de outras religiões têm perecido, mas o Cristo ressuscitado é o Sumo Sacerdote eterno nos Céus, sempre vivo, sempre prestes a interceder por nós pecadores (Hb 4.14-16; 1 Tm 2.5-6; Ap 1.17-18). Bíblia Shedd.
9 eles o viram. Ou seja, examinaram o bordão. Cada príncipe identificou a própria vara. A evidência era clara. CBASD, vol. 1, p. 957.
12 Nós morreremos! (NVI) Finalmente, o povo deu conta do pecado de sua arrogância ao desafiar o papel desempenhado por Arão. Biblia de Estudo NVI Vida.
Uma adequada sensação de respeito e temor entrou no coração do povo, tornando-o desejoso de aceitar Moisés como o mediador escolhido por Deus. … Os israelitas perceberam que a segurança de seu futuro dependia da obediência à vontade divina. CBASD, vol. 1, p. 957.
13 Todo aquele que se aproximar do tabernáculo do SENHOR morrerá. Qualquer um além dos sacerdotes (ver Nm 16:40). Então o povo compreendeu que o acesso a Yahweh, o privilégio que tinha procurado mediante Corá (Nm 16:3-5), só podia ser seu pela mediação dos dirigentes escolhidos por Deus. CBASD, vol. 1, p. 957.
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“O bordão do homem que Eu escolher, esse florescerá; assim, farei cessar de sobre Mim as murmurações que os filhos de Israel proferem contra vós” (v.5).
Além da liderança de Moisés, o sacerdócio de Arão também foi posto em dúvida pelos filhos de Israel. Cada tribo reivindicava como seu o direito da eleição divina. Fomentando inveja, discórdia e más suspeitas, alegavam não haver democracia. A notícia de que tal geração não entraria na terra prometida provocou-lhes grande tensão e anseio por um líder que os conduzisse para onde desejavam ir. A liderança de Moisés já havia sido confirmada. Precisavam também de uma prova inequívoca do chamado dado a Arão e sua linhagem como detentores do ofício sacerdotal.
Aos filhos de Israel foi dada a ordem de separar um bordão sobre o qual estaria o nome do chefe de cada tribo, ao todo, “doze bordões” (v.2). Esses bordões seriam colocados no santuário, diante do Testemunho, ou seja, diante da arca da aliança. A vara de madeira sem vida, do homem a quem Deus havia escolhido como líder de Seu tabernáculo, floresceria, cessando então as murmurações quanto à eleição sacerdotal. Assim aconteceu, e “Moisés pôs estes bordões perante o Senhor, na tenda do Testemunho” (v.7). “No dia seguinte, Moisés entrou na tenda do Testemunho, e eis que o bordão de Arão, pela casa de Levi, brotara, e, tendo inchado os gomos, produzira flores e dava amêndoas” (v.8).
A eleição divina não é regida pelos padrões humanos, amados. Deus não escolhe por partidarismo ou por grau de excelência, por berço ou por posses. O Pai do Céu olha para aqueles cujo coração anseia por uma experiência real com Ele. Aqueles pelos quais Cristo orou: “É por eles que Eu rogo; não pelo mundo, mas por aqueles que são Teus” (Jo.17:9). Estes são “o bom perfume de Cristo” (2Co.2:15), produzindo muito fruto. Em sua vida e obras, não procuram revelar justiça própria, mas, cheios do Espírito Santo, são verdadeiras testemunhas do poder transformador do evangelho eterno. São líderes não por desejo próprio ou por conveniência humana, mas pela onisciência divina que vê o coração (1Sm.16:7).
Deus apela ao Seu povo, um povo peculiar — separado para uma obra que excede em poder e luz a todas que já foram dadas ao homem realizar — que desperte para a solenidade do tempo que se chama hoje. Hoje, e não amanhã; hoje, e não em datas especiais ou imaginárias, somos chamados a perfumar o mundo com as boas-novas da salvação e recolher os frutos de nossa lida nesta terra. Muitos têm questionado: “Acaso expiraremos todos?” (v.13). Cristo voltará em nossa geração, ou ainda haverá outra? Creio que não seja esta a indagação correta a ser feita, e sim: Acaso estamos prontos? Faremos o que estiver ao nosso alcance para que esta seja a última geração da Terra?
A atenção de Deus está voltada para todo aquele que O tem buscado com inteireza de coração. De todas as nações da Terra, o Senhor ouve corações a suplicar por auxílio e a humilhar-se perante Ele em genuíno arrependimento. Há uma obra a ser realizada com urgência, e poucos são os que têm estendido suas mãos em clamor por mais poder. A porção adicional de azeite (Mt.25:4) aguarda somente o pedido daqueles que farão dela o combustível eficiente para o avanço da última grande obra. Não desanimemos, amados! Mas também não abandonemos nossa torre de vigia. Vigiai e orai! Eis qual deve ser nosso constante esforço. Olhemos para além do véu, de onde Cristo ministra a nosso favor. Avancemos confiantes de que Ele estará conosco “todos os dias, até à consumação do século” (Mt.28:20).
Eu sei que estamos vivendo momentos difíceis. Sei que, por vezes, nosso coração nem tem palavras para expressar ao Senhor. Vivemos em meio a uma geração corrupta, semelhante aos dias de Noé e aos dias de Ló (Lc.17:26-32). Muitos podem até estar pensando, neste instante, como os filhos de Israel: “Eis que expiramos, perecemos, perecemos todos” (v.12). Mas lembremos, meus irmãos, que o dilúvio veio quando as pessoas menos imaginavam; que Sodoma e Gomorra foram atingidas pelo fogo em um dia em que seus habitantes julgavam ser como outro qualquer. Perseveremos, portanto, em clamar pelo Espírito Santo, e Ele continuará convertendo nossos caminhos em trajeto santo e agradável a Deus, cheio de flores e frutos para Sua eterna glória.
Santo Deus, temos tanto ainda a aprender com a Tua Palavra. Mesmo com nossas limitações humanas, o Senhor nos deixou a Tua vontade escrita em linguagem que podemos compreender. E não há desculpas para nenhum de nós se negligenciarmos tamanho privilégio de manusear e estudar as Escrituras todos os dias. O Senhor tem planos e propósitos para cada um de nós dentro do cenário final do grande conflito. Que o nosso coração e a nossa mente se abram para ouvir com atenção a voz do Espírito Santo, para que a nossa vida floresça e dê muito fruto, para revelar ao mundo que só o Senhor é Deus. Em nome do nosso amado Redentor, nós Te pedimos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, bom perfume de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Números17 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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NÚMEROS 17 – Contestações, oposição, desprezo à liderança espiritual sempre foram obstáculos ao avanço da congregação de fieis rumo ao alvo almejado por Deus. Os líderes que servem a Deus atuando entre o povo carregam carga muito pesada devido às críticas, acusações e insurreição contra eles (Hebreus 13:17).
Uma das primeiras ações dos dissidentes é minar a influência do líder instituído por Deus. Assim fazendo, estão trabalhando para Satanás, o qual, “fazendo-os rejeitar os homens que Deus designara, fê-los rejeitar a Deus como seu chefe. Contudo, ao mesmo tempo em que sua murmuração contra Moisés e Arão blasfemavam de Deus, estavam tão iludidos que se julgavam justos, e consideravam como tendo sido dirigidos por Satanás aqueles que fielmente haviam reprovado seus pecados”, explica Ellen White (PP, 403).
“Deus deseja abençoar os Seus, mas essa bênção é firmada na submissão ao governo de Deus. O sucesso na vida depende não só de fazer a vontade de Deus, mas de fazê-la da maneira por Ele prescrita”, afirma Eugene Merrill.
Números 16 e 17 ensina-nos claramente: “Dificilmente poderão os homens cometer maior insulto a Deus do que desprezar e rejeitar os instrumentos que deseja usar para a salvação deles” (White, PP, 402).
“É evidente que Israel, como os fieis de hoje, experimentou tempos de fracasso abismal. As frequentes murmurações de Israel contra Moisés (e contra Deus) ilustram como o povo de Deus não se satisfazia e não se satisfez com o que devia ser seu máximo prazer – experimentar o cuidado e a direção de Deus em nossa vida. Israel, com saudades dos bons tempos no Egito, ilustra que os prazeres do pecado continuam atraentes mesmo aos que foram redimidos por Deus. Então e agora, a rebelião contra Deus traz consequências medonhas. O julgamento, porém, não é a palavra final de Deus: aqueles que se apegam tenazmente às promessas de Deus são recompensados”, reconhece Merrill.
Deus guia Sua igreja apesar dos críticos. O ministério pastoral é sagrado; é o meio pelo qual Cristo guiará Sua igreja até o fim do tempo do fim (Apocalipse 3:14).
Portanto, Deus espera que os verdadeiros fieis reconheçam o ministério de Seus líderes; “tenham-nos”, apela veementemente o apóstolo Paulo, “na mais alta estima, com amor, por causa do trabalho deles” (1 Tessalonicenses 5:12-13). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.