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Texto bíblico: LEVÍTICO 21 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/21
Na antiga teocracia, os sacerdotes possuíam muito poder. Eles tinham muita visibilidade entre as demais pessoas – e com razão, pois Deus os havia designado.
O que era exigido de um sacerdote incluía uma lista detalhada do que e de quem poderia corrompê-lo ritualmente – como se casar com uma mulher errada ou preparar um corpo para ser enterrado – a menos que a pessoa que havia morrido estivesse intimamente ligada a ele por sangue. E um sumo sacerdote nunca devia rasgar suas roupas.
O Novo Testamento apresenta “o sacerdócio dos crentes”. Além do que se espera de todos os membros, requisitos para os líderes incluem orientações relativas a casamento e família, aptidão para ensinar, não serem dados ao vinho, etc., mas no geral estas orientações se aplicam menos sobre serem “separadas” e mais sobre como melhor servir.
Jesus destacou a importância de viver para servir. Ele alertou Seus discípulos a respeito da opressão que tantas “grandes autoridades” exerciam sobre suas nações: “Não será assim entre vocês. Ao contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo, e quem quiser ser o primeiro deverá ser escravo; como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.
Não será assim entre vocês. Mas quem quer que seja grande entre vós deve ser teu servo, e quem quer que seja o primeiro entre vós deve ser o seu escravo, assim como o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mateus 20:25-28 NVI).
Jesus é nosso salvador e exemplo.
Virginia Davidson
Profa. da Esc Sabatina, membro da equipe de louvor e do comitê de decoração da igreja
Igreja Adventista do Vale
Vale de Spokane, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/21
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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865 palavras
1-24 Nestes versículos são registradas as regras de pureza específicas aos sacerdotes. Bíblia de Genebra.
A mensagem de Levítico 21 é para os sacerdotes e suas famílias. Eles deviam se proteger de qualquer tipo de contaminação. O povo devia fazer certas coisas proibidas aos sacerdotes. Por sua vez, os sacerdotes comuns tinham mais liberdade do que o sumo sacerdote. Havia uma gradação de conduta que se tornava mais rígida conforme a posição da pessoa. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 862.
1 O sacerdote não se contaminará (ARA; NVI: “não poderá tornar-se impuro”). Tornar-se cerimonialmente impuro “por causa de um morto” significa tocar um cadáver. Life Application Study Bible.
A santidade (vida) e a morte são incompatíveis entre si. Bíblia de Genebra.
2 salvo por seu parente mais chegado. Um cadáver, fosse por um santo ou pecador, era considerado impuro. CBASD, vol. 1, p. 862.
4 homem principal. O sacerdote não podia seguir o costume normal de chorar pelos mortos, mas sempre manter a dignidade do ofício sacerdotal. CBASD, vol. 1, p. 862.
5 Não farão calva na sua cabeça (ARA; NVI: “não raparão a cabeça”). [Juntamente com o corte das extremidades da barba e o ferir a carne,] São sinais de luto, empregados pelos pagãos. Um sacerdote que revelava sinais externos de desespero não estaria em condições de preencher seu lugar apontado no culto do Templo. Bíblia Shedd.
Costumes de luto envolvendo a desfiguração do corpo também foram banidos, pois os sacerdotes, na qualidade de homens santos, tinham de ter corpos íntegros (Dt 14.1, nota). Bíblia de Genebra.
6 Santos serão. Embora Deus não tenha dois padrões de conduta para Seu povo, Ele espera que os ministros deem exemplo à igreja por meio de uma vida santa. O serviço de Deus sempre exige o melhor. Há três coisas enfatizadas neste capítulo sobre as qualificações para o sacerdócio: 1. Condição física. … A perfeição física representava a perfeição de caráter pela qual todos deviam lutar. 2. Santidade. Sua vida devia ser sem mancha e a família, sem reprovação. Uma igreja pode ser acertadamente julgada pela vida de seus membros, e talvez o teste mais preciso seja o padrão de santidade manifestado na vida do ministro. 3. Consagração. Os sacerdotes não podiam permitir que algo interferisse no serviço a Deus. O sumo sacerdote não devia chorar a perda de um ente querido, ou assistir aos funerais de um familiar (ver v. 10, 11). Coisa alguma deveria afetar a obra de Deus. CBASD, vol. 1, p. 862.
7 ou desonrada (ARA;NVI: “que tenha perdido a virgindade”).
9 Se a filha de um sacerdote se desonra, prostituindo-se, profana a seu pai; será queimada (ARA; NVI: “Se a filha de um sacerdote se corromper, tornando-se prostituta, desonra seu pai; deverá morrer queimada”). [A filha de um sacerdote nunca poderia argumentar que se prostituía por condições de pobreza, pois os sacerdotes e suas famílias deveriam ser mantidos pelas ofertas do povo. Outro agravante era que a prostituição cultual estava associada a muitas religiões dos povos de Canaã.]
10 O sumo sacerdote. Embora as regras fossem rigorosas para um sacerdote, havia ainda mais rigor para o sumo sacerdote. … Ele não… podia rasgar as vestes, … chegar perto de um morto, nem que fosse seu pai ou sua mãe. As palavras de Cristo aos discípulos refletem esse ideal (Mt 8:22). CBASD, vol. 1, p. 862-863.
11 Não se chegará a cadáver algum (ARA; NVI: “Não entrará onde houver um cadáver”).
12 Não sairá do santuário. Os sacerdotes comuns serviam apenas por um curto período a cada ano; o sumo sacerdote permanecia sempre no seu posto. Ele deveria estar sempre disponível, por isso não poderia se ausentar em viagem. Um sacerdote poderia substituir o outro em caso de emergência, mas ninguém podia oficiar no lugar do sumo sacerdote. Em tempos posteriores ele passou a ter um substituto. CBASD, vol. 1, p. 863.
14 Tanto o sacerdote ofertante como o animal oferecido deviam estar isento de qualquer mancha ou defeito, para satisfazerem às exigências de Deus. Só Cristo cumpriu plenamente estas exigências, sendo em Si mesmo sem defeito ou mancha de pecado, e tendo feito do Seu corpo um sacrifício perfeito, como ofertante e como Vítima, 2 Co 5.21; 1 Pe 1.19; Hb 7.26-28; Ml 1.8. Bíblia Shedd.
15 E não profanará a sua descendência. Os filhos das uniões mencionadas no v. 14 desqualificavam o sucessor do pai no ofício sagrado, assim como ele se desqualificava ao violar a lei que proibia esses casamentos. Essas regras foram dadas para preservar o sacerdócio como uma ordem santa. Os sacerdotes deveriam ser puros em todos os aspectos, para que pudessem merecer o respeito do povo. CBASD, vol. 1, p. 863.
17 em quem houver algum defeito. Os portadores de defeitos podiam servir em deveres menores, mas jamais podiam subir ao altar (v. 21). … acender o fogo ou remover as cinzas. Podiam examinar os leprosos, cuidar das portas e manter o pátio em ordem; porém, não podiam desempenhar qualquer função estritamente sacerdotal (v. 23). Eles não eram privados da renda regular dos sacerdotes e podiam comer das ofertas dadas a eles. CBASD, vol. 1, p. 863.
para oferecer o pão de seu Deus (ARA; NVI: “para trazer a seu Deus ofertas de alimento”). Bíblia Shedd.
18 de rosto mutilado. Ou seja, com defeito na face. CBASD, vol. 1, p. 863.
ou desproporcionado. Literalmente, ter “algum membro fora dos padrões normais”. Tudo o que tem a ver com a adoração a Deus deve ser perfeito. CBASD, vol. 1, p. 863.
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“Santos serão a seu Deus e não profanarão o nome do seu Deus, porque oferecem as ofertas queimadas do Senhor, o pão do seu Deus; portanto, serão santos” (v.6).
As leis para os sacerdotes consistiam não apenas em regulamentos a fim de preservar a honra de sua posição, mas principalmente em conservar a integridade do relacionamento deles para com Deus e de suas obrigações como o “homem principal entre o seu povo” (v.4). Cada sacerdote representava a figura de Cristo, santo, incontaminado e sem defeito. Aos sacerdotes foram dadas instruções a fim de se manterem incontaminados. O sacerdócio era um ministério privilegiado, que exigia um estilo de vida santo e totalmente dependente de Deus. Cabia aos sacerdotes a grande missão de unificar a nação na adoração ao Senhor como o único Deus verdadeiro e de incentivá-la na busca por uma vida cada vez mais santa e consagrada.
O exemplo dos sacerdotes e do sumo sacerdote devia ser para Israel uma visão provisória do plano de Deus para a humanidade: “Ele vos será santo, pois Eu, o Senhor que vos santifico, sou santo” (v.8). Esses líderes espirituais deviam manter uma constante comunhão com Deus, através de um relacionamento pessoal que os fizesse crescer no verdadeiro conhecimento. Reconhecendo a sua falibilidade e exaltando o Senhor como soberano Provedor, seu ministério, impulsionado pelo Espírito Santo, seria o mais eficaz testemunho de que Deus estava guiando o Seu povo. Desta forma, sua eleição jamais seria considerada como uma predileção, mas como um privilégio de superiores responsabilidades, representando o Ministro de uma superior aliança, Cristo Jesus. Para tal encargo, portanto, nada menos do que isto poderia ser exigido: “o sacerdote é santo a seu Deus” (v.7).
Hoje, nossos pastores e líderes correspondem, em certa medida, àquela privilegiada função. Apesar de não ser-lhes mais impostas as mesmas leis, o princípio que as norteava deve prevalecer: “Santos serão a seu Deus e não profanarão o nome do seu Deus” (v.6). Mais do que um eloquente pregador ou um exímio teólogo, o mundo precisa de homens que correspondam ao chamado de Deus: “Sede santos, porque Eu sou santo” (1Pe.1:16). A Bíblia não faz menção a pastoras, assim como não havia sacerdotisas. Não se trata de algum tipo de preconceito, mas do fato do sacerdote simbolizar o próprio Cristo, além da importância do papel da mulher dentro do lar e de sua presença e influência no seio da família. Por negligenciar esta obra, tão sagrada quanto a função sacerdotal, é que muitas famílias têm sofrido as consequências desta inversão de papéis. Deus, em Sua sabedoria, colocou cada membro do lar em seu devido lugar.
Quando Cristo morreu na cruz do Calvário, ressuscitou e subiu aos Céus, tornando-Se uma vez por todas o nosso Sumo Sacerdote, o sacerdócio uniu-se ao discipulado. Hoje, todos nós somos chamados para ser “sacerdócio real, nação santa” e proclamar as virtudes dAquele que nos chamou “das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9). Todos nós recebemos o sagrado privilégio de sermos testemunhas de Cristo e servos uns dos outros. Cada um em sua esfera de influência pode participar desta obra. Aos pastores cabe a função de pastorear, de cuidar das ovelhinhas do Senhor. Mas é o cuidado que devemos ter de uns para com os outros que mantém o “rebanho” unido e mais forte. Santidade não se limita a padrões humanos de comportamento, e sim a imitar o perfeito padrão, Jesus Cristo.
A vida exemplar cristã começa quando o crente compreende que não é ele mesmo ou as suas obras que devem estar em evidência. Até mesmo Jó, o homem que foi considerado justo e íntegro pelo próprio Deus, reconheceu a sua impotência diante da grandeza do Senhor. Assim como uma lâmpada precisa de uma fonte de energia para iluminar, precisamos de Cristo para que a nossa vida seja luz, a fim de que o Pai seja glorificado (Mt.5:16). Que o nosso sentimento seja como foi o do salmista: “Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Teu nome dá glória, por amor da Tua misericórdia e da Tua fidelidade” (Sl.115:1). Se homens e mulheres assumirem cada qual a sua função como o Senhor nos orienta em Sua Palavra, as famílias do Seu povo serão benditas, Sua igreja será fortalecida, o mundo será sacudido pelo último clamor e mais rápido veremos o regresso do nosso Senhor e Salvador, que nos santifica.
Santo Deus e Pai, louvado seja o Teu nome pela sabedoria da Tua Palavra, que é o Teu pão diário, dado a nós como fonte de alimento espiritual sólido! Ó, Senhor, estamos vivendo em tempos difíceis, em que falar de santificação é constantemente mal interpretado. Concede-nos, Pai, a compreensão que precisamos acerca da Tua santidade e de nossa necessidade de sermos santificados pela Tua Palavra! Como Daniel, nós Te oramos: “Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó Senhor, atende-nos e age; não Te retardes, por amor de Ti mesmo, ó Deus meu”, pois somos chamados “pelo Teu nome” (Dn.9:19). Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, sacerdócio real de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Levítico21 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LEVÍTICO 21 – O livro de Levítico não é exclusivo aos levitas. Até o capítulo anterior, as orientações são concernentes à nação de Deus na Terra. Deste capítulo em diante, o foco é a liderança espiritual. Contudo, “uma vez que o sacerdócio ilustra os crentes desta era, as várias ordens quanto à pureza cerimonial, casamento, etc. mostram a importância de os cristãos ficarem longe do pecado (2Tm 3:16-17)”, alega Merrill Unger.
A santidade não é obra de mãos pecaminosas. Pecadores não alcançam santidade pelas próprias habilidades. “O sacerdote é santo ao seu Deus”, e deveria ser considerado santo pelo povo; “porque ele oferece o alimento do seu Deus”. O próprio Deus é quem dá a ordem: “Considerem-no santo”; por qual razão? Por suas obras perfeitas? Por seu padrão impecável? Não! De forma alguma. Deus mesmo responde: “Porque eu, o Senhor, que os santifico, sou Santo” (Levítico 21:7-8).
O foco nunca é o pecador, é o Senhor. O devaneio dos perfeccionistas, legalistas e fariseus modernos está em focarem no ego, em lugar da perfeição de Cristo. Deus declara “Eu Sou o Senhor” (Levítico 21:12). Ele reitera: “Eu Sou o Senhor, que o santifico” (Levítico 21:15, 23). Qualquer santidade baseada na humanidade não passa de falsidade espiritual. A religiosidade desfocada é uma aberração teológica; é rígida, baseada na crítica, no julgamento, na condenação, na humilhação objetivando promover o próprio orgulho e vaidade satânica.
A função sacerdotal deveria ser realizada por pessoas sem defeitos físicos, pois apontava para Cristo. Contudo, “os portadores de deficiências, como coxos, cegos e anões, estavam afastados da função sacerdotal, mas não da condição sacerdotal. Isso ilustra que os defeitos na vida do crente não anulam sua posição ‘em Cristo’ nem sua recepção da graça (‘Comerá o pão do seu Deus, tanto do santíssimo como do santo’, 22), mas limitam sua utilidade no ministério” explica Unger.
Servir a Deus é um privilégio, que vem junto com uma exigência essencial de santidade, a santidade do Senhor. Do casamento ao luto a postura do líder religioso deveria ser diferenciada.
Diante disso, “numa geração corrupta e adúltera, a santidade e a pureza da vida podem ser atribuídas somente á obra santificadora do Espírito na vida do crente”, salienta R. K. Harrison. Então, consagremo-nos ao serviço divino! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: LEVÍTICO 20 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/20
Obviamente, nós, como cristãos, geralmente não somos culpados de sacrificar nossos filhos a Moloque hoje. Mas seríamos culpados de sacrificá-los ao fogo de outros deuses modernos como ceticismo, materialismo, racismo, emocionalismo, sensacionalismo? Ou seríamos culpados de adultério espiritual?
Tudo o que Deus ordenou no deserto baseou-se em princípios que afetam nossas vidas hoje. Se a pureza das relações familiares ou das relações no casamento forem corrompidas, a santidade da igreja será afetada, e em breve a sociedade como um todo começará a desmoronar. Então, a fim de impedir que isso aconteça, Deus começa nos próprios alicerces … nossos filhos, nossos pais e nós! “Cuidado para não desprezarem um só destes pequeninos!” (Mateus 18:10 NVI). Se você amaldiçoar seus pais (a linhagem sanguínea a partir da qual eu te formei), meu sangue não poderá mais te cobrir. E se você corromper a instituição sagrada do casamento, ou tiver um caso com outros amantes (assim profanando o santuário do seu coração), seu coração e corpo não poderão mais ser Meu lar.
Examinemos minuciosamente nossos corações e peçamos o perdão do Senhor e Sua misericórdia (1 João 1:8,9).
Melody Mason
Coordenadora do projeto “Unidos em Oração”
Conferência Geral da IASD, Maryland, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/20
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1498 palavras
Em Levítico 20, parece que a taça da misericórdia de Deus secou. Em vez de procurar conciliar os rebeldes, Ele ordena a pena de morte para quem sacrifica seus filhos a Moloque, amaldiçoa seus pais, ou participa de adultério (espiritual ou fisicamente). Na verdade, o pecado de sacrificar seus filhos a Moloque era tão grande que Deus diz que aqueles que praticam esse tipo de adoração abominável estão espiritualmente contaminando Seu santuário! Isso é muito sério! Conquanto Deus seja paciente e longânimo, Ele às vezes tem que dizer, até para seu próprio povo: “Basta!” Melodious Eco Mason, em http://revivedbyhisword.org/en/bible/lev/20/.
A maioria das ofensas mencionadas neste capítulo foi discutida nos capítulos 18 e 19. Ali, o apelo ao povo se dá essencialmente no nível espiritual, um apelo ao seu senso de justiça. Aqui, as ofensas são consideradas crimes contra o estado e, portanto, devem ser punidas. A punição, geralmente, é a morte. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 860.
No cap. 20, muitos dos mesmos pecados alistados no cap. 18 são mencionados de novo, mas desta vez com a especificação da pena de morte. O Deus de Israel é um Deus zeloso que não tolera rivais (v. nota em Êx 20.5). Requer lealdade exclusiva (v. Êx 20.3). Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 que der de seus filhos a Moloque. Não era simplesmente uma dedicação da criança a Moloque, mas era sacrificá-la como oferta queimada (2Rs 23:10; Jr 32:35; ver Jr 7:31; 19:5; Ez 16:21; 23:37). CBASD, vol. 1, p. 860.
Sacrificar crianças aos deuses era uma prática comum em religiões antigas. Os amonitas, vizinhos de Israel, faziam do sacrifício de crianças a Moloque (seu deus nacional) uma parte vital de sua religião. Eles viam isso como um grande presente que eles poderiam oferecer para desviar o mal ou para apaziguar deuses irados. Deus tornou claro que esta prática era detestável e estritamente proibida. Tanto nos tempos do AT como do NT o Seu caráter torna o sacrifício humano impensável: 1) Contrariamente aos deuses pagãos, Ele é um Deus de amor, que não precisa ser aplacado (Êx 34:6); 2) Ele é o Deus da vida, que proíbe o assassinato e encoraja práticas que conduzem à saúde e felicidade (Dt 30:15, 16). 3) Ele é o Deus do desamparado, que mostra especial cuidado com as crianças (Sl 72:4). 4) Ele é um Deus de altruísmo, que ao invés de demandar por sangue, dá Sua vida por outros (Is 53:4, 5). Life Application Study Bible.
será morto. A pena era severa contra os pecados graves da idolatria. do adultério, do incesto e das perversões sexuais, porque desonravam a Jeová e destruíam a estrutura da sociedade humana. Bíblia Shedd.
3 contaminando assim o Meu santuário. Tamanho pecado cometido pelo povo escolhido de Deus ou outro morador em Sua terra prometida automaticamente aparentemente contaminaria o Seu santuário, que representava Sua administração, no sentido de arruinar Sua reputação (“nome”; Dt 12:5) no mundo. Andrews Study Bible.
6 Cf v. 27; 19.26. Consultar médiuns, na tentativa de se comunicar com os espíritos dos mortos, era um pecado que acarretava a penalidade da morte, tanto para o médium como para aquele que o consultava. Estes versículos também são uma condenação ao espiritismo dos nossos dias. Bíblia Shedd.
Somente Deus devia ser consultado – por meio do sacerdote ou de um profeta. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Todo mundo está interessado no que reserva o futuro, e frequentemente procuramos outros por orientação. Mas Deus nos adverte contra buscar conselho no oculto. Mediuns e espíritas eram banidos porque Deus não era a fonte de sua informação. No melhor caso, praticantes do oculto são fraudes, em cujas predições não se podem confiar. No pior, eles estão em contato com espíritos malignos e são, portanto, extremamente perigosos. Não precisamos buscar no oculto informação sobre o futuro. Deus nos deu a Bíblia para que tivéssemos, por ela, toda a informação que precisamos – e o que a Bíblia ensina é digno de confiança. Life Application Study Bible.
7 sede santos. Esta é, como foi enfatizado anteriormente, a nota tônica de Levítico e o que Deus deseja que seu povo tenha em mente. A razão para isso é simplesmente: “Eu sou o Senhor vosso Deus”. CBASD, vol. 1, p. 860.
8 Guardai os meus estatutos (ARA). NVI: “Obedeçam aos meus decretos”. O v. 7 destaca a santificação, sendo seguido da injunção “guardai os Meus estatutos”; então, surgem as palavras “Eu sou o SENHOR que vos santifico”. Santificar-se e guardar os estatutos divinos estão aqui combinados – como deve ser na vida real. A alegação de que a santificação pode ser obtida sem obediência à vontade de Deus é uma afirmação espúria. CBASD, vol. 1, p. 860.
9 Jesus citou este texto em Mc 7.10. Bíblia de Genebra.
seu sangue cairá sobre ele (ARA; NVI: “merece a morte”). Se alguém matasse esse tipo de réu, a responsabilidade por esta morte não cairia sobre quem o matou, mas sim sobre o próprio homem que se mostrasse digno de ser eliminado. Bíblia Shedd.
A morte parece uma penalidade severa por simplesmente amaldiçoar alguém. Que grande responsabilidade os pais tinham ao educar uma criança de modo que ela aprendesse a respeitar a autoridade. Disso a pessoa se lembra quando vê pais que se submetem ao abuso de um filho que não apenas se recusa a obedecer, mas grita, chuta, rebela-se e até agride o pai ou a mãe. Esses pais se arrependem por não terem tomado atitude firme a tempo e por terem permitido que o filho agisse, sem terem imposto limites. No entanto, maior arrependimento poderá vir com a compreensão de que, se tivessem agido prontamente e com sabedoria, o filho poderia ter sido salvo para o reino de Deus. CBASD, vol. 1, p. 860.
10-21 Os detestáveis atos listados aqui eram muito comuns entre as nações pagãs de Canaã; suas religiões eram exuberantes em deusas do sexo, prostituição cultual e outros pecados grosseiros. As práticas religiosas imorais dos canaanitas refletiam uma cultura que tendia a corromper todo aquele que entrava em contato com ela. Em contraste, Deus estava construindo uma nação para exercer uma influência positiva no mundo. Ele não queria que os israelitas adotassem as práticas canaanitas e caíssem em devassidão. Assim, Ele preparou o povo para o que eles enfrentariam na terra prometida ao ordenar que evitassem pecados sexuais. Life Application Study Bible.
Não é agradável ler os v. 10-21, nem há intenção de sê-lo. As coisas mencionadas são vergonhosas e vis e, portanto, a sentença é, geralmente, a morte. CBASD, vol. 1, p. 860.
Esta lista de estatutos contra pecados sexuais incluem punições extremamente severas. Por quê? Deus não tolerava estas ações pelas seguintes razões: 1) Elas destroem o comprometimento existente entre os parceiros casados; 2) Elas destroem a santidade da família; 3) Elas distorcem o bem estar mental das pessoas; 4) Elas disseminam doenças. Os pecados sexuais sempre foram amplamente disseminados, mas a glorificação do sexo entre pessoas que não são casadas entre si frequentemente ocultam tragédias e sofrimento por trás dos bastidores. Quando a sociedade mostra pecados sexuais como atrativos, é fácil esquecer do lado escuro. Deus tem boas razões para proibir pecados sexuais: Ele nos ama e quer o melhor para nós. Life Application Study Bible.
12 fizeram confusão (ARA; NVI: “O que fizeram é depravação”). O incesto, mencionado em várias formas (11-21), é destruidor da vida familiar, corroendo a pureza do lar. Bíblia Shedd.
13 praticaram coisa abominável (ARA; NVI: “praticaram ato repugnante”). A homossexualidade foi um dos pecados de Sodoma, uma causa primária da sua destruição por Jeová, Gn 19.5, 13. Este pecado foi praticado em Israel, por alguns benjamitas, mas castigado pelas demais tribos, Jz 20.1-11. Bíblia Shedd.
16 Heródoto, historiador grego, mostra que este pecado fazia parte da religião supersticiosa do Egito; motivo adicional de condená-lo. Bíblia Shedd.
17 vir a nudez dela (ARA). NVI: “se envolver sexualmente com ela”.
20 morrerão sem filhos. Esta penalidade pode não ser muito drástica hoje, mas nos tempos antigos ela o era. Morrer sem filhos significava não ter parte na esperança de Israel, o que praticamente significava estar fora da aliança. CBASD, vol. 1, p. 860.
21 imundícia é (ARA; NVI: “comete impureza”). Se [o irmão] tivesse morrido, isto não seria mais pecado. Se não deixara descendência, não somente seria permitido, mas até exigido tomar sua viúva para lhe suscitar descendentes, Dt 25.5; Mt 22.24-30 Seria para “guardar seu nome vivo em Israel”. Bíblia Shedd.
22, 23. O fato de os cananeus terem sido punidos pelos vários pecados, até o ponto de extermínio, revela claramente que as Leis de Deus não eram apenas um código particular para Israel, mas que tinham sido gravadas até nas consciências dos próprios pagãos, Rm 1.18-27. Bíblia Shedd.
23 nos costumes da gente. Deus desejava que Seu povo se mantivesse separado das nações ao redor nos costumes, no vestuário, na moralidade e até na alimentação. CBASD, vol. 1, p. 860.
26 separei-vos. Israel devia se distinguir de todas as outras nações, não apenas no modo de adorar, mas também nos ideais, objetivos, vida social e recreativa, dieta e vestuário. Deus “separou” Seu povo de todos os demais, não apenas para torná-lo diferente, mas para que representasse, em cada hábito, a perfeição do caráter divino. Assim, até as nações pagãs viriam a reconhecer a superioridades das leis de Deus (Dt 4:6-9). CBASD, vol. 1, p. 861.
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“Ser-Me-eis santos porque Eu, o Senhor, sou santo e separei-vos dos povos, para serdes Meus” (v.26).
Israel já era muito numeroso no deserto e, certamente, se estabeleceria como uma nação numerosa em Canaã. Era imprescindível que houvesse leis, inclusive, leis penais que inibissem a prática de crimes no meio do povo. Os crimes descritos no capítulo de hoje compõem, por assim dizer, a lista dos mais hediondos aos olhos de Deus. Suas sanções, que incluem pena de morte e esterilidade, já dizem por si só que a tolerância divina não as admite. Sacrifícios humanos, idolatria, imoralidade sexual, filhos rebeldes, alimentação imunda e feitiçaria eram práticas comuns entre os povos que habitavam em Canaã, “porque fizeram todas estas coisas”, por isso o Senhor os lançaria para fora daquela terra (v.23).
Até hoje, as penas estabelecidas por Deus chamam a atenção para o rigor que possuem. Não parece haver piedade, contrastando com a compaixão do Salvador nas linhas que descrevem o Seu ministério terrestre. Todavia, este contraste desaparece quando examinamos toda a história de Israel e a misericórdia e a paciência de Deus para com os filhos do Seu povo. De todos os reis de Judá, por exemplo, creio que Manassés foi um dos piores. Dentre os crimes citados neste capítulo, pelo menos 90% deles Manassés praticou, e ainda outros cometeu. Mas, quando preso por ganchos e cadeias, Manassés se humilhou diante de Deus e orou fervorosamente. Resultado: ele foi perdoado pelo Senhor, conduziu Israel a um reavivamento e reforma, e dormiu em paz o sono da morte dos que serão despertados para a vida eterna na volta de Jesus. O que é isso, senão a graça de Deus?
Deus abomina o pecado, mas ama o pecador. Suas leis e penas aplicadas aos transgressores, ao contrário do que aparentam, não eram para a morte, e sim para a vida. Quando uma mulher adúltera foi levada à presença de Jesus (Jo.8:1-11), a lei dizia que ela deveria morrer, mas também dizia que ela não sofreria a pena sozinha: “Se um homem adulterar com a mulher do seu próximo, será morto o adúltero e a adúltera” (v.10). Jesus estava diante de uma acusação justa, considerando que a mulher adulterou, mas também de um julgamento injusto, porque ela não adulterou sozinha. O povo havia corrompido tanto a pena como a motivação da pena, e cada pedra que tinham em mãos era a materialização de seus corações endurecidos. Aquele, porém, que sonda os corações, jamais aplicaria uma pena de morte a alguém que estivesse disposto a ser por Ele transformado.
Amados, estamos cercados pelo mal que o pecado tem causado a este mundo. A respeito disto, está escrito: “Ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). E “fechar os olhos para não ver” (v.4) as abominações que acontecem todos os dias, e o pior, que têm acontecido até mesmo no meio do professo povo de Deus, não resolve nada. Pelo contrário, só faz com que o pecado de um atinja também “a sua família” (v.5). Quando lemos o relato do rei Manassés, de seus pecados e de sua conversão (2Cr.33:1-20), percebemos que não cumpre a nós julgarmos a ninguém no sentido do que só o Senhor pode enxergar, mas, certamente, cumpre-nos falar e viver a vontade do Senhor como Seus atalaias, intercedendo sempre por nossos irmãos. Porque não há admoestação mais eficaz para o impenitente do que o exemplo de uma vida consagrada a Deus.
Cumpre-nos viver como aqueles que estão à espera do selamento final (Ap.7:3). Porque, como foi revelado ao profeta Ezequiel, assim será nos últimos dias. O selo de Deus só será posto sobre a fronte daqueles “que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem” não somente na Terra, mas, principalmente, no seio da igreja de Deus (Ez.9:4). A profunda angústia levou o ímpio rei Manassés ao arrependimento. Creio que o Senhor trará grande angústia aos “Manassés” atuais, a fim de que a pena de morte não seja o seu destino final. Nunca foi e nunca será desejo de Deus que o perverso morra em sua perversidade, mas “que ele se converta dos seus caminhos e viva” (Ez.18:23). Há um clamor sendo realizado pelo Espírito Santo, hoje, e existem duas reações: quebrantamento ou endurecimento do coração. A pergunta é: De que lado nós estamos?
Seja hoje o dia de buscarmos ao Senhor com angústia de alma! Olhemos para a cruz, para o sacrifício do Inocente que sofreu a pena de morte pelos nossos pecados. Olhemos para a tumba vazia, para o Salvador que nos resgatou para a vida eterna. Cristo, eis o incomparável Exemplo! Olhemos para Ele sem cessar, e viveremos!
Senhor, nosso Deus, logo teremos que comparecer diante da Tua santidade, e somente os que permitiram a obra do Espírito Santo no coração através do meio purificador, que é o sangue de Cristo, estarão preparados para Te encontrar. Santo Pai, contempla a nossa situação, pois como disse Davi: “já não há homens piedosos; desaparecem os fiéis entre os filhos dos homens” (Sl.12:1). Ó, Senhor, santifica-nos para Ti e volta logo! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, selados para a eternidade!
Rosana Garcia Barros
#Levítico20 #RPSP
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LEVÍTICO 20 – A perversão da religião se deu no início da saga do pecado. Caim foi o primeiro indivíduo a adulterar a adoração sem mostrar qualquer arrependimento quando desaprovado pelo ser adorado. No tempo do fim, o Apocalipse apresenta uma adoração generalizada à besta e sua imagem (Apocalipse 13), mas um remanescente perseverará na adoração ao Criador (Apocalipse 14:7, 12).
A adoração ao deus Moloque revela a facilidade da perverter a adoração. Inclusive pessoas que experimentam grande libertação miraculosa podem descambar rapidamente a deuses fantoches, humanamente inventados (Êxodo 32).
Atualmente, a situação não é diferente. “O declínio da verdadeira adoração nas igrejas evangélicas é um sinal preocupante. Reflete uma depreciação de Deus e uma pecaminosa apatia para com sua verdade entre o povo de Deus. Os evangélicos vêm desempenhando um tipo de busca de cultura popular banal durante décadas e, como resultado, o movimento evangélico tem de tudo, exceto a consideração da glória e da grandeza dAquele a Quem adoramos. Talvez ainda mais preocupante, o deplorável estado da adoração nas igrejas evangélicas revela a ausência da verdadeira reverência e devoção na vida particular de inúmeros membros da igreja. A adoração em conjunto, afinal, deveria ser o transbordamento natural de vidas de adoração em comunhão”, analisa John MacArthur.
A profecia aponta à proliferação de inúmeras heresias no tempo do fim (1 Timóteo 4:1-2; 2 Pedro 2:1-3). No Apocalipse, o auge do engano se dará com três espíritos imundos, parecidos a rãs saindo da boca do diabo, da besta apocalíptica, e do cristianismo apostatado; “eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-poderoso” (Apocalipse 16:13-14).
Três espíritos satânicos operarão contra as mensagens dos três anjos de Apocalipse 14:6-12. A adoração será o foco no final da história humana. Para ser verdadeira, a adoração precisa foca no alvo certo: o Criador!
Adoração verdadeira não deve acontecer apenas nos recintos do templo, mas em todo lugar, todos os dias, o dia todo. Desta forma, a mensagem de Apocalipse 18:1-5 se equipara às orientações divinas em Levítico 20. Para que a adoração seja sem hipocrisia, é preciso estar em dia com a vontade de Deus… Portanto, reavivemo-nos eticamente! – Heber Toth Armí.