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Texto bíblico: LEVÍTICO 4 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/4
Neste capítulo, vemos um retrato gráfico simbólico das cenas finais do ministério de Cristo e o grande tema do perdão. Os versos 12 e 21 mostram que o corpo do touro oferecido por pecados não intencionais não é queimado no altar no pátio, mas levado para fora do acampamento e queimado ali. Em Hebreus 13: 11-12, Paulo faz referência a isso – assim como os animais do sacrifício foram queimados fora do acampamento, Jesus foi crucificado fora dos muros da cidade. Imagine o sumo sacerdote transportando o sangrento touro do tabernáculo para a borda do acampamento, passando por fileiras de tendas e espectadores.
Considere Jesus passando de um lado para o outro entre os corredores de Pilatos e Herodes, depois sangrando do lado de fora dos portões de Jerusalém. Contemple-o na cruz, oferecendo Sua vida pelo mundo. O Desejado de Todas as Nações nos diz para deixarmos nossa imaginação meditar em cada cena da vida de Cristo, especialmente as finais. À medida que o fizermos, nossa confiança Nele se torna mais constante, nosso amor é vivificado e estamos mais profundamente imbuídos de Seu Espírito. (página 73)
Então ganhamos confiança para ir “a Ele fora do arraial, levando Seu opróbrio” Hebreus 13:13. Nos tornamos dispostos a viver Sua vida em público, como o “sal da terra” e “a luz do mundo”.
David Livergood
Pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia Martinsburg
West Virginia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/4
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1603 palavras
4.1 – 5.13 Com as palavras “Quando alguém pecar” (4.2), Moisés introduz a sua instrução aos leigos acerca das ofertas pelo pecado. … O pecado e a impureza tornam uma pessoa incapaz de estar na presença de Deus e poluem o santuário, impossibilitando a habitação de Deus ali. A oferta pelo pecado tem por função tratar desse aspecto do pecado, purificando tanto o pecador quanto o santuário. A característica diferenciadora das ofertas pelo pecado é o uso do sangue do sacrifício. Bíblia de Genebra.
1-35 Oferta pelo pecado. Este tipo de sacrifício era necessário para expiar pecados específicos [por ignorância]. O grau da culpa e a qualidade da oferta variavam de acordo com a posição e a responsabilidade do pecador. O pecado do sumo sacerdote era o mais grave, porque era ele quem representava a nação inteira. … o sacrifício pelo pecado incluía o ato de por uma parte do sangue da oferta diante do véu do santuário; a gordura era queimada no altar, mas o resto era queimado fora do arraial. Isto prefigurava a crucificação de Cristo fora da cidade de Jerusalém (Hb 13.12). A justiça de Deus requeria o castigo pelos pecados. Cristo levou esta culpa sobre Si na cruz. Agora Deus perdoa aqueles que, pela fé, aceitam o sacrifício que Cristo sofreu por eles (Is 53,6, 7; 1Pe 2.24; Rm 3.25, 26). Bíblia Shedd.
2 Quando alguém pecar. As oferta pelo pecado são mencionadas em ligação com a construção do tabernáculo e o estabelecimento do sacerdócio. Antes, somente ofertas queimadas eram oferecidas. As várias palavras usadas na Bíblia para definir e descrever o pecado contém os seguintes conceitos: 1. Pecado é desvio de um padrão definido, transgressão da lei de Deus (1Jo 3:1)[desvio de uma rota definida por uma linha reta]; 2. Pecado é não alcançar, é falhar em atingir o alvo da perfeição [flecha que não atinge o alvo]; 3. Pecado é desobediência [possível quando se conhece e se transgride a lei]; 4. Pecado é ofensa contra Deus. A pessoa pode pecar contra o próximo, mas a primeira e maior ofensa é contra Deus. Por isso, a confissão deve ser feita primeiramente a Deus. … Todo o santuário, incluindo os equipamentos, sacerdócio e ritual, dizia respeito ao pecado. Os serviços se voltavam para a desobediência humana e a necessidade de salvação. Não fosse o pecado, não haveria necessidade de um altar sobre o qual as vítimas fossem colocadas. Não haveria morte de animais, nenhum derramamento de sangue nem ministério de expiação. Sem dúvida, haveria um lugar onde se pudesse encontrar a Deus, mas o serviço seria de natureza diferente. A malignidade do pecado não está, necessariamente, nem somente no ato praticado. O mesmo pecado cometido por pessoas diferentes não é igualmente pecaminoso. A luz sempre traz responsabilidade. Um pecado idêntico cometido por uma pessoa ignorante e por alguém altamente civilizado deve ser considerado e julgado, em cada caso, de um ponto de vista diferente. Deus leva todas as coisas em consideração e mostra, neste capítulo, que faz provisão para isso. Desse modo, há certa gradação nas penalidades impostas por pecados cometidos por pessoas que ocupam diferentes posições. O que recebeu luz tem mais responsabilidade. … Neste capítulo, quatro tipos de transgressores são considerados e cada um é tratado de acordo com sua posição. O pecado de uma pessoa importante afeta mais pessoas do que o de uma menos importante e, por isso, sua falta deve ser tratada com mais severidade. CBASD, vol. 1, p. 786, 787.
pecar sem intenção (NVI; ARA: pecar por ignorância). Já aconteceu de você fazer algo de errado e só se aperceber disso mais tarde? Apesar de seu pecado não ter sido intencional, ele continua sendo pecado. Um dos propósitos das ordens divinas era fazer com que os israelitas se preocupassem com seus pecados não intencionais para que não os repetissem e que pudessem ser perdoados por eles. Os capítulos 4 e 5 de Levítico mencionam alguns desses pecados não intencionais e o modo pelo qual os israelitas poderiam ser perdoados por eles. Ao você conhecer mais das leis divinas, tenha sempre em mente que elas visavam ensinar e guiar o povo. Permita que elas tornem você mais atento e preocupado com o pecado em sua vida. Life Application Study Bible NVI.
Esta palavra não se refere [ou: este termo não se aplica] aos pecados dos insolentes e arrogantes, para os quais nenhuma expiação poderia ser feita. A pena imposta era morte (Nm 15.30, 31; Hb 5.2). O próprio fato de se exigir a expiação pelos pecados da ignorância demonstra que a ignorância não é uma desculpa adequada para a violação das leis de Deus. Ordena-se aos crentes que estudem as Escrituras (2Tm 2:15), e não se oferece nenhuma desculpa aos que se recusam a se instruir nos mandamentos de Deus. Tal falta é um pecado de omissão que precisa ser confessado, perdoado e abandonado 1Jo 1.9). Bíblia Shedd.
contra qualquer dos mandamentos. Isso se refere particularmente aos dez mandamentos, mas também inclui outras ordens de Deus. CBASD, vol. 1, p. 786.
3-27 Quatro classes de pecadores são enumeradas neste trecho: 1) Os sacerdotes, 3; 2) A congregação, 13; 3) O príncipe [NVI: líder], 22; 4) Os simples indivíduos de entre o povo, 27. Bíblia Shedd.
3 sacerdote ungido. O sumo sacerdote. Seu pecado tem como consequência imediata o “escândalo do povo” e requer expiação mediante o animal mais caro, um novilho. Bíblia de Genebra.
Jesus Cristo foi a oferta definitiva pelo pecado na Bíblia (Hb 9:25-28 diz o porquê). Life Application Study Bible NVI.
para escândalo do povo. Ou melhor, “tornando o povo culpado” (NTLH). … Embora como mensageiros de Deus repreendessem o povo por suas transgressões, quando oravam, eles se achegavam a Deus como se fossem um com o povo no pecado repreendido. Por isso eles dizem repetidamente “nós pecamos” e não simplesmente “eles pecaram”. … O sumo sacerdote, em sentido especial, como a figura de Cristo, era o homem representativo. Ele representava todo o povo de Israel e carregava seus fardos e pecados. Ele levava a iniquidade das coisas santas e arcava com o julgamento de Israel. Quando ele pecava, Israel pecava. … Ele representava o povo; era o povo. Quando ele pecava, dele se exigia que trouxesse o mesmo sacrifício pelo pecado trazido quando toda a nação pecava. CBASD, vol. 1, p. 787.
6 As graves consequências do pecado de um sumo sacerdote são demonstradas pela necessidade da purificação do “véu do santuário” (o véu separava o Santo dos Santos do Santo Lugar, Êx 26.31-35). Bíblia de Genebra.
10 novilho. A palavra hebraica inclui tanto o macho como a fêmea. Nota rodapé NVI.
13 Se for toda a congregação de Israel que pecar sem intenção (NVI). Os indivíduos pecavam com frequência e apresentavam as ofertas requeridas, mas era raro que a nação, como um todo, pecasse por ignorância (ver v. 2, 6). CBASD, vol. 1, p. 790.
se fizerem, contra alguns dos mandamentos do Senhor, aquilo que não se deve fazer. Isso inclui todos os pecados, grandes e pequenos, mas refere-se principalmente aos chamados pequenos pecados. CBASD, vol. 1, p. 790.
17 molhará o dedo no sangue. Como o sacerdote usava somente um dedo ao ministrar o sangue, apenas uma pequena porção do sangue do novilho era usada. CBASD, vol. 1, p. 790.
20 expiação [kippur]. Da raiz hebraica kippêr [de onde vem yom kippur, “dia da expiação/perdão”], que significa “cobrir”. O pecado, com a sua culpa e o seu castigo, é apagado por um ato específico: a morte. Mas Deus permitiu a morte substitutiva de um animal, o qual tipificava o sacrifício de Cristo, o único que apaga as consequências eternas do pecado. Bíblia Shedd.
22 pecar. Ver também 2, 13 e 17. Em contraste com o holocausto, que não tinha ligações específicas com transgressões individuais, e simbolizava uma aproximação ao Deus santo, … os sacrifícios pelos pecados outorgavam a expiação por pecado específicos, pelos quais esses sacrifícios ofereciam uma “cobertura”, perdoando-se assim o pecado. Bíblia Shedd.
22-26. Um pecado cometido pelo líder de uma tribo ou clã não era tão séria ameaça contra a santidade da nação como os dois casos anteriores (vs. 3-21). Isso se reflete no fato de que ele era obrigado a oferecer somente um bode (v. 23), cujo sangue era então aplicado, não dentro, mas do lado de fora da tenda, no altar dos holocaustos (v. 25)! Bíblia de Genebra.
Entende-se por “príncipe” o líder de uma tribo ou o líder de uma divisão da tribo. Incluem-se aqui tanto líderes civis quanto religiosos – príncipes, capitães, chefes, governadores. … O príncipe … não se equiparava ao sumo sacerdote no conhecimento da lei, por isso a oferta que se exigia dele era menor do que no caso do sumo sacerdote. CBASD, vol. 1, p. 790.
25 sangue. Neste caso, o sacerdote não leva o sangue para o santuário, mas pega a vasilha e faz o procedimento no altar da oferta queimada. Ali, ele põe o sangue nos chifres do altar com seu dedo. CBASD, vol. 1, p. 790.
27 Se for alguém da comunidade que pecar sem intenção (NVI). O procedimento era o mesmo no caso de um príncipe, com exceção de que o homem comum devia trazer uma fêmea em vez de um macho. A fêmea era de algum modo inferior na escala de valor [menos caro] em relação ao macho e, portanto, era facilmente adquirida. CBASD, vol. 1, p. 791.
28, 32 trará por sua oferta uma cabra … uma cordeira. Um cordeiro era sempre mais barato que um bode, por esta razão esperava-se que um cordeiro como oferta de um pobre. É significativo que Cristo repetidamente falou sobre o Cordeiro de Deus. Ele é o sacrifício do homem pobre. O ritual, em todos os aspectos, era o mesmo do bode. CBASD, vol. 1, p. 791.
3-35 novilho – bode – cabra – cordeiro/cordeira. Uma provisão para uma escala graduada com relação ao valor das ofertas prescritas reflete tanto a justiça quanto a misericórdia de Deus. Em primeiro lugar, o valor do sacrifício apresentado se determinava pelo grau de responsabilidade do pecador e, em segundo, por sua disponibilidade de prover uma oferta. CBASD, vol. 1, p. 791.
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“… e o sacerdote por eles fará expiação, e eles serão perdoados” (v.20).
Sabemos que o pecado surgiu da rebelião de um anjo de luz que ambicionou ser “semelhante ao Altíssimo” (Is.14:14). E, por sua maldade, semeou discórdia no coração de terça parte dos anjos (Ap.12:7) e fez cair os nossos primeiros pais (Gn.3:6). A essência do pecado sempre será a maldade, a corrupção. Mas nem sempre o pecado é gerado pela vontade de cometê-lo. Muitos, e até líderes religiosos, como no caso dos sacerdotes no capítulo de hoje, cometem pecados “por ignorância” (v.2). Ou seja, pecados não intencionais. O termo usado para pecado, neste caso, é uma palavra hebraica que significa “errar o alvo”.
Diferente da raiz hebraica para iniquidade, que significa pecado deliberado, em que alguém sabe que está em pecado, mas escolhe permanecer nele, o pecado por ignorância ou não premeditado, apesar de não ser doloso, não deixa de ser pecado, e Deus concedeu aos Seus filhos uma provisão especial a fim de que houvesse expiação para este fim específico. Os sacerdotes, a nação, seus príncipes e cada indivíduo eram chamados a oferecer aqueles sacrifícios quer seus pecados fossem ocultos ou notórios à coletividade. Através destes sacrifícios, do reconhecimento de que precisavam do auxílio e perdão de Deus a fim de ensiná-los a andar pelo caminho correto, os filhos de Israel adquiriam uma fé sólida e, a cada passo, seriam ensinados a fazer diferença entre o santo e o profano.
Os sacrifícios pelos pecados por ignorância nos ensinam duas lições de cunho espiritual extremamente relevantes: primeiro, que não há desculpas para o pecado, pois “o salário do pecado é a morte” (Rm.6:23). Pecado é pecado, não importa se culposo ou doloso. E segundo, que Deus deseja nos estender o Seu perdão mesmo por pecados que cometemos sem saber. Creio que o texto a seguir resume bem o desejo do Senhor em nos reconduzir ao alvo: “Quando te desviares para a direita e quando te desviares para a esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: Este é o caminho, andai por ele” (Is.30:21). Precisamos do Espírito Santo a nos guiar pelo caminho, a fim de que nossos tropeços e quedas não sejam fatais.
O objetivo final destes sacrifícios era o perdão, como percebemos nas expressões: “e eles serão perdoados” (v.20); “e este lhe será perdoado” (v.26); “e lhe será perdoado” (v.35). Amados, cada dia o Senhor nos convida a irmos ao pé da cruz e ali oferecermos o sacrifício de um coração contrito e desejoso em fazer a Sua vontade. Através das Escrituras, o Espírito Santo tem nos ensinado, nos repreendido, nos corrigido e nos educado na justiça (2Tm.3:16). Temos nós aceitado ouvir a Sua voz a nos conduzir pelo caminho? Infelizmente, enquanto estivermos na condição vulnerável de pecadores, corremos o risco constante de errar o alvo. Mas para todo filho e filha de Deus que diariamente dedica a vida no altar do Senhor, há uma maravilhosa notícia: “Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam” (At.17:30).
Cristo Jesus está de braços abertos para nos receber e interceder pelos nossos pecados. Enquanto a graça ainda nos está disponível, corramos ao encontro dAquele que já realizou por nós o perfeito sacrifício. O fato de o Senhor não levar “em conta os tempos da ignorância” não significa que devemos permanecer ignorantes, mas que, diligentemente, como herdeiros do Reino eterno, devemos seguir os passos dAquele que sofreu em nosso lugar (1Pe.2:21). Pois “todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado; antes, Aquele que nasceu de Deus [Jesus Cristo] o guarda, e o Maligno não lhe toca” (1Jo.5:18).
Pai de amor e misericórdia, a nossa natureza pecaminosa nos coloca em constante apuro, mas nós confiamos na fidelidade da Tua Palavra, que nos promete que Cristo é capaz de nos perdoar e de nos purificar de toda injustiça. Louvado seja o Senhor por tão grande salvação! Faz-nos novas criaturas em Cristo Jesus, mediante o lavar renovador e restaurador do Espírito Santo! Faz-nos mais semelhante a Jesus a cada dia, Pai! Perdoa-nos e purifica-nos para que a nossa vida Te glorifique! Em nome de Jesus, Amém!
Feliz sábado, nascidos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Levítico04 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LEVÍTICO 4 – Levítico é o livro da preparação do povo que lideraria a espiritualidade mundial. É o manual do povo de Deus para cultuá-lO, servir-Lhe, e ser-Lhe fiel antes de adentrar à Terra Prometida; assim, tão importante quanto foi ao povo de Deus no deserto dirigindo-se à Canaã, é relevante ao povo de Deus que trilha pelo deserto deste mundo rumo à Canaã Celestial.
Se Levítico visava preparar um povo para possuir a terra, agora, na reta final da jornada neste mundo, sua mensagem visa preparar um povo para o Céu. Quão importante é então debruçarmos sobre as páginas sagradas desse importantíssimo livro! A graça celestial se revela nesses escritos de Moisés ao apresentar Deus como um pai amoroso, que ensina Seus filhos a adorá-Lo corretamente e a terem vida de santidade, antes de receber o auge do privilégio que Deus quer conceder-nos.
Em Levítico há 90 ocorrências do termo “santo” e 17 do termo “santificar”. Esse livro, porém, vai muito além de apenas registrar rituais sangrentos e meios repulsivos de achegar-se a Deus. O Senhor intencionava ensinar didaticamente pecadores sobre a malignidade e gravidade da iniquidade. Tudo indicava que um inocente seria sacrificado para cobrir o preço do salário do pecado dos condenados, a fim de que obtivessem liberdade e vida (Romanos 6:23).
Levítico 4 informa-nos como se devia fazer a expiação de pecados cometido contra Deus. O tipo de sacrifício variava de acordo com quem cometia o pecado. Pecados de sacerdotes e da congregação exigiam sacrificar um novilho (Levítico 4:3-21). Quando a pessoa que pecasse fosse príncipe, deveria oferecer um bode (Levítico 4:22-26). Se fosse uma pessoa comum, o sacrifício seria uma cabra (Levítico 4:27-35). Todo sacrifício apontava para Jesus, que ofereceu a Si mesmo a Deus, para perdoar nossos pecados (Hebreus 9:14-15, 28). Apesar da diferenciação nos sacrifícios, Jesus ofereceu um único sacrifício útil para perdoar líderes espirituais, a congregação, os líderes políticos e o cidadão comum. Jesus é suficiente para todos!
Como substituto, Cristo foi oferta perfeita e sacrifício de aroma agradável (Efésios 5:2) para que nEle sejamos aceitos e reconciliados com o Supremo Pai Celestial. Nele, nossos vis pecados estão definitivamente perdoados por Deus!
Apesar da malignidade do pecado e da santidade divina, Deus anseia salvar pecadores! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: LEVÍTICO 3 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/3
O nome desse sacrifício, oferta pacífica [ARA; NVI: “oferta de comunhão”; hebraico: shelem], está relacionado com a palavra shalom, que significa “paz” ou “bem-estar.” Seu ritual celebrava, através do sacrifício, o relacionamento de bem-estar entre o homem e Deus. Apontava para o sacrifício de Cristo, através do qual o povo de Deus desfruta paz com Ele (Rm 5:1). Este saudável relacionamento era representado por uma refeição compartilhada entre Deus e o ofertante.
A oferta da paz era o único sacrifício no qual o ofertante poderia participar da carne, após a gordura ser queimada a Deus sobre o altar e o sacerdote tomar a sua parte (comparar com Lev. 7). O “comer” de Deus era simbólico, porque Ele não precisa de alimentação humana (Sl 50:13).
Do mesmo modo que a oferta de cereais, a oferta de paz não expiava pecados específicos. No entanto, o seu sangue resgatava a vida (fazia expiação pela alma) do proponente (Lv. 17:11), mostrando que vidas humanas dependem de um relacionamento restaurado com Deus, através do sangue de Cristo. Seu sacrifício não foi feito somente por nós, individualmente, mas deve ser aceito por cada um de nós, pessoalmente, como Jesus disse: “se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós” (João 6:53, como explicado no versículo 63).
Quando aceitamos Cristo em nós (participando dEle) por meio do Espírito Santo, o Seu amor vive em nós (Rm 5:5; Gl 2:20) e transforma todos os nossos relacionamentos.
Isto, sim, é motivo digno de comemoração!
Roy Gane
Andrews University, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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938 palavras
1 sacrifício pacífico (ARA; NVI: sacrifício de comunhão). Heb shelem, da raiz traduzida “paz”, “saúde” e “inteiro” [shalom]. Falavam de inteira dedicação da parte do ofertante e da paz com Deus a quem as oferecem. As gorduras, somente, eram queimadas, e as carnes eram consumidas pelos sacerdotes e e pelo povo, numa ceia de aliança solene, à qual os pobres eram convidados (Dt 12.18), que prenunciava a paz que seria trazida aos homens pela obra de Cristo (Cl 1.20), e comemorada na Ceia do Senhor (1Co 10.16). Bíblia Shedd.
A oferta da comunhão era o único sacrifício do qual o ofertante podia comer uma parte. … O ofertante tinha, com base no sacrifício, comunhão com Deus e com o sacerdote, que também comia parte da oferta (7.14, 15, 31-34). Esse sacrifício – junto com os outros – era oferecido aos milhares durante as três festas anuais em Israel (v. Êx 23.14-17; Nm 29.29), porque multidões de pessoas vinham ao templo para adorar e compartilhar de uma refeição comunitária. Durante a monarquia, os animais oferecidos pelo povo eram em geral suplementados pelas grandes quantidades dadas pelo rei. Na dedicação do templo, Salomão ofereceu 20 mil bois e 120 mil ovelhas como ofertas de comunhão do decurso de um período de 14 dias (1Rs 8.63-65). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Era um sacrifício a fim de enfatizar uma oração solene (como um voto) ou quando esse tipo de oração era atendida, ou por simples gratidão (7.16). Comer carne era um luxo raro nos tempos antigos e, geralmente, envolvia celebração. Bíblia de Genebra.
O traço distintivo da oferta pacífica era a refeição em comum partilhada na área do santuário, na qual a alegria e a felicidade prevaleciam, e onde os sacerdotes e o povo conversavam. Não era esta uma ocasião em que a paz era restabelecida, mas uma festa de regozijo por haver paz. Geralmente, era precedida por uma oferta pelo pecado e uma oferta queimada. O sangue havia sido aspergido, a expiação fora feita, o perdão fora concedido e a justificação, assegurada. Na celebração dessa experiência, o ofertante convidava seus parentes próximos, seus servos e os levitas para comer com ele. A família toda se assentava no pátio da congregação para celebrar a paz estabelecida entre Deus e o homem, e entre este e seu semelhante. Não há alegria mais elevada do que estar em paz com Deus (ver Rm 5:1). Cristo deixou um legado ao dizer: “Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou” (Jo 14:27). A paz de Cristo é a calma segurança que vem da confiança em Deus. Cristo proferiu essas palavras de paz à sombra do Getsêmani e do Gólgota. Ele sabia o que O esperava, mas não Se intimidou diante disso. Seu coração estava cheio de paz e amor. Ele sabia em quem confiava e descansava na segurança de que era amado pelo Pai, ainda que não enxergasse além dos portais do túmulo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 780, 781.
fêmea. Uma oferta de bem estar poderia ser macho ou fêmea. Compare purificação/oferta de pecado de pessoas comuns, as quais se requeria serem fêmeas (4.28, 32; 5:6). Todos esses animais representavam Cristo (Jo 1:29). Então, a noção de que comente um macho poderia representar Cristo não tem fundamento adequado. Andrews Study Bible.
3 toda a gordura. Não a gordura distribuída pelo corpo, mas a gordura que cobria certos órgãos era queimada sobre o altar juntamente com os rins. CBASD, vol. 1, p. 781.
5 em cima do holocausto. Os holocaustos a favor da nação inteira eram oferecidos todas as manhãs e todas as tardes, e as ofertas da comunhão eram oferecidas [após e] em cima deles. Bíblia de Estudo NVI Vida.
É oferta … de aroma agradável ao Senhor. Quando a gordura era queimada sobre o altar produzia um “aroma agradável ao Senhor”. … A gordura era sempre queimada sobre o altar e Deus exigia isso (Lv 3:16); era “aroma agradável” ao Senhor; … Comer “a gordura da terra” (Gn 45:18, KJV) significava apreciar o melhor que a terra oferecia. CBASD, vol. 1, p. 781, 782.
9 cauda gorda. Raça de ovelhas ainda muito usada no Oriente Médio, com uma cauda pesada de gordura. Bíblia de Estudo NVI Vida.
11, 16 como alimento oferecido ao Senhor (NVI; ARA: manjar da oferta queimada ao Senhor). O Antigo Testamento insiste em afirmar que Deus supre o homem com alimentos e não vice-versa (Gn 1.19; Sl 50.12-14). Portanto, esse comentário deve ser entendido de maneira figurada, que Deus se agrada do sacrifício oferecido pela fé (cf Hb 11.4), tal como as pessoas apreciam os alimentos. Bíblia de Genebra.
Os sacrifícios israelitas não eram “alimentos para os deuses” (em contraposição com outras culturas antigas; v. Ez 16.20; cf Sl 50.9-13), mas às vezes eram chamadas metaforicamente de “manjar” (21. 6, 8, 17, 21; 22:25) no sentido de serem presentes para Deus, que os aceitava com grande prazer. Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 uma cabra. Neste caso, o procedimento era o mesmo dos outros sacrifícios. A imposição da mão, a imolação e a aspersão do sangue seguiam um padrão regular. A gordura era cuidadosamente removida e queimada sobre o altar com os rins do animal. CBASD, vol. 1, p. 782.
17 gordura nenhuma nem sangue jamais comerás. A gordura dos animais sacrificados pertencia a Deus (v. 3). Comer sangue significa comer carne cujo sangue não foi drenado (1Sm 14.33). A razão teológica para essa proibição é dada em 17.11. Bíblia de Genebra.
Quando Deus permitiu que as pessoas comessem carne, Ele não permitiu que consumissem o sangue, que representa a vida (Gn 9:4). … Drenar o sangue mostra respeito por Deus e pela vida que Ele criou (compare Êx 20:13). Somente o Criador tem o direito de utilizar sangue. Contudo, como exemplo, Ele ordenou que sempre fosse drenado dos sacrifícios animais e vertidos na parte exterior do altar, de forma que ele não subia na fumaça como parte de Sua “comida”. Andrews Study Bible.
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“Se a oferta de alguém for sacrifício pacífico, se a fizer de gado, seja macho ou fêmea, oferecê-la-á sem defeito diante do Senhor” (v.1).
Os sacrifícios pacíficos eram sacrifícios voluntários, uma espécie de oferta de gratidão. Poderiam, também, ser uma oferta votiva, ou seja, para o cumprimento de algum voto feito pelo adorador a Deus. Em todo caso, havia um coração grato e feliz por trás de cada sacrifício pacífico. Mas é necessário e muito importante que compreendamos a ordem das ofertas mencionadas desde o primeiro capítulo deste livro. Em primeiro lugar, Deus inspirou Moisés a escrever sobre os holocaustos, as ofertas que precisavam ser completamente queimadas; símbolo de uma vida inteiramente entregue a Deus e morta para o pecado. Depois, temos as orientações acerca das ofertas de manjares; símbolo de uma vida missionária cheia do Espírito Santo. E então, temos os sacrifícios pacíficos; símbolo da alegria e do amor que o verdadeiro adorador tem pelo Senhor.
Sabem, amados, é muito fácil nos perdermos na leitura da Bíblia porque simplesmente não entendemos os detalhes ali contidos. O capítulo de hoje é um exemplo disso. É a gordura das entranhas que precisa ser queimada, é “o redenho sobre o fígado com os rins” (v.4) que precisam ser tirados; e acabamos perdendo o principal, que é o desejo do Senhor em nos instruir através de Sua preciosa Palavra. O conhecimento teológico é importante e é válido, mas ele não pode jamais estar acima do conhecimento relacional com o Deus da Palavra. Tem você ouvido a voz de Deus através do estudo diário da Bíblia? Seu coração arde ao entrar em contato com o Livro dos livros? Você tem oferecido a Cristo a oferta pacífica da comunhão diária com Ele?
Percebam que os sacrifícios, além de suas especificações sobre como deveriam ser oferecidos, também havia a clara ordenança de que não poderiam apresentar qualquer tipo de defeito. Nenhuma mancha ou deformidade física poderia haver. Deveriam ser “sem defeito diante do Senhor” (v.1). Se fôssemos analisar essa exigência olhando para nós – que precisamos apresentar diante do Senhor uma vida sem defeito algum – poderíamos agora mesmo entrar em desespero. Mas nós somos convidados, meus irmãos, a ofertar ao Senhor a nossa vida “olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hb.12:2). Como Davi, podemos ofertar ao Senhor a nossa vida escondida em Cristo e, pela fé, declarar: “Pois tudo vem de Ti, e das Tuas mãos Te damos” (1Cr.29:14).
Parece até clichê dizer que Jesus é o supremo sacrifício pacífico, pois Ele Se entregou por nós, e fez isso por amor e pela alegria em nos salvar. Parece que a mensagem da cruz foi substituída pelo “status” da luz. As pessoas não vão mais à igreja em busca de uma decisiva mudança de vida, mas atraídas pelos holofotes de uma adoração emocional e rasa. Troquem as músicas apelativas pela oração e pela súplica, e as pregações covardes por um cortante e assertivo “assim diz o Senhor”, então veremos genuínas conversões como sacrifícios pacíficos “de aroma agradável ao Senhor” (v.5). Enquanto estivermos lidando com o pecado como se fosse algo pequeno, quando ele cobra de cada um de nós um preço fatal, continuaremos aqui neste mundo, tendo aparência de piedade, mas sem poder algum.
Amados, a chama do Espírito Santo precisa aquecer o nosso coração todos os dias, e, pela justiça de Cristo, consumir toda a escória do pecado e nos tornar ofertas pacíficas a Deus. Não adianta termos o título de cristãos se Cristo não for o primeiro e o último em nossa vida. Em nome de Jesus, lembremos das palavras inspiradas de Davi: “Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus” (Sl.51:17). Não espere um reavivamento coletivo enquanto você mesmo não o busca. Moisés precisou de quarenta anos na solidão entre as ovelhas até que Deus o capacitasse para a missão de liderar Israel. Não limite a atuação do Espírito Santo a um culto de uma hora na igreja. Se você não O buscar todos os dias na solidão de seu retiro de comunhão, como espera reconhecer a Sua voz quando Ele finalmente lhe chamar para a missão?
O Espírito do Senhor apela ao seu coração, hoje, para que você persevere na oração e no estudo das Escrituras. Que nada seja mais importante em sua vida do que a comunhão com Seu Pai e Amigo. Conhecer a Deus e a Jesus é vida eterna (Jo.17:3). E esse conhecimento só pode ser obtido mediante uma vida de relacionamento com Deus, que permite a ação constante e transformadora do Espírito Santo. Portanto, “quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt.6:6).
Nosso amado Pai, entregamos em Tuas mãos a nossa vida, como oferta voluntária e pacífica, em reconhecimento de quem Tu és e do que tens feito por nós! Mas o que temos a te oferecer é um coração podre, Senhor, que para nada presta, a não ser que seja miraculosamente trocado por um novo coração. Nós cremos que o Teu Espírito pode realizar esse milagre e nós suplicamos que Ele realize essa cirurgia cardíaca espiritual em nós! Abre os nossos olhos para a realidade de que todos somos miseráveis, infelizes, pobres, cegos e nus, por isso necessitamos da justiça de Cristo. Seja Cristo a nossa Justiça, Pai, então, seremos aceitos por Ti no Amado. Nós Te amamos e aguardamos com esperança o Teu retorno! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, ofertas pacíficas ao Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Levítico03 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LEVÍTICO 3 – Existe harmonia no Pentateuco. Perceba que “o livro de Êxodo concluiu com a construção do tabernáculo (Êx 35-40), mas permanecia uma questão: Como o povo de Deus deveria adorá-lO nessa estrutura? O livro de Levítico foi escrito para tratar desse interesse chave. A revelação divina foi dada a Moisés durante o período de 50 dias entre a montagem do tabernáculo na base do Monte Sinai e a partida do povo rumo à Terra Prometida”, informa-nos Steve J. Lawson.
A oferta pacífica realizada com gado miúdo indica que a paz que o pecador desfruta dá-se pelo sacrifício de Cristo, O qual pagou terrível preço de fogo para livrar-nos do lago de fogo (Apocalipse 20:15).
Jesus é o Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo para salvar-nos (Apocalipse 13:8). Ele deu Sua inocente e justa vida para resgatar e restaurar pecadores miseráveis; tal gesto esteve ilustrado na chamada “oferta de comunhão” (Levítico 3:1). A religião bíblica não está desprovida de racionalidade, nem de sentimentos positivos. O perdão oferecido por Deus através do sacrifício de Cristo promove indescritível paz, alegria e satisfação quando o pecador participa da comunhão restabelecida com o Criador (1 Pedro 1:3-9).
A oferta de paz era celebração pelas graças alcançadas por Deus em que o crente celebrava diante dEle e dos irmãos da fé, ao redor da mesa da comunhão.
A oferta de paz visava promover satisfação ao coração carregado de pecados, aflito pelos sentimentos de culpa. Essa oferta comemora o precioso significado do sangue de Cristo, o qual é a própria paz no coração liberto das garras do pecado (Efésios 2:4).
A oferta pacífica convidava ao relacionamento restaurado com Deus e com os irmãos, resultava da verdadeira satisfação no coração perdoado. Atualmente, o ofertante fiel, comprometido, instruído e piedoso experimenta o doce sentimento da paz que o mundo não pode dar (João 14:27; 16:33).
É através do Príncipe da Paz (Isaías 9:6) que podemos desfrutar do perdão e da reconciliação com Deus.
A essência da redenção consiste da gratidão do adorador estar em paz com o Criador, com o ser humano e consigo mesmo. O preço para obter tal paz está no sangue derramado de Cristo, sacrificado por nós!
Portanto, entregue-nos Àquele que sacrificou-Se por nós! Alegremo-nos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.