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Texto bíblico: LEVÍTICO 12 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/12
Após a “queda” (Gênesis 3), todos os seres humanos passaram a ser mortais e sujeitos à morte por causa do pecado (Romanos 6:23). Certas coisas, chamadas de “impuras”, estavam associadas com o ciclo nascimento-morte. Estas incluíam sangue, sêmen e outros fluídos de órgãos reprodutivos, pele em deterioração [lepra] e, por fim, cadáveres. Estas coisas não eram, necessariamente, impuras em si, mas se enquadravam numa categoria que enfatizava o estado físico de pecaminosidade que termina em morte. Portanto, a impureza deveria ser separada das coisas sagradas. Nos dias de hoje, quando o santuário terrestre não existe mais, o ritual de purificação é desnecessário. No entanto, o registro do sistema de purificação do santuário nos ensina ainda hoje a respeito da natureza de nossa relação com Deus.
Após o parto, a mãe sangrava por várias semanas, tornando-a impura nesse período. Talvez pelo fato de uma menina poder nascer com sangue em sua área genital, nesse caso a mãe levaria a impureza da bebê por duas vezes mais tempo do que se tivesse um menino. A ênfase aqui na impureza do sexo feminino não significa uma desvalorização das mulheres em relação aos homens, os quais poderiam também ter muitas impurezas (Lv 15). Para completar sua purificação, a mãe tinha que oferecer sacrifícios, incluindo uma “oferta pelo pecado.” Este termo é melhor traduzido como “oferta de purificação”, porque ela não havia cometido um ato de pecado e não precisava de perdão.
Roy Gane
Andrews University, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/12
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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704 palavras
1 Disse mais o Senhor. O capítulo precedente trata da impureza ocasionada pelo contato com várias criaturas “imundas”. Os capítulos 12 a 15 lidam com a impureza pessoal, tanto física quanto cerimonial, que não envolve transgressão moral. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 820.
2 imunda (ARA; NVI: impura). A impureza provinha do sangramento (v. 4, 5, 7), e não do nascimento. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O fluxo de sangue depois do parto tornava uma mulher imunda (vs. 4-5, 7). A perda de sangue poderia levar à morte, o que ilustra a relação da impureza com a morte ou com a ameaça de morte (caps. 11-16, nota). Biblia de Genebra.
Deus abençoou a reprodução humana ao dizer: “Sejam férteis e multipliquem-se!” (Gn 1:18, NVI). Essa bênção continuou sendo válida após a queda em pecado (Gn 9:1), mas porque o pecado resulta em morte (Rm 6:23), cada novo nascimento é mortal(Rm 5:12). Ao chamar de “impuros” os aspectos masculinos e femininos da reprodução humana que envolvam fluxos de sangue ou de sêmen de órgãos genitais (menstruação, emissão noturna e relação sexual [veja tb Lv 15; Dt 23:10-11], assim como o próprio nascimento, Deus não está condenando esses eventos como pecado [ou pecaminosos] – são coisas simples que precisam de rituais para tratar com elas. Andrews Study Bible.
4 do seu sangue. Os seis primeiros dias após o parto eram críticos para a mãe, pois havia considerável perda de sangue. Depois de uma semana, considerava-se que a crise havia passado. Durante 33 dias, a mãe não podia ir ao santuário ou participar de cerimônias religiosas. Não devia assistir a qualquer cerimônia pública [ver razão no comentário do v. 7]. Era a mãe, e não a criança considerada impura. CBASD, vol. 1, p. 820.
5 Sendo que havia perda de sangue no nascimento de uma criança, aplicavam-se as leis da purificação, 15.16-18. Biblia Shedd.
O texto não explica por qual razão o nascimento de uma filha tornava a mãe duas vezes mais imunda do que o nascimento de um filho. Talvez uma filha, como uma mãe em potencial, estivesse mais sujeiTa à impureza do que um filho. Biblia de Genebra.
A razão para um período de impureza maior mais longo do que no caso do nascimento de menino não é dada aqui e em nenhum outro lugar. CBASD, vol. 1, p. 820.
O fato de que as mulheres se tornavam mais impuras do que os homens não as desvaloriza enquanto pessoas; elas simplesmente desempenham um papel especial na reprodução. Andrews Study Bible.
6 por holocausto. Não era a mãe que devia oferecer o sacrifício. Ela apenas deveria levar a oferta ao tabernáculo e entregá-la ao sacerdote, que a oferecia em seu lugar. Ela também levava uma oferta pelo pecado que o sacerdote oferecia por ela. … Na ocasião do nascimento, parece haver uma ênfase intencional mínima sobre o pecado, e a oferta exigida era simplesmente um sacrifício simbólico. Não havia confissão ou imposição de mãos. CBASD, vol. 1, p. 820.
7 fazer propiciação por ela… que ficará pura. A mãe precisava de “expiação” no sentido de remover sua impureza, mas ela não precisava de perdão (contraste com 4:26, 31), porque ela não havia pecado ao dar à luz um filho. Andrews Study Bible.
7 ela será purificada. Nos tempos antigos, as mulheres não tinham muita alegria na vida. Elas faziam a maior parte no trabalho árduo que cabia aos homens. Isso ainda acontece em muitos países, onde tanto o trabalho de casa quando o de campo são feitos pelas mulheres. Dava-se pouca consideração por ocasião do parto e, na verdade, elas eram tratadas de modo desumano, conforme o costume. Foi sob tais condições que Deus fez provisão para as mães de Israel, prescrevendo-lhes um período de relativo repouso e isolamento durante algumas semanas. elas deviam desfrutar repouso e calma, enquanto recuperavam as forças. As normas do parto neste capítulo mostram o terno cuidado de Deus pelas mães. As mulheres, com certeza, ocupam um lugar de honra no plano de Deus. Algumas se tornaram líderes e outras, profetizas. Através das provações da vida receberam o cuidado protetor de Deus e foram convidadas a levar a Ele suas perplexidades (ver DTN, 512). Todos devem dar às mães a devida honra. CBASD, vol. 1, p. 820, 821.
8 se as suas posses não lhe permitirem… duas rolas ou dois pombinhos. A mais célebre das ofertantes pobres é a própria mãe de Jesus, Lc 2.24. Bíblia Shedd.
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“[…] esta é a lei da que der à luz menino ou menina” (v.7).
A lei instituída por Deus a Israel acerca da purificação da mulher depois do parto dá sequência às leis de saúde. Os prazos diferentes de acordo com o sexo do bebê, porém, são a maior causa de dúvidas quanto a este capítulo. Não se sabe ao certo o porquê da diferença entre o nascimento de um menino ou de uma menina exigir da mãe prazos divergentes de purificação: 40 dias para menino e 80 dias para menina. Alguns dizem que era porque o menino era circuncidado e a menina precisava, portanto, de um período maior de purificação. Outros afirmam que era devido ao sexo masculino ser mais valorizado naquela época. Contudo, uma coisa é certa: se foi uma lei estabelecida por Deus, havia um amoroso objetivo e uma recompensa em seu fiel cumprimento.
De acordo com a medicina, o puerpério é um período em que a mulher passa por alterações tanto físicas quanto psicológicas, até que recupere a sua condição anterior à gravidez. O período em que a mãe ficava somente em função de seu bebê a mantinha mais protegida contra enfermidades, dado o seu sistema imunológico estar mais vulnerável (lembrando que naquela época não se tinha os recursos que temos hoje, como hospitais, medicamentos ou absorventes). Este período puerperal promovia também a construção de fortes laços entre a mãe e o bebê, além de proporcionar o descanso necessário para a total recuperação pós-parto. Creio que estas tenham sido as principais finalidades desta ordem de Deus, o Médico dos médicos.
Muitas vezes não compreendemos os desígnios do Senhor, e outras vezes nos parecem loucura. Questionamos o Senhor e procuramos justificar nossas atitudes com nossa própria noção do que seja certo ou errado. Contudo, a lógica humana é infinitamente aquém da sabedoria divina. Certamente, o objetivo principal da criação de tal lei foi a preservação da vida da mãe e do bebê e mais uma forma do Senhor fazer distinção entre o limpo e o imundo. Deus não está preocupado em que busquemos desvendar os motivos para tal ordem, e sim, que pelo poder da Sua Palavra, sejamos santificados. Que possamos perceber em cada ordem divina o Seu amor ali impresso. Que em cada relato possamos enxergar o Seu cuidado para com a nossa vida.
Este sempre será o real objetivo de Deus para com a humanidade: amar para salvar! Assim como Ele desejava preservar a vida dos filhos do Seu povo Israel e purificá-los desde o nascimento, Ele deseja preservar e purificar o Israel de Deus dos últimos dias. Foi pensando no bem-estar das mulheres e das crianças que Ele estabeleceu tal lei. O salmista Davi escreveu: “Os Teus olhos me viram a substância ainda informe, e no Teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda” (Sl.139:16). Se Deus olhou para nós quando ainda nem éramos um ser formado, quanto maior cuidado Ele não tem quando iniciamos a nossa vida neste mundo?
Que muito acima de leis e estatutos, possamos enxergar o amor de um Deus que se preocupa conosco nos mínimos detalhes. Que o nosso “eu acho” se curve perante a majestade do “EU SOU”, Aquele que nos criou e age para o nosso próprio benefício conforme as nossas necessidades.
Querido Deus, nosso Pai amado, é tão lindo perceber o Teu amor e a Tua misericórdia para com a nossa vida! O Senhor pensou em cada detalhe e o Teu Espírito é quem nos ajuda a olhar para as Tuas leis e orientações com reverente assentimento e colocá-las em prática com voluntária obediência. Ó, Senhor, nosso Deus, obrigado porque não levas em conta o tempo da ignorância! Mas que cada página da verdade que se abre para nós, nos seja uma bênção que nos aproxime ainda mais de Ti! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, filhos e filhas do Pai Celestial!
Rosana Garcia Barros
#Levítico12 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LEVÍTICO 12 – O cuidado de Deus para com Seus filhos sofredores neste mundo tenebroso é surpreendente. Suas orientações revelam Seu caráter, o quanto conhece nossa fragilidade e dor, além de agir visando aliviar nossas situações traumáticas.
O pecado contaminou a humanidade holisticamente, em todos os seus aspectos. O Criador, conhecendo detalhes de Suas preciosas criaturas, Se preocupa com o bem-estar delas em situação precária (no deserto).
Há quem questiona o caráter de Deus pelo fato da mulher que gerasse menina precisar de mais tempo para purificar-se; partindo daí, críticos alegam que Deus e a religião bíblica sejam machistas. Entretanto, tais críticos parecem ignorar a circuncisão dos meninos – pior que as orientações em relação ao nascimento das meninas. Na verdade, o ser humano vem tentando acusar a Deus para manchar Seu caráter desde que Adão justificou sua desobediência no Éden: “A mulher que ME DESTE por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi” (Gênesis 3:12).
Interessante que Deus, bondosa e graciosamente, indicou que a salvação do homem viria através do descendente da mulher, não do homem (Gênesis 3:15). Assim, nem no passado nem atualmente a relação sexual seja imoral ou pecaminosa, como também não é pecado o parto; contudo, a mulher foi orientada a purificar-se, a fim de prover ensinamentos importantes. “Deus havia abençoado a reprodução humana ao dizer: ‘Sede fecundos, multiplicai-vos’ (Gn 1:28). Tal bênção continuou a ser concedida após a queda no pecado (Gn 9:1). Como, porém, o pecado resulta em morte (Rm 6:23), cada nova criança que nasce é mortal (Rm 5:12). Ao chamar de ‘imundos’ os aspectos masculinos e femininos da reprodução humana que envolvem fluxo de sangue ou sêmen dos órgãos genitais (menstruação, polução noturna e relação sexual [ver também Lv 15; Dt 23:10, 22], bem como o nascimento), Deus não está condenando esses eventos, nem os classificando como pecado. Simplesmente eram coisas que necessitavam de rituais de limpeza”; além disso, “o fato de as mulheres ficarem impuras por mais tempo do que os homens não as desvalorizava como pessoa; elas desempenhavam um papel especial na reprodução” (Comentário Bíblia Andrews).
Quando Jesus nasceu, Ele e Sua mãe submeteram-se a estes rituais, cuja oferta revela a pobreza da família messiânica (Lucas 2:22-24). Jesus veio para purificar-nos e salvar-nos da imundícia do pecado! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: LEVÍTICO 11 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/11
Levítico 11 descreve animais limpos em oposição a animais impuros. Enquanto Deus permite o consumo de animais limpos, foi com a especificação de que o sangue seja removido. Esta prática geralmente não é seguida hoje. Assim, levanta questões sobre a saúde de todos os alimentos cárneos.
Os Adventistas do Sétimo Dia historicamente recomendam o abandono da carne impura como um requisito para o batismo na igreja, baseado principalmente neste capítulo em Levítico. Ellen White também incentiva uma dieta vegetariana baseada em vegetais. Observe esta declaração do Manuscrito 156, 1901, parágrafo 35:
“Ao chegar a mensagem aos que não haviam ouvido a verdade para este tempo, eles vêem que se precisa efetuar uma grande reforma em seu regime alimentar. Vêem que devem abandonar os alimentos cárneos, porque os mesmos suscitam a sede das bebidas alcoólicas, e enchem o organismo de moléstias. … O Senhor dará sabedoria a Seu povo para preparar daquilo que a terra proporciona, alimentos que tomem o lugar da carne. Combinações simples de nozes e cereais e frutas, preparadas com sabor e habilidade, [serão vistas como proveitosas pelos descrentes]. Conselhos sobre o regime alimentar, p. 268.4} [trecho em tradução livre]”
Ao refletir sobre a comida que você coloca na mesa todos os dias, que tudo seja para a “glória de Deus”. (1Cor 10:31)
Norman e Joelle McNulty
Dr. Norman é neurologista e ancião da IASD Hohenwald
Joelle é mãe de três filhas pequenas e professora do Rol do Berço
Lawrenceburg, Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/11
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1945 palavras
1-47 A distinção entre limpo e impuro era conhecida antes do Sinai (Gên. 7:2; 8:20). Aqui ela é dada enquanto parte das regulamentação da alimentação e saúde de Israel. Veja também Deut. 14:3-21. As leis de Lev. 11 sobre animais limpos e imundos [não limpos] introduzem a segunda principal seção de Levítico, na parte que trata com sacrifício, expiação e justificação. A colocação dos itens alimentares nesta seção sugere que santidade não é somente um estado espiritual. Passagens bíblicas mostram que existem dois tipos de impureza: a permanente ou natural (veja por exemplo Gên. 7:2, 3; Lev. 11:13-19; compare com Deut. 14:12-18; Lev. 20:25-26), e a adquirida ou temporária/cerimonial (veja, por exemplo, Lev. 11:40; 12:1-8; 15:1-33). A impureza de animais não limpos para servirem de comida em Lev. 11 não é contagiosa. Nenhuma provisão é feita na Bíblia para remover este tipo de impureza (Andrews Study Bible).
2 animais que comereis. Este capítulo trata das impurezas dos animais enquanto que os capítulos 12-15 se referem a impurezas de origens humanas (Andrews Study Bible).
O cap. 11 tem um paralelo muito próximo em Dt 14.3-21, mas é mais amplo. … A distinção entre alimentos puros e impuros remontava aos dias de Noé (Gn 7.2). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Os princípios apresentados neste capítulo foram estabelecidos por Deus para proteger aqueles que O amam e escolheram servi-Lo, contra o uso de alimentos nocivos que podem prejudicar o organismo. Em alguns exemplos, não é possível identificar os animais aqui nomeados. Nota-se que há dúvida quanto a isso. No entanto, algum grau de incerteza não chega a ser um problema intransponível para o cristão que propõe em seu coração não contaminar o templo de Deus e que deseja fazer tudo para a Sua glória (1Co 10:31). Para essa pessoa, os princípios aqui apresentados são suficientes. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, vol. 1, p. 814.
3 unhas fendidas. Esta passagem estabelece as diferenças entre os animais permitidos (“limpos”) e proibidos (“imundos”) de acordo com sua estrutura física, comportamento ou modo de se moverem, de maneira que o povo facilmente os identificasse. Comparar v. 9, com respeito aos peixes (“barbatanas e escamas”) e v. 20, sobre insetos voadores (“anda sobre quatro pés”) (Andrews Study Bible).
4 vos será imundo. Todo animal foi criado “bom” (Gên. 1). Mas aqui “imundo” ou “impuro” significam que aos humanos não é permitido comê-los (Andrews Study Bible).
As criaturas listadas aqui como “imundas” são, do ponto de vista higiênico, impróprias como alimento (DTN, 617; T2, 96; ver Gn 9:3). CBASD, vol. 1, p. 814.
6 a lebre. Cientificamente falando, a lebre não rumina porque não é equipada para isso, mas mastiga o alimento de tal modo que parece estar mastigando […] mas é imunda porque não tem as unhas fendidas. CBASD, vol. 1, p. 815.
Os movimentos muito evidentes da mastigação do coelho [e da lebre] levaram-no a ser popularmente classificado com os ruminantes. Bíblia de Estudo NVI Vida.
rumina. Não se considera aqui o problema da precisão científica, pois as Escrituras usam a linguagem do povo de sua época. No modo de pensar das pessoas da época, a lebre ruminava. Quando dizemos que o sol “se põe”, ninguém considera ser um erro científico, pois estritamente falando, o sol jamais se põe. […] A Bíblia não deve ser criticada por usar expressões comuns à época de sua escrita (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).
7 o porco. De todos os animais proibidos pela lei, o porco era considerado o mais imundo (ver Is 65:3; 66:17). Não cabe aqui discutir extensamente como é nocivo ingerir a carne de porco. Para o cristão, é suficiente enfatizar a atitude de Deus em relação a isso. Deve haver algo muito nocivo sobre o uso da carne de porco ou Deus não falaria como Ele falou. Ele criou o porco e sabe tudo sobre esse animal, e, por saber, proíbe seu uso como alimento. Cristo não tinha os porcos em alta conta ou não teria permitido a destruição de dois mil deles (Mt 8:31, 32; Mc 5:13). […] Dois homens foram curados mental e fisicamente, mas à custa de dois mil porcos. Cristo valorizou mais as pessoas; os homens, no entanto, pensavam o contrário. Embora muitos possam considerar a carne do porco como aceitável na dieta, Deus a desaprova para esse fim. Deus não muda (Ml 3:6); e é certo que os porcos não mudaram sua natureza. É bom seguir o conselho divino (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).
8 Deus proibiu estritamente comer da carne de certos animais “impuros”. Para tornar isso bem claro, ele proibiu até que fossem tocados. Ele queria que Seu povo fosse separado dessas coisas que ele havia proibido. Muitas vezes nós flertamos com a tentação, racionalizando que ao menos nós estamos tecnicamente guardando os mandamentos de não cometer pecado. Mas Deus quer que nos separemos totalmente de todo o pecado e de situações tentadoras. Life Application Study Bible.
13 Das aves. Nenhuma regra geral é dada para distinguir as aves limpas das imundas. As vinte mencionadas levam a inferir que todas as outras são permitidas. Alguns comentaristas creem que a lista de vinte não pretende ser exaustiva, mas refere-se apenas àquelas aves conhecidas dos hebreus. O quebrantoso e a águia marinha. Estas aves são predadoras e, portanto, inaceitáveis como alimento (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).
14 segundo a sua espécie. Esta expressão indica todos os membros dos tipos básicos, dos quais somente um é mencionado (ver v. 15, 16, 22) (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).
22 Os insetos aqui mencionados eram usados como alimento nos tempos antigos, assim como ainda o são hoje no Oriente. Eram preparados de várias formas. Geralmente eram lançados ainda vivos em água fervente, com sal, e a cabeça, asas e pernas eram tiradas. Depois eram assados, tostados, cozidos ou fritos para uso imediato, ou então eram desidratados, defumados, e armazenados. Eram comidos com sal, especiarias e vinagre. Em alguns mercados orientais, hoje, locustas [animal parecido com gafanhoto] secas são vendidas por peso ou porções amarradas em maço (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).
23 todos os outros insetos que voam. O fato de muitos insetos serem transmissores de doenças é motivo para o cuidado escrupuloso que se deve ter após o contato com eles (v. 23-25) (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).
25 será impuro. Para poder adorar, o povo deveria estar preparado. Alguns atos de desobediência, alguns atos naturais (como o nascimento, menstruação ou sexo), ou alguns acidentes (como tocar um morto ou alguém doente) fariam uma pessoa cerimonialmente impura e, portanto, proibida de participar de adoração. Isso não implicava que havia pecado ou havia sido rejeitada por Deus, mas garantia que toda adoração era feita decentemente e em ordem. Este capítulo descreve muitas das ocorrências intencionais ou acidentais que desqualificariam uma pessoa para a adoração até que ela fosse “limpa”. Uma pessoa deveria estar preparada para a adoração. De modo análogo, não podemos viver de qualquer maneira durante a semana e depois corrermos para a adoração…Devemos preparar-nos através do arrependimento e purificação. Life Application Study Bible.
27 Completamente sem casco, como o gato, o cachorro, etc. Bíblia Shedd.
36 fonte ou cisterna… será limpa. Tal fonte de pureza não poderia ser contaminada. Este princípio explica do porque Jesus podia tocar pessoas impuras sem se contaminar (Mat. 8:3; Lucas 8:43-48); Ele era uma fonte de pureza (Andrews Study Bible).
39 Se morrer algum dos animais que vos é lícito comer. A proibição contra tocar um cadáver se aplica também à carcaça de animais cuja carne podia ser comida (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).
40 quem do seu cadáver comer. Daqui se infere que alguém poderia comer a carne de um animal que morresse por si mesmo. A lei proibia estritamente que se usasse a carne de um animal despedaçado por feras no campo (Êx 22:31). Os sacerdotes não podiam comer nada que morresse por si mesmo ou que fosse despedaçado por outros animais (Lev 22:8). No entanto, podia haver casos em que a carne era comida, talvez por ignorância ou por necessidade econômica. Como essa atitude se tornava uma questão de impureza cerimonial, havia um ritual de purificação. A proibição contra ingerir o que havia sido despedaçado por feras se devia, sem dúvida, ao fato de o sangue permanecer na carcaça, sem ser escoado (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).
41 abominação. Heb sheqec. Tudo aquilo que é ofensivo a Deus e contrário ao Seu plano de proporcionar ao povo escolhido uma vida agradável a Ele… Não se proíbe nenhuma qualidade de frutas ou de vegetais. Bíblia Shedd.
44 É muito significativo para se entender as relações do povo de Israel com Deus, que o motivo para não se comer aqueles alimentos não era um tabu baseado no medo, antes era um desejo de honrar a Deus, cuja mão era vista na história nacional. A obediência àquelas regras os separava para o serviço de Deus, para assim os tornar o povo santo com quem o Senhor habitava. Bíblia Shedd.
44, 45 sereis santos, porque Eu sou santo. Os israelitas deveriam imitar a santidade de Deus, que não se mistura com impureza. Daniel e seus amigos obedeceram a esta ordem divina evitando uma alimentação impura, mesmo quando estavam longe do templo, e Deus, em resultado, os abençoou (Dan. 1:8-20). A distinção básica entre animais permitidos e proibidos, que Noé conhecia muito antes de Israel existir (Gên. 7:2, 8; 8:20), é atemporal, ao invés de ser limitada a regulamentações cerimoniais destinadas a proteger a santidade do santuário/templo (Andrews Study Bible).
A palavra “santo” significa “separado” ou “colocado à parte”. Somente Deus é intrinsecamente santo. Por natureza, ele é majestoso, tremendo e puro. … Jesus Cristo, o Mediador da nova aliança (Hb 8:6; 9.15; 12.24), também requer a perfeição (Mt 5.48). Mas ele provê santidade ao novo Israel mediante o Seu perfeito sacrifício, que removeu, para sempre, os pecados do seu povo (Hb 9-10), como também por intermédio do Seu Santo Espírito, que inscreve as leis morais de Deus em seus corações (2Co 3.3; cf Jr 31.31-34). Sem essa santidade, ninguém verá a Deus. Bíblia de Genebra.
Há uma íntima ligação entre a santidade e os hábitos de alimentação; portanto, santidade inclui obediência às leis de Deus que se relacionam ao ser físico (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1).
A santidade é o tema principal de Levítico, e soa como um refrão (em várias formas) pelo livro inteiro (e.g., v. 45; 19.2; 20.7, 26; 21.8, 15; 22.9, 16, 32). A palavra “santo” aparece muito mais vezes em Levítico que em qualquer outro livro da Bíblia. Israel devia ser totalmente consagrado a Deus. A santidade devia ser manifestada em todos os aspectos da sua vida, de tal maneira que toda a vida tivesse uma certa qualidade cerimonial. Por causa de quem Deus é e do que ele tem feito (v. 45), Seu povo deve dedicar-se plenamente a Ele (cf Mt 5.48). V. Rm 12.1. Biblia de Estudo NVI Vida.
Existe mais neste capítulo que somente comer adequadamente. Estes versos provem uma chave para entender todas as leis e regulamentos em Levítico. Deus queria que Seu povo fosse santo (colocado à parte, separado, diferente, único), como Ele é santo. Ele sabia que havia somente duas opções: ser separado e santo ou estar comprometido com seus vizinhos pagãos e se corromper. Essa é a razão deles terem sido chamados para fora do idólatra Egito e estabelecidos à parte como uma nação única, dedicada a adorar somente a Ele e a viverem de maneira moral. Essa também é a razão porque Ele lhes concedeu leis e restrições para ajudá-los a se tornarem separados – socialmente e espiritualmente – dos povos pagãos que encontrariam em Canaã. Os cristãos também são chamados a serem santos (1 Pe 1:15). Semelhantemente aos israelitas, nós devemos nos manter espiritualmente separados da impiedade do mundo, mesmo vivendo e até esbarrando com não crentes todos os dias. Não é tarefa fácil ser santo em um mundo não santo, mas Deus não nos pede que façamos isso por nossas próprias forças. Através da morte de Seu Filho, Ele irá “apresentá-los diante dele santos, inculpáveis e livres de qualquer acusação” (Cl 1:22, NVI). Life Application Study Bible.
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“Eu sou o Senhor, que vos faço subir da terra do Egito, para que Eu seja vosso Deus; portanto, vós sereis santos, porque Eu sou santo” (v.45).
Sem dúvida, este capítulo apresenta um dos assuntos bíblicos mais polêmicos: a diferença entre animais puros e animais imundos. O Senhor fez distinção entre os animais que se podem comer e aqueles que são impróprios para o consumo humano. Quando retornamos ao relato da criação, em Gênesis 1:29, vemos que o plano original do Criador era que o ser humano tivesse uma dieta totalmente vegetariana. Porém, após o dilúvio, não havia vegetação, e o Senhor permitiu que Noé e sua família incluíssem a carne em sua dieta (Gn.9:3). Mas, antes mesmo dos animais entrarem na arca, Deus fez diferença entre os limpos e os imundos (Gn.7:2). A lei sobre animais limpos ou imundos, portanto, não é uma nova lei, mas um reforço de uma lei que já existia.
Como podemos, hoje, saber se esta lei permanece válida ou não? Digamos que você tenha que se submeter a uma cirurgia. Quais são as carnes que o médico prontamente proíbe na recuperação pós-cirúrgica? Carne de porco e seus derivados, frutos do mar e peixe de couro. Não é assim? Existe uma lógica em tal prescrição. Estas carnes são potencialmente inflamatórias, e Deus, em Sua infinita sabedoria, já nos tinha deixado orientações para que delas nos abstenhamos. Não são alimento, mas abominação: “Ser-vos-ão, pois, por abominação; da sua carne não comereis e abominareis o seu cadáver” (v.11). A nutrição de Seu povo é importante para Deus, pois, como nosso Criador, Ele sabe bem como o que comemos tem influência direta sobre a nossa mente.
Assim como o apetite foi usado no Éden para a queda de Adão e sua mulher, Satanás usou da mesma estratégia na primeira tentação de Cristo no deserto: “Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães” (Mt.4:3). A diferença foi que a vitória provisória que o inimigo teve no Éden não pôde se repetir no deserto da tentação. Ali, o nosso Salvador venceu para que com Ele participemos de Sua vitória. Chegando ao fim de Seu ministério terrestre, Jesus orou por nós e nos deixou o protocolo da santidade: “Santifica-os na verdade; a Tua Palavra é a verdade” (Jo.17:17). Deus nos deixou a Sua Palavra escrita para que por ela fôssemos santificados. No capítulo de hoje, Ele nos diz: “Eu sou o Senhor, vosso Deus; portanto, vós vos consagrareis e sereis santos, porque Eu sou santo” (v.44). E o fato de o Senhor associar alimentação com santidade nos deixa um recado bem claro, vocês não acham?
Existe um abismo intransponível entre a pureza e a impureza; entre a vontade de Deus e a nossa própria vontade. Cristo mesmo disse: “A Minha comida consiste em fazer a vontade dAquele que Me enviou e realizar a Sua obra” (Jo.4:34). Quando desafiamos a vontade de Deus para satisfazer o nosso próprio apetite, estamos corrompendo o templo do Espírito Santo (1Co.6:19). Mais do que qualquer médico, o Médico dos médicos deseja que você e eu tenhamos vida e vida em abundância (Jo.10:10). A frase que diz que “somos o que comemos” resume bem a nossa reflexão de hoje. Esta “máquina” incrível que é o corpo humano pode ter o seu “prazo de validade” prolongado de forma útil se seguirmos as sábias orientações de Deus. A saúde, na verdade, é só um resultado do principal objetivo: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31).
Lembremos de Daniel, que decidiu “firmemente não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia” (Daniel 1:8). E a Bíblia diz que, além dos benefícios físicos, ele e seus três amigos foram considerados “dez vezes mais doutos” do que qualquer dos sábios do reino (Dn.1:20). E Daniel foi dotado de uma excelência espiritual tão extraordinária, que Deus lhe conferiu “inteligência de todas as visões e sonhos” (Dn.1:17). Percebem, amados? Há uma ligação lógica e inseparável entre a mente e o corpo. O Espírito Santo fala conosco através da nossa mente. É nela que acontece o grande conflito que definirá o nosso destino eterno. Logo, um corpo saudável possui uma mente mais lúcida, tendo uma melhor conexão com Deus e uma melhor compreensão de Sua vontade. Quanto melhor for a nossa saúde, melhor faremos a obra que o Senhor nos confiou.
Diante de nossa realidade de carnes e produtos de origem animal contaminados e causadores de doenças e alergias, creio na mensagem profética para nossos dias de que o retorno à dieta edênica é a melhor escolha a se fazer. Que assim como Daniel e seus amigos, e como o próprio Jesus, o nosso alimento seja fazer a vontade de Deus. E isso também inclui buscar ter um sono de qualidade, praticar exercícios físicos regularmente, renovar o ar dos pulmões com ar puro, desfrutar da bênção da luz solar, beber água em abundância, ser temperante e, acima de tudo, confiar no poder de Deus. Cuidar da saúde é uma questão espiritual, meus irmãos. Mas, cuidado! Que a nossa decisão pessoal seja uma bênção para os outros, e não um instrumento de condenação.
“Amado, acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma” (3Jo.2).
Nosso Deus e Criador, feliz sábado! Como é maravilhoso saber que o Senhor Se importa conosco e deseja que tenhamos vida abundante, mesmo aqui nesta Terra contaminada pelo pecado! E esta vida abundante inclui não somente a saúde do nosso corpo, mas também da nossa mente e da nossa alma. Como seres integrais, podemos desfrutar de uma saúde plena Contigo. Louvado seja o Senhor por tão grande privilégio! Ajuda-nos, Pai, no desafio de cuidarmos de nossa saúde, praticando os oito remédios da natureza! E que a nossa vida glorifique tão somente a Ti! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, santos do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
#Levítico11 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LEVÍTICO 11 – A alimentação original para a raça humana era o mais natural possível. O Deus que fez o ser humano para alimentar-se, Se preocupou com a alimentação correta para nutri-lo. No Jardim do Éden, os animais não foram criados para servirem de alimentos. De forma alguma!
Em Gênesis 1:29 “disse Deus: ‘Eis que dou a vocês todas as plantas que nascem em toda a terra e produzam sementes, e todas as árvores que dão frutos com sementes. Elas servirão de alimento para vocês”.
Após o dilúvio, com a destruição de todas as plantas produtoras de alimentos, Deus liberou alimentação cárnea com extrema restrição a fim de manter vivos os seres humanos que repovoariam a Terra, já cientes da distinção de animais limpos e imundos (Gênesis 7:1-9; 9:3). Em hipótese alguma, o sague deveria ser consumido (Gênesis 9:4), tal imperativo é reiterado no Novo Testamento (Atos 15:19-29). Contudo, muitos alegam que Deus não leva em consideração o que comemos, evidenciando que “o deus deles é o estômago” (Filipenses 3:19).
Quando o povo de Deus saiu do Egito, Deus intentou mostrar que a liberação para comer carne era provisória, temporária até que as plantas voltassem a produzir após o dilúvio. Tanto é que Deus não os alimentou com carne diariamente, mas com o pão da padaria do Céu (Êxodo 16:4-6) –, ainda que pudesse facilmente fazer chover carne em grande quantidade (Êxodo 16:11-13).
Todos nós precisamos das orientações do Criador! Não sendo possível evitar a carne, Levítico 11 apresenta as carnes liberadas para consumo. Mais que saúde, a questão é espiritual; pois a alimentação está vinculada à santidade. É nesse contexto que Deus dá a razão diferenciar carnes limpas das imundas: “Pois eu sou o Senhor, o Deus de vocês; consagrem-se e sejam santos, porque eu sou santo. Não se tornem impuros com qualquer animal que se move rente ao chão” (Levítico 11:44).
Paulo foi enfático naquilo que ingerimos, quando escreveu: “Assim, quer vocês comam, quer bebam… façam tudo para a glória de Deus” (1 Coríntios 10:31). Pedro ou qualquer dos apóstolos não comeu alimentos imundos (Atos 10:14).
Portanto, como membros do povo de Deus, permitamos que a Bíblia seja sempre nossa regra de fé e prática, não nosso paladar. Reavivemo-nos inclusive em nossa alimentação! – Heber Toth Armí.