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Texto bíblico: LEVÍTICO 14 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/14
Nada pode substituir a alegria de receber uma nova oportunidade. A primeira parte deste capítulo fornece um meio de redenção para aqueles que, como descrito em Lev 13, sofrem de doenças de pele. Tal medida foi instituída por razões óbvias: ajudar a minimizar, ou pelo menos mitigar, as epidemias de saúde. No entanto, se alguém fosse declarado impuro e a pessoa fosse curada de sua doença, haveria um modo dela ser reintegrada na sociedade.
Você pode imaginar como seria fantástico se você tivesse sido condenado ao ostracismo, longe do bem maior da convivência com sua família e de seu povo, e depois descobrir que você tinha sido curado? Essa oportunidade de purificação – uma maneira formal de se reintegrar à comunidade – deve ter sido incrível. Pense por um momento sobre quão maravilhosa essa nova oportunidade pareceria para essa pessoa.
Tais novas oportunidades nos lembram, em última instância, da nova oportunidade de vida – desta vez a vida eterna – que Jesus torna possível para cada um de nós através de Sua morte no Calvário. “E, quando eu for levantado da terra, todos atrairei a Mim” (João 12:32, NLT).
Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas, USA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/14
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1399 palavras
2 lei do leproso. Como o leproso era excluído não apenas do santuário, mas também do acampamento, havia duas cerimônias incluídas na restauração. A primeira o reabilitava a entrar no acampamento e se associar com seus irmãos. A segunda, uma semana mais tarde, era feita no pátio do tabernáculo e o reintegrava plenamente à irmandade, com todos os privilégios do relacionamento do concerto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 829.
purificação. Ser purificado significava começar a vida de novo, uma figura do novo nascimento no Espírito Santo. Bíblia Shedd.
3-8 O primeiro estágio da purificação acontecia fora do acampamento. O homem tomava um banho e lavava as suas roupas e, então, se barbeava. Eram, então, tomadas duas aves. O sangue de uma delas era usado para purificar o homem. A morte dessa primeira ave sugeria o fim da vida antiga do homem fora do acampamento; o vôo para a liberdade da outra ave retratava a libertação dos efeitos da enfermidade. então o homem poderia entrar novamente no acampamento. Bíblia de Genebra.
3 O leproso não podia curar a si mesmo, nem se pronunciar limpo; nem tinha condições de ir procurar o ministro de Deus: o sacerdote é que tinha de ir ao seu encontro, fora do arraial. Bíblia Shedd.
4 duas aves vivas e limpas. Comparar com o par de bodes na cerimônia do Dia da Expiação, um dos quais era morto e o outros mantido vivo (Lv 16). Andrews Study Bible.
Não domesticadas, diz o Talmude. Possivelmente porque uma ave doméstica não fugiria como pedia o simbolismo (v. 7). CBASD, vol. 1, p. 829.
5 que uma das aves seja morta. Doenças e pecado simbolizavam o pecado e tornavam a pessoa cerimonialmente impura. A purificação preceituada incluía sacrifícios bem como lavagens. Bíblia de Estudo NVI Vida.
águas correntes. Literalmente “água viva”, que era apropriada para um ritual que pretendia remover associação com a morte (comparar com 15:13; Nm 19:17). Andrews Study Bible.
A frase dá ideia de uma nascente ou de um córrego, cf Jo 4.10; 7.38. Bíblia Shedd.
6 pau de cedro… estofo carmesim… hissopo. Não há informação a respeito do significado a respeito do significado do pau de cedro, do hissopo e do estofo carmesim. Talvez, o fragrante [perfumado] pau de cedro sugerisse o incenso perfumado usado no santuário. O hissopo é símbolo de purificação (Sl 51:7). O estofo carmesim era uma faixa estreita de lã tingida e dobrada para amarrar o hissopo ao cedro, já que ambos eram mergulhados no sangue. CBASD, vol. 1, p. 829. [Pessoalmente, e com base apenas em intuição pessoal, esses elementos (+ o sangue) me lembram elementos da crucificação de Jesus (Jeferson)].
7 soltará a ave viva. Para levar embora a impureza (comparar com 16:21-22). Andrews Study Bible.
A cerimônia era uma bela representação do que Deus fizera e ainda faria pelo leproso. Um pássaro selvagem era morto e o outro, mergulhado no sangue do primeiro, era libertado. De fato, o leproso estivera ás portas da morte, mas havia sido curado e o milagre da cura relacionava-se à água e ao sangue. Havia apenas um sinal de sangue, uma gota ou duas, mas depois de receber a aspersão, ele era declarado limpo. O sacrifício real ainda não havia sido feito, a pessoa ainda não havia chegado ao altar. O sangue do pássaro selvagem não tinha virtude purificadora, mas no devido tempo, o sacerdote tomaria um cordeiro e o oferecia em holocausto. CBASD, vol. 1, p. 829.
8 Os levitas eram purificados de modo semelhante (ver Nm 8.7). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Após os rituais do primeiro dia, a pessoas estava pura o suficiente, naquele estágio, e poderia entrar no acampamento, mas não totalmente restaurado para entrar em sua tenda. Estágios adicionais se seguiam no sétimo e no oitavo dias (vs. 9-20). Ao requerer estágios de purificação, Deus mostrou de quão longe Ele trouxera uma pessoas de volta á harmonia com Sua santidade. Comparar com Mc 8:22-25; onde Jesus curou um cego em estágios. Andrews Study Bible.
9-20 No segundo estágio de purificação, o israelita era levado de volta à plena comunhão com Deus. As cerimônias assemelhavam-se à consagração de um sacerdote (cap. 8). O israelita era molhado com sangue e ungido com azeite, ligando-se ao altar, o símbolo da presença de Deus. Uma variação desse procedimento de restauração estava prescrito para os pobres nos vs. 21-31. Bíblia de Genebra.
10 No oitavo dia. Uma semana após a primeira cerimônia, fora do acampamento (v. 3-8), o leproso se dirigia à porta do tabernáculo, para os ritos finais. CBASD, vol. 1, p. 829.
três dízimas de um efa Equivalente a 6,6 litros, o efa sendo de 22 litros. O sextário era uma medida para líquidos, de 0,3 litros. Bíblia Shedd.
12 Este é o único caso de uma vítima inteira ser movida perante o Senhor. Bíblia Shedd.
14 a ponta da orelha direita. Esta parte do ritual era semelhante à da consagração do sacerdote e talvez tivesse o mesmo significado (Lv 8:23). CBASD, vol. 1, p. 830.
15-18 O sacerdote tinha que colocar uma parte do sextário de óleo na palma da sua mão esquerda, uma cerimônia que pertence somente a esta purificação dos leprosos. … Só estes recebiam, além do sangue que, especialmente, indica a reconciliação, o óleo que simboliza o poder tão necessário para ter uma vida de saúde recuperada. Bíblia Shedd.
19 As três qualidades de ofertas para os leprosos eram: 1) a oferta pela culpa, 13; 2) a oferta pelo pecado, 19; 3) o holocausto, 19, com a oferta de manjares, 20. … Com isso, o homem era restaurado ao seu estado legal de pureza e de comunhão com Deus e com os homens. Bíblia Shedd.
21-32 As cerimônias elaboradas e o exames cuidadosos revelam que a pureza é importantíssima, e que não se obtém só por querer, Rm 9.16. A chave das cerimônias é o cordeiro da oferta pela culpa: 1) Foi morto para pagar a culpa; 2) Foi oferecido no lugar da oferta pelo pecado e do holocausto, vinculando estes três sacrifícios, v.13; 3) Foi oferecido no lugar santo (Cristo levou Seu sacrifício até o Santuário eterno, entrando no céu, Hb 9.24-25); 4) Esta oferta pertencia ao sacerdote, assim como a oferta de Cristo é para alimentar o povo de Deus, o sacerdócio real, 1 Pe 2.9; 5) Esta oferta era santíssima, para um povo santo, do tipo que se descreve em 1Pe. Bíblia Shedd.
21 Se for pobre. A pessoa pobre podia oferecer dois pombinhos ou duas rolinhas no lugar dos dois cordeiros exigidos para a oferta pelo pecado. No entanto, não havia substituição para o cordeiro pela oferta pela culpa. CBASD, vol. 1, p. 830.
34 Eu enviar a praga. Deste versículo alguém podia concluir que Deus é a fonte imediata de toda a lepra; precisa-se, porém, ter em mente as seguintes considerações: 1) A Bíblia descreve aquilo que Deus permite dentro da Sua Providência, como “ato de Deus”, Êx 15.26; Dt 7.15; 1 Sm 2.6; Pv 3.33; Is 45.7; 2) Há certos casos onde se vê o homem colhendo os resultados daquilo que semeou, Gl 6.7-8; 3) Em outros casos, não há um elo imediato com algum pecado específico, Jo 9.1-3. Bíblia Shedd.
Isso pode ou não implicar um ato direto de Deus. Na Bíblia, essas expressões ocorrem de modo a não haver referência clara a um ato de Deus. Por exemplo, Deus alimenta as aves (Lc 12:24). Quando uma praga atinge uma casa, pode ser um ato direto dEle ou pode ser resultado da falha humana por não construi-la de modo sábio. CBASD, vol. 1, p. 830, 831.
41 Hoje sabemos que muitas doenças são devidas a bactérias que se multiplicam rapidamente sob condições favoráveis de escuridão e de umidade. Antes de os homens saberem disso, Deus já tinha providenciado leis higiênicas que preservariam os obedientes destas pragas. Bíblia Shedd.
45 A casa profanada pelo mofo, míldio ou fungo seria lugar profanado para alguém morar, de modo que medidas drásticas teriam de ser tomadas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
48 Esse segundo exame era feito para verificar a eficácia da cura. Bíblia Shedd.
54-57 Deus disse aos israelitas como diagnosticar doenças de pele infecciosas e míldio [bolor], de tal forma que eles pudessem adequadamente evitá-los e tratá-los. Essas leis foram dadas para saúde e proteção do povo. Elas ajudavam os israelitas a evitar doenças que eram sérias ameaças naquele tempo e lugar. Apesar deles não entenderem as razões médicas para algumas dessas leis, sua obediência a elas os fariam mais saudáveis. Muitas das leis de Deus podiam parecer estranhas aos israelitas. Essas leis, contudo, os ajudavam a evitar não somente contaminação física, mas também contaminação moral e espiritual. A Palavra de Deus provê um padrão para um viver físico, espiritual e mortal saudáveis. Podemos não entender sempre a sabedoria das leis de Deus, mas se as obedecermos, nós iremos prosperar. Life Application Study Bible.
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“Para ensinar quando qualquer coisa é limpa ou imunda. Esta é a lei da lepra” (v.57).
Tanto a comprovação da lepra quanto a cura da doença exigiam cerimônias que precisavam ser observadas. Caso o leproso alegasse estar curado, deveria novamente apresentar-se ao sacerdote e levar consigo “duas aves vivas e limpas, e pau de cedro, e estofo carmesim, e hissopo” (v.4). Realizada a cerimônia de purificação, o ex-leproso era declarado limpo e a ave viva, manchada com o “sangue da ave que foi imolada sobre as águas correntes” (v.6), era solta “para o campo aberto” (v.7), como símbolo de uma praga que foi mandada embora. Havia ainda uma série de condições para que a pessoa pudesse ser declarada definitivamente limpa. Mesmo que pudesse voltar ao arraial, precisava aguardar o prazo de sete dias antes de entrar em sua tenda. Também tinha que rapar o cabelo e todo o pelo do corpo, lavar as suas vestes e tomar banho. Além disso, ao oitavo dia, precisava oferecer oferta pela culpa, oferta pelo pecado, holocausto e oferta de manjares.
Em seguida, o Senhor apresentou uma segunda forma de lepra, a “lepra a alguma casa” (v.34). Neste caso, o mais provável é que se tratasse de praga de mofo ou de fungo. Este era um problema que ainda não afetava o povo, visto que ainda habitavam em tendas. Deus os estava preparando para saberem como lidar com tal dificuldade quando estivessem habitando “na terra de Canaã” (v.34). Manchas “esverdeadas ou avermelhadas” (v.37) precisavam ser cuidadosamente observadas. Caso elas se estendessem “nas paredes da casa” (v.39), eram arrancadas as pedras contaminadas, as paredes eram lixadas por dentro e por fora, eram colocadas novas pedras e a casa era rebocada com “outra argamassa” (v.42). Mas caso todo este processo não fosse suficiente, e a praga retornasse, a casa era declarada imunda, sendo derrubada, restando apenas entulho em um “lugar imundo” (v.45).
A primeira situação nos remete ao pecador e às consequências do pecado. Há uma obra individual a ser realizada na vida do pecador. Como está escrito: “a alma que pecar, essa morrerá” (Ez.18:4). Precisamos prestar contas a Deus do que fazemos de nossa existência. O pecado nos torna sujos e indignos de comparecer à presença de Deus, mas a Sua graça nos é estendida e, então, percebemos que ela é suficiente para nos limpar e purificar de todo mal. Contudo, mesmo retornando ao aprisco do Senhor com a certeza da cura oferecida por Jesus, nossa vida deve ser um testemunho vivo de que estamos curados e livres das imundícies que antes nos maculavam. A família e a sociedade precisam assegurar-se de que o indivíduo está no caminho direito. A mudança interior sempre reflete em uma mudança exterior. Com os ouvidos atentos à vontade de Deus, as mãos dispostas a servi-Lo e os pés firmes no caminho em que se deve andar, o verdadeiro crente segue confiante na perfeita justiça de Cristo, e, por Seu sangue, torna-se limpo (v.20).
A segunda situação ilustra a triste realidade de famílias afetadas pela praga do pecado. São, inicialmente, pequenas concessões que, a longo prazo, produzem resultados difíceis de se consertar, e, como a casa cujo fungo se espalha e a reforma não adianta, “há nela lepra maligna; está imunda” (v.44). Quantos não têm declarado a respeito de seu lar: “Parece-me que há como que praga em minha casa” (v.35)! Quantos têm sofrido a dor de um casamento fracassado, de um filho desencaminhado ou de membros da família que não se amam! Cristo nos oferece uma nova vida, uma reforma por dentro e por fora. Somente Ele pode fazer “expiação pela casa, e será limpa” (v.53). Muitos, porém, apesar de inicialmente aceitar a reforma da casa, logo permitem que o pecado torne a adoecê-la, causando-lhe a total ruína.
Amados, o Senhor deseja limpar a nossa vida e a nossa casa. Este é o objetivo da salvação em Cristo Jesus: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31). A mudança precisa começar em você e em mim. E por mais que a sua família tenha sido afetada pela lepra maligna do pecado, saiba que Jesus já está com todo o material em mãos para renovar e purificar o seu lar. Não desista! Ore, persevere, ame e confie no Deus que não conhece o impossível. E Ele transformará o que antes parecia um caso impossível em um lar que O glorifique, pois “todos quantos os virem os reconhecerão como família bendita do Senhor” (Is.61:9).
Nosso Pai do Céu, nós queremos agora entregar a nossa vida e a nossa família em Tuas mãos! Há um grande conflito acontecendo e se intensificando contra as famílias, e nós clamamos pela conversão e salvação da nossa casa! Limpa e purifica o nosso lar para que ele seja a Tua habitação e, assim, um pedacinho do Céu na Terra! Por favor, Senhor, opera um milagre nas famílias que estão em ruínas! Que haja transformação nesses lares, pelo poder do Espírito Santo! Nós Te pedimos e, desde já, Te agradecemos, em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, famílias purificadas pelo sangue de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Levítico14 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LEVÍTICO 14 – Saúde é um bem preciosíssimo, que valorizamos mesmo quando nos sobrevêm doenças. Precisamos protegê-la, preservando-a!
O que antigamente se chamava “lepra” referia-se às doenças cutâneas, causadas geralmente pela falta de higiene e descuido com umidade causadora de mofo e fungos na região desértica do Mediterrâneo.
“Nos ensinos dados por Deus a Israel, foi dispensada cuidadosa atenção à conservação da saúde. O povo que tinha saído da servidão, com os hábitos desasseados e nocivos que ela facilita, foram sujeitos ao mais rigoroso preparo no deserto, antes de entrar em Canaã. Foram-lhes ensinados princípios de saúde e impostas leis sanitárias. Não somente em seu culto, mas em todos os assuntos da vida diárias, era observada a distinção entre o limpo e o imundo. Todos quantos eram de algum modo postos em contato com doenças contagiosas ou contaminadoras, eram isolados do acampamento, não lhes sendo permitido voltar ali sem completa purificação tanto do corpo como das vestes… A necessidade de asseio pessoal foi ensinada da maneira mais impressiva. Antes de se reunirem no Monte Sinai para ouvir a proclamação da lei pela voz de Deus, foi exigido do povo que se lavassem a si mesmos, e suas roupas. Esta recomendação foi imposta sob pena de morte. Nenhuma impureza devia ser tolerada diante de Deus. Durante a estada no deserto, os israelitas se achavam quase continuamente ao ar livre, onde as impurezas teriam efeito menos nocivo do que os que vivem em casas fechadas. Mas era requerido o mais estrito asseio, tanto dentro como fora de suas tendas. Nenhum lixo devia ficar dentro ou em volta do acampamento” (CBV, p. 276, 279).
No contexto atual, várias são as causas de enfermidades na sociedade. O livro “Ciência do Bom Viver” lista as principais: Alimentação cárnea (p. 313), ar viciado (p. 241), condescendência própria (p. 227), agitação mental (p. 274), infração das leis salutares (p. 234), falta de higiene (p. 276), intemperança (p. 171), bebidas e alimentos inadequados (p. 114, 235, 334), ociosidade (p. 238), o próprio pecado (p. 113-114, 133, 227, 244), umidade (p. 274), roupas impróprias (p. 293). Etc.
O livro Ciência do Bom Viver certamente aplica os divinos princípios do livro de Levítico, contextualizando os ensinamentos inspirados do passado.
Reavivemo-nos: Valorizemos e cuidemos mais da saúde! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: LEVÍTICO 13 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/13
Levítico 13 está repleto de informações extremamente detalhadas sobre como os sacerdotes deveriam determinar se as pessoas com doenças de pele eram limpas ou impuras. Aqueles que eram declarados limpos poderiam se juntar à sua família e comunidade. Ai dos que eram declarados impuros! Eles tinham que viver o resto de suas vidas longe de suas famílias e amigos.
Embora o tratamento daqueles que foram declarados impuros possa parecer draconiano aos leitores atuais, para pessoas sem medicina moderna tais medidas eram necessárias. O processo de quarentena dos pacientes e, em última análise, a exclusão de pessoas com doenças de pele aparentemente infecciosas e intratáveis da comunidade era necessária para preservar os israelitas de serem exterminados, ou pelo menos significativamente reduzidos e enfraquecidos pela doença.
Deus mostra seu amor e preocupação por Seu povo estabelecendo diretrizes para proteger Seu povo contra tal devastação. “O Senhor trabalha continuamente para beneficiar a humanidade. Ele está sempre dando suas bênçãos.”
(Desejado de Todas as Nações, p. 348)
Quando criança, eu não entendia por que meus pais tinham regras rígidas e não me deixavam acordada até tarde. Agora, como mãe, tenho regras semelhantes para os meus filhos, sabendo que, a longo prazo, é para seu benefício e saúde. Às vezes, não entendo as regras de Deus, mas me esforço para confiar nele, sabendo que Ele é meu Pai amoroso e carinhoso.
Heidi Campbell
Professora
Keene High School
Keene, Texas, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/13
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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515 palavras
2 lepra. A palavra ocorre muitas vezes nos caps. 13 e 14. v. tb 22.4; Nm 5.2. Trata-se de um grupo de doenças que demonstram defeitos visíveis que serviriam de símbolos apropriados de contaminação – como também no caso do mofo (cf. 47-49). […] Os sintomas descritos e o fato de que podem alterar-se rapidamente (v. 6, 26, 27, 32-37), demonstram que essas doenças não eram a hanseníase clássica. Incluem várias outras doenças, bem como erupções cutâneas sem sequelas graves. A palavra [heb] traduzida por “lepra” pode também significar “mofo” (v. 47; 14:34; e esp 14.57). Bíblia de Estudo NVI Vida.
A lepra é muitas vezes usada na Bíblia como uma ilustração do pecado porque o pecado é contagioso e destrutivo e leva à separação. Life Application Study Bible.
na sua pele. A lepra era comum no Egito, nos tempos antigos. Sem dúvida, foi lá que Israel teve o primeiro contato com a doença. Deus havia prometido protegê-los contra as doenças do Egito, se eles O obedecessem (Êx 15:26). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 823.
será levado. Se isso acontecesse a uma pessoa, ela deveria seria levada à presença de Arão ou a um dos sacerdotes para ser examinada. A expressão “será levado” implica a relutância natural da pessoa de ir por si mesma, sabendo o que poderia significar para si e para a família o fato de estar contaminado. CBASD, vol. 1, p. 823.
praga de lepra. A palavra “lepra” deriva de uma palavra que significa “golpear”, “castigar”. A lepra era, portanto, “um castigo”. Os judeus consideravam uma pessoa leprosa como alguém castigado por Deus. Em Israel, no passado, a lepra era considerada o mais terrível dos flagelos. Pensava-se ser castigo divino por algum mal praticado. Quem quer que fosse atingido por ela – príncipe ou camponês – era excluído da sociedade e alvo de pouca simpatia ou compaixão, alguém banido. CBASD, vol. 1, p. 823.
ou a um de seus filhos. Não era necessário que o sumo sacerdote fizesse o exame. De acordo com o Talmude, os levitas não podiam ministrar os ritos sacerdotais por causa de imperfeições no corpo, podiam servir como examinadores. CBASD, vol. 1, p. 824.
3 O sacerdote lhe examinará. Ele devia examinar a área infectada, pois podia ou não ser lepra. Havia dois sinais básicos aos quais devia atentar: pelos brancos nas manchas e depressão na pele. Normalmente os judeus têm cabelos escuros ou pretos. Onde se manifestavam os dois indicadores, a pessoa era considerada impura. CBASD, vol. 1, p. 824.
11 lepra inveterada (ARA; NVI: “crônica”). CBASD, vol. 1, p. 824.
45, 46 Se fosse realmente leproso, o homem deveria aparecer como quem está de luto, e recluir-se em quarentena, Jó 2.7-8. … Com o desenvolvimento posterior das sinagogas, foram admitidos ao culto num lugar à parte. Entravam no local de culto antes dos demais adoradores, e saíam depois que a congregação deixava o recinto. Bíblia Shedd.
45 As vestes do leproso … serão rasgadas. Um leproso usava roupas de luto e devia agir como se a morte já o tivesse vencido. Rasgar as roupas era um sinal costumeiro de calamidade e profunda tristeza (Jó 1:20; 2:12; Mt 26:65). … O leproso devia morar sozinho, e sob nenhuma circunstância podia entrar na cidade. ele dependia da caridade alheia para viver. CBASD, vol. 1, p. 825.
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“As vestes do leproso, em quem está a praga, serão rasgadas, e os seus cabelos desgrenhados; cobrirá o bigode e clamará: Imundo! Imundo!” (v.45).
De todas as doenças ou pragas que assolavam o mundo daquela época, certamente a lepra era a mais temida. Além de ser incurável, dolorosa e humilhante, privava o doente do convívio social, sendo obrigado a habitar “fora do arraial” (v.46). Pensando em poupar sofrimentos desnecessários, Deus instituiu que fossem feitos exames minuciosos a fim de que ninguém fosse declarado leproso sem a exata comprovação. Cada caso exigia um exame rigoroso, podendo incluir um período de até 14 dias de reclusão. Como se tratava de uma doença altamente contagiosa, a quarentena protegia a própria família do paciente de ser contaminada pela praga. Caso não fosse confirmada a lepra, “o homem (ou a mulher)” (v.29) podia retornar à sua casa e às suas atividades normais. Mas caso o sacerdote confirmasse a praga, o leproso era obrigado a submeter-se à condição vexatória de proclamar de longe a sua terrível situação: “Imundo! Imundo!” (v.45).
O leproso mais famoso do Antigo Testamento não foi um filho de Israel. Naamã, o capitão do exército da Síria, sofria com esta enfermidade. Mas, apesar de ser um pagão, o Senhor encontrou em Naamã um coração disposto a servi-Lo. E através da menina israelita cativa e do profeta Eliseu, Naamã encontrou o caminho da cura. Ao invés de um confinamento de sete dias, sete mergulhos no rio Jordão foram suficientes para que ele pudesse contemplar o poder de Deus através de sua pele renovada (2Rs.5:14). Jesus também curou muitos leprosos. Na cura dos dez leprosos, por exemplo, Ele ordenou que fossem se apresentar ao sacerdote; porém, ainda no caminho, eles perceberam que estavam diferentes, e ao olharem para a pele limpa como a de uma criança, tiveram a certeza da cura. Todavia, dos dez leprosos curados, apenas um retornou para agradecer a Jesus, “e este era samaritano” (Lc.17:16).
Hoje a lepra ainda existe, mas a conhecemos como hanseníase e, ao contrário daquela época, existe tratamento e cura. Mas, pior do que a lepra física, é a lepra do pecado, amados. O salmista Davi escreveu: “Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl.51:5). Já nascemos todos contaminados pelo pecado e inevitavelmente condenados à morte. Como a lepra, primeiramente o pecado se mostra pequeno, uma mancha apenas que, a depender de nossas escolhas, pode se espalhar ou regredir. Assim como no caso de Naamã e do samaritano, Jesus tem buscado Seus verdadeiros adoradores que ainda estão fora do aprisco. Homens e mulheres que estão a definhar pela lepra do pecado e cuja condição é uma sonora declaração ao mundo: “Imundo! Imundo!”, mas que ao se depararem com Cristo Jesus, a Água da Vida, o Purificador de pecados, não gritam mais de sua imundície, mas clamam pela cura: “Jesus, Mestre, compadece-te de nós!” (Lc.17:13).
Os dez leprosos reconheceram em Cristo o antídoto da purificação, o tratamento eficaz e instantâneo. Imediatamente ficaram livres da mazela que os afligia. O que antes os matava, passou a ser uma vaga lembrança, e o corpo saudável, a linda e miraculosa manifestação do poder que só o Senhor possui. Essa ilustração não nos remete a uma cena que muito em breve ocorrerá? “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap.21:4). O Rei vem vindo! Ele vem para dar fim, uma vez por todas, à morte. Em Sua morte e ressurreição, Cristo nos proveu a cura para o pecado. Todo o mal já não mais existirá e, num piscar de olhos, receberemos um corpo completamente saudável e perfeito: “E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória” (1Co.15:54).
Muito em breve nossa tristeza se converterá em alegria e, como Naamã e aquele samaritano que voltou para agradecer, exultaremos no Deus de nossa salvação! “Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20).
Nosso amado Deus, como almejamos a completa e eterna purificação dos nossos pecados! Mas enquanto ainda estamos aqui, purifica-nos com o lavar restaurador e renovador do Espírito Santo! Alveja e embranquece as nossas vestes no sangue do Cordeiro! E concede-nos um coração sempre agradecido e consciente de que é somente pela justiça de Cristo que nossa vida é purificada e salva! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, purificados pelo sangue de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Levítico13 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LEVÍTICO 13 – Deus preza pelo cuidado da saúde, e orienta quanto às doenças de Seu povo. Ele é Deus, mas age como um Médico por excelência.
Observe atentamente que “o nascimento de criança (cap. 12) era algo saudável. Já os cap. 13 e 14 falam da impureza resultante de doenças na pele ou de infecções semelhantes ao mofo em roupas e fungo em casas. Tais condições têm aparência de decomposição, por isso eram associadas à morte (comparar com Nm 12:10-12)”, explica o comentário da Bíblia Andrews.
Deve-se cuidar com enfermidades apresentando carne viva (Levítico 13:9-17), úlceras (Levítico 13:18-23), feridas no couro cabeludo (Levítico 13:29-37), manchas brancas (Levítico 13:38-39), calvície (Levítico 23:40-44). Tudo isso tem a ver com várias enfermidades de pele, como micose, psoríase, sarna, eczema, etc. “Qualquer pessoa com uma doença grave de pele deverá usar roupas rasgadas, deixar o cabelo solto e despenteado, cobrir o lábio superior e gritar: ‘Impuro! Impuro!’. Enquanto a pessoa tiver feridas, continuará ritualmente impura e terá de viver isolada, fora do acampamento” (Levítico 23:45-46).
Roupas com mofo ou fungo perigoso devem ser mostradas ao sacerdote, tal como as doenças anteriormente citadas; o qual examinará e dará o diagnóstico e como proceder (Levítico 13:47-59).
Jesus é o Médico dos médicos ilustrado na figura do sacerdote. Contudo, Ele não apenas examinava as doenças, Ele as curava. “Durante Seu ministério, Jesus dedicou mais tempo a curar os enfermos do que a pregar”. Contudo, “Jesus não Se satisfazia em atrair a atenção para Si mesmo unicamente como um operador de maravilhas, ou alguém que curasse as doenças do corpo. Queria atrair as pessoas a Si como seu Salvador” declarou Ellen White (CBV, p. 19, 31).
Todavia, infelizmente “milhões e milhões de seres humanos, em enfermidades, ignorância e pecado, jamais ouviram sequer falar no amor de Cristo por eles”. E, consequentemente desconhecem Seus benefícios deixados à disposição para curar doenças: “Ar puro, luz solar, abstinência, repouso, exercício, regime conveniente, uso de água e confiança no poder divino – eis os verdadeiros remédios” (CBV, p. 104, 127).
É tão importante levantar cedo, abrir portas e janelas para que o ar fresco e o sol entrem em nosso lar destruindo mofo e fungos que prejudicam nossa saúde, tanto quanto, orar, respirar, exercitar-se e alimentar-se corretamente! – Heber Toth Armí.