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Texto bíblico: ÊXODO 28 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 28 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/28
Aarão e seus filhos deveriam representar o povo diante do Senhor. Como Deus é santíssimo, somente os sacerdotes e Moisés poderiam se aproximar de Deus dentro do pátio do santuário. Suas vestes foram primorosamente feitas “para a glória”, não para exaltá-los, mas para acentuar e elevar seu cargo perante as pessoas.
As vestes sacerdotais foram feitas para harmonizar com as belas e elaboradas tapeçarias do santuário. Suas vestes também representavam o desejo que Deus tem para cada um de Seu povo para harmonizar seu eu interior com o caráter do santuário e com o Deus que ele representa.
O peitoral usado pelo sumo sacerdote era conhecido como o “peitoral do juízo” porque trazia o Urim e Tumim através do qual Deus comunicava Sua vontade. O peitoral possuía doze pedras preciosas com os nomes das 12 tribos de Israel.
Há um grande significado na consideração que Deus tem pelas pessoas do Seu povo; Ele os considera como Suas pedras preciosas. Sua igreja é descrita como uma noiva adornada “com jóias” (Is 61:10) e considerada o Seu tesouro.
Você sabia que você é um tesouro valioso, precioso aos olhos do Senhor?
Michael Hasel
Southern Adventist University
EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/28
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1080 palavras
28.1 – 30.3 Tendo revelado o modelo do santuário terreno (25.1-27.21), Deus agora revelava os regulamentos para o ministério sacerdotal do santuário. Bíblia de Genebra.
1 para que me sirvam como sacerdotes. Pessoas separadas para servir conscientemente a Deus, que sempre mantém um preparo e pureza de vida. Bíblia Shedd.
Em primeiro lugar e mais importante, os sacerdotes deviam servir como mediadores entre Deus e os homens. … Além dos seus deveres cerimoniais, tais como oferecerem sacrifícios e cuidarem do lugar da adoração, atuavam como juízes (Dt 17.8-13), dispensavam bênçãos (Nm 6.22-27), apresentavam oráculos (Nm 27.21) e ensinavam a lei divina ao povo (Dt 33.10). Bíblia de Genebra.
Os sacerdotes ofereciam ofertas de sacrificais e presentes e serviam como professores da lei, constantemente lembrando o povo de suas obrigações da aliança (Dt 31:9-13; Ne 8:2-3; Jr 18:18). Andrews Study Bible.
Nadabe e Abiú. Esses dois filhos de Arão foram mortos devido às suas atividades ilegais (Lv 10.1-2). Arão foi sucedido por Eleazar. Bíblia de Genebra.
2 Farás vestes sagradas. As vestimentas do santo sumo sacerdote de Deus tinham uma importância máxima. Visavam a beleza e eram feitas dos mesmos materiais caros que o tabernáculo. Bíblia de Genebra.
4 as vestes. [Tinham a finalidade de] destacar a honra e a glória do ofício do sacerdote e para embelezar o culto do tabernáculo. Bíblia Shedd.
6 a estola sacerdotal. Essa peça de linho, sem mangas, enfeitada com fios coloridos, era feita de material caro e descia desde o peito até a cintura. Possuía tiras nos ombros, com duas pedras de ônix gravadas com os nomes das tribos e um cinto (39-2-7). O peitoral, que continha o Urim e o Tumim, era seguro à estola por meio de duas argolas de ouro (v. 27; 1Sm 23.9-10). Bíblia de Genebra.
7 ombreiras. Grandes broches de pedras preciosas para prender o peitoral às demais vestes superiores do sumo sacerdote. Bíblia Shedd.
8 cinturão. Visava, segundo parece, a firmar as partes de frente de de trás do colete sacerdotal ao corpo do sacerdote. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 filhos de Israel. A expressão comumente se refere aos israelitas em geral, mas aqui é a lista das tribos que vai ser gravada, os filhos físicos de Jacó, que recebeu o nome de Israel, cujos filhos todos fundaram tribos israelitas. Bíblia Shedd.
12 Arão levará os nomes em seus ombros. Para simbolizar o fato de que o sumo sacerdote representa todo o Israel quando ministra no tabernáculo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 colete sacerdotal (NVI; ARA: estola sacerdotal; NKJV: éfode). O éfode era um colete (veste) aonde eram presos sinos e pedras semipreciosas contendo o nome das tribos de Israel. Andrews Study Bible.
15 faça um peitoral de decisões (NVI;ARA: peitoral do juízo). Por meio do Urim e do Tumim. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Se chama do juízo porque estes objetos eram usados para consultar a vontade divina. Bíblia Shedd.
22 correntes. Cordinhas de fio de ouro retorcidas ligavam o peitoral às tiras dos ombros da estola sacerdotal. Bíblia de Genebra.
29 sobre o coração. A obra do sacerdote é interceder perante Deus em favor de todo o Seu povo. Jesus, fiador da superior Aliança, sempre intercede por nós (Hb 7.20-25). Bíblia Shedd.
30 Urim e o Tumim. Objetos utilizados para se conhecer a vontade de Deus. Bíblia Evangelismo em Ação NVI.
A expressão hebraica provavelmente significava “as maldições e as perfeições”. A palavra hebraica Urim começa com a primeira letra do abecedário hebraico (alef), ao passo que Tumim começa com a última letra (tau) [cf “o Alfa e o Ômega”, de Ap. 1.18. Cf. Bíblia de Genebra]. Eram sortes sagradas, muitas vezes lançadas em tempo de crise para determinar a vontade de Deus (v. Nm 27.21). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Urim significava uma resposta “não” e Tumim significava uma resposta “sim”. A Bíblia não indica o projeto [design] os objetos. Eram utilizados em tempos de crises para discernir a vontade de Deus (Nm 27:21; 1Sm 28:6). Andrews Study Bible.
Não há qualquer indício sobre o que esses objetos eram ou como funcionavam – talvez fossem pedras de cores diferentes, ou dois pequenos objetos gravados com símbolos ou letras do alfabeto. Bíblia de Genebra.
35 o som dos sinos será ouvido. Segundo a tradição judaica, a ponta de uma corda era amarrada ao tornozelo do sumo sacerdote e a outra ponta permanecia fora do tabernáculo. Se os sinos no seu manto cessassem de retinir enquanto ele estivesse no Lugar Santíssimo, a suposição de que ele teria morrido podia ser testada ao puxar levemente a corda. Bíblia de Estudo NVI Vida.
36 Santidade ao Senhor. Sobre o turbante de Arão havia uma lâmina ou diadema. O mesmo objeto é chamado de coroa (29.6; 39.30;Lv 8.9) e era usada pelos reis (2Sm 1.10; 2Rs 11.12; Sl 89.39). A lâmina gravada era de ouro puro e identificava Arão como alguém que fora separado para o Senhor como representante religioso de Israel. Bíblia de Genebra.
A palavra inclui o sentido de ser separado das preocupações diárias e estar sempre pronto no servir a Deus; preservado da concupiscência da carne, a fim de estar adorando a Deus em espírito e em verdade. Bíblia Shedd.
38 Arão … levará a culpa. Usada debaixo do manto. Bíblia de Estudo NVI Vida.
40 os filhos de Arão. Não tinham direito aos três objetos simbólicos, que só podiam pertencer ao sumo sacerdote: a estola sacerdotal e o peitoral (ambos com as pedras que guardavam a memória sagrada dos filhos de Deus) a lâmina de ouro (36), pela qual o sacerdote declara santificadas as ofertas do povo. Bíblia Shedd.
41 os ungirás, e consagrarás, e santificarás. A unção confirmava a bênção e a eleição de Deus sobre um sacerdote, um profeta ou um rei. No Novo Testamento, o próprio Espírito Santo é a unção (At 10.38). O sentido de consagrar era encher a mão com ofertas, e isto o crente faz oferecendo seu próprio ser em adoração e em serviço (Rm 12.1). O próprio Cristo santificou-Se para tornar-Se Sublime Oferta (Jo 17.19); muito mais devem Seus seguidores se santificar, para servi-Lo até o fim da vida. Bíblia Shedd.
42 calções de linho. A roupa de baixo era usada de forma que não violasse o mandamento de 20.26. A nudez ritual, muito comum em outras religiões antigas, era [terminantemente] proibida em Israel. Bíblia de Genebra.
43 estatuto perpétuo. O termo é ligado às estipulações que eram importantes para as gerações futuras: a Páscoa e a Festa dos Pães Asmos em lembrança do êxodo (12:14, 17), a chama contínua na lâmpada no Lugar Santo (27.20-21), as roupas sacerdotais oficiais utilizadas no serviço do tabernáculo (28:43), o próprio serviço sacerdotal perpétuo (29:9) e a lavagem das mãos e pés antes de ministrar (30:19-21) [lembrar do lavapés da Santa Ceia antes do Calvário]. Andrews Study Bible.
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“Farás vestes sagradas para Arão, teu irmão, para glória e ornamento” (v.2).
Arão e seus filhos foram separados por Deus para o ofício sacerdotal. Mas antes de “oficiarem como sacerdotes” (v.1), tiveram que passar por uma cerimônia de unção e consagração, que incluía vestimentas especialmente prescritas por Deus. As vestes de Arão, o sumo sacerdote, possuíam um caráter superior às vestimentas de seus filhos. Como cada detalhe que preenchia o tabernáculo, cada parte das vestes de Arão tinha um significado especial e diretamente relacionado à adoração ao Eterno.
Apesar da liderança de Moisés representar a voz de Deus para o povo, a liderança espiritual na pessoa do sumo sacerdote representava a figura de Cristo. Se o sumo sacerdote cometesse algum pecado e não o confessasse, todo o povo sofreria as consequências, como se todos tivessem pecado. Assim como se Cristo houvesse cometido pecado, toda a humanidade sofreria a inevitável consequência da morte eterna. Portanto, a função do sumo sacerdote era, de fato, de extrema responsabilidade e relevância. O fiel cumprimento de seu ofício promovia no povo semelhante compromisso com as coisas santas e gerava resultados positivos no crescimento espiritual e na prosperidade da nação.
Deus não mandou simplesmente que confeccionassem uma roupa com artigos de luxo. Ele capacitou “homens hábeis a quem” encheu “do espírito de sabedoria” (v.3), a fim de vestir Arão e os demais sacerdotes com o mapa da salvação. Com “obra esmerada” (v.6), Deus desenhou nas vestes de Arão a mensagem que deveria acompanhar Israel como “estatuto perpétuo” (v.43). Nas “duas pedras nas ombreiras da estola sacerdotal”, Arão deveria levar os nomes dos filhos de Israel “sobre ambos os seus ombros, para memória diante do Senhor” (v.12). A Arão cabia a responsabilidade de levar as cargas e os pecados do povo. Da mesma forma, em cada pedra preciosa do “peitoral do juízo”, estavam os nomes de cada tribo dos filhos de Israel que ele levaria “sobre o seu coração […] para memória diante do Senhor continuamente” (v.29). Deveria ser um ministério igualmente regido pelo amor e pela compaixão.
As campainhas nas orlas de suas vestes e a beleza da conjuntura de sua indumentária refletiam sobre todo o povo uma reverência que jamais havia sido despertada ao avistar uma figura humana. O suave som que das orlas emitia, o brilho das pedras em seus ombros e peitoral, a inscrição “Santidade ao Senhor” (v.36), gravada em sua tiara de ouro sobre a fronte, compunham a imagem que o Senhor deseja imprimir sobre o Seu povo. Mas, especificamente, há um recado divino sobremodo relevante para todo ministro do evangelho. Deus chama homens que estejam dispostos a carregar as cargas de suas ovelhas e a levá-las no coração; homens que não se conformam com este século, mas que, cheios do Espírito Santo e pela graça de Deus, buscam carregar em sua fronte a divina inscrição: “Santidade ao Senhor” (v.36); homens que não procuram a própria vontade, mas que se agradam em fazer a vontade de Deus e cujas vestes revelam a justiça de Cristo; homens cuja vida é uma suave melodia de consagrada dedicação por onde passam.
O ministério de Arão não foi fácil. Era um ministério de inteira dedicação, renúncia e abnegação da própria vida. Arão era um ser humano com tendências pecaminosas como qualquer um de nós. Mas foi eleito por Deus para uma função singular e santa. Da mesma maneira, precisamos olhar para os nossos líderes espirituais como homens ungidos, consagrados e santificados (v.41) pelo Senhor para ministrarem como sacerdotes de Sua igreja. Como figuras públicas, sobre eles recai a grande responsabilidade de assumir com fidelidade o papel que lhes é designado. É uma missão que requer uma íntima e constante comunhão com Deus. Nada mais oportuno do que aproveitarmos o dia de hoje para nos unirmos em oração pelos ministros do Senhor. Oremos por nossos pastores, por suas famílias e para que a mesma unção, consagração e santificação sejam derramadas pelo Espírito Santo na vida de cada um deles.
Nosso bom Pastor, graças Te damos porque o Senhor nos oferece as vestes de justiça do Teu Filho amado no lugar de nossos trapos de imundícia! Nunca poderíamos entrar nas bodas do Cordeiro sem as vestes nupciais. Por isso, Te agradecemos por Tua graciosa providência! Nós Te pedimos, hoje, de forma especial, que abençoes os Teus ministros, os pastores, concedendo-lhes o Espírito Santo em grande medida. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Um bom dia ao povo de Deus e em especial a cada ministro do evangelho! Que o Senhor os abençoe neste sagrado ofício!
Rosana Garcia Barros
#Êxodo28 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ÊXODO 28 – Deus aprecia o belo, a organização, os detalhes. Ele preza pela formosura, pela ornamentação e pela qualidade.
Neste capítulo tratando dos sacerdotes, Sumo Sacerdote e suas vestimentas, o próprio Deus é Quem dá todas as diretrizes, inclusive instruções estilísticas de moda.
D. L. Moody destaca que “a estola sacerdotal era toda bordada com fino fio de ouro entretecido com outras cores”. Ellen White frisa que “as vestes do sumo sacerdote eram de custoso material e de bela confecção, em conformidade com a sua elevada posição. Em acréscimo ao traje de linho do sacerdote comum, usava uma vestimenta azul, também tecida de uma única peça. Ao longo das fímbrias era ornamentada com campainhas de ouro, e romãs de azul, púrpura e escarlate. Por sobre isto estava o éfode, uma vestidura mais curta, escarlate e branco. Era preso por um cinto das mesmas cores, belamente trabalhado. O éfode não tinha mangas, e em suas ombreiras bordadas de ouro achavam-se colocadas duas pedras de ônix, que traziam os nomes das doze tribos de Israel. Sobre o éfode estava o peitoral, a mais sagrada das vestimentas sacerdotais… As bordas eram formadas de uma variedade de pedras preciosas, as mesmas que formam os doze fundamentos da cidade de Deus. Dentro das bordas havia doze pedras engastadas de ouro, dispostas em fileiras de quatro, e como as das ombreiras, tendo gravados os nomes das tribos” (PP, 350-351).
Para Deus, Seu povo é como um amontoado de pedras preciosas, carregadas nos ombros e no peito de Jesus, nosso Sumo Sacerdote. Cada pedra é diferente da outra, mas todas preciosas; formando parte importante na construção espiritual (1 Pedro 2:4-5).
O Urim e o Tumim em Êxodo 28:30 interessam a muita gente. Tanto Urim quanto Tumim começam com a primeira letra do alfabeto hebraico e terminam com a última – fazendo certa alusão a Jesus como “o primeiro e o último, o princípio e o fim”, que no alfabeto grego é “o Alfa e o Ômega” (Apocalipse 22:13).
Urim significa “luzes”, Tumim “perfeições”; Jesus é a luz (João 8:12) que deixou Sua Palavra, Antigo e Novo Testamento (Apocalipse 11:3-4), para iluminar O Caminho (Salmo 119:105). Ele é nosso guia perfeito: Caminho, Verdade e Vida (João 14:6). Precisamos submeter-nos a Sua vontade! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ÊXODO 27 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/27
Tendo em vista que o santuário representava o plano da salvação, cada peça do mobiliário tinha um significado e simbolismo. O altar do holocausto [oferta totalmente queimada] com o sangue derramado dos sacrifícios representava a morte substitutiva de Jesus Cristo na cruz, a verdade a respeito do evangelho da expiação dos pecados (Isaías 53:4-7; Efésios 1:5-7). O altar se posicionava na entrada do tabernáculo, representando a necessidade do pecador ser purificado do pecado, antes de entrar em adoração perante a presença de Deus. Os chifres do altar representavam força e poder. Davi se referia aos “chifres da minha salvação” (2 Samuel 22:3; Salmo 18:2).
O azeite para a Menorah, o candelabro de sete braços, representava a pureza do Espírito Santo (Zacarias 4:2-6). As lâmpadas deviam queimar continuamente, representando a “verdadeira luz” e “luz dos homens”, Jesus Cristo (João 1:4-9). Os israelitas deveriam ser uma extensão da luz divina para o mundo.
Hoje também nos é dado esse alto privilégio de compartilhar a Palavra de Deus com o mundo que nos rodeia. Estamos compartilhando a mensagem do evangelho, ou a estamos conservando conosco mesmos? Jesus deseja que espalhemos Sua mensagem de vida para iluminar um mundo agonizante.
Michael Hasel
Southern Adventist University
EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/27
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1567 palavras
1 altar. O altar dos holocaustos [ofertas totalmente queimadas] era feito de madeira recoberta de bronze. Os chifres nas quatro pontas eram importantes no ritual e recebiam aplicações de sangue por ocasião da consagração dos sacerdotes (29.12), nas ofertas pelo pecado (Lv 4.25, 30) e no Dia da Expiação (Lv 16.18). Davam proteção a qualquer pessoa que se agarrasse a eles (1Rs 1.50) [considerando a pessoa protegida pelo poder divino. Bíblia Shedd]. O altar era oco e era cheio de terra ou pedras não lavradas (20.24). Bíblia de Genebra.
Tinha (Lv 4.7) em torno de 2,3 m de comprimento por 1,4 m de altura. Devido à sua natureza portátil, era um quadrado aberto, feito de madeira de acácia, coberto com uma folha de bronze. … O altar funcionava como um lugar para abater os animais de forma “limpa” para retirada da carne (desde que todo sangue pertencia ao Senhor [Lv 17:6]) e como o único lugar autorizado de sacrifício. Andrews Study Bible.
O altar das ofertas queimadas era a primeira coisa que os israelitas viam quando entravam no pátio do tabernáculo. Aqui sacrifícios eram constantemente feitos. Sua vívida presença constantemente lembrava o povo de que eles somente poderiam vir a Deus através do sacrifício. Era o único meio pelo qual seus pecados poderiam ser perdoados e levados embora. Em Hebreus 10.1-18, Jesus Cristo é retratado como o sacrifício definitivo. Life Application Study Bible NVI.
Era mais uma armação de altar do que um altar propriamente dito (v. 8). … O altar do holocausto, com o sangue vertido, representa a grande verdade do evangelho da expiação do pecado por meio do sacrifício vicário de Cristo (Is 53:4-7, 10; At 20:28; Ef 1:5-7; Hb 13:10-12; 1Pe 1:18, 19; Ap 5:9). A própria posição desse altar, próximo à porta do átrio, indica a necessidade primária do pecador de ter seus pecados lavados pelo sangue de Cristo (ver Hb 9:13, 14; 1Jo 1:7. Ap 7:14); e, até que isso seja feito, ele não deve adorar a Deus ou mesmo entrar na Sua presença (Hb 9:22). O altar testemunhava da culpa do pecador e de sua necessidade de expiação e reconciliação, e lhe assegurava que isso tinha sido alcançado (Jo 1:29; Rm 5:10; 2Co 5:18, 19; Cl 1:20). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 693.
2 quatro chifres. Eles sobressaíam dos quatro cantos superiores do altar. A expressão “uma só peça” indica que os chifres eram parte do próprio altar, e não que lhe foram acrescidos. O sacerdote tocava nestes chifres com o dedo, molhado no sangue do sacrifício pelo pecado (Êx 29:12; Lv 8:15; 9:9; 16:18). Algumas vezes se atavam a esses chifres animais que seriam sacrificados (Sl 118:27, ARC). … Na descrição do segundo advento do Senhor crucificado, o profeta Habacuque (3:4) vê “chifres que saem da Sua mão” (KJV); “ali”, nas marcas dos pregos nas mãos de Cristo, “está velado o Seu poder”. … Tendo em vista que um animal que tem chifres os usa para atacar outros animais, os chifres se tornaram símbolo de força e poder (1Sm 2:1, 10; Sl 75:10; 110:9; etc.). … A palavra “chifre” é usada como símbolo do poder nacional e foi usado em geral pelos profetas nesse sentido (Jr 48:25, KJV; Dn 7:11, 8:3; Ap 12:3; etc.). CBASD, p. 693.
3 recipientes para recolher cinzas. Da grelha (cf. v. 4). pás. Para levar as cinzas para longe. bacias de aspersão. Para recolher o sangue dos animais sacrificados ao lado do altar e para aspergi-lo na base do altar. garfos de carne. Tinham três dentes, e eram usados para dispor devidamente o sacrifício ou para retirar a porção dos sacerdotes do recipiente em que estava sendo cozido (v. 1Sm 2.13, 14). braseiros. Provavelmente para levar carvões vivos [brasas vivas] do altar do holocausto para o altar de incenso dentro do Lugar Santo (v. Lv 1o.1; 16.12, 13). Bíblia de Estudo NVI Vida.
de bronze. Os acessórios, estando fora do tabernáculo propriamente dito, eram todos feitos de bronze. Bíblia de Genebra.
4 grelha. Uma pesada grelha de bronze era colocada à metade da altura do altar entre a base e o topo (v. 5). Nas quatro extremidades da grelha havia argolas, pelas quais passavam varais revestidos e bronze, para o transporte do altar (v. 6, 7). CBASD, p. 694.
5 É provável que fosse uma borda ao redor da parte superior do altar que facilitava ao sacerdote colocar ali as ofertas. CBASD, p. 694.
8 Mais uma vez, vemos que estes objetos eram figuras do plano de Deus. … O altar dos sacrifícios aponta para a parte suprema do plano de Deus, o sacrifício do Senhor Jesus Cristo para pagar o preço dos nosso pecados. É de madeira, e, em certo sentido, a cruz foi o altar de Cristo, onde Ele foi sacrificado. As ofertas diárias feitas no altar uniam o povo de Israel no culto, e eram uma lembrança de que sem derramamento de sangue não há remissão de pecado (Hb 9.22), até o dia em que Cristo se ofereceu a Si mesmo, uma vez para sempre (Hb 9.28). Bíblia Shedd.
9 Farás também o átrio. O átrio era um retângulo de 45,75 m x 22,87 m, envolto por cortinas de linho fino, com 2,28 m de altura separando esse átrio do acampamento de Israel ao redor. Bíblia de Genebra.
12, 13 lado ocidental … lado oriental. O pátio é apresentado com duas partes iguais. O Lugar Santíssimo provavelmente ocupava a posição central na metade do oeste, e o altar dos holocaustos, a posição central na metade do leste. Bíblia de Estudo NVI Vida.
13, 14 o lado oriental, que dá para o nascente … entrada. A entrada ao pátio do tabernáculo olhava para o leste, assim como a do templo de Salomão (v. Ez 8.16) e a do templo de Herodes. Bíblia de Estudo NVI Vida.
16 À porta do átrio haverá um reposteiro [cortina com a função de porta]. Na parte central da parte oriental havia uma “cortina” com cerca de 8,9 m de comprimento. CBASD, p. 694.
Como entrar em comunhão com Deus? Cristo é a porta e o único caminho (Jo 10.7; 14.6). Bíblia Shedd.
17 todas as colunas. Ao todo 60 “colunas” sustentavam as “cortinas” ao redor do átrio, ou uma a cada 3,46 m em média. As “colunas” eram provavelmente de madeira de acácia revestidas de bronze e eram colocadas em “bases” também de bronze (v. 10). CBASD, p. 694.
ganchos. Para sustentar as cortinas. Bíblia Shedd.
18 pátio … com cortinas de linho fino trançado de dois metros e vinte e cinco centímetros de altura. Suficientemente altas para impedir a visão das pessoas em pé do lado de fora do pátio e para proteger a santidade e privacidade da adoração que ocorria do lado de dentro. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Isso [cinco côvados] era metade da altura do tabernáculo, o qual era, desse modo, perfeitamente visto pelo povo do lado de fora (PP, 347). Apenas os sacerdotes e levitas podiam transitar livremente no átrio, que representava a primeira etapa na aproximação do mundo até Deus, por parte do ser humano. O sacrifício expiatório no altar do holocausto e o ato de se lavar (Êx 30:18) precediam a comunhão com Deus. CBASD, p. 694.
19 os utensílios. Certamente havia muitos utensílios usados no serviço do santuário, entre eles a bacia (Êx 30:18). As “estacas” mantinham as coberturas do tabernáculo esticadas e as “colunas” em seus lugares. Esses acessórios tinham uma função importante. Talvez não pudessem ser equiparados em importância à mobília nos dois compartimentos do tabernáculo e ao altar do holocausto; contudo, sem eles os sacerdotes não poderiam ministrar. eles eram como os indispensáveis “dons” que Deus colocou “na igreja” (1Co 12:28). CBASD, p. 694.
20 tragam azeite puro de olivas batidas para a iluminação. Azeitonas verdes eram esmagadas num pilão. A massa polpuda era, então, colocada num cesto de pano, e o óleo pingava pelo fundo, produzindo um combustível puro que queimava com pouco ou nenhuma fumaça. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O azeite era preparado de azeitonas verdes batidas num morteiro [almofariz, pilão], em vez de trituradas no moinho. Como resultado, era claro e incolor, queimava com uma chama viva e fazia pouca fumaça. CBASD, p. 694.
lâmpada acesa continuamente. A lâmpada era o candelabro de ouro que ficava no lado sul do Santo Lugar (Lv 24.1-4). Bíblia de Genebra.
21 Havia um cuidado especial para que as lâmpadas não se apagassem à noite. … A “lâmpada acesa continuamente” (ver Lv 24:2) era um lembrete perpétuo dAquele em quem não há “treva alguma” (1Jo 1:5). Assim deveria ser com a igreja, “a luz do mundo” (Mt 5:14). Sua luz nunca deve se apagar (ver Jo 3:19-21). A “lâmpada acesa continuamente” no santuário representava a “verdadeira luz”, “a luz dos homens” (Jo 1:-9; DTN, 464). Apontava também para as Sagradas Escrituras, que são lâmpada para os pés (Sl 119:105; Is 40:8). O azeite de oliva é um símbolo do Espírito Santo, a fonte e o meio de iluminação espiritual (Zc 4:2-6; At 2:1-4). Era propósito que Israel fosse luz para as nações ao redor (PJ, 286). A “vantagem” que os judeus tinham era “principalmente” que a eles “foram confiados os oráculos de Deus” (Rm 3:1, 2), ou seja, a palavra profética que predizia a vinda da Palavra viva, “a verdadeira luz que vinda ao mundo ilumina a todo homem” (Zc 4:1-4; Jo 1:9; DTN, 462). CBASD, p. 694.
21 tenda da congregação. O tabernáculo foi chamado assim porque ali se reuniam Deus e os representantes religiosos de Israel, conforme estava determinado pelos regulamentos litúrgicos. Não era a mesma coisa que a “tenda da congregação” montada fora do acampamento, onde Deus se encontrou com Moisés (33.7; Nm 12.4). Bíblia de Genebra.
Tenda do Encontro (NVI). O tabernáculo. Não era um lugar em que o povo de Deus se reunia para a adoração coletiva, mas onde o próprio Deus se encontrava – em ocasiões por ele determinadas, e não por acaso – com o Seu povo. acesas as lâmpadas … do entardecer até de manhã. As lâmpadas eram acesas no entardecer (v. 30.8) e, segundo parece, apagadas de manhã (1Sm 3.3). Bíblia de Estudo NVI Vida.
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“Ordenarás aos filhos de Israel que te tragam azeite puro de oliveira, batido, para o candelabro, para que haja lâmpada acesa continuamente” (v.20).
Por longos anos, além do seu uso culinário e medicinal, o azeite serviu como material combustível a fim de iluminar as casas e o caminho dos viajantes. As lamparinas eram abastecidas com o óleo da oliveira, fornecendo luz e calor. Grandes plantações de oliveiras significavam abundância de nutrição e de iluminação. As azeitonas eram prensadas em grandes mós de pedra e aquela pasta passava por outro processo de prensagem, até que o líquido era decantado ou filtrado. Daí se obtinha o precioso “azeite puro de oliveira” (v.20).
Deus ordenou que os filhos de Israel levassem desse azeite para que o candelabro do santuário estivesse sempre aceso. Deveria haver iluminação constante na habitação do Senhor. E o azeite era o que tornava isso possível. Olhando para a vida de Cristo, o discípulo amado escreveu: “A vida estava nEle e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela” (Jo.1:4-5). E o próprio Jesus declarou a respeito de Si mesmo: “Eu sou a luz do mundo; quem Me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida” (Jo.8:12). O candelabro apontava para a obra de Cristo, iluminando o mundo e derramando a Sua luz na vida de Seus seguidores.
Mas para que a luz de Cristo seja manifestada em nós, necessitamos do material de combustão espiritual, que é o Espírito Santo. É interessante que o lugar preferido de oração de Jesus era o Monte das Oliveiras, e que foi lá, especificamente no jardim do Getsêmani, que significa “prensa de azeite”, onde o nosso Salvador ficou “profundamente triste até à morte” (Mt.26:38), mas também de onde Ele saiu com força adicional, preparado para entregar a Sua vida como oferta de holocausto para a nossa salvação.
Muitos manifestam o desejo pelo Espírito Santo. Muitos, porém, têm buscado o poder da Terceira Pessoa da Trindade como fez, por exemplo, Simão, o mágico, que, oferecendo dinheiro, ansiava pelo poder que via nos apóstolos. Querem o poder, enquanto seus corações permanecem obstinados. A esta classe bem se aplicam as palavras de Pedro: “Arrepende-te, pois, da tua maldade e roga ao Senhor; talvez te seja perdoado o intento do coração; pois vejo que estás em fel de amargura e laço de iniquidade” (At.8:22-23). Não entendem que o poder do Espírito Santo também acompanha a Sua obra de nos convencer “do pecado, da justiça e do juízo” (Jo.16:8).
Amados, quando este mundo atingir o clímax da iniquidade e terminar de encher o cálice da ira de Deus, necessitamos estar preparados, com nossas lâmpadas erguidas e acesas. E essa preparação requer que sejamos prensados pelas tribulações, a fim de que sejamos “provados, purificados e embranquecidos” (Dn.11:35), para que a nossa angústia e tristeza sejam convertidas em santa paz e alegria, na certeza de que a nossa redenção se aproxima. E essa é uma obra diária. Você está disposto a permitir que ela aconteça? Termino com as confortantes palavras de Morris Venden:
“A meta do Espírito Santo para nós é levar-nos ao ponto de entrega constante, ou ao que poderíamos chamar de entrega absoluta, à posição em que nunca mais dependamos do eu, não importando as circunstâncias. E para a maioria de nós, isso envolve tempo” (Seu Amigo o Espírito Santo, CPB, p. 57).
Nosso amado Pai, nós Te damos graças por Tua bondade que nos conduz ao arrependimento e pelo Teu Espírito, que nos convence do pecado, da justiça e do juízo, e isso com tanta paciência! Graças Te damos pelo dom do Espírito Santo que ilumina a nossa vida com a vida de Cristo e que transforma o nosso caráter até que estejamos preparados para o Céu! Que o nosso desejo pelo Espírito Santo seja legítimo, até o ponto de nos submetermos por completo a Ele. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, iluminados pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#Êxodo27 #RPSP
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ÊXODO 27 – O preparo do caminho desde o pecador até o Criador é realizado pelo próprio Deus.
O altar de sacrifícios mostra que o derramamento de sangue é essencial para o pecador “aproximar-se de Deus. É um tipo de cruz (morte) de Cristo, nosso holocausto, que Se ofereceu sem mácula a Deus (Hb 9:14)”, já a porta nas divisórias (resultantes das cortinas e tábuas) “indica Cristo [João 10:9]. Ele é nosso acesso a Deus em virtude de Sua obra de redenção”. Complementando, “o azeite puro de oliva simboliza o Espírito Santo (Jo 3:34; Hb 1:9)” que seria usado no candelabro simbolizando que, “em Cristo, a lâmpada de azeite queima constantemente”, sintetiza Merrill Unger.
O altar de sacrifício teve início, provavelmente, quando Deus preparou vestes para Adão e Eva após cometerem pecado e serem expulsos das delícias do Éden (Gênesis 3:21-24). A importância do altar foi transmitida aos filhos do casal, o qual sofreu adulteração quando Caim ofereceu seu sacrifício (Gênesis 4:3-7) – evidenciando que, aquele que não assimila corretamente o sacrifício poderá sacrificar até o próprio irmão (Gênesis 4:8).
Contudo, a prática correta dos sacrifícios foi preservada, a qual podemos perceber no relato da saída de Noé da arca depois do Dilúvio (Gênesis 8:20), e na adoração praticada por Abraão, Isaque e Jacó (Gênesis 12:7-8; 22:1-13; 26:25; 33:18-20; 35:1-7; etc.).
Muitos anos se passaram; agora, em Êxodo 27, “foram dadas instruções referentes à construção de um altar para oferecimento de sacrifícios, um ritual que havia sido quase inteiramente descontinuado. Enquanto estavam no cativeiro egípcio, as ideias do povo sobre sacrifícios haviam sido em grande parte moldadas pelas ideias dos egípcios. Os egípcios, por sua vez, haviam adquirido essas ideias dos israelitas na primeira vez em que estes foram ao Egito, mas haviam misturado a verdade com a falsa idolatria. Possuíam práticas indecentes ligadas à adoração em seus altares pagãos”, explica Ellen White (CBASD, v. 1, p. 1221).
Desde Caim, a questão da adoração vem correndo risco de deturpação. No tempo do fim, Satanás usará estratégias para conduzir multidões à adoração adulterada. Somente não se perverterão aqueles que tiverem “seus nomes escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a criação do mundo” (Apocalipse 13:8).
Deus procura adoradores fieis! Portanto, reavivemo-nos! Sejamos fieis! – Heber Toth Armí.