Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 30 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
5 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: ÊXODO 30 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 30 – BLOG MUNDIAL

ÊXODO 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ÊXODO 30 by Luís Uehara
5 de julho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/30

A oração é o modo pelo qual Deus nos convida a nos comunicarmos diretamente com Ele. O altar de incenso era um símbolo das orações que sempre sobem diante do trono de Deus. Os sacerdotes vinham a este lugar para oferecer incenso (Patriarcas e Profetas, p. 333) que subia por sobre o véu, até o lugar santíssimo, onde o trono de Deus se localizava, acima do propiciatório. O incenso representava as “orações dos santos” (Apocalipse 8:3-4).

Nós devemos “orar sem cessar” (1Tessalonicenses 5:17), sabendo que Jesus permanece como nosso Sumo Sacerdote, diante do trono de Deus. “Cristo mistura a elas [nossas orações] os méritos de Sua própria vida de perfeita obediência. Nossas orações são perfumadas por este incenso. Cristo Se comprometeu a interceder em nosso favor e o Pai sempre ouve o Filho.” (Filhos e Filhas de Deus, p.22). Estas orações são levadas à presença de Deus e são unidas aos méritos de Cristo, nosso Sumo Sacerdote, que intercede em nosso favor.

Isto é uma boa notícia para todos nós hoje – não precisamos de intercessor terreno, todos temos igual acesso ao Criador do Universo, que prometeu que “se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve” (1 João 5:14).

Michael Hasel
Faculdade de Religião
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/30
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



ÊXODO 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
5 de julho de 2025, 0:50
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992 palavras

1 incenso. Esta fumaça perfumada é o símbolo bíblico da oração dos fiéis (Sl 141.2 e Ap 8.3-4). Este é o sacrifício mais puro, pois a verdadeira oração é o próprio eu se oferecendo em sacrifício integral, entrando em contato imediato com o coração de Deus. Bíblia Shedd.

2 os chifres formarão uma só peça com ele. Ou seja, uma só peça com o altar. Visto que chifres simbolizam poder (ver com. de Êx 27:2), no altar do incenso eles representam o poder da oração (ver Gn 32:24-30). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 709.

defronte do véu. O altar do incenso ficava no lugar santo, junto ao “véu”, a cortina que o separava do santíssimo (Êx 40:21-27). Embora estivesse no lugar santo, considerava-se que o altar de incenso pertencia ao santíssimo (Hb 9:3, 4). Esse conceito surgiu do fato de que, quando se aproximavam da presença divina que estava sobre o propiciatório [tampa da arca da aliança/testemunho/dez mandamentos], era do altar do incenso que os sacerdotes se aproximavam (PP, 353). Somente no Dia da Expiação é que podiam chegar mais perto. Esse era o lugar aonde iam para se encontrar com Deus, cuja morada era no santíssimo. O incenso oferecido ali não apenas enchia o lugar santo, mas ascendia e passava por cima do véu para o santíssimo (ver com de Êx 26:32). O fato de o altar estar “diante do propiciatórios” ensina que a oração nos leva á presença de Deus. Embora o “véu” da humanidade (ver 1Co 13:12) impeça que nossos olhos físicos vejam a Deus, a fé e a oração vão onde o corpo não pode ir. CBASD, vol. 1, p. 709.

incenso contínuo. O incenso devia ser oferecido duas vezes ao dia, no horário da manhã e do crepúsculo da tarde (Êx 30:7, 8). O altar do incenso representava intercessão perpétua. … Seu “contínuo” queimar ensina que a cada dia devemos nos aproximar de Deus em oração (Sl 16:8; 55:17; 1Ts 5:17, 18; PP, 354). Devemos orar “sem cessar” (1Ts 5:17). CBASD, vol. 1, p. 709.

incenso estranho. Incenso não feito segundo a ordem divina (30.34-38) e não oferecido por sacerdotes consagrados (Nm 16.40). Bíblia Shedd.

10 uma vez no ano, Arão fará expiação sobre os chifres do altar. De todas as mobílias do tabernáculo, somente a arca com o propiciatório era considerada de mais importância e santidade que o altar de incenso. Isso sugere o quanto Deus valoriza a oração (ver PP, 353). CBASD, vol. 1, p. 710.

Essa cerimônia anual era chamada o Dia da Expiação. Nesse dia, era realizado um sacrifício pelos pecados de toda a nação israelita. Era o único dia em que o sumo sacerdote poderia entrar no lugar santíssimo, a parte mais interna do tabernáculo. Aqui, ele pedia que Deus perdoasse o povo. O Dia da Expiação servia como lembrança de que os sacrifícios diários, semanais e mensais poderiam cobrir os pecados somente temporariamente. Ele apontava para Jesus Cristo, a expiação perfeita, que poderia expiar pecados para sempre. Life Application Study Bible NVI.

Este dia da Expiação se descreve em Lv 16.1-34. Bíblia Shedd.

12 recenceamento resgate.  Se baseava no princípio que todo o povo pertencia a Deus e portanto precisava ser resgatado por um sacrifício. Sempre que ocorria um censo, ricos e pobres deveriam pagar um resgate. Deus não faz discriminação de pessoas (ver At 10:34; Gl 3:28). Life Application Study Bible NVI.

Considerava-se que sua vida estava à disposição de Deus até que Ele a reivindicasse. Ao pagar essa soma, reconheciam a bondade e a misericórdia de Deus. CBASD, vol. 1, p. 710.

de si próprio. Isto é, pelo “espírito, alma e corpo” (1Ts 5:23). Este é o significado, pois a declaração se refere ao ser vivo, não a alguma parte inanimada de seu corpo ou a um espírito desencarnado. CBASD, vol. 1, p. 710.

13 metade de um siclo. Meio siclo era 5,7 g, e um gera, a décima parte disso. CBASD, vol. 1, p. 710. [Com relação às medidas, recomendamos a leitura do texto bíblico da NVI, por apresentar as medidas no nosso sistema métrico internacional].

15 não dará mais. Como era uma quantia relativamente baixa, o imposto não era pesado para ninguém. … O plano era justo e sugere que toda pessoa tem igual valor ao olhos de Deus (Dt 10:17; At 10:34; Rm 3:22). Todos pecaram, e Deus estende Sua graça a todos. CBASD, vol. 1, p. 710.

18 uma bacia. Não se revela seu tamanho ou sua forma. Era de bronze, feita dos espelhos que as mulheres de Israel deram em oferta voluntária (Êx 38:8). … A bacia simboliza o ato de lavar nossos pecados por meio da fé no sangue derramado por Cristo (At 1Co 6:11; Ef 5:26; Ap 7:14). CBASD, vol. 1, p. 710, 711.

19 lavarão. Lavar as mãos e os pés simbolizava uma reforma de vida. Devido às abluções dos sacerdotes, à morte das vítimas sacrificais e ao aspergir, derramar e verter sangue associados às várias funções do serviço do santuário, a necessidade de água era óbvia (Êx 29:4, 17; Lv 1-5). CBASD, vol. 1, p. 711.

23 mirra. Resina aromática. Cinamomo. Um tipo de canela. Cálamo. Raiz aromática de uma espécie de caniço dos pântanos. Bíblia Shedd.

24 cássia. Árvore com flores amarelas, que dá vagens, cujas sementes são medicinais e perfumadas. him. 3,6 litros. Bíblia Shedd.

34-38 farás incenso. Os israelitas queimavam incenso, mas este incenso sagrado podia ser queimado somente no tabernáculo. Este incenso de aroma doce era queimado em pratos rasos chamados incensários e eram utilizados para demonstrar honra e reverência a Deus. … Este incenso, à semelhança do óleo sagrado de unção, era tão santo que o povo era estritamente proibido de copiá-lo para uso pessoal. Life Application Study Bible NVI.

34 estoraque. Uma resina do Mediterrâneo, chamado também benjoim. ônica. Perfume feito pela queima das partes fibrosas de certas conchas. gálbano. Uma planta umbelífera [família composta por plantas normalmente aromáticas e caule oco, como funcho, salsa, anis] da Pérsia. Bíblia Shedd.

35 temperados com sal. Sal é o símbolo da preservação contra a corrupção. Bíblia Shedd.

O fato de que eram tiradas brasas acesas do altar do holocausto para queimar incenso no altar interior (ver Lv 16:12, 13) ressalta que o coração do adorador deve estar reconciliado com Deus antes que suas orações e devoção possam ser aceitas (Jó 27:8, 9; Sl 66:18; Pv 15:29; 28:9; Is 1:15; Mq 3:4; Jo 9:31). CBASD, vol. 1, p. 711.



Êxodo 30 – Rosana Barros by Ivan Barros
5 de julho de 2025, 0:45
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“Farás também um altar para queimares nele o incenso; de madeira de acácia o farás” (v.1).

No altar de incenso, que ficava em frente ao véu que fazia a separação entre o Lugar Santo e o Lugar Santíssimo, deveria ser queimado diariamente o incenso aromático, especialmente preparado para aquele fim. Seu fragrante aroma perfumava todo o ambiente. Aquele altar era um símbolo do ministério de intercessão de Cristo, que continuamente intercede por nós perante o Pai e, a queima do incenso, representava “as orações dos santos”, ascendendo ao Céu como aroma agradável a Deus (Ap.8:4). O altar de incenso era o objeto mais próximo do Lugar Santíssimo. Bem atrás do véu estava a manifestação da glória de Deus; e poder ministrar tão próximo à gloriosa presença do Senhor era, de fato, uma experiência inesquecível e singular.

O “recenseamento dos filhos de Israel” (v.12) era uma contagem de todos os homens com idade a partir dos vinte anos, geralmente para fins de guerra, como uma espécie de alistamento militar. Neste caso, o objetivo principal era o de arrecadar as ofertas que provavelmente seriam utilizadas na construção do santuário. Havia um valor específico para esta oferta, um valor determinado por Deus que colocava pobres e ricos em pé de igualdade. Todos ofertavam de forma igualitária. Uma clara confirmação de que “para com Deus não há acepção de pessoas” (Rm.2:11). Assim como a oferta para expiação de cada israelita era igual, Cristo fez expiação por cada um de nós com uma única oferta.

Antes de entrar na tenda da congregação a fim de cumprirem seus deveres diários, os sacerdotes precisavam passar pela “bacia de bronze” (v.18), ou pia da purificação. Só após lavarem “as mãos e os pés” (v.19) poderiam oficiar no Lugar Santo. Nenhum sacerdote poderia oficiar no altar ou entrar no Santo Lugar sem se lavar, ou, do contrário, morreria. Jesus nos oferece a água da vida. Só Ele pode nos purificar de nossos pecados. Lavar as mãos e os pés simboliza o fazer a vontade de Deus e o caminhar em Seu caminho eterno, por meio da obra do Espírito Santo no coração. Cristo deseja filtrar em nossa vida todas as impurezas que nos impedem de avançar espiritualmente, a fim de que alcancemos “a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb.12:14); uma obra que é realizada diariamente pelo Espírito Santo (Tt.3:5).

A Moisés também foi dada a ordem de ungir a tenda da congregação, desde o Lugar Santíssimo até o pátio, inclusive Arão e seus filhos. Ele foi o primeiro homem a entrar no Santo dos Santos, antes mesmo de Arão. Aquele óleo, preparado de forma exclusiva para o uso sagrado, simbolizava o Espírito Santo. Oh, quanto necessitamos dessa unção diária! Deve ser o mais alto clamor da alma, o mais ardente desejo do coração de todo o crente, a oração mais insistente, a busca incessante! O Senhor tem prazer em nos dar o Seu Espírito mais do que um pai tem prazer em presentear um filho (Lc.11:13). A unção ou batismo diário com o Espírito Santo não se resume a manifestações sobrenaturais, mas na colheita de Seu fruto: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio” (Gl.5:22-23).

Tudo o que era preparado para o santuário tinha o seguinte peso: “é santo e será santo para vós outros” (v.32). Nada do que ali estivesse e nada do que fosse preparado para o seu uso poderia ser utilizado de forma comum. O óleo da santa unção e o incenso, “perfume segundo a arte do perfumista” (v.35), eram especialmente preparados no cadinho de Deus através de homens hábeis por Ele capacitados. Muitas são as lições sobre santidade que podemos extrair do estudo do santuário, amados. Deus desejava imprimir na mente do Seu povo a diferença entre o santo e o comum, entre o puro e o imundo. Mas também fortalecer na mente de todos, ricos e pobres, que perante Ele somos todos iguais, que o Senhor nos ama na mesma medida.

Como santuários do Espírito Santo (1Co.6:19), precisamos contextualizar as lições do santuário em nossa vida. Não se trata da simples leitura de símbolos antigos, mas do estudo de aplicações espirituais práticas que nos preparam para o breve encontro com o nosso Senhor e Salvador. Sem acepção, o Senhor nos escolheu para sermos santos. Creio que o texto a seguir resume bem a mensagem do capítulo de hoje: “Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; pelo contrário, segundo é santo Aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: ‘Sede santos, porque Eu sou santo’. Ora, se invocais como Pai Aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo as obras de cada um, portai-vos com temor durante o tempo da vossa peregrinação” (1Pe.1:14-17).

Como Israel, somos todos peregrinos em terra estranha. Oremos e clamemos ao Senhor pelo batismo diário do Espírito Santo. Que possamos abandonar tudo o que não nos edifica e ser fortalecidos pelo poder do alto. Certamente, o Espírito de Deus nos ungirá, nos santificará e nos conduzirá à vida eterna.

Nosso Pai Celestial, como Tu és santo, precisamos também ser santos. Mas essa é uma obra que está fora do nosso alcance operar. Por isso, nos entregamos aos cuidados do Espírito Santo para que Ele viva em nós e realize em nosso coração tudo o que for preciso para nos santificar e nos preparar para o alto clamor e para o encontro Contigo. Temos saudades de Ti, Pai! Todos nós! Ouve o nosso clamor, pois queremos ir para o Lar! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, santos do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#Êxodo30 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ÊXODO 30 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
5 de julho de 2025, 0:30
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ÊXODO 30 – Comunhão é resultado de dedicação no relacionamento, não nos regulamentos. Há muitas pessoas que fazem dos regulamentos fins em si mesmos, quando deveriam ser meios para viver em relacionamento com o soberano Deus.

O sistema de sacrifício e de purificação eram estratégias criadas por Deus para tornar possível o que era impossível: Pecadores se relacionarem com um Deus Santo. A oração é essencial meio de comunicação; é tão importante que o altar de incenso só não era mais importante que a arca com o propiciatório dentro do lugar santíssimo. O altar de incenso era “santíssimo ao Senhor” (Êxodo 30:10).

Após aceitar ser redimido (Êxodo 30:11-16), através da água na bacia e da unção com óleo, as imundícies do pecado devem ser eliminadas a fim de purificar o coração para que o canal de comunicação com Deus fique livre de qualquer obstáculo que interfira/atrapalhe a comunhão (Êxodo 30:17-33).

Todo o sistema do Santuário é um esquema para levar o pecador à presença do Senhor. O altar de incenso perante o propiciatório nos indica que a oração nos coloca na santa presença de Deus (Êxodo 30:1-8). A fumaça do incenso sobe ilustrando que a oração chega até o trono de Deus (Apocalipse 8:3-4). Sabendo que Satanás quer interromper ou impedir a comunicação com Deus, precisamos vigiar para que nossa oração esteja desprovida de qualquer contaminação ou perversão religiosa provocada por ele (Êxodo 30:34-37).

Deus nos quer o tempo inteiro em oração, em todas as ocasiões (Efésios 6:18). Não tem como exagerar na importância e relevância da oração. Não devemos dedicar período de tempo à oração, devemos dedicar toda nossa existência. Deus preza pela oração porque através dela Ele Se relaciona conosco. Por isso a ordem bíblica é: “Orem continuamente” (1 Tessalonicenses 7:17). O apelo insistente é: “Dediquem-se à oração” (Colossenses 1:2)

Deus quer Se relacionar conosco sabendo que pode haver risco; por isso, Ele orienta visando proteger-nos – para que Sua santidade não nos destrua por causa de nossa pecaminosidade (Êxodo 30:20-21). Deus não nos quer mortos, mas vivos para estar conosco. “Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus” (Mateus 5:8).

A graça do evangelho reside no fato do Deus santo aproximar-Se do pecador e cuidar dele com profundo amor!

Por isso, alegremo-nos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 29 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
4 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: ÊXODO 29 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 29 – BLOG MUNDIAL

ÊXODO 29 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ÊXODO 29 by Luís Uehara
4 de julho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/29

Muitos anos após o êxodo, na prática israelita posterior, as instruções a respeito das ofertas de sacrifícios foram desconsideradas, o que levou Malaquias a advertir os sacerdotes por negligência diante de Deus. Naquela época animais coxos, cegos e doentes eram aceitos pelos sacerdotes e sacrificados em favor do povo (Malaquias 1:7-8). Deus responde dizendo: “Tentem oferecê-los de presente ao governador! Será que ele se agradará de vocês? “(Ml 1:8 NVI).

Nestas palavras Deus lembra aos sacerdotes de sua responsabilidade diante de Deus e de Seu povo. Eles deviam prover “verdadeira instrução” e andar com Deus “em paz e retidão”, pois os lábios dos sacerdotes deveriam “guardar o conhecimento” (Ml 2:6-7 ARA). Os sacerdotes deveriam ser os propagadores dos ritos e das instruções do sistema de sacrifícios perante Israel, até que o Cordeiro, para Quem estes sacrifícios apontavam, viesse.

Há lições importantes para nós hoje, como pastores e líderes em nossas igrejas, de sempre promovermos as instruções dadas por Deus a respeito da verdadeira adoração perante o povo. Quão tentador é sermos hoje descuidados em nossas responsabilidades! Deus deseja estrita obediência às Suas ordenanças. Portanto, nos aproximemos dEle, com a admiração e o respeito descritos neste capítulo.

Michael Hasel
Southern Adventist University
EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/29
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



ÊXODO 29 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
4 de julho de 2025, 0:50
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1616 palavras

1 Por que Deus estabeleceu o sacerdócio? Deus originalmente pretendia que Seu povo escolhido fosse um “reino de sacerdotes”, onde tanto a nação como um todo como cada indivíduo tratavam diretamente com Deus. Mas o pecado do povo impediu que isso acontecesse porque uma pessoa pecaminosa não é digna de se aproximar de um Deus perfeito. Deus então apontou sacerdotes da tribo de Levi e estabeleceu o sistema de sacrifício para auxiliar o povo a se aproximar de Si. Ele prometeu perdoar os pecados do povo se eles oferecessem, através dos sacerdotes, certos sacrifícios. Através desses sacerdotes e seu trabalho, Deus desejava preparar todo o povo para a vinda de Jesus Cristo, que ofereceria a restauração de um relacionamento direto com Deus para todo aquele que viesse a Ele. Mas até que Cristo, o Messias, viesse, os sacerdotes eram os representantes do povo diante de Deus. Através deste sistema do Antigo Testamento, podemos entender melhor o significado do que Cristo fez por nós (ver Hb 10:1-14). Life Application Study Bible.

9 consagrarás. Lit. “encherás a mão”, uma expressão idiomática hebraica indicadora da indução ao cargo. Bíblia de Genebra.

10-41 Por que tão detalhados rituais conectados com esses sacrifícios? Em parte, por controle de qualidade. Uma forma de adoração centralizada e padronizada preveniria diferenças de crença como as que surgiriam se cada pessoa criasse seu sistema de culto. Além disso, isso diferenciava os hebreus dos pagãos cananitas que eles encontrariam na terra prometida. Se seguissem fielmente as instruções divinas, os hebreus possivelmente nunca se uniriam aos cananitas em suas práticas religiosas imorais. Finalmente, mostrava a Israel que Deus levava muito a sério seu relacionamento com Ele. Life Application Study Bible.

10 Farás chegar o novilho. Os sacerdotes colocavam suas mãos sobre o novilho para simbolizar identificação e substituição pessoal nesta oferta pelo pecado. O sangue era espargido nos chifres do altar de sacrifícios queimados, como se fosse um sacrifício para leigos, já que Arão e seus filhos ainda não haviam sido consagrados (Lv 4.25, 30; cf Lv 4.7). O restante do sangue era derramado aos pés do altar como uma oferta pelo pecado. Certas partes deveriam ser queimadas no altar (v. 13), mas o restante deveria ser queimado fora do acampamento, como restos impuros. Bíblia de Genebra.

11 Imolarás o carneiro. Só quem aceita o sacrifício pelos seus pecados pode trilhar o caminho da religião. Cristo é este sacrifício. Bíblia Shedd.

13 toda a gordura. A gordura era em geral considerada a melhor parte do sacrifício, e, portanto, a mais aceitável a Deus (ver com. de Lv 3:3, 5. Isto provavelmente se devia em parte de que ela queimava com uma chama viva e ajudava a consumir o restante do sacrifício. redenho do fígado. Uma membrana que cobre a parte superior do fígado e o une ao estômago. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 705.

14 a carne … queimá-lo-ás fora do arraial; é sacrifício pelo pecado. As partes do sacrifício mencionadas neste versículo eram eliminadas segundo a lei referentes aos sacrifícios pelo pecado (Lv 4:11, 12). A maldição do pecado que estava sobre elas as tornava impróprias para alimento e até mesmo indignas de serem enterradas dentro do acampamento. De modo semelhante, Cristo “sofreu fora da porta” (Hb 13:11-13). CBASD, vol. 1, p. 705.

15 um carneiro. Este carneiro era oferecido como um holocausto dedicatório (Lv 1.3-17). Bíblia de Genebra.

18 queimarás todo o carneiro. (Lv 1:9, 13, 17). A oferta queimada tipificava o espírito de sacrifício próprio, consagração plena e dependência constante do sangue expiatório de Cristo, que é aceitável a Deus. CBASD, vol. 1, p. 705.

19 tomarás o outro carneiro. Outro carneiro é necessário para mostrar a plenitude do significado do sacrifício: o primeiro (15) era totalmente consumido pelo fogo (18), apontando para a necessidade de um sacrifício total, que foi cumprido de uma vez para sempre na pessoa de Cristo. O segundo carneiro se chama de consagração (26). O sacerdote solenemente oferece partes dele em sacrifício pessoal a Deus e se alimenta do seu peito. Isto ilustra a necessidade que todo crente tem de alimentar-se da vida do Cristo ressurreto e de oferecer a Deus sua própria vida transformada por este sacrifício. Bíblia Shedd.

20 tomarás do seu sangue. A aplicação do sangue do carneiro nos sacerdotes era especial e significativa, o ato culminante da consagração. Indicava completa dedicação da vida e habilidade ao serviço de Deus. CBASD, vol. 1, p. 706.

orelhamão direita … pé direito. A primeira coisa que precisa ser consagrada é o ouvido. Nota-se que a fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus (Rm 10.11ss). Temos de ser discípulos ensinados por Deus (Is 50.4). Depois vem a prática do que aprendemos, a obediência nas atividades diárias envolvendo as mãos e o polegar. Depois os pés que devem andar perpetuamente nos caminhos de Deus (Sl 1.1). Bíblia Shedd.

21 Tomarás, então, do sangue sobre o altar e do óleo da unção e os aspergirás sobre Arão eA mistura do sangue com o óleo sugere a necessidade de justificação por meio do sangue expiatório de Cristo (Rm 3:23-26) e da santificação por meio do Espírito Santo (Rm 15:16). CBASD, vol. 1, p. 706.

22 a coxa direita. Normalmente parte da porção do sacerdote (Lv 7.32), esta também era queimada no sacrifício em favor dos sacerdotes. Bíblia de Genebra.

23 também um pãomovendo-as de um lado para outro. Ao colocar estas ofertas nas mãos de Arão e seus filhos, Moisés devia mover as mãos deles de um lado para o outro. Para frente, provavelmente para mostrar que a oferta pertencia a Deus, e para trás, para indicar que era aceita por Deus e devolvida, por assim dizer, com Sua bênção. CBASD, vol. 1, p. 706.

O servo de Deus deve fazer uso reverente dos bens deste mundo para se conservar em condições de servir (cf nota Lv 7.30). Bíblia Shedd.

26 tua porção. Moisés, que já estava atuando como sacerdote, recebia o peito e a coxa do carneiro como sua porção; mais tarde, os sacerdotes as receberiam (Lv 7.31-32). Bíblia de Genebra.

28 obrigação… devida. Esta oferta é para o benefício dos sacerdotes e .. tem de ser custeada pelo povo em geral; é oferta de Deus, que, pelo próprio decreto de Deus, volta às mãos dos Seus servos dedicados. Bíblia Shedd.

29 as vestes santas. Os vs. 29 e 30 também se aplicavam a serviços futuros de consagração. As vestes feitas para Arão deviam ser preservadas após sua morte e usadas na consagração de todo sumo sacerdote que o sucedesse, para serem “ungidos nelas” e “consagrados nelas”. Todo sacerdote, a partir do dia em que começasse a exercer seus deveres, devia usar estas vestes por sete dias (Êx 29:35; Nm 20:24-28). CBASD, vol. 1, p. 706.

seus filhos depois dele. Aqui se refere a toda descendência sacerdotal. O ser humano é mortal, mesmo que seja sacerdote; só Cristo tem o sacerdócio eterno, perfeito e intransmissível (Hb 6.20; 7.24). Bíblia Shedd.

32 pão. Isto inclui as ofertas descritas nos vv 2 e 3, depois de tirar a porção que pertence ao holocausto (23-25). Bíblia Shedd.

33 o estranho não comerá delas. Não um estrangeiro, mas alguém que não fosse sacerdote (cf. Êx 12:19;20:10). CBASD, vol. 1, p. 706.

34 Se sobrar alguma coisa. O sacrifício solene pelo pecado… não pode ser participado por estranhos, em sua prática, nem guardado como se fosse simples comida. É esta atitude que o Novo Testamento requer com respeito à Ceia do Senhor que é a lembrança vívida do sacrifício em que Cristo Se ofereceu por nós (1Co 11.27). Bíblia Shedd.

35 sete dias. O ritual da consagração de Arão e seus filhos devia ser realizado em cada um dos sete dias seguintes. Isso simbolizava a perfeição ideal (ver Js 6:3, 4; 1Rs 18:43, 44; 2Rs 5:14). CBASD, vol. 1, p. 706.

37 Note a esmagadora ênfase na santidade de Deus. Os sacerdotes, as roupas, o tabernáculo e o sacrifício deveriam estar limpos e consagrados, preparados para se encontrar com Deus. Em contraste, hoje tendemos a considerar o favor de Deus como garantido, nos apressando no louvor e O tratando com desconsideração quase casual. Mas nós louvamos o poderoso Criador e Sustentador do universo! Lembre-se dessa profunda verdade quando você orar ou adorar e chegue até EleLife Application Study Bible.

38 cada dia, continuamente. Os requisitos para as ofertas sacerdotais diárias são revistos (vs. 38-46). O autor de Hebreus faz um contraste entre estes sacrifícios diários pelos pecados (cuja repetição era indicadora de sua insuficiência) e o sacrifício definitivo de Cristo (Hb 10.11-14). Bíblia de Genebra.

43 para que, por Minha glória, sejam santificados. É a revelação da glória de Deus aos homens que os transforma e os santifica. … O crente deve ser transformado de glória em glória pela revelação de Cristo, até ser semelhante a Ele (2Co 3.18)Bíblia Shedd.

44 santificarei Arão e seus filhos. Isto foi realizado de forma miraculosa quando Arão colocou seu primeiro sacrifício sobre o altar (Lv 9:24). CBASD, vol. 1, p. 707.

45 E habitarei no meio dos filhos de Israel. Isso se refere, em primeiro lugar, ao shekinah, no santo dos santos, mas, num sentido mais amplo, ao cuidado, à proteção e à salvação divina estendida por meio da graça ao povo escolhido ano após ano.  CBASD, vol. 1, p. 707.

Só no mundo futuro é que nenhum pecado e nenhuma tristeza poderá ofuscar a glória desta intimidade (Ap 21.1-8). Bíblia Shedd.

42-46 Esta passagem declara o objetivo do êxodo (e do livro). Deus “os tirou da terra do Egito” para que pudesse “habitar no meio deles” (v. 46). O relacionamento da aliança entre Deus e o Seu povo é fundamentalmente um relacionamento de comunhão entre Deus e o homem (Gn 17.7; Êx 6.7)Bíblia de Genebra.

A ação de Deus ao retirar os israelitas do Egito mostrou Seu grande desejo de estar com eles e os proteger. Ao longo da Bíblia, Deus mostra que Ele não é um senhor de terras ausente. Ele deseja viver entre nós, em nossos corações. Não exclua Deus de sua vida. Permita que Ele seja seu Deus através de sua obediência à Sua Palavra e comunicar-se com ele através da oração. Deixe-O ser seu senhorio [senhor de terras] presenteLife Application Study Bible.



Êxodo 29 – Rosana Barros by Ivan Barros
4 de julho de 2025, 0:45
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“E habitarei no meio dos filhos de Israel e serei o seu Deus” (v.45).

A Moisés coube a responsabilidade de cumprir cada etapa da cerimônia de consagração de Arão e seus filhos. Ao chamá-lo para a grande missão de libertar os filhos de Israel do Egito, em determinado momento o Senhor lhe disse: “Vê que te constituí como Deus sobre Faraó, e Arão, teu irmão, será teu profeta” (Êx.7:1). Como um tipo de Cristo, além de conduzir o povo para a liberdade, Moisés foi designado para realizar a figura de uma obra que só Cristo pode realizar. Antes mesmo que pudessem oficiar como sacerdotes no santuário, Arão e seus filhos tiveram de se submeter a um ritual simbólico, e a participação deles se resumiu em estender a mão sobre os sacrifícios para confissão e perdão de seus pecados. Fora isso, tudo o mais foi feito por Moisés.

Imagino o sentimento inaugural de impotência e o constrangimento ao saber que seriam lavados e vestidos por Moisés. Arão pode ter pensado que seria melhor se ele mesmo pudesse tomar o seu próprio banho sozinho, mas quão significativo era aquele momento em que tinha que confiar plenamente em tudo o que Moisés fazia. Quão preciosa seria aquela primeira lição de dependência e de humilhação! Ficariam sempre gravadas no coração de Arão e de seus filhos as cenas iniciais de seu ministério. Era um claro recado de Deus de que o ofício sacerdotal, antes de qualquer outra coisa, dependia inteiramente da direção divina. E que a única participação humana no plano da salvação é a nossa entrega, simbolizada pelo ato de estender as mãos de Arão e seus filhos sobre os cordeirinhos (v.10, 15 e 19).

O sangue daqueles sacrifícios, além de ser aspergido sobre o altar, também foi ordenado a Moisés que o pusesse “sobre a ponta da orelha direita de Arão”, bem como de seus filhos, e que o mesmo processo fosse feito “sobre o polegar de sua mão direita e sobre o polegar do seu pé direito” (v.20). Este era um símbolo da perfeita obediência. Suas vidas deveriam ser exemplo daqueles que ouvem, fazem e andam conforme a vontade do Senhor. Especialmente a Arão, cumpria o dever de ser um homem consagrado a Deus e imprimir na mente de seus filhos o testemunho que os capacitaria a assumir o seu lugar após a sua morte, como está escrito: “As vestes santas de Arão passarão a seus filhos depois dele, para serem ungidos nelas e consagrados nelas” (v.29).

Dependência, humildade, entrega e obediência: eis o que o Senhor espera do Seu povo, especialmente de Seus líderes. Homens e mulheres que estejam dispostos a aceitar que, antes de serem líderes, precisam ser servos. A obra de consagração e santificação realizada por Moisés representa a obra feita por Cristo em favor da humanidade. Jesus nasceu como um bebê indefeso e completamente dependente do cuidado de seus pais terrestres. Foi lavado, vestido e alimentado por eles. E quando finalmente chegou o momento de cumprir o Seu ministério, foi batizado por João Batista e viveu para servir em obediência ao Pai até a morte “e morte de cruz” (Fp.2:8). Foi a Sua vida de perfeita obediência e incomparável serviço que nos garantiu a vitória em Sua ressurreição e ascensão.

É por isso que crer em Cristo envolve muito mais do que simplesmente acreditar; tem a ver com submissão e entrega à vontade de Deus. E as ofertas contínuas ou sacrifícios diários revelavam bem esta entrega, que deve ser diária e constante. O sacrifício da manhã e o sacrifício da tarde representavam a verdadeira adoração a Cristo. Assim como a Arão cumpria passar para seus filhos as suas vestes santas, aos pais cumpre a responsabilidade de transmitir a seus filhos, através de uma vida consagrada a Deus, o sagrado privilégio da adoração ao Deus único e verdadeiro. Temos feito do nosso lar um lugar de adoração ao Senhor? Pode o Senhor dizer de nossa casa: “onde vos encontrarei, para falar contigo ali” (v.42)?

Meus amados irmãos, a nossa luta, como bem declarou o apóstolo Paulo, não é contra pessoas, mas é um grande conflito contra as forças do mal regidas pelo Maligno (Ef.6:12). E assim como Arão e seus filhos tiveram de se submeter a serem vestidos por Moisés, precisamos nos submeter ao Senhor a fim de que Ele nos vista da Sua armadura (Ef.6:10) e lave as nossas vestiduras no sangue do Cordeiro (Ap.7:14). E como fazer isto? A resposta está no “holocausto contínuo” (v.42), em uma vida de constante comunhão com o Deus que nos salvou. Pela fé, ouçamos a voz de Jesus a nos falar neste momento: “Ainda dormis e repousais! Basta! Chegou a hora[…] Levantai-vos, vamos!” (Mc.14:41 e 42).

Despertai, pais! Despertai, filhos! Despertai, ministros do Senhor! Despertai, povo de Deus! É tempo de consagração, de unção e de santificação. É tempo de nosso lar ser um pedacinho do Céu na Terra. É tempo de confissão e de arrependimento. É tempo de buscar ao Senhor enquanto O podemos achar, pois a profecia de Amós se apressa para o seu cumprimento: “Eis que vêm dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a terra, não de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor. Andarão de mar a mar e do Norte até ao Oriente; correrão por toda parte, procurando a Palavra do Senhor, e não a acharão” (Am.8:11-12). Seja o nosso coração um sacrifício contínuo de amor ao Deus que nos salvou, e todos saberão que Jesus é o Senhor, o nosso Deus, o nosso Redentor.

Nosso Pai amado, quão preciosa é a Tua Palavra e quão importante é o conhecimento sobre o santuário, pois ele nos aponta a Cristo e Sua obra redentora. Ó, Deus eterno, continua iluminando a nossa mente e aquecendo o nosso coração com Tuas palavras, para que sejamos santificados a cada dia, até que estejamos prontos para Te encontrar! Desperta-nos, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, povo cujo Deus é o Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Êxodo29 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ÊXODO 29 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
4 de julho de 2025, 0:30
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ÊXODO 29 – Consagração requer submissão a Deus: Disposição de seguir definitivamente Sua soberana vontade, em todas as questões: Serviço, roupas, alimentação, família, práticas religiosas, etc. Isso implica numa entrega total de nossos interesses para viver aos Seus, que são melhores que os nossos.

A mensagem deste capítulo importa a cada um de nós, porque na Nova Aliança, Jesus é o Sumo Sacerdote (Hebreus 5:1-5); e, nós, Seus sacerdotes que estão ao Seu serviço (Apocalipse 1:6; 1 Pedro 2:5-9; 4:11). Assim como foi importante a consagração para o serviço a Deus no Antigo Testamento, é fundamental hoje também (João 17:17; 1 Pedro 3:15; Hebreus 12:14; 1 João 1:6-9).

O propósito de Deus para a consagração está no último versículo, como o clímax do capítulo 29 de Êxodo. A religião cristã ultrapassa a questão dos regulamentos; o auge é o relacionamento que Deus quer ter com os seres humanos – separados pelo dEle pelo pecado (Isaías 59:2). Entretanto, Ele está sempre intentando reatar o laço quebrado com apelos e estratégias didáticas (Isaías 59:1).

Estar conosco é tão importante para Deus, que o próprio Emanuel (Jesus) fez uma oração intrigante ao Pai: “Em favor deles eu me santifico, para que também eles sejam santificados pela verdade” (João 17:19). Jesus é o cordeiro oferecido em sacrifício para tirar o pecado do mundo (João 1:29, 36), ilustrado na cerimônia de consagração do sacerdote e sua família em Êxodo 29. Ele também é o Pão (Êxodo 29:2-4) que alimenta os crentes para viverem eternamente com Deus (João 6:50-51).

A santificação é o caminho para Deus operar maravilhas em nosso meio (Josué 3:5). Foi essencial para fundamentar a igreja cristã, que deu início no pentecostes com grande poder evangelístico (Atos 1:4, 14; 2:1-41). Deus almejava um ministério poderoso para os hebreus recém-libertos da escravidão egípcia, o mesmo deseja a nós que vivemos no fim da escravidão do pecado (Romanos 13:11-14).

Jesus é a água que lava nossas impurezas (Êxodo 29:4; João 4:10, 13-14; Apocalipse 1:5; 7:14). “Quando, da parte de Deus, nosso Salvador, se manifestaram a bondade e o amor pelos homens, não por causa de atos de justiça por nós praticados, mas devido a Sua misericórdia, Ele nos salvou pelo lavar regenerador e renovador do Espírito Santo…” (Tito 3:4-5).

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.