Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 34 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
9 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: ÊXODO 34 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 34 – BLOG MUNDIAL

ÊXODO 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



ÊXODO 34 by Luís Uehara
9 de julho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/34

Deus proíbe novamente a fabricação de imagens de escultura e ordena que os altares e imagens sejam destruídos e sejam cortados os bosques em que estes ídolos são adorados. Infelizmente, essas medidas não foram sempre seguidas. Mais tarde, ídolos foram colocados até no templo de Jerusalém pelo rei Manassés de Judá no século VII a.C. O culto de adoração a “Asherah” era muito difundido na época, de acordo com o registro arqueológico da descoberta de centenas de deusas de barro. Certamente Deus sabia a tentação que essas imagens seriam para Israel.

E quanto às nossas vidas, hoje? Se o tempo durasse até lá, o que os arqueólogos diriam de nós, milhares de anos à frente, ao escavarem nossas casas? Como interpretariam as telas negras de TV situadas nas paredes de nossas salas de estar e quartos, com assentos posicionados estrategicamente de frente para elas? Será que as interpretariam como objetos de adoração? Quanto tempo passamos com a Palavra de Deus todos os dias, em comparação com as outras distrações da vida?

As palavras de Deus encontradas neste capítulo ainda são verdadeiras para nós: “Porque o SENHOR, cujo nome é Zeloso, é Deus zeloso.” Ele deseja ser tudo para nós, quer ser a nossa alegria!

Michael Hasel
Faculdade de Religião
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/34
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



ÊXODO 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
9 de julho de 2025, 0:50
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1819 palavras

E, passando o Senhor. O nome do Senhor representa Seu caráter, que segundo essa descrição tem três qualidades fundamentais: misericórdia, justiça e verdade. Coloca-se grande ênfase sobre a misericórdia, pois o relacionamento de Deus conosco está baseado nela (1Jo 4:7-12). Ela foi especialmente importante naquele momento em que tinham perdido o favor divino, que não seria restaurado, não fosse Sua misericórdia. … Na revelação do caráter de Deus a Moisés, o Sinai proclama não apenas a lei divina, mas também Sua graça. Esse fato prova que não tem fundamento a noção popular de que o Sinai representa a justiça mas não a misericórdia. A excelsa proclamação da graça feita no Sinai de modo algum anulou a lei nem impediu a justiça divina; em vez disso, esclareceu a relação de uma com a outra. Numa crise posterior, Moisés recordou a Deus do equilíbrio entre justiça e misericórdia proclamado nessa ocasião. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 727.

grande em misericórdia e fidelidade. “Misericórdia”, aqui, traduz o termo hebraico (hesed), que denota a fidelidade da aliança de Deus e a sua devoção ao Seu povo (15.13, nota). Por causa do Seu amor e de Sua fidelidade, Deus não abandonará o Seu povo, mas habitará entre eles no Seu tabernáculo. Bíblia de Genebra.

6, 7 A proclamação pelo Senhor do significado e implicações do Seu nome nesses versículos veio a ser uma exposição clássica muitas vezes relembrada em outros trechos do AT (v. Nm 14.18; Ne 9.17; Sl 86.15; 103.8; 145.8; Jl 4.2). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Moisés pediu para ver a glória de Deus (33.18) e essa foi a resposta de Deus. O que é a glória de Deus? É o Seu caráter, Sua natureza, Sua maneira de Se relacionar com Suas criaturas. Note que Deus não deu a Moisés uma visão do Seu poder e majestade, mas de Seu amor. A glória de Deus é revelada em Sua misericórdia, graça, compaixão, fidelidade, perdão e justiça. O amor e a misericórdia de Deus são verdadeiramente maravilhosas e nos beneficiamos delas. Podemos responder e dar glórias a Deus quando nossos caráteres se assemelharem ao dEle. Life Application Study Bible NVI.

Aqueles que dizem que o Deus do Antigo Testamento é “vingativo” deveriam também saber que o Senhor é misericordioso, compassivo, muito paciente e cheio de bondade e verdade. Ele perdoa a iniquidade (o mal), a transgressão e o pecado (que erram o alvo da Lei). Se os pecadores recusarem a misericórdia oferecida por Deus no evangelho, então receberão Seu julgamento. Deus jamais os limpará. Sem a intervenção Dele por meio da conversão, os filhos poderão cometer os mesmos erros dos pais. Bíblia Evangelismo em Ação.

7 Porque os pecados afetariam netos e bisnetos? Esta não é uma punição arbitrária. Crianças sofrem pelos pecados de seus pais. Considere o abuso infantil e alcoolismo, por exemplo. Enquanto esses pecados são óbvios, pecados como egoísmo e orgulho não são considerados. As tristes consequências do pecado não são limitadas a membros individuais da família. Tome cuidado para não considerar que o pecado somente afeta você, mas arrependa-se e deixe deles. O pecado pode causar a você pequena dor agora, mas ele pode ferroar uma área mais sensível de sua vida mais tarde – seus filhos e netos. Life Application Study Bible NVI.

segue em nosso meio conosco. Isto é o que o Senhor disse que não iria fazer, porque o povo era pecaminoso e teimoso demais (33. 3, 5). Agora Moisés cita os pecados deles como sendo a razão porque a presença de Deus deve estar lá. De fato, ele está pedindo que o Deus da graça, compassivo e misericordioso, habite no seu tabernáculo entre o Seu povo, e perdoe os seus pecados. E, então, vem o pedido incrível: “toma-nos por Tua herança”. Moisés não diz “dê-nos a nossa herança na terra” (cf. 33.2-3), mas sim “toma-nos como sendo o tesouro especial no Teu amor fiel” (o pensamento contido em 19.5). Bíblia de Genebra.

10 Eis que faço uma aliança. Esta não é uma referência a uma segunda aliança, mas se refere à renovação da aliança, após os eventos do último capítulo. Andrews Study Bible.

farei maravilhas. Estas maravilhas incluiriam a travessia do rio Jordão “a pé enxuto” (Js 3:14-17), a destruição de Jericó (Js 6:15-21) e a morte de seus inimigos pela chuva de pedras (Js 10:1-11). CBASD, vol. 1, p. 728.

coisa terrível. Não para Israel, mas para os inimigos (Dt 10:21; Sl 106:22; 145:6). CBASD, vol. 1, p. 728.

12 não fazer acordo com aqueles que vivem na terra. Israel não deve fazer  um tratado de paz com nenhum dos povos de Canaã para deixar algum deles viver no país. Bíblia de Estudo NVI Vida.

cilada. Os israelitas iam entrar num lugar de cultura elevada, com cidades, agricultura e uma religião organizada, etc. Seria fácil para descendentes de escravos, depois se longos anos no deserto, simploriamente abraçar a organização de Canaã. A todo custo deviam evitar a cilada de aceitar o paganismo e sua cultura. Bíblia Shedd.

12-14 Deus disse aos israelitas que não se unissem em rituais religiosos com o povo pecador à sua volta, mas que dessem absoluta lealdade e exclusiva devoção a Ele. Adoração pagã não pode ser simplesmente misturada com a adoração do santo Deus. Como Jesus destacou: “Ninguém pode servir a dois senhores … Você não pode servir a Deus e ao dinheiro” (Lc 16:13 NVI). O amor ao dinheiro é o deus de nossa época, e muitos cristãos tentam fazer acordo com este deus escravizante. Você está tentando adorar a dois deuses ao mesmo tempo? Para quem você é fiel? Life Application Study Bible NVI.

13 postes-ídolos. Da palavra ‘asherim. Estes “postes ídolos” parecem ter sido objetos de adoração feitos de madeira na forma de árvores truncadas. Essas cepas de árvores, possivelmente ainda com alguns tocos de galhos, eram objetos de adoração. CBASD, vol. 1, p. 728.

Os postes de Asherah eram postes de madeira que existiam junto dos altares a Baal (v. Jz 6:25). Asherah era a deusa consorte (esposa) de Baal. Representava boa sorte na agricultura e fertilidade. Life Application Study Bible NVI.

15 se prostituindo. A palavra é empregada para ilustrar a infidelidade religiosa, mormente porque Deus se revelou como um amantíssimo esposo de Sua nação escolhida (Os 2.16), e porque os ritos de Canaã inculcavam as piores imoralidades sexuais. Bíblia Shedd.

comer dos seus sacrifícios. Participar de alimentos sacrificados a uma deidade pagã é um convite à transigência (cf 1Co 8; 10.18-21). Bíblia de Estudo NVI Vida.

18 O mês de abibe corresponde ao final do mês de março e início do mês de abril. Life Application Study Bible NVI.

21 na aradura. Visto que nas épocas do plantio e da colheita a tentação de violar o sábado era maior, a ordem é repetida. CBASD, vol. 1, p. 728.

24 alargarei o teu território. Ao contemplar a incomparável superioridade de Israel sobre as demais nações, muitos se uniriam ao povo escolhido de Deus de forma voluntária. Desse modo, as fronteiras de Israel seriam ampliadas até que finalmente “seu reino abarcasse o mundo” (PJ, 290). Jerusalém teria permanecido para sempre (GC, 19) e se tornaria a metrópole de toda a Terra (DTN, 577). CBASD, vol. 1, p. 728.

26 não cozerásA compaixão é mais importante do que um prato. Bíblia Shedd.

28 quarenta dias. Isto duplicou o tempo que Moisés esteve no monte pela primeira vez (Êx 24:18). Nesta ocasião, o povo passou no teste da ausência de Moisés (ver Êx 34:30-32). CBASD, vol. 1, p. 729.

não comeu pão. Nisto também se repetiu a experiência anterior (Dt 9:9-12). A comunhão de Moisés com o Senhor lhe deu força física, e, por isso, ele não sentiu necessidade de comer e beber. As necessidades do corpo não foram sentidas porque os anseios do espírito estavam plenamente satisfeitos (Sl 16:11). Elias (1Rs 19:8) e Jesus (Mt 4:1, 2) são os únicos personagens que também ficaram sem comer e beber pelo mesmo período de tempo. CBASD, vol. 1, p. 729.

escreveu. Na oração final deste versículo o verbo “escreveu” se refere a Deus e não a Moisés (Êx 34:1; Dt 10:1-4). CBASD, vol. 1, p. 729.

O próprio Senhor escreveu os Dez Mandamentos nas tábuas. Bíblia de Genebra.

as palavras da aliança. Os Dez Mandamentos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

29 não sabia Moisés que a pele do seu rosto resplandecia, depois de haver Deus falado com ele. O rosto resplandecente de Moisés era um reflexo da glória divina (2Co 3:7). De forma similar, na transfiguração, a divindade se deixou refletir na humanidade (Mt 17:2). Na ocasião anterior em que Moisés havia estado com Deus, não ficou em seu rosto nenhuma marca visível da presença divina (Êx 24:12-18). Esta diferença se devia em parte ao fato de ele ter passado por uma terrível prova e, com essa experiência amarga, tinha se tornado um homem melhor, mais puro e apto para a íntima comunhão com Seu Deus; e em parte ao fato de o povo estar arrependido, em vez de em rebelião. Moisés tinha demonstrado devoção, coragem e zelo ao refrear a apostasia. … O que está cheio do Espírito de Deus reflete o glorioso caráter de Deus. Dos que vivem próximo a Deus emana uma influência que, embora não percebam, como aconteceu a Moisés, tem notável efeito sobre outros. O ser humano não é tão impressionado com a aquilo que um cristão se esforça para conseguir, mas com o que o cristão consegue de forma inconscienteCBASD, vol. 1, p. 729.

O verbo hebraico traduzido por “resplandecia” relaciona-se com o substantivo hebraico que representa “chifre”. O significado da expressão foi por isso entendido erroneamente pela Vulgata (a tradução em latim), de modo que a arte medieval europeia muitas vezes retratava chifres britando da cabeça de Moisés. Bíblia de Estudo NVI Vida.

28-35 A face de Moisés brilhava após passar ele tempo com Deus. O povo podia claramente ver a presença de Deus nele. Quão frequentemente você passa tempo a sós com Deus? Apesar de sua face não iluminar um quarto, o tempo passado em oração. lendo a Bíblia e meditando teriam tamanho efeito em sua vida que as pessoas saberiam que você esteve com Deus. Life Application Study Bible NVI.

33 Tendo Moisés acabado de falar. Enquanto Moisés dizia ao povo “tudo o que o Senhor lhe falara” (v. 32), sua face estava descoberta. A partir de então, ele usou um véu sobre o rosto na presença do povo. O ato de cobrir o rosto com o véu aponta para Jesus Cristo, que velou Sua divindade com a humanidade a fim de que pudesse estar com o ser humano (Fl 2:5-11; DTN, 23). Se o Filho de Deus tivesse vindo na glória do Céu, os pecadores não teriam resistido à Sua presença. Mas, como Filho do homem, Ele podia associar-Se livremente com os pecadores e prepará-los para a restauração à imagem de Deus. CBASD, vol. 1, p. 730.

35 viam que a pele do seu rosto resplandecia. A glória refletida no semblante de Moisés ilustra as bênçãos a serem recebidas, pela mediação de Cristo, pelo povo que guarda os mandamentos de Deus” (PP, 330 [339]). CBASD, vol. 1, p. 730.

Testifica de que, quanto mais íntima for nossa união com Deus, e mais claro o nosso conhecimento de Seus mandos, tanto mais plenamente nos adaptaremos à divina imagem, e mais facilmente nos tornaremos participantes da natureza divina. Patriarcas e Profetas, p. 330 [339].



Êxodo 34 – Rosana Barros by Ivan Barros
9 de julho de 2025, 0:45
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“E, passando o Senhor por diante dele, clamou: Senhor, Senhor Deus compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade” (v.6).

Moisés recebeu a ordem divina de lavrar duas novas tábuas de pedra, a fim de que o Senhor nelas escrevesse “as mesmas palavras que estavam nas primeiras tábuas” (v.1). Moisés subiria novamente ao monte Sinai para um encontro particular com Deus. Após o devido preparo, “pela manhã de madrugada, subiu ao monte […] levando nas mãos as duas tábuas de pedra” (v.4). Como um vislumbre do segundo advento, Moisés contemplou o Senhor vindo em uma nuvem e proclamando “o nome do Senhor” (v.5). O idoso líder reagiu com palavras de louvor e adoração. “E, imediatamente, curvando-se Moisés para a terra, O adorou” (v.8) e intercedeu em favor dos filhos de Israel (v.9).

A resposta de Deus veio em forma de aliança. Toda promessa do Senhor é assinada com o zelo de um Deus que não precisa de terceiros para cumpri-las. No contrato do Céu, as cláusulas são pétreas. Deus estabelece com o Seu povo um contrato de adesão a fim de que possamos usufruir de seus benefícios pela obediência e plena confiança em Suas palavras. O que Ele estabelece como promessa é sempre fiel e verdadeiro. Como Moisés, precisamos ir ao encontro dEle, nas primeiras horas de cada dia, “levando nas mãos” as tábuas de carne do nosso coração (2Co.3:3), exaltando o nome do Senhor e, em atitude de adoração, “com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:18).

Quando há uma íntima relação entre o Senhor e o verdadeiro adorador, há também a resposta do adorador a este encontro privilegiado. Não há espaço para alianças corruptíveis no coração daquele que compreende que “o nome do Senhor é Zeloso” (v.14). O ministério terrestre de Cristo nos deixou o supremo exemplo da fidelidade para com a aliança divina. Mesmo recebendo pecadores e comendo com eles (Lc.15:2), Jesus deixou bem claro o cumprimento de Sua missão de resgate e o limite de ir ao pecador a fim de salvá-lo do pecado, ao proferir as três parábolas de Lucas 15. Não fazer aliança “com os moradores da terra” (v.15) em nossos dias significa atender à advertência escrita pelo apóstolo Paulo: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2).

A infidelidade para com Deus, ou idolatria, amados, começa com pequenos passos em direção ao pecado. A contemplação tem o poder de transformar tanto para o bem como para o mal. Jesus mesmo afirmou: “São os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas” (Mt.6:22-23). Moisés estava sempre a contemplar o Senhor e Suas obras, sempre a buscar mais de Sua presença, sempre perseverando em avançar no conhecimento de Deus e de Sua vontade. E foi por esta contemplação e busca incansável que todos “viam que a pele do seu rosto resplandecia” (v.35) de santa consagração. Deus faz brilhar a Sua luz na face de todo aquele que verdadeiramente O invoca e confia em Suas promessas. Foi assim com Moisés, foi assim com Jesus (Mt.17:2), foi assim com Estêvão (At.6:15) e será assim com o último povo de Deus, como diz a revelação profética:

“Servos de Deus, com o rosto iluminado e a resplandecer de santa consagração, apressar-se-ão de um lugar para outro para proclamar a mensagem do Céu. Por milhares de vozes em toda a extensão da Terra, será dada a advertência” (O Grande Conflito, p.611).

“Portanto, meus amados, fugi da idolatria” (1Co.10:14). Apeguemo-nos à forte destra dAquele que escreveu com Seu Espírito “as dez palavras” (v.28) que nos guardam e nos livram de nós mesmos. À infidelidade de Israel e dos povos da terra, o Senhor respondeu por intermédio de Seu servo Oseias: “Ouvi a palavra do Senhor, vós, filhos de Israel, porque o Senhor tem uma contenda com os habitantes da terra, porque nela não há verdade, nem amor, nem conhecimento de Deus”, e continuou dizendo, “o Meu povo está sendo destruído porque lhe falta o conhecimento” (Os.6:1 e 6). Que conhecimento é este, amados? No próprio livro de Oseias encontramos a resposta: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor” (Os.6:3).

Em Sua intercessão por nós, Jesus também declarou: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo.17:3). Conhecer a Deus, eis a chave que nos abrirá os portais da eternidade! Que enquanto aqui estivermos, perseveremos em crescer neste conhecimento que transforma, que ilumina e que salva.

Nosso Deus compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade, grande é o Teu nome! Queremos Te conhecer, Senhor, e, para isso, Te pedimos o auxílio constante do Espírito Santo, para que até mesmo o nosso rosto testifique de que andamos em Tua presença, para a glória do Teu nome! Que as Tuas dez palavras estejam escritas e gravadas em nosso coração com a tinta celestial do amor e da justiça. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, conhecedores do Deus Zeloso!

Rosana Garcia Barros

#Êxodo34 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ÊXODO 34 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
9 de julho de 2025, 0:30
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ÊXODO 34 – Embora o Deus todo-poderoso e santo Se ire devido a Sua total intolerância ao pecado, essa ira revelada serve para acentuar ainda mais a riqueza de Sua bondade, misericórdia e compaixão com o pecador miserável.

No livro de Êxodo, conscientizamo-nos de que quanto melhor compreendermos a essência do caráter do Deus libertador, mais motivados os adoradores deverão estar para cultuá-Lo. Cada capítulo vai esclarecendo que a doxologia aceitável a Deus é aquela que é orientada e pautada tendo por base a teologia pura e correta.

Para isso, desde as primeiras páginas do livro, o próprio Deus vem revelando mais e mais o Seu caráter extraordinário; visto inclusive em Sua estratégia inicial de tirar Israel do Egito de forma pacífica, solicitando ao Faraó deixar Seu primogênito cultuá-Lo no deserto. Caso houvesse resistência, haveriam consequências (Êxodo 4:21-23; 5:1-3). Nove assustadoras pragas deveriam servir de advertência ao Faraó; o qual em sua ignorância destruiu o Egito e, em sua dureza de coração, não pensou em seu primogênito como Deus pensava no dEle.

Além dessa bondade de Deus com o obstinado Faraó, era notória a riqueza de Sua bondade e compassivo cuidado com os afligidos israelitas – os quais desconheciam o Pai amoroso que tinham. Ao revelar-Se, cada ato Seu era importante. Sua demonstração de amor era gritante. Ao conhecer Sua graça, cada pecador deveria motivar-se à adoração contagiante. Assim, quanto mais O conhecermos, nosso louvor deve ser cada vez mais vibrante. Quanto mais intimamente estivermos de Deus, mais radiante será nossa adoração.

Ao lavrar segunda vez os Dez Mandamentos, após Moisés ter despedaçado as primeiras tábuas de pedra, Deus revelou-Se compassivo, clemente, longânimo e grande em misericórdia e fidelidade.

Devido à tamanha afronta a Deus na perversão da adoração, os israelitas deveriam ser punidos com morte; porém, ao serem poupados, Moisés adorou a Deus. Depois pediu pela graça de Sua presença ao povo (Êxodo 34:1-9). Então Deus renovou a aliança reiterando os ensinamentos graciosos até ali apresentados (Êxodo 34:10-27). A evidência de que Deus não desistiu dos israelitas estampava no resplandecente rosto de Moisés (Êxodo 34:29-35).

A prostituição espiritual afeta a adoração e nossa vida espiritual. É fundamental então estudar a Bíblia para evitar desvirtuar o culto prestado ao Deus que abomina rival na adoração!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 33 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
8 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: ÊXODO 33 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 33 – BLOG MUNDIAL

ÊXODO 33 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



ÊXODO 33 by Luís Uehara
8 de julho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/33

Você já se sentiu totalmente separado de Deus, depois de ter caído?

A beleza deste capítulo é que, não obstante a gravidade da ofensa, Deus honra a Seu servo Moisés: “Você encontrou graça aos Meus olhos, e Eu te conheço pelo nome.” Que Deus clemente nós servimos!

Moisés deseja ter confirmação adicional da promessa de Deus e confiança de que o Senhor seria com Ele e assim ele pede: “Mostre-me a tua glória.” Nenhum homem caído poderia subsistir na presença de Deus face a face, mas o respeito mútuo e a pureza de coração de Moisés haviam aproximado, naquele momento, a criatura e o Criador.

Você quer sentir a presença íntima de Deus em sua vida hoje? Ponha de lado tudo que lhe pode separar dEle, e peça-Lhe para que Se faça evidente em sua vida. O mesmo Deus que passou diante de Moisés, quando escondido na fenda da rocha, pode Se revelar a você. Ele é o mesmo Jesus amável que veio para salvar você dos seus pecados.

Michael Hasel
Faculdade de Religião
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/33
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



ÊXODO 33 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de julho de 2025, 0:50
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1114 palavras

O capítulo 33 de Êxodo começa com o panorama do ser humano desalentado e oprimido por estar distante de Deus, e termina com a ideia de que ele pode ter segurança e força ao se aproximar da presença divina. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 724.

2,3 Anjo. No anjo vemos claramente a presença de Jesus Cristo, que nos reconciliou com Deus (Ef. 2.14-22) (Bíblia Shedd).

Não existe nenhum verdadeiro contraste entre o Senhor e o Anjo nesta passagem, já que o Anjo que deveria ir adiante já foi identificado como o próprio Senhor (23.20-23; Gn 16.7). A chave para entender a proposta de Deus se encontra no v. 3 (“Eu não subirei no meio de ti”). A questão era a moradia graciosa de Deus entre o povo (29.44-46). Se Deus não habitasse no meio de Israel, então não fazia sentido construir o tabernáculo; na verdade, Israel poderia “subir” imediatamente sem construi-lo (v.1). Em vez disso, outro acordo, já em operação (vs. 7-11) seria continuado. Deus se encontraria com Moisés e com os israelitas que o procurariam numa tenda “fora, bem longe do arraial” (v. 7). Esta nova “tenda da congregação” não era a habitação de Deus; Josué viveu lá (v. 11). Deus só vinha em certos momentos até à entrada da tenda numa coluna de nuvem para falar com Moisés (vs. 9-10) (Bíblia de Genebra).

Eu não subirei no meio de ti. Por amor, Deus diz aos israelitas que é melhor não ir com eles. Se novamente violassem a aliança, Sua presença significaria a completa destruição do povo. Algumas vezes, Deus em Sua misericórdia Se afasta de nós. Ele nunca nos obriga a aceitar Sua presença (Mt 13:53-58). CBASD, vol. 1, p. 722.

4 pôs-se a prantear. Poderia até se pensar que Israel se alegraria na possibilidade de receber a sua herança na terra sem a ameaça da constante presença de Deus. Ao invés disso, prantearam, pois Israel não seria mais uma nação de sacerdotes, desfrutando de comunhão imediata com Deus (19.3-6; 29.45-46). Este episódio é uma das grandes crises da história do êxodo (Bíblia de Genebra).

Atavios. Símbolos de um estado alegre, próspero, e de grande importância. Se o povo estava numa condição de arrependimento, não podia se vestir de uma maneira festiva. Os atavios do verdadeiro povo de Deus vêm do próprio Senhor (Ap. 21.1; Mt 22.11-12) (Bíblia Shedd).

Eles tiraram as vestes festivas associadas com a idolatria (cf. Gn 35.4) e assumiram a postura de pranteadores (Bíblia de Genebra).

6 De Horebe em diante. Isto indica que os israelitas deixaram de usar adornos ou atavios, pelo menos por um tempo, como sinal do sincero propósito de obedecer a Deus. CBASD, vol. 1, p. 723.

7 tomar… Armá-la. As formas verbais hebraicas usadas aqui indicam que esta foi a prática normal durante o período no Sinai. Esta “tenda da congregação” era uma estrutura temporária que servia como um lugar de encontro para Deus e Moisés até que o verdadeiro tabernáculo pudesse ser construído (Bíblia de Genebra).

Tenda da congregação. Parece ser o “escritório” da legislação cívica guardado pelo chefe do exército, Josué (11). Depois de construído o Tabernáculo, este também recebeu o título de “Tenda da Congregação”, acumulando a função cívica da tenda original de Moisés, que por simples que tenha sido, era o lugar da revelação da glória de Deus (9-10). Fora do arraial. Havia perigo se Deus manifestasse Sua glória no meio do povo (Bíblia Shedd).

Fora… bem longe. A ausência da presença de Deus no arraial é enfatizada (Bíblia de Genebra).

11 Face a face. Nota-se que a iniciativa sempre está com Deus, que pela Sua graça nos abre o caminho da oração e nos manda buscar Sua face, até o dia de hoje. A parte mais importante desta comunhão é escutar a voz de Deus. (Falava o SENHOR). Isto pode ser feito quando lemos a Bíblia com fé, meditamos naquilo que temos lido, e resolvemos, pela graça de Deus, pôr em prática tudo que ali aprendemos (Bíblia Shedd).

Amizade com Deus era um privilégio real para Moisés, fora do alcance para os outros hebreus. Mas não está fora do alcance para nós, hoje. Jesus chamou Seus discípulos – e, por extensão, a todos os Seus seguidores – Seus amigos (Jo 15:15). Ele chamou você para ser Seu amigo. Você confiará nEle como Moisés fez? Life Application Study Bible NVI.

14 te darei descanso. O uso do pronome singular “tu” significa que a promessa de 3.13-15 para todo Israel é agora repetida a Moisés, individualmente (Bíblia de Genebra).

15 comigo. Moisés engloba o povo em sua prece. O tratamento no plural (“não nos faça” faz a conexão entre Moisés e Israel. Se Deus escolhesse não ir com o Seu povo habitando entre eles, não haveria sentido ir à Terra Prometida. O objetivo não era apenas o leite e mel em Canaã, mas uma terra santa onde Deus iria habitar no meio do Seu povo (Bíblia de Genebra).

16 separados. A distinção de Israel estava baseada na presença graciosa do próprio Deus (Bíblia de Genebra).

17 achaste graça aos Meus olhos. Deus inclui Israel em favor de Moisés. Israel dependia de Moisés como mediador (Bíblia de Genebra).

18 me mostres a Tua glória. Tendo experimentado a misericórdia de Deus, Moisés ansiava pela revelação completa (Bíblia de Genebra).

Muitas vezes a culpa nos faz fugir da presença do Senhor. Isto aconteceu com nossos primeiros pais quando “esconderam-se” (Gn 3:8). Moisés ficava na presença do Senhor e não tinha medo porque sua vida estava em harmonia com a vontade de seu Criador. Quanto mais se conhece a Deus, mais se anseia conhecê-Lo. Na presença divina há “plenitude de alegria” e na Sua destra há “delícias perpetuamente” (Sl 16:11). CBASD, vol. 1, p. 724.

19-23 A autorevelação de Deus envolve Seu nome (3:14) que é intimamente ligado à Sua natureza. Bondade é um elemento chave neste caráter (Andrews Study Bible).

20 Não Me poderás ver. Se com o surgimento de um anjo, os soldados romanos, à entrada da tumba de Cristo, “ficaram como se estivessem mortos” (Mt 28:4), o que pode acontecer se um pecador entrar na presença de Deus? Jacó se maravilhou de ter visto Deus “face a face” e ainda ter permanecido com vida (Gn 32:30). CBASD, vol. 1, p. 724.

23 costas. A bondade do Senhor velou o que Moisés não podia suportar e revelou tudo o que podia suportar (Bíblia de Genebra).

Moisés veria as costas de Deus mas não Sua face, após ter visto “Seus pés” e onde pisava (24.10). Note que Deus está falando de Si mesmo em termos humanos de modo que possa ser entendido por seres finitos (Andrews Study Bible).

Ver as costas de Deus significa que somente podemos ver por onde Deus passou. Podemos somente vê-Lo pelo que ele faz e como Ele age. Não podemos compreender como Deus realmente é à parte de Jesus Cristo (Jo 14:9). Jesus prometeu mostrar-Se a Si próprio a todo que acreditar. Life Application Study Bible NVI.



Êxodo 33 – Rosana Barros by Ivan Barros
8 de julho de 2025, 0:45
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“Agora, pois, se achei graça aos Teus olhos, rogo-Te que me faças saber neste momento o Teu caminho, para que eu Te conheça e ache graça aos Teus olhos; e considera que esta nação é Teu povo” (v.13).

O povo ainda estava de luto e se recuperando da experiência no Sinai. Ao tomarem conhecimento de que o Senhor não subiria com eles devido à sua dureza de coração, os filhos de Israel se puseram a chorar e tiraram de si seus enfeites dali em diante, pois eram um símbolo da idolatria cometida ao pé do monte. Antes mesmo da construção do tabernáculo, era costume de Moisés armar uma tenda fora do arraial, conhecida como “tenda da congregação” (v.7), onde ele falava com Deus. Ali era o seu refúgio de oração, de onde recebia força, conforto e orientação da parte do Senhor. E o Senhor falava com ele “face a face, como qualquer fala a seu amigo” (v.11).

Enquanto a sua ida à tenda da congregação representava o seu momento a sós com Deus, ao mesmo tempo era também uma espécie de convocação de adoração coletiva, pois quando Moisés entrava na tenda e os filhos de Israel viam “a coluna de nuvem que se detinha à porta da tenda; todo o povo se levantava, e cada um, à porta da sua tenda, adorava ao Senhor” (v.10). Moisés, porém, desfrutava de uma comunhão pessoal e íntima com Deus. Sua amizade com o Senhor tornou-se seu deleite e isso só aumentava seu desejo de conhecê-Lo mais. O maior líder de Israel foi aquele que entendeu que a comunhão com Deus é o maior tesouro que o homem pode ter, e que este tesouro é inesgotável. Só a comunhão diária tem o poder de gerar no homem o desejo crescente pelo conhecimento de Deus e pelas “coisas lá do alto” (Cl.3:2).

“A Minha presença irá contigo, e Eu te darei descanso” (v.14), foi a resposta do Senhor ao pedido de Moisés. Sendo o único a falar com Deus “face a face” (v.11), a presença do próprio Jesus o motivava a dar ainda maiores passos de fé. E foi nesse sentido que seu próximo pedido se mostrou ousado e inusitado: “Rogo-Te que me mostres a Tua glória” (v.18). A aparição do Senhor ao Seu servo Moisés, até então, era-lhe revelada por meio do Deus conosco, Jesus Cristo. Isto explica o fato de não haver contradição entre os versículos 11 e 20, e sim que a revelação da glória de Deus consome pecado e pecador. Portanto, desde a queda de nossos primeiros pais, fomos destituídos da glória de Deus, até que Cristo volte. O meu encontro com Cristo, a cada dia, é o que definirá se O contemplarei em Sua glória e viverei, quando Ele regressar. E percebam, amados, que a glória do Senhor se revela em Sua bondade (v.19), e é a bondade de Deus que nos conduz “ao arrependimento” (Rm.2:4). Portanto, o arrependimento genuíno, sincero, é sempre o resultado do verdadeiro encontro com Deus.

Quão insondáveis são as profundezas de Deus! Quão inesgotáveis as bênçãos provenientes da sagrada comunhão! Nenhuma mente humana pode conceber a grandiosidade dos meios divinos a fim de estabelecer cada vez mais íntimo acesso entre o homem e Deus. Foi assim que Enoque descobriu a mais pura e sublime amizade, ao estabelecer a sua vida sobre a rocha da comunhão diária. Mais do que a sua conversação com homens, na maior parte do tempo estava em diálogo com o Eterno. A oração era a sua principal comunicação do dia. E no silêncio das paisagens naturais ainda conservadas em estado quase edênico, meditava e pacientemente aguardava a resposta do seu Senhor e Amigo.

Oh, amados, quanto precisamos estabelecer idênticos laços de amizade com o Senhor! As experiências e testemunhos de nossos irmãos são importantes e fortalecem a nossa fé, mas não representam tudo. Precisamos viver nossas próprias experiências diárias com Jesus. E isto não significa que coisas sobrenaturais devam acontecer todos os dias, e sim que, ainda que o sobrenatural não aconteça ou não nos seja revelado aos olhos, pela fé cremos que há um Deus que prometeu estar conosco “todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20). Você serve a um Deus que te conhece “pelo teu nome” (v.17), e que, todos os dias te chama: “Vinde a Mim” (Mt.11:28). Qual tem sido a sua resposta ao convite diário de Jesus? Ele é um Deus pessoal e deseja preparar você para ver a Sua glória, não mais te colocando “numa fenda da penha” (v.22), mas te elevando para o encontro com Ele “nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:17).

Está você disposto a tirar de si os atavios deste mundo para saber o caminho por onde andar, conhecer ao Senhor e achar graça aos Seus olhos (v.13)? Então busque ao Senhor enquanto pode achá-Lo, estude a Sua Palavra e fale com Ele em oração, todos os dias. Persevere nisso, e Ele irá adiante de você por onde você for e te dará descanso.

Nosso Deus e Amigo, como é maravilhoso saber que o Senhor deseja Se relacionar com cada um de nós de forma pessoal, íntima e constante. Como Moisés, nós Te rogamos que nos faças saber neste momento o Teu caminho, para que possamos Te conhecer e achemos graça aos Teus olhos! E mesmo defeituosa como seja a Tua igreja, ela é o Teu povo, Pai. Ajuda-nos a tirarmos da nossa vida os atavios deste mundo, tudo aquilo que ainda esteja nos prendendo a esta Terra, e a nos voltarmos para Ti com inteireza de coração, desejando ardentemente mais do Teu conhecimento e do preparo para que, muito em breve, estejamos prontos para contemplar a Tua glória. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, amigos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Êxodo33 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ÊXODO 33 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
8 de julho de 2025, 0:30
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ÊXODO 33 – O caráter de Deus tem sido desvirtuado durante a história. Satanás tem maculado Seu caráter com acusações infundadas. Muitos tornaram-se ateus por rejeitarem o Deus que foi-lhes apresentado.

Êxodo 33 é um documento essencial para obtermos conhecimento fidedigno do verdadeiro Deus. Seu caráter já é percebido não apenas ao perdoar, mas também ao ceder diante do apelo de Moisés pela continuidade de Sua presença com o povo que O traiu descaradamente (Êxodo 33:1-17).

Moisés se encanta cada vez mais com o Deus a Quem servia. O caráter divino o impressionava. Mesmo sendo santo, Deus voltava atrás, perdoava, concedia novas chances, quando traído dispôs-Se a continuar com o povo… Com isso, Moisés fez uma das mais elevadas petições que um mortal possa fazer: “Peço-te que me mostres a Tua glória” (Êxodo 33:18) – mais do que ousadia absurda, seu pedido revelava desejo intenso de conhecer melhor a Deus.

Deus poderia ter mostrado Sua onipotência, onisciência ou Sua santidade. Ele poderia fazer cair fogo, ou produzir extraordinários raios e trovões. Mas não fez nada disso!

Tomando o devido cuidado para Moisés não morrer diante de Sua santa presença, Deus apresentou “toda Sua bondade”. Disse que mostraria Seu lado compassivo e misericordioso… isso equivaleria a Sua glória! (Êxodo 33:12-22). Que Deus incrível!

Enquanto um rei humano mostraria glória apresentando seu arsenal bélico e seu exército com soldados bem treinados, revelando pompa, grandeza e riqueza, Deus revela Sua bondade!

Satanás não quer que as pessoas tenham o conceito correto de Deus. Apesar de conseguir distorcer a opinião que muitos têm dEle, Jesus veio intensificar o que já estava revelado no Antigo Testamento (Hebreus 1:3).

As pessoas precisam conhecer “as riquezas da bondade de Deus, tolerância e paciência” que conduzem pecadores “ao arrependimento” (Romanos 2:4). Certamente falta apresentar mais as riquezas dessa bondade divina para presenciarmos mais conversões genuínas.

Muitos desconhecem o caráter de Deus. A perversão do Seu caráter tem afastado inúmeras pessoas da fé. Inclusive crentes têm aderido aos conceitos fomentados pelo diabo sobre o caráter do Deus verdadeiro. Conquanto, reavivemo-nos orando como Paulo orou pelos crentes de Éfeso (Efésios 3:14-19), para que mais pessoas tenham o privilégio de conhecer verdadeiramente ao Deus bondoso, O qual revelou-Se claramente nas páginas sagradas de Seu santo livro. Aceitas? – Heber Toth Armí.