Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 16 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
31 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: LEVÍTICO 16 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 16 – BLOG MUNDIAL

LEVÍTICO 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



LEVÍTICO 16 by Luís Uehara
31 de julho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/16

Este era o dia que Deus desejava fosse lembrado por todos na nação de Israel. O foco mudara de sangue derramado para sangue aplicado. Depois de termos visto os serviços diários, somos apresentados agora ao serviço anual conhecido pelos filhos de Israel como Yom Kippur, o Dia da Expiação. Cada indivíduo tinha que mostrar lealdade a Deus praticando a renúncia própria. Se fossem descuidados ou indiferentes ao que se passava dentro do véu, sofreriam a pena de morte.

Dois bodes eram escolhidos, mas apenas um seria sacrificado. Apenas o bode para o Senhor era sacrificado. Seu sangue era aspergido sobre o propiciatório, limpando simbolicamente o santuário de todos os pecados que tinham sido perdoados durante o ano. O outro bode era enviado vivo para o deserto, uma terra desabitada longe do santuário, e deixado sozinho para morrer.

Embora fosse um dia solene, também era um dia de grande alegria. Para os que compreendiam a importância do evento e não permitiam suas mentes se desviarem para outros assuntos, era um dia de purificação e triunfo. O mesmo pode acontecer conosco hoje! Através do sangue de Cristo, foi feita a provisão para a nossa purificação do pecado e está chegando o dia em que o pecado não mais existirá!

Christian Martin
Pastor sênior
Igreja Adventista do Sétimo Dia do Sul de Denver
Denver, Colorado EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/16
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



LEVÍTICO 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
31 de julho de 2025, 0:50
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1877 palavras

Este capítulo é o clímax da primeira seção do Livro, os 16 capítulos que apresentam o caminho de acesso a Deus, do qual este ritual é o mais solene e eficaz, realizado uma vez ao ano, pelo qual o sumo sacerdote entrava no santuário para fazer expiação pelo povo. Bíblia Shedd.

O Dia da Expiação [Yom Kippur], em que uma expiação anual pelos pecados da nação era feita, era o dia mais santo do calendário do Antigo Testamento. Bíblia de Genebra.

Ver 23.26-32; 25.9; Êx 30.10; Nm 29.7-11; Hb 9.7. A ordem do dia para o Dia da Expiação era a seguinte:

  1. O sumo sacerdote ia até a bacia no pátio, retirava suas vestes regulares, lavava-se (v. 4) e entrava no Lugar Santo para vestir as roupas especiais para o Dia da Expiação (v. 4).
  2. Saía para sacrificar o novilho no altar do holocausto como oferta pelo pecado de si mesmo e dos demais sacerdotes (v. 11).
  3. Entrava no Lugar Santíssimo com parte do sangue do novilho, com incenso e com brasas vivas do altar do holocausto (v. 12,13). O incenso era colocado sobre as brasas vivas, e a fumaça do incenso ocultava a arca à vista.
  4. Aspergia parte do sangue do novilho sobre a tampa da arca e diante dela (v. 14).
  5. Saía para fora do tabernáculo e lançava sortes entre dois bodes para determinar qual deles devia ser sacrificado e qual deles devia ser o bode emissário [para Azazel] (v. 7, 8).
  6. Diante do altar do holocausto, o sumo sacerdote sacrificava o bode para a oferta pelo pecado do povo e, pela segunda vez, entrava no Lugar Santíssimo, desta vez para a aspergir o sangue do bode diante da tampa da arca e sobre ela (v. 5, 9, 15, 16a).
  7. Voltava ao Lugar Santo (chamado “Tenda do Encontro” no v. 16) e aspergia ali o sangue do bode (v. 16b).
  8. Saía até o altar do holocausto e o aspergia (v. 18) com o sangue do novilho (a favor dele mesmo, v. 11) e do bode (a favor do povo, v. 15).
  9. Enquanto estava no pátio, punha as duas mãos no segundo bode, simbolizando, assim, a transferência a este do pecado de Israel, e o mandava embora ao deserto (v. 20-22).
  10. O homem que levava o bode embora, depois de ter cumprido a sua tarefa, lavava a si mesmo e suas roupas fora do acampamento (v. 26) antes de voltar a ficar entre o povo.
  11. O sumo sacerdote entrava no Lugar Santo para tirar as vestes especiais (v. 23).
  12. Saía até a bacia para lavar-se e vestir suas vestes sacerdotais regulares (v. 24).
  13. Para o sacrifício final, saía até o grande altar e oferecia um carneiro (v. 3) como holocausto a favor de si mesmo e outro carneiro (v. 5) a favor do povo (v. 24).
  14. A conclusão do dia inteiro era a remoção dos sacrifícios que representavam as ofertas pelo pecado a um lugar fora do arraial, e ali o homem que cumpria esse ritual banhava-se e lavava as suas roupas (v 27, 28) antes de voltar a ficar entre o povo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

1-25 De acordo com o Talmude, o sumo sacerdote passava a semana precedente ao Dia da Expiação em um quarto reservado para ele nos aposentos destinados aos sacerdotes, envolvido em meditação e oração e revisando cuidadosamente o ritual do dia. Ele podia pensar somente no significado do serviço que estava prestes a desempenhar. CBASD, vol.1, p. 839.

Arão tinha que passar horas se preparando para se encontrar com Deus. Mas nós podemos nos aproximar de Deus a qualquer momento (Hb 4:16). Que privilégio! Nos é oferecido acesso a Deus mais fácil do que o do sumo sacerdote dos tempos do Antigo Testamento! Ainda assim, não devemos nunca esquecer de que Deus é santo e de que este privilégio deve nos fazer nos aproximar de Deus com muito cuidado e respeito. O caminho para Deus foi-nos aberto através de Cristo. Mas fácil acesso a Deus não elimina nossa necessidade de preparar nossos corações ao nos aproximarmos em oração. Life Application Study Bible.

Falou o SENHOR a Moisés. Embora Arão fosse o escolhido como sumo sacerdote, Deus mantinha Moisés como líder e, através dele, dava instruções a Arão. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 835.

que não entre… para que não morra. Isso foi logo após a morte dos dois filhos de Arão, registrada no capítulo 10. Embora ainda houvesse alguns meses até o Dia da Expiação, Deus instruiu Arão em relação a isso, para que se familiarizasse com o ritual. CBASD, vol. 1, p. 835.

dentro do véu. O véu em questão aqui é o … que ficava diante do propiciatório (Êx 26:31, 32). CBASD, vol. 1, p. 835.

propiciatório (ARA; NVI: “tampa da arca”). V Êx 25.17 e nota. O sangue aspergido na tampa da arca fazia expiação a favor de Israel no Dia da Expiação (v. 15-17). Na Septuaginta (versão do AT em grego) a palavra traduzida por “tampa da arca” [hilasterion]é a mesma aplicada a Cristo e traduzida por “sacrifício para propiciação” em Rm 3.25. Bíblia de Estudo NVI Vida.

propiciatório, heb kapporeth, lit “cobertura”. A tradução grega [Septuaginta, LXX] o chama de hilasterion, “propiciação”, a mesma palavra usada para descrever o Senhor Jesus Cristo em Rm 3.25. … Era a tampa da arca, e o lugar da expiação. Bíblia Shedd.

Lit “tampa da expiação” (Êx 25.17, nota). Essa tampa de ouro puro servia para tampar a arca e como base para os dois querubins [em heb, cherubim, plural de cherub] de ouro. A presença divina aparecia acima da tampa da arca (Êx 25.22; Sl 99.1). Arão salpicava o propiciatório com sangue no Dia da Expiação. Simbolicamente, Deus revelou o evangelho através dessa cobertura da arca. A arca continha as duas tábuas de pedra da lei, inscritas pelo dedo do próprio Deus, representando a eterna lei moral de Deus (Dt 10.1-5). Visto que todos os seres humanos violam a lei, a justiça de Deus requer a morte deles (Ez 18.20; Rm 6.23). Mas Deus providenciou um meio de expiação para o Seu povo escolhido e para a reconciliação com Ele –  o sangue da expiação sobre a tampa da arca. Essa tampa recoberta com sangue era o ponto de encontro entre o santo Deus com o Seu povo pecador. Simbolizava o santuário celeste que Cristo entrou com o Seu próprio sangue (Hb 9.12), sangue eficaz para a expiação de todos os pecados do Seu povo, no passado, no presente e no futuro (Rm 3.21-26; Hb 9.15). Bíblia de Genebra.

3 Arão tinha de oferecer um touro como oferta pelo pecado e um carneiro como holocausto [oferta totalmente queimada] por si mesmo e pela sua família antes de oferecer um bode pelo povo (v. 5). Em contraste, Jesus Cristo, o mediador da nova aliança, não tinha pecado e, por conseguinte, ofereceu sacrifício unicamente pelo povo. Bíblia de Genebra.

dois bodes como oferta pelo pecado. Um era a oferta usual pelo pecado (v. notas em 4.3, 5) e o outro era um bode emissário. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Os dois bodes representavam os dois modos pelos quais Deus estava tratando com os pecados dos israelitas: (1) Ele estava perdoando os pecados deles através do primeiro bode, que era sacrificado, e (2) Ele estava removendo a culpa deles através do segundo bode, que era enviado ao deserto. Life Application Study Bible.

expiação (ARA; NVI: “propiciação”). Heb kippêr, “encobrir”. Um sacrifício expiatório cobre a transgressão, para nunca ser considerada e, portanto, punida. Este foi feito por Cristo de maneira eficaz, quando sacrificou em prol dos pecadores a Sua própria vida imaculada, de perfeita obediência a Deus, pagando assim uma penalidade que encobre os pecados dos que creem. O justo  sofreu vicariamente [substitutivamente] pelo injusto, 2 Co 5.21; 1 Pe 2.24. … O efeito desta obra de Cristo é a retidão e a vida eterna para os que a aceitam pela fé, Ef 2.8-10. No dia da expiação, os homens tomavam parte numa cerimônia que prenunciava a morte de Cristo; o sangue dos animais não removia o pecado (Hb 10.4), mas sim, a obra de Cristo, da qual era símbolo, é que o removia. Bíblia Shedd.

bode emissário (ARA; NVI: “para Azazel”). Heb ‘azazel,  … esta cerimônia indicava que a culpa estava sendo simbolicamente afastada da terra e do povo. Bíblia Shedd.

Hebraico “pertencente a Azazel”, do mesmo modo como o outro bode pertencia ao Senhor. … Não sabemos o que o nome “Azazel” significa. “Emissário” é uma tradução proposta do hebraico ”Azazel”. Andrews Study Bible.

Alguns teólogos acham que ambos os bodes são símbolos de Cristo e representam as duas fases de Seu trabalho expiatório. Não são poucos, no entanto, que creem que eles representam duas forças opostas, uma força pelo Senhor e a outra para Satanás. A maioria das versões deixa a palavra hebraica para bode emissário, ‘azazel, sem traduzir, já que não há unanimidade em relação ao significado. Alguns estudiosos defendem, com os judeus, que Azazel denota um espírito pessoal, sobrenatural e pérfido; … Como um bode é para o Senhor, um ser pessoal, o outro bode também deve ser para um ser pessoal; e como ambos são, evidentemente, antitéticos [antagônicos, opostos], o ponto de vista mais consistente é que Azazel se opõe ao Senhor, e, portanto, só pode ser Satanás. … O sangue do bode do Senhor purificava (v. 15, 16); o do bode emissário contaminava (v. 26). O contraste entre os dois bodes é total (ver 20, 21)CBASD, vol. 1, p. 839.

13 A fumaça do incenso cobria a arca da maneira tal que o sumo sacerdote não pudesse ver a gloriosa presença de Deus (v. 2) e viesse a morrer por causa disso. Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 O ato de o sumo sacerdote entrar no Santo dos Santos era uma prefiguração da entrada de Cristo nos céus, depois de Sua morte e ressurreição, Hb 9.11-12. Bíblia Shedd.

16 pelo santuário (ARA; NVI: “pelo Lugar Santíssimo”). O objeto do sacrifício ritual não era somente o povo de Israel, mas o próprio santuário, que tinha sido contaminado pelos pecados do povo. O santuário terrestre era uma representação do santuário celeste (Hb 9.23-24). Bíblia de Genebra.

Tenda do Encontro (NVI; ARA: tenda da congregação). Aqui e nos vs. 17, 20, 33 o termo significa o Lugar Santo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

29, 31 se humilharão (NVI; ARA: “afligireis a vossa alma”). V. nota textual NVI [“Ou jejuarão“]. A expressão veio a ser aplicada ao jejum (Sl 35.13). O Dia da Expiação era o único dia regular de jejum estipulado no AT (v. 23.27, 29, 32 e nota Textual NVI), embora a tradição tenha posteriormente acrescentado outros dias de jejum ao calendário judaico (v. Zc 7.5; 8.19). Bíblia de Estudo NVI Vida.

29 perpétuo. Foi observado até ao Cativeiro na Babilônia (587 a.C.), e recomeçado depois da restauração (538 a.C.), até a destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. … O permanecer na Terra Prometida dependia da Aliança condicional baseada na obediência e na fidelidade dos israelitas para com seu Deus. Bíblia Shedd.

sétimo mês. Tisri,  o sétimo mês, começa com a Festa das Trombetas (v. nota em 23.24). O Dia da Expiação [interpretado pela IASD como tipo da purificação do santuário celeste, em 1844, e que deu início ao juízo investigativo] segue-se no décimo dia, e no décimo quinto dia começa a Festa das Cabanas (v. 23.23-26) [interpretado pela IASD como tipo da Volta de Cristo]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

30 puros de todos os seus pecados. No dia da Expiação, o israelita arrependido recebia a certeza do perdão dos seus pecados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

34 uma vez por ano. Em contraste, Jesus Cristo ofereceu o sacrifício final e completo pelo pecado (Hb 9.23-28)Bíblia de Genebra.

Hb 9.11 – 10.14 ressalta repetidas vezes esse contraste com o sacrifício de Cristo, “uma vez por todas”. Bíblia de Estudo NVI Vida.



Levítico 16 – Rosana Barros by Ivan Barros
31 de julho de 2025, 0:45
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“Porque, naquele dia, se fará expiação por vós, para purificar-vos; e sereis purificados de todos os vossos pecados” (v.30).

Tendo em mente que o santuário e tudo o que o envolvia apontava para o plano da salvação, o capítulo de hoje é um símbolo da obra final de Cristo no santuário celestial. O Dia da Expiação, ou, em hebraico, “Yom Kippur”, era um dia de extrema solenidade para o povo de Israel, o dia da purificação do santuário. Durante todo o ano, seus pecados haviam sido levados para o santuário, e aquela única vez no ano em que o sumo sacerdote poderia entrar no Lugar Santíssimo era justamente como uma “borracha” no tempo, a fim de apagar de uma vez por todas as marcas de todos os pecados ali acumulados. O sangue do cordeiro e do bode “para o Senhor” (v.9) representavam, respectivamente, Cristo se fazendo pecado por nós e Cristo como nosso inocente substituto (2Co.5:21). E o bode emissário, ou bode Azazel – que significa “demônio do deserto” – é um claro símbolo de Satanás, que é o autor do pecado e do mal e que passará mil anos nesta Terra deserta sem ter a quem tentar (Ap.20:1-3).

Quando avançamos para o livro de Daniel, ali encontramos a profecia referente ao Dia da Expiação profético: “Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado” (Dn.8:14). Sabendo que a expressão “tarde e manhã” se refere a um dia, que um dia em profecia é equivalente a um ano (Leia Nm.14:34; Ez.4:7), e que o início desse período se deu no ano 457 a.C. com o decreto de Artaxerxes (Dn.9:25; Ed.7), a contagem dos dois mil e trezentos anos termina no ano de 1844. Anos antes, porém, homens e mulheres que buscavam sinceramente a verdade das Escrituras se debruçaram sobre esta profecia e chegaram à conclusão de que algo grandioso e significativo estava para acontecer. Apesar da compreensão errada quanto ao evento – pois acreditaram que a purificação do santuário era a purificação da Terra com o retorno de Cristo – eles não erraram na data, e, apesar da evasão de muitos que, decepcionados, abandonaram a fé, um pequeno grupo de crentes permaneceu buscando no Senhor a resposta à sua decepção.

Foi quando Deus revelou que a decepção deles também estava profetizada. O conhecimento acerca do livrinho de Daniel e da volta de Jesus tinha-lhes sido na boca doce como o mel, mas ao perceberem que Jesus não voltaria conforme esperavam, grande foi a amargura, como está escrito: “Tomei o livrinho da mão do anjo e o devorei, e, na minha boca, era doce como mel; quando, porém, o comi, o meu estômago ficou amargo” (Ap.10:10). Era o tempo certo, mas o evento errado. Ali se cumpriram as palavras do anjo ditas a Daniel: “Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará” (Dn.12:4). Ainda não era o fim, mas o tempo do conhecimento acerca das profecias de Daniel serem compreendidas e espalhadas como folhas de outono: “É necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (Ap.10:11). Era o começo do fim, inaugurado pela primeira voz angélica: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7).

Iniciava-se, portanto, o juízo em que Jesus, o nosso Sumo Sacerdote, entraria no Lugar Santíssimo do santuário celeste, a fim de exercer a Sua obra final. A partir dali podemos dizer que começou a contagem regressiva para a volta de Jesus. Como tudo no santuário terrestre encontrou o seu antítipo, não poderia ser diferente com relação à obra de Cristo no “verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem” (Hb.8:1). Observem, por exemplo, as visões de João no Apocalipse. Tudo ali aponta para o santuário celestial. E o Dia da Expiação, diferente dos demais dias de festa, era dia de aflição de alma para os filhos de Israel. Era um dia de solene reflexão. Cada filho de Israel deveria se perguntar: “Será que eu confessei diante do Senhor todos os meus pecados?” Da mesma forma, amados, com Cristo no Lugar Santíssimo, desde 1844 estamos vivendo na solenidade do Dia da Expiação profético. Há registros de pecados no Céu que estão sendo examinados e julgados. E, ao findar Sua obra de selar os servos de Deus (Ap.7:3), é de lá, do mais santo lugar, que Jesus dirá: “Feito está!” (Ap.16:17), e, então, cada decisão estará selada para sempre (Ap.22:11), e os salvos poderão se alegrar na última festa, na festa dos tabernáculos antitípica e eterna (Lv.23:40; Jo.14:2).

Pode ser que esse assunto seja uma novidade para você. Mas eu te convido a estudar com diligência e sinceridade o assunto do santuário. Você verá que ele envolve toda a Bíblia, todo o plano de salvação e, inclusive, tem a ver com as escolhas que fazemos hoje. Enquanto Cristo ministra em nosso favor no Lugar Santíssimo, nos acheguemos a Ele. “Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi Ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hb.4:15-16).

Pai Celestial, aí no lugar mais sagrado, o nosso Salvador ministra em nosso favor, como nosso fiel Advogado, mas Ele também acumulou a função de Juiz, como Ele mesmo afirmou em João 5:22: “E o Pai a ninguém julga, mas ao Filho confiou todo julgamento”. Se nas leis humanas existe o direito de investigação a fim de comprovar a condenação ou a absolvição de alguém, quanto mais perfeitos e justos são os Teus juízos, Senhor! Ó Pai, que possamos dar ouvidos ao que diz o Teu Espírito! E que a nossa atitude seja aceitável a Ti nestes dias finais e decisivos! Perdoa-nos, Senhor! Purifica-nos, Pai! E prepara-nos para Te encontrar! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, selados para a eternidade!

Rosana Garcia Barros

#Levítico16 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 16 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
31 de julho de 2025, 0:30
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LEVÍTICO 16 – O dia da expiação mostra que, além de querer estar conosco, Deus é por nós; e, nada nem ninguém nos poderá separar dEle, a não ser que optamos por nossos pecados em detrimento ao perdão disponível devido à morte do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, Jesus Cristo.

Os rituais do santuário proporcionavam o significado do evangelho: O sacrifício substitutivo de Cristo, a intercessão sacerdotal realizada por Cristo, e, o juízo oficiado por Cristo. O sacrifício substitutivo acontecia diariamente no altar do pátio do Santuário, era a expiação contínua (Êxodo 27:1-8); a intercessão sacerdotal se dava continuamente no altar de incenso do Lugar Santo (Êxodo 30:1-10). Nestes altares, tanto o incenso quanto o sangue simbolizam sacrifício e intercessão. Animais sacrificados apontavam para Cristo morrendo em lugar do pecador. O incenso oferecido pelo Sacerdote indicava a justiça de Cristo apresentada em prol do pecador. A doutrina do juízo de Cristo sobre o pecado era ensinada através dos rituais do Dia da Expiação, que aconteciam no final do calendário israelita.

Os pecadores reconheciam seus pecados durante o ano e recebiam o perdão divino mediante a oferta sacrificada oferecida a Deus; assim, a culpa do transgressor transferia-se para o animal, e do animal para o Santuário, através do sangue aspergido em seus recintos (Levítico 4); implicando, assim, que Cristo assumia a culpa e o pecado do ofertante (Isaías 53). Em Levítico 16, no Dia da Expiação, o Sumo Sacerdote aspergia o sangue do bode para o Senhor nos lugares Santo, Santíssimo e no altar, a fim de purificar o Santuário completamente. Nessa ocasião, os pecados cometidos e confessados durante o ano eram erradicados, para, então, começarem o ano novo com a congregação totalmente purificada, perdoada, consagrada a Deus!

O Dia da Expiação representa o juízo que eliminará o pecado e suas terríveis consequências. Antes do segundo advento de Cristo, há um julgamento (Daniel 8:13-14; Mateus 25:31-46); o qual terá sua segunda fase com os salvos no Céu (Mateus 19:28; 1 Coríntios 6:1-3); e, culminará com a execução dos ímpios, no final do milênio (Apocalipse 20). Satanás é ilustrado pelo bode para Azazel, o causador de todos os pecados; sua morte no deserto indica a erradicação absoluta do pecado!

Portanto, reavivemo-nos! Cristo vencerá! – Heber Toth Armí.



Levítico 15 – Rosana Barros by Ivan Barros
30 de julho de 2025, 6:43
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“Assim, separareis os filhos de Israel das suas impurezas, para que não morram nelas, ao contaminarem o Meu tabernáculo, que está no meio deles” (v.31).

A lei sobre as imundícias do homem e da mulher apresenta algumas restrições que, em certos detalhes, podemos até entender como sendo um exagero, mas que, na verdade, se tratava de uma proteção divina. Foi a forma que Deus encontrou para preservar tanto a saúde quanto a intimidade de Seus filhos. Provavelmente, a primeira parte do capítulo sobre o vazamento de fluxo seminal ou a retenção dele fosse referente a alguma enfermidade no homem, podendo ser até alguma doença venérea. Logo após, o capítulo trata sobre o período menstrual da mulher. O Senhor buscou ensinar o Seu povo noções importantes acerca do cuidado com a higiene e de como isso pode ser uma questão de vida ou morte.

Habitando em tendas no meio do deserto, tanto homens quanto mulheres precisavam seguir as orientações de Deus para o bem geral da nação. Além da mulher não possuir os recursos que temos hoje para conter “o fluxo costumado do seu corpo” (v.19), por uma questão de higiene, como de cuidado para com a mulher neste período, Deus também estabeleceu regras para que nenhum homem a importunasse nos dias de sua menstruação. Dada a cultura predominantemente patriarcal, se o Senhor não tivesse sido tão enfático com relação a isso, o homem não respeitaria este período feminino tão íntimo e incômodo. E hoje, amados, esses regulamentos precisam ser compreendidos à luz dos princípios ali contidos, também como uma questão espiritual, a fim de não contaminarmos o tabernáculo de Deus que somos nós (1Co.6:19).

Mesmo em nossos dias, acredito que necessitamos de semelhante zelo no cuidado com o nosso corpo, a fim de que ele seja oferecido diariamente como “sacrifício vivo, santo e agradável a Deus” (Rm.12:1). Como nosso Criador, Seu cuidado em estabelecer limites nos lembra do que aconteceu no Éden quando um limite foi quebrado. Apesar de muitos especialistas discordarem a respeito da abstinência sexual no período menstrual, pesquisas já comprovaram que há um risco maior em se contrair doenças sexualmente transmissíveis e até mesmo alguns tipos de infecções. Portanto, é prudente levarmos essas questões em consideração. Mas o versículo 25 revela algo ainda mais crítico: a mulher que era acometida do fluxo de sangue além do período natural.

Nos evangelhos, encontramos o relato de uma mulher que há 12 anos sofria deste mal. Conforme estudamos no capítulo de hoje, tudo o que aquela mulher tocasse tornava-se imundo. Contudo, ela rompeu todas as barreiras do preconceito e se pôs no meio de uma grande multidão. Imaginem quantas pessoas ela não tocou até conseguir chegar perto de Cristo. Nada mais importava para ela, a não ser tocar nas vestes dAquele que era o Único capaz de torná-la limpa, e com muita dificuldade, ela tocou na orla do “jaleco” do Médico dos médicos. Sabem o que é mais lindo nessa história, amados? Em meio àquela multidão, Jesus perguntou: “Quem Me tocou? […] porque senti que de Mim saiu poder” (Lc.8:46). Notem que a Bíblia não diz que foi o poder da fé que a curou, mas o poder que saiu de Jesus. O toque da fé é o conduto que faz com que o poder divino possa atuar em nosso favor. Quando confiamos nAquele que nos salvou, a consequência inevitável é a salvação.

Qual tem sido a barreira que tem lhe impedido de ir ao encontro de Cristo? Hoje, o Senhor nos diz que nem demônios, nem multidões, nem a morte, absolutamente nada “poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:39). Por isso, não pense que o seu problema não tem solução, mas continue suplicando com fervor e perseverança. Deus tem o poder de transformar maldição em bênção! Aleluia! Aquela mulher entendeu isso e sua fé em Cristo a salvou! E o sangue que era símbolo de imundícia tornou-se símbolo de fé. Deus reverteu este conceito ao enviar o Seu único Filho em favor de nós, que éramos imundos em nossos pecados, pois “o sangue de Jesus, Seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1Jo.1:7). E por meio do sangue de Jesus, temos nossas vestes lavadas e alvejadas (Ap.7:14).

Aceite ser purificado pelo único sangue que tem poder para salvar, o sangue do Cordeiro de Deus. Não permita que pessoas ou situações desfavoráveis lhe impeçam de tocar nas vestes da justiça de Cristo. Lembre-se que, no meio de grande multidão, os olhos do Salvador percorriam ao redor para encontrar o olhar de uma única mulher. Jesus está, agora, olhando para a Terra e a pergunta é: “Quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na Terra?” (Lc.18:8). Que muito em breve possamos ouvir da boca do nosso Resgatador: “Filho(a), a tua fé te salvou” (Mc.5:34).

Nosso amado Deus, Tu enviaste Teu Filho único em nosso resgate, e, por Seu sangue, somos purificados dos nossos pecados e salvos para o Teu reino. Nós Te louvamos e Te agradecemos por tão abundante graça! Senhor, nos limpa dos nossos pecados e continua nos ensinando, nos repreendendo, nos corrigindo e nos educando na justiça através da Tua Palavra. Que o nosso corpo seja uma oferta diária ao Senhor como sacrifício vivo, santo e agradável! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos pela fé em Jesus Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Levítico15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 15 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: LEVÍTICO 15 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 15 – BLOG MUNDIAL

LEVÍTICO 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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LEVÍTICO 15 by Luís Uehara
30 de julho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/15

Muitos podem não conseguir ver como um capítulo sobre emissões corporais poderia gerar pensamentos devocionais espirituais. No entanto, esses escritos inspirados têm uma mensagem vital para nós hoje. Palavras com “limpo” como palavra raiz aparecem 37 vezes em um total de 33 versos. Pode haver muito pouca dúvida de que Deus está preocupado com a limpeza. E com razão.

A limpeza é uma daquelas qualidades que se originam com um Deus santo. A Terra em si é uma maravilha de autolimpeza com seus muitos ciclos ecológicos. Essa operação em prol da limpeza só poderia vir de um Designer limpo. Podemos concluir, portanto, que os adoradores de Deus devem ser limpos em todos os aspectos de sua vida.

Uma premissa bem conhecida é “a pureza é próxima da piedade”. A palavra grega traduzida por “piedade” significa “santidade”, sem a qual ninguém verá a Deus (Hebreus 12:14). E enquanto é impossível obter santidade pela limpeza exterior, somos tornados completamente limpos diante de Deus quando somos transformados em criações completamente novas em Cristo pelo poder de Deus.

A limpeza é importante para Deus. Ele não apenas nos redime com o Seu sangue, mas também nos purifica de toda a imundícia. Isso não é apenas uma suposição segura, mas um fato maravilhoso!


Christian Martin
Pastor sênior
Igreja Adventista do Sétimo Dia do Sul de Denver
Denver, Colorado EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/15
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



LEVÍTICO 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2025, 0:50
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1086 palavras

Este capítulo aborda a impureza causada pelas emissões dos órgãos sexuais: (a) emissão masculina de longo prazo (p. ex., gonorreia: vs. 2-15); (b) emissão masculina de curto prazo (vs. 16-18); (c) emissão feminina de curto prazo (menstruação, vs. 19-24); (d) emissão feminina de longo prazo (vs. 25-30). É surpreendente que processos perfeitamente naturais como o contato sexual (v. 18) ou a menstruação pudessem tornar alguém imundo (isto é, incapaz de adorar). Mas todos esses casos envolvem a perda de fluidos do corpo (sangue ou sêmen), e qualquer perda de “fluidos da vida” sugere a morte e é incompatível com a presença de Deus, que é vida perfeita. O Novo Testamento nos mostra Deus, o doador da vida perfeita, encarnado em Jesus Cristo, curando os que sofriam a exclusão da sua presença por causa dessas regras do Antigo Testamento (Mt 9.20-22). O programa divino da redenção foi historicamente progressivo. Bíblia de Genebra.

1-3 Certos fluxos do corpo eram normais, mas causavam impureza cerimonial. Outros fluxos eram anormais e indicavam doenças. As doenças venéreas eram usualmente transmitidas através de relações sexuais promíscuas, sendo, pois, claramente associadas ao pecado. Bíblia Shedd.

fluxo. [Aqui] se refere a alguma impureza que a Septuaginta traduz “gonorréia”, doença conhecida desde a antiguidade mais remota, sendo tão antiga como o pecado que a produz. Bíblia Shedd.

3 se o seu corpo vaza o fluxo ou o estanca (ARA; NVI: “quer continue ou fique retido”). O homem continuava a constar como imundo até que, fisicamente curado, era também cerimonialmente purificado, 13-15. Bíblia Shedd.

4-12 Regulamentava-se o isolamento completo para essas pessoas doentes. Bíblia Shedd.

cama. Algo semelhante a uma esteira (cf 2Sm 11.13). Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 cuspir sobre alguém era um costume oriental que demonstrava desprezo, expressando um insulto (Nm 12.14; Dt 25.9; Jó 30.10; Is 50.6; Mt 26.67). até a tarde. Isto significava a imundície cerimonial até o poente, que era o fim do dia israelita. Durante esse tempo de imundície, a pessoa não podia oferecer sacrifício algum. Bíblia Shedd.

sela. Heb, merkabh, lit “algo para sentar-se”, traduzido “carro” em 1 Rs 4.26, e “assento” em Ct 3.10. Bíblia Shedd.

12 vaso de barro. Estes vasos porosos retinham a sujeira e deixavam os germes se desenvolverem; haveria muito mais facilidade em lavar e purificar os vasos de madeira e de metal, cf 6.28. Bíblia Shedd.

13 águas correntes. Excelente profilaxia contra as bactérias. Bíblia Shedd.

16 Quando de um homem sair o sêmen. Emissão noturna (comparar com Dt 23:10-11)

banhará todo o seu corpo. A atividade sexual normal e a menstruação da mulher não exigiam nenhum sacrifício, mas somente a lavagem e um período mínimo de impureza. Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 pele (ARA; NVI: “couro”). Estas peles cabeludas eram os assentos e colchões do povo. Bíblia Shedd.

18 e tiver emissão do sêmen (ARA). NVI: “e lhe sair o sêmen”.

Este verso não quer dizer que o sexo é algo sujo ou repugnante. Deus criou o sexo para o prazer de marido e mulher assim como para a continuidade da raça e continuidade da aliança. Tudo deve ser visto e feito tendo em vista o amor e controle de Deus. O sexo não está separado da espiritualidade e do cuidado de Deus. Deus se interessa pelos seus hábitos sexuais. Nós tendemos a separar nossa vida física da espiritual, mas existe uma inseparável ligação entre elas. Deus deve ser o Senhor da nossa vida completa – incluindo nossa vida privada. Life Application Study Bible.

A impureza ritual das relações sexuais não implica que o sexo é algo mau ou “sujo” (ver Cantares de Salomão). Mas, desde a queda no pecado (Gn 3), a reprodução humana cria nova vida que eventualmente irá morrer. Andrews Study Bible.

19 sete dias. V 12.2. Esse regulamento forma os antecedentes históricos de 2Sm 11.4 (Bate-Seba). Bíblia de Estudo NVI Vida.

24 No caso de o período menstrual da mulher começar durante a relação sexual. A situação é diferente de 18.19 e 20.18. menstruação. Durante a menstruação [período geralmente de grande desconforto], a mulher era protegida contra a atividade sexual. Nenhuma oferta era exigida por causa da impureza contraída por um homem dessa maneira, mas a impureza durava sete dias. Bíblia de Estudo NVI Vida.

25-27. Os hebreus tinham sido abençoados com uma revelação particular e específica de Deus, e por isso mesmo, somente a Ele podiam prestar culto. A impureza moral separa o adorador do seu Deus. A impureza física, sem ser estritamente pecado, certamente não podia ser classificada como santidade e, além disso, sugere o pecado. Nunca se deve esquecer do fato de estarmos adorando o Deus da santidade; era esta a razão de ser destes sacrifícios de purificação. Bíblia Shedd.

25 fluxo de sangue por muitos dias. Como, e.g., a mulher em Mt 9.20. além desse período. O fluxo anormal, possivelmente provocado por doença, era tratado como enfermidade e exigia uma oferta quando a mulher sarava (v. 28-30; cf. v.14, 15). Bíblia de Estudo NVI Vida.

todos os dias do fluxo (ARA). NVI: “enquanto durar o corrimento”.

26 toda coisa sobre que se assentar será imunda, conforme a impureza da sua menstruação (ARA). NVI: “tudo sobre o que ela se sentar estará impuro, como durante a sua menstruação”.

30 o sacerdote oferecerá (ARA). NVI: “o sacerdote sacrificará”.

31 separeis os filhos de Israel das suas impurezas (ARA; NVI: “Mantenham os israelitas separados das coisas que os tornam impuros”). Palavras dirigidas aos sacerdotes, ressaltando a importância dos regulamentos. Como Deus habitava no tabernáculo, qualquer falta de santidade, simbolizada pelos fluxos no cap. 15, podia resultar na morte se as pessoas comparecessem na presença divina. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Quem quer que se aventurasse a ir ao tabernáculo quando estivesse contaminado poderia contaminar também o santuário, apesar de, em muitos casos, a imundícia [impureza] ser involuntária e não requerer sacrifício. Essas normas indicam o interesse de Deus na saúde pessoal e na limpeza, ao mesmo tempo em que enfatizam a pureza das coisas sagradas. A impureza cerimonial era um símbolo da impureza moral. nas leis levíticas, a diferença entre o pecado real e a impureza é claramente distinta. Deus odeia o pecado. Ele conhece seu princípio e sabe qual é sua natureza. Ele também abomina toda espécie de impureza, embora nem todas possam ser consideradas como pecado. Deus faz diferença entre pecado e impureza e não classifica como transgressão moral o que é simplesmente imundícia [impureza]. Contudo, nem por isso Ele deixa de mostrar aos seres humanos que aborrece todo tipo de contaminação. Não se deve passar por alto essa lição. Deus exige santidade e pureza, modéstia e humildade. Ele orienta que Seus filhos nada façam para embotar os sentidos de modo a não ouvir claramente a Sua voz. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 833, 834.



LEVÍTICO 15 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2025, 0:30
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LEVÍTICO 15 – A oração por cura das doenças não é a única solução. Acreditar que basta apenas orar, significa desconsiderar os cuidados que Deus deseja que tenhamos. Fique alerta!

Estudando atentamente Levítico, podemos assimilar a ideia de que “é trabalho perdido ensinar o povo a volver-se para Deus como Aquele que cura suas enfermidades, a menos que seja também ensinado a renunciar aos hábitos nocivos. Para que recebam Sua bênção em resposta à oração, devem cessar de fazer o mal e aprender a fazer o bem. Seu ambiente deve ser higiênico, corretos os seus hábitos de vida. Devem viver em harmonia com a Lei de Deus, tanto a natural como a espiritual”. Portanto, “em caso de doença, convêm verificar a causa. As condições insalubres devem ser mudadas, os maus hábitos corrigidos. Então se auxilia a natureza em seu esforço para expelir as impurezas e restabelecer as condições normais do organismo” (Ellen White. CBV, 227, 127).

Doenças são oriundas do pecado. Deus não as projetou para Seus filhos. Seu propósito sempre é restaurar a saúde e preservar-nos saudáveis holisticamente: “Se vocês derem atenção ao Senhor, o seu Deus, e fizerem o que Ele aprova, se derem ouvidos aos Seus mandamentos e obedecerem a todos os Seus decretos, não trarei sobre vocês nenhuma das doenças que eu trouxe sobre os egípcios, pois Eu Sou o Senhor que os cura” (Êxodo 15:26).

Warren W. Wiersbe observa que Levítico 15, “‘fluxo” 23 vezes. “Significa, simplesmente, a eliminação de um líquido, quer seja da água na natureza ou de um fluido do corpo humano. A eliminação de fluidos no corpo humano pode ser normal [Levítico 15:16-18] ou anormal [Levítico 15:1-15, 19-24], mas de qualquer modo era considerada imunda e devia ser tratada de acordo com a lei de Deus. Essas prescrições incluem a preocupação de Deus com a higiene pessoal e com a mulher, mas tudo indica que a motivação central é o dever da santidade pessoal. Nem todos somos leprosos, mas todos temos nossos ‘fluxos’ ocasionais que nos contaminam e podem contaminar os outros”.

Assim, olhando mais a fundo, Wiersbe sintetiza:
• Levítico 13 revela o pecado.
• Levítico 14 revela a salvação.
• Levítico 15 revela a santidade.

Desta maneira, Deus mostra Seu interesse em preparar-nos para relacionar-Se com Ele! – Heber Toth Armí.