Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 10 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
15 de junho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: ÊXODO 10 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 10 – BLOG MUNDIAL

ÊXODO 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



ÊXODO 10 by Luís Uehara
15 de junho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/10

Êxodo 10 conta a história de Faraó tentando impedir que os escravos israelitas deixem o Egito, e das diferentes pragas que Deus envia para convencê-lo. No entanto, o faraó endurece seu coração e tenta estabelecer condições para que os israelitas pudessem partir.

Quantas vezes tentamos fazer acordos com Deus e tiramos certas partes de nossas vidas deste acordo? Obstinados, colocamos outras coisas em nível mais alto de importância do que o relacionamento com Deus. Nesse sentido, nos tornamos como o Faraó que concordou em abrir mão de apenas certos grupos dos israelitas. Quando chegamos a Deus pela primeira vez, permitimos que Ele tenha controle de apenas certas partes de nossas vidas, mas, por fim, precisamos permitir que Deus tenha toda a nossa vida, para que Ele possa trabalhar em nós e através de nós.

Você se vê lutando para dar algo específico em sua vida a Deus e permitir que Ele trabalhe inteiramente em você?

Você está deixando de entregar algo a Deus que acha ser mais importante do que seguir a Deus completamente?

Suvan Campbell
Estudante
Internato Adventista dos Grandes Lagos
Cedar Lake, Michigan, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/10
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



ÊXODO 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de junho de 2025, 0:50
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825 palavras

2 para que contes quantos prodígios fiz. O relato aos descendentes serviria para manter viva a lembrança dos atos remidores de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Uma clara afirmação do plano divino que envolvia Faraó. As pragas visavam ensinar a Israel e deixar uma indelével impressão sobre a sua posteridade. Bíblia de Genebra.

De fato, durante toda subsequente história de Israel, o motivo básico para toda a vida religiosa do povo era esta história de como Deus tinha salvo e resgatado um povo particularmente Seu, que reconhecia Sua soberania. saibais. Não … teorias vãs acerca de Deus, mas sim, uma verdadeira experiência religiosa de andar com Deus. Bíblia Shedd.

Esquecer os benefícios de Deus é uma das tristes facetas da natureza pecaminosa. Por isso, o ser humano precisa de constante exortação a fim de relembrá-los. Isso com frequência é verdadeiro com respeito às suas necessidades diárias, mas também se aplica a circunstâncias providenciais, tais como as relacionadas à conversão ou recuperação de doença grave. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 576.

4 gafanhotos. Esta oitava praga já é mais severa: mesmo as invasões normais no oriente formam nuvens de gafanhotos que devoram em poucas horas toda espécie de alimento em área de quilômetros quadrados. Mas esta invasão foi excepcional (6; cf Jl 2.1-11). Bíblia Shedd.

7 os oficiais. Assim como os magos já se retiraram da luta (9.11), agora são os oficiais que estão se rendendo à evidência, chegando a se opor abertamente à política louca de um rei totalitário. Bíblia Shedd.

8 porém. a obediência a Deus dos não sinceramente convertidos contém sempre um “porém” significativo. Este porém é a condenação dos ímpios, porque, na verdade, é rebeldia contra Deus. Bíblia Shedd.

11 Só os homens podem ir. Da perspectiva de Faraó: 1) as mulheres e crianças deviam ficar como reféns, e 2) em geral eram só os homens que participavam plenamente do culto. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 [O] v. 12 nos ensina que a sequência ao pecado é o julgamento divino, que é inevitável, quando não imediato. A terra inteira sofreu as consequências, pois o pecado sempre traz grandes danos até para terceiros inocentes. Bíblia Shedd.

16 pequei. Uma ideia muito fraca sobre o pecado é de quem antevê as consequências do seu erro, e quer se livrar delas. Faraó teme os poderes manifestos em Moisés, mas não teme ao poder de Deus. Como todo pecador, pensa que se trata de um erro esporádico (esta vez ainda) e não percebe o abismo em que se precipita sem possibilidade de se salvar sozinho. Bíblia Shedd.

19 nem ainda um só. Deus faz Sua parte com perfeição, em resposta à oração da fé do seu servo obediente. Bíblia Shedd.

21-29 A próxima praga com sua escuridão tem como alvo Amon-Ra, o deus sol do Egito e um dos deuses mais importantes. Amon-Ra era considerado o pai divino de Faraó. Portanto, a exposição do desamparo de Amon-Ra diante do poder do Senhor destruía o cerne da crença egípcia.

21 trevas. Assim como a terceira e a sexta praga, essa nona chegou sem o faraó ter sido previamente avisado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Resposta imediata à perfídia de Faraó, mencionada no v. 20. Bíblia Shedd.

Alguns comentaristas supõem que um eclipse do sol causou a intensa escuridão. Contudo, essa interpretação não pode estar correta, pois um eclipse jamais poderia produzir uma escuridão que durasse três dias (Êx 10:22). CBASD, vol. 1, p. 579.

22 trevas espessas. Essas trevas, como é óbvio, eram mais do que uma tempestade de areia ou um eclipse do sol. Foram trevas sobrenaturais, como aquelas associadas com o Dia do Senhor (Is 8.22; 58.10; Jl 2:2; Am 5:20; Sf 1.15; cf Dt 28.29). Os egípcios tipicamente celebravam a luz matinal quando o deus-sol, Rá, segundo se pensava, vencia a temível serpente do caos e das trevas hostis. Essas trevas sobrenaturais foram outra demonstração da superioridade do Senhor sobre o panteão egípcio (7.19; 8.3). Bíblia de Genebra. [NC: A maioria dos demais comentários aponta para a possibilidade de uma densa tempestade de areia. Pessoalmente, achamos hipótese das trevas sobrenaturais a mais razoável].

24 Fiquem somente o vosso rebanho e vosso gado. Isso garantiria o retorno ao Egito, uma vez que sem o gado seriam incapazes de viver muitos dias no deserto. CBASD, vol. 1, p. 580.

26 nem uma unha ficará. Moisés já aprendeu a lição de obediência completa à vontade de Deus, e sabe que o alívio momentâneo de algum compromisso com as exigências do mundo comprometeria a plenitude de alegria da vitória, na sua comunhão com Cristo. Bíblia Shedd.

28 Retira-te. Ordenar a retirada do profeta de Deus era a maneira de tentar excluir Deus da vida de Faraó. Mas Deus não pede audiência aos homens. Bíblia Shedd.

29 nunca mais. Era o fim da missão de Moisés para com aquele rei egípcio. Em 12.31 apenas atende ao rei para ouvir sua confissão de derrotado, sem pedir audiência, pois quem persuadiu a Faraó com a praga final fora o próprio Deus. Bíblia Shedd.

nunca mais verá a minha face. Numa praga de trevas, essas palavras soam um pouco irônicas. Bíblia de Estudo NVI Vida.



Êxodo 10 – Rosana Barros by Ivan Barros
15 de junho de 2025, 0:45
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“Então, os oficiais de Faraó lhe disseram: Até quando nos será por cilada este homem? Deixa ir os homens, para que sirvam ao Senhor, seu Deus. Acaso, não sabes ainda que o Egito está arruinado?” (v.7).

Moisés e Arão foram novamente enviados ao encontro de Faraó com a notícia de uma próxima praga devastadora. Essa notícia abalou o coração dos oficiais do reino. Como uma nação que já estava arruinada suportaria um novo caos? Imaginem uma nação, em nossos dias, sofrendo terremotos, furacões, incêndios, pestilências, e isso tudo em um curto intervalo de tempo de um episódio para o outro. Certamente o país ficaria devastado. Não sabemos quanto tempo duraram as pragas e o intervalo entre elas, mas acredito que a fala dos oficiais de Faraó deixa claro que não havia tempo para recuperar os estragos causados, de forma que a nação egípcia estava arruinada.

No entanto, Faraó não admitia a ideia de fazer algo segundo a vontade do Senhor. Suas tentativas de permitir que os israelitas fossem ao deserto sob suas próprias condições eram uma estratégia política para manter sua mão de obra escrava, garantindo que os hebreus retornassem ao Egito. Moisés deixou bem claro que não poderia ser como Faraó queria, mas sim como Deus havia ordenado. ‘Não há de ser assim’ (v.11) foi a resposta malcriada do rei de coração obstinado. Então, vieram os gafanhotos, ‘e não restou nada verde nas árvores, nem na erva do campo, em toda a terra do Egito’ (v.15). O estrago foi tão assombroso que o próprio Faraó, novamente, clamou em desespero para que Moisés e Arão orassem ao Senhor por livramento.

Sabemos que o clamor de Faraó era apenas para se ver livre da penalidade, e não pela culpa de um coração arrependido. Logo ele e todo o Egito estariam envoltos em trevas tão espessas que se podiam apalpar (v.21), uma representação bem real do coração de Faraó. Por três longos dias, os egípcios ‘não viram uns aos outros, e ninguém se levantou do seu lugar […] porém todos os filhos de Israel tinham luz nas suas habitações’ (v.23). Ao criar o mundo, a primeira ordem divina foi: ‘Haja luz’ (Gn.1:3). Quando Jesus veio em carne, João O apontou como ‘a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem’ (Jo.1:9). E a respeito de João Batista, escreveu: ‘Ele não era a luz, mas veio para que testificasse da luz’ (Jo.1:8).

Quando Jesus declarou aos Seus discípulos: ‘Vós sois a luz do mundo’ (Mt.5:14), indiretamente indicou o contraste entre a luz e as trevas, mas não no sentido de que estes possuíssem luz própria, e sim que, qual João Batista, seriam condutores da fonte de toda luz: Jesus Cristo. Da mesma forma, o fato de os filhos de Israel terem sido poupados das pragas não era porque tivessem o poder de o fazê-lo, mas sim porque o próprio Deus os livrava para que os egípcios pudessem reconhecer que se tratava do cuidado divino com o Seu povo. Aquelas cerradas trevas precederam a décima e última praga. Era como um prenúncio de que Faraó e seu povo haviam ido longe demais e, mergulhados na escuridão, a morte estava à sua espreita.

Sabem, amados, esse planeta escuro e tudo o que tem acontecido ultimamente só provam a veracidade da Bíblia e de suas profecias escatológicas. Não vale a pena perder tempo com os falsos “deuses” deste mundo, porque, à semelhança do que aconteceu no Egito, quando tudo em que aquele povo depositava sua confiança e segurança foi destruído em questão de pouco tempo, assim acontecerá no fim. Será que o que temos visto pelo mundo afora – tantos desastres e guerras dizimando milhares de vidas e destruindo propriedades sem distinção de classe social – não é mais do que suficiente para entendermos que estamos no fim e que o nosso lar não é aqui?

Aproxima-se o tempo em que esta Terra será abalada com ‘as sete taças da cólera de Deus’ (Ap.16:1), e o remanescente do Senhor será odiado pelos ímpios porque Deus os protegerá. Enquanto ainda existe graça disponível, abra o seu coração e permita que a luz de Cristo incida sobre você. E trabalhemos para dar a mensagem ao mundo, amados. Trabalhemos ‘enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar’ (Jo.9:4). Pois quando irromperem os últimos flagelos neste mundo, as decisões estarão tomadas. ‘Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se’ (Ap.22:11). E, como Faraó, os homens blasfemarão ‘o Deus do céu’ e não se arrependerão ‘de suas obras’ (Ap.16:11). É hora de vigiar, orar, trabalhar e confiar inteiramente em Deus. E Ele iluminará a nossa vida e o nosso caminho até chegarmos em casa.

Pai das luzes, nosso Criador, nosso Mantenedor e Salvador, nós Te agradecemos porque a nossa vida foi escolhida para refletir a luz do Teu caráter! Não somos dignos, Pai. Em realidade, ninguém é. Mas aceitamos que tire de nós nossas vestes sujas e nos cubra com as vestes brancas da justiça de Cristo, nosso Senhor e Salvador pessoal. Dá-nos Teu Espírito, para que sejamos habilitados para a Tua obra de aguardar e apressar a volta de Jesus. Em meio à escuridão deste mundo, faz-nos brilhar por Ti, ó Deus! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, luz do mundo!

Rosana Garcia Barros

#Êxodo10 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ÊXODO 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
15 de junho de 2025, 0:30
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ÊXODO 10 – Na “briga dos deuses”, o Deus da Bíblia vence. Na guerra contra o Egito, Deus apresentará fraquezas e limitações dos deuses adorados e aclamados do paganismo. O problema são indivíduos com obstinada rebeldia diante de tanta evidência das crenças imprestáveis.

Assim como o problema do “barro” endurecer ou da “cera” derreter não está no sol, mas com o material que recebe seu calor, o problema do coração duro não está com Deus; está com aquele que teima diante dEle. Perder, e ainda não admitir estar errado, é a pior das tolices. Descer do pedestal do orgulho é muito difícil; por isso, a loucura trava uma batalha acirrada com Deus, faz a criatura pensar que pode combater ao Criador.

Rejeitar Deus tem consequências. “O pecado dos egípcios foi que eles recusaram a luz que Deus lhes havia tão graciosamente enviado por meio de José” no passado (Ellen White. CBASD, v. 1, p. 1210). A dureza do coração frente a tantas investidas de juízos empapados de misericórdia com Moisés esgotou o limite da paciência divina. Assim também sucederá na história universal; embora Deus seja paciente, não querendo que ninguém pereça (2 Pedro 3:9), o tempo de graça chegará ao fim, então, Jesus aparecerá nas nuvens dos Céus a fim de libertar o remanescente fiel das agruras deste mundo perverso (Mateus 24:29-31).

Pragas cairão como juízo de Deus sobre aqueles que rejeitaram todas as estratégias e oportunidades oferecidas no evangelismo. “Cada rejeição da luz endurece o coração e obscurece o entendimento; e assim os homens acham cada vez mais difícil distinguir entre o certo e o errado e se TORNAM MAIS OUSADOS EM RESISTIR à vontade de Deus” (Idem, p. 1212).

Nessa altura, na nona praga, Faraó tentou negociar; porém, “Moisés não estava disposto a barganhar com Faraó. Por essa razão, o rei o expulsou de sua presença e ordenou que nunca mais voltasse”, destaca William MacDonald.

Como as pragas foram prenúncios de juízos sobre o mal, e também da libertação de Israel, assim as sete últimas pragas implicarão no juízo divino sobre os agentes do mal e na libertação do remanescente fiel (Apocalipse 16:1-21).

Leitor(a) amigo(a), hoje…

…se você ouvir a voz de Deus, não endureça teu coração (Hebreus 4:7).

Entreguemo-nos a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.