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Texto bíblico: ÊXODO 7 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/7
Deus coloca alguma limitação em nossa capacidade de ministrar por Ele? Ele poderia ter pedras realizando Sua vontade (Lc 19:40), mas Ele escolheu nos permitir ser seus colaboradores. Que privilégio e honra! E como diz o ditado, Deus não chama o qualificado, mas qualifica o chamado – independentemente de qualquer coisa que possamos considerar uma limitação.
Moisés e Arão estavam na casa de seus 80 anos antes de Deus os chamar para liderar uma nação inteira! Nós vemos Deus facilmente desconsiderar a idade como uma limitação para trabalhar para Ele. Também vemos Deus facilmente trabalhar desconsiderando limitações baseadas em status socioeconômico. Moisés serviu como pastor por 40 anos em Midiã depois de fugir da terra do Egito. O trabalho de um pastor não era lucrativo ou glamouroso, mas Deus escolheu chamar um homem humilde que conduzia algumas ovelhas para conduzir uma nação inteira! E finalmente, vemos Deus contornar criativamente as limitações baseadas no medo. Como muitos de nós, Moisés tinha medo de falar em público, o que quase o desqualificou para responder ao chamado de Deus para sua vida.
Se formos fiéis a Deus, não permitiremos que nossos próprios medos ou desculpas limitem nossas decisões de seguir Seu chamado.
Delwin Garcia
Diretor do Internato Adventista dos Grandes Lagos
Cedar Lake, MI, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/7
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1170 palavras
1 disse o SENHOR a Moisés. A Palavra de Deus era o fundamento da comissão de Moisés, a fonte de onde sua coragem emanou. Bíblia Shedd.
como Deus sobre Faraó. Moisés estava relutante em aparecer pela segunda vez diante do faraó, que era tão superior a ele do ponto de vista humano. Mas Deus lhe relembrou que, como representante do Deus dos céus e da Terra, ele era superior ao faraó. O poder do rei era apenas humano, o dele era divino. Ele devia ser como um “deus” para o faraó, com autoridade e poder para ordenar obediência. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 560.
2 tu falará tudo o que Eu te ordenar. Este é o dever de cada servo de Deus. Ninguém deve guardar silêncio na espera de oportunidades maiores (2 Tm 4.2). Bíblia Shedd.
3 coração. No hebraico, temos um termo de sentido amplo, descrevendo o âmago dos sentimentos, dos pensamentos e da vontade. Bíblia de Genebra.
4 Meu povo. Israel finalmente se tornou um povo (1:9) e por divina eleição está identificado como o povo de Deus (Andrews Study Bible).
6 Assim fez Moisés e Arão. A obediência de Moisés e Arão foi consistente e inquestionável a partir deste momento em diante, até Arão conduzir a adoração ao bezerro de ouro (Êx 32:21-24) e Moisés ferir a rocha quando deveria apenas ter falado a ela (Nm 20:8-11). CBASD, vol. 1, p. 561.
9 bordão. Este era o bordão que Moisés usava como pastor, chamado também de “bordão de Deus” (Êx 4:20). CBASD, vol. 1, p. 561.
serpente. A palavra hebraica aqui ([tannin] diferente da palavra traduzida por “serpente” em 4.3 [nahash, cf. CBASD]) com frequência refere-se a um réptil marinho ou monstro fluvial (Gn 1.21; Ez 29.3; 32.2), mas pode referir-se a qualquer réptil grande. Trata-se, provavelmente, de uma grande serpente. Bíblia de Genebra.
8-13 O episódio do bastão-serpente funciona como introdução à história maior das pragas. O bastão-serpente de Aarão engole os bastões tornados em serpentes dos mágicos egípcios e prefiguram o final do conflito mais amplo. A palavra hebraica usada para descrever o bastão transformado de Aarão não é o termo regular usado para serpente em 4:3, mas poderia ser traduzido “serpente monstruosa ou crocodilo” (ver Jó 7:12; Is. 27:1) e é, em outros lugares, associado com leviatã, símbolo do caos (Sl. 74:13; 148:7). Enquanto os mágicos conseguiram duplicar o milagre, a serpente-caos do Senhor engoliu, sem esforço algum, as serpentes-caos dos egípcios e, portanto, destruiu seus bastões (enquanto símbolos de poder) (Andrews Study Bible).
11 sábio e … magos. Os sábios eram educados na ciência e na arte da escrita. Os “magos” (ARC) eram encantadores, que professavam ser capazes de feitiçaria. A palavra traduzida como “magos” é o equivalente egípcio da palavra hebraica “feiticeiros”. A magia era objeto de muita atenção e estudo no Egito, como mostram textos sobre o tema. CBASD, vol. 1, p. 561
Segundo a tradição, dois dos magos chamavam-se Janes e Jambres (v. 2Tm 3.8; o primeiro também é mencionado nos rolos do mar Morto, pré-cristãos). os magos fizeram a mesma coisa por meio das suas ciências ocultas. Ou por prestidigitação, ou por poderes demoníacos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
14-25 Seguindo o primeiro sinal de autenticação, o coração de Faraó é endurecido. Ele ainda não está para ceder neste conflito. As pragas começam. O conflito entre o Senhor e Faraó é um conflito divino, cada praga afetando importantes divindades egípcias. As pragas também funcionam como uma des-criação do Egito para libertar Israel (Andrews Study Bible).
7.14-10.29 As nove primeiras pragas podem ser divididas em três grupos de três pragas:7.14-8.19; 8.20-9.12; 9.13-10.29, e a primeira praga de cada grupo (a primeira, a quarta e a sétima) é introduzida por uma advertência entregue ao faraó pela manhã, ao sair para o Nilo (cf. v. 15; 8.20; 9.13). Bíblia de Estudo NVI Vida.
A descrição da primeira praga de cada grupo de três anuncia o tema das três pragas e indica seu propósito. Nas pragas de número um até três o tema é a superioridade absoluta do Senhor (e de seus agentes) sobre Faraó e sobre os deuses egípcios. Bíblia de Genebra.
15 Deus vai até às últimas consequências, ao se revelar aos homens, para que alguns se convertam e vivam eternamente. Bíblia Shedd.
17 Sangue se refere tanto à cor quanto à substância em hebraico. O texto não deixa claro se a água realmente se transformou em sangue ou se apenas se tornou vermelha. O que ficou claro é que ninguém podia beber a água (vs. 18, 21, 24), que os animais que viviam na água morreram, e que a transformação não foi gradual (como tem sido proposto por alguns intérpretes que tem buscado por uma explicação científica para as pragas), mas instantânea. Não somente a água do Nilo foi afetada, mas também a água em canais, lagos, incluindo as águas em recipientes, como os vasos (v. 19). Devido à importância do Nilo para a agricultura e adoração, a poluição do Nilo é um ataque direto à sociedade e religião egípcias (Andrews Study Bible). [A sociedade e religiões atuais também serão atacadas nas sete pragas finais trazidas ao mundo].
18 nojo. O rio tão adorado logo se tornou objeto de nojo, pois nada neste mundo tem valor sem a bênção de Deus. Bíblia Shedd.
20 à vista. O motivo do milagre era ensinar os líderes civis do Egito a respeitarem mais a Deus do que aos homens. Bíblia Shedd.
Nilo. O Egito dependia de tal maneira das águas do rio Nilo que este foi deificado pelos egípcios como deus Hapi, em adoração a quem eram compostos hinos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
22 fizeram também o mesmo. O texto deixa implícito algum tipo de truque ou imitação (Andrews Study Bible).
A expressão vaga “fizeram o mesmo” não indica necessariamente que os magos de fato transformaram a água em sangue. Eles apenas tinham que convencer o faraó de que eram capazes de fazer o que Moisés e Arão tinham feito. CBASD, vol. 1, p. 563.
Qualquer sinal de religião falsificada é desculpa suficiente para os ímpios recusarem a verdade. Como é que não tinham poder para sanar a praga e só copiá-la, aumentando-a? Um bom teste para a qualidade da religião é ver se soluciona problemas ou se cria maiores dificuldades humanas. Bíblia Shedd.
24 cavaram buracos às margens do Nilo para encontrar água potável. A água poluída, filtrada por meio do solo arenoso perto das margens do rio, podia ser bebida com segurança. Bíblia de Estudo NVI Vida.
As dez pragas e divindades egípcias afetadas (cf. Andrews Study Bible):
1. Sangue Khnum – guardião do Nilo; Hapi – espírito do Nilo; Osiris – o Nilo era seu sangue
2. Rãs Hekhet – deusa com cabeça de rã, deusa da ressurreição; esposa do deus criador Khnum; parteira divina
3. Piolhos Kheprer – deus da ressurreição cujo símbolo era um escaravelho (besouro grande)
4. Moscas Kheprer
5. Pestes nos rebanhos Hathor – deusa mãe (vaca); Apis – touro do deus Ptah, símbolo da fertilidade; Mneuis – touro sagrado de Heliópolis
6. Úlceras Sekhmet – deusa com cabeça de leão, deusa das pragas, que também poderia curar
7. Granizo Nut – deusa do céu; Isis – deusa da vida; Seth – protetor divino da colheita
8. Gafanhotos Senehem – Deus protetor contra pragas
9. Trevas Amon, Amon-Ra, Ra, Aton, Horus – diferentes divindades celestiais
10. Morte dos primogênitos Osiris – deus da vida; o próprio Faraó.
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“Fizeram Moisés e Arão como o Senhor lhes havia ordenado: Arão levantando o bordão, feriu as águas que estavam no rio, à vista de Faraó e seus oficiais; e toda a água do rio se tornou em sangue” (v.20).
A primeira conversa com Faraó resultou em uma aflição ainda maior para os filhos de Israel, de modo que o povo começou a se voltar contra a liderança de Moisés e Arão e, indiretamente, contra a intervenção do próprio Deus. Sentindo-se pressionado pelas circunstâncias adversas, Moisés voltou a insistir em sua incapacidade de ‘falar bem’ (Êx.6:30). O Senhor, contudo, ignorando o pessimismo de seu servo, reafirmou Suas fiéis promessas e Seu desejo de que nos acheguemos a Ele, ainda que para derramar nossos fardos e pesares. Na verdade, há um convite para todo aquele que, qual Moisés, enfrenta momentos difíceis: ‘Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei’ (Mt.11:28).
Eu creio, amados, que em cada diálogo que Moisés tinha com o Senhor, ele saía com suas forças e seu ânimo renovados. E ainda que ‘os sábios do Egito’ usassem ‘suas ciências ocultas’ (v.11) para contrafazer os sinais de Deus, Moisés e Arão sabiam que nada daquilo poderia ser comparado ao poder do Senhor. Com o coração obstinado, Faraó se recusou a ‘deixar ir o povo’ (v.14), ‘como o Senhor tinha dito’ (v.13), e sua própria atitude daria início à maior tragédia já documentada na história do Egito. O Senhor já havia advertido que manifestaria Seus sinais e maravilhas, e faria isso como uma severa repreensão à idolatria egípcia.
Ao afetar as águas do Nilo, transformando-as em sangue, Ele começou atacando os vários deuses que os egípcios relacionavam àquele rio; deuses que, acreditavam eles, eram responsáveis pela fertilidade da terra (agricultura) e das águas (piscicultura). Todas as fontes de água foram afetadas, de forma que ‘houve sangue por toda a terra do Egito’ (v.21). E, novamente, ‘com as suas ciências ocultas’, os magos do Egito fizeram o mesmo (v.22). A dimensão com que aquele flagelo afetou o Egito nem se comparava com a tentativa humana de fazer o mesmo, mas, ainda assim, ‘o coração de Faraó se endureceu’, ‘como o Senhor tinha dito’ (v.22).
Em Apocalipse, encontramos o que o futuro reserva a todo aquele que, como Faraó, escolherá endurecer o coração e não dar ouvidos à última voz profética. Assim como Israel sofreu nas mãos de Faraó, será um ‘tempo de angústia qual nunca houve’ para o povo de Deus (Dn.12:1). Mas como o Senhor preservou o Seu povo e fez distinção entre os filhos de Israel e os egípcios, assim Ele também cuidará do Seu último povo na Terra, cumprindo-se a fiel promessa: ‘Caiam mil ao teu lado, e dez mil, à tua direita; tu não serás atingido’ (Sl.91:7). Enquanto o Espírito Santo trabalha em nosso coração para que possamos dar ouvidos à Palavra de Deus, os falsos profetas, semelhantes aos magos do Egito, operarão ‘grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos’ (Mt.24:24).
Necessitamos, todos os dias, correr ao mesmo lugar em que Moisés sempre buscava abrigo: ‘O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio’ (Sl.91:1-2). É nesse lugar seguro que encontramos alívio para a dor, conforto para o coração e cura para a alma. É no lugar secreto da comunhão que nossa vida é escondida ‘com Cristo em Deus’ (Cl.3:3) e de onde recebemos a orientação para viver cada novo dia na presença do Altíssimo. Como num casamento, nosso relacionamento com Cristo também deve ser na alegria e na tristeza, como está escrito: ‘Está alguém entre vós sofrendo? Faça oração. Está alguém alegre? Cante louvores’ (Tg.5:13).
O Senhor deseja se relacionar conosco em todos os momentos. E, se correspondermos a esse desejo divino, não seremos enganados por nenhum charlatão, por mais convincente que possa parecer, pois estaremos firmes na Palavra da Verdade. Estamos vivendo nos últimos instantes desta Terra de pecado, amados. Invista o seu tempo em andar com o Senhor e Nele permanecer.
Nosso Pai amado, por mais que os sentimentos de Moisés ainda precisassem mudar, ele não os manifestou a homens, mas correu para o único que poderia verdadeiramente lhe ajudar. E o Senhor, com muita paciência, o acolheu e fortaleceu. Senhor, nós também muitas vezes somos tomados por sentimentos de desânimo e tristeza, ajuda-nos a levarmos tudo a Ti, em oração. E, da mesma forma, quando estivermos alegres, que nosso coração se volte para Ti em cânticos de gratidão. Livra-nos dos enganos destes últimos dias e firma nossos pés no sólido alicerce de Tua Palavra. Nós Te amamos, Pai! Nós Te amamos, Jesus! Nós Te amamos, Espírito Santo! Ouve esta oração que fazemos no nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo que habita no esconderijo do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
#Êxodo7 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ÊXODO 7 – Deus aprecia profecias e compartilha-as com Seus servos para vê-las cumprir com tom evangelístico. O mundo estava prestes a ser evangelizado através da punição do Egito e a graciosa libertação dos israelitas.
Deus tinha intenções definidas com Suas ações no Egito. Almejava que Seu povo e Seus oponentes soubessem que Ele é Soberano dos reis da Terra. O que antes fizera em particular, com indivíduos, faria com duas nações para revelar justiça e graça cumprindo a profecia feita a Abraão (Gênesis 15:13-16).
O Soberano preparou Moisés e Arão nos bastidores para agirem em público. Após longo tempo, chegara o momento dEle agir com poder e glória diante da glória e poder dos homens (ou satânicos). Assim, o mundo conhecido de então, saberia que, em meio a tantos deuses falsos, havia um que não era apenas verdadeiro, vivo e real, mas também mais poderoso que qualquer força espiritual existente. Magos e feiticeiros não conseguiriam igualar ao Seu poder!
Deus começou de onde eles estavam: no nível deles. No começo eles conseguiram imitar ações sobrenaturais de Deus para enganar quem não queria nada com o Deus verdadeiro.
O relato das pragas é rico em ensinamentos espirituais. Nele podemos extrair princípios missionários e de liderança espiritual. Líderes espirituais servem a Deus de todo coração mesmo enfrentando dificuldades, oposição e rejeição. São atentos às sublimes orientações evangelísticas de Deus (Êxodo 7:15-19), agem conforme essas orientações (Êxodo 7:20) e, então contemplam Seu miraculoso poder (Êxodo 7:21-25).
Nesse texto fica evidente que Deus tem um oponente espiritual, que faz coisas sobrenaturais. Esse oponente invisível tem seus agentes, presentes nos magos, sábios e feiticeiros; sendo Faraó o agente principal de Satanás o qual acreditava ser deus do Egito (2 Coríntios 4:3-4), possuindo certas características que apontavam para o autor do pecado (mentira, assassinatos, opressão, rejeição a Deus, a Sua Palavra e Seu povo, João 8:44).
Fato relevante é que a primeira manifestação de Deus foi transformar a vara de Arão numa serpente, e os agentes do mal fizeram o mesmo. Com isso, fica evidente que o grande conflito é entre Deus e Satanás (Apocalipse 12:9; Gênesis 3:1-15); cada um com seus respectivos representantes (2 Coríntios 11:13-15). Precisamos escolher um dos dois lados!
Leia Josué 24:14-15, e tome tua decisão! – Heber Toth Armí.