Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 48 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
3 de junho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 48 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 48 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 48 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



GÊNESIS 48 by Jeferson Quimelli
3 de junho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/48

Este capítulo nos ajuda a entender o caráter de Jacó e a importância dos relacionamentos familiares.

Jacó era um pai afetuoso que chorou pelo desaparecimento de José e lamentou quando Simeão foi preso no Egito. Jacó, agora um avô amoroso, beija e abraça seus netos.

Surpreendentemente, Jacó adota os dois filhos de José, Manassés e Efraim, como seus próprios filhos. Esta foi uma forma de homenagear a memória de sua amada esposa Raquel, a quem ele desejava muito pudesse presenciar aquele momento com os netos. Assim, a profecia dada a José, de que ele teria porção dobrada entre seus irmãos, veio a se cumprir.

Jacó se refere a Deus como o benfeitor de sua vida – Aquele que lhe apareceu em um momento de grande necessidade quando ele fugia para salvar sua vida, e Aquele que prometeu abençoá-lo com muitos descendentes (versículos 3-4). Jacó dá testemunho de que Deus o sustentou e o livrou de todo mal, e suplica a Deus que abençoe os filhos de José (versículos 15-16). As palavras e ações de Jacó revelam a intimidade de sua caminhada com Deus.

Senhor, ajuda-nos a revelar o Teu caráter aos outros, especialmente no círculo familiar.

Jobson Santos
Professor de Religião na Universidade Adventista do Brasil (UNASP)
Hortolândia, Brasil

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/48
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



GÊNESIS 48 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de junho de 2025, 0:50
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743 palavras

1 Manassés e Efraim. José recebeu os direitos de primogenitura e a porção dupla através da adoção de seus dois filhos por Jacó, que os elevou à posição de pais fundadores entre as doze tribos de Israel (37.8; 43.3; 1Cr 5.2). Bíblia de Genebra.

Deus todo-poderoso. Heb El-Shaddai. Bíblia Shedd.

Luz. O nome mais antigo de Betel. Bíblia de Estudo NVI Vida.

5 Rúben e Simeão. Os dois filhos de Lia são mencionados por serem preteridos a fim de que a porção dupla seja dada a José, o primogênito de Raquel. Rúben perdeu seu direito como primogênito porque corrompeu o leito matrimonial de seu pai (35.22; 43.3; 49.3-4). Bíblia de Genebra.

A adoção dos filhos de José os elevava a uma condição de igualdade com seus próprios filhos mais velhos, que eram Rúben e Simeão. Isto explica a divisão da terra feita posteriormente na qual se verifica que a “casa de José” aparece constituída de duas tribos, isto é, Efraim e Manassés. Bíblia Shedd.

Os filhos que lhes nascerem depois deles serão seus. Tomariam os lugares de Efraim e Manassés, os quais Jacó adotara.  … O território de José, portanto, seria dividido entre Efraim e Manasés, mas Levi (o terceiro filho de Jacó; v. 35.23) não receberia “porção alguma da terra” (Js 14.4). Por isso, o número total de distribuições tribais continuaria doze. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Raquel morreu em Canaã. V. 35.16-19. Adotados pelo pai de José, Efraim e Manassés tomaram, com efeito, o lugar de outros filhos que Raquel, a mãe de José, poderia ter tido se não tivesse morrido. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A mãe de José, que morrera tão cedo, foi também honrada, postumamente, na adoção dos dois filhos mais velhos de José. Isso explica a alusão feita por Jacó a sua amada Raquel. Suas palavras parecem manifestar um desejo não expresso de que ela tivesse vivido para ver seu filho primogênito exaltado sobre o maior império do mundo na época, e, portanto, em posição de tornar-se um salvador para a casa de seu pai. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1, p. 505.

12 dentre os joelhos. No antigo Oriente Próximo, os joelhos eram um símbolo de cuidado paternal e, por extensão, de adoção (30.3). Bíblia de Genebra.

14 mão direita. No antigo Oriente Próximo, as declarações orais eram acompanhadas pela imposição da mão direita, uma ação que funcionava como uma garantia legal. Esta é também a primeira vez nas Escrituras em que a bênção é acompanhada de uma imposição de mãos (cf Sl 139.5; Mt 19.13-15). Bíblia de Genebra.

15 José. Usado aqui como coletivo de Efraim e Manassés. Bíblia de Estudo NVI Vida.

pastor. Metáfora régia e íntima de Deus (v. Sl 23.1), usada em Gênesis somente aqui e na bênção que Jacó posteriormente impetrou sobre José (49.24). Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 Anjo. Ver nota em 16.7. O Anjo – o próprio Deus – tinha abençoado anteriormente a Jacó (v. 32.29). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Ser chamado pelo nome de alguém era algo como apossar-se da sua vida psíquica e realizar de modo realista a vida do antepassado. Eia a razão por que se diz que Jacó haveria de retornar  a Canaã constituído em grande nação (46.3-4). Bíblia Shedd.

19 Efraim, posteriormente, tornara-se a tribo mais importante do reino do Norte de Israel. Bíblia Shedd.

Durante a monarquia dividida (930-722 a.C.), os descendentes de Efraim eram os mais poderosos no norte. “Efraim” era muitas vezes usado em referência ao Reino do Norte como um todo (v., e.g., Is 7.2, 5, 8, 9; Os 9.13; 12.1, 8). Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 colocou Efraim à frente de Manassés. Jacó, o filho mais jovem que lutara com Esaú para obter a primogenitura com a respectiva bênção e preferira a irmã mais jovem (Raquel) à mais velha (Lia), agora colocou o filho mais jovem de José acima do mais velho. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O motivo de dar a bênção do primogênito ao segunda ao nascer aparece frequentemente em Gênesis. Jacó podia até ter perdido a maior parte de sua visão física mas ainda tinha visão profética. Andrews Study Bible.

21 José morreu no Egito mas seus ossos foram trasladados para Canaã. Um conceito ainda mais significativo era o de que o ancestral continuaria a viver através dos filhos. Pelo fato de Efraim e Manassés terem recebido herança na terra de Canaã, José continuaria vivendo, voltando, portanto, àquela terra prometida. Bíblia Shedd.

22 região montanhosa. A palavra hebraica [shechem, cf.  Bíblia de Genebra.] assim traduzida é identificada com o topônimo Siquém, onde José foi posteriormente sepultado num terreno herdado por seus descendentes (v. Js 24.32; v. tb. 33.19; Jo 4.5). Bíblia de Estudo NVI Vida.



Gênesis 48 – Rosana Barros by Ivan Barros
3 de junho de 2025, 0:45
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“E José, tirando-os dentre os joelhos de seu pai, inclinou-se à terra diante da sua face” (v.12).

Avançado em dias e enfermo, Jacó sabia que logo descansaria. Avisado do estado de saúde de seu pai, José foi vê-lo, acompanhado de seus dois filhos. Os momentos que se seguiram não foram simplesmente palavras de bênção de um avô a seus netos, mas a bênção profética dita pelo patriarca que, sob a inspiração de Deus, revelou o futuro de Manassés e Efraim, que fariam parte das doze tribos de Israel. Cruzando seus braços e concedendo a bênção principal a Efraim, ‘que era o mais novo’ (v.14), Jacó não foi enganado por sua visão obscurecida, como José pensou. Pelo contrário, foi guiado pela visão espiritual de quem sabia o que estava fazendo: ‘Eu sei, meu filho, eu o sei’ (v.19). ‘E pôs o nome de Efraim adiante do de Manassés’ (v.20).

Veremos em nossos estudos que a profecia de Jacó se cumpriu com precisão. O velho homem estava em sã consciência e, mesmo em seu estado frágil, revelou a força do alto que o habilitava a dar as últimas instruções, relembrando e confirmando as promessas de Deus sobre a sua descendência e o seu fiel cumprimento. ‘Eis que morro, mas Deus será convosco e vos fará voltar à terra de vossos pais’ (v.21).

Deus foi com Jacó em sua juventude, no decorrer de sua vida, e não foi diferente em sua velhice. E ainda que tivesse passado um período sombrio pela notícia da perda de José, Deus não o abandonou nem o rejeitou. Jacó se afundou em uma tristeza profunda, mas o Senhor o sustentou, concedendo-lhe saúde e longevidade até que a noite de sua tristeza fosse transformada no alvorecer de grande alegria. José honrou e cuidou de seu pai nos últimos anos de sua vida, e a atitude de se inclinar à terra diante do pai era uma demonstração clara de que ele poderia ser o governador do Egito, mas nunca estaria acima da autoridade de seu pai, ainda que este estivesse velho, parcialmente cego e doente.

O quinto mandamento nos ordena: ‘Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá’ (Êx.20:12). E isso inclui o cuidado e o respeito para com os pais até mesmo na velhice. Acusado de transgredir a tradição dos anciãos, Jesus condenou a hipocrisia dos escribas e fariseus que, para guardar suas próprias tradições, transgrediam o mandamento de Deus. E lhes disse: ‘Mas vós dizeis: Se alguém disser a seu pai ou a sua mãe: É oferta ao Senhor aquilo que poderias aproveitar de mim; esse jamais honrará a seu pai ou a sua mãe. E, assim, invalidastes a palavra de Deus, por causa da vossa tradição’ (Mt.15:5-6). Recusar-se a cuidar dos pais, revertendo os recursos que lhes poderiam ser úteis para empregar em algo que seja mais importante, ainda que de natureza religiosa, é invalidar a Palavra de Deus, e isso é pecado.

Lembram que conversamos há alguns dias sobre os tempos difíceis? Dentre as razões apresentadas pelo apóstolo Paulo está a desobediência aos pais (2Tm.3:2). É uma realidade que, infelizmente, temos visto crescer no mundo e, o que é pior, até mesmo em nosso meio. Crianças e jovens têm sido instruídos e educados (para não dizer “deseducados”) na escola das telas, e estas, por sua vez, têm sido bem eficientes em corromper ‘os bons costumes’ (1Co.15:33). Muitos pais cristãos também sofrem por ter depositado sua confiança na educação do lar e submeter seus filhos ainda imaturos às instituições seculares que, em sua maioria, lhes devolvem filhos confusos ou descrentes.

Não digo que não há exceções, amados. E graças a Deus por isso! Até mesmo porque José foi enviado ainda jovem à corte corrupta do Egito. Mas pensem bem: ele não foi por vontade própria, muito menos porque Jacó o enviou. Chegando lá, José teve de enfrentar sozinho as dificuldades, mas sempre mantendo sua mente em Deus e com intenso trabalho útil. Hoje, a maioria de nós enfrentamos grandes dificuldades na educação de nossos filhos, em grande medida porque fizemos o possível para evitar suas próprias quedas e fracassos ou porque julgamos que determinar-lhes certas tarefas domésticas ou lhes ensinar um trabalho útil não condiziam com a sua fase infantil. Em outras palavras: nós os mimamos demais. E isso se reflete em uma geração que não conhece a Deus e que não suporta passar por frustrações.

Com isso, muitos têm perdido o temor de Deus, não se importando com os Seus mandamentos nem tampouco com o bem-estar da própria família. Parece um assunto muito diferente do que lemos no capítulo de hoje, mas, à luz do quinto mandamento do Decálogo, observe bem a relação de respeito e até de certo temor entre José e seu pai, e entre Jacó e seus netos. Você vai perceber que não se trata de um comportamento que condizia apenas com aquela época e naquele contexto, mas que pode ser vivido hoje no meio do Israel de Deus, se, como José, formos filhos ‘em quem há o Espírito de Deus’ (Gn.41:38). Que o Espírito Santo habite em nossa vida, e que isso seja refletido em nosso lar de forma poderosa e influente!

Querido Pai Celestial, os Teus mandamentos são luz e vida e, em obedecê-los, há felicidade. O Senhor não disse para honrarmos nossos pais se eles forem perfeitos, mas que os honremos porque isto é justo. E nós queremos viver a Tua vontade. Perdoa-nos se falhamos nesse ponto e ajuda-nos a sermos filhos que tratam seus pais com respeito, simpatia e dignidade! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhos obedientes!

Rosana Garcia Barros

#Gênesis48 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



GÊNESIS 48 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
3 de junho de 2025, 0:30
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GÊNESIS 48 – O primeiro livro bíblico apresenta princípios para uma existência harmônica com os planos divinos. Ao aplicá-los a nossas atividades diárias desfrutaremos de paz no coração, e de segurança e esperança em meio à sociedade caótica.

Em Gênesis encontramos o princípio da vida, do amor e da religião. Também encontramos em suas páginas o princípio do casamento monogâmico, da relação sexual e da família planejada por Deus. Encontramos revelações quanto ao princípio do trabalho, das raças e das várias nações. Ali obtemos informações do princípio da culpa, da vergonha, do sofrimento, da dor, do descanso, da morte; também compreendemos o princípio do perdão, da graça e da restauração. É um livro essencial a todo ser humano.

Ou seja, todos nós, sobreviventes no tempo do fim, precisamos tanto de Gênesis quanto o povo de Deus contemporâneo a Moisés; o qual retrocedeu cerca de 600 anos até chegar à origem de Israel com Abraão em Gênesis 12, terminando com a morte de José em Gênesis 50. Assim, 38 capítulos cobrem um período de 300 anos de história dos israelitas. Eles revelam Deus trabalhando a restauração daquilo que o pecado destruiu.

Em Gênesis 48:16 está a primeira menção de Deus como redentor/libertador/salvador. Isso ocorreu na bênção de Jacó a seus netos (Efraim e Manassés), ao cruzar os braços sobre eles.

Em Gênesis aprendemos que o Criador é também o Redentor. “A teologia de Gênesis”, diz Eugene H. Merrill, “é envolvida pelos propósitos do reino de Deus que, em Seu objetivo último, apesar dos fracassos humanos, não pode ser impedido de manifestar a Sua glória mediante Sua criação e soberania”. Conquanto, “o povo de Deus do Antigo Testamento serviu como modelo do reino do Senhor e como instrumento que tornou possível a realização da obra reconciliadora sobre a Terra por intermédio de Seu povo do Novo Testamento”.

A história da redenção relata a graça de Deus através das desgraças do mal. Sem atuação divina neste planeta, não haveria solução alguma para a humanidade. Gênesis é mais que história do povo de Israel, é um manual da salvação para todas as nações através de Israel (João 4:22).

Em Gênesis 48:21 Jacó expressa esperança na profecia de Gênesis 15:16 de retornar a Canaã. E nós, onde fundamentamos nossa esperança? – Heber Toth Armí.