Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 32 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
18 de maio de 2025, 0:30
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GÊNESIS 32 – Todos nós precisamos encontrar-nos com Deus para mudar o turbilhão que borbulha no íntimo de nosso coração. Quem busca a face do Soberano do Universo enfrentará as ameaças da vida e não fugirá.

O medo estimula muitas de nossas ações. O medo motivou Jacó a presentear seu irmão, a clamar a Deus, e a separar seus bens. Além disso, a angústia o levou a lutar com Deus que viera para lhe socorrer.

O contexto do relato revela que “a imagem de Esaú perseguiu Jacó por 20 anos; durante esse tempo, ele nunca visitou sua terra natal, seus pais ou se reconciliou com seu irmão. Portanto, antes que Jacó pudesse se encontrar com Esaú, ele precisava se encontrar com seu Deus. Antes de ver o rosto de seu irmão novamente, ele tinha que ver a face do Senhor” (Jiří Moskala).

Embora Jacó avistasse anjos como exército de Deus em sua companhia, ele mandou mensageiros à frente com muitos presentes. Porém, seu irmão saiu encontrá-lo com 400 homens. Consequentemente, o medo aumentou; então, Jacó dividiu seu grupo em dois, caso um fosse atacado, o outro escaparia. Além disso, ele caiu de joelhos; humildemente clamou pela misericórdia graciosa de Deus baseando-Se em Suas promessas. Aumentando a angústia, Jacó multiplicou os presentes para seu irmão. O medo também o levou à luta contra o Senhor à noite, tendo assim sua articulação deslocada. Finalmente, reconheceu a Deus e clamou por Suas bênçãos, chamando aquele lugar de Peniel, por ter a vida poupada depois de ver a face de Deus.

O medo revela fragilidades, mostra nossas fraquezas. Apresenta a insignificância de nossa existência. Quanto mais entendermos nossa pequenez, mais reconheceremos nossa necessidade do Deus poderoso. Eis as razões pelas quais Jacó se debruçou em oração clamando pelas bênçãos divinas.

O medo do desconhecido é indicação que não podemos controlar a história; portanto, é importante que esse medo refresque nossa memória e nos leve à oração em busca do Salvador que mudou o nome de Jacó e pode mudar qualquer situação.

A alma angustiada é fruto de consciência culpada. Todavia, quando enfrentamos nossos traumas confiando em Deus, a fé fará o medo recuar diante de nós.

Portanto, permitamos que a fé, não o medo, tome conta de nossas ações! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 31 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
17 de maio de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 31 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 31 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



GÊNESIS 31 by Luís Uehara
17 de maio de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/31

“Tenho visto tudo o que Labão lhe fez!” (v. 12, NVI)

Falada por Deus, essa mensagem certamente encorajou o coração perturbado de Jacó, desgastado por anos de excesso de trabalho e manipulação emocional. Que reconfortante! Jacó não precisava lutar suas batalhas sozinho; Deus estava lutando por ele.

Você já foi enganado e maltratado por alguém durante anos? Imagine como seria reconfortante se Deus lhe dissesse diretamente: “Tenho visto tudo o que Fulano de Tal fez a você”. Nada escapa ao conhecimento de Deus: nenhum insulto, nenhum engano, nenhum abuso, nenhuma traição – absolutamente nada é trivial demais para Ele. Nada escapa ao Seu escrutínio soberano. Deus se importa como as outras pessoas tratam você, a menina dos Seus olhos!

Você pode ter Labãos modernos tornando sua vida miserável hoje, mas, mais importante, você tem um Deus que vê tudo o que está sendo feito a você. Confie que Deus tirará o bem do mal, assim como fez com Jacó. No fim, todas as coisas cooperam para o nosso bem.

Deus é especialista em transformar maldições em bênçãos. Seu “Labão” moderno pode ter planejado o mal contra você, mas Deus está planejando o seu caminho. Deus está lutando por você.

Se Deus é por você, quem será contra você?

Lori Engel
Capelã
Eugene, Oregon EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/31
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara



GÊNESIS 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
17 de maio de 2025, 0:50
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1208 palavras

1-55 Em cumprimento à sua promessa em 28.15, o Senhor levou Jacó de volta à Terra Prometida com grande riqueza às custas de Labão e acima da oposição do mesmo (v. 42). Deus permaneceu firme às suas promessas, apesar das maquinações de Jacó e da idolatria pagã de sua casa (v. 19; 28.20) (Bíblia de Genebra).

1-3 Jacó “ouvia”, “reparou”, e, então, Deus falou. Todos os sentidos dispararam o alarme da mudança da situação. Os filhos de Labão, que aparecem pela primeira vez na história, reclamam do estrangeiro (Andrews Study Bible).

3 Torna à terra. A partida de Jacó e seus filhos de Padã-Arã prenuncia o êxodo das doze tribos de Israel do Egito: eles vão em resposta a um chamado de Deus para adorar na terra de Canaã (vs. 3,13; cf Êx 3:13-18); eles despojam o inimigo de sua riqueza (v. 9; cf Êx 12:35-36); eles são perseguidos por forças superiores e salvos por intervenção divina (vs 21-42; cd Êx 14:5-31). Estes exemplos do Antigo testamento, por sua vez, apontam para a peregrinação do Novo Israel, a igreja (1Co 10-1-4) (Bíblia de Genebra).

4 Então, Jacó mandou vir. Jacó finalmente começou a responder a Deus com pronta obediência (cf 12.4; 17.23; 22.3) (Bíblia de Genebra).

4-15 Esta é a primeira vez que Lia e Raquel concordam com um plano de ação. O retorno a Canaã não é somente uma necessidade (devido à alteração das condições), mas também uma resposta à ordem de Deus, que (como sempre) é seguida de uma promessa divina (ver 12:1-2) (Andrews Study Bible).

7 dez vezes. O número dez significava plenitude; Jacó talvez esteja deplorando a magnitude da desonestidade de Labão (Bíblia de Genebra).

9 Deus tomou. Através de seu comportamento desonesto para com Jacó, Labão ficou sujeito à maldições da aliança (12.3; 27.29) (Bíblia de Genebra).

15 consumiu tudo o que nos era devido. Esta frase ocorre em contextos sociais semelhantes nos textos mesopotâmicos de Nuzi (c. 1500 a.C). Legalmente, pelo menos parte da compensação recebida pelo pai quando cedia a filha em casamento deveria ser dada à própria filha (Bíblia de Genebra).

17-21 Note a descrição completa da visão divina, comparada à breve visão no v. 3 (Andrews Study Bible).

19 ídolos do lar. Ídolos pequenos, portáteis, associados frequentemente com deuses ancestrais ou padroeiros. Estes ídolos domésticos eram muito importantes, e seu desaparecimento significava problemas. Uma vez que eles eram parte da herança, pode ser que Raquel os considerava como seu direito de herança – especialmente considerando que elas não tinham recebido nada (vs. 14-15) (Andrews Study Bible).

Os ídolos, que Raquel furtara, eram “terafins”, ou “deuses domésticos”, pertencentes a Labão (cf 30). Os tabletes de Nuzi indicam que os “terafins” provavam então, que os possuidores eram os legítimos herdeiros. É provável que Labão não tivesse nenhum herdeiro varão ao tempo da vinda de Jacó para sua casa. Uma vez casado com suas filhas, Jacó deveria, naturalmente, ser admitido como filho adotivo e herdeiro. Entretanto, posteriormente nasceram filhos a Labão (31.1) e os costumes de então estabeleciam que os filhos tivessem precedência sobre os adotivos. Transparece, na descrição dos fatos, que Raquel estava determinada a tudo fazer no sentido de que se mantivessem os direitos do esposo e dos descendentes. Jacó estava na plena ignorância dos atos de Raquel. Ele deveria estar consciente do direito de primogenitura em sua própria família, isto é, de Isaque (Bíblia Shedd).

23 seus irmãos. Labão tinha superioridade militar [cf. v. 29] (Bíblia de Genebra).

24 veio Deus. Deus soberanamente protegeu Jacó, assim como tinha feito com Abraão (12.17; 20.3) e Isaque (26.8) (Bíblia de Genebra).

25-42 O diálogo entre Labão e Jacó é cheio de acusações e suposições. Labão foi muito longe para encontrar seus ídolos caseiros, mas não pôde encontrá-los devido à esperta ação de Raquel. De acordo com as leis posteriores sobre menstruação (Lev. 15:19-23), uma audiência judia poderia ver o humor implícito: Raquel, argumentando menstruação, estava, na verdade, ridicularizando estes deuses (Andrews Study Bible).

27 alegria… harpa. Novamente, Labão apelou para o costume (cf 29.26), desta vez reclamando que o ritual costumeiro de despedida não havia sido seguido (cf 24.60) (Bíblia de Genebra).

35 regras das mulheres. O período menstrual. A lei mosaica vai, mais adiante, especificar que as mulheres nessa condição eram cerimonialmente impuras (Lv 15.19-24). Assim como no cap. 27, o filho mais novo havia enganado seu pai (Bíblia de Genebra).

39 sofri o dano. De acordo com as leis antigas que especificavam as responsabilidades dos pastores, como as que estão no código de Hamurábi (c. 1750 a.C.), Jacó não deveria ser responsável pelas perdas (Bíblia de Genebra).

38-41 Jacó conseguiu excelente folha de serviços, como pastor de ovelhas. O Código de Amurabe (contemporâneo) estabelecia que o pastor teria de fornecer uma lista dos animais que lhe fossem confiados. Alguns poderiam ser usados para alimentação; ele não ficava responsável pelos que fossem devorados pelos leões ou mortos pelos raios. Do pastor, porém, esperava-se que devolvesse o rebanho com razoável incremento e que pagasse em dobro as ovelhas que se tivessem perdido por negligência. Os versículos que seguem ficam bem esclarecido em face do referido Código (Bíblia Shedd).

43-55 A despeito da atitude agressiva de Labão, Jacó e seu sogro entram em concerto que resolve a questão entre eles. Uma pedra é estabelecida como uma coluna (28:11, 18; 35:14,20), e uma pilha de pedras é juntada. Seu nome é incluído tanto em aramaico (a provável língua de Labão) e em hebraico, para funcionar como testemunha (Andrews Study Bible).

42 O Temor de Isaque, ou “aquele que atemoriza Isaque” (Bíblia de Genebra).

O comportamento decisivo apresentado por Jacó em sua amarga argumentação, consistia em asseverar que Deus tinha pronunciado uma sentença e condenado os atos de Labão. Tal maneira de arrazoar levou Labão a propor o estabelecimento de uma aliança com Jacó (cf v. 44) (Bíblia Shedd).

43 tudo que vês é meu. A reivindicação de Labão mostra que o temor de Jacó era justificado (v. 31) (Bíblia de Genebra).

46 A antiga praxe de tomar uma refeição para firmar um compromisso é bem conhecida. Posteriormente, oferecia-se também um sacrifício, o qual se fazia acompanhar de uma festa de ação de graças (54). mediante a participação no sacrifício e os compromissos mutuamente assumidos, não se podia admitir nenhuma violação (cf também 26.30) (Bíblia Shedd).

47 Jegar-Saaduta, frase aramaica que significa “monte/pilha do testemunho”. Galeede [Gileade] é palavra hebraica equivalente (Bíblia Shedd).

49 Mispa, “posto de vigilância”. A ereção de uma coluna ou “monte” tinha por objetivo indicar que ficava estabelecida uma linha divisória através da qual nenhum dos compromissados haveria de passar com intuitos hostis (Bíblia Shedd).

50 tomares outras mulheres além delas. A família de Tera dava valor à estrutura familiar, em contraste com os cananeus (24.3-4; 26.34-35; 27.46; 28.9). Esta proibição era comumente encontrada em contratos de casamento do antigo Oriente Próximo (Bíblia de Genebra).

53 O Deus de Abrãao… Naor… pai. Labão, o pagão, aparentemente considerava o Deus de Abraão como um dos deuses de sua família. Tera, o pai de Abrão e Naor, foi provavelmente um adorador da lua em Ur (11.27; Js 24.14) (Bíblia de Genebra).

54 Irmãos nesta passagem poderá ter a significação de parentes próximos referindo-se, provavelmente, aos filhos de Labão. O termo “filhos” em hebraico (55) não raro inclui todos os filhos e, neste caso, os netos de Labão. Pelo menos nesta fuga, Jacó não deixara um parente ou irmão tão ofendido que precisaria temer por sua vida, como foi no caso de Esaú. Foi uma lição de fé para Jacó, ouvir como Deus tinha advertido a Labão para não vingar-se. Não foi a astúcia de Jacó, mas o cuidado de Deus que o salvara (29.31) (Bíblia Shedd).



Gênesis 31 – Rosana Barros by Ivan Barros
17 de maio de 2025, 0:45
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“E disse o Senhor a Jacó: Torna à terra de teus pais e à tua parentela; e Eu serei contigo” (v.3).

Enciumados pela prosperidade de Jacó, Labão e seus filhos começaram a revelar sua insatisfação. Percebendo isso, Jacó deve ter temido até mesmo por sua vida. Mas, “em sonho” (v.11), o Senhor o orientou a voltar à casa de seu pai e prometeu protegê-lo no caminho. Não era uma decisão fácil de ser tomada. Ele não estava mais sozinho como em sua jornada ao Oriente. Agora precisava ser cauteloso e pensar em como faria essa grande jornada com toda a sua família, servos e animais; e isso, sem despertar a suspeita de Labão.

Ao chamar Lia e Raquel para conversar a respeito do retorno à Canaã, Jacó se mostrou sensível aos sentimentos e à opinião de suas mulheres. Ele poderia simplesmente ter ordenado que se preparassem para a viagem. Mas em respeito ao que elas deixariam para trás, as consultou e revelou tudo o que Deus havia lhe falado em sonho. Lia e Raquel conheciam o pai que tinham e também conheciam seu marido e a intimidade que ele tinha com Deus. A resposta positiva de suas mulheres, no entanto, foi de grande importância para Jacó, e o impulso e encorajamento que ele precisava para dar início ao plano de fuga.

Apesar do discurso emocional de Labão ao alcançar Jacó e sua comitiva após “sete dias de jornada” (v.23), não fosse o Senhor ter lhe aparecido em sonho, Labão teria agido com violência e tomado de volta tudo o que considerava como sendo seu (v.43). O fato de Raquel ter levado consigo “os ídolos do lar” (v.19) da casa de seu pai, também era o motivo que Labão precisava para acusar Jacó e ter razão quanto ao que reivindicava. Fato que demonstra o quanto Raquel ainda estava distante do conhecimento do Senhor. E ainda que aqueles ídolos não tenham sido descobertos, eles representavam uma maldição no meio do acampamento. Não sabemos que fim Raquel deu aos ídolos, mas acredito que ela percebeu que não poderia permanecer com eles.

A aliança feita entre Jacó e Labão representava um acordo de paz, e aquela coluna era como uma testemunha e uma divisa constante de que ambos não iriam ultrapassar os limites um do outro. Por duas vezes, Jacó referiu-se a Deus como o “Temor de Isaque” (v.42, 53). Uma expressão que revelava não somente o seu respeito e temor ao Senhor, mas também, e eu creio que principalmente, a visão que Jacó tinha da relação de seu pai Isaque com Deus. A referência espiritual que tinha de seu pai ficou gravada em seu coração e, naquele pacto com Labão, foi revelada com a firme segurança na assinatura do nome do “Temor de Isaque, seu pai” (v.53).

A família é uma dádiva de Deus ao homem. Instituída no Éden, tinha por objetivo ser uma escola da verdadeira educação, enchendo o mundo de homens e mulheres felizes no Senhor. Mas com o pecado, veio a deturpação da família e o ardente desejo de Satanás de destruí-la. De lá pra cá, não tem sido fácil manter uma família inteira em submissão à vontade de Deus. Quantas vezes erramos como pais na instrução de nossos filhos! Quantas vezes erramos em relação ao nosso cônjuge! Quantas vezes erramos como filhos! Quantas vezes erramos como irmãos! E esses erros geram consequências que não têm como não atingir a família inteira.

O furto de Raquel quase resultou em uma tragédia, não fosse a misericordiosa intervenção divina. E creio que o que aconteceu foi o suficiente para que ela se desse conta disso. Infelizmente, nem todos têm o mesmo fim, e, fechando o coração para reconhecer o seu erro, acabam trazendo maldição e sofrimento não somente para si, mas para toda a sua família. Amados, o temor a Deus que Jacó havia aprendido de seu pai, precisa ser visto em nossa vida também, principalmente pelos de nossa casa. Temos o dever cristão de iluminar primeiramente o nosso lar com a luz que emana de Cristo. Precisamos permitir que o Espírito Santo realize a Sua boa obra em nossa vida para que essa obra seja revelada em uma vida de temor e fé em Jesus.

Em nome de Jesus, se desfaça dos ídolos do lar, caso isso seja uma realidade em sua casa! Ore para que Deus habite soberano em seu lar e deixe erguido o altar do Senhor todos os dias através do culto familiar, para que o inimigo saiba que ali ele não pode entrar. Que o Temor de Isaque seja também o seu Temor!

Deus de Abraão e Temor de Isaque, nosso Deus e Pai, nós Te agradecemos porque ao vermos a Tua intervenção na história do Teu povo, percebemos que és um Deus fiel e misericordioso! Perdoa-nos se não temos desempenhado o nosso papel como deveríamos como membros de uma família! Limpa o nosso lar de tudo o que não Te agrada e nos faz andar Contigo em todos os momentos. Que a nossa casa seja um lugar de adoração somente a Ti. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, famílias tementes a Deus!

Rosana Garcia Barros

#Gênesis31 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



GÊNESIS 31 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
17 de maio de 2025, 0:30
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GÊNESIS 31 – Cunhados chateados, invejosos e traiçoeiros incomodam quando aparecem para infernizar a vida do marido de suas irmãs. Filhos de Labão surgem na história para prejudicar ainda mais o judiado Jacó.

Jacó ouviu-os comentando: “Jacó tomou tudo o que o nosso pai tinha e juntou toda a sua riqueza à custa do nosso pai”. Consequentemente, “Jacó percebeu que a atitude de Labão para com ele já não era mais a mesma de antes” (Gênesis 31:1-2).

Diante dessa tensão, Deus pediu que Jacó voltasse a Canaã e prometeu acompanhá-lo. Jacó comunicou a suas esposas e falou também da forma estranha que vinha sendo tratado pela família delas. Sendo exímio trabalhador, abençoando a si e a seu sogro (Gênesis 30:27), Jacó foi tratado como bobo, tendo o salário alterado dez vezes objetivando prejudicá-lo (Gênesis 31:3-13). Se não fosse por Deus, Jacó teria saído sem nada.

Raquel e Lia concordaram que o pai usou de malandragem, e ainda gastou tudo o que Jacó pagara por elas. Então, fugiram de Labão; Raquel ainda roubou os deuses do pai.

Se não fosse a intervenção de Deus em sonhos ao irado Labão, a lambança que ele faria seria descomunal. Todavia, fez acusações infundadas contra Jacó (Gênesis 31:14-30).

A tensão entre Jacó e Labão foi intensa. Jacó expôs a verdade nua e crua perante o sogro egoísta e ganancioso; entretanto, tudo terminou num acordo entre os dois (Gênesis 31:31-55). Ellen White afirma que “Jacó apresentou claramente o procedimento egoístico e ambicioso de Labão, e apelou para ele como testemunha de sua própria fidelidade e honestidade… Labão não pôde negar os fatos apresentados, e propôs então entrar em um concerto de paz”. A partir daí, não houve mais “conexão entre os filhos de Abraão e os moradores da Mesopotâmia” (PP, 193).

Inveja, ganância e egoísmo cegam quem se deixa levar por esses pecados. Faz o indivíduo errado pensar que está certo, fazendo condenar quem agiu com honestidade. Explora e ainda faz seu hospedeiro de vítima. É melhor afastar-se de gente assim, mesmo que Deus transforme tensão em celebração!

Durante os 20 anos na casa do sogro, Jacó aprendeu que enganar cria mais problemas do que evita a existência deles; assim Deus moldava seu caráter!

Permita que Deus molde teu caráter também! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 30 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
16 de maio de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 30 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 30 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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GÊNESIS 30 by Luís Uehara
16 de maio de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/30

Disfunções familiares aparecem de forma escandalosa em Gênesis 30. Rivalidade entre irmãos, poligamia, ciúmes, manipulação, controle, subornos, raiva – está tudo lá!

Considere, por exemplo, a exigência de Raquel: “Dê-me filhos ou morrerei”. A identidade de Raquel estava baseada em ter ou não filhos. Procurando satisfazer suas próprias necessidades, ela fez exigências impossíveis ao marido frustrado. Sua felicidade dependia de circunstâncias externas que ela não podia controlar. Se não conseguisse o que queria, então ela preferiria morrer.

“Dê-me o que preciso ou não serei feliz.” “Dê-me o que eu quero ou então…” Motivos trágicos que expõem corações egoístas. Palavras trágicas que continuam a destruir lares e vidas hoje.

Mais tarde, as palavras de Raquel “tive uma grande luta com minha irmã e venci” revelam que ela estava mais interessada em vencer do que em cultivar um relacionamento. Quantos relacionamentos já foram destruídos pela necessidade de vencer ou ter razão? Quantos de nós manipulamos e controlamos os outros para que satisfaçam nossas necessidades?

Quando confiamos que Deus satisfará nossas necessidades, encontramos segurança interna e felicidade que não podem ser encontradas manipulando ou controlando os outros. Podemos encontrar nossa identidade em Deus, sem precisarmos depender de outros seres humanos para sermos pessoas felizes.

Lori Engel
Capelã
Eugene, Oregon EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/30
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara



Gênesis 30 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
16 de maio de 2025, 0:50
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1315 palavras

1-43 Este capítulo faz parte de uma unidade que se inicia em 29:31 e acaba em 30:24. Relata o nascimento dos doze filhos de Jacó e provê uma explicação para algumas das tensões e pressões que a família de Jacó (e especialmente seus filhos) experimentaram. Como em todo o VT, a dádiva de ter filhos é claramente ligada à ação divina. Os nomes de cada criança era dado pela respectiva esposa, que não era sempre a mãe biológica, mas que recebia a criança de sua serva como seu próprio (Andrews Study Bible).

1 senão morrerei. Uma expressão com exagero que demonstra sua angústia extrema (25.32; 27.46). Ironicamente, mais tarde, ela morre durante um parto (35.16-18) (Bíblia de Genebra).

2 Acaso, estou em lugar de Deus. A resposta rude de Jacó contrasta nitidamente com a oração fervorosa de Isaque intercedendo pela esposa sem filhos (25.21) (Bíblia de Genebra).

Jacó sempre tentou obter a bênção mediante seus esforços. Aqui, precisa reconhecer que a bênção de ter filhos só poderia provir de Deus (v. 31.7-13), quanto à bênção dos rebanhos). Posteriormente, José repetiu essas palavras (v. 50.19). Bíblia de Estudo NVI Vida.

3 ao meu colo. Lit. “joelhos”. Os joelhos são um símbolo do cuidado dos pais (50.23; Jó 3.12). De acordo com o costume do antigo Oriente Próximo, o parto da criança da concubina sobre os joelhos da esposa simbolizavam a adoção da criança pela esposa (Bíblia de Genebra).

6 de Bila,  – um juiz. Raquel exclamou: “Deus me julgou e também me ouviu a voz e me deu um filho” (heb danani) (Bíblia Shedd).

8 Naftali – Lutando. Raquel disse: “Com grandes lutas tenho competido com minha irmã e logrei prevalecer”. (heb niphtalta) (Bíblia Shedd).

10,11 De Zilpa, Gade – Boa sorte. Lia disse: “Afortunada!” e lhe chamou Gade (gad) (Bíblia Shedd).

13 Aser – Felicidade. Lia disse: “É minha felicidade” (Bíblia Shedd).

14-16 As obrigações matrimoniais de Jacó são negociadas entre as duas esposas, transformando o patriarca em um ator passivo. Raquel desejou as mandrágoras que Ruben, o primogênito de Lia, descobriu no campo, tendo em vista que elas eram consideradas como promotoras de capacidades sexuais (Cantares 7:13). Lia somente deu as frutas em troca de uma noite com Jacó, o que Raquel, relutantemente, concedeu (Andrews Study Bible).

As mandrágoras estavam associadas com o amor. A superstição popular admitia-as com antídoto contra a esterilidade. A barganha efetuada por Raquel não lhe proporcionara o resultado almejado. O v. 22 mostra ser Deus, e não a mágica ou a superstição humana, que promove a fertilidade (Bíblia Shedd).

Às vezes chamada de “maçã do amor”,  (Bíblia de Genebra).

As mandrágoras tem raízes carnudas e bifurcadas, semelhantes à parte inferior do corpo humano e, portanto, segundo a suposição supersticiosa, provocavam a gravidez quando ingeridas (v. Ct 7.13). Raquel, da mesma forma que Jacó, procurava obter o que desejava por meios mágicos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 aluguei. Um dos termos chaves da história de Jacó, descrevendo em um nível comercial a interação entre pessoas. Mesmo a sexualidade pode ser “alugada”, um tema que reaparece na história de Judá e Tamar (38:15-19) (Andrews Study Bible).

16-18 De Lia, Issacar – Alugar. Lia disse: “Deus me recompensou” (heb secari) (Bíblia Shedd).

20 Zebulom – Honra. “Deus me deu excelente dote, agora permanecerá comigo meu marido” (zebelani) (Bíblia Shedd).

Como diz um velho ditado espanhol: “Cem gramas de mãe valem o mesmo que meio quilo de clérigos”. A influência de Lia sobre seus filhos, a julgar pela vida que eles tiveram depois, não foi algo muito positivo. E mais ainda, sendo Jacó como era, as chances de eles realizarem os mais altos ideais eram mínimas (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

22-24 A gravidez de Raquel aparece como surpresa ao leitor. Deus Se lembra (19:29; Êx. 2:24; 6:5), e coisas acontecem. Foi após o nascimento de José que Jacó começa a planejar o seu retorno a Canaã (Andrews Study Bible).

De Raquel, José – “Dê-me o Senhor outro filho! Deus tirou-me o vexame (‘asaph) – que o Senhor me acrescente (yoseph) outro filho”. Benjamin – Filho da mão direita. Raquel, que viera a falecer ao dá-lo à luz, pôs-lhe o nome de Benoni (filho de minha dor). Jacó chamou-lhe Benjamim, como indício da posição que viera a desfrutar (Gn 35) (Bíblia Shedd).

23 humilhação. A esterilidade era vergonhosa, sinal do desfavor divino. Bíblia de Estudo NVI Vida.

24 que o Senhor me acrescente ainda outro filho. O cumprimento desse desejo de Raquel lhe provocaria a morte (v. 35.16-19). Bíblia de Estudo NVI Vida.

27 Tenho experimentado. Ou, “descobri por presságio”. Muitos textos extra bíblicos da Mesopotâmia falam da prática de adivinhações no ocultismo, algo proibido em Israel (Dt 18.10,14). Observando a boa sorte de Jacó, Labão, um pagão, tentou descobrir a razão disto através da adivinhação (31.19) (Bíblia de Genebra).

A negação de Labão ao pedido de Jacó é baseado em adivinhação (“tenho experimentado”), uma forma de conhecimento e entendimento da vontade dos deuses. Isto era estritamente proibido em Israel (Lev. 19:26; Deut. 18:10, 14) (Andrews Study Bible).

O testemunho de Labão a propósito da bênção que lhe adviera por causa de Jacó evidencia o cumprimento da promessa de Deus em Betel (28.14). A palavra que aí vem traduzida como “experimentado” pode significar, também, “adivinhado”, isto é, obtida informação através de práticas próprias ao “ocultismo”. Na verdade, Jacó estava estipulando salário muito módico, visto que as ovelhas orientais eram, quase todas, brancas, enquanto os cabritos eram normalmente pretos. Parece que Jacó deliberara, assim, em confiar que Deus havia de prover todas as coisas nos termos da bênção anunciada. Deus o fez de modo admirável! (Bíblia Shedd).

31-34 No antigo Oriente Próximo, a maioria dos cordeiros era branca e a maioria das cabras era negra ou marrom escura. Pensando que o acordo indicasse pequeno risco para ele, Labão alegremente concedeu o pedido de Jacó com respeito aos animais coloridos, não tão comuns (v. 34). A proposta de Jacó dependia da noção falsa de que impressões visuais vívidas durante o ato de reprodução determinariam as características da descendência. Ele pensou que colocando cores revezadas na frente dos animais se acasalando resultaria numa descendência colorida, não comum (vs. 37-38, 41-42). Embora o esquema de Jacó negasse a Deus a glória devida, a intenção de Deus de abençoar a Jacó não se desviou (31.11-12) (Bíblia de Genebra).

35 separou. O inescrupuloso Labão imediatamente trapaceou. De acordo com o trato feito, os animais coloridos seriam o rebanho inicial de Jacó (v. 32). Jacó iniciou sem estes, um fato que enfatiza a bênção sobrenatural sobre ele (Bíblia de Genebra).

37 estoraque … brancas. Em hebraico, trata-se de jogos de palavras com o nome Labão. Assim como Jacó defraudara Esaú (cujo outro nome, Edom, significa “vermelho” … com um guisado vermelho, 25.30), também procura defraudar Labão (cujo nome significa “branco”) com galhos brancos. Para todos os efeitos, Jacó estava usando contra Labão a própria tática deste (a fraude). Bíblia de Estudo NVI Vida.

39 O estratagema funcionou – mas somente por causa de intervenção divina (v. como Jacó reconhece esse fato em 31.9), não por causa da superstição de JacóBíblia de Estudo NVI Vida.

43 O aumento das riquezas de Jacó são resultado de suas capacidades de observação, o manejo de métodos básicos de acasalamento e, acima de tudo, das bênçãos de Deus (Andrews Study Bible).

Deus abençoou os rebanhos de Jacó em detrimento de Labão, apesar da indesculpável astúcia de ambos. Jacó parecia estar enganando Labão, em troca das trapaças deste; porém, Jacó obteve sua família e riqueza somente pela graça de Deus (29.31 – 30.24; 31.9) (Bíblia de Genebra).

Pouco há nessa história que seja elogioso para Jacó, e entre ele e Labão não há muita diferença. São bem dignos um do outro, com uma ressalva: Jacó superava o outro em astúcia. O herdeiro das promessas (Jacó) age para com o filho deste mundo (Labão) de maneiras que os homens mais honrados se recusariam a adotar. Chegamos a apiedar-nos de Labão, que nunca vira uma escada com anjos… [… ] Mas não há muitos que professam ser cristãos e que estão representando hoje, o papel de Jacó? […] Jacó está destinado a passar através do fogo das provações, por meio do qual a escória será consumida e sua alma ficará branca e pura (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).



Gênesis 30 – Rosana Barros by Ivan Barros
16 de maio de 2025, 0:45
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A esterilidade é um problema que tem afetado muitos casais. A impossibilidade de procriar, ou por parte da mulher ou por parte do homem, pode gerar um desconforto no relacionamento ou até mesmo ser motivo de divórcio. Houve um desgaste emocional muito grande por parte de Raquel ao ver a prole de sua irmã crescer enquanto ela não dava filhos a Jacó. O clamor angustiante que fez a seu marido revelam o seu desespero e a tremenda angústia que sofria. Naquele tempo, a esterilidade era considerada uma maldição e Raquel volveu sua frustração para Jacó, como se estivesse em seu poder dar-lhe filhos ou não.

Surgiram então as mandrágoras. Essas raízes eram consideradas afrodisíacas e acreditava-se que continham propriedades que promoviam a fertilidade. Os olhos de Raquel brilharam diante do que considerou ser a solução de seu problema. E, comprando as frutas de sua irmã, a troco de permitir que Lia se deitasse com Jacó por uma noite, Raquel presumiu que seu plano daria certo. Mas o tiro saiu pela culatra, pois que Lia novamente voltou a dar à luz, enquanto Raquel permaneceu estéril. Percebam que Raquel foi em busca de duas fontes erradas, ao clamar a Jacó que lhe desse filhos e ao confiar na crendice de que uma planta a tornaria fértil.

Problemas ainda maiores surgem quando buscamos a solução nas fontes erradas. Não devemos agir no impulso de nossas emoções e nem tampouco no desespero de resolver algo que fugiu de nosso controle. Existem situações que estão ao nosso alcance resolver, e Deus não nos impede de fazê-lo. Outras, porém, estão fora de nossa esfera humana. Nesses casos, pedir o auxílio divino e confiar que Deus agirá no tempo certo e do modo mais apropriado é a melhor escolha a se fazer. E Raquel precisou aprender isso a duras penas. Até que “Lembrou-se Deus de Raquel, ouviu-a e a fez fecunda” (v.22). Quando Raquel aprendeu a ir à fonte correta, Deus a ouviu e a livrou de sua angústia.

Após o nascimento de José, Jacó percebeu que era hora de voltar para casa. Essa também não seria uma decisão fácil, tanto pelo fato de não saber o que o aguardava em Canaã, quanto pela dificuldade que teria que enfrentar com seu sogro Labão. E apesar da trapaça cometida por Labão e seus filhos, o Senhor, porém, abençoou Seu servo Jacó, e este “se tornou mais e mais rico” (v.43). Precisamos entender, amados, que se colocarmos a nossa vida nas mãos de Deus e confiarmos tudo aos cuidados dAquele que tudo vê, não precisamos nos preocupar, ainda que as circunstâncias pareçam conspirar contra nós.

Se as coisas estiverem lhe parecendo desfavoráveis, pare de olhar para a sorte dos outros com ciúmes e olhe para cima, confiando nos planos de Deus para a sua vida. Como diz uma amiga minha: “Cada um tem o que Deus quer”. Ou seja, amados, Deus sabe a quem dar e o tempo de dar. E mesmo que inimigos disfarçados de amigos tentem lhe prejudicar, escolha fazer como Jacó, não vá atrás do prejuízo, mas tome as “varas verdes” (v.37) da fé e siga fazendo a vontade de Deus, e Ele cuidará de você e te abençoará.

Pai querido, nós Te louvamos pois a Tua Palavra diz que o Senhor abençoa os Seus amados enquanto dormem (Sl.127:2)! Isso significa que o fruto do trabalho de quem confia em Ti é providenciado pelo Céu. Não precisamos nos preocupar se a nossa confiança estiver em Ti, Pai. Como agradecer por tamanha bondade, Senhor? Eis aqui depositamos em Tuas mãos o nosso coração e Te pedimos, humildemente, reconhecendo nossa condição pecaminosa, que o recrie puro e cheio do Espírito Santo, para que possamos viver pela fé. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, homens e mulheres de fé!

Rosana Garcia Barros

#Gênesis30 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100