Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 35 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
21 de maio de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 35 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 35 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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GÊNESIS 35 by Luís Uehara
21 de maio de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/35

Gênesis 35 mostra três quadros de pessoas que enfrentaram a morte relacionadas a Débora, Raquel e Isaque.

Débora serviu fielmente como ama de Rebeca enquanto vagavam da Mesopotâmia para Canaã. Jacó e Raquel lamentaram sua morte como a perda de uma querida amiga da família que muito contribuíra para eles. Como lembrança, seu túmulo sob um carvalho em Betel foi chamado Alom Bacute (Allon bachuth), “o carvalho do choro” (v. 8).

Pouco tempo depois, Raquel deu à luz seu segundo filho. Mas este seu presente para o amado Jacó lhe custou a vida. No seu leito de morte Raquel deu ao menino o nome de Benoni, “filho da minha tristeza”, porém Jacó o batizou de Benjamim, “filho da minha força”. A morte de Raquel foi para ele uma profunda e pesada dor, lembrada ainda em seu leito de morte.

A longa vida de Isaque em Hebrom foi a de um estrangeiro, assim como havia sido a vida de Abraão. Mas seus 180 anos foram marcados tanto pela obediência, quanto pelo sofrimento e trabalho. Ele viveu, surpreendentemente, 180 anos (v. 28).

Penso nestes finais de vida relatados nas histórias das Escrituras. Toda a vida de serviço fiel de Débora, o verdadeiro amor de Raquel à sua família e a perseverança de Isaque como um crente entre os pagãos, tocam meu coração aqui na Malásia.

Mercella Chen
Estudante malaia no iEAT
Instituto de Estudos da Ásia Oriental

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/35
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara



GÊNESIS 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
21 de maio de 2025, 0:50
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793 palavras

sobe a Betel. Jacó tinha um voto a cumprir (28.20-22; 34:1-31). A revelação de Deus em Betel (vs. 9-13) reitera as promessas da aliança com Abraão, que anteriormente havia adorado em Israel.  Bíblia de Genebra.

Jacó temia que o traiçoeiro massacre dos siquemitas feito por Simeão e Levi levasse à represália por parte de outras tribos cananéias vizinhas. O idoso patriarca parece ter refletido sobre o horrível ato e suas esperadas consequências, sem saber o que fazer ou para onde se voltar. Em sua perplexidade, Deus apareceu uma vez mais e o instruiu quanto a como proceder para proteger sua família. Jacó deve ter se sentido feliz com a certeza de que o mesmo braço divino que o havia escudado contra a ira de Labão e a inimizade de Esaú continuaria a protegê-lo e preservá-lo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 433.

A palavra fugias é significativa porque Jacó estava outra vez fugindo para salvar sua vida (cf 34.30). Bíblia Shedd.

2 Lançai fora. O arrependimento envolve a renúncia de qualquer coisa que impeça ou atrapalhe a adoração e o culto a Deus. A exigência primária da aliança é a lealdade exclusiva a Deus (Êx 20.3-5; Js 24.24; Jz 10.16). Bíblia de Genebra.

4 deram a Jacó. Jacó recobrou sua liderança espiritual sobre a família (30.2, nota; 34:1-31, nota [Ao invés de morar em Siquém (33.18-19), talvez Jacó devesse ter cumprido o seu voto feito em Betel (28.22; 31.13; 35.1). Não há a menção de Deus neste capítulo e nem de separação da idolatria (35.1-5), um comentário triste a respeito da liderança espiritual de Jacó]). Bíblia de Genebra.

argolas  das orelhas. Estes brincos eram amuletos associados com cultos pagãos. Bíblia de Genebra.

Os pendentes eram usados por ambos os sexos e pelas crianças (Êx 32.2). Alguns pendentes eram usados por motivos de idolatria, como amuletos (cf Is 3.20) e, portanto, impunha-se que fossem removidos nessa ocasião. Bíblia Shedd.

terror. Destaca a proteção especial de Deus em um ambiente de crescente hostilidade (ver Êx 15:14-17). Andrews Study Bible.

A proteção de Deus sobre a família de Jacó através de um pânico induzido (cf Êx 23.27; Js 2.9) foi necessária porque a sua reputação havia mudado de pacíficos pastores (34.21) para vorazes guerreiros (34.30). Bíblia de Genebra.

edificou ali um altar. Jacó finalmente cumpriu seu voto ao Senhor (28.20-22). Ao construir este altar, a família patriarcal reconheceu as promessas da aliança e consagrou a Terra Prometida. O culto regular seria crucial se eles quisessem manter a separação religiosa dos cananeus vizinhos (cap. 34; Nm 25.1-3 e notas). Ver 12.7, nota; 13.18; 22.9; 32.20.  Bíblia de Genebra.

16 Efrata. O nome mais antigo de Belém (cf. v. 19, em Judá). Bíblia de Estudo NVI Vida.

18 alma. O significado da palavra hebraica é “vida” (9:4-5; Jó 2:4, 6). O texto simplesmente diz que Raquel morreu.  Andrews Study Bible.

Benoni. “filho da minha dor”. Benjamim. “Filho de mão direita”. Bíblia Shedd.

O nome [Benjamim] também pode significar “filho do sul” – distinguindo-o dos demais filhos que nasceram no norte.  Bíblia de Estudo NVI Vida.

Os hebreus geralmente descreviam direções com base em uma pessoa olhando para o oriente [leste] – a mão direita, consequentemente, pontava para o sul. Bíblia de Genebra.

22 O arrogante ato de Ruben em se deitar com a concubina de seu pai terá futuramente paralelo no ato de Absalão (2Sm 16:22). Muito provavelmente ele desejava assegurar sua posição de liderança sobre o clã e seu direito de primogênito e mostrar seu descontentamento com a falta de amor de Jacó por Lia, sua mãe. Andrews Study Bible.

Este último golpe foi ainda mais amargo e devastador que a morte de Raquel ou a violação de Diná. CBASD, vol. 1, p. 437.

O ato de Rúben foi uma reivindicação arrogante e prematura de seus direitos como primogênito – no caso, o direito de herdar a concubina do pai. Por causa disso, perderia a condição legal de primogênito (ver 49.3, 4; 1Cr 5.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Pelo seu pecado, Rúben foi privado de sua posição de primogênito (48.1, nota) e de sua liderança (49.3-4; Dt 22.30), que Judá, o quarto filho de Lia, viria a assumir (49.8-10)

27-29 A informação da morte de Isaque encerra as histórias de Isaque e Jacó. Com base na cronologia interna [à Bíblia], Isaque viveu aproximadamente mais doze anos após José ter sido vendido à escravidão. Isaque morreu após uma vida plena (25:7-11) e com toda a família de Jacó à sua volta. Andrews Study Bible.

Seu obituário é inserido antes do momento real de sua morte para evitar interromper a história de José. CBASD, vol. 1, p. 438.

Isaque aparece novamente na narrativa(28.5). Sua jornada terminou tendo ele um grande número de anos, mas Deus o deixou depois que tentou impedir Seus propósitos na bênção (25.19, nota [Depois que Isaque tenta obstruir a bênção de Deus sobre Jacó (cap. 27), não se ouve nada mais acerca dele até a sua morte (35.27-29)]. Bíblia de Genebra. [NC: Gen 27:4 e 33 revelam que a real intenção de Isaque era transmitir a Esaú as bênçãos da Aliança].



Gênesis 35 – Rosana Barros by Ivan Barros
21 de maio de 2025, 0:45
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“Vindo Jacó de Padã-Arã, outra vez lhe apareceu Deus e o abençoou” (v.9).

A renovação da aliança divina com Jacó possui muitas semelhanças com a renovação da aliança feita com Abraão, seu avô (Compare com Gn.17:1-7, 22). Como foi com Abraão, o Senhor o abençoou, chamou-o por outro nome, Apresentou-se como “o Deus Todo-Poderoso” (v.11), confirmou a Sua promessa e “Se retirou dele, elevando-Se” (v.13). Mas antes desta aparição do Senhor, Ele o orientou a subir a Betel e habitar ali, erguendo um altar no lugar onde pela primeira vez Deus lhe apareceu em sonho (Gn.28:13). Os preparativos para a viagem incluíram algumas reformas no meio do povo: lançar fora os deuses estranhos, se purificar e mudar as vestes.

Qualquer influência pagã precisava ser abandonada. E o fato de isso incluir retirar “as argolas que lhes pendiam das orelhas” (v.4) deixa bem claro a origem do uso de joias. Tudo o que remetia à antiga vida na Mesopotâmia foi enterrado e deixado para trás. O resultado daquele ato de purificação foi a aprovação divina através do “terror de Deus” sobre “as cidades que lhes eram circunvizinhas, e não perseguiram aos filhos de Jacó” (v.5). Deus dissipou do coração de Jacó o temor pela vingança dos cananeus devido ao ocorrido em Siquém. Apesar disso, essa viagem também lhe rendeu tristes episódios, como a morte de “Débora, a ama de Rebeca” (v.8), a morte de sua amada Raquel (v.19), e a traição de seu primogênito, Rúben, que “se deitou com Bila” (v.22), sua concubina.

O desejo do Senhor é o de nos abençoar e renovar conosco a Sua aliança. Está escrito: “E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa” (Gl.3:29). Por meio de Cristo, somos libertos do pecado e purificados de toda injustiça, tendo nossas vestes mudadas (Zc.3:4) e diariamente lavadas e alvejadas “no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14). Mas essa reforma e santificação só acontece quando abrimos o nosso coração para que o Espírito Santo nos transforme de dentro para fora. Não adianta reforma sem reavivamento. Assim como não existe reavivamento genuíno sem que haja a devida reforma.

De uns anos para cá tem havido um grande apelo por reavivamento e reforma no meio do povo de Deus. O Espírito Santo tem levantado homens e mulheres dando o sonido certo da trombeta. Mas, infelizmente, muitos também têm se levantado com um zelo exagerado que julgam santo ou com um conformismo que gera letargia. Cuidado, amados! Muito cuidado! Pois nessa guerra entre legalistas e liberais Satanás exulta em sua obra de desvirtuar o povo de Deus da verdade presente e da missão de pregar o evangelho eterno. Você deseja realmente conhecer o Senhor e Sua vontade? Deseja experimentar o verdadeiro reavivamento e reforma? O método é simples, meus irmãos: estudo das Escrituras e uma vida de oração.

Se você perseverar todos os dias nesse método infalível, o Espírito Santo vai realizar a Sua boa obra em você, por você e através de você. Não existe reforma aprovada pelo Céu sem que haja uma mudança na sede de nossos pensamentos. Jesus mesmo apontou diversas vezes para o nosso interior como o primeiro lugar que precisa ser purificado. Deixo aqui alguns exemplos para que você leia e medite: Mt.5:21-22, 27-28; Mt.15:18-19; Mt.23:26; Mc.7:6; Lc.6:45. Se permitirmos que o Espírito do Senhor tenha liberdade de nos santificar, certamente o exterior será uma revelação do que acontece no interior. Isso, amados, não acontece da noite para o dia, mas é um processo diário e constante de toda uma vida. E nessa jornada, por vezes sofremos tristes episódios. Se, porém, confiarmos no Senhor, Ele nos acompanhará no caminho por onde andarmos (v.3).

Que semelhante a Jacó, possamos seguir em frente, confiando nos planos de Deus e permitindo que o Espírito Santo nos torne cristãos temperantes, que não pendem nem para a direita nem para a esquerda. Olhemos para Cristo, amados! Ele é o nosso perfeito modelo de temperança e de genuíno reavivamento.

Pai misericordioso, nós Te agradecemos por Tua paciência para esperar por cada um de nós! Se por algum motivo nos desviamos da Tua vontade, clamamos que o Teu Espírito nos coloque novamente no caminho certo! E o caminho é Cristo! Fixa os nossos olhos nEle, Senhor, para que a nossa vida revele a vida temperante de nosso Salvador. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, reavivados pelo Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#Gênesis35 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



GÊNESIS 35 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
21 de maio de 2025, 0:30
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GÊNESIS 35 – A igreja de Deus no Antigo Testamento dava tantos maus testemunhos que talvez muitos de nós seríamos pagãos para não pertencer a um povo com uma história moral tão baixa. Infelizmente muitos mestres da Bíblia são maquiadores das histórias reveladas por Deus. Inúmeros professores cristãos não são íntegros em suas preleções.

Veja que, “quando Benjamim, o décimo segundo [filho], chegou, sua mãe morreu durante o parto (Gn 35:17, 18). Portanto, a inveja, o ciúme, a rivalidade e a contenda manchou o mundo em que aqueles irmãos nasceram. Um pai. Quatro mães. A melhor maneira de relacionar os irmãos e suas mães é lendo a genealogia em Gênesis 35: ‘Eram doze os filhos de Israel. Rúben, o primogênito de Jacó, Simeão, Levi, Judá, Issacar e Zebulom, filhos de Lia; José e Benjamim, filhos de Raquel; Dã e Naftali, filhos de Bila, serva de Raquel; e Gade e Aser, filhos de Zilpa, serva de Lia’ (v. 22-26)” (Philip W. Dunham).

A dor e o sofrimento castigam o povo de Deus tanto por situações naturais como a morte de Débora, ama de Rebeca e a morte de Rebeca no parto de Benjamim, quanto por escolhas estúpidas, como é o caso de Diná (em Gênesis 34) e o caso de Ruben, que “deitou-se com Bila, concubina de seu pai. E Israel ficou sabendo” (Gênesis 35:22). Que família desestruturada e disfuncional!

Observe como Ellen White comenta sobre essa família: “O pecado de Jacó e o séquito de acontecimentos que determinou, não deixaram de exercer influência para o mal, influência esta que revelou seu amargo fruto no caráter e vida de seus filhos. Chegando esses filhos à virilidade, desenvolveram graves defeitos. Os resultados da poligamia foram manifestos na casa. Este terrível mal tende a secar as próprias fontes do amor, e sua influência enfraquece os laços mais sagrados. O ciúme das várias mães havia amargurado a relação da família; os filhos cresceram contenciosos, e sem a devida sujeição; e a vida do pai obscureceu-se pela ansiedade e dor” (PP, 208-209).

Para reverter esse quadro horrível da família de Jacó, Deus pede a ele devoção e adoração (Gênesis 35:1); Jacó age entendendo a importância da consagração resultante de reavivamento e reforma (Gênesis 35:2-14).

A intimidade transforma nossa vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 34 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
20 de maio de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 34 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 34 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COMENTÁRIO JEFERSON E GISELE QUIMELLI

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GÊNESIS 34 by Jeferson Quimelli
20 de maio de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/34

Uma história perturbadora

Por que tais histórias estão registradas nas Escrituras? Tenho uma resposta: Deus está trabalhando com pessoas quebrantadas e essas histórias foram escritas para nossa admoestação. (Romanos 15:4) O que Siquém, um descrente, fez foi claramente errado; mas o que os irmãos de Diná fizeram também foi errado.

Também nos perguntamos sobre a reação do pai de Diná, Jacó. Ele parecia mais preocupado com sua reputação do que com sua filha. Se de fato fosse esse o caso, ele também estava errado.

Isso nos faz pensar como Deus é capaz de realizar Seus propósitos com pessoas tão quebrantadas. Ele é longânimo para conosco, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento. Quero louvá-Lo hoje por Sua misericórdia e graça. E você?

Derek Morris
Representante de Campo do Hope Channel International e Apresentador da Escola Sabatina Hope

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/34
Tradução: Jeferson Quimelli/Luís Uehara



GÊNESIS 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
20 de maio de 2025, 0:50
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778 palavras

1-31 O estupro de Diná e o subsequente massacre da população masculina de Siquém pelos filhos de Jacó revelam profundos conflitos envolvendo as tensões entre pessoas nativas e não nativas, diferenças religiosas e o importante valor da honra familiar (Andrews Study Bible).

Este capítulo presta-se para admoestar-nos a propósito dos perigos do mundanismo nas vidas cristãs (Jo 17.16), principalmente depois de proferidos votos de consagração, como os assumidos por Jacó em Peniel  (Bíblia Shedd).

A ameaça à comunidade da aliança em Siquém foi severa. A proposta de Hamor teria significado a assimilação da família de Jacó pelos povos vizinhos (vs. 8-10; Nm 25.1-2). A transição entre o ato de culto de Jacó (33.20) e o comportamento depravado no cap. 34 é marcante. Ao invés de morar em Siquém (33.18-19), talvez Jacó devesse ter cumprido o seu voto feito em Betel (28.22; 31.13; 35.1). Não há a menção de Deus neste capítulo e nem de separação de idolatria (35.1-5), um comentário triste a respeito da liderança espiritual de Jacó (Bíblia de Genebra).

1 ver, isto é, fazer amizades. Diná poderia contar, então, com quinze anos de idade (Bíblia Shedd).

O caminho certo é tornarmos nosso lar tão atraente que nossos filhos não se sintam tentados a desejar as alianças que são oferecidas por aqueles cuja única riqueza está na presente vida. Nossas Rutes não deixarão nossos campos se, de propósito, deixarmos cair mais espigas para elas recolherem (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

2-4 Siquém, o filho de Hamor (33:9), estuprou Diná e decidiu se casar com ela, o que requereu negociações entre as duas famílias. O capítulo contém muitas falas planejadas para convencer a parte oposta (Andrews Study Bible).

2 Viu-a… tomando-a, a possuiu. Diná não consentiu na relação. Foi, portanto, um estupro. A palavra traduzida como “possuiu” é traduzida como “forçar” em 2Sm 13.12, 14, 22, 32. A sequência “viu…tomou…” lembra 3.6; 6.2 (Bíblia de Genebra).

7 em Israel. Ou contra Israel (Bíblia NVI).

9 A proposta da união pelo casamento era atrativa, desde que ela provia proteção e prosperidade, mas também significaria absorção pela cultura (e religião) caananita (Andrews Study Bible).

12 O preço da noiva é estabelecido pela família da noiva (24:53) como compensação (Andrews Study Bible).

13 violado. Surpreende-nos verificar que a palavra traduzida por “violado” (cf v 13 e 27) significa profanar e encontra-se, posteriormente, usada para descrever a corrupção e profanação do Templo (Sl 79.1). Os hebreus demonstravam o mesmo sentimento e designavam a mesma palavra, querendo expressar violação, quer da honra feminina, quer da deturpação do Santo dos Santos (Bíblia Shedd).

com dolo (intencionalmente, enganosamente, desonestamente). Ecoa uma palavra chave das histórias de Jacó, incluindo o roubo da bênção de Esaú (27:35) e o trato de Labão com Jacó (29:25) (Andrews Study Bible).

Jacó colheu o fruto se seu engano; seus filhos copiaram seu dolo (27.35-360; porém, o alvo deles era matar (Bíblia de Genebra).

14 A diferença básica entre a família de Jacó e os hivitas consistia nas relações com Deus advindas da aliança. O sinal exterior dessa relação era a circuncisão; entretanto, a adoção do sinal desacompanhado da fé implícita na referida aliança não passaria de ato puramente carnal e mundano. A sugestão se revelava ainda pior, pelo fato de ter sido dada como pretexto para acobertar sentimentos de traição (Bíblia Shedd).

15 circuncidando-se todo macho. Os filhos de Jacó, cometendo um sacrilégio, esvaziaram o santo sinal da aliança do seu significado religioso (17.10-11) e abusaram dele com a intenção de cometer vingança (Bíblia de Genebra).

17 onde sua irmã. Ou, porque sua irmã (Bíblia NVI).

23 A motivação dos siquemitas também são reprováveis (Andrews Study Bible).

25 Provavelmente não estivessem sozinhos, mas tivessem arregimentado, também, os pastores e vaqueiros (cf Gn 14.14) (Bíblia Shedd).

mataram os homens todos. Sob a lei mosaica, o pecado de Siquém contra Diná não receberia esta punição, que foi excessiva (Dt 22.28-29) (Bíblia de Genebra).

Sob a liderança de Simeão e Levi, a população masculina é massacrada e a cidade é saqueada e pilhada, incluindo rebanhos, mulheres e crianças. Na bênção final de Jacó, os descendentes de ambos seria espalhada (49:7) devido a este ato (Andrews Study Bible).

saquearam. Pela sua desenfreada, infiel e precipitada vingança, Simeão e Levi perderam liderança e terra em Israel (49.5-7) (Bíblia de Genebra).

A traição desses dois irmãos foi totalmente injustificável. No seu leito de morte Jacó foi rebuscar o assunto e previu a dispersão deles em Israel. Embora Levi tivesse desfeito essa maldição, Simeão não parece ter feito nenhum esforço nesse sentido e logo se tornou como água absorvida pelas areias do deserto (Mas veja Apocalipse 7.7). Que coisa terrível quando nossa conduta é tão comprometida que torna nossa fé repulsiva para aqueles que observam nosso comportamento (v. 30) (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

30 atraindo o ódio dos. Ou transformando-me em mau cheiro para os (Bíblia NVI).

serei destruído. Jacó demonstrou medo ao invés de fé obediente (cf. 35.5) (Bíblia de Genebra).



Gênesis 34 – Rosana Barros by Ivan Barros
20 de maio de 2025, 0:45
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“Responderam: Abusaria ele de nossa irmã, como se fosse prostituta?” (v.31).

Diná era a filha caçula de Lia com Jacó. Certamente era cercada de cuidados por seus irmãos mais velhos. Mas enquanto estes estavam “no campo com o gado” (v.5), sua irmãzinha “saiu para ver as filhas da terra” (v.1). Uma atitude inocente que provocou uma terrível tragédia. Diná não fazia ideia do quanto sua curiosidade causaria sofrimento, destruição e morte, ela foi violentada e muito provavelmente sequestrada. Quando Hamor propôs casar seu filho com Diná, ainda que alegasse que o jovem a amava, a proposta poderia ter se tornado motivo de guerra caso Jacó se recusasse a aceitá-la. E ao permitir que seus filhos tomassem à frente da resolução do problema, Jacó confiou que tudo acabaria bem.

Mas por causa do desatino cometido contra sua irmã, os filhos de Jacó “responderam com dolo” (v.13). Ou seja, maliciosamente propuseram a circuncisão de todos os homens daquela cidade. O que se seguiu foi um massacre sem precedentes cometido pelos filhos de Jacó, Simeão e Levi. Uma mancha de sangue que Jacó temeu poder ser um motivo para o ódio geral “entre os cananeus e os ferezeus” (v.30). Que tremenda dor e decepção para o coração do patriarca que só desejava viver em paz! Seus filhos revelaram um trato violento e irascível, e isso causou à família uma atmosfera constante de insatisfação e desconfiança.

Amados, nunca as coisas deste mundo estiveram tão à vista dos filhos de Deus como em nossos dias. Não é necessário sair para ver, mas apenas clicar para assistir. E o pior é que podem ser coisas aparentemente inocentes. Então, alegamos: “Ah, é só um filme!” “Mas o dorama é tão inocente!” “Estou assistindo, mas nada disso me atinge!” Por favor, meus irmãos, sejamos honestos! Não estamos mais em tempo de passar a mão por cima quando o inimigo nunca foi tão claro em seu propósito de “roubar, matar e destruir” (Jo.10:10). As inocentes distrações podem gerar consequências desastrosas e irreversíveis. Ou vocês pensam que a nossa mente não é afetada com o que contemplamos?

Como Hamor ofereceu tudo o que Jacó determinasse em troca de Diná, Satanás aparece como “apaziguador” de situações, insinuando ter a solução perfeita para resolver um problema que ele mesmo causou. Ele violenta a alma e depois oferece o que alega ser o remédio. Quando ele levou Jesus “a um monte muito alto” e Lhe mostrou “todos os reinos do mundo e a glória deles e Lhe disse: Tudo isto Te darei se, prostrado, me adorares” (Mt.4:8-9), Satanás deixou bem claro que o deslumbramento com as coisas deste mundo pode se transformar em idolatria. Jesus, porém, foi vitorioso sobre este pecado, amados! E podemos ser “mais que vencedores, por meio dAquele que nos amou” (Rm.8:37).

Não se aproxime da tentação! Não permita que Satanás chegue tão perto a ponto de lhe falar “ao coração” (v.3). Que o Espírito Santo guarde as suas entradas da alma e que o princípio protetor de Deus esteja sempre em sua mente: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento” (Fp.4:8).

Pai querido, o Senhor deseja restaurar em nós a Tua imagem e a Tua semelhança, de glória em glória, pelo agir do Teu Espírito. E para isso, Pai, precisamos manter nossos olhos fixos em Ti, em Tua Palavra. Mas como amaremos a Tua Palavra ao mesmo tempo em que amamos as coisas deste mundo? Nunca teremos uma experiência real Contigo a menos que tomemos a firme resolução de José, ao rejeitar a oferta da mulher de Potifar ou a firme resolução de Daniel, ao decidir não se contaminar com a mesa de Babilônia. Senhor, coloca em nós esse caráter firme e íntegro! Fixa os nossos olhos em Jesus, que venceu para que sejamos vitoriosos com Ele. Enche-nos do Teu Espírito! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, vencedores com Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Gênesis34 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



GÊNESIS 34 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
20 de maio de 2025, 0:40
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GÊNESIS 34 – Grande parte dos que ensinam a Bíblia tende a apresentar os aspectos positivos dos seus personagens; porque, a verdade nua e crua da Bíblia pode assustar muitos crentes.

Jacó disse a Esaú que iria para Seir, entretanto foi para Sucote (Gênesis 33:14-17). O engano fazia parte da família. Seus filhos aprenderam dominar bem a prática da mentira (Gênesis 34:13).

A única filha de Jacó saiu sozinha a conhecer as mulheres da região da nova residência. Siquém, governador pagão daquela região agarrou-a e a violentou; contudo, depois a quis em casamento. Um requisito foi solicitado pelos irmãos de Diná: Todos os homens de Siquém deveriam circuncidar-se. Após três dias de aplicarem a condição, sob a liderança de Simeão e Levi, os filhos de Israel foram à cidade para cruelmente matar todos os homens – enquanto recuperavam do órgão genital dolorido; saquearam a cidade levando seus bens, mulheres e crianças.

“A horrível violação de Diná por Siquém motivou seus irmãos a manifestar uma reação de engano e violência muito maior que seu pai Jacó havia cometido”, comenta Philp W. Dunham. Mentira, assassinato, roubo, vingança, violência… Fazem parte do início da igreja do Antigo Testamento.

Esse capítulo de chacina mancha as páginas da história do povo de Deus; porém, não é por capítulos assim que devemos afastar-nos do corpo de Cristo. Mesmo no Novo Testamento havia casos horríveis. Além do casal mentiroso em Atos 5:1-10, na igreja de Corinto “por toda parte se houve que há imoralidade entre vocês”, diz Paulo, “imoralidade que não ocorre nem entre os pagãos, a ponto de um de vocês possuir a mulher de seu pai” (1 Coríntios 5:1) – o mesmo pecado da igreja do Antigo Testamento (Gênesis 35:22).

No tempo do fim, não é diferente. Ellen White afirma que “a igreja talvez pareça como prestes a cair, mas não cairá” (2ME, 380). Pois, “fraca e defeituosa como possa parecer, a igreja é o único objeto sobre que Deus concede em sentido especial Sua suprema atenção. É o cenário de Sua graça, na qual Se deleita em revelar Seu poder de transformar corações” (AA, 12).

Apreciemos a Igreja como Deus aprecia e, permitamos que Ele transforme nosso coração! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.