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Texto bíblico: GÊNESIS 41 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 41 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/41
“José respondeu: ‘Essa capacidade [de revelar sonhos] não está em minhas mãos, mas Deus pode revelar o significado ao faraó e acalmá-lo’ ” (Gênesis 41:16 NVT).
Depois de ter sido escravo, acusado falsamente e preso, José se apresentou diante de um faraó que o elogiou por sua capacidade de interpretar sonhos. No entanto, José evidenciou humildade ao admitir que interpretar sonhos estava além de sua capacidade. Somente Deus poderia dar a Faraó as respostas que ele desejava. Ao longo de todas as provações e dificuldades, José não desanimava em relação a Deus, mas continuava confiando nEle de todo o coração.
A humildade não é natural para nós, como seres humanos que vivemos neste mundo pecaminoso. Muitas vezes esquecemos que Deus é quem merece todo o louvor. A história de Gênesis 41 realmente me ensinou que, embora estejamos no meio de provações, devemos depender de Deus e confiar Nele. Deus me mostrou através da história de José que é possível entregarmos nossas vidas completamente a Ele, apesar de nossa natureza pecaminosa e egoísmo natural.
“Pois os que se exaltam serão humilhados, e os que se humilham serão exaltados” (Mateus 23:12 NVT).
Aini Stephens
Aluna do Instituto de Treinamento do Leste Asiático, Malásia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/41
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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484 palavras
Vento oriental. Este vento oriental, que sopra do Deserto Árabe, é extremamente quente, cresta as colheitas e abrasa a terra. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 467.
8 Como Nabucodonosor, séculos após, Faraó não pode encontrar um intérprete de sonhos adequado (Dan. 2:10). Mas ele conseguiu contar o sonho aos especialistas (Andrews Study Bible).
14 Os rituais de se lavar, barbear e vestir geralmente marcam a transição de um estado a outro (p. ex., os filhos de Araão durante o ritual de ordenação de sacerdotes; Lev. 8:6-13) (Andrews Study Bible).
16 A resposta de José é corajosa, considerando o fato de que os faraós eram considerados deuses (Andrews Study Bible).
17-31 Apesar de longos períodos de fome serem relativamente raros no Egito devido à regularidade do fluxo anual do Nilo, sete anos de fome estão bem documentados em fontes egípcias e outras (2 Sam. 24:13) (Andrews Study Bible).
33-36 José ousa aconselhar Faraó, apesar de não ter sido solicitado a fazê-lo. Agora. Sempre marca a transição entre fato e moral da história (Andrews Study Bible).
34 A quinta parte. O fato de que apenas um quinto da colheita devia ser recolhido cada ano implica que mesmo nos anos de fome a terra iria produzir algo. A fertilidade do Egito sempre dependeu da inundação anual ta terra pelo Nilo, uma vez que a chuva é praticamente desconhecida. … A uma altura [de inundação] de apenas 12 côvados [c. 6m], a consequência é fome. CBASD, vol. 1, p. 468.
45 Zafenate-Panéia. Uma reconstrução do nome egípcio poderia ser “meu sustento é Deus, o que vive”. Mudança de nome indica autoridade e também uma nova identidade (Dan. 1:7) (Andrews Study Bible).
Om. Isto é, Heliópolis; também no versículo 50 (Bíblia NVI). [Pelo casamento com José, a filha do sacerdote do culto ao sol se tornou adoradora do Deus vivo. O culto aos astros – que gerou a astrologia, ligada hoje ao movimento Nova Era – se opôs em todas as eras ao culto ao Deus criador. Observe o sentido da palavra Sunday. N.C.].
46-52 Anos de plenitude se refletiram na vida pessoal de José: ele se casa com a filha de um influente oficial e tem dois filhos. Note que em contraste com as matriarcas anteriores, é ele quem dá nome aos filhos (Andrews Study Bible).
53-57 Uma fome regional chega como previsto, mas devido ao sábio conselho de José e sua administração, o Egito tem abundância de comida e alcança poder internacional (Andrews Study Bible).
56 Vendia. Não foi sem motivo que José não distribuiu gratuitamente o cereal armazenado para as multidões que pereciam. As pessoas certamente haviam sido advertidas da calamidade iminente, e poderiam, com cuidado e economia, ter guardado um pouco para os dias de escassez. Uma vez que as pessoas tinham de pagar pelo cereal, eram estimuladas a exercer a moderação e a evitar o desperdício do precioso suprimento de comida, que precisava durar por sete longos anos. Esse plano também permitiu que José socorresse as populações famintas de outros países. CBASD, vol. 1, p. 474.
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“Disse Faraó aos seus oficiais: Acharíamos, porventura, homem como este, em quem há o Espírito de Deus?” (v.38).
Assim como os dois sonhos de José, quando ainda estava na casa de seu pai, tinham o mesmo significado, os dois sonhos de Faraó também possuíam uma interpretação única. Os sonhos de José apontavam para o que aconteceria após os sonhos de Faraó. Ao interpretá-los, José estava prestes a ver o cumprimento dos seus próprios sonhos. O motivo de ambos terem sonhado duas vezes, de formas diferentes, mas com a mesma interpretação, foi revelado a José: ‘O sonho de Faraó foi dúplice, porque a coisa é estabelecida por Deus, e Deus Se apressa a fazê-la’ (v.32).
Mas se pensarmos bem, José teve que esperar bons anos até que seus sonhos se cumprissem. Apenas do episódio da interpretação dos sonhos do copeiro-chefe e do padeiro-chefe, já haviam se passado dois anos. Ora, dois anos podem parecer pouco para quem tem liberdade, mas para quem está preso, pode ser uma eternidade. O tempo de Deus, no entanto, é diferente do nosso. Vivemos na era do imediatismo, onde tudo precisa ser muito rápido. José teve que aprender a paciência na escola da provação, e sua espera, por fim, recebeu a devida recompensa.
O dom de José de interpretar sonhos e sua excelente habilidade administrativa foram rapidamente notados por Faraó, que concluiu: ‘Visto que Deus te fez saber tudo isto, ninguém há tão ajuizado e sábio como tu’ (v.39). Assim como Potifar o colocou como administrador de sua casa e o carcereiro confiou a ele a administração da prisão, Faraó elevou José a governador do Egito. Que relato tremendo da ação de Deus na vida de quem Lhe é fiel! Em toda a terra do Egito, não havia alguém como José, em quem habitava o Espírito de Deus. E essa afirmação foi proferida pela boca de um rei pagão. Louvado seja o nome do Senhor!
Meus irmãos, hoje carecemos grandemente de homens e mulheres nos quais habite o Espírito de Deus! Se fizéssemos um estudo paralelo entre a vida piedosa de José e a de Daniel, teríamos material para escrever um livro. São muitas as semelhanças encontradas nos relatos desses dois servos do Deus Altíssimo. Mas o Senhor nos deixou escrito em Apocalipse que haverá um povo cujo caráter se assemelhará ao desses dois servos. Um remanescente está sendo preparado: um povo que, mesmo suportando o cansaço e a demora, não perde a confiança na bendita promessa de seu Senhor e Rei: ‘Certamente, venho sem demora’ (Ap.22:20).
Com os devidos preparativos, José preparou toda uma nação para o tempo da dificuldade e, por meio do Egito, salvou muitos outros povos, ‘porque a fome prevaleceu em todo o mundo’ (v.57). Chegará o tempo em que o Espírito Santo será derramado em grande abundância sobre o remanescente de Deus, que iluminará toda a Terra. Mas, até lá, somos chamados a viver para a glória de Deus em nossa esfera comum. Antes de chegar ao palácio, José serviu em uma casa e em uma prisão. Isso nos mostra que não importa o lugar onde estamos hoje: podemos servir ao Senhor em fidelidade, seja em nossa casa, no trabalho ou até mesmo em uma prisão, caso você tenha encontrado Jesus ali.
Sonhamos com a volta do nosso amado Redentor! E, no tempo determinado, Ele voltará! Não perca a esperança! Não desista, pois Ele vem buscar ‘aquele que perseverar até o fim’ (Mt.24:13). E quando Ele voltar, que nos encontre como Seus fiéis servos, José e Daniel.
Santo e amado Deus, a Tua Palavra se mostra viva e eficaz a cada dia, e preenche o nosso coração do Teu amor e do Teu temor! Louvado seja o Senhor por Sua fidelidade e por Sua graça! Aguardamos com ansiedade o cumprimento da Tua maravilhosa promessa! Guarda-nos, Senhor, como a menina dos Teus olhos e faz-nos Tuas testemunhas, nas quais habita o Teu Santo Espírito! Livra-nos da prisão deste mundo e vem nos buscar e nos levar para o Teu Palácio! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, príncipes e princesas do reino de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis41 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 41 – Muitas pessoas vivem 10, 20 ou 30 % do que poderiam. Muitos não aprendem na escola da vida a fim de viver neste mundo de hostilidade, corrupção e perversidade os grandes planos divinos. A vida de José revela que uma história marcada pela atuação de Deus, é uma tremenda inspiração para buscarmos os planos que Deus têm para nossa vida.
Deus havia dado sonhos a José em sua infância, quando ele ficou conhecido como o sonhador (Gênesis 37:19); na prisão, Deus usou José para desvendar os sonhos do chefe da padaria e do chefe dos copeiros do Faraó (Gênesis 39:6-22). Incompreensivelmente, o chefe dos copeiros não retribuiu o favor lembrando-se de José; “ao contrário, esqueceu-se dele” (Gênesis 39:23).
Porém, Deus o fez lembrar ao permitir que o Faraó, chefe do chefe dos copeiros, tivesse sonhos também; ao saber sobre quão perturbado estava o Faraó diante da incapacidade dos magos e sábios, o chefe dos copeiros lembrou-se de José (Gênesis 41:1-28). Os sonhos do Faraó revelam que Deus Se manifesta até mesmo a pessoas pagãs, incrédulas e descrentes nEle; mas usa pessoas como José a fim de testemunhar dEle para estas pessoas!
Um treinamento espiritual estava acontecendo com José o tempo todo. Deus é o conhecedor da história e o provedor neste mundo em declínio; Ele “mandou vir fome sobre a Terra e destruiu todo o seu sustento; mas enviou um homem adiante deles, José, que foi vendido como escravo. Machucaram-lhe os pés com correntes e com ferros prenderam-lhe o pescoço, até cumprir-se a sua predição e a palavra do Senhor confirmar o que dissera. O rei mandou soltá-lo, o governante dos povos o libertou. Ele o constituiu senhor de seu palácio e administrador de todos os seus bens, para instruir os seus oficiais como desejasse e ensinar a sabedoria às autoridades do rei” (Salmo 105:16-22).
Nem todos passam com boas notas nas provas da escola da vida como José. Somente quem busca a Deus, é aprovado e amadurece para se tornar benção nos altos postos da sociedade.
As provas não apenas nos tornam aptos para grandes realizações, mas também humildes para servir a Deus diante dos homens. Só assim alcançaremos 100% do que Deus tem para nós.
Sejamos bons alunos, excelentes aprendizes! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: GÊNESIS 40 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 40 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/40
José, abençoado com a presença de Deus, foi fiel nas pequenas coisas. No entanto, sua fé em escolher o caminho certo aparentemente foi recompensada com uma falsa acusação de uma mulher perversa! Salomão viu um padrão como este na vida. “Os justos detestam os desonestos, já os ímpios detestam os íntegros.” Provérbios 29:27.
A fé de José não foi imediatamente recompensada. Novos julgamentos e prisões lhe sobrevieram apesar de sua fidelidade, mesmo na masmorra. Tal experiência pode fazer com que você ou eu fiquemos zangados com Deus, ou até mesmo O abandonemos! Espero que a história de José nos poupe dessa tristeza.
Como muitos outros, costumo colocar minha esperança no homem e não em Deus, que detém o futuro. Os seres humanos podem falhar conosco, mas Deus nunca falhará conosco. Eu amo a seguinte declaração: “Ele é o Deus que conhece o coração de Seu povo e suas necessidades melhor do que nós mesmos. Muitas vezes nossos planos falham para que os planos de Deus para nós sejam bem-sucedidos”. Help in Daily Living, 12
Deanna Bolodin
Aluna do Instituto de Treinamento do Leste Asiático, Malásia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/40
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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545 palavras
1-4 Dois dos mais altos oficiais da corte são jogados na prisão e são servidos por José. após estas coisas. Não há indicação clara de tempo. Sabemos apenas que o período da escravidão e da prisão de José durou aproximadamente 13 anos (37:2; 41:46) (Andrews Study Bible).
3 detê-los. Eles estavam esperando a sentença de Faraó (Bíblia de Genebra).
8 Sonhos são um importante e valioso meios de revelação. A pergunta retórica de José é em si um argumento contra a religião egípcia, onde a interpretação de sonhos era uma ciência e arte altamente paga. Um escravo estrangeiro desafia o pensamento egípcio corrente: é Deus quem não somente dá os sonhos, mas também provê a interpretação (41:16, 25, 28; Dan. 2:22, 28, 47) (Andrews Study Bible).
contai-me. José reconhecia a si mesmo como um profeta (37.5-11) (Bíblia de Genebra).
11 Os copos egípcios não tinham nem hastes nem alças; pelo que, eram colocados na mão. Eis um pormenor comprovador da veracidade da narrativa (Bíblia Shedd).
12 Como intérprete, José era excepcional. Seu coração puro estava aberto para Deus, e por isso ele podia decifrar os mistérios da vida humana (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
13 reabilitará. Lit. “levantará tua cabeça”. Uma expressão hebraica que geralmente significa “restaurar a honra” ou “livrar” (2Rs 25.27; Sl 24.7). Aqui, a expressão pode referir-se particularmente a uma audiência ritual com o Faraó, na qual o servo é destacado para uma atenção especial (v. 20). Note o trocadilho no v. 19, na qual uma pequena variação no hebraico dá o significado “tirará fora a cabeça” (talvez uma referência à execução por decapitação) (Bíblia de Genebra).
19 te tirará fora a tua cabeça. A mesma expressão hebraica utilizada no v. 13, mas com sentido completamente distinto. A previsão da morte do padeiro e os pássaros em seguida comendo o seu corpo era a pior previsão para um egípcio que acreditava numa existência contínua da alma em uma pós vida (Andrews Study Bible).
20-22 Descreve o cumprimento do sonho. Sobre a importância do “terceiro dia”, veja 22.3-6 (Andrews Study Bible).
20 Os aniversários de nascimento dos Faraós eram celebrados com grandes festas e com a libertação de prisioneiros. O copeiro chefe e o padeiro chefe eram pessoas de grande responsabilidade. Cumprir-lhes-ia exercer vigilância para que ficassem frustrados os constantes atentados contra a vida do Faraó. As evidências acumuladas contra o padeiro teriam comprovado que ele, e não o copeiro chefe, estaria seriamente comprometido (Bíblia Shedd).
22 ao padeiro chefe enforcou. Não é uma referência ao enforcamento como método de execução, mas a exibição pública do corpo depois da morte (v. 13, Dt 21.22) 20-22 Descreve o cumprimento do sonho. Sobre a importância do “terceiro dia”, veja 22.3-6 (Andrews Study Bible).
23 A ingratidão do copeiro chefe está demonstrada no fato do esquecimento a que José ficara relegado. Aquele profundo desapontamento de José, pois que teve de continuar naquela prisão por mais de dois anos, Deus o tornou útil (pois ele não o haveria de esquecer) fazendo-o ainda mais capacitado para a oportuna exaltação a primeiro ministro. Digno de comparação é o caso dos quarenta anos que Moisés passara no deserto de Midiã, aguardando o tempo que Deus havia estabelecido para constituí-lo líder do povo de Israel na libertação do Egito (Bíblia Shedd).
O esquecimento do mordomo chefe lembra-nos de nosso vergonhoso esquecimento do Redentor, que nos tirou do fundo do poço e nos remiu com Seu precioso sangue (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
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“O copeiro-chefe, todavia, não se lembrou de José, porém dele se esqueceu” (v.23).
O cárcere de José ficava na própria casa de Potifar, talvez uma extensão da ‘casa do comandante da guarda’ (v.3) para que ele tivesse maior controle sobre os detentos. Embora a acusação contra José fosse passível de morte, sua prisão parece ter sido uma forma de preservar a reputação da mulher de Potifar. O próprio Potifar encarregou José de servir o copeiro-chefe e o padeiro-chefe de Faraó, pois ambos ‘ofenderam o seu senhor, o rei do Egito’ (v.1) e ‘por algum tempo estiveram na prisão’ (v.4).
A pergunta de José aos prisioneiros, ‘Por que tendes, hoje, triste o semblante?’ (v.7), pode parecer estranha, afinal, estavam numa prisão! No entanto, demonstra a solicitude de José em servi-los e seu empenho em tornar o ambiente mais agradável. Seus esforços eram recompensados ao ver os outros detentos alegres e satisfeitos, o que fazia com que a tristeza no rosto daqueles homens fosse prontamente notada por ele. Naquela cultura, os sonhos eram vistos como revelações dos “deuses”. José, contudo, lhes apresentou o verdadeiro Deus ao perguntar: ‘Porventura, não pertencem a Deus as interpretações?’ (v.8), e pediu que contassem o sonho.
As interpretações de José para os sonhos do copeiro e do padeiro se cumpriram ‘como José havia interpretado’ (v.22). Antes disso, porém, José, percebendo uma oportunidade de liberdade e de retornar à casa de seu pai, pediu ao copeiro-chefe que se lembrasse dele e intercedesse em seu favor perante Faraó. Mas aquele a quem José serviu e tratou com bondade o esqueceu, ‘porém dele se esqueceu’ (v.23). Reflita: preso injustamente, servindo outros, tendo sua bondade retribuída com indiferença. Não seriam motivos suficientes para José se rebelar contra Deus? Com muito menos, muitos se afastam do Senhor e atribuem a Ele seus infortúnios.
A experiência de José na prisão foi uma verdadeira prova de paciência e confiança em Deus. Mesmo ali, ele encontrava motivos para sorrir e ser útil aos outros, para a glória de Deus. Seu pedido ao copeiro-chefe, porém, também revelava sua ânsia por justiça e liberdade. Um desejo que se realizaria no tempo certo, de uma forma que José jamais poderia imaginar. Embora sua reputação tivesse sido maculada e ele estivesse injustamente em uma ‘masmorra’ (v.15), José mantinha uma boa consciência diante de Deus, e isso lhe bastava. Em sua vida, vemos o cumprimento do que o Senhor espera de cada filho Seu: ‘que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus’ (Mq.6:8).
Seja qual for a provação pela qual esteja passando, que, em Cristo, você encontre motivos para sorrir e fazer feliz a vida de outros. Enquanto Jesus não vem nos libertar do cativeiro deste mundo, que perseveremos servindo nossos irmãos e iluminando o mundo com a glória de Deus. Siga o exemplo de José e você estará em paz com Deus, não importa a situação.
Pai querido, como no hino, nós Te agradecemos pelos planos, grandes sonhos especiais que o Senhor tem para cada um de nós! No percurso desses planos o inimigo pode até tentar frustrá-los, julgando que as dificuldades nos afastarão de Ti, mas o Senhor é especialista em transformar as dificuldades em oportunidades de crescimento e amadurecimento espiritual. Prepara-nos para Te encontrar, nosso Deus! Estamos cansados deste mundo, Pai! Temos saudades de casa! Mas até que o Senhor volte, usa-nos para apressar a Tua volta. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, perseverantes em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis40 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 40 – Em meio a tantas histórias frustrantes desde a queda no Éden, José aparece mostrando que, capacitado por Deus, é possível ser fiel, comprometido com os princípios do Céu.
A vida de José é como oásis em meio à aridez de uma sociedade corrupta; é como flor branca numa água fétida de esgoto. José é alguém na contramão da vida lidando com pessoas que vivem à espreita para derramar sangue, em que cada um caça seu irmão para tirar a vida. É a esperança numa sociedade mergulhada na perversidade; é também a expectativa do Céu para um mundo em declínio, onde as pessoas estão sempre ávidas para fazer o mal. José é uma inspiração aos crentes de cada geração perversa.
José prova que o ambiente não é desculpa/obstáculo para aqueles que desejam viver para Deus. Tanto no seio da própria família como na mansão de Potifar, o poder do mal não corrompeu ao jovenzinho diferente.
José rebelou-se com a tradição de perversidade, vivendo piamente diante de Deus, mesmo enfrentando terríveis adversidades. Ainda que parecia que o mal sobressaía sobre o bem – como no Dilúvio (Gênesis 6:1-7) –, Deus conduzia cada detalhe da história a fim de um dia poder conceder a vitória a todo remanescente fiel que viveu como escória da sociedade!
José é um contraste numa sociedade drasticamente maligna. Ele é bondade em meio às pessoas cruéis. Ele é paciente, mesmo em face às acusações infundadas sobre sua pessoa. Ele é humilde mesmo convivendo com gente delinquente. Mesmo preso inocentemente, ele praticava o bem, até para aqueles que praticaram o mal e estavam juntos na prisão.
Como nossa sociedade precisa de jovens, adultos e idosos como José!
Carecemos de gente que tenha ousadia para ser diferente, e fazer a diferença em meio às pessoas estúpidas e indiferentes à justiça; de gente que reflitam Deus nas mansões de grandes personagens e até mesmo nas cloacas deste mundo onde sobrevivem os perversos. Todos precisam de esperança… são carentes de bondade…
Precisamos de gente que seja leal a Deus a tal ponto de demonstrar lealdade às pessoas a sua volta; de gente que leia a Bíblia e leve Deus tão à sério como José, mesmo frente às desgraças de uma sociedade desprovida do bem…
…Reavivemo-nos!!! – Heber Toth Armí.