Reavivados por Sua Palavra


COMENTÁRIO GÊNESIS 24 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
10 de maio de 2025, 0:40
Filed under: Sem categoria

GÊNESIS 24 – “O Deus que criou a humanidade é, Ele mesmo, um ser social, um Deus que abrange três modos eternamente distintos de personalidade. Ele disse: ‘Façamos o homem à nossa imagem’ e ‘Não é bom que o homem esteja só’. Assim, criou Deus o homem e a mulher e ordenou que procriassem. Sexualidade é Sua criação, casamento é Sua instituição, e companheirismo humano é Seu propósito”, declarou John Stott.

Porém, nossa sociedade está arruinando os planos de Deus que visam a satisfação e a felicidade real da humanidade. Deus projetou o matrimônio e o sexo para ser bênção, não maldição!

A AIDS é um dos resultados de deturpar o sexo idealizado por Deus. O adultério resulta em imensuráveis transtornos emocionais aos filhos do casal. A fornicação, sexo sem compromisso, muito comum em nossa cultura corrompida, é tão destrutiva quanto o adultério.

Nossa sociedade precisa dar mais atenção ao manual do Criador da humanidade. Abraão sabia a importância de uma boa esposa para Isaque, o filho da promessa. A experiência de Gênesis 6 deve ter-lhe servido de lição.

Abraão teve 12 sobrinhos de seu irmão Naor (Gênesis 22:20-24). Essa informação deve ter incentivado Abraão a enviar seu servo Eliézer a buscar esposa para Isaque.

Abraão não queria uma nora cananéia. Dentre as possíveis candidatas, em última instância, quem deveria escolher, era o próprio Deus. Para isso, seu servo recorreu à oração. O resultado foi encontrar Rebeca, mulher generosa, serviçal, dedicada, comprometida, desinteressada e de caráter elevadíssimo. A família consentiu dela ir com Eliézer, reconhecendo a mão de Deus em tudo o que acontecia. Isaque amou a esposa que Deus escolheu para ele.

Além da participação dos pais, a participação ativa de Deus é fundamental na escolha do cônjuge. Ele sabe melhor que nós mesmos quem mais combina conosco. Assim, a jornada de um matrimônio de sucesso deve ser trilhada no caminho da fé.

Principalmente no quesito relacionamento/casamento, o tolo não pensa antes de agir, o inteligente pensa antes de agir, mas o sábio ora a Deus antes de agir.

O casamento pode destruir o sonho de Deus, ou pode ser um apoio para o cumprimento dos Seus planos em nossa vida. Sejamos conscientes disso!

Auxiliemos os solteiros, indicando as estratégias para um bom casamento! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 23 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
9 de maio de 2025, 1:30
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: GÊNESIS 23 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 23– BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



GÊNESIS 23 by Luís Uehara
9 de maio de 2025, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/23

“Ouça-nos, senhor; o senhor é um príncipe de Deus em nosso meio.” (Gn 23:6)

Depois de chorar e lamentar a morte de sua amada esposa Sara, Abraão se levantou e foi para o povo de Canaã. Ele pediu aos filhos de Hete que lhe dessem o direito de comprar o campo de Macpela para enterrar sua esposa.

O diálogo entre aquele povo e Abraão é interessante. Eles o chamaram de “príncipe de Deus”, tal era o respeito que tinham por ele. Além de receber bem a Abraão, eles também ofereceram o campo que ele pediu sem nenhum custo. No entanto, Abraão se ofereceu para pagar pelo campo.

Isso não nos ensina alguma coisa? Abraão não se auto-denominava um príncipe, mas era chamado assim por outros. E como verdadeiro líder e príncipe de Deus se comportou como tal, colocando-se no papel de servo diante do povo da região. Que belo tipo de Cristo era Abraão naquele lugar!

Hoje, também temos o privilégio de ser testemunhas de Jesus (Atos 1:8). Que possamos escolher servir mais do que ser servido porque essa é uma atitude de um verdadeiro príncipe de Deus!

Rosana Garcia Barros
Dona de casa e mãe
Maceió, Alagoas, Brasil

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/23
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara



GÊNESIS 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
9 de maio de 2025, 0:50
Filed under: Sem categoria

949 palavras

1 Sara é a única mulher em toda a Bíblia cuja idade nos é referida. Este interesse especial relativo à sua pessoa pode ser que tenha sua base na posição honrosa que lhe cabe como mãe espiritual dos crentes ( 1 Pe 3.6) (Bíblia Shedd).

A morte é uma lembrança constante de que este mundo não é nosso lar (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

2 Quiriate-Arba. Quiriate-Arba recebeu o nome de um dos gigantes anaquins, que aparentemente a fundou. O nome Hebrom foi dado à cidade posteriormente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 361.

3-16 A maior parte do capítulo descreve as importantes negociações para um lugar de sepultamento. As palavras chave são: “dar” (vs 4, 9, 11, 13)  e “escutar” (vs 6, 8, 13, 15),  que são as palavras normalmente utilizadas naquele tempo em negociações de venda em lugar de “comprar” e “vender”  (Andrews Study Bible).

4 A compra do campo de Macpela, em Hebrom, tem sido objeto de esclarecimento pelas descobertas arqueológicas. Efrom não estava, absolutamente, insistindo por oferecer o campo; a transação toda estava sendo encaminhada sob o intuito de proporcionar-lhe um “bom negócio”. Ele não desejava vender apenas a cova porque, a menos que todo o campo estivesse incluído, algumas obrigações lhe seriam impostas, conforme estabelecia o antigo Código de Leis dos Hititas (v 11). No tempo de Abraão, oito siclos de prata equivaleriam ao salário anual de um trabalhador. O preço dado era exorbitante. A prata foi pesada, visto que a cunhagem de moedas se verificara só no período pós-exílico. Trata-se, então, do único pedaço de terra que Abraão chegara a possuir efetivamente naquela terra toda que Deus lhe havia dado. A cova funerária encontra-se atualmente sob uma mesquita maometana em Hebrom (Bíblia Shedd).

A extensa descrição da negociação e venda da caverna demonstra que Abraão assegurou um direito legal de posse irrestrito ao campo em Macpela. Antecipando o cumprimento maior da promessa da terra (13.15), Abraão torna-se o herdeiro legal de uma pequena porção na Terra Prometida (Bíblia de Genebra).

A insistência de Abraão em comprar esse túmulo, e o cuidado com que as negociações foram encaminhadas mostram que ele estava convencido de que seus descendentes haveriam de vir àquela terra e possuí-la. Era como se sentisse que ele e Sara ficariam ali esperando a volta de seus filhos (Gên 49.29,30). Do mesmo modo, os túmulos dos mártires e missionários que tombaram no cumprimento do dever, constituem os silenciosos postos avançados que mantém a posse daquelas terras para Cristo, assim como os túmulos dos santos esperam o Segundo Advento (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

estrangeiro. Embora Abraão vivesse na Terra Prometida como um estrangeiro (21.34; Hb 11.9,13), ele demonstrou sua fé nas promessas da aliança ao comprar o primeiro pedaço de terra na Terra Prometida – uma caverna para servir de sepultura (Bíblia de Genebra).

Como um estrangeiro, Abraão não tinha direito de herança a um campo de sepultamento, mas ele pediu por um. A posse de terras é sagrada em muitas culturas orientais  e é ligada à felicidade familiar e dos ancestrais. O NT toma este tema e o aplica aos cristãos vivendo neste mundo (Heb. 11-9-13) (Andrews Study Bible).

príncipe [poderosode Deus. Embora alguns afirmem que este título fosse uma mera lisonja respeitosa, é possível que os habitantes de Hebrom tenham percebido a bênção de Deus sobre Abraão (Bíblia de Genebra).

7 Então, se levantou Abraão. A cortesia oriental, o tato e o processo de barganha são óbvios nos arranjos entre Abraão e os filhos de Hete. Abraão manifestou sua apreciação inclinando-se, um gesto de gratidão comum no Oriente. Ao não encontrar nenhuma oposição à sua sugestão um tanto vaga, Abraão em seguida fez uma proposta concreta. CBASD, vol. 1, p. 361.

9 Macpela. Macpela tem sido identificada com duas cavernas, uma sobre a outra, que se encontram sob uma mesquita muçulmana numa ladeira próxima a Hebrom. O acesso a ela, proibido durante séculos, teve uma exceção em 1882 para o futuro rei George V, da Inglaterra, e seu irmão. Desde a Primeira Guerra Mundial, vários cristãos têm tido a oportunidade de visitar a caverna superior, que contém marcos de pedra as quais trazem os nomes de Abraão, Sara, Isaque, Jacó, Rebeca e Lia. CBASD, vol. 1, p. 363.

10 porta. As transações legais ocorriam nos portões das cidades, no antigo Oriente Próximo (19.1; Rt 4.1-2) (Bíblia de Genebra).

11 dou-te. Como indicado pelo preço excessivo pedido (v. 15) e pelo dinheiro pago por Abraão (v. 13), a oferta de Efrom de dar a caverna e o campo a Abraão fazia parte do ritual de barganha do Oriente Próximo. A aparente generosidade da oferta tinha a intenção de forçar Abraão a corresponder com um presente de valor ainda maior (se aceitasse) ou de desencorajá-lo de continuar a negociar o seu preço (Bíblia de Genebra).

15 Quatrocentos siclos. Os registros babilônicos revelam que campos comuns eram vendidos naquela época por quatro siclos por acre, e as terras mais férteis a 40 siclos por acre.Segundo o padrão babilônico, Abraão teria podido comprar um campo de 100 acres por essa soma de dinheiro. CBASD, vol. 1, p. 3613.

16 Abraão… pesou-lhe. Abraão estava disposto a pagar um preço excessivo para que não viessem a existir problemas futuros quanto ao negócio (Bíblia de Genebra).

17-19 Declaração resumo da transação legal e sua natureza pública. Possuir um lugar de sepultamento para queridos membros da família era significante naquela cultura e marcou a fé de Abraão na promessa de Deus. Ele investe em um futuro que ele não pode ver. Esta caverna posteriormente se tornou o lugar de sepultamento para os patriarcas Abraão (25:9), Isaque (35:27-29; 49:31) e Jacó (49:29-30; 50:13), bem como para suas esposas, com exceção de Raquel [que foi sepultada em Belém, Gn 35:19]. (Andrews Study Bible).

19 sepultou… na caverna. Em uma expectativa sincera de que Deus iria cumprir a promessa da aliança com relação à terra (13.15), Abraão procurou ancorar seus descendentes na Terra Prometida (24.6-9; 25.9; 49-30; 50.13) (Bíblia de Genebra).



Gênesis 23 – Rosana Barros by Ivan Barros
9 de maio de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Depois, sepultou Abraão a Sara, sua mulher, na caverna do campo de Macpela, fronteiro a Manre, que é Hebrom, na terra de Canaã” (v.19).

Alguns anos após a experiência do Moriá, Abraão teve de enfrentar um duro golpe: a morte de Sara. A morte de sua bela e amada esposa causou profunda tristeza ao coração do patriarca que, juntamente com Isaque, lamentou e chorou por ela. Sara havia experimentado uma velhice feliz e realizada pelo cumprimento da promessa divina. Isaque tinha sido o motivo de seu sorriso e Deus havia lhe dado o presente de aproveitar a maternidade por trinta e sete anos. Agora, era Isaque quem precisava de algum motivo para voltar a sorrir. E sobre isso, estudaremos no capítulo de amanhã.

Acredito que o mais difícil quando perdemos alguém que amamos, além do sofrimento, é a burocracia que temos de lidar para providenciar o enterro. Organizar a cerimônia fúnebre, correr atrás de documentos, avisar amigos e familiares, além dos custos com tudo o que envolve a morte de alguém é, no mínimo, angustiante para quem perdeu um ente querido. Mas parece que Abraão já tinha um “plano funerário” bem elaborado e, por sinal, um dos mais caros já registrados na Bíblia.

Sua visita “aos filhos de Hete” (v.3) não foi um ato repentino de quem não sabia o que fazer, mas um ato planejado de quem sabia exatamente o que queria. Ao pedir um lugar para sepultar a sua morta, ele não apenas pediu emprestada uma cova em terreno alheio, mas “a posse de sepultura” (v.4), ou seja, o primeiro lugar na terra prometida que pudesse chamar de seu. Apesar da insistência dos filhos de Hete, Abraão recusou a oferta com inteligência, mas também com muito respeito, inclinando-se duas vezes “diante do povo da terra” (v.7, 12).

Abraão havia conquistado prestígio diante daqueles povos, que a seu respeito diziam: “tu és príncipe de Deus entre nós” (v.6). A oferta que fizeram parecia uma forma de agradecimento pelo comportamento pacífico e correto de Abraão, mas também poderia corresponder ao mesmo risco que ele não quis correr ao negar a oferta do rei de Sodoma (Gn.14:21-24). A sabedoria de Abraão ao lidar com esta situação era fruto de anos de experiência. Quantas vezes através de elogios e ofertas que parecem inofensivas, o inimigo tem laçado o coração de inexperientes filhos de Deus. Cuidado, amados! O fato de Abraão ter rejeitado aquela oferta, Eliseu ter rejeitado os presentes de Naamã (2Rs.5:16) e Paulo ter repreendido os louvores da jovem adivinhadora (At.16:16-18), já deveria ser o suficiente para abrir os nossos olhos.

Abraão adquiriu aquela porção da Canaã terrestre por “quatrocentos siclos de prata” (v.15) para sepultar a sua morta. Mas Jesus adquiriu toda a Canaã celestial através de Sua morte e ressurreição para ser a habitação dos que hão de herdar a vida eterna. Infinitamente mais caro do que o sepultamento de Sara foi o preço de nosso resgate. Não permita que as ofertas sedutoras deste mundo tirem o seu foco ou mudem os planos que Deus tem para você e através de você. A compra daquela caverna e seu entorno não representa simplesmente o túmulo dos patriarcas e das matriarcas de Israel, mas o princípio de que devemos realizar nossos negócios nesta Terra tendo sempre em mente o temor do Senhor e que o nosso lar não é aqui. Que semelhante a Abraão, nosso testemunho diário seja este: “Sou estrangeiro” (v.4).

Querido Pai do Céu, quem somos nós para chamar de nossa qualquer coisa nesta Terra? E se não merecemos nem o que seja daqui, que é corrupto e perecível, quanto mais as coisas celestiais! Mas, Pai, como Abraão nos prostramos em humilhação diante de Ti, e reconhecemos que somos pecadores e carentes de Tua graça e perdão! Perdoa-nos por todas as vezes que agimos guiados pelos impulsos de nosso coração enganoso! E dá-nos a sabedoria de que precisamos para andar Contigo em todos os negócios desta vida, nunca perdendo de vista a Jesus, que por Sua morte e ressurreição, nos garantiu a vida eterna. Em nome dEle nós Te oramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, herdeiros da vida eterna!

Rosana Garcia Barros

#Gênesis23 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



COMENTÁRIO GÊNESIS 23 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
9 de maio de 2025, 0:40
Filed under: Sem categoria

GÊNESIS 23 – As nações surgiram da descendência dos filhos de Noé, as quais foram divididas na tentativa de construir uma torre que chegasse ao Céu (Gênesis 10-11).

Agar era egípcia; e, mesmo sendo escrava rejeitada na casa de Abraão, Deus acolheu-a juntamente com seu filho Ismael, fazendo-lhe grandes promessas (Gênesis 16:4-13; 21:9-21). Ismael casou-se com uma egípcia.

Abraão defendeu Ló e reverteu a derrota de Sodoma e Gomorra. Na sequência, devolveu o dízimo ao rei de Salém, Melquisedeque (Gênesis 14:1-24). Quando passou pela experiência de quase sacrificar Isaque, Abraão residia na terra dos filisteus, onde invocava o nome do Senhor (Gênesis 21:33-34). Em Berseba, Abraão plantou um bosque, onde morou (Gênesis 22:19).

Das duas filhas de Ló, surgiram os moabitas e amonitas (Gênesis 19:30-38). Essas informações facilitam aos israelitas entenderem a origem das nações; pois Deus disse a Abraão que por meio de sua descendência, “todos os povos da Terra serão abençoados…” (Gênesis 21:18). Isso não deveria gerar nenhum orgulho em Abraão, nem arrogância em sua descendência.

Abraão deixou bom legado com seus relacionamentos interpessoais. Em Gênesis 23, o notamos conversando humildemente com os hititas; ele não exige, ele pede que seja-lhe cedido um pedaço de terra para enterrar sua falecida esposa Sara. Os hititas dão seu parecer sobre Abraão: “O senhor é um príncipe de Deus em nosso meio”.

Tal reconhecimento é fruto de um bom testemunho. Que honra para um servo de Deus ser reconhecido desta forma em sua vizinhança!

Abraão preferiu pagar em vez de receber gratuitamente a terra dos hititas; por conseguinte, oficialmente, pela primeira vez, Abraão tem parte na “Terra Prometida”.
Abraão trata com justiça a terra dos descendentes de Cam, filho de Noé; de onde descende Hete, formando os hititas (Gênesis 10:15).

Claramente, Deus quer Seus servos sendo bênçãos aos seus vizinhos; Abraão é um ícone de como dar bom testemunho de seu Deus aos pagãos!
O ato de explorar pessoas ou pagar por algo com valor abaixo do ideal, descaracteriza o fiel servo de Deus. Caracteriza exploração!
Aproveitar da influência, ou da oportunidade quando pessoas estão desesperadas, visando tirar vantagens, resulta num péssimo testemunho do Deus que alegamos servir.

Portanto, vamos ser bênçãos a todas as pessoas que Deus colocar em nosso caminho? Sejamos justos e bondosos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 22 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
8 de maio de 2025, 1:30
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: GÊNESIS 22 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 22– BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



GÊNESIS 22 by Luís Uehara
8 de maio de 2025, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/22

Deus havia prometido a Abraão um herdeiro e descendentes tão numerosos quanto as estrelas do céu (Gn 15:4, 5). Mas em Gênesis 22, quando o herdeiro de Abraão, Isaque, é quase um homem, Deus ordena que Abraão o sacrifique em holocausto.

Como alguém deve responder quando a ordem de Deus parece contradizer Sua promessa? No passado, Abraão tentou salvar sua família passando sua esposa como sua irmã, e ele tentou cumprir a promessa de Deus de um filho coabitando com a serva de sua esposa. Mas agora Abraão está finalmente pronto para viver de acordo com o que Deus lhe havia pedido antes do nascimento de Isaque: “Existe alguma coisa impossível para o Senhor (Gênesis 18:14). Quando Isaque lhe pergunta: “Onde está o cordeiro?” Abraão responde: “Deus mesmo há de prover o cordeiro para o holocausto, meu filho.” (Gn 22:8). E no local onde os sacrifícios do templo seriam oferecidos e perto de onde Jesus morreria para nos salvar da morte, Deus providenciou um carneiro substituto no lugar de Isaque.

Quando os mandamentos de Deus parecem impossíveis de obedecer, você está disposto a acreditar na promessa de Deus? As Boas Novas de que Jesus morreu para que você possa ter a vida eterna lhe dá fé para obedecer a todos os mandamentos de Deus?

Douglas Jacobs
Professor aposentado, Southern Adventist University
Estados Unidos

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/22
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara



GÊNESIS 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de maio de 2025, 0:50
Filed under: Sem categoria

1556 palavras

prova. Trata-se, aqui, de uma prova para o fortalecimento da fé que Abraão possuía e não de uma tentação para o mal (cf Tg 1.12-15). Tal prova consistia na requisição daquilo que lhe era mais caro, aquilo que lhe era absolutamente indispensável e de maior valor (2). Esta prova, em vez de destruí-lo, traz Abraão ao cume de sua vida, seguindo a Jesus (Bíblia Shedd).

Eis-me aqui! O mesmo exemplo de Moisés (Êx. 3.4), Samuel (1Sm 3.4) e Isaías (Is 6.8). Ver também as próprias palavras de Cristo no mesmo sentido (Hb 10.7; cf Sl 40.7-8) (Bíblia de Genebra).

toma… oferece. O comando divino é atenuado por uma partícula de súplica (“please”) que não é refletida na tradução da Nova Bíblia King James [e na João F Almeida] (Andrews Study Bible).

teu único filho… a quem amas. Isaque é o filho amado, o único filho da promessa (25.1-18). Ismael foi deserdado e mandado embora (21.10,14), deixando Isaque como único filho de Abraão. Estes termos são aplicados a Cristo no Novo Testamento (Mt 3.17, 17.5; Jo 3.16; Ef 1.6; 2Pe 1.17) (Bíblia de Genebra).

terra de Moriá.  Mais tarde, este lugar veio a ser o local do templo em Jerusalém (2 Cr. 3:1).  (Bíblia de Genebra).

A região montanhosa que circunda Jerusalém é a “terra de Moriá” (lit. “O mostrado por Jeová”). Abraão construiu o altar na montanha (cf v 9) onde, mais tarde, apareceu o Anjo do Senhor a Davi (2 Sm 24.16, 17; cf 2 Cr 3.1) e, subsequentemente, situara-se o templo. (Bíblia Shedd).

A distância de Berseba a Jerusalém  é de aprox. 50 milhas (80 km), que corresponde a três dias de viagem (Gên. 22:4) (Andrews Study Bible).

oferece-o. Texto extremamente difícil. Sacrifícios humanos são claramente proibidos na lei do VT (Lev. 18:21; Deut. 12:31; 18:10). A referência à “prova” de Deus (Gênesis 22:1) prepara o leitor para aguardar um julgamento (Andrews Study Bible).

Em princípio, esta ordem nos deixa perplexos. Sem conhecer o que Deus realmente queria (cf. Êx 13.11-13; 22.29; 34.19-20), a ordem parece contradizer o sexto mandamento (Êx 20.13). À medida em que a narrativa se desdobra, entretanto, fica evidente que o teste era para verificar se Abraão levaria adiante a preparação para o sacrifício enquanto procurava se ater firmemente à promessa de 21.12: “porque por Isaque será chamada a tua descendência.” Abraão sabia que Deus se comprometera a manter a promessa e que Isaque, uma vez morto, não daria continuidade à linhagem da promessa. Hb 11.19 revela o segredo de Abraão: este concluiu que “Deus era poderoso até para ressuscitá-lo (Isaque) dentre os mortos” (Bíblia de Genebra).

holocausto. Sacrifício totalmente queimado  (Bíblia NVI).

3 A obediência de Abraão foi imediata. Ele se levantou cedo, de madrugada. Foi exata. Foi executada em espírito de culto. Foi contagiosa, porque Isaque usou, falando ao pai, a mesma expressão que este usara para com Deus: “Eis-me aqui” (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

terceiro dia. Frequentemente um momento decisivo em histórias bíblicas (31:22; 34:25; Êx. 19:11; Jz. 20:30; Est. 5:1; Mat. 16:21; Mc. 9:31; Lc. 9:22, etc.) (Andrews Study Bible).

Eu e o rapaz. Cada um dos três verbos da sequência a seguir está na primeira pessoa do plural. A tradução não reflete a fé profética implícita no hebraico. Literalmente, Abraão disse aos dois servos: “Eu e o rapaz – nós iremos até lá, nós adoraremos e nós voltaremos.” Embora não compreendesse o propósito de Deus, ele acreditava que Deus ressuscitaria Isaque dos mortos (Hb 11:19). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 356.

voltaremos. Um expressão de fé, semelhante à resposta de Abraão em Gên. 22:8 (Andrews Study Bible).

Era a firme convicção de Abraão que ele e Isaque, de fato, voltariam. Sua fé, destacada em Hb 11.17-19, se fundamentava sobre a promessa de Deus claramente proferida, “… por Isaque será chamada a tua descendência” (21.12) (Bíblia Shedd).

7 Isaque perguntou: “Onde está o cordeiro?” João Batista dá a resposta em João 1.29 (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

8 Deus proverá… o cordeiro. Este versículo é profético, tanto na experiência de Abraão, como concernente à primeira vinda de Cristo e sua morte sacrifical por nós (cf Jo 1.29 e Rm 5.8). O v 5 deixa patente que Abraão admite que Isaque haveria de voltar com ele, que por efeito de uma intervenção especial antes de oferecê-lo, quer pela ressurreição da vítima (Hb 11.19) (Bíblia Shedd).

Edificou Abraão um altar. Ao chegar ao local onde séculos mais tarde estaria o templo, pai e filho ergueram um altar. Salém, a cidade de Melquisedeque, ficava a curta distância ao sul. Mas um pouco mais adiante, a noroeste, ficava a colina mais tarDe conhecida como Gólgota. CBASD, vol. 1, p. 358.

amarrou. Após a construção do altar, Isaque é “amarrado” e colocado sobre o altar. Devido ao foco sobre a fé de Abraão, o autor bíblico proveu muito pouca informação sobre a reação de Isaque. Desde que ele era forte o suficiente para carregar a lenha, ele certamente teria sido capaz de resistir ao idoso pai. A amarração da vítima sacrifical não aparece em mais nenhum outro lugar no VT e dá o nome (aqedah) à história na literatura judaica (Andrews Study Bible).

10 e, estendendo a mão, tomou o cutelo Descrição em câmera lenta do momento mais comovente de Abraão (Andrews Study Bible).

11  Abraão! Abraão!  O duplo chamado a Abraão expressa urgência. Abraão tinha passado no teste, mas seu compromisso, obediência e sofrimento são somente uma sombra do imenso sacrifício de Cristo que é o verdadeiro Cordeiro que salva o mundo (Mc. 10:45; Jo. 1:29, 36; 2 Cor. 5:17-21; 1 Ped. 1:18-19). Abraão vê o cordeiro no arbusto (compare com Gên. 21:19) e o oferece “em lugar de seu filho”, uma clara referência ao concerto de substituição (Andrews Study Bible).

Foi somente no último instante que o cordeiro foi mostrado e houve a substituição. Só quando chegamos ao monte do sacrifício é que vemos o livramento de Deus. Só quando Faraó já tinha quase alcançado Israel foi que se abriu um caminho no mar Vermelho. Foi pela madrugada que Jesus veio andando sobre a água. O anjo libertou Pedro pouco antes da execução. Deus nunca chega um instante mais cedo ou mais tarde (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

12 não me negaste… o teu único filho. Há um paralelismo admirável entre o acontecimento aqui descrito e o oferecimento de Cristo por nós: 1) Ambos, tanto Isaque como Cristo, foram obedientes até à morte (observe-se o fato de que Isaque era, então, um jovem e, como tal, bem mais forte do que o era Abraão, v 6); 2) Ambos, tanto Abraão como Deus, o Pai celestial, “não poupou a Seu próprio Filho, antes por todos nós O entregou” (Jo 3.16 e Rm 8.32); 3) O cordeiro que viera a substituir Isaque é paralelo a Cristo, que se ofereceu em substituição por todos nós que nEle cremos (Hb 10.5-10); 4) Ambos, tanto Isaque como Cristo, foram restaurados (cf Hb.11-17-19). (Bíblia Shedd).

13 em lugar de seu filho. O propósito substitutivo do sacrifício é evidente e prenuncia o sacrifício de Cristo, que morreu em nosso lugar (Mc 10.45; Rm 8.32; 2Co 5.21; Tt 2.14) (Bíblia de Genebra).

14 O SENHOR Proverá. Lit “Jeová-Jireh“. É a mesma expressão que Abraão usou no v. 8 (Bíblia Shedd).

A palavra hebraica aqui traduzida por “proverá” significa “ver” ou “prover” (usada nos vs. 4.8, 13-14). O nome que Abraão dá ao lugar demonstra que ele percebe a revelação do propósito salvífico de Deus (Bíblia de Genebra).

16 Jurei, por mim mesmo. Deus reforça a certeza da Sua promessa infalível deste juramento (15.8-21; 22.17; Hb 6.13-18). Enquanto os seres humanos pecadores e falíveis juram por uma autoridade maior do que eles mesmos, Deus, o Ser e Autoridade Supremos, jura por si mesmo (Hb 6.13) (Bíblia de Genebra).

não me negaste o teu único filho. A ação de Abraão aponta para a provisão de Deus de “seu único filho” como o sacrifício final pelo pecado (Jo 3.16; Rm 8.32) (Bíblia de Genebra).

17 descendência como as estrelas… a areia. Tão somente neste (sic) século XX é que a correlação exata existente entre o número de estrelas e grãos de areia se tem tornado conhecida. Enquanto se sabe que, somente cerca de trezentas estrelas são visíveis a olho nu, a invenção de telescópios capazes de atingir a mais de um bilhão de anos-luz através do espaço, tem permitido a certo cientista de renome, afirmar que o número total de estrelas equivale ao número de grãos de areia existentes em todas as praias do globo. Entretanto, não é pelo número dos descendentes de Abraão que o mundo haveria de ser bendito (8), mas sim, mediante o descendente único, isto é, Cristo (cf Gl 3.16) (Bíblia Shedd).

Possuirá a cidade de seus inimigos. Isso é provavelmente uma predição de que seus descendentes seriam vitoriosos sobre os inimigos na futura conquista de Canaã. Pode incluir também o triunfo da verdade sobre os sistemas religiosos pagãos, isto é, a conversão dos pagãos através do esforço dos pagãos missionários dos filhos espirituais de Abraão. CBASD, vol. 1, p. 359.

20-24 Uma breve nota genealógica prepara o caminho para o cap. 24 e à importante questão de encontrar uma esposa adequada ao filho prometido (e redimido) (Andrews Study Bible).

Esta seção final do relato de Tera fornece a transição da liderança patriarcal de Abraão para Isaque (2.4). Ela narra a morte de Sara (cap. 23), o casamento de Isaque com Rebeca (cap. 24), a exclusão de outros filhos de Abraão, deixando Isaque como único herdeiro, (25.1-6) e a morte de Abraão (25.7-11) (Bíblia de Genebra).

23 Betuel gerou a Rebeca. Nada se sabe dos outros filhos de Naor; somente sobre Betuel, o filho mais novo. Betuel é importante por ser o pai de Labão e Rebeca (ver Gn 24:15, 24, 47, 50; 25:20; 28:2, 5). O nome Betuel, literalmente “habitação de Deus”, pode indicar que ele era um homem piedoso. A omissão do nome de Labão nesta lista sugere que ele ainda não era nascido. CBASD, vol. 1, p. 360.



Gênesis 22 – Rosana Barros by Ivan Barros
8 de maio de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

“E pôs Abraão por nome àquele lugar — O Senhor Proverá. Daí dizer-se até ao dia de hoje: No monte do Senhor se proverá” (v.14).

Eu não sei qual a relação entre Deus e os montes e montanhas, mas certamente esses lugares foram os mais significativos em termos de encontro entre Deus e o homem. Não seria diferente frente ao pedido divino mais difícil já feito a um mortal: “Toma teu filho, teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá; oferece-o ali em holocausto, sobre um dos montes, que Eu te mostrarei” (v.2). Abraão conhecia a voz de Deus. Ele soube imediatamente que não se tratava de um engano, mas de uma ordem que precisava ser cumprida, ainda que não a compreendesse.

Abraão se levantou de madrugada e preparou tudo o que era necessário para seguir na viagem mais difícil de sua vida. Ele teve a sua fé provada ao extremo. Como Deus lhe pedia a vida daquele por meio de quem havia prometido lhe dar uma descendência maior do que as estrelas do céu? Era um mistério que, na verdade, enchia a mente de Abraão de expectativa, “porque considerou que Deus era poderoso até para [ressuscitar Isaque] dentre os mortos” (Hb.11:19). Tamanha era a sua fé em Deus e o relacionamento de firme confiança que havia estabelecido com Ele.

As experiências diárias são as oportunidades divinas para nos conectar a Deus e para nEle permanecermos. Quando abrimos o nosso coração à obra diária do Espírito Santo, nossa vida se torna um reflexo do caráter divino. Essa, porém, é a obra de toda uma vida. Não se trata primariamente do que fazemos, mas do que permitimos que o Espírito realize em nós. Então, aprendemos a reconhecer a Sua voz; e fazer a vontade de Deus, não se torna simplesmente uma obrigação, mas o resultado inevitável de quem não consegue agir de forma diferente. A verdadeira obediência é gerada pelo verdadeiro amor, amor de quem confia em Deus e em Seus propósitos.

O relato de hoje nos confirma tudo isso. Porque Abraão, pela fé, “estava mesmo para sacrificar o seu unigênito” (Hb.11:17). A Bíblia diz que Abraão e Isaque “caminhavam ambos juntos” (v.6) e “seguiam ambos juntos” (v.8). E isso dentro do contexto de que a lenha do holocausto foi posta sobre Isaque, enquanto Abraão “levava nas mãos o fogo e o cutelo” (v.6). Sabemos que este é um tipo que aponta para o antítipo. Pois um dia o Pai Celestial acompanhou Seu Unigênito ao monte do Calvário. Cristo carregava o madeiro de Seu sacrifício e o Pai tinha o poder de consumá-lo ou não. Mas ao contrário do que aconteceu em Moriá, o Filho de Deus foi morto. Deus sofreu a dor da qual poupou Abraão de sofrer. E Cristo pagou o preço do qual poupou a todos nós de pagar.

Amados, Deus nos chama a subir com Ele no monte da comunhão diária até que estejamos prontos para testemunhar ao mundo uma fé inabalável. Pois “os que confiam no Senhor são como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre” (Sl.125:1). Cada vez que estudamos a Palavra de Deus, em oração, relendo histórias que para nós podem já ser tão familiares, mas com a confiança de que o Senhor sempre tem algo novo a nos ensinar, o Espírito Santo ilumina o nosso entendimento e nos eleva para um encontro pessoal com o Senhor.

Meus comentários não podem jamais substituir o seu estudo particular da Bíblia. Busque por você mesmo o conhecimento das Escrituras e, só então, se necessário, vá a outras fontes. Que o Espírito do Senhor te ilumine em sua jornada e te faça subir ao monte da comunhão a cada dia, para de lá descer a fim de ser uma bênção para o mundo.

Nosso Pai celestial, todos os dias Jesus subia ao monte da comunhão e descia preparado ao vale da missão. Desejamos ser como Cristo, Pai! Ajuda-nos a perseverarmos na comunhão diária, tendo a nossa mente iluminada pelo Teu Espírito e nossa fé alicerçada sobre o sólido fundamento da Tua Palavra. E que possamos reconhecer a Tua voz e obedecê-la sempre! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, guiados pelo Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#Gênesis22 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100