Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: GÊNESIS 37 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/37
O que aprendi com esta parte da história de José sobre a traição de seus irmãos é que Deus tem planos para cada um de nós. Tudo o que nos acontece, seja bom ou ruim, Deus pode transformar em bênçãos para a nossa vida. À medida que avançamos na história de José, a partir de Gênesis 38, vemos como Deus planejou tudo para tornar-se benéfico lá na frente.
Você e eu também enfrentamos provações, tentações e dificuldades, mas não nos esqueçamos de que, se entregarmos nossas vidas a Deus, Ele dirigirá nosso caminho e cuidará de nós. Ele certamente fez isso por mim. Portanto, sejamos fiéis até obtermos a recompensa. Deus nunca nos colocará em uma situação que não possamos enfrentar com a Sua força. Somos abençoados por termos Deus ao nosso lado, o qual pode inverter o jogo e transformar o que é ruim em algo bom! Amém!
Alex Vanlalthlanga
Refugiado da luta étnica de Mianmar que descobriu que o adventismo é verdadeiro enquanto estudava no Instituto de Treinamento da Ásia Oriental, Malásia.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/37
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara
Filed under: Sem categoria
1287 palavras
1-28 A história de José, que livrou sua família e todo o Egito da fome e da morte, prefigura a vinda do Messias, que tem o poder de nos salvar da condenação eterna quer sejamos judeus, quer gentios. José era muitíssimo favorecido pelo seu pai (v. 3). Israel mandou José aos campos para encontrar seus irmãos e os encontrou (vs. 13,14). Mas quando os irmãos de José o viram chegar, conspiraram para matá-lo (vs. 18-20). Eles tiraram sua túnica (v. 23) e, por fim, o venderam como escravo por 20 moedas de prata (v. 28). Jesus foi também favorecido por Seu Pai celestial (Mat 3.17 e Mc 1.11), que enviou Jesus ao mundo para buscar a nós, seus irmãos e irmãs ( ver Rm 8.17; Gl 4.7; Mt 12.50; 25.40). No entanto, quando Jesus “veio para o que era Seu,[…] os Seus não O receberam” (Jo 1.11). Aqueles que pertenciam à mesma linhagem de Jesus (Mt 1.1-17) exigiram que Ele fosse crucificado (Jo 19.6,15). Jesus foi despido e surrado (Mt 27.26,28). E em troca de moedas de prata, ele foi traído por seu próprio discípulo (Mt 26.15; 27.9) (Bíblia NVI Evangelismo em Ação).
O restante de Gênesis é dedicado à história de José e liderança de Deus (Andrews Study Bible).
1 Habitou. Enquanto Abraão e Isaque somente jornadearam em Canaã (12:10; 20:1; 26:3), Jacó se estabeleceu (Andrews Study Bible).
2 história. Heb. toledoth. Esta palavra hebraica, às vezes traduzida como “as gerações de” ou “a genealogia de”, introduz os principais acontecimentos da narrativa de Gênesis (5.1; 6.9; 10.1; 11.10,27; 25.12,19; 36.1,9; 37.2) (Bíblia de Genebra).
más notícias. José era o mais novo e, pelo costume, era o que tinha menos direitos na família. Ele age como um fofoqueiro. O termo é usado em outras passagens para indicar falsos relatórios (Num. 13:32; 14:36-37), apesar de que, conhecendo o passado dos filhos de Jacó, estas notícias podem ter sido verdadeiras (Andrews Study Bible).
Transparece aqui que Dã e Naftali, Gade e Aser se fizeram mui notórios pelo péssimo comportamento que tiveram por causa do quase inerradicável paganismo das duas mães, Bila e Zilpa. A influência materna ficou bem evidente no caráter dos filhos (Bíblia Shedd).
3 Jacó ama a José mais do que a qualquer outro filho, portanto, plantando a semente da inveja e rancor. Jacó dá a José uma roupa especial. O hebraico não é claramente entendido. As versões grega e latina traduzem a frase como “túnica de muitas cores”. Roupas desempenham importante papel na história de José (vs. 3, 23; 39:12; 41:14) (Andrews Study Bible).
Tudo indica que Jacó estivesse planejando deixar José como sucessor. Como prova dessa sua intenção, distinguira-o dando-lhe a túnica principesca, ou de cores variadas (Bíblia Shedd).
Um sinal da posição de José como filho preferido (cf. 2Sm 13.18) e um sinal irritante aos irmãos de José do seu favoritismo (Bíblia de Genebra).
É um erro dos pais mostrarem predileção por certos filhos; mas não nos surpreende essa parcialidade de Jacó para com o rapaz que lhe recordava tão vividamente a amada Raquel. […] O casaco de muitas cores era uma túnica longa de delicada tessitura, com mangas, e própria para jovens príncipes ou nobres, que não eram designados para o trabalho subalterno do campo ou da casa (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
4 e já não lhe podiam falar pacificamente. Ou “não podiam saudá-lo com a paz”. A saudação era um elemento crucial nas boas maneiras de comportamento antigo (cf 1Sm 25.6). Tal falha em não estender a saudação ao irmão indicava um alto grau de animosidade (Bíblia de Genebra).
5 Os sonhos do rapaz são notórios e proféticos. No caso de José teria sido mais sábio que o rapaz tivesse conservado seus segredos trancados em seu próprio coração, embora a revelação deles fosse um tributo à sua simplicidade e inocência confiantes. A sugestão da grandeza futura suscitou uma inveja terrível por parte de seus irmãos, mas as mãos do Todo-Poderoso o sustentaram (49.23,24) (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
7-11 Primeira introdução ao sonhador. Ele não somente é favorecido pelo seu pai, mas também por Deus. Note a clara implicação do sonho para a hierarquia da família, que foi entendida pelos irmãos de José. Jacó guarda o assunto em sua mente (Lucas 2:19, 51) (Andrews Study Bible).
8 Reinarás. A questão retórica foi posteriormente respondida quando José veio a governar “sobre toda a terra do Egito” (41.43) e, então, sobre a família da aliança vivendo no Egito. A posição de José como cabeça da família da aliança foi confirmada quando ele recebeu o “direito de primogenitura” de seu pai Jacó (1Cr 5.2; cf Dt 33.16) (Bíblia de Genebra).
10 mãe. Provavelmente uma referência à madrasta de José, Lia, porque sua mãe, Raquel, já havia morrido no parto de Benjamim (35.16-20) (Bíblia de Genebra).
11 considerava o caso consigo mesmo. Esta declaração talvez antecipe a decisão posterior de Jacó de dar a José o direito de primogenitura e porção dobrada (v. 8; 48.5-6) (Bíblia de Genebra).
12-22 A idílica cena pastoral é manchada por um plano maldoso para se livrarem de José. Como primogênito, Ruben procura salvar o irmão. Contudo, após seu incesto com Bila (35:22), ele perdeu autoridade (Andrews Study Bible).
14 De Hebrom a Siquém a distância seria pouco mais que 100 km. A solicitude de Jacó por saber como estariam os filhos certamente se relacionava com o que havia acontecido em Siquém (cf 34.25-30). A mesma razão teria determinado a retirada dos jovens pastores para Dotã (Bíblia Shedd).
15 andava errante pelo campo. Por causa deste atraso ordenado por Deus, os ismaelitas chegaram bem a tempo (vs. 21-28) (Bíblia de Genebra).
Não foi o acaso, mas a providência, que encaminhou esses midianitas ao poço naquela hora. Naturalmente, eles tinham fixado a hora da partida de sua terra natal […] sem levar em conta quaisquer outras considerações, que não seu próprio interesse e conveniência. Todavia, sem que o soubessem, estavam viajando segundo uma programação divina. […] Podemos estar num poço de negra infelicidade, mas Deus sabe que estamos ali e cronometra os momentos. Continuemos a confiar e não tenhamos medo! Bem-aventurados os que creem; para eles haverá precisa providência. Uma caravana já partiu há meses e chegará aqui na hora exata em que a presença dela será mais proveitosa e necessária (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
20 A mentira teria, forçosamente, de seguir-se ao assassínio planejado. É extremamente raro conseguir-se que um pecado ocorra isolado, relativamente a outros pecados (Bíblia Shedd).
23-28 José é despido de sua roupa e jogado em um poço seco, provavelmente uma cisterna vazia (Andrews Study Bible).
25-27 sentando-se para comer pão … viram que uma caravana de ismaelitas vinha de Gileade … Vinde, vendamo-lo aos ismaelitas. Os irmãos, mais tarde, reconhecem o seu comportamento impiedoso (veja 42.21) (Bíblia de Genebra).
27 Ismaelitas. Nesta seção, o autor usa dois termos para os mercadores. Ismaelitas e midianitas são ou tribos aparentadas ou diferentes clãs da mesma tribo (Jz. 8:24). Dotã se situa próximo às principais rotas que atravessam Canaã a caminho do Egito (Andrews Study Bible).
Os Ismaelitas e os midianitas (36) eram descendentes de Abraão. A aparência de ambas as tribos e suas características eram tão comuns que uma dada caravana poderia receber tanto um nome como outro (Bíblia Shedd).
28 vinte siclos. Aproximadamente 0,2 kg (8 onças). O Código Babilônico de Hamurabi também atesta este preço para um escravo (veja também Lev. 27:5) (Andrews Study Bible).
Os vinte ciclos de prata corresponderiam próximo ao salário que então se pagava por dois anos e meio de trabalho. (Bíblia Shedd).
31-33 Observe a ironia desses versos. Tendo enganado a seu pai Isaque com pele de cabritos (27.9) e com a roupa de Esaú, (27.27), Jacó é agora enganado com o sangue de cabritos sobre a roupa de seu filho (Bíblia de Genebra).
35 sepultura. Hebraico: Sheol. Essa palavra também pode ser traduzida por profundezas, pó ou morte (Bíblia NVI).
36 O favorito de seu pai se torna um escravo. Potifar. Um alto oficial da corte de Faraó. O nome significa “aquele a quem Ra [o deus sol] deu”. Esta forma de nome é confirmada em fontes extrabíblicas da época de Moisés (Andrews Study Bible).
Filed under: Sem categoria
“Teve José um sonho e o relatou a seus irmãos; por isso, o odiaram ainda mais” (v.5).
Enquanto a história da família de Esaú se resumiu ao capítulo de ontem, a partir do capítulo de hoje até o final do livro de Gênesis estudaremos a história da família de Jacó, a começar pelo drama vivido por José e seus irmãos. “Israel amava mais a José que a todos os seus filhos” (v.3) e o presente especial que lhe deu, unido aos sonhos de José, fizeram com que este fosse odiado ainda mais por seus irmãos. Com apenas dezessete anos, ou José era muito ingênuo ou havia desenvolvido um certo orgulho devido à preferência de seu pai e aos sonhos que ele percebia serem da parte de Deus. Além do mais, ele observava seus irmãos e levava “más notícias deles a seu pai” (v.2). Ou seja, numa linguagem atual, José seria considerado como um “dedo-duro”.
Com isso, o coração de seus irmãos se encheu de um ódio homicida que aguardava apenas uma oportunidade para agir. Ao avistarem José de longe, “conspiraram contra ele para o matar” (v.18). “Mas Rúben […] livrou-o das mãos deles” (v.21) e propôs lançá-lo em uma cisterna seca, “para o livrar deles, a fim de o restituir ao pai” (v.22). Seu plano, porém, foi frustrado. É certo que eles não mataram a José, mas o fato é que, tendo-o vendido como escravo, teriam de levar ao pai a falsa notícia da morte de seu filho amado e talvez ter que conviver o resto da vida com essa mentira. Acredito que a reação de Jacó e seu luto sem consolo foi um golpe para aqueles homens, que experimentariam por muitos anos o terrível peso da culpa.
Os sonhos de José foram predições divinas do que aconteceria um dia. Certamente, ele foi agraciado por Deus e Deus tinha planos especiais para ele. Não que José fosse melhor do que seus irmãos, amados, mas porque o Senhor sabia que ele iria corresponder ao chamado divino. É fácil julgarmos José como um adolescente mimado pelo pai e que parecia apreciar a reação dos irmãos ao lhes contar seus sonhos. A Bíblia diz que os irmãos “já não lhe podiam falar pacificamente” (v.4). Então, porque José insistia em lhes contar os sonhos que tinha? Não sabemos. Talvez tivesse que acontecer o que aconteceu ou, infelizmente, ele teve que experimentar o cumprimento de seus sonhos da maneira mais difícil por falta de sabedoria e maturidade.
Percebam que a disputa entre irmãos é uma questão antiga. Caim e Abel. Esaú e Jacó. José e seus irmãos. E assim o será até ao final dos tempos. Todos nós somos irmãos em Cristo, unidos pelos laços da cruz. E necessitamos da sabedoria do alto a fim de lidarmos uns com os outros. Nem todas as nossas experiências com Deus são para testemunho público. Precisamos pedir ao Senhor que nos ajude a discernir o que é para ser compartilhado e o que não o é, ou com quem devemos compartilhar e quando compartilhar. Nessa era da Internet, a tendência de seguir a “manada” tem atingido inclusive o povo de Deus, e muitos transformaram a vida em um livro aberto da vida real ou da vida fantasiosa que, uma hora, acaba revelando sua verdadeira face.
Sinto muito, meus irmãos, mas isso não é ser uma testemunha de Jesus. Como José, podemos até errar no percurso de nossa trajetória cristã, mas, se insistirmos em ser apenas espectadores da vida alheia, acabaremos como os irmãos dele, invejosos, com tendências homicidas e mentirosos. É uma mensagem dura, porém necessária para nós que vivemos em um tempo tão solene, às vésperas da volta de Jesus. O que temos contemplado? O que temos ouvido? Se você tem sido consumido por maus sentimentos, a Palavra do Senhor tem um conselho infalível para você: “Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da Terra” (Cl.3:2). E para que isso aconteça, precisamos “instagramear” menos e folhear mais. Se a rede social é mais aberta do que a Bíblia, você pode estar lançando algum “irmão” no poço da despeita enquanto finge que a culpa não é sua.
Não seja assim conosco, meus irmãos! O que vou propor agora é desafiador, mas não é impossível. Que tal experimentar dez dias sem redes sociais? Se você depende delas em seu trabalho, tudo bem. Mas experimente não acessá-las como passatempo. Ande com uma Bíblia de bolso, e todas as vezes que se sentir tentado, ore e peça ao Espírito Santo para falar com você através das Escrituras. Troque a tela da televisão, do celular, do computador, pela simplicidade das Páginas Sagradas. Eu garanto que você não vai se arrepender. E essa garantia não é assinada por mim, mas pela fidelidade de Deus, que prometeu: “Buscar-Me-eis e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração” (Jr.29:13).
Pai de amor e de bondade, nós Te damos graças porque os ensinamentos da Tua Palavra são sempre atuais e nos ajudam a discernir os perigos deste século! E desde já Te pedimos que nos ajude e nos conceda o Espírito Santo para que esses dez dias sejam apenas o começo de uma abençoada caminhada Contigo. Sabemos que esse tipo de decisão provoca a ira do inimigo. Portanto, Te pedimos força, fé e resiliência para perseverarmos confiando em Ti, não importa o que aconteça. Nós Te amamos, Senhor e queremos amá-Lo cada dia mais! Ajuda-nos a Te encontrar e Te conhecer por meio da Tua Palavra! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, fortes no Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis37 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
GÊNESIS 37 – Parece que Moisés esteve nos preparando para a maior história do Gênesis. Antes de avançar, observe esta nota de Ellen White ajudando-nos a lembrar do contexto de José:
“Jacó tinha pecado, e havia sofrido profundamente. Muitos anos de labuta, cuidados e tristeza ele os havia tido desde o dia em que seu grande pecado fê-lo fugir das tendas de seu pai. Como fugitivo sem lar, separado de sua mãe, a quem nunca mais viu, trabalhando sete anos por aquela que amava, apenas para ser vilmente enganado; labutando vinte anos ao serviço de um parente ávido e ganancioso, vendo sua riqueza aumentar, e seus filhos crescerem em redor de si, mas encontrando pouca alegria na casa contenciosa e dividida; angustiado pela desonra de sua filha, pela vingança dos irmãos da mesma, pela morte de Raquel, pelo crime desnatural de Rúben, pelo pecado de Judá, pelo engano e malícia cruéis praticados para com José – quão longo e tenebroso é o catálogo de males que se estende à vista! Reiteradas vezes colheu ele o fruto daquela primeira ação errada. Em frequentes ocasiões viu repetir-se entre seus filhos os pecados de que ele próprio fora culpado. Mas, amarga como fora a disciplina, cumprira ela a sua obra. O castigo, se bem que atroz, produzira ‘um fruto pacífico de justiça’” (PP, 237-238).
O lar de José era disfuncional. Seus irmãos eram caracterizados pelo ódio, raiva, inveja, falsidade e assassinato. Além de José ser o filho da esposa preferida de Jacó, José era o preferido também por ser diferente de seus irmãos. Isso… e, mais dois sonhos que projetavam José a líder da família, faziam seus irmãos ferverem de raiva mortífera.
Jacó, encanecido, agiu despreocupadamente, enviando seu filho preferido a buscar informações do trabalho dos outros filhos – promovendo mais ódio nos irmãos que não ganharam nenhuma túnica colorida igual a de José.
Vendido aos ismaelitas, e tido como morto pelo pai… Tudo parecia indicar o fim de José!
Indubitavelmente, pequenos erros acarretam grandes problemas; contudo, por mais problemática que seja sua família, não é motivo para acomodar-se numa vida fracassada. Ainda que tudo conspirasse contra José, o fato dele estar do lado de Deus, o fracasso não era seu destino. Esse mesmo Deus está à nossa disposição! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.