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“No princípio, criou Deus os céus e a terra” (v.1).
Há apenas alguns anos, este versículo tornou-se para mim um dos textos sagrados mais significativos. E eu vou explicar o porquê voltando no tempo até o ano de 1993, quando ganhei do meu pai a minha primeira Bíblia. Ao abri-la, me deparei com o texto de João 1:1, que diz: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”.
Não sei explicar, mas com apenas dez anos de idade eu senti o meu coração arder e o desejo muito forte de entender o que estava lendo. Os anos se passaram, continuei estudando, conheci a verdade, me batizei, e somente há três anos, enquanto estudava a Bíblia em casa, que percebi o Espírito Santo fazendo conexões do primeiro versículo do evangelho de João com Apocalipse 3:14, que diz que Jesus é “o Princípio da criação de Deus”, e com Gênesis 1:1. Então, cheguei à conclusão de que o primeiro versículo da Bíblia poderia ser lido da seguinte maneira:
“[Em Cristo], criou Deus os céus e a terra”.
Fiquei emocionada com o que percebi, mas fiquei calada, pois não sabia se de fato era algo que pudesse compartilhar. Até que, na mesma semana, assistindo a um sermão do dr. Rodrigo Silva, ele explicou que, segundo o texto massorético (texto hebraico tradicional) a expressão “No princípio” também pode ser lida como “No Primeiro” ou “No Primogênito”. Eu pergunto: Quem é o Primeiro e quem é o Primogênito? Só há uma resposta, amados: Jesus Cristo.
Já nos primeiros versículos da Bíblia encontramos as três pessoas da Trindade unidas num só propósito: executar o plano da criação (v.1-2). Uma leitura rápida e superficial pode até nos oferecer algumas informações, mas somente o estudante dedicado e sincero, disposto a aprender com humildade, pode descobrir os tesouros da sabedoria de Deus.
O plano original do Criador era que desfrutássemos de uma natureza perfeitamente harmônica (v.9-24), de uma alimentação totalmente saudável (v.29) e de uma íntima comunhão com Ele e uns com os outros (v.26-28). Fomos feitos à imagem e semelhança de Deus e o que Ele criou para que fosse “muito bom” (v.31), Ele deseja recriar para a eternidade. Imagem em hebraico é a palavra “tselem”, que significa aparência física. E semelhança é a palavra “demut”, que significa caráter. Você percebe? O desejo do Senhor é de nos recriar por inteiro. A pergunta é: Você aceita esta obra recriadora? O meu desejo e a minha oração é que você permita que o Verbo, o Princípio da criação de Deus, opere esse milagre em sua vida.
Nosso Criador, o Senhor tem o poder de nos recriar se assim permitirmos. Envia-nos Teu Espírito nos convencendo da nossa grande necessidade de mudança. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos! E até amanhã, pela graça e misericórdia de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis1 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 1 – Começamos o estudo do primeiro livro da Torá e da Bíblia cristã. É o primeiro dos 66 livros inspirados por Deus, o qual possui 50 capítulos e 1534 versículos. Representando 6,85% do Antigo Testamento, Gênesis é o quarto maior livro da Bíblia – perdendo apenas para Salmos, Jeremias e Isaías.
Moisés escreveu Gênesis após ter escrito o livro de Jó. Depois de sair do Egito com 40 anos, foi ao deserto de Midiã pastorear as ovelhas de Jetro; ali teve tempo suficiente para meditar, refletir e então, inspirado pelo Espírito Santo, escrever seu primeiro livro: Jó.
Numa época em que a escrita ainda era embrionária e poucos sabiam ler e escrever, Deus permitiu que Moisés recebesse a melhor formação educacional da época, conhecer bem as letras e a literatura para então fazer dele o primeiro escritor bíblico.
Isso mostra que Deus usa pessoas intelectuais. Ele anseia que Seus servos estudem; que se preparem ao máximo para alcançar altos patamares do conhecimento, tornando-se mais bem preparados para atuarem em Sua causa. Paulo, que escreveu mais da metade do Novo Testamento, é outro exemplo de como Deus precisa das pessoas cultas, Ele aprecia indivíduos consagrados ao estudo. Nestes últimos dias precisamos de mais pessoas como Moisés e Paulo na obra de Deus!
O propósito divino com Gênesis visava mostrar ao povo humilhado na escravidão egípcia suas reais origens. Partindo do geral para o particular, Moisés falou da gênese (origem) do Céu e da Terra, chegando ao ápice da revelação: Os filhos de Abraão no Egito.
De certa forma, todos estamos no Egito espiritual, sofrendo diversas formas de humilhação, carecendo de libertação. Deste modo, o ponto de partida do cristianismo não é Mateus 1:1, é Gênesis 1:1. Pois, o que se acredita sobre a origem do Universo determina nossas crenças sobre estilo de vida e nosso destino. Sem compreender Gênesis 1 não é possível entender Mateus 1 corretamente. Não há como assimilar o Salvador sem entender que Jesus é também o nosso Criador.
O primeiro capítulo mostra um Deus organizado, evidente em cada dia da criação. Em síntese, mostra que o ser humano não veio do acaso, sem planejamento. Você tem valor para Deus. Você é importante para Deus. Ele criou o ser humano à Sua imagem e semelhança! – Heber Toth Armí.
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2860 palavras
1 Este versículo é a base teológica de Gênesis e, por extensão, das Escrituras. Deus (em contraste com o ateísmo) criou sozinho (em contraste com o politeísmo) e exerce domínio sobre a criação (em contraste com o panteísmo). Os leitores são lembrados que a matéria teve um início (em oposição ao materialismo) e que a realidade suprema é Deus (não a humanidade). Bíblia de Estudo Andrews.
No princípio. O título hebraico do livro provém de suas primeiras palavras (bereshith – “no princípio”). Por todo o livro, nota-se que o propósito do livro é tratar de “princípios”. Nenhuma razão existe para que se estabeleça uma data para a criação do mundo ou do universo com base neste versículo. Bíblia Shedd.
Estas palavras lembram o fato de que tudo que é humano tem um princípio. Somente Aquele que está entronizado como Senhor soberano do tempo não tem princípio nem fim. … Nada se sabe sobre o método da criação além da concisa declaração de Moisés: “Disse Deus”e “assim se fez”, que é a misteriosa e majestosa nota dominante no hino da criação. Estabelecer como a base de raciocínio que Deus deve ter feito desta ou daquela forma ao criar o mundo, pois do contrário as leis da natureza teriam sido violadas, é escurecer os desígnios de Deus com palavras sem conhecimento. Além disso, essa atitude abre espaço para o ceticismo que sempre insiste no fato do registro mosaico não ter credibilidade porque supostamente viola as leis da natureza Por que colocar a sabedoria humana acima do que está escrito? … Quando o vasto campo da especulação propicia vaguear por áreas desconhecidas de tempo e espaço, o melhor a fazer é enfrentar a situação com a simples resposta; “Está escrito”. Sempre há segurança dentro dos limites protetores das aspas de uma citação da Escritura. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 187, 188.
No princípio Deus. A Bíblia sempre torna por certo e jamais discute a existência de Deus. embora todas as coisas tenham tido um começo, Deus sempre existiu. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Criou Deus. O verbo “criar” vem do hebraico ‘bara, que na forma aqui usada descreve uma atividade de Deus, nunca do ser humano. … As primeiríssimas palavras da Bíblia apontam para o fato de que a criação traz a marca da atividade do próprio Deus. CBASD, vol. 1, p. 188.
os céus e a terra. Esta expressão tem sido compreendida como uma referência ao universo inteiro. Todavia, por causa do foco no relato da criação na Terra, ela também pode designar a Terra e o céu atmosférico que a cerca. Ambos os pontos de vista são possíveis. Bíblia de Estudo Andrews.
2 Sem forma e vazia. Mais precisamente, “desolada e vazia”, tohu wabohu. CBASD, vol. 1, p. 189.
Havia trevas sobre a face do abismo. A palavra “abismo” [tehom], proveniente de uma raiz que significa “rugir”e “bramir”, é frequentemente aplicada às águas que rugem, às ondas que bramam, ou à inundação, e, portanto, às profundezas do mar (Sl 42:7; Êx 15:5; Dt 8”7; Jó 28:14; 38:16). … O relato bíblico mostra que originalmente não havia luz na terra e que a matéria na superfície estava em estado fluido, porque nesse verso a frase “a face do abismo”está em paralelo com “as águas”, ou “a face das águas”. CBASD, vol. 1, p. 189.
O Espírito de Deus pairava. “Espírito”, ruah. Em harmonia com o uso bíblico, o Espírito de Deus é o Espírito Santo, a terceira pessoa da Divindade. Desse ponto em diante, ao longo de toda a Escritura, o Espírito de Deus tem o papel de agente divino em todos os atos criadores, quer na Terra, na natureza, na igreja, na nova vida ou no novo homem. … A obra do Espírito de Deus deve ter alguma ligação com a atividade que estava para se iniciar: criar ordem a partir o caos. O Espírito de Deus já estava presente, pronto para agir logo que a ordem fosse dada. Essa é precisamente a obra que o Espírito Santo tem feito. Esse agente divino sempre esteve presente para auxiliar na obra de criação e de redenção, para reprovar e fortalecer almas desobedientes, para confortar os tristes e para apresentar as orações do crente de forma aceitável a Deus. CBASD, vol. 1, p. 189.
3 Disse Deus. O relato de cada um dos seis dias da criação se inicia com essa declaração. … Alguns tem se ofendido com a frase “disse Deus”, por achar que ela torna Deus demasiado semelhante a um ser humano. Mas como o escritor inspirado poderia ter transmitido a mentes finitas o ato da criação realizado pelo Deus infinito, a não ser usando termos que o ser mortal pudesse compreender? CBASD, vol. 1, p. 190.
Haja luz. Sem luz não poderia haver vida, e quando o Criador começou a obra de produzir ordem a partir do caos e introduzir várias formas de vida vegetal e animal na Terra, era essencial que houvesse luz. A luz é uma forma visível de energia , que por sua ação sobre as plantas, transforma elementos e compostos inorgânicos em alimento para o ser humano e para os animais. … A luz é um símbolo da presença divina. Como a luz física é essencial à vida física, a luz divina é necessária para que os seres racionais tenham vida espiritual e moral. “Deus é luz” (1Jo 1:5); e, àqueles em cujo coração está em processo a obra que os recria à semelhança divina. Ele vem novamente hoje, ordenando que fujam das sombras do pecado, da incerteza e do desânimo, ao dizer: “Haja luz”. CBASD, vol. 1, p. 190.
4 E viu Deus. Esta expressão, repetida seis vezes (v. 10, 12, 18, 21, 25, 31), transmite em linguagem humana uma atividade de Deus – a avaliação de cada ato particular da criação como algo que cumpre totalmente o plano e a vontade do Criador. Como o ser humano que contempla e examina o produto de seus esforços e declara que cumpre seus planos e propósitos, Deus também declara, após cada ato criador, que o produto de Sua atuação está perfeitamente de acordo com Seu plano. CBASD, vol. 1, p. 190.
5. Houve tarde a manhã, o primeiro dia. Muitos eruditos têm interpretado essa expressão como um longo e indefinido período de tempo, crendo que algumas das atividades dos dias seguintes, como a criação das plantas e dos animais, não poderiam ter sido realizadas dentro de um dia literal. Ele pensam ter uma justificativa para essa interpretação nas palavras de Pedro: “para o Senhor, um dia é como mil anos” (2Pe 3:8). Que esse texto não pode ser usado para se averiguar a extensão dos dias da criação fica óbvio quando se lê o restante do verso: “e mil anos, como um dia”. O contexto das palavras de Pedro deixa claro que ele enfatiza a independência de Deus em relação ao tempo. O Criador pode fazer em um dia a obra de mil anos, e um período de mil anos, que é um longo tempo para os que esperam que os juízos de Deus se cumpram, pode ser considerado por Ele como apenas um dia. O Salmo 90:4 transmite a mesma ideia. A declaração literal: “Foi tarde [com as horas sucessivas da noite] e foi manhã [com as horas sucessivas do dia], dia um”, é claramente a descrição de um dia astronômico, isto é, um dia com a duração de 24 horas. … os hebreus, que nunca tiveram dúvidas quanto ao significado dessa expressão, começavam o dia com o pôr do sol e o terminavam com o pôr do sol do dia seguinte (Lev 23:32; Dt 16:6). Além disso, a linguagem do quarto mandamento não deixa dúvidas quanto ao fato de a tarde e a manhã do relato do relato da criação serem as etapas que compõem um dia na terra. O mandamento, reportando-se em palavras inequívocas à semana da criação, declara: “Porque em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou”(Êx 20:11). A tenacidade com que muitos comentaristas se apegam à ideia de que os dias da criação foram longos períodos de tempo, e mesmo milhares de anos, em grande parte encontra explicação no fato de que eles tentam fazer com que o relato da criação se harmonize com a teoria da evolução. Geólogos e biólogos têm ensinado as pessoas a crerem que a história primitiva da Terra abrange milhões de anos, nos quais as formações geológicas foram vagarosamente tomando forma e as espécies vivas, evoluindo. Ao longo de suas páginas, a Bíblia contradiz a teoria da evolução. A crença numa criação divina e instantânea como resultado de palavras pronunciadas por Deus se encontra em completa oposição à teoria defendida pela maioria dos cientistas modernos, de que o mundo, com tudo o que há nele, veio à existência por meio de um vagaroso processo de evolução que durou eras incalculáveis. Outra razão pela qual muitos comentaristas declaram que o dias da criação foram longos períodos de tempo é a rejeição do sábado. … As Escrituras falam claramente de sete dias de criação (Êx 20:11), e não de períodos de duração indefinida. Portanto, somos compelidos a declarar enfaticamente que o primeiro dia da criação, indicado pela expressão hebraica “foi tarde, foi manhã, dia um”, consistiu de um dia de 24 horas. CBASD, vol. 1, p. 190- 192.
6 Firmamento. As “águas sobre o firmamento”(v. 7) geralmente são consideradas pelos comentaristas como sendo vapor d’água. As condições da Terra originalmente perfeita eram diferentes das de hoje. CBASD, vol. 1, p. 192.
12 A terra, pois, produziu. A vegetação do terceiro dia brotou do solo. Isso não significa que o poder para produzir plantas vivas estava no solo. A ideia de geração espontânea é tão alheia às Escrituras como o é à ciência. CBASD, vol. 1, p. 192.
14 Haja luzeiros. A palavra “luzeiros”, me’oroth, não é a mesma que “luz”, ‘or, dos v. 3 e 4. Significa fontes de luz, portadores de luz, luminares. A expressão que os descreve como estando localizados no firmamento, ou na expansão dos céus, é usada porque é lá que os habitantes da Terra os veem. CBASD, vol. 1, p. 193.
Sejam eles para sinais. Isto é, marcarão o ano para o serviço de Deus (Lv 23.4) e o bem do homem. Falarão de Deus, e não de azar (Jr 10.2). É negada aqui toda a astrologia, antiga e moderna, sendo que os luzeiros governam somente como fornecedores de luz, não com poderes sobre a vida humana. Bíblia Shedd.
Alguns têm pensado, equivocadamente, que os corpos celestes têm também o propósito de determinar o destino individual das pessoas. Astrólogos têm recorrido ao v. 14 para justificar sua prática. Contudo, a Bíblia condena tão vigorosamente [ver Jr 10:2; Is 47:13, 14] qualquer forma de adivinhação e leitura da sorte, que deve ser enfaticamente rechaçada a ideia de que Deus designou o sol a lua e as estrelas para servirem de guia aos astrólogos na predição do destino e dos negócios humanos. CBASD, vol. 1, p. 193.
15 Para luzeiros. Não para introduzirem a luz pela primeira vez neste mundo, pois Deus ordenou a existência da luz no primeiro dia, mas a fim de servirem como instrumentos permanentes para a distribuição da luz neste planeta. CBASD, vol. 1, p. 194.
16 E fez também as estrelas. A palavra “fez” foi acrescentada. … As “estrelas”, embora já criadas anteriormente, são aqui mencionadas de passagem por Moisés, uma vez que ele está discutindo os luminares dos céus. CBASD, vol. 1, p. 194.
20 Seres viventes. O original desta frase, nefesh hayyah, faz uma clara distinção entre os animais e a vegetação criada dois dias antes. CBASD, vol. 1, p. 194.
21, 22 Criou … multiplicai-vos. O poder de Deus demonstrado na criação de toda criatura do nada (ex nihilo), continua em forma derivada na procriação autônoma de suas criaturas. A fertilidade não é divina, como muitas religiões dos tempos do AT entenderam, mas é uma graciosa extensão do poder de Deus a suas criaturas. Bíblia Shedd.
25 Segundo a sua espécie. Estas palavras inspiradas contradizem a teoria da evolução, a qual declara que as formas mais elevadas de vida se desenvolveram das inferiores, e sugere ainda ser possível produzir matéria viva a partir da terra inanimada. Ao passo que estudos científicos confirmam a declaração bíblica de que todos os organismos vivos são feitos da terra, pois não contém nenhum elemento além dos que a terra possui, os cientistas nunca conseguiram produzir, a partir da matéria inanimada, uma única célula capaz de viver e reproduzir sua espécie. CBASD, vol. 1, p. 196.
Deus viu que a sua obra era boa. Às vezes, as pessoas se sentem culpadas por se divertirem ou por se sentirem bem com uma realização. Isso não precisa ser assim. Assim como Deus se sentiu bem com a sua obra, nós podemos ficar satisfeitos com a nossa. No entanto, não deveríamos nos sentir bem com a nossa obra se Deus não estiver bem com ela. O que você está fazendo que agrada tanto a você quanto a Deus? Life Application Study Bible Kingsway.
26 Façamos o homem. A terceira pessoa do plural era quase unanimemente considerada pelos teólogos da igreja primitiva como um indicador das três pessoas da Divindade. … A palavra “homem”, no hebraico, é ‘adam, o próprio vocábulo que Deus empregou ao dar nome ao pai da raça humana (Gn 5:2). CBASD, vol. 1, p. 197.
À nossa imagem. “O homem deveria ter a imagem de Deus, tanto na aparência exterior como no caráter”(PP, 45). Essa imagem era especialmente evidente em termos de sua natureza espiritual. Ele se tornou uma “alma vivente”, ou seja, um ser vivo dotado de livre-arbítrio, uma personalidade autoconsciente. Essa natureza refletia a santidade divina do Criador até que o pecado empalideceu tal semelhança. É somente através de Cristo, o resplendor da glória de Deus e a “expressão exata do Seu ser”(Hb 1:3), que natureza humana é novamente transformada à imagem de Deus (Cl 3:10; Ef 4:24). CBASD, vol. 1, p. 197.
imagem […] semelhança. Os termos se referem a uma cópia ou representação próxima. Gn 1:26 é a declaração da intenção de Deus. ele criou o ser humano à sua imagem e depois ordenou que este tivesse domínio. A imagem parece ser necessária para a função; portanto, a imagem aponta para os dotes físicos, intelectuais, sociais e espirituais que seriam necessários para a humanidade cumprir o propósito de Deus para ela. Os seres humanos foram criados à imagem de Deus e refletem características divinas (como a moralidade e a capacidade de escolha), mas não são inerentemente divinos. Bíblia de Estudo Andrews.
Homem e mulher. Um novo elemento é introduzido na informação dada sobre a criação do homem ao se mencionar a diferença de sexos. As duas palavras, “homem”e “mulher”, são traduções de adjetivos hebraicos que indicam os dois sexos. CBASD, vol. 1, p. 198.
A sexualidade faz parte do plano divino e seria o veículo para a concretização da bênção expressa no v. 28. Além disso, nem homem nem mulher sozinhos correspondem à imagem de Deus, mas juntos formam a humanidade completa. Bíblia de Estudo Andrews.
Deus criou o homem e a mulher à sua imagem. Nem o homem nem a mulher são feitos mais à imagem de Deus do que o outro. Desde o princípio, a Bíblia coloca tanto o homem quanto a mulher no ápice da criação de Deus. Nenhum dos sexos é exaltado, nem menosprezado. Life Application Study Bible Kingsway.
Assim Deus criou o ser humano à sua imagem, à imagem de Deus os criou; homem e mulher os criou (Nova Almeida Atualizada). Essa “imagem” e essa dignidade se aplicam a ambos os sexos: “masculino” e “feminino”. Bíblia de Estudo NAA SBB.
28 E lhes disse. Este verso contém a primeira revelação de Deus ao homem. CBASD, vol. 1, p. 198.
29 Todas as ervas. Não era a vontade de Deus que o homem matasse animais para alimento, ou que os animais devessem ser predadores uns dos outros. Consequentemente, a destruição violenta e muitas vezes dolorosa da vida por parte do ser humano e dos animais é resultado da entrada do pecado no mundo. Foi somente após o dilúvio que Deus deu ao homem permissão para comer a carne de animais (ver Gn 9:3). … O fato de nenhum animal de qualquer tipo comer carne, no princípio, pode ser inferido dos anúncios proféticos de Isaías 11:6-9 e 65:25 sobre as condições da nova terra, onde a cessação do pecado e a completa transformação do mundo no reino de Deus serão acompanhadas pelo fim da matança de qualquer das criaturas de Deus. CBASD, vol. 1, p. 199.
29, 30 Eis que vos tenho dado todas as ervas […] para mantimento. Em contraste com os deuses da Mesopotâmia, que “exigiam” aos humanos que lhes dessem comida, Deus é apresentado como um provedor beneficente que cuida das necessidades alimentares de seres humanos e animais. Somente depois do dilúvio a carne passou a fazer parte da dieta humana (Gn 9:3) e, mesmo então, com restrições (Lv 11; Dt 14). Bíblia de Estudo Andrews.
31 E eis que era muito bom. A aplicação do termo “bom” a tudo o que Deus havia feito e a repetição da palavra acompanhada pela expressão enfática “muito”, no final da criação, sendo o ser humano sua coroa e glória, indica que nada imperfeito havia saído das mãos de Deus. Esta expressão de admiração exclui inteiramente a possibilidade de qualquer imperfeição na criação ter sido responsável pela fraqueza demonstrada por Adão e Eva diante da tentação. CBASD, vol. 1, p. 199.
Esta avaliação [“era muito bom”] não reflete apenas o sexto dia, mas “toda” a criação, inclusive a matéria. Portanto, a sugestão de que a matéria é má e o espírito é bom cria uma falsa dicotomia. Bíblia de Estudo Andrews.
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Que tal compartilharmos nossas experiências?
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Texto bíblico: APOCALIPSE 22 – Primeiro leia a Bíblia
APOCALIPSE 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
APOCALIPSE 22 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ap/22
Uma advertência urgente soa ao longo deste último capítulo da Bíblia – Jesus apela ao nosso coração três vezes (v. 7, 12, 20), nos dizendo que Ele está voltando logo – em breve! Adoremo-Lo de todo o coração, bebamos livremente da água da vida (v. 17) cheia de graça, e recebamos as bênçãos prometidas aos obedientes. Aceitemos as promessas proféticas do Apocalipse.
Jesus nos lembra de Sua autoridade como o Alfa e o Ômega (v. 13), significando que Ele é eterno e o que Ele diz é fiel e verdadeiro. Ele faz questão que entendamos a nossa relação de salvação com Ele e total dependência de Sua graça em nossas vidas. Enquanto aguardamos a “bem-aventurada esperança” Ele nos adverte a não mudarmos nada do conteúdo de Suas mensagens.
Na última página do livro “O Grande Conflito” é nos dito de forma majestosa: “O grande conflito terminou. Pecado e pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado. Uma única palpitação de harmonioso júbilo vibra por toda a vasta criação. DAquele que tudo criou emanam vida, luz a alegria por todos os domínios do espaço infinito. Desde o minúsculo átomo até ao maior dos mundos, todas as coisas, animadas a inanimadas, em sua serena beleza e perfeito gozo, declaram que Deus é amor.”
Ao lermos palavras tão sublimes somos levados a dizer: “Vem, Senhor Jesus!” (v. 20 ARA). Levantemo-nos, brilhemos e juntos proclamemos ao mundo que “Jesus está voltando!”
Ted N C Wilson
Presidente Mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia
Estados Unidos
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/rev/22
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara
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712 palavras
1 Rio. O anjo havia mostrado o exterior da cidade para João (Ap 21:10) e agora chama a atenção do apóstolo para algumas coisas em seu interior (comparar com a descrição do rio feita por Ezequiel, ver com.[CBASD] de Ez 47:1). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 995.
2 Doze frutos. Haverá abundância constante, suficiente para suprir todas as necessidades de vida dos salvos ao longo da eternidade (comparar com Ez 47:12). CBASD, vol. 7, p. 996.
trono […] do Cordeiro. Esta é a primeira vez que a expressão é usada no Apocalipse (ocorre de novo em 22:3). O novo status do Cordeiro fica claramente subentendido em 3:2. Bíblia de Estudo de Andrews.
4 contemplarão a Sua face. Expressão que denota um relacionamento íntimo com outra pessoa e confiança mútua (verSl 17:15; Mt 5:8; Hb 12:14; 1Jo 3:2; comparar com a experiência de Moisés, ver Êx 33:20-23). CBASD, vol. 7, p. 996.
Na sua fronte.Ou melhor, “sobre sua testa”. O nome divino na fronte é símbolo de propriedade e autenticação. A total consagração dos santos numa vida de adoração a Deus é destacada neste versículo (ver com. de Ap 7:3). CBASD, vol. 7, p. 996.
A melhor coisa a respeito da vida eterna é o relacionamento vivo com o Senhor Deus. Bíblia de Estudo de Andrews.
5 Reinarão. Comparar com Ap 5:10. Isto não significa que eles reinarão uns sobre os outros, nem sobre outros mundos. Em vez disso, é provável que se trate de uma figura representando a felicidade dos remidos. Eles não mais estarão sob o jugo opressor de algum poder que os persegue. Desfrutarão a liberdade e a fartura dos reis. CBASD, vol. 7, p. 996.
10 Não seles as palavras. Contrasta com Dn 8:26; 12:4,9. A maior parte do Apocalipse tinha relevância imediata para os leitores do primeiro século e suas profecias não deveriam ser seladas. Bíblia de Estudo de Andrews.
11 Continue o injusto. Não se deve interferir no livre-arbítrio dos seres humanos. É permitido às pessoas viver conforme suas escolhas, para que seu verdadeiro caráter se torne aparente. Cada indivíduo de todas as eras deixará claro a que classe pertence quando ocorrer a segunda vida de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 997.
12 retribuir […] obras (ver 20:13, 13; 2Co 5:10). Somos justificados pela fé, mas a evidência da fé são as obras que seguem a justificação (ver Tg 2:18-22). Bíblia de Estudo de Andrews.
13 Nesta passagem, Jesus recebe o mesmo título que o Pai em 1:8. Bíblia de Estudo de Andrews.
14 lavam as suas vestes [no sangue do Cordeiro] (ver 12:17; 14:12). A salvação motiva à obediência, que é recompensada na eternidade. Bíblia de Estudo de Andrews.
Direito. É privilégio e liberdade dos santos comer da árvore da vida e desfrutar a imortalidade com Jesus Cristo. CBASD, vol. 7, p. 996.
16 a Raiz […] de Davi. Jesus é tanto ancestral quanto descendente de Davi, o rei messiânico (ver Is 11:1-10). Bíblia de Estudo de Andrews.
17 Quem quiser. A oferta é universal. Ninguém é excluído da possibilidade de salvação. Cristo é a propiciação pelos pecados do mundo inteiro (1Jo 2:2). A falsa doutrina de que alguns são eleitos para a perdição é desmentida pela declaração do apóstolo (ver com. [CBASD] de Rm 8:29). CBASD, vol. 7, p. 999.
18, 19 Esta advertência, embora escrita com o Apocalipse em mente, é apropriada para toda a Bíblia. Bíblia de Estudo de Andrews.
18 A todo aquele. O relacionamento do ser humano com Deus e Sua mensagem é algo pessoal. É impossível aceitar a responsabilidade de outro nestas questões. CBASD, vol. 7, p. 999.
Acréscimo. Comparar com Dt 4:2; 12:32. Jesus autentica o livro do Apocalipse. Ele adverte contra mudanças deliberadas em sua mensagem. CBASD, vol. 7, p. 999.
Deus lhe acrescentará. Para ser justo, Deus não pode fazer nada além de retribuir a cada um conforme o que lhe é devido, em harmonia com suas obras. CBASD, vol. 7, p. 999.
21 graça. Embora o Apocalipse revele juízos e flagelos, o foco do livro é a salvação provida por Deus com ênfase na graça, do início (1:4) ao fim. Bíblia de Estudo de Andrews.
Este versículo é uma bênção, que saiu do profundo do coração do apóstolo e se estende a todos que leem as palavras de suas visões. É semelhante à bênção que Paulo usava para concluir suas epístolas (ver Rm 16:24; 1Co 16:23; 2Co 13:14, etc.). As palavras formam um clímax adequado para o cânon das Escrituras, localizadas no fim da antologia dos livros sagrados conforme a conhecemos. CBASD, vol. 7, p. 1000.
Todos. Evidências textuais (cf. p. xvi [CBASD]) favorecem a variante “todos os santos”. CBASD, vol. 7, p. 1000.
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“Eis que venho sem demora. Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro” (v.7).
“Da linda pátria estou mui longe, triste eu estou;
Eu tenho de Jesus saudade; quando será que vou?!
Passarinhos, belas flores, fazem-me almejar,
As maravilhas e esplendores do meu celeste lar!”
(“Saudade”, Hino 502, Novo Hinário Adventista).
Este louvor é a mais linda expressão do coração saudoso por chegar ao Lar. João viu “o rio da água da vida” (v.1). Ele viu “a árvore da vida, que produz doze frutos” (v.2). Viu “o trono de Deus e do Cordeiro” (v.3) e o brilho da glória de Deus (v.5). Foi-lhe revelado o maior privilégio que os salvos hão de ter: contemplar a face de Cristo e ter o Seu nome inscrito na fronte. Quando os salvos estiverem sob o governo de Deus “pelos séculos dos séculos” (v.5), serão sempre um símbolo da maravilhosa graça de Jesus. “Nunca mais haverá qualquer maldição” (v.3). “Estas palavras são fiéis e verdadeiras” (v.6).
O início da Bíblia apresenta o relato da criação do mundo, e o final, a sua recriação. Tudo o que foi manchado pelo pecado há de ser purificado com fogo e ganhar o mesmo tônus da perfeição edênica. João novamente caiu aos pés do anjo “para adorá-lo”, mas o anjo o repreendeu, dizendo: “Vê, não faças isso […] Adora a Deus” (v.9). Que diferença para o anjo rebelde que tanto deseja assumir o lugar do Altíssimo! Apocalipse apresenta o grande conflito entre a falsa e a verdadeira adoração e, ao contrário do que foi ordenado ao profeta Daniel (Dn.12:4), a João foi dito que não selasse “as palavras da profecia deste livro, porque o tempo está próximo” (v.10).
Amados, que privilégio o nosso de termos em mãos a santa Palavra de Deus! O Senhor nos deixou escrito tudo o que precisamos saber (Dt.29:29). E em Sua infinita sabedoria, usou a diversidade de seres humanos em diferentes épocas para nos dar o mesmo recado: “Por que os amo, Eu voltarei!” Toda a Bíblia aponta para o reencontro da criatura com o seu Criador. E assim como “no princípio, Deus criou” (Gn.1:1), no princípio da eternidade Ele recriará. Percebam que há uma mudança de personagens neste capítulo. Não mais um anjo, mas o próprio Senhor declara: “E eis que venho sem demora […] Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim” (v.12-13). A expressão “no princípio” revela muito mais do que o tempo da cronologia da Terra, mas nela está contido o fato de que fomos criados em Cristo, “o Princípio”, e nEle, “o Fim”, seremos recriados. E como no final da criação do mundo Deus deixou a Sua assinatura no sétimo dia (Gn.2:2-3; Êx.20:8-11), Jesus assinou as Suas palavras finais: “Eu, Jesus, enviei o Meu anjo para vos testificar estas coisas às igrejas” (v.16).
Há um princípio fundamental das Escrituras contido neste capítulo: ser humano algum tem autoridade para acrescentar ou retirar palavra alguma das Escrituras (v.18-19). Jesus também reforçou este princípio quando afirmou no sermão da montanha: “Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra” (Mt.5:18). Não foi sem razão que Jesus elegeu o discípulo do amor para transmitir Suas palavras finais ao Seu povo. Há um peso de amor eterno contido em Suas últimas palavras! Há um desejo ardente por cumprir Sua promessa! Quando Ele disse: “Certamente venho sem demora” (v.20), a resposta de João não foi impulsiva ou apenas uma concordância, mas o grito de um coração que não suportava mais viver longe do Seu Senhor e Salvador. João havia experimentado andar com Cristo, desfrutar de Sua sabedoria e do Seu amor transformador. Não havia nada que ele mais amasse e desejasse do que a vinda do Senhor em glória!
Jesus não vem buscar um povo que, apesar de professar a sua crença na volta de Jesus, esteja vivendo como se Ele fosse demorar. A estes, o Senhor declara: “Ai de vós que desejais o Dia do Senhor! Para que desejais vós o Dia do Senhor? É dia de trevas e não de luz” (Am.5:18). Jesus está vindo buscar um povo que, à semelhança de João, vive na Terra como peregrino, que diariamente lava “as suas vestiduras [no sangue do Cordeiro]” (v.14), “que guarda as palavras da profecia deste livro” (v.7) como um precioso tesouro; um povo que, salvo pela maravilhosa graça de Jesus, não somente O aguarda, mas sua vida é uma constante declaração ao mundo: “Vem, Senhor Jesus!” (v.20).
“Aquele que ouve, diga: Vem!” (v.17) e declare ao Senhor a sua saudade em forma de canção:
“Cristo me deu fiel promessa, vem me buscar;
Meu coração está com pressa, eu quero já voar.
Meus pecados eram muitos, e culpado sou,
Mas o Seu Sangue põe-me limpo, e para a pátria vou”
(“Saudade”, Hino 502, Novo Hinário Adventista).
Logo irá se cumprir o meu texto favorito do espírito de profecia: “O grande conflito terminou. Pecado e pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado. Uma única palpitação de harmonioso júbilo vibra por toda a vasta criação. DAquele que tudo criou emanam vida, luz e alegria por todos os domínios do espaço infinito. Desde o minúsculo átomo até ao maior dos mundos, todas as coisas, animadas e inanimadas, em sua serena beleza e perfeito gozo, declaram que Deus é amor” (Ellen G. White, O Grande Conflito, CPB, p.678).
“A graça do Senhor Jesus seja com todos” (v.21).
Bom dia, peregrinos!
* Amanhã iniciamos a nova jornada do Reavivados Por Sua Palavra. Perseveremos no estudo das Escrituras e incentivemos outros a estudarem conosco.
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Apocalipse22 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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APOCALIPSE 22 – Há algo profundamente comovente e urgentemente pessoal nas últimas páginas da Bíblia. Quando olhamos com olhos espirituais, discernimos que o Apocalipse não é meramente um catálogo de juízos, símbolos misteriosos e catástrofes iminentes, ele é, acima de tudo, uma mensagem de amor e apelo do coração de Deus à humanidade. É a voz do Salvador, chamando cada homem, mulher e jovem a uma decisão eterna.
Desde os primeiros versículos, Apocalipse se apresenta como revelação de Jesus Cristo (Apocalipse 1:1) – não é, primariamente, a revelação do anticristo, das pragas, etc. É a revelação de Jesus – Seu caráter, Sua justiça, Sua misericórdia/graça e Seu plano para restaurar todas as coisas (Apocalipse 22:1-7,12, 20-21).
O livro revela também um grande conflito universal; porém, como um Pastor amoroso, Deus não nos deixa como expectadores passivos dessa luta. Ele nos convida a tomar parte – a escolher de que lado estaremos (Apocalipse 22:10-11, 12-16, 18-19). Por isso o Apocalipse é cheio de apelos; note:
• “Aquele que tem ouvidos, ouça…” (Apocalipse 2-3).
• “Temam a Deus e glorifiquem-nO…” (Apocalipse 14:7).
• “Saiam dela, vocês, povo meu…” (Apocalipse 18:4).
Chegamos então ao capítulo final – Apocalipse 22 – onde o tom do livro se intensifica em ternura e urgência. A visão da Nova Jerusalém e do rio da vida é mais que uma descrição futura; é uma promessa viva que pulsa no coração de Deus. Mas, ao lado dessa promessa, está o mais emocionante apelo de toda a Escritura:
• “O Espírito e a noiva dizem: ‘Vem!’ E todo aquele que ouvir diga: ‘Vem’. Quem tiver sede venha; e quem quiser beba da água da vida” (Apocalipse 22:17).
“O livro de Apocalipse é o livro da decisão. Deus, de um lado chamando através do Cordeiro. De outro, o inimigo de Deus congregando as pessoas que consegue enganar, seduzir ou coagir. Deus reúne Seus filhos no Monte Sião. O Diabo congrega seus seguidores no vale do Armagedom. Subir o monte muitas vezes demanda renúncia e dor, enquanto que para descer ao vale não precisa fazer nenhum esforço. Talvez por isso, multidões e multidões se congregam no vale… O Apocalipse é o livro catalisador. Depois de estudado, você não pode permanecer neutro. Ninguém pode…” (Alejandro Bullón).
Enfim, Apocalipse é o clamor de um Deus apaixonado! Como responderemos? – Heber Toth Armí.
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2392 palavras
O rio da vida – A árvore da vida – Admoestações e promessas finais
22:1 E mostrou-me o rio da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro.
22:2 No meio da sua praça, e de ambos os lados do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da árvore são para a cura das nações.
Árvore da vida – ver comentário sobre Apoc. 2:7.
22:3 Ali não haverá jamais maldição. Nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão,
22:4 e verão a sua face; e nas suas frontes estará o seu nome.
22:5 E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de luz de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os alumiará; e reinarão pelos séculos dos séculos.
O Éden Restaurado – “Tudo que Adão e Eva perderam quando pecaram (Gen. 3) será restaurado na Nova Terra. Note estas comparações:
“* Adão e Eva perderam o privilégio de comunicar-se com Deus face a face. Na Nova Terra ‘contemplarão a Sua face. (Apoc. 22:4).
“* Adão e Eva perderam sua pureza – sua veste de inocência. Os remidos recebem as vestes da justiça de Cristo – o Seu ‘linho finíssimo’ (Apoc. 19:8).
“* Adão e Eva perderam seu lar edênico. Os santos de Deus serão reintegrados no Éden restaurado. ‘Adão tinha assuntos para meditação nas obras de Deus no Éden, que era o Céu em miniatura.’ – Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol. 1, pág. 1.082.
“* Adão e Eva não puderam mais comer da árvore da vida. Os salvos comerão para sempre da árvore da vida (Apoc. 22:2).
“* Adão e Eva perderam sua perfeita felicidade familiar. Na Nova Terra cumprir-se-ão os propósitos originais de Deus.
“* Adão e Eva perderam o domínio sobre os outros seres criados. Na Nova Terra, leões, cordeiros, leopardos e bezerros andarão juntos, e ‘um menino pequeno os guiará’ (Isa. 11:6).
“* Estresse, medo, confusão, ansiedade, e tudo o mais que resultou do pecado terá desaparecido. Em seu lugar existirá ‘a paz de Deus, que excede todo o entendimento’ (Fil. 4:7; ver também Isa. 26:3 e 4).” – LES893, p. 182.
22:6 E disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras; e o Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou o seu anjo, para mostrar aos seus servos as coisas que em breve hão de acontecer.
Deus dos profetas – “Devido a Sua natureza divina é que São Pedro disse que foi Jesus que inspirou os profetas (I São Pedro 1:10, 11) e em Apocalipse 22:6 diz-se ser Ele ‘O Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas’. A Bíblia proclama que Jesus é o Verbo, é Deus eterno e coeterno com o Pai. Ex: São João 1:1-3, 14. ” – SRA/EP, p. 22.
22:7 Eis que cedo venho! Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro.
Eis que venho sem demora (ou: Eis que cedo venho)– “Os cristãos têm interpretado essa declaração de maneiras diferentes. É possível que estejamos lendo um idiomatismo oriental com as nossas lentes ocidentais, não interpretando, portanto, corretamente o que Cristo está dizendo nessas passagens. Por exemplo, Cristo assegurou aos discípulos que Deus ‘depressa’ fará justiça a Seu povo (S. Luc. 18:7 e 8). A palavra ‘depressa’ constitui a tradução da forma substantivada do adjetivo grego usado em Apoc. 22:7, 12 e 20. Jesus disse, porém, que Seu povo clama ‘dia e noite’ e que Deus parece ser ‘demorado’ em defende-los. Afigura-se que a tradução apresenta uma incoerência: Como Deus pode fazer justiça rapidamente, se ao mesmo tempo parece ‘demorado em defende-los’?
“A explicação mais simples é que a referida expressão pode ser às vezes usada como idiomatismo que significa certeza. Jesus estava dizendo que, embora pareça que Deus está sendo moroso em resolver essa situação injusta, é certo e seguro que Ele fará justiça.
“Usando palavras diferentes, Moisés e Pedro expressaram o conceito similar de certezada destruição dos inimigos de Israel (Deut. 32:35) e dos falsos mestres na igreja (II S. Ped. 2:3).
“Se isto for correto, a reiterada declaração de Cristo ao apóstolo João, no fim do primeiro século, visava assegurá-lo, bem como os outros cristãos, da certeza da Segunda Vinda. Também é possível que o vocábulo grego tenha sido usado com o sentido de ‘inesperadamente’. (Comparar com I Tess. 5:1-3.)
“Por outro lado, parece ser razoável interpretar a promessa de Cristo: ‘Eis que venho sem demora’, em conexão com o cumprimento das profecias do Apocalipse referentes ao fim do tempo, especialmente a importante profecia que trata do conflito final acerca do selo de Deus e o sinal da besta. …
“A mensagem de todo o livro do Apocalipse gira em torno do interesse pela prontidão diária para o encontro com o Senhor no fim do tempo. Em Apocalipse 1:1 e 3 é apresentada a ideia da proximidade. Foram mostradas a João ‘as coisas que em breve devem acontecer’, as quais eram urgentes, ‘pois o fim do tempo está próximo’.” – LES893, p. 183.
22:8 Eu, João, sou o que ouvi e vi estas coisas. E quando as ouvi e vi, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava, para o adorar.
22:9 Mas ele me disse: Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus.
Adora a Deus – “Recapitule as advertências acerca da falsa adoração em Apocalipse 13:8 e o apelo da primeira mensagem Angélica, em Apocalipse 14:7. O conflito final concentrar-se-á nesta questão simples, mas crucial: A quem iremos adorar?” – LES893, p. 184.
22:10 Disse-me ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro; porque próximo está o tempo.
Não seles – “Partes do livro de Daniel foram ‘seladas’ até o tempo do fim (Dan. 12:4). O livro do Apocalipse é, porém, um livro aberto que deve ser proclamado até os confins da Terra. Depois de 1798 foram desseladas as partes seladas do livro de Daniel, e elas têm sido proclamadas junto com o Apocalipse. Estes dois livros revelam que o tempo para a volta de Cristo ‘está próximo’.
“O livro do Apocalipse deve ser aberto perante o público. A muitos lhes foi ensinado que é um livro selado; mas está selado unicamente para quem rejeita a luz e a verdade. A verdade que contém deve ser proclamada, a fim de que as pessoas tenham uma oportunidade de preparar-se para os acontecimentos que logo ocorrerão. A mensagem do terceiro anjo deve ser apresentada como a única esperança de salvação de um mundo que perece.” – Evangelismo, p. 195 e 196.
22:11 Quem é injusto, faça injustiça ainda: e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, santifique-se ainda.
Fim do tempo da graça – “O começo e a terminação da mensagem do terceiro anjo estão dentro do período de tempo abrangido por Apocalipse 11:15-19. A cena se desenvolve depois do desapontamento de 22 de outubro de 1844, e culmina no fim do tempo da graça, quando os ímpios e os justos são separados para sempre (Apoc. 22:11).” – LES893, p. 98.
Ainda – “O sentido do versículo é o de que aqueles que cometem a injustiça continuarão a comete-la, e os que praticam a justiça continuarão a praticá-la para sempre. Depois do fim do tempo da graça ninguém alterará seu modo de proceder. ‘Aquele que tem sido o nosso intercessor … logo terminará Sua obra no santuário celestial.’ – Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol. 7, pág. 989. ‘Não haverá um segundo tempo de graça para pessoa alguma.’ – Ibidem.” – LES893, p. 184.
22:12 Eis que cedo venho e está comigo a minha recompensa, para retribuir a cada um segundo a sua obra.
Eis que venho sem demora (Eis que cedo venho) – “O apóstolo S. Paulo advertiu a igreja a não esperar a vinda de Cristo em seu tempo. ‘Porque não será assim’, diz ele, ‘sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado.’ II Tessalonicenses 2:3. Não poderemos esperar pelo advento de nosso Senhor senão depois da grande apostasia e do longo período do domínio do ‘homem do pecado’. Este ‘homem do pecado’, que também é denominado ‘mistério da injustiça’, ‘filho da perdição’, e ‘o iníquo’, representa o papado, que conforme foi anunciado pelos profetas, deveria manter sua supremacia durante 1.260 anos. Este período terminou em 1798. A vinda de Cristo não poderia ocorrer antes daquele tempo. S. Paulo, com a sua advertência, abrange toda a dispensação cristã até o ano 1798. É depois dessa data que a mensagem da segunda vinda de Cristo deve ser proclamada.” – O Grande Conflito, p. 356.
“Estamos vivendo no ‘tempo do fim’ (o período entre 1798 e o fim). Estamos vivendo na era da besta de dois chifres; estamos presenciando o ressurgimento papal de maneira surpreendente. Vemos o fortalecimento das ligações entre o protestantismo, o catolicismo e o espiritismo. Vemos os movimentos em direção ao conflito final acerca do selo de Deus e o sinal da besta – a última profecia básica a ser cumprida antes do retorno de nosso Rei com os exércitos do Céu. Em conexão com essas profecias que se estão cumprindo, as palavras de Jesus são significativas: ‘Eis que venho sem demora.’ Apoc. 22:7.” – LES893, p. 185.
Recompensa – “Não há dúvida de que as glórias da Nova Terra e da Cidade Santa, com a ausência de pecado e morte, doença e tristeza, exercem forte atração. O galardão tem o seu devido lugar, e Jesus declara que virá traze-lo (Apoc. 22:12). Para o seguidor de Cristo, a Cidade Santa é, porém, mais do que uma recompensa: é o seu ‘lar’. Ao tornar-se cristão, ele passou voluntariamente a ser súdito de outro reino. Sua pátria está nos Céus (Fil. 3:20). ‘A Jerusalém lá de cima é mãe de todos nós.’ Gál. 4:26.
“’O Senhor deseja que descansemos nEle sem pensar na medida do galardão. Quando Cristo habita na alma, o pensamento de remuneração não é supremo. Este não é o motivo impelente do nosso serviço. Verdade é que num sentido secundário devemos olhar à recompensa. Deus deseja que apreciemos as bênçãos prometidas; mas não que sejamos ávidos de remuneração, nem sintamos que para cada serviço devamos receber compensação. Não devemos estar tão ansiosos de obter o galardão, como de fazer o que é justo, independentemente de todo o lucro. O amor a Deus e a nossos semelhantes deve ser o nosso motivo.’ – Parábolas de Jesus, págs. 398 e 399.” – LES893, p. 186.
22:13 Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro, o princípio e o fim.
22:14 Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestes no sangue do Cordeiro para que tenham direito à arvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas.
Bem-aventurados os que lavam as suas vestes (ou: Bem aventurados os que guardam os Seus mandamentos) – “Alguns têm-se preocupado com as traduções diferentes do verso 14: ‘Bem aventurados os que guardam os Seus mandamentos.’ KJV; Almeida, margem. ‘Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras.’ ERAB. Qual é a tradução correta? Os manuscritos gregos se dividem por igual entre essas duas versões do texto, pois algum escriba pode ter cometido um erro ao copiar palavras que diferem bem pouco uma da outra. Ambas as ideias são ensinadas nas Escrituras.
“Se tivéssemos que resumir o conteúdo desses cinco versículos [Apoc. 22:14; 7:14; 15:2; 2:7; 2:10], diríamos: Os que são justificados pela fé no sangue de Cristo, venceram sobre a besta e sua imagem, permanecendo fiéis a qualquer preço. Mas se quiséssemos resumir estes conceitos a uma só palavra, diríamos: convertidos.” – SRA/EP, p. 125.
“O povo remanescente se caracteriza por guardar os mandamentos (Apoc. 12:17). Os ‘santos’ de Deus são os que guardam os mandamentos (Apoc. 14:12). Jesus não deixou dúvidas acerca da importância dos mandamentos. (Ver S. João 14:15; 15:10.) Os mandamentos revelam o caráter de Deus, e os salvos reproduzirão o Seu caráter. (Ver Parábolas de Jesus, pág. 69.)
“Os remidos estão ‘vestidos de vestiduras brancas’ (Apoc. 7:9) e é declarado que eles ‘lavaram suas vestiduras, e as alvejaram no sangue do Cordeiro’ (verso 14). Deus dará o justo galardão final aos que O aceitaram, foram perdoados por Ele, e impelidos e habilitados por Seu amor e graça a guardar os Dez Mandamentos, que constituem a transcrição do caráter divino.” – LES893, p. 185.
22:15 Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo o que ama e pratica a mentira.
22:16 Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos testificar estas coisas a favor das igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã.
22:17 E o Espírito e a noiva dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, receba de graça a água da vida.
O último convite – “Compare esta passagem com o convite diário de Jesus (Apoc. 3:20), com o Seu convite aos que têm sede (S. João 4:14 e 15), e com o Seu convite aos que têm fome (S. João 6:32-35). Em Apocalipse 22 é feito o último convite das Escrituras. É o convite de Cristo à humanidade.” – LES893, p. 185 e 186.
O Espírito e a Noiva dizem: Vem! – “À luz de Apocalipse 22:17, o ministério do Espírito e o ministério da Igreja, em certo sentido, são um. E esse único ministério não é outro senão o próprio ministério do Senhor Jesus, e é o próprio ministério de Cristo porque é um ministério conduzido pelo Espírito. Há um senso de unidade entre o ministério de Cristo e o da Igreja. O mesmo Espírito que impulsionou a Cristo naqueles três anos e meio impulsiona a Igreja a partir daquele memorável Pentecostes, cinquenta dias depois da ressurreição.” – Pastor Dr. José Carlos Ramos, Comentário sobre a lição 11 das Lições da Escola Sabatina do primeiro trimestre de 2004, disponibilizado através do site da Internet: http://www.cpb.com.br.
22:18 Eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro: Se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus lhe acrescentará as pragas que estão escritas neste livro;
22:19 e se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida, e da cidade santa, que estão descritas neste livro.
Advertência – Ninguém tem o direito de modificar as doutrinas bíblicas nem de pregar idéias próprias acerca da religião. O que se deve pregar é o evangelho eterno, a revelação de Deus tal como se encontra na Santa Bíblia. Por isso a terrível advertência de Deus que está em Apocalipse.” – SRA/EP, p. 131.
22:20 Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém; vem, Senhor Jesus.
22:21 A graça do Senhor Jesus seja com todos.
Bênção – “Que conclusão incentivadora para a Bíblia! É estendido um convite para a eternidade a todo aquele que aceitar o Seu perdão e poder. ‘A todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no Seu nome.’ S. João 1:12.
Abreviaturas utilizadas
LES892 – Battistone, Joseph J. – Lições da Escola Sabatina, 2º Trimestre de 1989, nº 374, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.
LES893 – Coffman, Carl – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1989, nº 375, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.
LES963 – Gulley, Norman R. – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1996, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.
SRA/EP – Belvedere, Daniel – Seminário As Revelações do Apocalipse, Edição do Professor, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 2ª ed., 1987.
Publicado anteriormente em: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com/2015/07/apocalipse-22.html