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Texto bíblico: APOCALIPSE 18 – Primeiro leia a Bíblia
APOCALIPSE 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
APOCALIPSE 18 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ap/18
Apocalipse 17 descreve a meretriz e fala de seu fim através do fogo. Em Apocalipse 18, Deus convida Seu povo a sair de Babilônia (v. 4-8) antes de sua destruição. Os pecados da Babilônia dos tempos do Antigo Testamento subiram até ao céu, assim como os pecados de Sodoma e Gomorra (Gênesis 18:20-21). Deus queria curar a Babilônia, mas ela não aceitou (Jeremias 51:9). De igual modo Deus deseja curar e salvar a Babilônia do tempo do fim. Tendo em vista que ela não deseja mudar, Deus apela para que os sinceros saiam dela.
Apocalipse 18, há um povo de Deus inclusive em Babilônia e Deus o ama. Algumas pessoas ainda têm dificuldade de compreender a verdade. Outras passaram a vida inteira crendo de uma determinada maneira e acham difícil romper com o passado.
Há ainda os que não tiveram acesso à verdade. Deus vê a sinceridade de todos.
Apocalipse 18 revela que Deus tem trabalhado em prol dos sinceros e o fará até o final. É você um colaborador de Deus chamando essas pessoas para a verdade como é vista em Jesus?
Flávio da Silva de Souza
Professor de Novo Testamento
Professor de Teologia Sistemática
SALT – Seminário Latino-Americano de Teologia – Brasil
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/rev/18
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara
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“Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (v.4).
Antes que os judeus fossem levados cativos para a Babilônia, Deus chamou o profeta Jeremias para livrá-los deste jugo. A mensagem era para que o povo não resistisse à Babilônia, e Deus os preservaria em segurança. Contudo, não deram ouvidos à voz de Deus através do Seu profeta e passaram setenta anos em cativeiro babilônico, conforme a profecia (Jr.25:11). Findos os setenta anos, o Senhor tinha uma nova ordem para o Seu povo: “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do Senhor: Ele lhe dará a sua paga” (Jr.51:6). Ele faria Israel retornar para casa e mostraria compaixão aos remanescentes do Seu povo (Jr.50:19-20). Babilônia foi instrumento de Deus para executar os Seus juízos, mas “se houve arrogantemente contra o Senhor, contra o Santo de Israel” (Jr.50:29). E assim, num só dia (Dn.5:30-31), “foi tomada Babilônia, e apanhada de surpresa […] Como se tornou Babilônia objeto de espanto entre as nações!” (Jr.51:41).
Antes que os judeus fossem levados cativos para a Babilônia, Deus chamou o profeta Jeremias para livrá-los deste jugo. A mensagem era para que o povo não resistisse à Babilônia, e Deus os preservaria em segurança. Contudo, não deram ouvidos à voz de Deus através do Seu profeta e passaram setenta anos em cativeiro babilônico, conforme a profecia (Jr.25:11). Findos os setenta anos, o Senhor tinha uma nova ordem para o Seu povo: “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do Senhor: Ele lhe dará a sua paga” (Jr.51:6). Ele faria Israel retornar para casa e mostraria compaixão aos remanescentes do Seu povo (Jr.50:19-20). Babilônia foi instrumento de Deus para executar os Seus juízos, mas “se houve arrogantemente contra o Senhor, contra o Santo de Israel” (Jr.50:29). E assim, num só dia (Dn.5:30-31), “foi tomada Babilônia, e apanhada de surpresa […] Como se tornou Babilônia objeto de espanto entre as nações!” (Jr.51:41).
Deus tem um povo exclusivamente Seu espalhado entre todos os povos, tribos, línguas e nações (Ap.14:6). O Espírito Santo tem chamado a cada um de forma especial e única, recrutando um povo militante para o “grande Dia do Deus Todo-Poderoso” (Ap.16:14). Como já estudamos, Babilônia representa um sistema de falsa adoração que já tem caminhado para reunir todo o mundo em torno de si e de suas falsas doutrinas. Mas semelhante ao relato de Jeremias, o Senhor libertará o Seu povo do jugo do pecado para levá-lo de volta para casa. “Naqueles dias, naquele tempo, diz o Senhor, voltarão os filhos de Israel […] andando e chorando, virão e buscarão ao Senhor, seu Deus” (Jr.50:4). Sobre isto, pontuou Ellen White:
Apocalipse 18 indica o tempo em que o povo de Deus ainda presente em Babilônia será chamado a separar-se de sua comunhão. Esta mensagem, a última que será enviada ao mundo, cumprirá a sua obra. A luz da verdade brilhará então sobre todos aqueles cujo coração estiver aberto para recebê-la, e todos os filhos do Senhor que permanecem em Babilônia atenderão ao chamado: “Sai dela, povo Meu” (O Grande Conflito, p. 174).
Amados, não sabemos até quando irá durar este último chamado de Deus. Por que resistir à voz do Espírito Santo e se demorar em tomar uma firme decisão ao lado de Jesus? Não há felicidade em Babilônia, e sim, um mundo “encantado” de enganos! Os reis da terra, os mercadores e todos os que foram seduzidos por suas mentiras se lamentarão por sua ruína total e definitiva. Mas o fiel povo de Deus se alegrará na firme certeza de que aproxima-se o dia de seu resgate. Estamos quase encerrando mais uma edição do Reavivados. Na próxima semana, terminaremos estudando a recriação dos céus e da terra e, em seguida, relembraremos o plano original do Criador, quando, “no princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gn.1:1). O Senhor quer nos levar para casa, meus irmãos! Levar-nos de volta ao Éden! “Vinde, e unamo-nos ao Senhor, em aliança eterna que jamais será esquecida” (Jr.50:5).
Nosso Criador, quando Tuas ordens foram dadas no início e pelo poder da Palavra, que é Cristo, o Senhor criou os céus e a terra, tudo foi feito com amor e por amor. A morte de Jesus na cruz do Calvário é a maior prova desse amor que deseja nos levar de volta ao Lar. Santo Deus, livra-nos dos enganos e sutilezas desses últimos dias e concede-nos uma mente lúcida para ouvir a Tua voz! Como foi com Elias, fortalece a nossa fé e o nosso ânimo, e capacita-nos com Teu Espírito para a obra final. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, herdeiros do novo Éden!
Rosana Garcia Barros
#Apocalipse18 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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APOCALIPSE 18 – O Apocalipse revela os mais fortes intentos divinos de salvar um mundo tomado pelo diabo e seus enganos. É um livro que trata intensamente sobre reavivamento espiritual. Deus quer despertar-nos para salvar-nos!
Todo reavivamento verdadeiro começa com a contemplação de Cristo exaltado, o que vemos desde o primeiro capítulo de Apocalipse. Sem Cristo no centro, como demonstra Apocalipse 5, não pode haver reavivamento genuíno.
O Cordeiro entronizado enviou-nos o Espírito Santo (Atos 2; Apocalipse 5:6). Assim, os capítulos subsequentes descrevem a história da igreja em conflito: Os selos, as trombetas, e a ascensão do remanescente de Deus (Apocalipse 10:1-11:19).
No tempo do fim, Deus levantaria um povo para proclamar fortemente o evangelho eterno ao mundo, frente à forte investida de Satanás na perversão da adoração (Apocalipse 12:1-13:18; 14:6-13), antes do advento de Cristo (Apocalipse 14:14-20).
• O Espírito Santo move a igreja para uma obra global, a qual contém a mensagem de Deus como resposta ao engano e à apostasia. O reavivamento torna-se profético, mundial e confrontador (Apocalipse 18:1-4).
Apocalipse 18 refere-se ao auge do derramamento do Espírito Santo – a chuva serôdia! É o alto clamor de Deus chamando Seu povo para fora de Babilônia – Sistema de confusão religiosa (Apocalipse 17:1-18; 18:5-24).
• O mundo inteiro, mergulhado nas trevas do pecado, será impactado pela luz da glória de Deus refletido num povo transformado pelo poder do evangelho.
Apocalipse 18 mostra o juízo de Deus sobre Babilônia – sistema religioso apóstata – que mistura a verdade do cristianismo com erros do paganismo (v. 3), busca poder político e religioso – união Igreja-Estado (v. 3), procura luxo e vaidade mediante materialismo religioso (vs. 3, 7), pratica a feitiçaria como meio de engano espiritual e sedução (v. 23), e persegue implacavelmente ao verdadeiro povo de Deus (v. 24). Por isso, a mensagem deste capítulo é um apelo urgente para que os fiéis saiam urgentemente de sua influência corruptora.
• Deus tem filhos sinceros em Babilônia. Eles amam a Deus, mas estão presos num sistema corrompido. O chamado de Deus é de amor.
• O reavivamento final virá quando ouvirmos a voz divina, deixarmos as tradições humanas para seguir fielmente a Palavra de Deus!
Precisamos andar com Jesus, ser cheios do Espírito Santo e proclamar a mensagem de Deus com ousadia divina! – Heber Toth Armí.
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2990 palavras (incluindo texto bíblico e referências)
A queda de Babilônia
18:1 Depois destas coisas vi descer do céu outro anjo que tinha grande autoridade, e a terra foi iluminada com a sua glória.
Depois destas coisas – “Situar Apocalipse 18 no tempo certo é muito importante. João diz no verso 1: ‘Depois destas coisas vi…’ Após a descrição do que tinha visto antes, o profeta continua a dar informações do Senhor. Apocalipse 18:1-4 deverá concentrar-se no período que precede de perto o fim do tempo da graça, pois as pessoas são convidadas a atender ao apelo de Deus.” – LES893, p. 144.
Outro anjo – “O verso 1 fala de ‘outro anjo’. Esse anjo une a voz à dos três anjos de Apocalipse 14:6-12. A relação entre essa passagem e Apocalipse 14:8 é bem evidente.” – Idem.
Terra iluminada – “A promessa contida em Apoc. 18:1 de que o Espírito de Deus será derramado de maneira especial, é muito importante. A mensagem desse anjo vem com ‘grande poder’ e ilumina o mundo com sua glória. Esse anjo simboliza o último apelo de Deus á humanidade na forma da intensa proclamação mundial das mensagens dos três anjos de Apoc. 14:6-12. A grande luz que circunda a terra e a forte e penetrante voz do anjo representam o derramamento do Espírito Santo na chuva serôdia, para habilitar a Igreja a completar sua missão na Terra.” – LES893, p. 138.
“O anjo que se une na proclamação da mensagem do terceiro anjo, deve iluminar a Terra toda com a sua glória. Prediz-se com isto uma obra de extensão mundial e de extraordinário poder… . Esta obra será semelhante à do dia de Pentecostes. Assim como a ‘chuva temporã’ foi dada, no derramamento do Espírito Santo no início do evangelho, para efetuar a germinação da preciosa semente, a ‘chuva serôdia será dada em seu final para o amadurecimento da seara.” – O Grande Conflito, p. 616.
“A obra deste anjo vem, no tempo devido, unir-se à última grande obra da mensagem do terceiro anjo, ao tomar esta o volume de um alto clamor.” – Primeiros Escritos, p. 277.
18:2 E ele clamou com voz forte, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e guarida de todo espírito imundo, e guarida de toda ave imunda e detestável.
A queda gradual de Babilônia – “… duas espécies de queda de Babilônia: 1) Sua ruína ou destruição, segundo consta em Apocalipse 18; e 2) a queda espiritual de Babilônia – da verdade para o erro – proclamada pelo segundo anjo de Apocalipse 14 e pelo anjo do capítulo 18, versos 1-3. A comparação das mensagens de Apoc. 14:8 e 18:1-3 indica que a queda de Babilônia é gradual. Quando é rejeitada a luz, ela acaba se transformando em trevas (S. João 12:35 e 36). (Ver O Grande Conflito, pág. 609 e 610.) “ – LES893, p. 146.
A Queda de Babilônia – Divisão Radical do Cristianismo – “O cristianismo é um corpo dividido de fiéis. Isso tem preocupado atualmente os líderes cristãos, que tentam de todas as formas remediar a situação. Um dos objetivos do movimento ecumênico é contribuir para melhorar a situação da igreja cristã. A busca de soluções para os sérios problemas sociais também tem contribuído para diminuir as fraturas dentro do cristianismo. Os crentes estão tentando se unir para conseguir as reformas sociais.
“Mas a igreja cristã permanece hoje mais dividida do que nunca. Diferentes grupos ou seitas brotam a cada dia, como resultado de descontentamentos ou desentendimentos entre os membros das igrejas. É dentro deste contexto de fragmentação religiosa que temos de anunciar a queda de Babilônia. A coisa soa como uma predição de futura fragmentação, mas não é o caso.
“A queda de Babilônia significa que a comunidade cristã está em vias de ser reagrupada. Tudo vai ser reduzido a dois segmentos opostos, ambos clamando que têm a Cristo como seu Salvador. Ambos crerão que Cristo é o único meio de salvação. Mas estarão radicalmente separados entre si por diferentes compreensões da justificação pela fé e por conceitos sobre a soberania de Cristo na vida da igreja e do crente individualmente.
“A queda de Babilônia causa tanto furor porque todo o mundo será polarizado, forçado a escolher entre a falsa mensagem sobre o que significa ser cristão e o verdadeiro cristianismo. Ninguém que esteja vivo nessa época poderá ficar sem tomar uma decisão contra ou a favor do verdadeiro Deus.” – LES963, lição 7, p. 3A.
A Queda de Babilônia – Conflito Entre a Verdade e o Erro – “A queda de Babilônia significa que o conflito entre a luz e as trevas será travado dentro da igreja. Isso é uma coisa espantosa. É mais fácil crer que no grande conflito a igreja é constantemente atacada por elementos externos e que sempre permanecerá fiel a Deus, mas nem sempre é isso que ocorre.
“A história da igreja … mostra que as forças do mal conseguem introduzir na comunidade cristã importantes erros doutrinários que chegam a ocultar a obra de Cristo por nós. A professa igreja cristã atual prega uma mistura de verdade bíblica com falsidade pagã.
“A reforma protestante foi uma tentativa de restaurar o puro evangelho para a igreja, mas não chegou a completar seu objetivo. Pouco a pouco a comunidade protestante foi se apartando da autoridade da Bíblia e se expondo mais e mais às distorções da verdade.
“Como a queda de Babilônia está diretamente ligada com a rejeição e distorção da verdade bíblica, temos de concluir que essa queda é progressiva. Somos avisados de que: ‘A Escritura Sagrada declara que Satanás, antes da vinda do Senhor, operará ‘com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça’; e ‘os que não receberam o amor da verdade para se salvarem’ serão deixados à mercê da operação do erro, para que creiam a mentira’. II Tess. 2:9-11. A queda de Babilônia se completará quando esta condição for atingida, e a união da igreja com o mundo se tenha consumado em toda a cristandade. A mudança é gradual, e o cumprimento perfeito de Apocalipse, capítulo 14, verso 8, está ainda no futuro. – Ellen G. White, O Grande Conflito, págs. 389 e 390.
“As implicações dessa declaração são importantes, por vários motivos. O mundo protestante não ruiu ainda totalmente; Deus ainda o está utilizando, dentro do possível. O povo de Deus ainda faz parte da comunidade cristã em geral, e isso deveria motivar nossos desafios missionários. A natureza progressiva da queda significa que a igreja cristã está em processo de apostasia, e essa apostasia será completa antes da volta de Cristo.” – LES963, lição 7, p. 4A.
A Queda de Babilônia – União da Igreja com o Estado – “Babilônia não deve ser apenas definida como um movimento religioso baseado numa mistura mundial, mas também é um misto de forças religiosas e políticas. Portanto, a queda de Babilônia significa que a igreja irá procurar e irá conseguir o apoio do governo para impor suas convicções e ideias. A Bíblia diz que os reis e poderosos da terra são oferecer seu poder e autoridade a Babilônia (Apoc. 17:13).
“A rejeição da soberania de Cristo faz com que o crente se sinta sem poder e carente de outra fonte de poder. Essa foi a experiência dos israelitas, antes da queda de Jerusalém, em 586 a.C. Em vez de confiar no Senhor, os israelitas buscaram o apoio dos egípcios para vencer os inimigos. Só que o poder humano não consegue oferecer aquilo que apenas o poder divino pode garantir, assim os israelitas caíram quando tentavam se preservar.
‘A queda de Babilônia não tem a ver apenas com a rejeição e distorção da verdade, mas também com a rejeição da fé e compromisso com o Senhor e Salvador. Na realidade, Babilônia cai quando confia no poder humano, nas leis e nos acordos para conseguir a segurança e a salvação da raça humana.
“A alternativa oferecida à igreja cristã é o retorno ao Senhor e à Bíblia como única regra de fé e prática. Em Cristo e em Sua Palavra, pela coerente submissão a Ele, podemos encontrar a segurança que Babilônia não consegue oferecer.” – LES963, lição 7, p. 5A.
18:3 Porque todas as nações têm bebido do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias.
18:4 Ouvi outra voz do céu dizer: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos sete pecados, e para que não incorras nas suas pragas.
Sai dela, povo meu – “Esta solene declaração divina demonstra que há pessoas bem-intencionadas dentro de Babilônia, os quais demonstrarão sua sinceridade obedecendo à ordem de Deus de sair dela.” – SRA/EP, p. 120.
“A razão pela qual há sinceros dentro das igrejas equivocadas é porque ignoram o que temos descoberto ao estudar a revelação de Deus que está no Apocalipse. Mas permanecer nestas igrejas depois de conhecer a vontade do Senhor seria um ato de desobediência e rebelião que identificaria essas pessoas com os pecados de Babilônia pelo qual Deus Se vê obrigado a castiga-los com as pragas ou flagelos destinados a Babilônia. Por isso o Salvador diz: Sai dela, povo Meu. …
“’Não sejais participantes de seus pecados’, é como se Deus nos estivesse dizendo: ‘Não sejais cúmplices, porque o cúmplice é culpado’, e até os juízes terrestres sabem que para ser justos, o culpado deve ser condenado.” – SRA/EP, p. 122.
“O capítulo 18 do Apocalipse indica o tempo em que, como resultado da rejeição da tríplice mensagem do capítulo 14, versos 6-12, a igreja terá atingido completamente a condição predita pelo segundo anjo, e o povo de Deus, ainda em Babilônia, será chamado a separar-se de sua comunhão. Esta mensagem é a última que será dada ao mundo, e cumprirá a sua obra. Quando os que ‘não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade’ (II Tessalonicenses 2:12), forem abandonados para que recebam a operação do erro e creiam a mentira, a luz da verdade brilhará então sobre todos os corações que se acham abertos para recebê-la, e os filhos do Senhor que permanecem em Babilônia atenderão ao chamado: ‘Sai dela, povo meu.’ Apocalipse 18:4” – O Grande Conflito, p. 390.
“Compare isto com o apelo de Deus para que Israel saísse de Babilônia literal. (Isa. 48:20; Jer. 51:45.)” – LES893, p. 145.
“Como o povo de Deus antigamente saiu de Babilônia literal para que eles pudessem retornar a Jerusalém, assim o Seu povo hoje é chamado para fora de Babilônia mística, para que sejam considerados dignos de entrar na Nova Jerusalém.” – SDABC, vol. 7, p. 861, citado em LES893, p. 145.
“É impossível permanecer imparcial no grande conflito entre Cristo e Satanás. Por isso Deus revela amorosamente o que o homem não poderia ver na luta entre o bem e o mal e misericordiosamente (porque deseja nossa salvação) exige uma decisão.” – SRA/EP, p. 132.
Alto Clamor – “As mensagens dos três anjos (Apoc. 14:6-13) atingirão o clímax no ‘alto clamor’, o chamado final a toda humanidade para vir a Cristo (Apoc. 18:1-4). Esse é o último convite para sair de babilônia antes da queda das pragas (Apoc. 18:4 e 8; comparar com 16:1-21). Da mesma forma que a contrafação de Satanás, através dos ‘três espíritos maus’ (Apoc. 16:12-16), também as mensagens dos três anjos, chegam ao seu ponto máximo no alto clamor, atingindo o mundo todo (Apoc. 14:6).” – LES963, lição 10. p. 6.
“…Deus ainda tem um povo em Babilônia; e, antes de sobrevirem Seus juízos, esses fiéis devem ser chamados a sair, para que não sejam participantes dos seus pecados e não incorram nas suas pragas.” – O Grande Conflito, p. 610.
“Ao chegar o tempo para que… [a mensagem do terceiro anjo] seja dada com o máximo poder, o Senhor operará por meio de humildes instrumentos… . Milhares de milhares que nunca ouviram palavras como essas, escutá-las-ão.” – Idem, p. 612.
“Deus usará maneiras e meio pelos quais se verá que Ele está tomando as rédeas em Suas próprias mãos.” – Testemunhos Para Ministros, p. 300, citado em LES893, p. 145.
Decadência de Babilônia – pecados acumulados – “Da verdade para o secularismo e para o espiritismo. Desde o desapontamento em 1844, a teoria da evolução e a influência da crítica destrutiva da Bíblia têm causado muita descrença na cristandade. No pensamento de grande número de pessoas não há lugar para milagres ou para a intervenção sobrenatural de Deus.
“Muitos cristãos deixaram de lado a oração a um deus pessoal. A divindade de Cristo, Seu nascimento virginal, ações miraculosas, ressurreição literal e corpórea têm também sido rejeitados.
“O quadro tornou-se mais confuso com a vasta difusão do espiritismo e o volver de muitos cristãos para religiões orientais e numerosas seitas. O Movimento da Nova Era, com suas raízes no ocultismo e no misticismo oriental, impregna todos os níveis da sociedade, influenciando as pessoas nos negócios de saúde, na educação e nos entretenimentos. Não é de admirar que Deus nos advirta da queda de Babilônia e apele para que Seu povo se retire dela (Apoc. 18:4 e 5).” – LES893, p. 92.
18:5 Porque os seus pecados se acumularam até o céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela.
18:6 Tornai a dar-lhe como também ela vos tem dado, e retribuí-lhe em dobro conforme as suas obras; no cálice em que vos deu de beber dai-lhe a ela em dobro.
“A última mensagem do Céu para a humanidade. Apoc. 18:6-24 parece explicar melhor como a sétima praga desfaz a confederação de forças religiosas, políticas e econômicas que conspiram contra a causa e o povo de Deus, no fim do tempo.” – LES893, p. 138.
18:7 Quanto ela se glorificou, e em delícias esteve, tanto lhe dai de tormento e de pranto; pois que ela diz em seu coração: Estou assentada como rainha, e não sou viúva, e de modo algum verei o pranto.
18:8 Por isso, num mesmo dia virão as suas pragas, a morte, e o pranto, e a fome; e será consumida no fogo; porque forte é o Senhor Deus que a julga.
Efeito das pragas sobre Babilônia – “Apocalipse 18 continua explicando mais detalhadamente os efeitos das pragas sobre Babilônia mística (versos 4-8). Esse capítulo como que é uma lamentação pela ruína da grande cidade de Babilônia, durante a sétima praga (Apoc. 16:19). Os lamentos mostram a aliança corrupta de forças políticas e econômicas com a religião apóstata. O simbolismo é extraído de Isaías 13, 14 e 47; Jeremias 25, 50 e 51; Ezequiel 26-28.
“A lamentação sobre a destruição de Babilônia se divide em três partes: 1) o lamento dos reis da terra – os poderes políticos (versos 9 e 10; 2) o lamento dos mercadores que negociaram com ela – as forças econômicas envolvidas (versos 11-17); 3) o lamento dos capitães de navios que também mantiveram relações comerciais com ela (versos 18 e 19).
“O desfecho simbólico se dá quando João vê um anjo forte lançar para dentro do mar uma grande pedra de moinho dizendo: ‘Assim, com ímpeto, será arrojada Babilônia, a grande cidade, e nunca jamais será achada.’ Verso 21” – LES893, p. 145 e 146.
18:9 E os reis da terra, que com ela se prostituíram e viveram em delícias, sobre ela chorarão e prantearão, quando virem a fumaça do seu incêndio;
18:10 e, estando de longe por medo do tormento dela, dirão: Ai! ai da grande cidade, Babilônia, a cidade forte! pois numa só hora veio o teu julgamento.
18:11 E sobre ela choram e lamentam os mercadores da terra; porque ninguém compra mais as suas mercadorias:
18:12 mercadorias de ouro, de prata, de pedras preciosas, de pérolas, de linho fino, de púrpura, de seda e de escarlata; e toda espécie de madeira odorífera, e todo objeto de marfim, de madeira preciosíssima, de bronze, de ferro e de mármore;
18:13 e canela, especiarias, perfume, mirra e incenso; e vinho, azeite, flor de farinha e trigo; e gado, ovelhas, cavalos e carros; e escravos, e até almas de homens.
18:14 Também os frutos que a tua alma cobiçava foram-se de ti; e todas as coisas delicadas e suntuosas se foram de ti, e nunca mais se acharão.
18:15 Os mercadores destas coisas, que por ela se enriqueceram, ficarão de longe por medo do tormento dela, chorando e lamentando,
18:16 dizendo: Ai! ai da grande cidade, da que estava vestida de linho fino, de púrpura, de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas, e pérolas! porque numa só hora foram assoladas tantas riquezas.
18:17 E todo piloto, e todo o que navega para qualquer porto e todos os marinheiros, e todos os que trabalham no mar se puseram de longe;
18:18 e, contemplando a fumaça do incêndio dela, clamavam: Que cidade é semelhante a esta grande cidade?
18:19 E lançaram pó sobre as suas cabeças, e clamavam, chorando e lamentando, dizendo: Ai! ai da grande cidade, na qual todos os que tinham naus no mar se enriqueceram em razão da sua opulência! porque numa só hora foi assolada.
18:20 Exulta sobre ela, ó céu, e vós, santos e apóstolos e profetas; porque Deus vindicou a vossa causa contra ela.
Exulta – “Porque santos apóstolos e profetas são convidados a exultar sobre a queda definitiva e completa de Babilônia? Apoc. 18:20-24; comparar com Jer. 51:48 e 49.” – LES893, p. 145.
“Então o céu e a terra, com tudo quanto neles há, jubilarão sobre Babilônia; pois do norte lhe virão os destruidores, diz o Senhor. Babilônia há de cair pelos mortos de Israel, assim como por Babilônia têm caído os mortos de toda a terra.” – Jer. 51:48 e 49.
18:21 Um forte anjo levantou uma pedra, qual uma grande mó, e lançou-a no mar, dizendo: Com igual ímpeto será lançada Babilônia, a grande cidade, e nunca mais será achada.
18:22 E em ti não se ouvirá mais o som de harpistas, de músicos, de flautistas e de trombeteiros; e nenhum artífice de arte alguma se achará mais em ti; e em ti não mais se ouvirá ruído de mó;
18:23 e luz de candeia não mais brilhará em ti, e voz de noivo e de noiva não mais em ti se ouvirá; porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias.
18:24 E nela se achou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra.
Abreviaturas utilizadas
LES892 – Battistone, Joseph J. – Lições da Escola Sabatina, 2º Trimestre de 1989, nº 374, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.
LES893 – Coffman, Carl – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1989, nº 375, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.
LES963 – Gulley, Norman R. – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1996, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.
SRA/EP – Belvedere, Daniel – Seminário As Revelações do Apocalipse, Edição do Professor, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 2ª ed., 1987.
Publicado anteriormente em: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com/2015/07/apocalipse-18.html
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Texto bíblico: APOCALIPSE 17 – Primeiro leia a Bíblia
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
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APOCALIPSE 17 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ap/17
Apocalipse 17 e 18 detalham o juízo sobre Babilônia. A linguagem utilizada aqui vem de Ezequiel 16 e Jeremias 51. O anjo convida João para ver o julgamento da grande meretriz (v. 1).
Encorajada por seu próprio glamour e pelo apoio de líderes e habitantes do mundo, ela lidera uma aliança internacional a lutar na batalha do Armagedom. Eles “guerrearão contra o Cordeiro, mas o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; e vencerão com Ele os seus chamados, escolhidos e fiéis” (v. 14 NVI), sem nenhuma arma que não a verdade e nenhuma defesa a não ser a fé.
A inscrição na fronte da meretriz aponta para uma clara oposição a Deus, uma contrafação à inscrição “Santidade ao Senhor” (Êxodo 28:36-38). A meretriz persegue os fiéis (v. 5-6) e está assentada sobre uma besta escarlate que tem sete cabeças. Estas cabeças são montes e também são reis (v. 9 compare com Dn 2:35-45, Jr 51:23-25). Isto indica que a meretriz está apoiada no poder político.
É importante estudarmos o sentido das sete cabeças, o oitavo rei, a besta escarlate, a meretriz e os dez reis. No entanto, O ESSENCIAL a ter em mente é que Apocalipse 17 fala da vitória de Jesus e Seus fiéis sobre as forças combinadas do mal. Esta vitória futura deve nos motivar a colocar nossas lutas e ansiedades nas mãos do Grande Vencedor. Está você disposto a fazer isto agora?
Flávio da Silva de Souza
Professor de Novo Testamento
Professor de Teologia Sistemática
SALT – Seminário Latino-Americano de Teologia – Brasil
Garth Bainbridge
Conferência da Grande Sidney
Austrália
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/rev/17
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara
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“Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele” (v.14).
Quão diferente é a descrição desta “mulher montada numa besta” (v.3) em comparação com a mulher que representa a igreja de Deus (Ap.12:1)! A visão que João teve foi tão surreal que ele ficou admirado “com grande espanto” (v.6). Mas a sua reação foi interrompida por um anjo que imediatamente prometeu explicar o mistério. Da mesma forma, muitos símbolos e textos deste livro podem causar em nós admiração e espanto, mas Jesus prometeu que o Espírito Santo nos guiaria “a toda a verdade” (Jo.16:13). Portanto, não devemos ter receio ou desanimar de estudar este livro. Primeiro, porque ele é a “revelação de Jesus Cristo” (Ap.1:1). Segundo, porque o Senhor está desejoso de nos falar por meio de Sua Palavra, pela iluminação do Espírito Santo.
Este capítulo nada mais é do que uma visão ampliada do que estudamos no capítulo treze. A besta que surge do mar e a besta que surge da terra, respectivamente, são retratados como “a mulher vestida de púrpura e escarlata” (v.4) e a “besta escarlata” (v.3). É o poder religioso montado no poder político e civil. Lembram do que vimos ontem sobre o significado do Armagedom? De que se trata de uma batalha entre falsos e verdadeiros adoradores, assim como se deu no monte Carmelo? Pois bem, comparemos agora esta profecia com a história do profeta Elias:
1. Jezabel era uma prostituta cultual, ou seja, uma profetiza pagã que governava o coração de seu marido, o rei Acabe – “mulher montada numa besta” (v.3);
2. Jezabel, utilizando do poder civil do marido, mandou matar todos os profetas do Senhor – “mulher embriagada com o sangue dos santos” (v.6);
3. Elias teve que fugir para o deserto e foi alimentado por Deus – vimos que o povo de Deus será perseguido (Dn.12:1; Ap.13:17), mas que cumprir-se-á a promessa de que não nos faltará a água nem o pão (Is.33:16);
4. Elias enfrentou sozinho 850 falsos profetas – o Armagedom será uma batalha espiritual entre um restante que insiste em observar os mandamentos de Deus (Ap.12:17) e multidões que serão seduzidas “por causa dos sinais” que a besta realiza (Ap.13:14);
5. Quando ficou provado no Carmelo que só o Senhor é Deus, o juízo divino foi executado, e foram mortos os “profetas de Baal” naquele mesmo dia (1Rs.18:39-40) – assim também Deus há de trazer o Seu juízo sobre a besta, que “caminha para a destruição” (v.8).
O papado, assentado “sobre muitas águas” (v.1), ou seja, que surgiu de um território muito povoado (v.5), norteando as decisões da potência norte-americana e influenciando os demais “reis da terra” (v.2), promoverá a união entre igreja e estado no sentido de embebedar “os que habitam na terra”, “com o vinho de sua devassidão” (v.2), que representa as suas falsas doutrinas. Pelo cenário atual com o disfarce de cuidar do bem comum do planeta, já não temos visto esta profecia tomando forma, confirmando a interpretação dada aos símbolos deste capítulo, do poder religioso montado sobre o poder civil? Como mãe das demais igrejas apóstatas (v.5), a igreja de Roma irá liderar uma perseguição em massa contra os santos e as testemunhas de Jesus (v.6), assim como o foi na Idade Média. Mas quando cair o terceiro flagelo e as águas se tornarem em sangue, eis que Deus fará justiça aos Seus santos mártires, “porquanto derramaram sangue de santos e de profetas, também sangue lhes tens dado a beber; são dignos disso” (Ap.16:6).
Apesar da grande conexão com o relato do profeta Elias, a mudança de símbolos neste capítulo causa certo desconforto no sentido de bater o martelo para uma firme interpretação. Há, portanto, duas prováveis interpretações para a identidade da besta escarlate. A primeira é que ela se trata do próprio Satanás, pela descrição ser semelhante à de Apocalipse 12:3, por possuírem a mesma cor e porque ambos se opõem a Jesus (Ap.12:13 e 17:4). Mas também, a aplicação com relação aos Estados Unidos da América é reforçada no sentido de que se refere ao último poder político mundial (Ap.13:12) que, como os sete impérios anteriores, assumirá o poder. Creio que devemos levar em conta que a expressão “falava como dragão” (Ap.13:11) é um forte indício de que esta nação preenche as características da besta escarlate no sentido de que Satanás a usará como instrumento de sua estratégia final.
O termo “durar pouco” (v.10) vem da palavra grega “olígon”, a mesma usada em Apocalipse 12:12, quando diz que o diabo sabe “que pouco tempo lhe resta”. Ora, após a sua derrota através da vitória de Cristo na cruz, já se passaram mais de dois mil anos. Portanto, este tempo não é cronológico. Independentemente, amados, de certas coisas nos serem ainda encobertas ou de nos deixarem como João, admirados e espantados, o Espírito Santo nos é enviado para nos dar a certeza da vitória final em Cristo Jesus (v.14). Vejam a história de Elias, que mesmo após a vitória no Carmelo, sentiu medo e fugiu para o deserto. Ele estava confuso e sua angústia foi tão grande que chegou a pedir a morte. Mas o Senhor, através de uma suave brisa lhe falou: “Que fazes aqui Elias?” (1Rs.19:13). A profecia que aponta para uma igreja apostatada não inclui aqueles que ainda fazem parte dela, mas que estão sinceramente errados. O apelo urgente, o alto clamor de Deus para estes é: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4).
Hoje, o Espírito do Senhor pode estar falando com você, que está atônito diante destas revelações ou diante da aparente ignorância com relação a algumas coisas. Ele te convida: “Vai, volta ao teu caminho” (1Rs.19:15), continua caminhando, não desista, não saia do caminho que te designei! Cristo é o caminho (Jo.14:6)! Conheça-O! Busque-O! Talvez, você e eu façamos parte daqueles que, como Elias, não passarão pela morte (2Rs.2:11); daqueles que passarão pelo grande e terrível momento de angústia final e estarão vivos no retorno do Senhor à Terra. Portanto, amados, perseveremos confiantes, “até que se cumpram as palavras de Deus” (v.17). Porque todos os nossos inimigos, “o Cordeiro os vencerá” (v.14).
Pai de bondade e misericórdia, nós Te louvamos porque o Senhor não nos deixou aqui a lutar sozinhos contra um inimigo que é mais forte do que nós! Só Tu podes vencê-lo e, Contigo, somos mais que vencedores em Cristo Jesus! Enquanto a Terra está embriagada com o vinho do engano, guarda-nos sóbrios e vigilantes, como quem não tem do que se envergonhar. Cobre-nos com Tua poderosa destra e capacita-nos a dar ao mundo o alto clamor! Oramos e agradecemos pelos méritos e no nome do Senhor dos senhores e Rei dos reis, Jesus Cristo, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, “eleitos e fiéis que se acham com [Cristo]” (v.14)!
Rosana Garcia Barros
#Apocalipse17 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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APOCALIPSE 17 – Deus é soberano sobre o caos. Embora tudo pareça ruir, Ele está guiando a história para seu clímax: A queda de Babilônia e o triunfo de Cristo.
Apocalipse 17 é uma espécie de “flashback” e explicação detalhada das últimas pragas de Apocalipse 16.
Enquanto Apocalipse 16 narra as sete pragas como eventos progressivos e devastadores sobre o mundo rebelde, Apocalipse 17 pausa a narrativa para explicar quem é Babilônia, sua identidade simbólica, seu papel no drama escatológico, e como seu fim se aproxima.
A união da mulher com a besta ecoa o princípio do casamento entre Igreja e Estado, o qual historicamente resultou em perseguições, coerção e apostasia espiritual (Apocalipse 17:1-11).
As sete cabeças da besta representam sete colinas, que são sete reis – Poderes sucessivos que se opuseram a Deus na história: Egito, Assíria, Babilônia, Medo-Persa, Grécia, Roma-pagã, Roma-papal.
O oitavo rei é a besta que já existiu, mas que volta:
• “Era”: Refere-se ao período da Roma papal medieval, quando perseguiu os fiéis.
• “Não é”: Refere-se ao período da ferida mortal, quando o papado perdeu seu poder político (1978).
• “Virá”: Aponta ao momento em que a influência papal será restaurada, como vemos no processo ecumênico moderno e na influência crescente do Vaticano.
O “oitavo rei” é da mesma natureza da besta – ou seja, o poder final que combina autoridade religiosa e política, promovendo perseguição e exigindo adoração, como em Apocalipse 13.
Os dez chifres representam os poderes do mundo num esforço global para apoiar a besta (Apocalipse 17:12-13). Esses poderes “Guerrearão contra o Cordeiro”, entretanto, “o Cordeiro os vencerá”.
Deus permite que os poderes do mundo se unam, mas também confunde e desfaz a aliança: Eles mesmos acabarão odiando a prostituta e a destruirão. Ou seja, a própria união anticristã se autodestrói (Apocalipse 17:14-18).
“A batalha do Armagedom é a última tentativa das forças do mal se estabelecerem como soberanos da terra, buscando exterminar o povo de Deus. As sete últimas pragas contribuirão para minar a coalizão formada pelos três poderes demoníacos com todos os reis da Terra (Ap 16:13-14). Eles finalmente retirarão o seu apoio, e a Babilônia espiritual cairá (16:19). Esses poderes cairão porque ‘guerrearão contra o Cordeiro, mas o Cordeiro os vencerá’ (17:14)” (Bíblia do Discípulo).
Cristo vencerá! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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3118 palavras (inclui texto bíblico e referências)
A grande meretriz e a besta
“A apostasia atinge seu clímax no período de tempo estudado [em Apoc. 17 e 18] … . Satanás conduz todas as forças do mal, tanto políticas como religiosas, contra Deus e Seu povo. O apelo final de Deus (Apoc. 18:4), que ocorre antes que termine o tempo da graça, reúne Seu povo num corpo unido. Quando se completar a queda de Babilônia, Cristo se preparará para vir à Terra. …
“…[no estudo de Apoc. 17 e 18] consideraremos mais detalhadamente as condições políticas e religiosas que existirão no tempo em que Satanás atuará por meio dos esforços conjuntos de soberanos e religiões, na tentativa de exterminar o povo de Deus. O mundo inteiro será instigado contra eles.
“Apocalipse 17 divide-se em duas partes. Primeira: a visão simbólica de João, nos versos 3 a 6. Segunda: a explicação da visão, nos versos 8 a 18. A visão trata principalmente do julgamento da mulher impura que é vista sentada numa besta. A explicação consiste de dez versículos sobre a besta e de apenas um versículo sobre a mulher.
“Conquanto a interpretação pormenorizada do capítulo tenha as suas dificuldades, o quadro total é claro. A visão é muito importante para nossa compreensão da confederação do mal que existirá no fim do tempo. O livramento final do povo de Deus resultará de sua fidelidade, a despeito das forças que se levantarão contra eles.
“Apocalipse 17 e 18 provêem informações adicionais sobre as sete últimas pragas do capítulo 16. Três dessas pragas são dirigidas especificamente contra Babilônia mística. A quinta praga incide sobre ‘o trono da besta’ (apoc. 16:12; comparar com 17:15). A sétima praga divide ‘a grande cidade’de Babilônia em três partes (Apoc. 16:19; comparar com 17:18), enquanto pedras de granizo pulverizam as cidades das nações.”- LES893, p. 136 e 137.
17:1 Veio um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas;
Um dos sete anjos – “A identificação deste anjo com um dos anjos portadores das pragas denota que a informação que seria transmitida a João estava relacionada com as sete últimas pragas. Esta relação é confirmada pelo fato de que o anunciado assunto desse capítulo – ‘o julgamento da grande meretriz’- ocorre sob a sétima praga.” – SDABC, vol. 7, p. 849, citado em LES893, p. 137.
Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta – “A declaração de Apoc. 17:1 esclarece o secamento do Rio Eufrates que deverá ocorrer durante a sexta praga (Apoc. 16:12) …
“O juízo contra a meretriz é mencionado em Apocalipse 17:1 e 16. O juízo contra a besta é o assunto dos versos 10, 12 e 14. O principal assunto do capítulo é, portanto, o juízo de Deus contra a apostasia. É proferida a sentença contra todo procedimento que se opõe à vontade de Deus.” – LES893, p. 137.
Prostituta – “A mulher de Apocalipse 17 representa crenças deturpadas, oposição organizada e aberta às verdades e ao povo de Deus. Apocalipse 12:1 retrata a verdadeira Igreja Cristã como mulher virtuosa. Apocalipse 17 representa a depravação e deslealdade de ‘Babilônia’, no fim do tempo, pela figura de uma prostituta.”- LES893, p. 137.
“’Babilônia’, a confederação final da apostasia religiosa é retratada como mulher impura. Representa os professos seguidores de Deus que adotaram o erro e estabeleceram ilícita conexão com os poderes políticos da terra (Apoc. 17:1 e 2). – LES893, p. 153.
“Assentada sobre muitas águas”: ampla má influência – “No capítulo 17, é declarado que a mulher: ‘se acha sentada sobre muitas águas’. O verso 15 explica que as águas representam as massas humanas nas nações da Terra. O verso 2 indica que os reis colocam sua autoridade e recursos à disposição dessa mulher que o verso 3 afirma estar sentada numa ‘besta escarlate’ – Satanás e seus representantes terrestres. O quadro de seu poder mundial e da fonte do qual ele provém nos deixa perplexos, como aconteceu com o apóstolo João (verso 6).” – LES893, p. 138.
17:2 com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam sobre a terra se embriagaram com o vinho da sua prostituição.
Os que habitam sobre a terra se embriagaram – “Compare Apocalipse 14:8 com 18:3. ‘Babilônia tem estado a promover doutrinas venenosas, o vinho do erro. Esse vinho do erro é composto de doutrinas falsas.’ – Testemunhos Para Ministros, pág. 61. A faculdade humana de raciocínio e discernimento nas coisas espirituais é entorpecida. As pessoas adotam os erros dessa meretriz, não sendo mais capazes de fazer distinção entre o que é certo e o que é errado.” – LES893, p. 138.
“A igreja caída serve à nações o vinho do cálice de suas abominações adúlteras. Com elas tem embriagado os crentes, os quais não percebem os erros mencionados.” – SRA/EP, p. 121.
17:3 Então ele me levou em espírito a um deserto; e vi uma mulher montada numa besta cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e que tinha sete cabeças e dez chifres.
Deserto – “Durante o período dos 1.260 anos (538 A.D. a 1798 A.D.) a Igreja verdadeira esteve no ‘deserto’ (Apoc. 12:6 e 14). Por meio das forças da apostasia, o diabo procurou destruir o povo de Deus.
“Toda a Terra tornar-se-á literalmente um deserto, como resultado das sete últimas pragas. O ‘deserto’ de Apocalipse 17:3 representa tempos e condições muito difíceis para o povo de Deus.” – LES893, p. 138 e 139.
Besta escarlate – “A principal diferença entre a besta do capítulo 13 e a do capítulo 17 é que na primeira, a qual é identificada com o papado, não é feita nenhuma distinção entre os aspectos religiosos e políticos do poder papal, ao passo que na última os dois são distintos – a besta representa os poderes políticos, e a mulher, o poder religioso.” – SDABC, vol. 7, p. 851, citado em LES893, p. 139.
“A cor da besta é um símbolo do pecado.” – LES893, p. 139.
Sete cabeças – “’As sete cabeças são as sete colinas de Roma’ (Comentário da Bíblia de Jerusalém, Apocalipse 17:3). A besta (Roma) leva sentada sobre si uma igreja prostituída, o que dá a entender claramente que teria sua sede em Roma, a cidade dos 7 montes. Outra revelação que nos faz Deus neste capítulo de Apocalipse é que essa igreja de Roma seria católica (católica que dizer universal), pois estava sentada sobre muitas águas que significam ‘povos, multidões, nações e línguas’ (Apocalipse 17:15).” – SRA/EP, p. 120.
“Da mesma forma que o dragão com sete cabeças e dez chifres (Apoc. 12:3) dá seu poder, seu trono e grande autoridade’ (Apoc. 13:2) à besta semelhante a leopardo, de Apocalipse 13, também a besta escarlate com sete cabeças e dez chifres de Apocalipse 17:3 apóia a mulher Babilônia (versos 4-6). O império romano deu lugar ao império papal da Idade Média. As nações que sucederam ao império romano deram apoio político à igreja estabelecida. Nos primeiros séculos do cristianismo, ensinamentos não-bíblicos foram aceitos pela igreja a tal ponto que sua teologia se tornou confusa. Essa foi a base da moderna Babilônia. Desde o segundo século até a Idade Média, os erros foram penetrando na igreja cristã. Paulo fala do surgimento gradual da moderna Babilônia em II Tessalonicenses 2:3-7. (Ver O Grande Conflito, págs. 49 e 50.)“ – LES963, lição 7, p. 3.
17:4 A mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada de ouro, pedras preciosas e pérolas; e tinha na mão um cálice de ouro, cheio das abominações, e da imundícia da prostituição;
Prostituta – “Assim como em Apocalipse 12 uma mulher pura é símbolo adequado da igreja fiel, aqui aparece uma meretriz como símbolo de uma igreja que se prostituiu; que teve uma queda doutrinária. A Bíblia de Jerusalém comenta que a prostituição é o símbolo da idolatria. Um antecedente bíblico ajuda a entender este ponto de vista, encontramo-lo em Ezequiel 16:15: ‘confiaste na tua formosura, e te entregaste à lascívia, graças à tua fama; e te ofereceste a todo o que passava para seres dele’. Outro exemplo: ‘com seus ídolos adulteraram… ainda isto me fizeram… profanaram os meus sábados’ (Ezequiel 23:37, 38).” – SRA/EP, p. 120.
Vestida de púrpura – “Alguns estudiosos da Bíblia Sagrada, ao analisar Apocalipse 17:3, 4 pensam que ali está falando do ‘purpurado’ ou cardinato (o corpo dos cardeais da igreja) ao descobrir suas vestes: ‘Achava-se a mulher vestida de púrpura e escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro cheio de abominações…’ “ – SRA/EP, p. 120.
Cálice de ouro – “O cálice é belo, mas está cheio de falsas doutrinas e enganos. A idéia é a de que ele representa o irresistível fascínio das falsidades que a mulher apresenta ao mundo. Sua habilidade para seduzir e sua impureza moral são representadas pelas vestes de púrpura e de escarlata que ela está usando. A mulher adotou as cores da realeza, mas na realidade é uma meretriz. Que contraste com a noiva do Cordeiro descrita em Apocalipse 19:7 e 8!” – LES893, p. 139.
17:5 e na sua fronte estava escrito um nome simbólico: A grande Babilônia, a mãe das prostituições e das abominações da terra.
“A grande Babilônia”: Nome da mulher corrupta– “No livro do Apocalipse, ‘Babilônia, a grande’, designa, de modo especial, as religiões apostatadas unidas no fim do tempo… . Babilônia é chamada de ‘grande’ em vista do fato de que esse capítulo trata principalmente do grande esforço de Satanás para obter a adesão da raça humana por meio da religião.” – SDABC, vol. 7, p. 851 e 852, citado em LES893, p. 139.
“Apocalipse 17 não se aplica apenas ao período medieval. Babilônia tem filhas. Ela é a ‘mãe das prostituições e abominações que se cometem na Terra’ (Apoc. 17:5). As filhas da igreja medieval estabelecida são as igrejas modernas que se identificam com aspectos de seus ensinos. Perto do final dos tempos, os poderes representados pela besta e seus dez chifres irão odiar Babilônia e destruí-la. Babilônia ‘é a grande cidade que domina sobre os reis da Terra’ (verso 18).” – LES963, lição 7, p. 4.
“Os protestantes dos Estados Unidos serão os primeiros a estender as mãos através da voragem para apanhar a mão do espiritismo; estender-se-ão por sobre o abismo para dar mãos ao poder romano.” – O Grande Conflito, p. 593.
“As filas dessa ‘mãe’ representam assim as diversas corporações religiosas que constituem o protestantismo apostatado.” – SDABC, vol. 7, p. 852, citado em LES893, p. 139.
17:6 E vi que a mulher estava embriagada com o sangue dos santos e com o sangue dos mártires de Jesus. Quando a vi, maravilhei-me com grande admiração.
Sangue dos santos e mártires de Jesus – “Clamores e cânticos dos mártires. Leia Apocalipse 6:9-11 e 20:4. Os clamores das almas debaixo do altar nunca se extinguiram. Mas a recompensa dos mártires para Deus está além de nossa imaginação. Eles sentar-se-ão em tronos com Cristo.” – LES893, p. 139.
17:7 Ao que o anjo me disse: Por que te admiraste? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a leva, a qual tem sete cabeças e dez chifres.
17:8 A besta que viste era e já não é; todavia está para subir do abismo, e vai-se para a perdição; e os que habitam sobre a terra e cujos nomes não estão escritos no livro da vida desde a fundação do mundo se admirarão, quando virem a besta que era e já não é, e que tornará a vir.
A besta que era e já não é – “Considere algumas idéias que têm sido apresentadas por expositores adventistas do sétimo dia “(LES893, p. 140 e 141):
| “A besta que era” | “e não é” | “mas aparecerá” |
| Roma pagã | Intervalo entre o fim da perseguição pagã e o começo da perseguição papal | Roma papal |
| Período da besta e suas sete cabeças | Intervalo entre o ferimento da sétima cabeça e a restauração da besta como oitava cabeça | Restauração da besta ao tornar-se a oitava |
| Satanás através dos séculos | O milênio de Apocalipse 20 | Breve período de atividade de Satanás no fim do milênio, e então sua destruição |
Satanás como a besta – “O símbolo de uma besta com sete cabeças e dez chifres é empregado três vezes no Apocalipse: 1) O dragão vermelho com diademas sobre as suas cabeças (capítulo 12); 2) A besta semelhante a leopardo, sem diademas (capítulo 17).
“Identificamos a besta de sete cabeças em Apoc. 13 com o papado porque os seus característicos são diretamente paralelos aos da ponta pequena em Daniel 7. No entanto, em Apoc. 17, a mulher sentada sobre a besta simboliza o papado. Portanto, em Apoc. 17, a besta de sete cabeças parece identificar outra entidade que não seja o papado.
“Em Apocalipse 17, a besta de sete cabeças é mais semelhante ao dragão de sete cabeças em Apocalipse 12. Os dois são vermelhos. Em sua aplicação primária, o dragão vermelho é identificado com Satanás (Apoc. 12:9). No sentido secundário, o dragão pode ser identificado com Roma pagã, pois foi por meio desse poder ou ‘cabeça’ que Satanás agiu para destruir a Jesus.
“Pode-se dizer que Satanás ‘era, e não é, mas aparecerá’ (Apoc. 17:8 e 11)?
“a) Ele existia, batalhando contra Deus por meio de diversas instrumentalidades simbolizadas pelas sete cabeças. Esse período pode ser considerado como o tempo em que ele ‘era’.
“b) Por ocasião da Segunda Vinda de Cristo, Satanás será lançado no ‘abismo’ por mil anos (Apoc. 20:3). Esse período de inatividade pode ser descrito pela frase ‘não é’.
“c) Satanás será solto no fim do milênio e sairá do ‘abismo’ (Apoc. 17:8) para ‘seduzir as nações que há nos quatro cantos da Terra’ (Apoc. 20:8). Neste sentido, ele ainda ‘aparecerá’.
“d) Quando Satanás conduzir os ímpios ressuscitados contra a Nova Jerusalém, ocorrerá a fase executiva do juízo final (Apoc. 20:11-15). Como resultado, o dragão vermelho irá ‘para a destruição’. Será destruído no lago de fogo, junto com a besta semelhante a leopardo e o falso profeta (Apoc. 20:10).
“Um paralelo que parece confirmar esta interpretação de que Satanás é a besta de sete cabeças de Apocalipse 17 pode ser extraído de comparações ou imitações no Apocalipse. (Ver Apoc. 1:18.) Na realidade, Jesus estava dizendo a João: 1) Eu era. (Ele viveu antes do Calvário.) 2) Eu não era. (Sua morte no Calvário.) 3) Eu estou vivo. (Sua ressurreição e vida posterior a ela.) Afigura-se que Satanás (sob o símbolo do dragão) e´, em certo sentido, retratado imitando a experiência de Cristo.” – LES893, p. 141e 142.
17:9 Aqui está a mente que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada;
17:10 são também sete reis: cinco já caíram; um existe; e o outro ainda não é vindo; e quando vier, deve permanecer pouco tempo.
As sete cabeças … são também sete reis – “Elas evidentemente representam sete importantes poderes políticos pelos quais Satanás procurou destruir o povo e a obra de Deus na Terra.” – SDABC, vol. 7, p. 854, citado em LES893, p. 142.
Ver Apêndice: “Principais conceitos sobre a identidade das sete cabeças de Apoc. 17:9 e 10”.
17:11 A besta que era e já não é, é também o oitavo rei, e é dos sete, e vai-se para a perdição.
É ela própria o oitavo – “Esta é a besta em seu estado restaurado, no período do ‘mas aparecerá’, depois de emergir do ‘abismo’ … . Alguns consideram o oitavo poder como só o papado; outros sugerem que ele representa a Satanás. Os que adotam o último ponto de vista salientam que no tempo indicado aí Satanás procura personificar a Cristo… . “ – SDABC, vol. 7, p. 856, citado em LES893, p. 143.
Um dos sete – “Literalmente: ‘procede dos sete’. A própria besta – ‘o oitavo’ – era, ao que parece, a mesma besta a que tinham sido atribuídas as sete cabeças… . A ausência no grego do artigo definido antes da palavra ‘oitavo’ denota que a própria besta era a verdadeira autoridade por trás das sete cabeças, e que ela é, portanto, mais do que meramente outra cabeça – a oitava numa série. É a sua totalidade e clímax – a própria besta.” – SDABC, vol. 7, p. 856, citado em LES893, p. 143.
17:12 Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam o reino, mas receberão autoridade, como reis, por uma hora, juntamente com a besta.
Dez chifres – “Dez chifres unidos contra Deus. Uriah Smith considerava os dez chifres como os dez reinos de Daniel 7:24 – as divisões do Império Romano que se tornaram as modernas nações do Ocidente. (Ver The Prophecies of Daniel and the Revelation, pág. 712.)” – LES893, p. 143.
17:13 Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta.
Entregarão o seu poder e autoridade à besta – “As evidências indicam que eles representam nações modernas que dão apoio político às exigências religiosas de ‘Babilônia’ (verso 13). O verso 16 denota que por fim as nações representadas pelos dez chifres voltar-se-ão contra a meretriz por reconhecerem que ela os enganou. (Ver O Grande Conflito, págs. 659-661.)” – LES893, p. 143.
17:14 Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os que estão com ele, os chamados, e eleitos, e fiéis.
O Cordeiro os vencerá – “No Apocalipse, os remanescentes estão tão ligados com Seu Salvador, que o ataque a eles durante o tempo da angústia é contado como um ataque contra o próprio Cristo (Apoc. 17:14). É Ele quem enfrenta o inimigo e o derrota por nós (Apoc. 19:11-21.)” – LES963, lição 11, p. 4A.
17:15 Disse-me ainda: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, multidões, nações e línguas.
17:16 E os dez chifres que viste, e a besta, estes odiarão a prostituta e a tornarão desolada e nua, e comerão as suas carnes, e a queimarão no fogo.
A tornarão desolada e nua – “A sexta praga constitui um juízo sobre a Grande Babilônia. De algum modo ela perderá o apoio de seus súditos. Apoc. 17:16 indica que os antigos súditos de Babilônia se levantarão contra os seus líderes espirituais, a fim de destruir o sistema ao qual mostravam deferência.” – LES893, p. 132.
“Como Apoc. 17:1 e 12-17 explica o simbolismo da sexta praga (Apoc. 16:12)?
“O secamento do Eufrates. Parece que as ‘sete cabeças’ da besta representam sete poderes sucessivos pelos quais Satanás atuou e continua atuando para frustrar o programa de Deus na terra. Os ‘dez chifres’ dizem respeito a poderes políticos representados pelos cornos que Daniel viu na cabeça do quarto animal (Dan. 7). Na visão que estamos considerando, seria melhor encarar os dez chifres como símbolos de poderes políticos que são contemporâneos do papado e lhe dão apoio.
“Foi previsto que no fim do tempo esses poderes políticos se unirão à apostasia religiosa denominada ‘Grande Babilônia’, a fim de ‘pelejar conta o Cordeiro’ (Apoc. 17:14). Afigura-se que isto constitui uma referência ao conflito final sobre a lei de Deus (o selo de Deus em oposição ao sinal da besta) descrito em Apoc. 13:14-17.
“Acontecerá alguma coisa durante as pragas que fará com que os ‘povos, multidões, nações e línguas’ (Apoc. 17:15) rejeitem a confederação religiosa que os enganou, desviando-os de Deus e da vida eterna. Evidentemente, as forças políticas que antes mantinham uma união ilícita com Babilônia, voltam-se contra ela e procuram destruí-la. (ver O Grande Conflito, págs. 659-663.)” – LES893, p. 143 e 144.
“As espadas que deveriam matar o povo de Deus, são agora empregadas para exterminar os seus inimigos. Por toda parte há contenda e morticínio.” – O Grande Conflito, p. 662.
17:17 Porque Deus lhes pôs nos corações o executarem o intento dele, chegarem a um acordo, e entregarem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus.
17:18 E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra.
Ver Apêndice: “Doutrinas não-bíblicas de Babilônia”.
ABREVIATURAS UTILIZADAS
LES892 – Battistone, Joseph J. – Lições da Escola Sabatina, 2º Trimestre de 1989, nº 374, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.
LES893 – Coffman, Carl – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1989, nº 375, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.
LES963 – Gulley, Norman R. – Lições da Escola Sabatina, 3º Trimestre de 1996, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP.
SRA/EP – Belvedere, Daniel – Seminário As Revelações do Apocalipse, Edição do Professor, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 2ª ed., 1987.
Publicado anteriormente em: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com/2015/07/apocalipse-17.html