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II PEDRO 3 – Todo cristão deve basear sua conduta na Escritura, na piedade e na firmeza contra os enganos que corrompem a verdadeira fé no genuíno evangelho. O apóstolo Pedro nos equipa com critérios claros para identificar os falsificadores da fé e refutá-los com firmeza.
Cada um de nós precisa…
• Fundamentar-se na Palavra de Deus.
• Ser vigilante contra as heresias.
• Denunciar o erro com coragem e sabedoria.
• Confiar na justiça e livramento de Deus.
Após aprendermos como identificar, resistir e refutar falsos mestres, Pedro encerra sua carta chamando os cristãos a permanecer firmes na esperança do advento de Cristo e a viver de maneira santa e irrepreensível, resistindo à influência dos zombadores e permanecendo na verdade.
Diante da existência de falsos cristãos com ensinamentos deturpados, nossa mente precisa ser despertada e devemos recordar as palavras dos profetas e apóstolos (II Pedro 3:1-2).
Nossa fé precisa estar fundamentada na Palavra de Deus, jamais em sentimentos ou ideias pautadas meramente na lógica humana.
Diante dos perigos espirituais dos últimos dias, devemos estar cientes que se levantarão zombadores ignorando a revelação e atuação de Deus no mundo (II Pedro 3:3-7).
Ainda que devamos esperar oposição à verdade, não precisamos ficar obcecados com estudos pervertidos dos falsos pregadores, mas confiar que Deus cumprirá Suas promessas no tempo certo.
Diante dos alarmistas e pessimistas espirituais, devemos formular nossos conceitos exclusivamente na Bíblia, conhecer o caráter de Deus e Seus propósitos para a humanidade (II Pedro 3:8-13).
Em vez de duvidar, cada cristão que vive os dilemas dos últimos dias deve reconhecer a graça e a paciência divina, usando bem o tempo que tem para se preparar e preparar outros para a segunda vinda de Cristo.
Apesar de existirem muitas pessoas que deturpam os ensinos apostólicos/bíblicos, cada cristão deve esforçar-se para ser achado irrepreensível, sendo vigilante e crescendo na graça e no conhecimento de Cristo (II Pedro 3:14-18).
Devemos ser firmes na doutrina, crescendo constantemente na graça e no conhecimento de nosso Salvador Jesus Cristo.
Nossa vida neste mundo deve refletir a esperança da eternidade com Deus. Por isso, a mensagem de Pedro encerra-se com um convite para que vivamos à luz da eternidade, guardando a fé, resistindo aos enganos e aguardando com esperança o glorioso advento de Cristo. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II PEDRO 2 – Primeiro leia a Bíblia
II PEDRO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2pe/2
Alguns anos atrás, eu estava reunido com um grupo de pastores cristãos. Depois da nossa reunião, um pastor idoso veio até mim e disse: “Eu gostaria que nossa denominação ainda acreditasse na Bíblia como vocês acreditam.” Durante seu ministério, esse pastor havia visto sua igreja se afastar dos ensinamentos claros da Palavra de Deus.
Jesus tinha avisado que lobos devoradores se introduziriam no rebanho e falsos profetas viriam em pele de cordeiro (Mt 7:15). Pedro repete esse aviso e dá detalhes mais específicos sobre os falsos mestres que trariam heresias destruidoras. Eles não procurariam fazer discípulos para Jesus, mas para si próprios (At 20:30). Pedro dá este aviso: “Em sua cobiça, tais mestres os explorarão com histórias que inventaram” (v. 3 NVI).
Peça ao Espírito Santo para conduzi-lo a um conhecimento mais profundo da Palavra de Deus. Através de uma ligação pessoal com Jesus, a Palavra viva, e do conhecimento e prática de Sua Palavra escrita, estaremos protegidos contra os enganos dos falsos mestres.
Derek J. Morris
Diretor do Hope Channel
Associação Geral da IASD, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2pe/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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“Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição” (v.1).
Após o Pentecostes, a pregação do evangelho se espalhou por todas as nações, e a igreja apostólica crescia cada vez mais em número. Como na parábola proferida por Jesus, o inimigo também semearia o joio entre o trigo na tentativa de destruir a igreja de Cristo. Falsas doutrinas e teorias humanas foram acrescentadas, e a pura verdade rejeitada pelo desejo e ambição de muitos que se autoproclamavam representantes de Deus. A pureza do evangelho do reino e o conhecimento de Cristo foram trocados pela ostentação e ignorância destes falsos mestres que iludiam o povo com discursos aparentemente piedosos. Antes de sua morte, Pedro e Judas (um dos irmãos de Jesus) foram inspirados a advertir os cristãos sinceros quanto a este terrível engano, apontando para relatos do Antigo Testamento e os terríveis resultados de se apartar “do santo mandamento” (v.21).
Diante dos enganos espalhados pela igreja romana, o reformador inglês Tyndale ergueu a Palavra da verdade com coragem e ousadia, esforçando-se por traduzir a Bíblia em sua língua materna e a espalhar as boas-novas da salvação em Cristo entre os seus compatriotas. Tyndale, como os demais reformadores, encontrou severa oposição. Certa vez, um ilustre doutor católico lhe disse: “’Seríamos melhores estando sem as leis de Deus, do que sem as do papa’. Tyndale replicou: ‘Desafio o papa e todas as suas leis; e, se Deus poupar minha vida, dentro em pouco farei com que um rapaz que conduz o arado saiba mais das Escrituras do que vós‘“ (O Grande Conflito, CPB, p.244). Como Pedro, muitos homens e mulheres têm sido comissionados pelo Espírito Santo — e não sem sofrimentos — a resgatar a verdade da Palavra de Deus e dela falar com os lábios e com a vida; a erguê-la perante o mundo e mostrar que o conhecimento que dela podemos obter é mais luminoso do que o sol do meio-dia.
Estamos inseridos num grande conflito que começou no coração de um anjo criado perfeito. O mistério da iniquidade, contudo, não ficou limitado ao coração de Lúcifer. Seu comércio alcançou o coração de terça parte dos anjos, muitos dos quais foram encerrados por Deus, “reservando-os para juízo” (v.4). Com a multiplicação deste comércio espúrio na Terra, Deus “fez vir o dilúvio sobre o mundo de ímpios” (v.5) e reduziu “a cinzas as cidades de Sodoma e Gomorra” (v.6).
As reformas realizadas no meio do povo de Deus sempre tiveram o objetivo de aproximá-lo novamente do Senhor e de Sua vontade. O ministério terrestre de Cristo e Sua vida em perfeita harmonia com as Escrituras revolucionaram a religião formal da época. E, até hoje, é o nosso modelo de reforma, aquele cuja Palavra é a ferramenta principal, como bem sustentou Ellen G. White: “A mesma inseparável adesão à Palavra de Deus que se manifestou na crise da Reforma, é a única esperança de reforma hoje” (O Grande Conflito, CPB, p.203). Ou nos voltamos para o “assim diz o Senhor”, ou nossa religião não passará de um conjunto de regras e valores não mais significativos do que o dos escribas e fariseus.
Portanto, amados, como bem nos advertiu Jesus: “Vede que ninguém vos engane” (Mt.24:4). Daqui para frente enfrentaremos tempos ainda mais difíceis. Digo isso não com sensacionalismo, mas com o entendimento dado pela autoridade inconfundível das Escrituras que tão claramente nos apontam os sinais do fim e as credenciais dAquele que prometeu: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7). É a intimidade com Deus através da Bíblia que nos protegerá dos últimos enganos dentro e fora da igreja. Apegue-se à Palavra de Deus. Leia e estude como o aluno aplicado que não fica satisfeito até obter do professor todo o conhecimento possível. Uma coisa eu lhe garanto: você não vai se decepcionar.
Nosso amado Pai Celestial, louvado seja o Teu nome pelas advertências da Tua Palavra! Elas iluminam o nosso caminho e nos dão clareza suficiente para não cairmos nas ciladas do inimigo. Senhor, tantas coisas estão acontecendo, inclusive no meio do Teu povo, que não Te agradam! Tem misericórdia de nós, ó Deus! Desperta-nos a prestar atenção na palavra profética para os nossos dias e a não sermos enganados por discursos humanos e filosóficos. Queremos estar bem firmados e alicerçados no infalível “assim diz o Senhor”. E para isso, clamamos pelo batismo do Espírito Santo! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, reformados pela Palavra!
Rosana Garcia Barros
#2Pedro2 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II PEDRO 2 – O capítulo anterior funciona como introdução essencial ao tema dos falsos mestres que Pedro aborda neste capítulo:
II Pedro 1:3-11 – Pedro enfatiza que Deus já deu tudo o que é necessário para a vida piedosa, contrastando com os falsos mestres que promovem a impiedade. Ele exorta os crentes a crescerem nas virtudes cristãs prevenindo-os contra falsidades.
II Pedro 1:12-21 – Pedro reforça a veracidade do evangelho, destacando que os apóstolos foram testemunhas oculares da majestade de Cristo na transfiguração e que a Palavra profética é segura e divinamente inspirada. Isso contrasta diretamente com os falsos mestres de II Pedro 2, que distorcem as Escrituras e inventam suas próprias doutrinas.
II Pedro 1:20-21 – Pedro alerta que a profecia não é fruto de interpretação particular, preparando o leitor para rejeitar falsos ensinamento abordados no segundo capítulo.
Assim, II Pedro 1 estabelece o fundamento sólido na verdade divina e na piedade genuína antes de advertir aqueles que distorcem a mensagem e conduzem outros ao erro em II Pedro 2.
Diante disso, note estas premissas elaboradas a partir de II Pedro 2:
O líder espiritual pode e deve expor a sutileza das falsas doutrinas e alertar sobre os perigos da corrupção na igreja (vs. 1-3).
• Existem heresias, elas são destruidoras.
• Existem “irmãos” que exercem influência perigosa.
• Motivados pelo egoísmo e ganância, fingem para enganar.
O líder eclesiástico deve proclamar que Deus julga o pecado e livra os justos, fortalecendo a confiança dos crentes na justiça divina (II Pedro 2:4-10):
• Há exemplos bíblicos sobre o juízo divino.
• Há exemplos que confirmam que Deus preserva os fiéis.
• O destino dos corruptos precisa ficar claro aos frequentadores da igreja.
O líder da igreja deve expor a depravação moral e a ganância como marca dos falsos mestres, contrastando com a humildade e a integridade cristã (II Pedro 2:10-16):
• O caráter pervertido é pautado pela arrogância e rebeldia.
• O prazer carnal é o guia dos falsos cristãos.
• O cristão falso é motivado por ganância e engano.
Os servos de Deus devem demonstrar que os falsos mestres não trazem vida (salvação), mas destruição, reforçando a necessidade de permanecer firmes na verdade (II Pedro 2:17-22): Os falsos mestres…
• Oferecem promessas vazias.
• Falam de liberdade, mas escravizam espiritualmente.
• Promovem apostasia e destruição.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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1565 palavras
1-3a Pedro alerta sobre a vinda de falsos mestres. Ele os caracteriza como pessoas dissimuladas, de comportamento vergonhoso, invejosas e que se aproveitam dos cristãos por meio de seus ensinos. Além disso, também seriam populares (conferir 2:10-22). Bíblia de Estudo Andrews.
1 Haverá. Um dos principais propósitos do apóstolo, ao escrever, era advertir contra os enganos desses falsos mestres, a fim de que o rebanho fosse salvo de suas armadilhas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 661.
falsos profetas […] falsos mestres. A advertência de Pedro contra os falsos mestres retoma as admoestações contra os falsos profetas feitas por Moisés (Dt 13:1-4), Jeremias (Jr 6:13-15; 14:14; 23:14), Ezequiel (Ez 22:28) e Jesus (Mt 7:15-23). Uma tarefa crucial do cristão é discernir entre verdadeiros e falsos mestres. Bíblia de Estudo Andrews.
Heresias. Ao longo deste capítulo, o apóstolo se refere a algumas das heresias propagadas pelos falsos mestres: negação do Senhor (v. 1), ensinos licenciosos (v. 10, 18) e abandono do santo mandamento (v. 21). A descrição que Pedro faz do trabalho deles justifica a linguagem forte com que os condena. CBASD, vol. 7, p. 661.
renegarem o Soberano Senhor. Não necessariamente com palavras, mas por ações (ver 2Pe 2:3-10). Bíblia de Estudo Andrews.
Senhor. Do gr. despotēs, “mestre” (ver com. [CBASD] de Lc 2:29; At 4:24). A palavra era usada pelos escravos para se dirigir aos seus senhores. Sugere senhorio absoluto e propriedade, geralmente mediante compra. Despotēs torna-se um título apropriado a Cristo por causa do preço que Ele pagou pela redenção da humanidade. […] O fato de os falsos mestres negarem o Senhor sugere que, no passado, eles tinham sido cristãos, apesar de terem se apostatado desde então. CBASD, vol. 7, p. 661.
Repentina destruição. O fim de toda mentira é a destruição, tanto para os mestres como para seus seguidores. CBASD, vol. 7, p. 662.
2 Será infamado. Literalmente, “será blasfemado”. Os pagãos não faziam distinção entre os cristãos genuínos e os que seguiam os falsos mestres e se engajavam em suas práticas imorais. A doutrina cristã era responsabilizada pelos excessos dos apóstatas. A conduta não cristã de alguns lança descrédito sobre toda a igreja. CBASD, vol. 7, p. 662.
3 Farão comércio. Os mestres estavam negociando a salvação de suas vítimas, vendendo-lhes falsas doutrina em troca de seus presentes. Os crentes que davam de seus meios para enriquecer aqueles mestres certamente recebiam pouco em troca. CBASD, vol. 7, p. 662.
Palavras fictícias. Literalmente, “palavras inventadas”. Bíblia de Estudo Andrews.
Os falsos mestres fingiam ter conhecimento secreto e persuadiam os crentes a lhes dar dinheiro, revelando assim seus reais motivos. CBASD, vol. 7, p. 662.
3b-10 Pedro responde a uma terceira objeção: a de que não haverá juízo. Bíblia de Estudo Andrews.
Juízo. A referência aqui é à destruição dos falsos mestres. CBASD, vol. 7, p. 662.
a sua destruição não dorme. Os falsos mestres afirmavam que, se fosse acontecer um juízo, ele já teria ocorrido até aquela época. Pedro confirma a certeza do juízo dando três exemplos: a expulsão dos anjos maus do Céu, o dilúvio e a destruição de Sodoma e Gomorra (ver também 3:5-10). Bíblia de Estudo Andrews.
4 Anjos. O autor não especifica o pecado que provocou a queda desses anjos (cf. com. [CBASD] de Jd 6; Ap 12:4, 7-9). O raciocínio de Pedro é de que se Deus não poupou os anjos, seres espirituais que viveram em Sua presença, não deixará de punir os ímpios que levam outros a se desviar. CBASD, vol. 7, p. 662.
inferno. Pedro o caracteriza como um lugar de “trevas”. Para os anjos maus, esta Terra é seu “inferno”. Ap 12:9-12 afirma que Deus lançou os anjos maus na Terra e Ap 20 diz que eles permanecerão acorrentados aqui até o dia do juízo (sobre o inferno, ver notas [desta referência] sobre Mt 10:28; 25:41). Bíblia de Estudo Andrews.
Precipitando-os no inferno. Tradução do verbo grego tártoroō, “manter cativo no tártaro”. Os antigos gregos consideravam que o “tártaro” era a morada dos ímpios mortos e o lugar em que o castigo lhes era dado. Portanto, correspondia ao geena dos judeus (cf. com [CBASD] de Mt 5:22). Escrevendo às pessoas que viviam em um ambiente helenístico, Pedro emprega um termo grego para transmitir seu pensamento. No entanto, ao fazer isso, não endossa nem a ideia grega do tártaro [conceito grego] nem o conceito popular judaico de geena. Aqui, o tártaro se refere simplesmente à condição a que os anjos maus estão restritos até o dia do juízo. CBASD, vol. 7, p. 662, 663.
Abismos de trevas. A linguagem de Pedro é figurativa e não serve para identificar algum lugar em particular como a morada dos anjos caídos. Esta frase é diferente daquela usada por Judas em sua passagem paralela. CBASD, vol. 7, p. 663.
5 Pregador. Do gr. kērux, “arauto” […]. Desde os tempos antigos, o ofício do kērux era sagrado, e sua pessoa, inviolável, uma vez que o arauto era considerado como estando sob a proteção imediata dos deuses. Noé foi “arauto da justiça” do Senhor, isto é, proclamou uma mensagem sobre a justiça. CBASD, vol. 7, p. 663.
7 Livrou. Embora Pedro esteja preocupado principalmente com a certeza dos juízos divinos, ele tem o cuidado também de enfatizar os atos misericordiosos do Senhor. CBASD, vol. 7, p. 663.
Afligido. Do gr. kataponeō, “cansar-se com a labuta”, dando a ideia de Ló estar desgastado e revoltado com a imoralidade do povo de Sodoma. CBASD, vol. 7, p. 664.
8 Pelo que via e ouvia. Os atos pecaminosos assaltavam Ló por todos os lados, atingindo sua integridade pelos olhos e pelos ouvidos até parecer não haver fuga de sua influência. CBASD, vol. 7, p. 664.
10-22 Pedro denuncia os falsos mestres. Bíblia de Estudo Andrews.
1o Imundas. Do gr. miasmos, “poluição”, “corrupção”; de onde vem a palavra em português: “miasma”. O contexto (v. 2, 12-22) indica que os que perturbavam a igreja espalhavam não só falsas doutrinas, como também imoralidade. É um fato que, ao longo da história da igreja cristã, a fraqueza doutrinária muitas vezes foi acompanhada pela fraqueza moral. Os que se afastam da verdade divina também abandonam seu padrão de conduta pessoal. CBASD, vol. 7, p. 665.
Menosprezam qualquer governo. Ou, “desprezam o senhorio”. […] a maioria dos comentaristas concorda que aqui se refere ao senhorio de Cristo. […] Uma forma de testar a validade uma nova doutrina é analisar sua consideração para com a Divindade: ela é verdadeiramente reverente ou trata a Divindade de forma desrespeitosa? CBASD, vol. 7, p. 665.
Não temem. As opiniões se dividem quanto a quem se refere a expressão “autoridades” ou “glórias” (doxai). [hipóteses citadas na referência: a. anjos maus; b. anjos bons; c. toda a família celestial, incluindo Deus, Cristo; d. os anjos, autoridades terrenas locais]. CBASD, vol. 7, p. 665.
13 Tais homens (ARC). A frase diz, literalmente: “considerando a vida luxuriosa [truphē] um prazer [hedonē]“. […] Pedro descreve os sedutores como se estivessem se entregando aos desejos sensuais que pertencem às trevas da noite, no entanto, considerando-os como experiências felizes e legítimas, acima de qualquer suspeita, mesmo à luz do dia. CBASD, vol. 7, p. 666.
14 Olhos cheios de adultério. Ou, “de uma adúltera”. Isto dá uma imagem vívida de homens cujos pensamentos refletem continuamente a imagem de uma adúltera. Seus principais desejos são sexuais, e cada mulher que encontram é imediatamente avaliada sob esse ponto de vista (cf. com. [CBASD] de Mt 5:28). Não é surpreendente que se achem incapazes de controlar suas paixões e evitar o pecado. CBASD, vol. 7, p. 666, 669.
15 Caminho de Balaão. Ao longo deste capítulo, parece que Pedro tinha Balaão em mente como o protótipo dos enganadores de sua época. Esses amavam o ganho financeiro e incentivavam a sensualidade, assim como o antigo profeta. CBASD, vol. 7, p. 669.
17 fonte sem água […] névoas impelidas por temporal. Ambas as metáforas se referem à incapacidade dos falsos mestres de prover a “liberdade” que prometem (v. 19). Bíblia de Estudo Andrews.
20 Senhor e Salvador Jesus Cristo. Aquele que obteve o pleno conhecimento de Jesus terá uma compreensão pessoal dos poderes do Salvador, tendo-os experimentado na própria vida. Seu conhecimento experimental de Cristo os levará a fugir do mundo e de suas corrupções, e o poder de Cristo o terá capacitado totalmente a escapar deles. Assim, Pedro vê seu próprio rebanho como tendo escapado e está ansioso para que não seja seduzido a voltar ao mundo pela sedução dos falsos mestres. CBASD, vol. 7, p. 671.
Enredar. Assim como os gladiadores se enredavam nas redes um do outro durante o combate, o crente que cede às seduções mundanas ficará irremediavelmente enredado e será destruído. […] é pelas impurezas que o cristão é vencido. CBASD, vol. 7, p. 671.
Seu último. Aquele que, tendo sido cristão, volta para o mundo, torna-se espiritualmente endurecido e menos sensível aos apelos espirituais. Sua salvação se torna mais difícil (cf. Mt 12:45; Lc 11:26; Hb 6:4-8; 10:26). CBASD, vol. 7, p. 671.
21 Melhor lhes fora. A posição dos apóstatas teria sido melhor se nunca tivessem se tornado cristãos, pois poderiam ainda ser alcançados como pagãos. A beleza da verdade cristã causaria forte impressão em seu coração e eles seriam mais suscetíveis às influências do evangelho. CBASD, vol. 7, p. 671.
Conhecido. Aquele que obteve o pleno conhecimento do Salvador não pode mais ser o mesmo de quando não tinha o conhecimento. O conhecimento traz responsabilidade. A pessoa é responsável por aquilo que conhece. Embora o cristão apóstata retorne às maneiras mundanas, não pode escapar à responsabilidade pelo conhecimento salvífico de Cristo que uma vez aceitou e depois rejeitou. CBASD, vol. 7, p. 671.
22 Porca. Este não é um provérbio bíblico, mas pode ter sido corrente nos círculos judaicos da época de Pedro. A figura é usada para descrever o cristão que foi lavado das corrupções do mundo, mas que, pela apostasia, volta a se poluir novamente com as impurezas morais de que havia sido resgatado pelo evangelho. CBASD, vol. 7, p. 672.
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Texto bíblico: II PEDRO 1 – Primeiro leia a Bíblia
II PEDRO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2pe/1
Conta-se a história de uma mulher que passou mais de 20 anos cuidando de um homem rico. À medida que a morte se aproximava, o homem decidiu deixar uma parte considerável de sua riqueza para a mulher que tão ternamente cuidou dele. Ele escreveu tudo em um pedaço de papel e entregou a ela. Ela agradeceu, levou o pedaço de papel para seu humilde apartamento em Londres e pregou-o na parede. Como ela não sabia ler, ela não tinha ideia do que dizia.
Ao longo dos anos após a morte do homem, a mulher continuou a viver na pobreza. Poucos dias antes dela morrer, o pastor veio visitá-la. Ele perguntou a ela sobre o pedaço de papel pregado na parede. Enquanto ele lia para ela, ela de repente percebeu tudo o que havia perdido. Essa folha de papel possuía a promessa de tudo que ela sempre precisou para uma vida boa e confortável.
Tudo o que precisamos para uma vida boa pode ser encontrado nas grandes e preciosas promessas de Deus. Essas promessas se cumprem não apenas nos dons, mas se tornam ainda mais verdadeiras no presente que o próprio Jesus é para nós. Reivindique sua herança hoje!
Dan Martella
Pastor e administrador aposentado, Hanford, Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2pe/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1053 palavras
1 Servo. Do gr. doulos (ver com. [CBASD] de Rm 1:1). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 651.
Apóstolo. Do gr. apostolos, “mensageiro”. CBASD, vol. 7, p. 651.
Conosco. Ou seja, assim como nós temos. Pedro equipara a fé dos leitores à sua. CBASD, vol. 7, p. 651.
conosco obtiveram fé igualmente preciosa. Como apóstolo e testemunha ocular da majestade de Jesus (1:16), a fé manifestada por Pedro era tão preciosa aos olhos de Deus quanto a dos leitores que não viram a Cristo (Jo 20:29). Bíblia de Estudo Andrews.
Obtiveram. O dom é devido à graça de Deus e não a qualquer valor inerente ao indivíduo. CBASD, vol. 7, p. 651.
justiça do nosso Deus. Aqui, Pedro explica que seus leitores compartilhavam a mesma fé que ele, em virtude da misericórdia divina, que traz salvação a todos. CBASD, vol. 7, p. 651.
Salvador. A construção grega sugere que “nosso Deus e Salvador Jesus Cristo” se refere a uma só pessoa: Jesus Cristo. A frase pode ser traduzida como “o nosso Deus, o Salvador Jesus Cristo”. Tão clara aceitação da divindade de Jesus não causa surpresa, pois o próprio Pedro reconheceu que o Senhor era “o Filho do Deus vivo” (Mt 16:16), e tinha ouvido e tinha ouvido Tomé chamá-Lo de “Senhor meu e Deus meu” (Jo 20:28; […]). CBASD, vol. 7, p. 651, 652.
2 Sejam multiplicadas. Os leitores já possuíam graça e paz. Então, o apóstolo deseja que eles obtenham mais ainda provisões desses dons celestiais (ver 2Pe 3:18). CBASD, vol. 7, p. 652.
No pleno conhecimento. Ou, “no conhecimento”. A palavra aqui usada para “conhecimento” (epignōsis) é mais enfática do que a forma substantiva simples (gnōsis), e sugere um conhecimento mais amplo e perfeito, resultado da contemplação do objeto estudado. Esse conhecimento influencia a vida de que o obtém. Quando se centra no Pai e no Filho, traz graça abundante e paz ao coração. CBASD, vol. 7, p. 652.
3 Visto como. Ou, “visto que”. As palavras que se seguem são uma expansão do pensamento de que a graça e a paz vêm do conhecimento pessoal de Deus e de Cristo (v. 2). CBASD, vol. 7, p. 652.
Todas as coisas. Um lembrete de que o Senhor não reteve nenhuma ajuda necessária à salvação. CBASD, vol. 7, p. 652.
nos têm sido doadas todas as coisas. Deus fez provisão plena para nossa vida espiritual. Ela é recebida por meio de Jesus. Bíblia de Estudo Andrews.
Piedade. Do gr. eusebeia, “religião”, a conduta cristã (ver com. [CBASD] de 1Tm 2:2). Os dons são concedidos por Cristo a fim de que Seus seguidores atinjam os padrões estabelecidos para eles. A vida vitoriosa não pode ser vivida sem os dons, por isso, cabe a nós aceitá-los e usá-los. CBASD, vol. 7, p. 652.
Glória e virtude. A visão do Cristo “exaltado” estimula as pessoas a abandonar o pecado e buscar as gloriosas qualidades oferecidas pelo Salvador. CBASD, vol. 7, p. 652.
4 Mui grandes promessas. O apóstolo se refere a todas as garantias divinas que se cumprem na salvação do crente. No entanto, tendo em vista o uso posterior (2Pe 3:13), a palavra pode se referir especialmente à segunda vinda e à glória que a acompanha, caso em que todas as promessas divinas se cumprirão. CBASD, vol. 7, p. 653.
5-7 associai com a vossa fé […] amor. O crescimento espiritual começa com a fé, nossa primeira reação ao evangelho, e culmina com o amor, a maior das virtudes (1Co 13:13), o cumprimento da lei (Rm 13:10) e a evidência da perfeição cristã (Mt 5:44-48). Bíblia de Estudo Andrews.
10 confirmar a vossa vocação e eleição. O crescimento espiritual não é a base para nosso chamado e nossa eleição. Todavia, repudiamos a eleição quando nos negamos a crescer. Bíblia de Estudo Andrews.
14 estou prestes a deixar o meu tabernáculo. O tabernáculo é uma construção temporária, uma metáfora para a brevidade da vida (2Co 5:1-4). Bíblia de Estudo Andrews.
16-18 Pedro responde à primeira objeção dos falsos mestres: a alegação de que a segunda vinda é um mito. Bíblia de Estudo Andrews.
16 testemunhas oculares da sua majestade. Pedro argumenta que a transfiguração (Mc 9:1-8) foi uma prévia e um anúncio da segunda vinda de Jesus. Bíblia de Estudo Andrews.
19 Tanto mais confirmada a palavra profética. Pedro sugere que a profecia é uma base ainda mais garantida para a crença na segunda vinda do que seu testemunho pessoal da glória de Jesus na transfiguração. Bíblia de Estudo Andrews.
Pedro e seus condiscípulos baseavam suas firmes convicções sobre a missão de Cristo na forma como Sua vida cumpriu as promessas do AT (cf. At 2:22-36; 3:18; 4:10, 11, 23-28). Esse conhecimento, somado ao conhecimento pessoal do Senhor durante Seu ministério terrestre (cf. 1Jo 1:1-3), dava a eles uma base inabalável para a fé. Eles passaram a vida compartilhando a fé com os outros, edificando, assim, a igreja apostólica. Hoje os representantes de Cristo têm a mesma missão. CBASD, vol. 7, p. 658.
até que o dia clareie. A profecia cumpre uma função até a chegada de seu cumprimento. Ela deve fazer Jesus – a “estrela da alva” e a “luz” da esperança – brilhar em nosso viver diário. Bíblia de Estudo Andrews.
O dia. A mente de Pedro parece ter passado, muito naturalmente, da transfiguração, que prefigurava o retorno glorioso do Senhor para o grande “dia” em si. Ele não estava apenas lembrando seus leitores do espetáculo que tinha contemplado no monte, mas dirigindo a mente deles para o evento glorioso prenunciado: a segunda vinda de Cristo em poder e glória. CBASD, vol. 7, p. 658.
Estrela da alva. Do gr. phōsforos, composto de phōs, “luz”, e do verbo phero, “portar”; portanto, “portador de luz” ou “aquele que traz luz”. Phōsforos, que ocorre somente aqui no NT, era utilizado para o planeta Vênus, em geral conhecido como a estrela da manhã (cf. com. [CBASD] de Is 14:12). Aqui, sem dúvida, o apóstolo se refere a Cristo (cf. com. [CBASD] de Ml 4:2; Lc 1:78, 79; Ap 2:28; 22:16). CBASD, vol. 7, p. 658.
20, 21 Pedro responde à segunda objeção: a profecia tem origem humana. Bíblia de Estudo Andrews.
20 particular elucidação. Refere-se à acusação de que os profetas interpretaram os próprios sonhos e visões pessoais, ou seja, de que a profecia teria origem humana. Bíblia de Estudo Andrews.
21 Homens [santos] falaram da parte de Deus. Evidências textuais […] apoiam a variante “homens falaram da parte de Deus”, isto é, aqueles que foram movidos pelo Espírito Santo transmitiram as mensagens que haviam recebido de Deus. CBASD, vol. 7, p. 658.
falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo. Pedro argumenta que a palavra profética resulta da obra e do poder do Espírito Santo. Bíblia de Estudo Andrews.
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“Porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo” (v.21).
Em sua segunda carta, o apóstolo Pedro já não mais se refere aos “forasteiros da Dispersão” (1Pe.1:1), mas aos que “obtiveram fé igualmente preciosa na justiça” (v.1) de Jesus Cristo, assim como ele e os demais conversos haviam obtido. A preciosa graça que os havia alcançado rasgaria as cortinas do tempo até atingir o coração da geração de cristãos dos últimos dias. O que o pastor Pedro escreveu, certamente alcançaria as últimas ovelhas do rebanho do Senhor. Mesmo após a sua morte, sua voz não seria calada e, por meio destas cartas, tremendas advertências nos são dadas para que possamos crescer “no pleno conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor” (v.2); o conhecimento fundamental e indispensável para “todos quantos amam a Sua vinda” (2Tm.4:8).
Conduzidos “à vida e à piedade, pelo conhecimento completo dAquele que nos chamou para a Sua própria glória e virtude” (v.3), os filhos de Deus têm recebido grande luz, e, à cada geração, apesar das trevas morais e espirituais que têm se multiplicado, Deus os têm suprido de sabedoria e entendimento. O conhecimento de Deus e do Seu Cristo através de uma vida de comunhão e de relacionamento diário, e a plena esperança nas Suas “preciosas e mui grandes promessas”, os estão tornando “coparticipantes da natureza divina” (v.4). Santo e sagrado privilégio! O ser humano é convidado a refletir o caráter de Cristo ainda aqui, através da diligente prática dos seguintes atributos, perfeitamente associados, nesta ordem:
1. Fé;
2. Virtude;
3. Conhecimento;
4. Domínio Próprio;
5. Perseverança;
6. Piedade;
7. Fraternidade;
8. Amor.
Através destas coisas, existindo em nós e em nós aumentando (v.8), o Espírito Santo cuida de produzir e multiplicar o Seu sublime fruto. E Pedro enfatizou a importância de uma procura diligente quanto a “confirmar a [nossa] vocação e eleição” (v.10), o que lança por terra a teoria de “uma vez salvo, salvo para sempre”. Assim como o próprio Jesus cumpriu com diligência cada etapa de Seu ministério terrestre, perdendo a Sua vida para reconquistá-la ao terceiro dia, como Seus discípulos, somos chamados para morrer para as “paixões que há no mundo” (v.4) e viver segundo a eleição até que, por Sua graça, alcancemos o galardão naquele grande Dia. “Pois desta maneira é que [nos] será amplamente suprida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (v.11).
O pecado nos tornou naturalmente egoístas e, dentro deste contexto, nossas tendências estão sempre voltadas a atender as nossas próprias vontades e ambições. Abrimos mão dos benefícios da providência divina quando nos rebaixamos a atender aos caprichos de nosso enganoso e corrupto coração. Somente a constante entrega do humilde suplicante pode promover a transformação do caráter e o crescimento tão necessário do conhecimento de Deus e de Cristo. Aquele que nos guia “a toda a verdade” (Jo.16:16), possui uma verdade presente de valor inestimável para o nosso tempo, mas nem todos estão dispostos a aceitá-la e vivê-la, como enfatizou Ellen White:
“Os que apresentam a verdade para este tempo não devem esperar ser recebidos com mais favor do que o foram os primeiros reformadores. A grande controvérsia entre a verdade e o erro, entre Cristo e Satanás, há de aumentar em intensidade até ao final da história deste mundo” (O Grande Conflito, CPB, p.66).
A Bíblia não é um livro comum, nem tampouco um compêndio de “fábulas engenhosamente inventadas” (v.16). Toda ela aponta para o reencontro da criatura com o Seu Criador. “Porque o Senhor cumprirá a Sua palavra sobre a Terra, cabalmente e em breve” (Rm.9:28). E assim como Pedro foi testemunha ocular na primeira vinda do nosso Salvador, nós o seremos, pela graça de Deus, em Sua segunda vinda. Busquemos, pois, com muito mais empenho, estar confirmados na verdade presente (v.12), pois, conforme “a palavra profética”, ela é como “uma candeia que brilha em lugar tenebroso”, e nos aponta o caminho para Casa. Lembrem-se: “Crede no Senhor, vosso Deus e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20).
Pai de amor, clamamos a Ti para que o Teu Espírito nos conduza à vida e à piedade, pelo conhecimento completo do Senhor, que nos chamou para a Sua glória e virtude! Habita em nós, Senhor, a fim de que nos tornemos coparticipantes da Tua natureza! Lindo é o Teu caráter, ó Deus! E nós, indignos de obtê-lo. Mas, por Tua graça e misericórdia, cremos que podes transformar a nossa vida à semelhança do Teu Filho amado. Que a Tua verdade presente, com tudo o que ela implica, seja colocada em prática em nossa vida pelo poder do Teu Espírito. No nome precioso de Jesus, nós Te pedimos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, “coparticipantes da natureza divina” (v.4)!
Rosana Garcia Barros
#2Pedro1 #RPSP
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