Reavivados por Sua Palavra


I JOÃO 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
21 de março de 2025, 0:40
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I JOÃO 4 – O discípulo do amor, com autoridade apostólica e ternura pastoral, adverte contra falsos espíritos, exalta a supremacia do amor divino e estabelece que a verdadeira comunhão com Deus se manifesta no amor ao próximo.

O cristão não pode ser ingênuo para não ser enganado (I João 4:1-6). O espírito do anticristo já opera no mundo, espalhando engano e rebelião contra a verdade divina. Contudo, os crentes fiéis não precisam temer, se identificarem a doutrina correta e entenderem que a vitória pertence àqueles que pertencem a Deus.

• A voz dos apóstolos é a voz da verdade; a voz do mundo é a voz do erro.

O auge da revelação sobre Deus está na curta premissa de João: “Deus é amor”. Este não é um mero atributo dEle, é Sua própria essência. Sendo Deus amor, todo aquele que é nascido dEle, ama (I João 4:7-12).

• O amor não é uma teoria; é uma evidência inegociável da regeneração.
• O amor ao próximo não é uma sugestão do cristianismo, é uma consequência inevitável da presença de Deus em nós.

O amor sacrifical só é possível mediante a presença do Espírito Santo, O qual é a garantia da nossa filiação e de nossa comunhão com Deus. Assim, o amor divino é aperfeiçoado em nós de maneira que expulsa o medo (I João 4:13-18). O medo é a antítese da confiança; aquele que teme ainda não entendeu a plenitude do amor divino.

• O cristão não vive sob a sombra do pavor, mas na luz da certeza do amor de Deus.

O amor genuíno, exemplificado por Cristo, não nasce automaticamente; é uma resposta ao amor divino. De acordo com João, o teste definitivo da fé não está apenas na adoração, mas no trato com o próximo: Quem ama a Deus, ama também seu irmão (I João 4:19-21).

I João 4 não permite neutralidade. A fé cristã verdadeira se revela em discernimento doutrinário, em confiança no amor de Deus e em um compromisso inabalável com o amor ao próximo.

A mensagem de João é inegociável:

• A marca inconfundível do cristianismo verdadeiro é o amor.
• Sem amor, o cristianismo não tem valor.

Que sejamos conhecidos não apenas pelas doutrinas, mas pelo nosso amor que reflete a própria natureza de Deus! – Heber Toth Armí.



I JOÃO 3 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
20 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: I JOÃO 3 – Primeiro leia a Bíblia

I JOÃO 3 – BLOG MUNDIAL

I JOÃO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



I JOÃO 3 by Luís Uehara
20 de março de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1jo/3

Meras palavras são insuficientes quando um corpo está doendo ou um coração está dilacerado, quando a conta bancária está sem saldo, mas as contas são altas. Os sofredores exigem ações compassivas, não apenas palavras descartáveis sem o respaldo de ações tangíveis.

Não é de admirar que João exorte o leitor: “não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade.” (3:18 NVI)

Verbalizar o amor a uma pessoa com deficiência, mãe solteira ou viúva idosa é fácil. Mas muitos se recusam a demonstrar, a encarnar esse amor ajudando as pessoas financeiramente ou apoiando-as emocionalmente. Freqüentemente, “amor” nada mais é do que um sentimento vazio que causa dor em corações que lutam e precisam mais do que palavras.

Nunca diga “Eu te amo” aos sofredores, a menos que você esteja disposto a praticar essas palavras em atos de misericórdia e generosidade. Ouvir suas palavras, sabendo que você não vai levantar um dedo para ajudá-las, deixa as pessoas se sentindo mais sozinhas e angustiadas do que antes. Com certeza essas pessoas não vão acreditar que você as ama!

Você quer que as pessoas acreditem que você as ama genuinamente, que Deus realmente as ama? Prove! Deixe o amor ser percebido em suas ações, não apenas em suas palavras.

O amor verdadeiro se revela em ações afetuosas.

Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1jn/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



I JOÃO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
20 de março de 2025, 0:50
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874 palavras

2 Manifestou. Ver com. de 1Jo 2:28. O apóstolo mostra que considera como certa a suprema perfeição de caráter e de corpo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 716.

Quando Ele se manifestar. Ou, “quando Ele aparecer”. CBASD, vol. 7, p. 716.

Semelhantes a Ele. Refere-se ao cumprimento do plano de Deus para o homem caído, a restauração da imagem divina. … A restauração será concluída na segunda vinda (1Co 15:51-53; Fp 3:20, 21). CBASD, vol. 7, p. 716.

Porque haveremos de vê-Lo. A mesma condição espiritual [discernimento espiritual] existirá em quem olhar para cristo no último dia. CBASD, vol. 7, p. 716.

Como Ele é. Quando Cristo vier pela segunda vez, aparecerá em toda a Sua glória (Mt 25:31) e será contemplado em Seu verdadeiro esplendor. CBASD, vol. 7, p. 716.

4 Pecado. O texto grego diz, literalmente, “o pecado”. … o uso do artigo definido sugere que o autor está falando de “pecado” para se referir a todo tipo de pecados, ou seja, o pecado que causa a separação entre Deus e a pessoa. CBASD, vol. 7, p. 717.

O pecado é a transgressão da lei. Literalmente, “o pecado é a ilegalidade”. … A lei de Deus é uma transcrição de Seu caráter. Jesus veio para revelar à humanidade o caráter de Seu Pai. Ele é, portanto, a lei amplificada e demonstrada. Se as pessoas querem ordenar sua vida em harmonia com a lei de Deus, devem contemplar a Jesus e imitar Sua vida. A lei pode ser resumida nas seguintes palavras: “ser como Deus” ou “ser como Jesus”. A transformação do caráter à semelhança divina é o grande propósito do plano de salvação. CBASD, vol. 7, p. 717.

João ainda não terminou de falar a respeito dos imperfeitos “santos”, que acham que não tem pecado, mas no verso 2 ele trata de outro problema. Aqui encontramos um verso que muitos membros da igreja interpretam mal: “Amados, … ainda não se manifestou o que havemos de ser, mas sabemos que, quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele” (NVI). Alguns vêem nesse texto uma referência a um perfeccionismo sem pecado no tempo do fim. Essas pessoas utilizam como argumento o verso 4, que diz: “Todo aquele que pratica o pecado transgride a Lei; de fato, o pecado é a transgressão da Lei” (NVI). … [porém] A palavra grega para Lei (nomos) não é encontrada nem uma vez em 1 João. A palavra grega traduzida por lei no verso 4 significa “ilegalidade, iniquidade”, “rebelião”. Assim, a melhor tradução de 1Jo 3:4 é: “Qualquer que pratica o pecado também pratica iniquidade, porque o pecado é iniquidade” [ou rebeldia], conforme visto na versão Almeida Revista e Corrigida. Ou seja, o pecado da disposição mental de rebeldia, opor-se deliberadamente à influência do Espírito Santo. Significa viver como se não houvesse nenhuma lei. E isso, João nos diz nos versos 6 e 9, é uma impossibilidade para os cristãos. “Qualquer que permanece nele não vive pecando; qualquer que vive pecando não o viu nem o conheceu” e “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus” (v. 6, 9 ARC). Derek J. Morris, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/22.

6 Não vive pecando. Ou, “não continua a pecar”, ou “não peca habitualmente”, como implica a forma do verbo grego. O apóstolo se refere ao pecado habitual, não a erros ocasionais que qualquer cristão é propenso a cometer (ver com. de 1Jo 2:1). João sabe que os cristãos são induzidos a pecar (1Jo 1:8, 10), mas também conhece o remédio para tais falhas (1Jo 1:9; 2:1). Aqui, fala do estado ideal que é alcançável por aquele que permanece constantemente na presença protetora do Salvador sem pecado. CBASD, vol. 7, p. 718.

Todo aquele que vive pecando. Ou seja, todo aquele que peca por costume. CBASD, vol. 7, p. 718.

Não O viu. Aquele que continua a pecar demonstra que não conservou sua visão original de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 718.

8 Manifestou. Do gr. phanereoo (ver com. do v. 5). Uma clara referência à encarnação, o que implica a preexistência de Cristo como o eterno Filho de Deus (ver com. de Mq 5:2; Jo 1:1-3; ver vol. 5, p. 1013). Porém, o interesse de João aqui não é estabelecer a natureza de Cristo: ele se ocupa em explicar o propósito que levou o Filho de Deus a Se “fazer carne”. CBASD, vol. 7, p. 719.

As obras do diabo. Essas “obras” incluem todo o mal que Satanás tem sempre feito no mundo e na criação de Deus. Porém, esta referência particular pode ser aos pecados que o diabo fomenta na vida dos seres humanos. Cristo veio para libertar os homens da escravidão do pecado (ver com. de Mt 1:21), desfazendo a obra do maligno. CBASD, vol. 7, p. 719.

9 Não vive na prática do pecado. isto é, não continua a pecar ou não peca habitualmente. … O apóstolo caracteriza aqueles que nasceram de Deus. … Não continuam escravos de seus antigos pecados, nem cometem habitualmente os antigos erros. CBASD, vol. 7, p. 719.

Não pode viver pecando. Ou, “não é capaz de continuar em pecado”, ou “não é capaz de pecar habitualmente”. Isso não significa que o cristão sejas incapaz de cometer uma ato errado. Se ele não fosse  capaz de pecar, não haveria nenhuma virtude em ser sem pecado, e não haveria nenhum desenvolvimento de caráter. João já deu a entender que o cristão comete erros ocasionais (ver com. de 1Jo 2:1). CBASD, vol. 7, p. 719.



1João 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de março de 2025, 0:45
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A paternidade de Deus para com a humanidade é algo tão grandioso e sublime, que não pode ser comparada com a paternidade terrena. O único amor que Ele mesmo usou como uma analogia, para fins de compreensão humana, foi o amor de mãe (Is.49:15). O amor de Deus, porém, é um amor incomparável e acima de nosso intelecto limitado. Só a eternidade explicará um amor que dá a própria vida para salvar pessoas que não merecem ser salvas. Ele nos chama de Seus filhos e a Sua graça e misericórdia nos estende o tempo de espera de um Pai que está pronto para correr em nossa direção e nos envolver com beijos e abraços (Lc.15:20). Este capítulo, portanto, trata-se do mais lindo recado de amor de um Pai para Seus filhos.

Amados, agora, somos filhos de Deus” (v.2), e como Seus filhos representamos os Seus interesses e somos herdeiros da fiel promessa. E, “quando Ele Se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque haveremos de vê-Lo como Ele é” (v.2). Crendo nesta esperança, somos purificados, “assim como Ele é puro” (v.1). Não faz parte, porém, da vida de um filho de Deus a prática do pecado, porque “aquele que permanece nEle não vive pecando; todo aquele que vive pecando não O viu, nem O conheceu” (v.6). Aqui nós entramos em um assunto extremamente delicado, que muitos não têm compreendido (ou não querem compreender). João não afirmou que deixamos de ser pecadores, mas que não mais vivemos na prática do pecado. Percebem, amados?

Diante da dificuldade do ser humano em fazer diferença entre o bem e o mal, o Senhor nos deixou Sua preciosa Palavra e os escritos do Espírito de Profecia em nosso tempo, para que possamos compreender qual a largura, altura e profundidade da última “arca” da salvação. “Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém” (v.7). Temos a verdade presente em mãos para aprender e praticar a justiça que vem de Deus. E o que temos feito com este tesouro celeste? Buscado do Senhor a unção do Espírito Santo para fazer a Sua vontade, ou ignorado tudo aquilo que contraria a nossa própria vontade? Jesus não apenas Se manifestou para nos salvar, mas também “para destruir as obras do diabo” (v.8). E se o diabo veio “para roubar, matar e destruir” (Jo.10:10), todo aquele “que pratica o pecado procede do diabo” (v.8).

Aquele que possui “recursos deste mundo” e nega ajudar um irmão em necessidade, “como pode permanecer nele o amor de Deus?” (v.17). Aquele “que odeia a seu irmão é assassino” (v.15)! Amar “de fato e de verdade” (v.18) envolve uma boa consciência diante de Deus e diante dos homens. Ser da verdade não é deixar de errar, mas a constante busca por um coração em paz “diante de Deus” (v.21). E as nossas orações passam a ser atendidas “porque guardamos os Seus mandamentos e fazemos diante dEle o que Lhe é agradável” (v.22). Desta forma, permanecemos em Deus, e Deus, em nós, através da constante atuação do Espírito Santo em nossa vida. E a virtude inaugural de Seu maravilhoso fruto é o amor (Gl.5:22). “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a Sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos” (v.16).

A abordagem de João com relação a Caim é muito clara. Porque Caim matou Abel? “Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas” (v.12). A inveja despertou-lhe o ódio homicida, e este mesmo sentimento vil tem transformado a igreja de Deus no único exército que fere e que mata os seus próprios soldados. Até quando a paciência do Senhor terá de suportar este conflito “sangrento”? Os filhos de Deus, diz a irmã White, “devem ser os mensageiros vivos para proclamar uma mensagem viva nestes últimos dias” (Igreja Remanescente, p.60). Precisamos odiar o pecado que há no mundo, não as pessoas que nele estão. Declarar a verdade é diferente de atacar usando a verdade. Percebem? Que ungidos pelo Espírito Santo, como filhos de Deus que somos, sejamos sal e luz do mundo, iluminados pelo amor de nosso Pai celestial!

Amado Pai Celestial, as palavras inspiradas dadas a João – um homem que possuía uma natureza rude e vingativa, mas que foi transformado pelo poder do amor de Cristo – estas palavras chegam até nós hoje como um atalaia a nos indicar o caminho a seguir a fim de que possamos chegar seguros no Lar. O amor a Ti, Senhor, e o amor ao nosso próximo são indicativos incontestáveis de que o Teu Espírito habita em nós. Mas a verdade é que a nossa realidade como igreja de Deus está tão longe disso. Não amamos ardentemente uns aos outros. E muitas vezes o que temos é mais valorizado do que o que somos. Pai do Céu, tem misericórdia de nós! E por favor, Senhor, sacode a Tua igreja para que não tenhamos que viver por muito tempo nesta Terra. Porque, enquanto não tivermos a plenitude do Espírito Santo, Jesus não voltará. Une a Tua igreja num só propósito, num só coração, meu Pai! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhos do Pai Celeste!

Rosana Garcia Barros

#1João3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I JOÃO 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
20 de março de 2025, 0:40
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I JOÃO 3 – Este capítulo ressoa como trovão celestial, trazendo uma mensagem de identidade, santidade e separação do pecado. Com precisão de um mestre e paixão de um profeta, João expõe a realidade inegociável da filiação divina e da incompatibilidade entre a prática do pecado e a vida cristã genuína.

O cristão não é meramente alguém que professa uma fé, mas alguém cuja identidade foi radicalmente redefinida (I João 3:1-3). O amor de Deus não é uma abstração, é uma força regeneradora que nos separa do mundo e conforma-nos à pureza de Cristo.

Se somos filhos de Deus, devemos refletir-Lhe o caráter… Assim, a esperança na manifestação gloriosa de Cristo não é passiva, é ativa. Pois, o verdadeiro fiel não aguarda o advento de Jesus com negligência moral, mas com zelo santificador.

O pecado não é uma questão trivial. É obra do Diabo – uma afronta contra a santidade de Deus. Cristo não veio apenas para perdoar pecados, mas para destruir o domínio do pecado sobre os que nEle creem. Portanto, aquele que é nascido de Deus não pode viver pecando – o que não implica em impecabilidade absoluta – é uma declaração da nova natureza que rejeita e combate o pecado (I João 3:4-10).

João separa dois grupos:

• Os filhos de Deus e os filhos do diabo.
• A linha divisória não é religiosa, é moral e espiritual.
• Quem pratica a justiça e ama ao irmão manifesta a filiação divina.
• Quem vive no pecado e na indiferença revela sua natureza depravada.

Não há meio-termo. O cristianismo genuíno não tolera uma vida de complacência com o pecado.

Se a santidade distingue os filhos de Deus dos filhos do diabo, o amor é sua marca visível. João remonta à história de Caim, que assassinou Abel por inveja – o ódio ao irmão evidencia morte espiritual. Portanto, o amor não é opcional para o cristão; é prova de regeneração. Contudo, não é qualquer amor, é o amor sacrifical e tangível; do contrário, será hipócrita/falso (I João 3:11-18).

O amor prático fortalece nossa confiança em Deus, a qual não se baseia em emoções voláteis, mas na fidelidade divina (I João 3:19-24).

• Então, fica a pergunta: Minha identidade é verdadeiramente a de um filho de Deus ou apenas de um religioso nominal?

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



I JOÃO 2 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
19 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: I JOÃO 2 – Primeiro leia a Bíblia

I JOÃO 2 – BLOG MUNDIAL

I JOÃO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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I JOÃO 2 by Luís Uehara
19 de março de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1jo/2

“Meus filhinhos”, João pastoralmente observa: “escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; Ele é a propiciação [“o sacrifício para o perdão de nossos pecados”, NVT] pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados de todo o mundo” (v. 1, 2 NVI). É praticamente impossível uma declaração mais clara do que esta a respeito do evangelho.

Mas João precisa voltar a falar a respeito dos mentirosos que afirmam viver “sem pecado”. No versículo 9, João chega ao coração do problema: “Quem afirma estar na luz, mas odeia seu irmão, continua nas trevas” (NVI). Um dos fatos tristes da história da igreja é que há muitos que pensam que podem amar a Deus sem amar aos semelhantes.

A segunda metade de João 2 lida com uma mentira ligada à Trindade. Eles negavam que Jesus era o divino Cristo e, portanto, estavam também negando o Pai (vs. 22, 23).

Aquele que permanecer no divino Cristo não só encontrará perdão (1Jo 1:9), mas também andará na luz dos mandamentos de Deus (v. 3-6), especialmente o mandamento de amar aos irmãos e irmãs (v. 9). De fato, permanecer nEle transformará nossa vida em todos os sentidos.

George Knight
Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1jn/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



I JOÃO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de março de 2025, 0:50
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1006 palavras

1 Para que não pequeis. Livrar-se totalmente do pecado é a meta estabelecida perante os filhos de Deus, e cada provisão foi feita para que todos possam alcançá-la. CBASD – Comentário bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 699.

Se, todavia, alguém pecar. Embora o objetivo de João seja a impecabilidade, João reconhece a possibilidade de um cristão sincero cometer um pecado (cf. com. de 1Jo 1:7-9). Ele faz isso não para tolerar o pecado, mas para apresentar Aquele que pode salvar o cristão que tenha caído. CBASD, vol. 7, p. 699, 700.

Advogado (gr. paraclētos, “chamado para o lado”). Bíblia Shedd.

Alguém que intercede em favor de outra pessoa. Bíblia de Estudo Andrews.

3 o temos conhecido. Não apenas conhecer a respeito dele, mas conhecê-lo pessoalmente. Bíblia de Estudo Andrews.

5 Tem sido aperfeiçoado. Tem cumprido seu propósito (4:16-19; 5:3). Bíblia de Estudo Andrews.

O amor para com Deus é aperfeiçoado na plena obediência à Palavra. Bíblia Shedd.

Como Ele andou. O padrão de obediência é o exemplo de Cristo (1 Pe 2.21; cf Cl 2.6). Bíblia Shedd.

6 permanece nele. Continua em constante relacionamento com ele (Jo 15:4-5). Bíblia de Estudo Andrews.

7 palavra. Mensagem.

9 Odeia. O menor traço de ódio é suficiente para mostrar que o Deus de amor não tem pleno domínio no coração (Mt 5:21, 22; MDC, 55-58). CBASD, vol. 7, p. 703.

12-17 O que os cristãos têm em Deus, em contraste com o que o mundo tem a oferecer. Bíblia de Estudo Andrews.

13, 14 Conheceis. […] denota uma relação pessoal com Cristo (13) e com Deus (14) que determina a nova vida. Bíblia Shedd.

15 o mundo. Neste texto, o termo representa tudo que se coloca em oposição a Deus e a seus caminhos (5:19; Jo 1:10). Bíblia de Estudo Andrews.

16 A concupiscência da carne. A concupiscência da carne é o desejo que impele à indulgência ao mal. […] Os escritores do NT consideram que o corpo humano tem disposição para o bem e também para o mal, portanto, está sujeito à redenção adquirida por Cristo (Rm 12:1; 1Co 6:15; Fp 1:20; 3:21). A expressão “concupiscência da carne” inclui tudo aquilo que tende irresistivelmente a uma complacência que contradiz a vontade de Deus. O apóstolo não acusa seus leitores de pecados vis, mas os adverte contra a inimizade entre Deus e todas as manifestações do pecado, a fim de salvá-los. CBASD, vol. 7, p. 707.

A concupiscência dos olhos. … pode ser entendida como uma referência ao prazer mental, estimulado através da visão. Grande parte do prazer pecaminoso do mundo se experimenta através dos olhos (ver com. de Mt 5:27, 28). Muitos dos que se apressam em negar qualquer intenção de ceder ao pecado aberto, sentem um vivo desejo de ler sobre o pecado, contemplá-lo em uma imagem, ou vê-lo retratado numa tela. Aqui se aplicam as palavras de 1Coríntios 10:12: “Aquele, pois, que pensa estar em pé, veja que não caia” (cf. com. de Gn 3:6). João pode ter pensado nos espetáculos de esportes brutais da arena romana, onde os homens lutavam entre si ou com animais selvagens até a morte. Esses esportes despertavam a mesma curiosidade mórbida que os espetáculos sádicos hoje. CBASD, vol. 7, p. 707.

soberba. Do gr. alazoneia, “vanglória”, “ostentação”, “exibição” (cf. com. de Tg 4:16). CBASD, vol. 7, p. 707.

Vida. A expressão “orgulho da vida” implica uma satisfação materialista com bens terrenos, um estado de espírito que substitui o espiritual pelo material. Todos, em diferentes graus, são propensos a tal orgulho e devem se precaver contra ele. Alguns se orgulham indevidamente de seu trabalho, outros, de suas posses, de sua própria beleza, ou de seus filhos. CBASD, vol. 7, p. 707.

18-28. Instrução sobre como reconhecer e lidar com aqueles a quem a epístola chama de “anticristos”. Bíblia de Estudo Andrews.

18 Última hora. A principal preocupação dos escritores da Bíblia que buscavam preparar os seus leitores com o encontro com Jesus era espiritual e não cronológica. Eles não pretendiam fornecer dados cronológicos sobre os últimos dias (cf. com. de At 1:6, 7). A mensagem de João teve o valor imediato de estimular seus irmãos na fé a viver na expectativa do breve retorno de Cristo. Estimulou-os a viver, como todos os cristãos deveriam, como se cada dia fosse o último. O solene anúncio: “É a última hora”, também moveria os crentes a testemunhar mais fervorosamente, apressando o advento de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 708.

O anticristo. Alguém que atua contra Cristo e que, em última instância, tenta tomar seu lugar. Jesus e outros escritores bíblicos profetizaram a respeito deste agente, sobretudo sobre aquele que aparecerá logo antes do retorno de Cristo (Dn 7:25, 26; 8:23-25; Mt 24:4, 5; 2Ts 2:1-10; 2Tm 3:1-8; Ap 13:1-6). Bíblia de Estudo Andrews.

A palavra pode significar … “aquele que se opõe a Cristo”, ou “alguém que reivindica o lugar de Cristo”, ou quem combina essas duas funções. O título de vice-Cristo, ou vice-regente de Cristo, transmitiria uma ideia semelhante quando usado por alguém que falsamente alegava ser investido da autoridade de Jesus. O apóstolo João é o único que usa o vocábulo “anticristo” no NT (aqui, e em 1Jo 2:22; 4:3; 2Jo 7), porém não dá nenhuma pista definitiva para a identificação de uma pessoa específica, pessoas ou instituição. Ele supõe que seus leitores já conheciam o tema, que esperavam a vinda do “anticristo” e que acreditavam que sua presença indicava a proximidade dos últimos dias. Sem dúvida, João pensava em heresias de sua época como o docetismo e o cerintianismo, ramificações do gnosticismo (ver p. 625, 626; vol. 6, p. 40-45; ver também com. de 1Jo 2:22; 2Jo 7). É oportuno recordar que o “anticristo” original é Satanás, que se opõe a Cristo com a ajuda de diversos instrumentos humanos. Antes de o homem ter sido criado, Satanás tentou destituir a Cristo (ver com. de Is 14:12-14; Ez 28:12, 13) e, desde então, tem inspirado sem cessar toda oposição contra Deus e Seu Filho Jesus Cristo (cf. com. de 2Ts 2:8, 9). CBASD, vol. 7, p. 708, 709.

19 fosse manifesto. Mostrados como realmente são. Bíblia de Estudo Andrews.

23 não tem o Pai. Ao rejeitar Jesus, a quem o Pai enviou, rejeita-se o Pai também. Bíblia de Estudo Andrews.

24 o que ouvistes. A verdade sobre Jesus e a vida eterna (v. 23, 25). Bíblia de Estudo Andrews.

27 Ensina (cf Jo 14.26, 1 Co 2.9-16). O Espírito e a Palavra (24-26) cooperam suprindo toda a necessidade dos fiéis. Bíblia Shedd.

29 A prática da justiça é resultado do novo nascimento (Ef 2.10). Bíblia Shedd.



1João 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de março de 2025, 0:45
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O surgimento do pecado no coração de Lúcifer deu início ao grande conflito dos séculos. E a entrada do pecado no mundo, através de nossos primeiros pais, resultou em consequências terríveis e, na vida de muitos, irreversíveis. Faz parte da razão humana o poder de decisão. O Senhor nos criou e nos dotou da liberdade de escolha, contudo, como Deus de amor, estabeleceu um prazo de validade para o mal. O Criador, em Sua onisciência, já sabia que o homem pecaria, mas o Seu amor foi maior do que a nossa rebeldia. Mesmo antes da fundação do mundo, já havia a solução através do perfeito plano da salvação. A vitória de Cristo nos garantiu uma defesa incontestável e insuperável: “Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (v.1).

Todos os pecados do mundo, desde Adão até o último ser humano antes do segundo advento de Jesus, foram pagos na cruz (v.2). Esta é uma garantia irrevogável. Mas será que basta apenas acreditar nesta verdade? Israel esperava pelo Messias, e verdadeiramente acreditava na promessa. Porém, a falta de conhecimento do Pai os fez rejeitar o Filho, pois Ele “veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam” (Jo.1:11). Jesus lidava com as pessoas ao Seu redor com um amor tão grande e, ao mesmo tempo, ensinava com uma autoridade e paciência, sem fazer acepção alguma, que foi visto como um rebelde e, não poucas vezes, como um blasfemo. Rejeitado, humilhado e desprezado, prosseguia em fazer a vontade do Pai independentemente das reações negativas de muitos. Pela falta de conhecimento do amor do Pai, o povo não reconheceu o amor do Filho e perdeu o sublime privilégio de conhecer a vida eterna. Pois “a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3).

Conhecer a Jesus está intimamente ligado à observância dos Seus mandamentos, e ambos não podem ser separados. Aquele que diz que conhece a Deus e vive em desobediência “é mentiroso, e nele não está a verdade” (v.4). “Aquele, entretanto, que guarda a Sua Palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus” (v.5). Permanecer em Cristo deve nos levar a “andar assim como Ele andou” (v.6). As obras de Jesus manifestadas na vida através de um espírito manso e humilde (Mt.11:29), são as maiores evidências da atuação do Espírito Santo. Não se trata de algo forçado, mas naturalmente realizado por Deus através da nossa entrega diária a Ele. Transformação e aperfeiçoamento de caráter só acontecem quando permitimos que o Espírito de Deus derrame em nosso coração a inscrição do perfeito amor (Rm.5:5). Um amor que inunda o nosso coração e nos faz amar até mesmo quem não merece, é a prova contundente de que o maior dos dons é sobrenatural e é divino.

Filhos, pais e jovens são chamados a viver o ministério de Jesus, o ministério do amor. Andar como Ele andou é prosseguir no caminho sobremodo luminoso. Ele não nos deu “mandamento novo” (v.7), e sim “novo mandamento” (v.8), ou seja, um mandamento que sempre existiu, mas que em Cristo foi engrandecido, aperfeiçoado (Is.42:21). João chamou de cego espiritual aquele “que odeia a seu irmão” (v.11). E não adianta pagar “penitência” ocupando-se em atividades religiosas e filantrópicas enquanto o coração range de ódio e de inveja. Não há como amar a Deus e odiar aqueles que foram resgatados por alto preço. Como também não há como amar a Deus e amar o mundo e o que ele oferece (v.15-16). Paulo, por exemplo, só percebeu sua cegueira espiritual quando sua visão física foi interrompida. Sinceramente errado, ele não percebia a sua incoerência até que a luz de Jesus lhe iluminou o coração.

E nós, possuindo “unção que vem do Santo” (v.20) e conhecendo que “já é a última hora” (v.18), só não seremos enganados por nosso coração corrupto e pelos anticristos e mentirosos que saem “de nosso meio” (v.19), se, como o apóstolo dos gentios e como o discípulo do amor, permanecermos nas verdades que ouvimos “desde o princípio” (v.24). Permanecendo em Cristo até que Ele venha, não nos afastaremos “envergonhados na Sua vinda” (v.28), mas, nascidos dEle (v.29), receberemos a fiel “promessa que Ele mesmo nos fez, a vida eterna” (v.25).

Deus eterno, bendito e glorioso, Tu tens um propósito na vida do Teu remanescente, que é aperfeiçoá-lo em amor, pelo poder do Espírito Santo! Como essa obra foi realizada de forma tão linda e impactante na vida daquele que um dia foi chamado de filho do trovão, opera em nós o milagre do amor, Senhor; amor a Ti e ao nosso próximo! Ajuda-nos a andar como Jesus andou! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhinhos de Deus!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#1João2 #RPSP

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