Reavivados por Sua Palavra


TIAGO 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
5 de março de 2025, 0:40
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TIAGO 1 – Aqui encontramos um extraordinário tratado para a resiliência cristã. Tiago não apenas oferece conselhos espirituais, mas também princípios psicológicos profundos que ajudam a compreender como enfrentar desafios, desenvolver maturidade emocional e fortalecer a fé.

Tiago ensina que os desafios não são apenas obstáculos, são oportunidades de crescimento (Tiago 1:1-4). Ele convida-nos a mudar nossa perspectiva sobre as provações, reconhecendo que, ao enfrentá-las com fé, desenvolvemos paciência e maturidade espiritual.

• Muitas vezes, diante do sofrimento, nossa mente é tentada ao desânimo e à ansiedade. Todavia, a maneira como interpretamos os desafios influencia diretamente nossas emoções.
• Quando Tiago desafia-nos a ver as provações com alegria, ele não está pedindo que neguemos a dor, mas que realinhemos nossa mente para enxergar o propósito maior por trás do sofrimento.

Diante de incertezas, debatemo-nos entre a dúvida e a confiança. Nessas ocasiões, buscamos constantemente por respostas; contudo, geralmente nos vemos perdidos na ambiguidade da vida. Tiago, então, direciona-nos à verdadeira fonte de sabedoria: Deus (Tiago 1:5-8). A oração torna-se, assim, ferramenta poderosa ao equilíbrio emocional e espiritual, pois ao conectarmo-nos com o Criador, encontramos clareza e segurança.

• Quando Tiago alerta sobra a instabilidade da mente dividida, ele aponta que a dúvida persistente pode nos paralisar.
• A firme fé, por outro lado, nos dá coragem para seguir em frente.

Tiago 1:9-11 contrasta a fragilidade das riquezas com a durabilidade da fé. Ele mostra que a busca desenfreada por status e bens materiais é tão efêmera quanto uma flor que murcha ao sol.

• Pessoas que fundamentam sua identidade em posses ou posição social frequentemente experimentam ansiedade e insatisfação, pois essas coisas são voláteis.
• Tiago ensina que a verdadeira segurança não está em coisas externas, mas em nossa conexão com Deus e no desenvolvimento do caráter.

Tiago 1:13-25 explica o ciclo do pecado: Começa com um desejo interno, que se transforma em tentação e, quando não controlado, gera morte espiritual. A solução não é meramente resistir ao pecado, mas permitir que a Palavra de Deus transforme nossa mente.

No final do capítulo, destaca-se que a verdadeira religião não está em meras formalidades, mas no controle da língua e no cuidado com os necessitados. Pessoas que cultivam compaixão e serviço ao próximo demonstram níveis mais altos de felicidade e propósito!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



HEBREUS 13 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
4 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: HEBREUS 13 – Primeiro leia a Bíblia

HEBREUS 13 – BLOG MUNDIAL

HEBREUS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



HEBREUS 13 by Luís Uehara
4 de março de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/hb/13

Hebreus 13 encerra a carta com uma exortação prática. O autor não continua ascendendo em sua poderosa exposição teológica a respeito do que Deus realizou através de Jesus. Ele pousa seus pensamentos em conselhos práticos para uma congregação que precisa muito deles. Ele os conhece bem.

No início de sua história, os destinatários da carta experimentaram a bondade da palavra de Deus, provaram o dom celestial e tiveram uma experiência com o Espírito Santo. Mais tarde, no entanto, eles perderam seus bens e foram expostos publicamente a vergonha e aflição por causa de sua fé (10:32). Alguns deles tinham sido postos na cadeia e não tinha sido liberados (13:2). Então vieram os falsos mestres (13:9-10) e as tentações do sexo e do dinheiro (13:4-6). Outros não conseguiram crescer em conhecimento (5:11-14) e os seus corações haviam endurecido pelo engano do pecado (3:12-13).

Os líderes podem nos ajudar a discernir o perigo de falsos ensinos e a nos concentrarmos na esperança que temos e em fazer o bem.

O autor de Hebreus encerra pedindo orações intercessoras a seu favor. Ele conclui apelando aos irmãos para que ouçam a sua “palavra de exortação”. Que, ao lermos essas palavras, entendamos que fazemos parte desses “irmãos”, e que também precisamos ouvir essa “palavra de exortação” hoje.

Felix H. Cortez
Seminário Teológico da Universidade Andrews
Estados Unidos

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/heb/13
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



HEBREUS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
4 de março de 2025, 0:50
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659 palavras

1 O amor fraternal. Ver Rm 12:10. O capítulo final do livro de Hebreus é composto de uma série de advertências gerais sobre diversos assuntos e uma saudação pessoal. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 533.

2 Acolheram anjos. Este foi o privilégio de Abraão (Gn 18:1-8), Ló (Gn 19:1-3), Gideão (Jz 6:11-20) e Manoá (Jz 13:2-4, 9-21). A fidelidade em atender às necessidades dos estrangeiros será levada em consideração no juízo final (Mt 25:35). CBASD, vol. 7, p. 534.

4 Leito sem mácula. Esta parte do versículo pode ser traduzida como: “que o leito seja sem mácula”. É possível o leito ser contaminado, daí que o apóstolo aconselha seus leitores a mantê-lo puro e honrado para não ser degradado como instrumento para a gratificação de luxúrias vis. Por outro lado, a ideia de que as intimidades da vida matrimonial são desonrosas ou que prejudicam a nobreza do caráter é um artifício do diabo, que desonra uma das providências ordenadas pelo Criador, também declarada como virtuosa (1Co 7:3-5). CBASD, vol. 7, p. 534.

5 As coisas que tendes. Se as pessoas aprendessem a se contentar com o que têm e não cobiçassem o que pertence aos outros, a maioria dos problemas seria automaticamente resolvida. A atitude do cristão para com as coisas materiais evidencia sua condição espiritual (Mt 6:19-34). CBASD, vol. 7, p. 534.

9 Não vos deixeis envolver. Alguns são facilmente influenciados por qualquer ensinamento novo ou estranho. Por falta de discernimento espiritual, eles são incapazes de diferenciar entre a verdade e o erro e de comparar o novo ensino com as Escrituras (Ef 4:14; Cl 2:4, 8). CBASD, vol. 7, p. 535.

doutrinas várias e estranhas […] não com alimentos. Não fica claro quais são estas doutrinas sobre “alimentos”. O contexto sugere que os “alimentos” se tornaram um substituto ou complemento para a graça ofertada em Cristo e provavelmente estavam ligadas ao altar em Jerusalém (v. 10). É possível que alguns estivessem defendendo a participação nas refeições cerimoniais dos judeus, que estavam relacionadas aos sacrifícios do templo, como uma espécie de graça mediadora. No entanto, o autor deixa claro que Jesus, de “uma vez por todas”, se ofereceu em sacrifício, tornando vão os sacrifícios do santuário (10:1-18). Portanto, essas comidas e bebidas, bem como as outras ordenanças ligadas aos sacrifícios, não tinham valor para as salvação, pois só tinham sido instituídas até a vinda de Cristo (9:9, 10). Bíblia de Estudo Andrews.

10 Possuímos um altar. Este “altar” é o lugar em que os cristãos se reúnem para oferecer sacrifícios a Deus. Esses sacrifícios consistem de louvores ao Senhor, ações de graças, boas obras e “mútua cooperação” (v. 15, 16; ver 10:22). Outros livros do NT também se referem à vida cristã como um serviço sacerdotal a Deus (Rm 12:1, 2;1Pe 2:5, 9; Ap 5:10). Bíblia de Estudo Andrews.

11 Aqueles animais. Quando o sangue da oferta pelo pecado era levado para o santuário, como no caso do sacerdote ungido ou de toda a congregação, o sacerdote não devia comer da carne, mas queimá-la fora do arraial (Lv 6:30). Da mesma forma, Jesus “sofreu fora da porta” (Jo 19:17), depois disso, Ele ascendeu para ministrar Seu próprio sangue no santuário celestial (Hb 9:12). Ainda estando sob o antigo sistema sacrificial, os sacerdotes não teriam direito a comer sua porção usual desse sacrifício (Hb 13:10), mas Cristo disse: “Tomai, comei: isto é o Meu corpo que é dado por vós” (1Co 11:24). CBASD, vol. 7, p. 536.

13 Saiamos […] fora do arraial.  Os cristãos devem ir para “fora do arraial” sempre que são censurados por causa de Jesus. Podem perder seu lar (social), mas ganham uma cidade “da qual Deus é o arquiteto e edificador” (11:10, 16). Bíblia de Estudo Andrews.

17 Não aproveita. Os membros da igreja não obtêm nenhuma vantagem por dificultar aos líderes designados a boa prestação de contas de sua administração. Ambos irão compartilhar a “alegria” ou a “tristeza” no dia da prestação de contas. CBASD, vol. 7, p. 537.

18 Orai por nós. Embora fosse de grande experiência e estatura espiritual, Paulo apreciava e buscava a oração de seus irmãos em Cristo. Todo verdadeiro líder aprecia o interesse e as orações daqueles pelos quais trabalhaCBASD, vol. 7, p. 537.

19 Eu vos seja restituído. O v. 23 sugere que, na época Timóteo estava na prisão e que o autor de Hebreus estava em liberdade. Outras circunstâncias, como doença ou pressão dos deveres missionários podem ter impedido o retorno de Paulo a esses crentes. CBASD, vol. 7, p. 537.

22 Resumidamente. Ele gostaria de ter dito muito mais sobre o assunto, mas o espaço não permitia. CBASD, vol. 7, p. 538.



Hebreus 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
4 de março de 2025, 0:45
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O encerramento da epístola aos hebreus revela traços característicos da escrita de Paulo. Parece que o apóstolo dos gentios precisou usar do artifício do anonimato para não causar alvoroço entre os judeus. Houvesse ele se identificado no início da carta, e correria o risco de serem rejeitadas as suas palavras. A missão de Paulo era pregar o evangelho, mesmo que para isso tivesse que ocultar-se. O seu pedido de oração, rogos e referência a Timóteo, seu fiel companheiro de ministério, revelam, por fim, a sua identidade. Mas assim como o objetivo desta carta não era de revelar quem a escreveu, mas imprimir no coração e na mente dos judeus conversos o evangelho da salvação, também somos chamados a permitir que o Espírito Santo realize esta mesma obra em nossa vida.

Paulo encerrou a epístola elencando deveres sociais e espirituais que devem reger a vida do cristão. Vejamos:

1. Constância no amor fraternal (v.1);
2. A prática da hospitalidade (v.2);
3. A compaixão para com os presos e maltratados (v.3);
4. A pureza no casamento (v.4);
5. O contentamento e a gratidão (v.5);
6. A confiança em Deus (v.6);
7. Seguir exemplos de fé (v.7);
8. Não se deixar enganar por doutrinas que contradizem os ensinos bíblicos (v.8);
9. A “prática do bem e a mútua cooperação” (v.16);
10. Obediência e submissão aos líderes espirituais (v.17).

Esta lista de deveres sagrados não era nada, comparada às milhares de regras criadas pela tradição judaica. Os líderes religiosos oprimiam o povo a seguir com rigor regras que nem eles mesmos conseguiam cumprir. O amor a Deus era recitado no “Shemá” pela manhã e à noite, todos os dias, mas, de fato, não compreendiam a essência do que declamavam (Dt.6:4-5). O amor a Deus se expande no amor ao próximo e ambos precisam ser experimentais. Acolher, cuidar, respeitar, compartilhar, compõem a conjugação do verbo amar. E foi para isso que fomos chamados. Porque a santificação é um processo que envolve a purificação individual que contagia o todo. Aquele que ama a Deus e é por Ele santificado, como Paulo, fará de tudo para alcançar todas as classes de pessoas. Este é o amor, fruto do Espírito Santo: o amor que transforma a própria vida e a vida de outros.

Amados, “não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a que há de vir” (v.14). Portanto, seja a nossa vida um constante labutar revestidos da armadura de Deus (Ef.6:10). Mas não nos desviemos, jamais, do Centro de toda a Bíblia: Jesus Cristo. Sua vida de pureza, amor e obediência deve ser o nosso supremo Exemplo. Ele veio não somente para pagar o preço de nosso resgate, mas para nos ensinar a amar como Ele nos amou (Jo.13:34). Certamente, se deres a Ele o seu coração, Deus lhe aperfeiçoará “em todo o bem, para cumprirdes a Sua vontade” (v.21). O que Jesus nos diz, como Sua última igreja, é muito simples de se entender: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (Ap.3:20). “Rogo-vos, com muito empenho, que assim façais” (v.19), e Jesus os guardará para a vida eterna.

A graça seja com todos vós” (v.25).

Querido Pai que habita nos Céus, encerramos mais este livro da Tua Palavra na certeza de que o Senhor falou conosco. Não somente por comentários como este, mas através do Espírito Santo em nosso estudo e comunhão pessoal e diária Contigo. Senhor, nosso lar não é aqui, por isso buscamos perseverar no caminho para a Tua Casa. Como Davi, queremos morar na Casa do Senhor para sempre. Purifica-nos de todo pecado e salva-nos para o Teu reino, Pai! Enche-nos do Espírito Santo! Traze para Teu aprisco as Tuas ovelhinhas que ainda estão dispersas! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, imitadores do amor de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Hebreus13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



COMENTÁRIO HEBREUS 13 – Pr. Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
4 de março de 2025, 0:40
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HEBREUS 13 – Não existe verdadeiro avivamento espiritual sem reforma de vida; seguir a Cristo exige transformar nosso viver diário à luz da Palavra, onde é revelado o sacrifício e ministério de Cristo.

Por conseguinte, a santificação não é um detalhe da salvação, mas a evidência de que pertencemos ao inabalável Reino divino. Não podemos clamar por reavivamento enquanto abraçamos o pecado e os padrões de uma sociedade corrompida – somente uma entrega total a Cristo nos tornará verdadeiros agentes de luz neste mundo.

Em Hebreus 13, encontramos um chamado para uma vida santa, refletindo a obediência e a consagração a Cristo, cuja obra redentora é a base inabalável de nossa fé. Este capítulo conclui a carta aos Hebreus com exortações práticas à vida cristã, destacando que a fé genuína deve manifestar-se em ações concretas.

Neste último capítulo, somos incentivados ao amor fraternal (Hebreus 13:1), à hospitalidade (Hebreus 13:2), à compaixão pelos que sofrem (Hebreus 13:3) e à pureza no matrimônio (Hebreus 13:4) – Tais características são marcas de uma vida transformada, que se submete inteiramente ao senhorio de Cristo.

• Como súditos do Reino do Altíssimo, somos chamados a viver separados do pecado e em conformidade com padrões divinos, rejeitando valores corrompidos do mundo.

Hebreus 13:12, informa que “Cristo sofreu fora das portas da cidade” para nos chamar a uma vida separada, santa e consagrada a Deus. Se queremos um reavivamento autêntico, devemos estar dispostos a sairmos “até Ele… suportando a desonra que Ele suportou” (Hebreus 13:13) – Isso significa abandonar as práticas do mundo e viver de maneira distinta, refletindo a glória de nosso Salvador.

• Um reavivamento sem reforma de vida é mero sentimentalismo.
• Deus deseja um povo que busca pureza, que rejeita a corrupção moral e que esteja disposto a carregar a cruz diariamente!

A base de nossa transformação está no caráter imutável de Cristo (Hebreus 13:8). Assim, o verdadeiro avivamento surge quando confiamos plenamente no Senhor, permitindo que Ele governe nossa vida. Isso envolve, considerar os ministros de Cristo (Hebreus 13:7, 17) rejeitar doutrinas estranhas (Hebreus 13:9-10), confiar na provisão divina (Hebreus 13:5-6), e viver uma fé ativa, expressa em l
louvor e boas obras (Hebreus 13:15-21).

Hebreus 13 nos desafia a viver uma fé prática, sustentada pela graça e evidenciada por um caráter transformado… Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



HEBREUS 12 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
3 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: HEBREUS 12 – Primeiro leia a Bíblia

HEBREUS 12 – BLOG MUNDIAL

HEBREUS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



HEBREUS 12 by Luís Uehara
3 de março de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/hb/12

Hebreus 12 traz o argumento do capítulo 11 a um final poderoso. Os heróis da história são apenas uma multidão de testemunhas que aplaudem e reconhecem o maior modelo de fé: Jesus. Ele é o fundador e aperfeiçoador de nossa fé porque sua vida e sacrifício tornam nossa fé possível e significativa. A fé de Jesus não consistia em acreditar que Deus poderia dar-lhe vida, mas em acreditar que Deus poderia nos dar vida por meio de sua morte.

Os versículos 3–11 nos convidam a considerar cuidadosamente o exemplo de Jesus e a aprender que a vitória da fé vem somente como resultado de disciplina e paciência. Esta é uma lição difícil de aprender para aqueles que acreditam que a fé é uma coisa mágica rápida.

O livro sugere que nós, por meio da fé, fomos capazes de experimentar a entronização de Jesus, sua consagração como sacerdote e a inauguração da nova aliança na Jerusalém celestial, representada pelo Monte Sião. Assim, embora os Israelitas tenham sentido medo ao estarem diante do Monte Sinai, podemos nos regozijar na exaltação de nosso Senhor no céu.

Podemos não ter visto ou experimentado os milagres poderosos de Jesus, mas somos convidados a acreditar e ter vida.

Felix H. Cortez
Seminário Teológico da Universidade Andrews
Estados Unidos

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/heb/12
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



HEBREUS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de março de 2025, 0:50
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1032 palavras

1-13 O foco muda do exemplo provido pela “grande nuvem de testemunhas” (cap. 11) para “nós”, que participamos da mesma carreira (ou corrida) que elas. Bíblia de Estudo Andrews.

1 Tenazmente nos assedia. Ou, “facilmente nos distrai”. Alguns sugerem que “agarrar fortemente” pode ter sido o sentido original. Por mais que um pecado nos detenha e por mais doloroso que seja o processo de separação, ele deve ser deixado para trás, uma vez que a vitória na corrida da vida é o alvo a ser atingidoComentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 523.

a carreira que nos está proposta. Carreira ou corrida é uma clara metáfora para a vida cristã (ver At 20:24; 1Co 9:24; Gl 2:2; Fp 2:16; 2Tm 4:7). Ela enfatiza a necessidade de perseverança e a grandeza do prêmio. A luta é ferrenha, não contra os outros corredores, mas contra o pecado, e envolve dor na forma de perseguição, vergonha e até mesmo sangue. A recompensa é entrar no “repouso” de Deus (cap. 3-4), ter acesso “além do véu”, à presença do Senhor (cap. 5-10) e herdar a pátria celestial (cap. 11). Bíblia de Estudo Andrews.

2 olhando firmemente para […] Jesus. Ele é o maior dentre os heróis da fé. Autor. Ele abriu caminho para outros por meio de seu sacrifício. Consumador da fé. Ele garante a realidade da recompensa ao se assentar à destra de Deus. não fazendo caso da ignomínia. Ao crucificar Jesus, o mundo julgou seu valor. Ao sofrer voluntariamente, Jesus julgou o valor do mundo. Os cristãos devem fazer o mesmo (10:32-34; 13:13-16). Bíblia de Estudo Andrews.

3 Para que não vos fatigueis. Um olhar sobre o fardo que Cristo levou fará nossos fardos parecerem comparativamente leves (Mt 11:28-30). Se olharmos para Jesus e considerarmos o que Ele suportou, as dificuldades e decepções serão suportadas mais facilmente. CBASD, vol. 7, p. 525.

4 Não tendes resistido até ao sangue. Ou seja, até a morte. Aqui, a metáfora dos v. 1 e 2 muda um pouco. O cristão ainda está na arena com a figurativa “nuvem de testemunhas” olhando fixamente para ele; então, ele é confrontado por um oponente que espera envolvê-lo num combate mortal. O cristão ainda não experimentou tudo o que o mal pode fazer contra ele, nem deve pensar que está sofrendo mais na sua luta contra o pecado do que Deus pode legitimamente esperar dele (l Co 10:13). No entanto, desembaraçando-se do pecado que o assedia, ele é chamado a resistir à tentação com toda a firmeza resoluta que empregaria para enfrentar um antagonista em uma batalha fatal. CBASD, vol. 7, p. 525.

6 Açoita. Deus administra toda disciplina necessária para a formação do caráter, ou permite experiências que alcancem esse objetivo. No entanto, a declaração não deve ser lida literalmente, como se Deus pessoalmente ou diretamente autorizasse ou ordenasse o sofrimento e a tristeza que acompanham as experiências disciplinares. CBASD, vol. 7, p. 526.

10 Participantes da Sua santidade. O objetivo de toda disciplina divina é a transformação do caráter. A meta é a perfeição (Mt 5:48)CBASD, vol. 7, p. 527.

14-29 Advertência final contra o descuido espiritual. Bíblia de Estudo Andrews.

14 Santificação. Só os puros de coração podem esperar ver a Deus (Hb 5:8)CBASD, vol. 7, p. 529.

17 Não achou lugar de arrependimento. Os longos anos vivendo apenas para as atividades terrenas privaram Esaú da capacidade de suportar as mais pesadas responsabilidades da vida. Por escolha própria, sua mente e seu caráter se tornaram incorrigíveis. O autor de Hebreus não está sugerindo que Esaú realmente desejou se arrepender de seus maus caminhos, mas simplesmente que se arrependeu de ter vendido o direito de primogenitura. Desejou tê-lo de volta, mas percebeu que a situação era irrevogável. Ele o havia perdido para sempre. Nenhum ato arbitrário de Deus impediu Esaú de receber a herança que normalmente teria sido dele. Seu próprio caráter o incapacitou para tais privilégios e responsabilidadesCBASD, vol. 7, p. 529.

Com lágrimas. Quando Esaú percebeu o que havia perdido, “bradou com profundo amargor” (Gn 27:34). CBASD, vol. 7, p. 529.

O que Esaú buscou com lágrimas não foi o arrependimento, mas a bênção. Bíblia de Estudo Andrews.

18 fogo palpável. A experiência de temor de Israel no monte Sinai (Êx 19) ilustra a situação daqueles que carecem de Jesus e das bênçãos da nova aliança. Bíblia de Estudo Andrews.

21 De tal modo era horrível. A ênfase está na imponência do que foi visto e ouvido, principalmente a voz de Deus. Face a face com o Legislador e Juiz de toda a Terra, o povo experimentou algo do “temor do Senhor” (2Co 5:11). A promulgação da lei no Sinai foi seguida por impressionante exposição do poder e da majestade de Deus. Nunca antes nem depois o mundo presenciou algo que inspirasse tanto medoCBASD, vol. 7, p. 530.

22 monte Sião. Representa a experiência dos cristãos sob a nova aliança, porque têm confiança de se achegar a Deus por meio do sacrifício de Jesus (10:19-22). Bíblia de Estudo Andrews.

23 Igreja dos primogênitos. Uma referência aos cristãos renascidos, ou toda a igreja invisível. CBASD, vol. 7, p. 530.

Arrolados nos céus. Ou, “gravados no Céu”, isto é, no Livro da Vida do Cordeiro (Ap 3:5)CBASD, vol. 7, p. 530.

Justos aperfeiçoados. Estes são os cristãos amadurecidos. CBASD, vol. 7, p. 530.

É óbvio que não se refere aos justos mortos, porque 11:39, 40 explica que eles não receberam a “promessa” nem foram “aperfeiçoados” ainda. Bíblia de Estudo Andrews.

26 Ainda uma vez por todas, farei abalar. Refere-se ao julgamento divino, que envolverá todo o cosmos (ver 9:27, 28; Is 13; 34; Ez, 30:1-9; Jl 2:1-11). Bíblia de Estudo Andrews.

27 Coisas abaladas. Ou seja, que podem ser abaladas. O pecado e todas as suas obras serão “abalados”. O presente mundo com tudo que nele há vai passar. Coisas que não são abaladas. Ou seja, o “reino inabalável”, incluindo todos os “justos aperfeiçoados”. Permaneçam. Quando a voz de Deus sacudir novamente o céu e a terra, só o que é reto, puro e verdadeiro permanecerá. CBASD, vol. 7, p. 531.

a remoção dessas coisas abaladas. Refere-se à eliminação do pecado e daquilo que é contaminado por ele. para que as coisas que não são abaladas permaneçam. Alusão ao reino de Deus, que permanece para sempre (v. 28; ver 1:11, 12). O abalo do universo expressa a vitória final e completa de Deus sobre seus inimigos (10:12, 13). Bíblia de Estudo Andrews.

29 Fogo consumidor. Isto foi demonstrado no monte Sinai (Êx 24:17). O fogo do dia final destruirá tudo o que estiver contaminado pelo pecado (2Pe 3:7, 10-12). CBASD, vol. 7, p. 532.



Hebreus 12 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de março de 2025, 0:45
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Após elencar tantas personagens bíblicas que se destacaram por sua fé, o autor nos apontou o único caminho sobremodo seguro para corrermos, “com perseverança, a carreira que nos está proposta” (v.1): “olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (v.2). O grande evangelista Billy Graham certa feita afirmou: “O maior acontecimento da história não foi o homem subir e pisar na lua, foi Deus descer e pisar na terra”. Cristo deixou o Seu trono de glória e a perfeita adoração dos anjos para vir a este mundo enegrecido pelo pecado, ser rejeitado, maltratado e morrer pendurado em uma cruz. Em Seu martírio, teve que carregar o peso, não apenas do madeiro, mas da exorbitante carga de pecados da humanidade. E tudo isso, com a serenidade e o amor de quem olhava para “o fruto de Seu penoso trabalho” (Is.53:11).

Somos, pois, convidados a considerar com atenção “Aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra Si mesmo” (v.3) a fim de não andarmos fatigados, sabendo que “nessa luta incessante contra o pecado, outros sofreram muito mais que [nós], sem falar no que Jesus enfrentou” (Bíblia A Mensagem, p. 1721). As provações nada mais são do que instrumentos de Deus para a educação de Seus filhos. A princípio, elas nos causam tristezas e temores, mas depois produzem “fruto de justiça” (v.11). Porque a provação da nossa fé, “uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg.1:3). Portanto, “Deus […] nos disciplina para aproveitamento, a fim de sermos participantes da Sua santidade” (v.10).

Por isso, restabelecei as mãos descaídas e os joelhos trôpegos” (v.12), porque o nosso justo Juiz está prestes a rasgar os céus com Sua glória para nos levar para a Casa do Pai. “Exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima” (Lc.21:28). É no sofrimento que o Senhor forja os Seus mais poderosos instrumentos. É a dor que nos mostra a nossa condição de doentes. Mesmo Jó, intitulado por Deus como “homem íntegro e reto, temente a Deus e que desviava do mal” (Jó 1:1 e 8), só após o seu sofrimento reconheceu: “Eu Te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza” (Jó 42:5-6). Somos irremediavelmente maus. Não fosse pela graça de Jesus, estaríamos todos perdidos. Através do sangue expiatório do Cordeiro de Deus somos elevados à estatura de filhos da luz e, como tais, precisamos estar conectados à Fonte de toda a luz.

A santificação é o processo de uma vida inteira e requer a dedicação de um dia por vez: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). Jesus mesmo nos advertiu: “Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal” (Mt.6:34). A paz e a santidade são atributos divinos que o Espírito Santo concede a todo aquele que O obedece. Confessar o nome de Jesus, mas não representá-Lo de forma digna é ser “impuro ou profano, como foi Esaú” (v.16). Como primogênito e herdeiro das promessas, Esaú não considerou a sua primogenitura, rebaixando-a a um cozinhado de lentilhas. Sua atitude só revelou a “raiz de amargura” (v.15) de seu coração e, suas lágrimas, apenas encheram o odre de sua egoísta ambição.

Como “igreja dos primogênitos arrolados nos céus” (v.23), temos buscado “a paz com todos e a santificação” (v.14)? O estudo das Escrituras e a oração têm lugar de honra em nosso tempo diário? Atentemos para o Assim diz o Senhor: “O Meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento” (Os.4:6). Não o mero conhecimento teórico da Bíblia, mas o conhecimento de Deus através da Bíblia. “Tende cuidado, não recuseis ao que fala” (v.25). Fechar os ouvidos ou evitar o confronto que a Palavra de Deus causa com nossas más tendências não irá nos eximir de comparecer perante o tribunal de Deus naquele grande Dia. “Por isso, recebendo nós um reino inabalável, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor” (v.28). “Olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (v.2), não erraremos o caminho para Casa. Você crê?

Santo Deus e Pai, o Senhor nos deixou um caminho sobremodo excelente e ainda nos deu um mapa seguro para nele permanecermos: a Tua santa Palavra. É examinando-a que Te conhecemos e podemos olhar firmemente para Jesus. Que possamos aceitar a Tua correção e disciplina como o desejo ardente de um Pai que deseja nos salvar. Nós queremos Te ver e contemplar para sempre a beleza da Tua santidade. Por isso, purifica-nos, Senhor! Que possamos Te servir de modo agradável a Ti, com reverência e santo temor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, universal assembleia do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Hebreus12 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100