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TIAGO 5 – O tema do sofrimento é amplamente abordado em Hebreus, Tiago e I Pedro, cada um oferecendo perspectivas diferentes, mas complementares, sobre o propósito e a resposta ao sofrimento na vida cristã.
Em Hebreus 11 encontramos os heróis da fé, mostrando que os fiéis do Antigo Testamento sofreram, mas perseveraram firmes na fé. Isso incentiva os crentes a correrem com perseverança a corrida da fé (Hebreus 12:1-3).
• Teologicamente, Hebreus vê o sofrimento como meio de refinamento, preparação e identificação com Cristo (Hebreus 2:10; 5:8-9). Sofrer como cristão não é sem propósito, pois leva à maturidade e à esperança final na glória (Hebreus 12:4-13).
Tiago enfatiza a realidade das provações e como elas devem ser encaradas com alegria porque produzem perseverança e maturidade espiritual (Tiago 1:2-4). Tiago 1:12 promete bem-aventurança àqueles que suportam provações com fidelidade, pois receberão a coroa da vida.
Tiago 5:7-11 refere-se a Jó para mostrar como a paciência no sofrimento leva à manifestação da compaixão e misericórdia de Deus. Assim, Tiago ensina que o sofrimento tem propósito educativo e formador: Fortalecer a fé e preparar cristãos para uma recompensa eterna.
• O tema central de I Pedro é o sofrimento dos cristãos perseguidos. Pedro os instrui a encararem a dor como parte da identidade em Cristo e um meio de glorificar a Deus.
Tiago 5:1-6 traz uma forte advertência contra os ricos opressores, que acumulam riquezas de forma injusta e exploram os pobres. Essa seção contrasta com as instruções dadas aos sofredores no restante do capítulo (vs. 7-20) e serve como lembrete de que Deus julgará aqueles que causam sofrimento aos outros.
Enquanto os justos são chamados à paciência e à oração, os orgulhosos opressores são advertidos sobre a destruição vindoura. Embora os fiéis sofram neste mundo corrompido, injusto e cruel, Tiago revela-nos que Deus não é indiferente ao nosso sofrimento e que a justiça divina será plenamente estabelecida. “Sejam também pacientes e fortaleçam o seu coração, pois a vinda do Senhor está próxima. Irmãos, não se queixem uns dos outros, para não serem julgados. O Juiz já está às portas!” (Tiago 5:8-9).
Como cristãos, devemos orar pelos enfermos ungindo-os, testemunhar e auxiliar os que se desviam da verdade. Quanto mais fizermos, mais salvos alcançaremos para o Céu.
Diante disso, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: TIAGO 4 – Primeiro leia a Bíblia
TIAGO 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/tg/4
Nosso destino eterno depende de um fator principal: o caráter do nosso coração. Vamos colocar Deus em primeiro lugar? Vamos escolhê-lO?
Tiago fala sobre ter que escolher entre Deus e o mundo. “Adúlteros, vocês não sabem que a amizade com o mundo é inimizade com Deus? Quem quer ser amigo do mundo faz-se inimigo de Deus.” Tiago 4: 4.
Deus quer que o escolhamos. Se os desejos de nosso coração giram em torno de nós mesmos, isso se manifestará por meio de nossas ações. O orgulho é uma batalha constante assim como a questão do egoísmo. Tiago 4:6 nos diz “Mas ele nos concede graça maior. Por isso diz a Escritura: ‘Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes’”
Para que realmente entendamos a palavra de Deus, temos que nos humilhar e vir até Ele. As repreensões e julgamentos de Cristo não produzirão o devido efeito se não nos humilharmos. O orgulho em nosso caráter nos coloca em uma mentalidade em que acreditamos que somos superiores. Nenhuma de nossas melhores ações e realizações pode chegar perto do caráter de Deus. Submeta-se a Deus e a Seus planos Ele o libertará do orgulho.
Anna Drozdov
Estudante, Academia Adventista dos Grandes Lagos, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jas/4
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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781 palavras
1-3 Precisamos fazer esta pergunta a nós mesmos: “Qual a origem das brigas, guerras e contendas?” (v. 1). Este comportamento conflituoso começa dentro de nós e está diretamente relacionado a nossos desejos (v. 2). Pelo fato de querermos certas coisas e não as alcançarmos, não importa o quão duro trabalhemos, nos sentimos amargos ou derrotados. Então discutimos e expressamos raiva. Por outro lado, existem coisas que desejamos que o Senhor nos conceda, mas não nos preocupamos em pedir a Ele, então não as conseguimos. Às vezes, até nos lembramos de pedir ao Pai Celestial por nossos desejos, mas Ele não concede nossos pedidos porque pedimos pelas razões erradas (v. 3). Pedimos egoisticamente. [Robin Pratt, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/10/]
1 De onde. O apóstolo fala dos males específicos dentro da igreja, produto de línguas desenfreadas e corações facciosos. A causa de toda divisão e contenda é o egoísmo (Tg 3:14). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 579.
Nos vossos membros. Referência ao corpo propriamente dito ou à igreja. A despeito da interpretação, o egoísmo que constantemente busca reconhecimento e satisfação é a fonte de todo conflito pessoal que, com frequência, leva a discussões. CBASD, vol. 7, p. 579.
3 Não recebeis. Respostas à oração dependem tanto da natureza dos pedidos quanto do espírito com que se pede (Lc 11:9). CBASD, vol. 7, p. 580.
4 Amizade do mundo. Isto é, amizade com o mundo. O principal objetivo do “mundo” é satisfazer o desejo de complacência pessoal. O evangelho convida o ser humano a servir ao próximo. Entre o espírito e a prática do “mundo” e o da igreja deve haver uma diferença marcante (I Jo 2:15). CBASD, vol. 7, p. 580.
6 Graça. Do gr. charis (Rm 3:24). Devido ao amor de Deus por Seu povo, continuamente se renova e se amplia entre eles a graça para habilitá-lo a resistir às tentações mundanas. Aquele que, com sinceridade ora pela graça, estará constantemente desenvolvendo o caráter cristão. Deus pede obediência completa, mas também provê força suficiente para nos capacitar a obedecer (Hb 4:16). CBASD, vol. 7, p. 581.
7 Sujeitai-vos. Tiago dá início a uma série de dez imperativos, aos quais todo membro de igreja sujeito ao perigo de se tornar “amigo” do mundo (v. 4) faria bem em atentar. Para que Deus conceda Sua “graça”, (v. 6) os “humildes” devem estar dispostos a submeter sua vontade ao plano divino. Submissão implica confiança plena de que todos os desígnios de Deus são para o bem (Hb 12:9). CBASD, vol. 7, p. 581.
8 Purificai as mãos. Purificar as mãos simboliza a remoção da culpa (ver Dt 21:6; Sl 24:4; 26:6; 73:13; Mt 27:24; ver com. de Is 1:15, 16). CBASD, vol. 7, p. 582.
Ânimo dobre. Do gr. dipsuchos, literalmente “duas almas”. Essa palavra descreve bem o vacilante do v. 6 [de Tiago 1]. Sua mente está dividida entre a sedução dos prazeres terrenos e a vontade de ser totalmente fiel a Deus. … A lealdade deve ser completa. CBASD, vol. 7, p. 551, 582.
10 Humilhai-vos. Ver Mt 11:29; 23:12; Tg 1:9. Tiago resume desta forma as várias admoestações sobre a lealdade completa à vontade de Deus. Para quem é honesto consigo mesmo, sua deplorável condição produz um espírito humilde diante de Deus, que está sempre disposto a perdoar (Is 57:15). CBASD, vol. 7, p. 582.
11-12 Não devemos tomar parte em fofocas contra os nossos amigos e familiares. Qualquer um que fala falsidades contra seus irmãos ou irmãs nas suas costas para destruir sua reputação está assumindo o papel de juiz. Quando fazemos isso, estamos nos colocando não só acima da lei de Deus, mas acima do próprio Deus. [Robin Pratt, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/10/.]
11 Não faleis mal. Ou, “parai de falar mal” ou “deixai de difamar”. Tiago deixa de se ocupar dos deveres dos membros da igreja para com o Senhor, a quem professam servir, e condena alguns males específicos que prejudicam a igreja. A falta de humildade perante Deus inevitavelmente leva a uma falta similar perante o semelhante. A prática de criticar os irmãos de fé revela flagrante egoísmo e se torna fonte de dissensão na igreja (Tg 3:2-6). CBASD, vol. 7, p. 583.
14 E logo se dissipa. Isto é, a vida humana começa a desaparecer quase tão logo quanto se inicia. Como o vapor, a vida pode se dissipar repentinamente. CBASD, vol. 7, p. 584.
16 Pretensões. Do gr. alazoneiai, “alardes”. Está implícita a confiança presunçosa na esperteza, habilidade e força. Esses membros que confiavam em si mesmos agiam como se o futuro estivesse nas mãos deles e seu êxito dependesse de sua capacidade. CBASD, vol. 7, p. 584.
17 E não o faz. Aqueles que são apenas “ouvintes” e não “praticantes” mostram que sua religião é “vã” (Tg 1:23, 26). Uma pessoa de fé pervertida confia apenas no conhecimento e prova sua falsidade quando evita atos que o crente sincero faria com alegria (Tg 2:17, 20, 26). Esta também é uma repreensão para quem negligencia o estudo da Palavra de Deus, tendo em vista que mais conhecimento aumentaria sua obrigação pessoal. CBASD, vol. 7, p. 585.
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“Humilhai-vos na presença do Senhor, e Ele vos exaltará” (v.10).
Assim como o pecado teve início no Céu, no coração de um ser criado perfeito (Ez.28:15), o mistério da iniquidade foi transmitido a todos nós a partir da queda de nossos primeiros pais. O salmista Davi escreveu: “Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl.51:5). Desde então, a humanidade, que foi criada à imagem e semelhança de seu Criador, recebeu uma mácula cujo salário é a morte (Rm.6:23). Mas o Senhor provou o Seu grande amor para conosco quando “deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Cristo recebeu em nosso lugar “o castigo que nos traz a paz” (Is.53:5), mas, após a Sua ascensão, o Pai nos enviou outro Consolador, que Ele concede a todos aqueles que perseverante e sinceramente O buscam.
A cobiça, a inveja e a contenda nada mais são do que o desejo humano em possuir o que não convém, e “não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam” (Gl.5:21). Desses pecados derivam as guerras e conflitos, cujo objetivo é denominado por Tiago de “nada”. Numa guerra entre povos, por exemplo, há algum benefício? Seus territórios ficam devastados; a população, assassinada ou abatida pela fome e pela violência; o governo, fragilizado; a economia, destruída. Ou seja, precisam se reerguer do NADA. E quando acontecem guerras internas no meio de uma mesma comunidade? Jesus mesmo afirmou: “Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá” (Mt.12:25).
Enquanto as contendas e invejas se originam da carne (Gl.5:19-20), as boas obras têm origem no fruto do Espírito Santo (Gl.5:22-23). Quando o texto nos diz que pedimos e não recebemos, porque não sabemos pedir (v.3), nos remete direto às seguintes palavras de Cristo: “Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que Lho pedirem” (Lc.11:13). A profecia de Joel revela um tempo em que o Espírito Santo seria derramado “sobre toda a carne” (Jl.2:28), como um presente concedido a todos, mas “acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:32). Todo aquele que, em atitude de humilde submissão, pedir pela guia divina, dando as costas para o mundo e afligindo a alma “por causa de todas as abominações que se cometem” na Terra (Ez.9:4), receberá do alto o poder do Espírito Santo e alcançará a vitória final.
Quando estudamos o livro de Daniel, aprendemos que, conforme as profecias, estamos vivendo no tempo do grande dia da expiação, ou do juízo. Tempo de humilhar o coração perante Deus. Tempo de arrependimento e confissão. Tempo de profunda reflexão e de purificação. Cumpre-nos, portanto, mais do que qualquer geração passada, considerar com muito interesse a exortação de Tiago: “Chegai-vos a Deus, e Ele Se chegará a vós outros. Purificai as mãos, pecadores; e vós que sois de ânimo dobre, limpai o coração. Afligi-vos, lamentai, chorai. Converta-se o vosso riso em pranto, e a vossa alegria, em tristeza. Humilhai-vos na presença do Senhor, e Ele vos exaltará” (v.10). E todo aquele que entende que esta entrega e submissão deve ser pessoal, não irá se ocupar em falar mal e nem em julgar a seu irmão, mas estará bem ocupado “orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:18).
Aqueles que têm seus pés iluminados pela guia do Espírito Santo, como Filipe, andarão em obediência à Sua voz pelas estradas da vida (At.8:26). As palavras de correção de Tiago, no entanto, mostram o desejo do Senhor em redirecionar todos os que têm vivido de modo contrário. Ainda há tempo para nos despirmos de nossas “arrogantes pretensões” (v.16), e dizermos: “Se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo” (v.15). Porque “se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (Gl.5:25). O Senhor está cumprindo a Sua promessa. O Espírito Santo está sendo derramado. Portanto, “cada um salve a sua vida” (Jr.51:6), sabendo que “o que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção; mas o que semeia para o Espírito do Espírito colherá vida eterna” (Gl.5:8).
Que possamos estar unidos pelo Espírito Santo num mesmo propósito, como escreveu Lutero aos reformadores que estavam sofrendo severa perseguição: “Nossa principal necessidade, nosso trabalho principal, é a oração; saiba o povo que, no momento, se encontra exposto ao gume da espada e à cólera de Satanás, e ore” (O Grande Conflito, CPB, p.207). Portanto, amados, vigiemos e oremos!
Nosso Deus amado, olhar para o passado, para os cristãos do primeiro século, que eram perseguidos e martirizados em razão de sua fé e ainda assim iam às fogueiras e arenas cantando e com semblante sereno, nos faz pensar o quão distantes estamos daquela fé pura e primitiva. Creio que o problema não está na perseguição ou na liberdade religiosa, e sim em onde está o nosso coração. Senhor, enquanto a graça nos é disponível, que o nosso coração seja depositado nos celeiros do Céu. E que a nossa vida seja guiada segundo a Tua vontade. Concede-nos o Espírito Santo! Em nome de Jesus, Amém!
Feliz sábado, guiados pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#Tiago4 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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TIAGO 4 – A ciência da existência do Diabo levou Tiago a dar esta ordem a seus leitores: “Submetam-se a Deus. Resistam ao Diabo, e ele fugirá de vocês” (Tiago 4:7). O Diabo deve ser resistido; todavia, essa resistência não é baseada na força humana, mas na submissão a Deus.
Essa resistência se dá por meio da fé em Cristo, no estudo e prática das Escrituras e da oração (Tiago 1:1-3:18). Do contrário, seremos influenciados pelos demônios (Tiago 2:19). Assim, a verdadeira fé se manifesta em ações práticas e não apenas em uma crença intelectual.
Os demônios reconhecem a existência de Deus e até tremem diante dEle, mas isso não resulta em obediência e transformação do coração. Embora haja muitas pessoas com a fé inferior ou igual à dos demônios, a proposta de Tiago é que o cristão verdadeiro não deve ser influenciado pelo maligno:
• Os demônios possuem conhecimento teológico correto, mas ignoram a vontade de Deus. Cuidado para não agir da mesma forma.
• O temor dos demônios não os leva à salvação; eles reconhecem a soberania divina, mas continuam rebeldes. Os crentes devem ser obedientes e submissos a Deus.
• A fé sem obras é semelhante à fé dos demônios; os fiéis devem fugir desse tipo de fé demoníaca!
Os demônios influenciam os seres humanos promovendo uma mentalidade de inveja, divisão e orgulho (Tiago 3:13-16). Tais caraterísticas criam ambição e confusão (Tiago 4:1-17). Então, fique atento:
• Conflitos surgem quando desejos egoístas governam o coração; a paz vem quando Deus reina em nós (Tiago 4:1-3).
• Quem se apega ao mundo e ao orgulho, se afasta de Deus; o mundanismo implica em inimizade com o Criador (Tiago 4:4-7).
• Aproximar-se de Deus exige mãos puras e um coração purificado; sem humildade e santidade, não há comunhão (Tiago 4:8-11).
• O orgulho julga o próximo e sempre fala mal dos outros, mas o humilde se submete ao único Juiz que pode salvar ou destruir (Tiago 4:11-12).
• A verdadeira sabedoria é viver conforme a revelação divina, não segundo a presunção humana (Tiago 4:13-17).
O segredo da vida é sujeitar-se a Deus, resistir ao Diabo e viver pela sabedoria que vem do alto.
A vitória só pode ser alcançada pela entrega total a Deus e pelo viver segundo a sabedoria celestial.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: TIAGO 3 – Primeiro leia a Bíblia
TIAGO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/tg/3
Tiago ressalta que a existência de professores e líderes muito estimados em uma comunidade não significa que eles não sejam considerados um padrão mais elevado do que a média das pessoas. Na verdade, o que eles falam é julgado com maior rigor do que a fala de outras pessoas.
A língua é tão pequena e aparentemente tão inofensiva, mas pode causar muitos danos se não for controlada por Jesus. A língua pode edificar uma pessoa ou derrubá-la. Algumas palavras podem arruinar um relacionamento para a vida toda. Se permitirmos que o diabo manipule nossas palavras, podemos alienar indivíduos, igrejas e comunidades. Até mesmo guerras começaram por causa de algumas palavras mal colocadas.
Se entendermos o que Tiago está tentando nos dizer, usaremos palavras e comportamentos positivos, fazendo isso com humildade. Essas ações se tornam parte de nossa vida, pois é Jesus Cristo vivendo em nós. Nossas ações brilham como o sol porque temos o FILHO vivendo em nós.
As características das pessoas que se dirigem para o céu incluem sabedoria, pureza, gentileza, compaixão e paciência. Se exibirmos boas atitudes e bons comportamentos, livres de parcialidade e hipocrisia, um dia veremos a Jesus.
Robin Pratt
Ministério da Criança e da Família
Associação da Carolina, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jas/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1173 palavras
Homens e mulheres podem fazer grandes coisas se mantiverem suas línguas sob controle. Palavras gentis podem ser usadas para domar e treinar animais. Palavras também podem promover a cura e trazer bem-estar emocional e mental. … A língua pode ser repugnantemente má, espalhando seu veneno por toda parte. Ou pode ser uma ferramenta de poder para o bem, inspirando e habilitando pessoas a se assemelharem mais a Jesus. Se aceitamos como impossível que água boa e ruim possam fluir da mesma fonte, como podemos aceitar que palavras de encorajamento e intimidação possam fluir da mesma boca? A fonte de nossas palavras precisa ser santificada com a presença de Deus. … Despejar palavras raivosas sobre outros não é do agrado de Deus. Pelo contrário, essa é uma ferramenta muito usada pelo diabo para envenenar tanto aqueles que falam quanto os que escutam. Tal comportamento não é consistente com um cristão o qual deve espalhar a “boa notícia” do Senhor Jesus Cristo. A confusão é o resultado final de se espalhar o ódio, a raiva e a inveja. [Robin Pratt, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/09/]
1 O ensino era uma profissão altamente valorizada e respeitada na cultura judaica, e muitos judeus que abraçaram o cristianismo queriam se tornar mestres. Tiago alertou que, embora seja bom aspirar a ensinar, a responsabilidade dos mestres é grande porque suas palavras e exemplos afetam a vida espiritual dos outros. Se você está em uma função de ensino ou liderança, como está afetando aqueles que lidera? Life Application Study Bible Kingsway.
Havemos. O apóstolo se inclui, como mestre e alguém propenso a correr os perigos e a cometer os erros próprios desse ofício honroso. Desse modo revela o espírito de humildade genuína, que também busca estimular em seus irmãos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 573.
Maior juízo. Isto é, um juízo mais severo. Existem níveis de responsabilidade na obra do Senhor, e aqueles que se jactam em ensinar serão cobrados por sua conduta pessoal e influência sobre os demais (Mt 23:14). Espera-se que o mestre conheça mais da vontade de Deus do que outros, e sua conduta deve ser exemplar. CBASD, vol. 7, p. 573.
2 Tropeçamos,i.e., “pecamos”. […] a maneira de refrear a língua não é simplesmente guardar silêncio, mas sim, levar “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Co 10.5; cf Fp 4:8; Mt 12.34). Bíblia Shedd.
Refrear. Ver Tg 1:26. As palavras de uma pessoa revelam o teor geral de seus pensamentos. Se ela controla seus pensamentos ao ponto de suas palavras serem sempre semelhantes às de Cristo, “todo o corpo” estará sob controle (Mt 12:34-37). CBASD, vol. 7, p. 573.
5 Assim, também. Tiago compara a relativa pequenez do leme à pequenez da língua e destaca as potencialidades da língua para o bem e para o mal. CBASD, vol. 7, p. 574.
6 Fogo. Tudo o que se pode dizer sobre o poder destrutivo de uma pequena chama pode também ser aplicado ao poder em potencial da língua. Irmãos de fé não devem só evitar o falar destrutivo, mas também as fagulhas destrutivas que se dispersam das palavras alheias. CBASD, vol. 7, p. 574.
inferno. Não o “hades” (termo usado na maior parte do NT para inferno), mas geena, nome do depósito de lixo fora de Jerusalém que queimava e exalava fumaça todo o tempo. Tornou-se uma figura do castigo final dos ímpios. Bíblia de Estudo Andrews.
Algumas palavras ditas com raiva podem destruir um relacionamento que levou anos para ser construído. Antes de falar, lembre-se de que as palavras são como fogo – você não pode controlar nem reverter o dano que elas podem causar. Life Application Study Bible Kingsway.
8 Veneno mortífero. Isto é, atua sobre a felicidade individual e a paz da sociedade, como o veneno sobre o corpo humano. A perda da confiança, paz e amizade é o resultado inevitável de uma língua precipitada e imprudente (Sl 140:3; Rm 3:13). CBASD, vol. 7, p. 575.
Lembre-se que não estamos combatendo o fogo da língua em nossa própria força. O Espírito Santo nos dará poder crescente para monitorar e controlar o que dizemos, para que quando formos ofendidos, o Espírito nos lembre do amor de Deus, e não reajamos de forma odiosa. Quando formos criticados, o Espírito curará a dor, e não atacaremos. Life Application Study Bible Kingsway.
9-12 Nossa fala contraditória frequentemente nos confunde. Às vezes nossas palavras são certas e agradáveis a Deus, mas outras vezes são violentas e destrutivas. Qua desses padrões de fala reflete nossa verdadeira identidade? A língua nos dá uma imagem de nossa natureza humana básica. Fomos feitos à imagem de Deus, mas também caímos em pecado. Deus trabalha para nos mudar de dentro para fora. Quando o Espírito Santo purifica um coração, ele dá autocontrole para que a pessoa fale palavras que agradem a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
9 Amaldiçoamos. Damos evidência de que somos cristãos genuínos quando bendizemos nossos inimigos (Mt 5:44 e 45). O próprio Cristo não proferiu “juízo infamatório” contra Satanás (Jd 9). A maldição nasce da ira e exibe o espírito de Satanás, “o acusador de nossos irmãos” (Ap 12:10). Tiago mostra que a pessoa pode ter “língua dobre”, bem como “ânimo dobre” (Tg 1:8). CBASD, vol. 7, p. 575.
13-17 A natureza prática da sabedoria é explicada nesta passagem. Bíblia de Estudo Andrews.
13-18 Você já conheceu alguém que dizia ser sábio mas que agiu tolamente? A verdadeira sabedoria pode ser medida pela profundidade do caráter de uma pessoa. Assim como você pode identificar uma árvore pelo tipo de fruta que ela produz, você pode avaliar sua sabedoria pela maneira como você age. A tolice leva à desordem, mas a sabedoria leva à paz e à bondade. Você está tentado a aumentar o conflito, passar adiante uma fofoca ou atiçar o fogo da discórdia? Fala cuidadosa e cativante e palavras sábias e amorosas são as sementes da paz. Deus ama os pacificadores (Mateus 5:9). Life Application Study Bible Kingsway.
13 Mostre. A sabedoria genuína será demonstrada nas obras. O caráter de uma pessoa é demonstrado pelo fruto que produz, como enfatizado no v. 12. CBASD, vol. 7, p. 576.
14 Coração. A inveja e o sentimento faccioso podem ser ocultados, mas são como água amarga de uma fonte (v. 11), um dia jorrarão em palavras ou atos. Tiago indica que sempre devemos fazer um atento exame de coração. CBASD, vol. 7, p. 576.
Nem vos glorieis. Os cristãos não devem se gloriar de realizações nem de habilidades pessoais. Quem possui espírito faccioso normalmente busca atrair apoio por meio de autoafirmação. Essa jactância revela falta de sabedoria. O espírito de serviço é a única base legítima para a popularidade. CBASD, vol. 7, p. 577.
18 paz. Ideia hebraica de shalom, significando plenitude espiritual e física, bem como saúde emocional. A discórdia produz sofrimento – físico, emocional e espiritual. Bíblia de Estudo Andrews.
É em paz. Um caráter justo se desenvolve apenas pelo pacificador. Tiago obviamente compara os resultados da inveja e da contenda, que produzem apenas frutos inúteis (v. 16), com a recompensa de objetivos e métodos pacíficos. CBASD, vol. 7, p. 578.
Promovem a paz. Cristãos genuínos são os conciliadores de diferenças no lar e na igreja (Mt 5:9). Quem semeia paz desfruta paz, em parte nesta vida e, plenamente, na vida porvir no reino do “Deus da paz” (1Ts 5:23). CBASD, vol. 7, p. 578.
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“A sabedoria, porém, lá do alto é, primeiramente, pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento” (v.17).
Este é um dos capítulos mais difíceis da Bíblia. Não no sentido de compreender, mas de praticar. Os pecados relacionados à língua podem alcançar maiores proporções do que os pecados cometidos pelo corpo, ou pode nos levar a cometê-los também. Tiago chama de “perfeito varão” todo aquele que consegue refrear a língua, porque, assim fazendo, será “capaz de refrear também todo o corpo” (v.2). Ao ilustrar tal situação com o “freio na boca dos cavalos” (v.3), a ideia central é de que nós também precisamos de um “freio”, de um aio que nos indique o caminho e nos livre de tropeçar. Este Aio especial chama-Se Espírito Santo. Como está escrito: “Quando te desviares para a direita e quando te desviares para a esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: Este é o caminho, andai por ele” (Is.30:21).
Por outro lado, a comparação da língua com o leme de um navio, indica que, apesar de pequena, se ela não for governada pelo Timoneiro celestial, mas pelo “impulso do timoneiro” (v.4) do próprio eu, trágicas serão as consequências. Pois assim “como uma fagulha põe em brasas tão grande selva” (v.5), “a língua é fogo; é mundo de iniquidade […] e contamina o corpo inteiro” (v.6). E o pior: “nenhum dos homens é capaz de domar; é mal incontido, carregado de veneno mortífero” (v.8). O perfeito varão, portanto, a que Tiago se refere, não é aquele que consegue, por sua força de vontade, refrear a língua, mas aquele que, pelo poder do Espírito Santo é capacitado a fazê-lo; que, por conhecer a sua própria natureza caída, reconhece que depende da constante ajuda do alto.
É totalmente incoerente (para não dizer detestável) diante de Deus, os lábios que O louvam e ao mesmo tempo amaldiçoam aqueles que Ele criou à Sua semelhança (v.9). Sobre estes, disse Jesus: “Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim” (Mt.15:8). “Meus irmãos, não é conveniente que as coisas sejam assim” (v.10). Precisamos clamar ao Senhor, todos os dias, para que de nossa boca só proceda bênção; para que o Espírito Santo governe nossas intenções, palavras e ações. Jesus foi bem claro ao afirmar: “porque, pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado” (Mt.12:37). Ou uma coisa, ou outra, amados. Não há meio termo. Da fonte que jorra água salgada não pode jorrar água doce (v.12). Como o profeta, precisamos confessar com humildade: “ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios” (Is.6:5). E o Senhor tocará nossa boca com a brasa viva e purificadora de Seu altar (Is.6:7).
Precisamos clamar pela sabedoria do alto para que nossas palavras sejam um reflexo da atuação do Espírito Santo em nosso coração. “Pois, onde há inveja e sentimento faccioso, aí há confusão e toda espécie de coisas ruins” (v.16). Quem permite ser governado por tais sentimentos jamais passará no crivo do Céu com aqueles que amam a Deus e buscam viver piedosamente. Ao permitir que a natureza “terrena, animal e demoníaca” (v.5) endureça o coração, a voz do Espírito Santo vai perdendo a eficácia e o pecado imperdoável é cometido (Mt.12:31), pondo “em chamas toda a carreira da existência humana” (v.6). Não seja assim conosco, meus amados irmãos!
Que o Espírito Santo nos revista da sabedoria “lá do alto”, que é pura, que promove a paz, que perdoa, que é benevolente, que é “plena de misericórdia e de bons frutos”, que não toma partido ao julgar e que não dissimula (v.17). Sejamos, portanto, pelo poder de Deus, pacificadores e reparadores de brechas (Mt.5:9; Is.58:12)!
Nosso Pai do Céu, a nossa gratidão a Ti por Tua graça e misericórdia que nos alcança a cada dia e nos convida a entreter amizade Contigo. É nessa amizade diária e crescente, Senhor; é nesse relacionamento pessoal Contigo, que abrimos caminho à operação do Espírito Santo em nossa vida. Obrigado, nosso Deus amado, pelo presente maravilhoso e incomparável que é o Teu Espírito! Que o Consolador inspire nossos pensamentos, instrua nossas palavras e motive nossas ações. Perdoa os nossos pecados da língua! Toca em nossos lábios e em nosso coração com a brasa viva do Teu altar e nos purifica! Não queremos andar aqui, sozinhos, Pai. Confessamos que precisamos e dependemos do Senhor a cada passo. Guia-nos até que estejamos em Tua Casa! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, pacificadores!
Rosana Garcia Barros
#Tiago3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100